ANP realizará, em 7 de maio, 3º Workshop sobre o Modelo Conceitual do Mercado de Gás

A ANP realizará, no dia 7/5, às 14h, o 3º Workshop sobre o Modelo Conceitual do Mercado de Gás. O evento será virtual, pela plataforma Teams, e será transmitido também pelo canal da ANP no YouTube.

O workshop tem por objetivo trazer para discussão os aspectos da operação do ponto virtual de negociação e do funcionamento dos mercados organizados de gás natural (mercados de balcão e bolsa).

O evento terá a participação de representantes da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), do Balcão Brasileiro de Comercialização de Energia (BBCE) e da European Energy Exchange (EEX), convidados a apresentar as experiências com o funcionamento dos mercados organizados de energia elétrica e gás natural, bem como os principais desafios para o seu desenvolvimento.

Por parte da ANP, os seguintes assuntos serão objeto do 3º Workshop sobre o Modelo Conceitual do Mercado de Gás: descrição da operação do ponto virtual de negociação; distinção entre mercado físico, mercado de balcão e de bolsa; caracterização do mercado organizado de gás natural; promoção da liquidez no mercado de gás; delimitação do escopo da regulamentação dos produtos oferecidos no mercado organizado; e papel da publicidade de preços.

As inscrições para participar do workshop podem ser feitas até o dia 3/5, às 12h,  com o envio do nome completo, nome da instituição/empresa e contatos por e-mail para sim@anp.gov.br. Os interessados em realizar exposição no evento devem informar a sua intenção junto com a solicitação de inscrição, e a apresentação também deverá ser encaminhada até o dia 3/5. Em virtude do tempo reservado ao workshop, o número de expositores inscritos poderá ser limitado.

Para permitir uma maior diversidade entre os participantes do evento, em razão do limite imposto de 300 participantes da ferramenta, foi estabelecido o limite de inscrição de seis participantes por empresa. Os interessados que não conseguirem acesso à sala no Teams poderão acompanhar a transmissão do evento pelo YouTube.

A publicação do Modelo Conceitual consistiu no início da primeira etapa do processo de revisão dos regulamentos que tratam das atividades de comercialização e de carregamento de gás natural, as Resoluções ANP nº 52/2011 e nº 51/2013, respectivamente. A revisão das resoluções está prevista na Agenda Regulatória 2020-2021 da ANP.

Já foram realizados dois workshops sobre o tema, um em janeiro, sobre caracterização do mercado do gás natural e do relacionamento comercial entre os agentes, e outro, em fevereiro, sobre regras de balanceamento.

A série de workshops tem por objetivo debater a caracterização do mercado do gás natural e do relacionamento comercial entre os agentes, definições que influenciarão as normas de: contratação de capacidade de transporte; compra e venda de gás natural no mercado físico ou em mercados organizados (mercado de balcão e bolsa); e participação em mecanismos de contratação destinados a promover ações de balanceamento.

Todas as contribuições recebidas durante a realização dos workshops serão consideradas na elaboração da proposta de resolução, cuja minuta passará por consulta e audiência públicas antes de sua publicação final.

Fugro garantiu o posicionamento e o trabalho de serviços de suporte a Jumbo Maritime no desenvolvimento de Mero 1

A Fugro garantiu o posicionamento e o trabalho de serviços de suporte de construção para a empreiteira de instalação offshore Jumbo Maritime no desenvolvimento do campo Mero 1 em águas profundas no Brasil.

Usando seu pacote de navegação e sistema de câmera de realidade aumentada, a Fugro está apoiando o Jumbo para a instalação de 35 torpedos submarinos e 24 cabos de amarração até profundidades de água de 1980 metros.

A infraestrutura servirá para ancorar a unidade flutuante de produção Mero 1 e equipamentos associados, segundo Fugro.

O trabalho está sendo executado a bordo do navio guindaste de carga pesada Fairplayer da Jumbo e tem duração estimada de seis meses.

Além dos levantamentos pré e pós-assentamento das estacas e cabos de amarração, as soluções de navegação e câmera de realidade aumentada da Fugro fornecerão posicionamento em tempo real para atividades de construção e instalação submarinas sem a necessidade de qualquer hardware montado na infraestrutura submarina, disse Fugro.

Segundo a empresa, essa abordagem reduz riscos, aumenta a consciência espacial e agiliza os fluxos de trabalho.

Rogerio Carvalho, gerente nacional da Fugro no Brasil, disse: “O alcance global e a tecnologia avançada da Fugro, combinados com nossos recursos e experiência da Holanda e do Brasil, foram fundamentais para garantir este contrato. Tendo superado muitos desafios no planejamento das operações para este projeto em meio às restrições causadas pela Covid-19, estamos entusiasmados por agora apoiar a Jumbo neste importante desenvolvimento em águas profundas ”.

Localizado a aproximadamente 180 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, o campo de Mero possui contrato de partilha de produção com o Consórcio Libra, que tem como operadora Petrobras (40% de participação), Shell Brasil (20%), Total (20%), CNODC (10%) e CNOOC Limited (10%).

O consórcio também inclui a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) como gestora do contrato de partilha de produção.

Para lembrar, no início de abril a Petrobras informou que a primeira produção do Mero 1, por meio do FPSO Guanabara, foi adiada devido a atrasos na construção do FPSO.

A produção do Mero 1 agora está prevista para o primeiro trimestre de 2022.

TechnipFMC irá fornecer até oito manifolds para produção e injeção nos campos Marlim e Voador da Petrobras

A TechnipFMC fornecerá até oito manifolds para produção e injeção, utilizando o controlador de válvula robótica (RVC) totalmente elétrico.

O contrato, no valor entre US $ 75 milhões e US $ 250 milhões, também inclui ferramentas, peças sobressalentes e serviços associados, de acordo com a TechnipFMC.

O RVC é uma tecnologia robótica que substitui a hidráulica submarina tradicional, bem como milhares de peças mecânicas, ao mesmo tempo que fornece dados e análises em tempo real sobre o desempenho do sistema.

Isso resulta em um coletor menor, menos complexo e menos caro, com uma pegada de carbono significativamente reduzida, afirma a TechnipFMC.

Além disso, o software do RVC pode ser atualizado remotamente e mantido submarino, aumentando a confiabilidade e disponibilidade geral do sistema submarino.

Jonathan Landes, presidente encarregado de subsea da TechnipFMC, disse: “Estamos ansiosos para executar este projeto usando nossas capacidades locais no Brasil e contribuir para outro desenvolvimento importante no país.

“Estamos muito entusiasmados em trazer novas tecnologias e recursos de automação para este projeto por meio do uso do RVC para operar os manifolds. Nossas inovações em automação e eletrificação estão ajudando nossos clientes a reduzir seus gastos operacionais e reduzir a intensidade de carbono de seus projetos submarinos ”.

Conforme informado anteriormente, a petrolífera brasileira Petrobras lançou em novembro de 2020 uma fase de divulgação de oportunidade (teaser) para a venda de sua participação de 50% no Cluster de Marlim na Bacia de Campos.

Os campos de Marlim e Voador ocupam uma área de 339,3 quilômetros quadrados e estão localizados em águas profundas, a cerca de 150 quilômetros do litoral norte do estado do Rio de Janeiro.

Os dois campos compartilham a infraestrutura de produção e, entre janeiro e outubro de 2020, produziram em média 68,9 mil barris de óleo por dia e 934 mil m³ de gás por dia.

O próximo projeto de revitalização em Marlim e Vorador envolve a substituição de todas as plataformas existentes por dois novos FPSOs.

O primeiro óleo da revitalização é estimado para 2023, com um patamar previsto para 2025.

Há vagas qualificadas, anunciam empresas na websérie Firjan de Óleo, Gás e Naval

Empresas, com a TAG e Ocyan, procuram especialistas em gasodutos e soluções para essa indústria

Apesar da pandemia, o mercado de trabalho em óleo, gás e naval no país se mantém aquecido, mas é preciso ficar atento às mudanças e aos novos perfis demandados, que impactam nas grades de treinamento para os profissionais. Essas foram as principais conclusões da Websérie Firjan de Óleo, Gás e Naval – Mercado de Trabalho com Ocyan e TAG, promovida em 20/4, com moderação de Fernando Montera, coordenador de Relacionamento Estratégico de Petróleo, Gás e Naval da Firjan.

A TAG (Transportadora Associada de Gás), vendida pela Petrobras em 2019 para o consórcio Engie CDPQ, teve que contratar todo o quadro de pessoal, porque operava com funcionários cedidos pela antiga controladora e terceirizados. Após o período de transição, em 2020 o percentual de funcionários recrutados pela TAG cresceu 70%. A empresa iniciou também um programa de estágio. A empresa possui a maior rede de gasodutos de transporte no país, presente em 10 estados.

“O desafio é atrair profissionais, que precisam ser altamente qualificados e ter experiência com gasoduto. Conseguimos contratar alguns da Petrobras. Estamos conversando com outras transportadoras para tentar fazer um programa de treinamento”, explica Carmina Velasco, gerente de Pessoas, Cultura e Comunicação na TAG.

A Ocyan, especializada em prover soluções para a indústria de petróleo e gás, está com 400 vagas abertas, segundo Bruna Fonseca Augusto, gerente de Pessoas na empresa. “Nosso maior desafio tem sido a diversidade e a inclusão. Criamos um Comitê de Diversidade e estamos fechando uma parceria com a Firjan SENAI Macaé para treinar mulheres para atividades offshore”.

Alexandre dos Reis, diretor executivo da Firjan SENAI SESI, colocou a rede de institutos do SENAI à disposição das empresas para preparar esse novo perfil de mão-de-obra. “Estamos investindo muito nos professores e nos recursos tecnológicos. A automação em operações de petróleo e gás estará cada vez mais presente”.

Reis aproveitou o evento para divulgar a campanha SESI Cidadania Contra a Fome, de arrecadação de alimentos não perecíveis para pessoas em extrema pobreza. A iniciativa foi lançada pela Firjan SESI há uma semana. “Pandemia, tragédia e angústia de quem tem fome e precisa comer. Por isso, essa grande articulação entre a Firjan SESI, empresários e os parceiros Viva Rio, União Rio e Caminhão da Misericórdia, da Comunidade Olhar Misericordioso. Doe agora!”, conclamou Reis. Para participar da campanha, acesse https://sesicidadaniacontrafome.firjan.com.br/

Para rever a Websérie Óleo, Gás e Naval, acesse https://www.youtube.com/watch?v=kSDsUxq6WSI

CNPE aprova parâmetros para licitações de Sépia e Atapu

Em reunião realizada em (21/4), o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou os parâmetros técnicos e econômicos para a Segunda Rodada de Licitações dos Volumes Excedentes da Cessão Onerosa dos Campos de Atapu e Sépia.

Governo de Minas anuncia nova fábrica da WEG em Betim

A nova unidade conta com 5 mil metros quadrados de área construída, voltada para a produção de eletrocentros, e vai gerar 100 novos postos de trabalho nos próximos três anos

A WEG, empresa líder global em produção de equipamentos eletroeletrônicos, acaba de anunciar a instalação de uma nova fábrica em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A informação foi divulgada pelo Governo de Minas nesta sexta-feira (16).

A nova fábrica será voltada para a produção de eletrocentros, que são salas ou casas elétricas construídas em estruturas metálicas compactas e projetadas sob medida para atender às diversas necessidades dos clientes para geração solar e industriais. A nova unidade conta com 5 mil metros quadrados de área construída e vai gerar 100 novos postos de trabalho nos próximos três anos.

“Apesar do momento difícil que estamos enfrentando devido à pandemia, ficamos felizes em saber que diversas empresas estão investindo em Minas Gerais. O novo projeto da Weg reforça o ambiente de negócios favorável que oferecemos. Somos um Estado amigo de quem gera emprego e renda”, destaca o governador Romeu Zema.

Expansão

Em janeiro de 2020, a WEG adquiriu em Betim uma das mais modernas plantas fabris do Brasil para transformadores de alta tensão, voltados principalmente para projetos e grandes linhas de transmissão, e desde janeiro de 2021 passou a fabricar transformadores de força, reatores shunt e autotransformadores de força com classe de tensão até 800kV e potência até 500MVA. Juntas, as duas operações da WEG no município vão empregar em breve mais de 300 colaboradores.

“Somos a maior fabricante de salas elétricas da América Latina e esta unidade será parte importante da nossa capacidade produtiva nos próximos anos. Vai também fortalecer nossa posição em um dos mais importantes mercados de equipamentos elétricos para geração de energia e mineração do país,” explica Manfred Peter Johann, diretor superintendente da WEG Automação.

Energias renováveis

A atratividade de Minas Gerais como local para os novos investimentos da WEG foi destacada após uma longa análise, que considerou diversas alternativas em todo Brasil. “O destaque foi para o bom mercado, localização privilegiada, acesso a rotas estratégicas, uma cultura industrial forte, com base educacional e cursos técnicos e superiores de boa qualidade, o que nos garante mão de obra qualificada”, acrescenta Manfred.

Para Cláudio Luis dos Santos, gerente de Cadeias de Eletroeletrônicos, Energia e Transporte do Indi, a instalação de uma empresa multinacional brasileira como a WEG em Minas Gerais contribui substancialmente com a diversificação da economia. “O Estado tem aproveitado bastante as oportunidades advindas da geração de energias renováveis, como a solar. A produção destes eletrocentros pela WEG vem contribuir ainda mais para a consolidação da cadeia do setor em Minas Gerais”, diz.

Keppel confirma negociações para construção de FPSO de Búzios para Petrobras

O conglomerado Keppel Corporation de Cingapura confirmou que está em negociações com a gigante de energia brasileira Petrobras para um contrato para construir um FPSO para o campo de Búzios localizado na área do pré-sal da Bacia de Santos, no Brasil.

Referindo-se a um artigo do Upstream Daily News, dizendo que a Petrobras está em negociações para fechar contratos no valor de cerca de US $ 4,6 bilhões para a contratação de um par de navios FPSO, a Keppel confirmou na sexta-feira que sua subsidiária integral, Keppel Shipyard, está em negociações avançadas com a Petrobras em relação a um contrato para construir um navio de armazenamento e descarregamento de produção flutuante para o campo de Búzios na costa do Brasil.

No entanto, nenhum acordo definitivo foi celebrado até a data deste anúncio, disse Keppel.

A empresa também disse que faria o anúncio relevante de acordo com o Manual de Listagem SGX-ST no momento apropriado.

Enquanto isso, após discussões com a SBM Offshore em 2020, a Petrobras em fevereiro de 2021 assinou carta de intenções com a SBM Offshore para afretamento e prestação de serviços do FPSO Almirante Tamandaré, a ser instalado no campo de Búzios.

O FPSO será a sexta unidade do sistema definitivo a ser instalada no campo de Búzios e terá capacidade para processar 225 mil barris de óleo e 12 milhões de metros cúbicos de gás por dia.

Projetado e construído usando o programa Fast4Ward da SBM Offshore, o FPSO será a maior unidade produtora de petróleo em operação offshore no Brasil e uma das maiores do mundo.

Os contratos de afretamento e prestação de serviços terão duração de 26 anos e 3 meses a partir da aceitação final da unidade, prevista para 2024.

Karoon contrata sonda Maersk para intervenção em poços no Brasil

A empreiteira de perfuração offshore Maersk Drilling assinou um contrato com a Karoon Energy para a plataforma semissubmersível Maersk Developer para realizar intervenção em quatro poços no campo Baúna offshore no Brasil.

A Maersk Drilling disse na terça-feira que o contrato está previsto para começar no primeiro semestre de 2022, com uma duração firme de 110 dias.

O valor do contrato firme é de aproximadamente US $ 34 milhões, incluindo modificações na plataforma e uma taxa de mobilização. O contrato contém opções para adicionar até 150 dias de perfuração nos campos de Patola e Neon.

Morten Kelstrup, COO da Maersk Drilling, disse: “Estamos muito satisfeitos em firmar este contrato com um novo cliente na forma da Karoon, que também verá uma de nossas sondas de perfuração operando offshore no Brasil pela primeira vez.

“Estamos ansiosos para entrar neste importante mercado offshore e trabalhar em conjunto com a equipe Karoon na entrega segura e eficiente do workover em Baúna e no desenvolvimento potencial de Patola”.

O CEO e diretor administrativo da Karoon Energy, Dr. Julian Fowles, comentou que “a Karoon está muito satisfeita por ter assinado este importante contrato e espera trabalhar em estreita colaboração com a Maersk Drilling”.

Mærsk Developer é uma plataforma semissubmersível dinamicamente posicionada estabilizada por coluna DSS-21, capaz de operar em profundidades de água de até 10.000 pés. Foi entregue em 2009 e atualmente está operando no litoral do Suriname.

A australiana Karoon concluiu a aquisição de 100 por cento de participação operacional no campo Baúna, localizado na Bacia de Santos, no início de novembro de 2020.

Após a aquisição do campo de Baúna, a Karoon Energy criou uma Unidade de Negócios Brasil e reestruturou sua equipe executiva.

Como resultado, uma nova e ampliada posição de Vice-Presidente Executivo e Presidente Karoon Brasil, reportando-se diretamente ao CEO e Diretor Gerente, foi criada.

Ocyan irá fazer um raio X das percepções da mulher no ambiente offshore

Empresa recruta mulheres que embarcam para conhecer melhor suas vivências em alto-mar

A Ocyan encomendou ao Instituto Ipsos um estudo para conhecer as percepções das mulheres que trabalham embarcadas no Brasil. A pesquisa busca conhecer melhor as vivências a bordo nas mais diferentes empresas, quais são suas expectativas e anseios profissionais. Os resultados serão divulgados para todo o setor para contribuir para a construção de um ambiente mais diverso, psicologicamente seguro e para a atração de mais mulheres para essa indústria.

“Nosso objetivo é dar toda transparência aos dados para, de forma coletiva, abrir caminhos para atração de novas profissionais e melhorar as experiências de cada uma delas por meio de um plano de ação efetivo. Ouvir quem vive a experiência de trabalhar no ambiente offshore faz toda a diferença para construção de um local de trabalho cada vez melhor, ainda mais seguro e diverso. A empresa já vem atuando nessa busca para ampliar a diversidade de seu quadro de integrantes offshore. Pensamos que esse movimento será mais robusto se conseguirmos influenciar todo o setor”, explica Bruna Fonseca, gerente de Recursos Humanos na Ocyan.

A transparência e o espírito coletivo em torno do tema estão em primeiro plano na pesquisa e os resultados terão ampla divulgação externa e poderão ser compartilhados com empresas interessadas. “O Instituto Ipsos vai garantir a imparcialidade e confidencialidade de todas as informações obtidas pelas mulheres entrevistadas”, pontua a executiva.

Se você é mulher offshore e deseja colaborar com este projeto, clique no link abaixo e preencha o formulário para que a equipe responsável pela pesquisa entre em contato. Responda aqui:

https://docs.google.com/…/1FAIpQLSe…/viewform

Acordo entre Petrobras e PPSA sobre Atapu e Sépia é aprovado pelo MME

O Ministério de Minas e Energia publicou nesta segunda-feira, no Diário Oficial da União, despacho do ministro Bento Albuquerque aprovando o acordo firmado pela Pré-Sal Petróleo S.A. e a Petróleo Brasileiro S.A. a respeito dos novos parâmetros e valor da Compensação a ser paga à Petrobras pelos investimentos realizados nos Campos de Atapu e Sépia, em decorrência de licitação, em regime de Partilha de Produção, dos volumes excedentes da Cessão Onerosa desses Campos, cujo teor será divulgado pelas signatárias. Para a aprovação, foi considerado o disposto no art. 3º, parágrafo único, da Portaria nº 23/GM/MME, de 27 de janeiro de 2020, na redação dada pela Portaria nº 493/GM/MME, de 26 de fevereiro de 2021.

O valor da compensação antes do gross up é de US$ 3.253.580.741,00 (três bilhões, duzentos e cinquenta e três milhões, quinhentos e oitenta mil, setecentos e quarenta e um dólares) para o Campo de Atapu; e US$ 3.200.388.219,00 (três bilhões, duzentos milhões, trezentos e oitenta e oito mil, duzentos e dezenove dólares) para o Campo de Sépia.

O valor da compensação poderá ser eventualmente complementado a cada ano, entre 2022 e 2032, caso o preço do petróleo tipo Brent atinja média anual superior a US$ 40 por barril até o limite de US$ 70 por barril, conforme tabela anexa ao Acordo.

Leia aqui o despacho: https://www.in.gov.br/web/dou/-/despacho-de-16-de-abril-de-2021-314644147