Fluke apresenta nova dupla de alicates amperímetros

A Fluke Corporation, líder global em tecnologia portátil de teste e medição eletrônica, acaba de anunciar ao mercado brasileiro sua nova dupla de alicates amperímetros. O Fluke True-RMS 377 FC e 378 FC foram desenvolvidos com tecnologia FieldSense™ para realizar testes mais rápidos e seguros, sem contato com um condutor energizado. As novas ferramentas permitem medições de tensão e corrente exatas por meio da pinça em garra, executando as três fases da medição em apenas três etapas: basta prender o cabo preto de teste a qualquer sistema elétrico aterrado, colocar a pinça em garra ao redor do condutor e consultar valores confiáveis e precisos de tensão e corrente no visor.

De acordo com o Gerente de Produtos da Fluke, Osvaldo Conegundes, a Fluke está redefinindo a resolução padrão dos equipamentos para indústria de teste e medição eletrônica, a fim de que todo o processo torne-se mais intuitivo ao usuário. Um dos recursos utilizados neste processo de modernização é a FieldSense, tecnologia de sensores que permite medir tensão (campo elétrico alternado) sem contato no condutor, evitando assim o risco para operadores ou técnicos em medições elétricas. “Desta forma, as medições de corrente, tensão e frequência podem ser efetuadas em um único dispositivo, ao mesmo tempo, e em tempo real”, explica Conegundes.

Características do True-RMS 378 FC

O Fluke True-RMS 378 FC conta com uma função exclusiva que detecta problemas de qualidade da alimentação automaticamente. No momento em que as medidas do FieldSense são executadas, a pinça amperimétrica 378 FC é capaz de detectar e exibir problemas de qualidade de energia, relacionados a corrente, tensão, fator de potência ou qualquer combinação dos três. A partir disso, é possível determinar rapidamente se há um problema na alimentação da rede externa ou na rede interna do equipamento, e solucioná-lo o quanto antes.

Outra característica do Fluke 378 FC é a inclusão de um teste de qualidade de energia que fornece indicação rápida se há um problema na energia de entrada ou no equipamento. A medição de potência e corrente, feita em três etapas, oferece um conjunto completo de cálculo de valores fase a terra e fase a fase, além de exibir todos os dados diretamente no smartphone conectado ao equipamento e salvá-los na nuvem pelo software Fluke Connect. O cálculo e a exibição de rotação de fase também são no software Fluke Connect. É importante frisar que tudo isso pode ser feito sem anotações ou cálculos complexos à mão, aumentando a assertividade dos resultados.

Facilidades dos novos Fluke 377 FC e Fluke 378 FC

Um acessório importante das novas ferramentas é a sonda flexível de corrente iFlex®, que pode ser usada para a medição de corrente extremamente alta, como por exemplo, corrente CA de até 2500A. Outro benefício da sonda iFlex® é fornecer acesso a grandes condutores em espaços pequenos.

Outra facilidade ao utilizar a pinça amperimétrica 377 FC e 378 FC é seu visor, que fica verde no momento em que uma medição FieldSense estável é detectada. Além disso, a continuidade visual fornece uma tela verde iluminada para detecção fácil de continuidade em áreas de trabalho com muito ruído.

Ao adquirir os equipamentos, estão incluídos também um kit de suporte magnético (TPAK) com alças de apoio de 23 cm, as quais permitem que as pinças sejam penduradas onde precisar: a uma porta de gabinete de ferro, ao redor de uma tubulação, em um prego ou cabeça de parafuso.  Uma mala portátil também está inclusa e carrega a pinça amperimétrica, a sonda iFlex®, os cabos de teste e uma pinça de aterramento preta.

Resultados mais concretos com o Fluke Connect

Todos os dados coletados por meio das medições e testes realizados com os alicates amperímetros Fluke True-RMS 377 FC e 378 FC podem ser registrados, analisados e monitorados de modo remoto no software Fluke Connect, detectando dessa maneira falhas intermitentes. O Fluke Connect também permite reunir dados como base para um programa de manutenção preventiva. Todos os dados de medições são enviados a um smartphone conectado com o equipamento para registro, colaboração e análise.

Após o envio, o Fluke Connect extrai todos os dados relacionados às medições de três fases, inclusive a rotação de fase, e apresenta o conjunto completo de dados para análise resumida. Os dados coletados pelo Fluke Connect podem detectar falhas intermitentes difíceis, assim como os dados coletados em intervalos regulares podem ser usados para localizar pequenas mudanças antes que elas se tornem grandes problemas.

“A facilidade de contar com o software Fluke Connect só beneficia o operador do equipamento, visto que ele pode visualizar todos os dados em tempo real no seu smartphone, sem depender de anotações feitas à mão e mais suscetíveis a erros, por exemplo”, finaliza Conegundes.

Ecom Energia realiza webinar sobre mercado livre de gás

Na próxima terça-feira (27), às 14h, a Ecom Energia promove webinar para esclarecer dúvidas sobre o mercado livre de gás. Participam do encontro Felipe Boechem, advogado especialista no mercado de óleo e gás e partner da Lefosse Advogados, Márcio Sant´Anna, sócio-diretor da Ecom Energia e Percival Amaral, diretor de gás da Ecom Energia.

Os executivos vão abordar em detalhes a chegada da nova lei, como funcionará o mercado de gás no ambiente livre, aspectos relacionados aos contratos, regulação, benefícios e vantagens competitivas para o consumidor livre, entre outros.

Gratuito, o evento será transmitido ao vivo pelo canal da Ecom Energia no YouTube. As inscrições podem ser feitas pelo https://tinyurl.com/9nas3xk2

Joaquim Silva e Luna toma posse como presidente da Petrobras

Em cerimônia transmitida ao vivo, quatro novos diretores também assumem suas respectivas funções na Diretoria Executiva da companhia

Uma cerimônia simples, realizada no Rio de Janeiro, restrita a poucas pessoas em função da pandemia, marcou o início do mandato de Joaquim Silva e Luna como presidente da Petrobras. Participaram presencialmente da solenidade o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, o presidente do Conselho de Administração da Petrobras, Eduardo Bacellar Leal Ferreira, e o diretor geral da ANP, Rodolfo Saboia.

Em seu discurso de posse, o presidente Silva e Luna destacou os principais desafios de sua gestão: “Não há dúvidas de que os principais desafios, entre tantos outros, são: fazer a Petrobras cada vez mais forte, trabalhando com visão de futuro, com segurança, respeito ao meio ambiente, aos acionistas e à sociedade em geral, de forma a garantir o maior retorno possível ao capital empregado; crescer sustentada em ativos de óleo e gás de classe mundial, em águas profundas e ultraprofundas, buscando incessantemente custos baixos de eficiência. E fazer tudo isso conciliando interesses de consumidores e acionistas; valorizando os nossos petroleiros; buscando reduzir volatilidade, sem desrespeitar a paridade internacional; perseguindo a redução da dívida; investindo em pesquisa e desenvolvimento; e contribuindo para a geração de previsibilidade ao planejamento econômico nacional. O Plano Estratégico da Petrobras 2021-2025 já sinaliza com as linhas mestras da superação desses desafios”, declarou.

O presidente valorizou a força de trabalho da companhia, ao justificar a escolha de seus novos diretores. “A Petrobras tem quadro de pessoal comprometido, engajado, vibrante, profissional, com sentimento de pertencimento à empresa; e que sempre se atualiza, posicionando-se na vanguarda do conhecimento. Foi com base nesse perfil, e com a larga experiência que acumularam na empresa, que os quatro novos diretores foram escolhidos.” O presidente do Conselho de Administração da Petrobras, Eduardo Bacellar, também falou sobre a escolha. “A reconhecida capacidade técnica dos escolhidos para a diretoria reforça a meritocracia na companhia.”

Tomaram posse na mesma cerimônia Rodrigo Araujo Alves como Diretor Executivo Financeiro e de Relacionamento com Investidores; Cláudio Rogério Linassi Mastella, Diretor Executivo de Comercialização e Logística; Fernando Assumpção Borges, Diretor Executivo de Exploração e Produção; e João Henrique Rittershaussen, Diretor Executivo de Desenvolvimento da Produção. Foram reconduzidos Nicolás Simone como Diretor Executivo de Transformação Digital e Inovação, Roberto Furian Ardenghy como Diretor Executivo de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade e Rodrigo Costa Lima e Silva como Diretor Executivo de Refino e Gás Natural. O diretor de Conformidade e Conformidade, Salvador Dahan, substituirá Marcelo Zenkner em maio.

Futuro

O ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque mencionou os desafios da companhia para o futuro. “Diante de vários obstáculos que têm modificado o comportamento das pessoas e das corporações, a Petrobras segue uma trajetória histórica de transformação necessária e positiva tanto para a companhia quanto para a sociedade, concentrando seus esforços naquilo que sabe fazer de melhor e que a colocou como referência mundial: a exploração e produção de petróleo e gás natural em águas profundas e ultraprofundas”.

O ministro pontuou a necessidade de a companhia continuar seus processos de desinvestimento. “Destaco os projetos de desinvestimentos que têm contribuído para que a empresa reduza sua dívida e aumente sua capacidade de investimentos em operações com maior retorno financeiro. Tais medidas vão ao encontro dos compromissos com o Cade e dos objetivos da política energética nacional: promover a concorrência no mercado de petróleo e gás natural”.

Leia aqui a íntegra do discurso de posse do presidente Joaquim Silva e Luna.

Shell Brasil tem interesse em participar de novos leilões de energia elétrica

A Shell Brasil tem interesse em participar de novos leilões de energia elétrica, afirmou o presidente da companhia, André Araújo, em entrevista coletiva na última sexta-feira.

No momento, o grupo desenvolve a termelétrica de Marlim Azul em Macaé (RJ). O projeto, em parceria com a Pátria Investimentos e a Mitsubishi Hitachi Power Systems (MHPS) terá 565 megawatts (MW) de capacidade. Segundo Araújo, a expectativa é começar a venda da energia da unidade em janeiro de 2022.

Em paralelo, o grupo também tem buscado autorizações junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para projetos de geração de energia solar. Araújo explicou que a companhia deve fechar parcerias para desenvolver essas usinas. “Alguns desses projetos podem ter uma velocidade mais acelerada pois têm condições mais claras de radiação solar.”

A companhia também avalia possíveis investimentos em geração de energia eólica em alto-mar no Brasil. A modalidade é uma das prioridades para o grupo globalmente e a petroleira já tem projetos do tipo no Mar do Norte e nos Estudos Unidos. “Estamos discutindo se colocamos o Brasil como prioridade [para projetos de eólicas em alto-mar] já nesses próximos anos. Acompanhamos as discussões sobre o marco regulatório e sobre possíveis autorizações e leilões”, acrescentou Araújo.

Recentemente, a Shell anunciou que pretende neutralizar as emissões de carbono totais até 2050 e reduzir em até 65% a pegada de carbono de seus produtos, no período, em linha com as metas do Acordo de Paris. Araújo já afirmou, no passado, que o Brasil pode ser um dos destinos prioritários dos investimentos do grupo anglo-holandês em novas fontes.

O executivo lembrou, no entanto, que a companhia segue com o interesse em avaliar novas oportunidades em exploração e produção de petróleo e gás no Brasil. Ele afirmou que o grupo tem interesse em avaliar leilões de áreas em todos os regimes oferecidos, mas que tem uma preferência pelo modelo de concessão.

“É importante que o país continue bastante competitivo. Os preços de óleo e gás são voláteis e as empresas trabalham com cenários sem uma nova escalada como vimos no passado. É um momento diferente de 2019 e espero que isso fique transparente nas condições oferecidas [pelo governo] ao mercado”, concluiu.

IBP avalia que cada campo maduro de petróleo e gás viabilizado no Brasil pode gerar US$ 1 bi em investimentos

Durante 1º Workshop Promar, organizado com o MME, o Instituto analisou que cada campo maduro pode proporcionar 23 mil novos postos de trabalho e cerca de US﹩ 1,5 bilhão em arrecadação de tributos

O 1º Workshop Promar (Programa de Revitalização e Incentivo à Produção de Campos Maduros), uma parceria entre o Ministério de Minas e Energia (MME) e o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), debateu, em 15 e 16 de abril (quinta e sexta-feira), a revitalização de campos maduros e viabilização de campos e acumulações de economicidade marginal, dentro do atual quadro regulatório, legal, ambiental e tributário brasileiro. A Presidente interina e Diretora Executiva Corporativa do IBP, Cristina Pinho, ressaltou que cada campo viabilizado pode gerar US﹩ 1 bilhão em investimentos, 23 mil novos postos de trabalho (diretos e indiretos no pico de investimentos) e US﹩ 1,5 bilhão em arrecadação para o governo.

A executiva indicou que o Promar deve ser uma via de atração para chegada de novos players e aportes no mercado nacional diante de um ambiente jurídico e de negócios estável e aquecido, o que se torna essencial para geração de renda e criação de novos postos de trabalho para diferentes localidades. “O setor de petróleo e gás tem um compromisso com a recuperação econômica e social brasileira, o que está entre as missões do IBP, e tem demonstrado resiliência na pandemia com diversificação de fontes renováveis e cumprimento do Acordo de Paris”, comenta Cristina.

De acordo com a fala do Secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do MME, José Mauro Ferreira, houve queda de mais de 55% na produção no pós-sal, ao longo dos últimos seis anos. Em sua avaliação, este dado tem total convergência com a queda de produtividade na Bacia de Campos, que, hoje, produz cerca de 850 mil barris de petróleo diários. José Mauro Ferreira analisou que somente 28 planos de avaliação de descoberta em áreas marítimas, entregues à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), alcançaram declaração de comercialidade, dos 97 planos apresentados à ANP nos últimos 10 anos. O restante foi postergado por não haver condições econômicas para viabilizar as descobertas.

“Devemos ter senso de urgência. Trabalhar com ações práticas para que o governo possa proporcionar vetores e direcionamento ao mercado. Temos capacidade de sair dos atuais 3 milhões de barris / dia para 5.3 milhões de barris diários”, comentou.

A mesma preocupação foi apresentada por Rodolfo Saboia, Diretor Geral da ANP, ao mencionar que o pós-sal foi responsável por 16 bilhões de barris de óleo equivalente, ou seja, 63% de todo produção nacional de petróleo e gás até agora. Hoje, representa apenas 23% da produção brasileira offshore. “Os debates do Promar ajudarão no aperfeiçoamento de regulação e processos. Para alcançar os objetivos do programa, devemos focar em descobertas subcomerciais de petróleo e gás em mar, consideradas como economicidade marginal”, analisa. Saboia também aponta que nove descobertas – com potencial de 10 bilhões de barris – postergaram sua declaração de comercialidade.

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Thiago Barral, reforçou o empenho para avançar em estudos que visem à análise da relação de reserva e produção com perspectivas para ampliação da vida útil do campo e viabilidade de acesso dos insumos para a sociedade. “O Promar promove uma agenda para oportunidade de novos entrantes. Temos uma janela de oportunidades para atrair estes investidores”, avalia.

A longevidade dos campos marginais do Mar do Norte, localizado próximo das costas da Noruega e Reino Unido, foram citados como benchmark de planejamento governamental por Adyr Tourinho, Presidente da ABESPetro (Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Petróleo). “Calculamos que a Bacia de Campos tem um fator de recuperação de 14% e pode atrair até US﹩ 15 bilhões em aportes com a geração de 400 mil empregos”, analisa.

A especialista em política industrial do IBP, Natália Baltazar, reforçou a importância de se ter uma segurança jurídica e regulatória no processo de cessão de contratos de Exploração e Produção de Gás Natural, tornando o ambiente mais atrativo para as empresas que já atuam em seus campos adquiridos e também para os novos entrantes. Além disso, informou sobre o interesse do Comitê de Áreas Terrestres e Águas Rasas do IBP em trabalhar na construção de um manual de boas práticas capaz de orientar a indústria e as diferentes autoridades do governo quanto à transição de ativos entre operadoras. Ela reforçou a importância da cessão para a manutenção dos projetos e maximização da produção, a fim de viabilizar resultados positivos para indústria, governo e sociedade brasileira.

Beatriz Souto (Cofundadora da BW Offshore) também reforça que campos caracterizados como marginais precisam de tratamento especial. O tratamento, classificação e o descarte de águas, além da adequação do plano de emergência individual em plataformas, foram destacados por Anabal Santos, Secretário Geral da Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo e Gás (ABPIP), como prioritários dentro da conjuntura de licenciamento ambiental dos Campos Maduros e Marginais.

O segundo workshop do Promar está previsto para junho. O relatório final, fruto destes debates, será entregue no mês seguinte para análise do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

 

Planta da Evonik em Castro promove alto nível de sustentabilidade

A aplicação de “Avaliações do Ciclo de Vida” (ACV) objetiva mensurar as práticas sustentáveis desde a estrutura fabril até o produto final

Uma empresa sustentável tem suas ações e iniciativas pautadas pela ética e pelo respeito ambiental. Justamente dentro dessa proposta nasceu a planta da Evonik para a fabricação de Biolys® na cidade de Castro, Paraná, utilizando a mais avançada tecnologia de biofermentação. Desde 2015, cerca de 100 pessoas trabalham na produção de aproximadamente 60 mil toneladas por ano de Biolys® (Sulfato de L-lisina) na base equivalente de lisina HCl, empenhados em garantir que produtos e serviços sejam fabricados e fornecidos da forma mais sustentável possível e com a garantia de fornecimento ao mercado de produção animal.

Um dos meios utilizados pela Evonik para atingir tal meta foi a aplicação de “Avaliações do Ciclo de Vida” (ACV), que mensura os impactos ambientais de um produto ao longo de toda a sua vida, levando em consideração a extração e o processamento das matérias-primas, as práticas de fabricação, a distribuição, o uso, a reciclagem e, por fim, o descarte.

Utilizada pela empresa no mundo todo, trata-se de uma abordagem implementada a partir de 2003, ano da primeira ACV feita para o MetAMINO® (aminoácido DL-Metionina). Essa análise de sustentabilidade tem sido constantemente aplicada ao crescente número de produtos do portfólio e plantas de produção da Evonik.

Sustentabilidade da estrutura ao produto
Os inovadores processos de produção do Biolys® na planta de Castro/PR também passaram por essa avaliação. O enfoque foi a pegada de carbono, que representa o grau de emissões de gases de efeito estufa (GEE). Além disso, a Evonik também analisou todo o ciclo de vida, demonstrando o papel-chave dos aminoácidos como ferramenta para melhorar o desempenho e sustentabilidade das operações de produção animal.

De acordo com Miguel Menezes, gerente da fábrica da Castro, mais de 90% da demanda de energia elétrica da planta serão supridos por fontes renováveis em 2021, principalmente por energia hidrelétrica. Isso corresponde a um potencial de aquecimento global menor do que a matriz padrão da rede elétrica brasileira. O vapor necessário para a produção é totalmente gerado com cavacos de madeira de eucalipto, outra fonte renovável.

A principal matéria-prima necessária ao processo de produção do Biolys® (Sulfato de L-lisina) é o açúcar. Na unidade de Castro, é usada dextrose proveniente do milho, que captura grandes quantidades de CO2 durante o seu crescimento. A planta está localizada em uma região de cultivo de milho e justamente ao lado de um moinho produtor de dextrose, reduzindo assim as emissões com transporte, além de outros benefícios de sustentabilidade acumulados no processo de produção.

A fábrica é altamente instrumentada e automatizada, o que favoreceu a utilização de “big data” para a otimização de processos, permitindo a redução no consumo específico das principais utilidades, nos 4 primeiros anos de funcionamento, conforme segue:

Água : -14% ; Gás Natural: -6 % ; Vapor: – 41 % ; Eletricidade: – 6%

“As otimizações de processo realizadas pelos profissionais altamente preparados da planta de Castro/PR, com o suporte científico de pesquisadores e engenheiros da Alemanha, permitiram a produção e comercialização de um produto mais concentrado a partir de meados de 2020. Com isso, menos diesel é gasto para transportar a mesma quantidade de lisina HCl, além de diminuir a utilização de recursos naturais, por kg de lisina HCl, com embalagens e gás GLP para empilhadeiras”, explica Menezes.

Efeito cascata
As melhorias contínuas da produção permitiram à Evonik implementar uma nova formulação de produto: novo Biolys®, agora com 60% L-lisina, sendo um aumento de 10% no teor de lisina sulfato em comparação com a formulação do produto anterior. Tal aprimoramento trouxe benefícios específicos de sustentabilidade.

Segundo Victor Naranjo, Diretor Técnico América Latina, considerando que o processo para produzir o produto alternativo de lisina na forma HCl demanda quantidades significativas de HCl e gera subprodutos, o processo de produção do Biolys® não separa a biomassa (o que agrega valor nutricional ao produto) e não gera nenhum subproduto ou resíduo a ser descartado.

“Com as melhorias tecnológicas introduzidas para a produção do Biolys®, foi obtida uma redução adicional das emissões de CO2 na planta, alcançando o valor atual de 0,23 kg de equivalentes de CO2 por kg de Biolys®. Esse baixo valor também se deve ao fato de que as áreas agrícolas do entorno da fábrica já são utilizadas há mais de 20 anos para a plantação de milho e de outros produtos agrícolas”, finaliza o executivo.

Vale destacar ainda que a adição dos aminoácidos à alimentação animal, combinada com a redução consistente de proteína bruta nos alimentos, é um método extremamente sustentável para garantir uma nutrição animal saudável para uma população mundial em crescimento. Tudo isso nos impõe a necessidade de fazer uso dos recursos naturais existentes com a maior eficiência possível.

Oxiteno fecha 2020 com a melhor performance dos últimos cinco anos e publica seu Relatório de Sustentabilidade

Apesar de cenário desafiador, a companhia reforçou seu compromisso com a construção de uma indústria cada vez mais responsável com as pessoas, a sociedade e o meio ambiente

A Oxiteno, líder na produção de tensoativos e especialidades químicas nas Américas, acaba de lançar o seu Relatório de Sustentabilidade 2020. Totalmente digital, a publicação destaca as principais práticas ASG da companhia. Apesar do cenário desafiador causado pela pandemia da Covid-19, a companhia encerrou 2020 com receita líquida de R$ 5,22 bilhões, a melhor performance dos últimos cinco anos e com um crescimento de 22% em comparação ao ano anterior. Outros destaques são: a representatividade feminina no corpo diretivo (57%); a estruturação de um laboratório digital (XLab); o lançamento do novo portal de educação (OxiEducation); a participação da Oxiteno no programa de aceleração Inova 2030 – Jovens Inovadores em ODS do Pacto Global da ONU e Fundação Dom Cabral com o projeto Laboratório 4.0; reconhecimento pelo Nível de Gestão para os temas Mudanças Climáticas e de Segurança Hídrica no CDP e o estabelecimento da parceria com a EcoVadis para a avaliação de seus fornecedores nos principais temas de sustentabilidade.

“A pandemia tem causado impactos sem precedentes. Na indústria, o cenário de crise e instabilidade econômica levou à revisão de metas e prioridades. Um dos principais desafios da Oxiteno tem sido garantir a preservação da saúde dos funcionários e a continuidade operacional, tendo em vista o seu papel essencial na sociedade. Os produtos da Oxiteno são matérias primas indispensáveis para a produção de alimentos, fármacos e produtos de higiene, limpeza, sanitização, entre outros. Nesse cenário adverso, reforçamos nosso compromisso com a construção de uma indústria cada vez mais responsável com a sociedade e o meio ambiente, colocando a sustentabilidade como elemento central da estratégia. O resultado foi muito positivo”, afirma o presidente da Oxiteno, João Parolin.

Com a sustentabilidade incorporada à estratégia do negócio e aos processos de desenvolvimento e inovação, a Oxiteno avançou também durante o ano em ações como: implementação de home office, restruturação do programa de qualidade de vida, melhorias no processo de avaliação de fornecedores e novas ações para melhorar ainda mais o desempenho em segurança e meio ambiente. Como reflexo do esforço para práticas mais sustentáveis, a empresa conquistou a categoria Platinum do EcoVadis Sustainability Rating – plataforma que avalia a performance de sustentabilidade empresarial – ocupada por apenas 1% das empresas avaliadas no mundo todo, sendo a segunda empresa brasileira a conquistar essa posição.

“Em 2019, estabelecemos nossos objetivos no Plano Estratégico de Sustentabilidade 2030. E, em 2020, mobilizamos toda a companhia com a meta de evoluir nos oito pilares que nos colocarão como referência em desenvolvimento sustentável do setor. O uso da água, da energia, o tratamento de resíduos, efluentes e os níveis de emissões de gases de efeito estufa são monitorados de perto para prevenirmos os possíveis impactos gerados”, diz a gerente de Sustentabilidade, Juliana Maria da Silva.

A Diversidade & Inclusão (D&I) também continuou recebendo destaque. Uma das iniciativas do pilar foi o lançamento do programa TOGETHER, que promove a representatividade de gênero, raça e etnia, pessoas com deficiência e LGBTQIA+, ampliando a pluralidade de opiniões e pensamentos. Entre as ações estão: a inclusão de autistas, a abertura de salas de amamentação e o incentivo à diversidade no código de vestimenta por meio da campanha “Química de Estilos”.

“Em um ano marcado por desafios, a cultura organizacional e as iniciativas nos diversos pilares de nosso plano de sustentabilidade foram essenciais para o crescimento do negócio. Temos o propósito de contribuir para o bem-estar das pessoas através da química e, tendo ciência disso, buscamos sempre reforçar o senso de pertencimento, orgulho e conexão com o negócio. Desenvolvemos soluções essenciais que estão no dia a dia das pessoas e ajudam a sociedade a passar por momentos como este. Avançamos em 2020, mas sabemos que há ainda muito por fazer e muitas oportunidades nesta jornada”, diz Parolin.

O portfólio da Oxiteno conta com mais de 700 produtos e 3 mil aplicações nos segmentos de Crop Solutions, Home Care and I&I, Personal Care, Coatings, Oil & Gas, Industrial Applications, Functional Fluids e Nutrition & Health, que são exportados para mais de 50 países. O Relatório de Sustentabilidade 2020 pode ser consultado na íntegra aqui. Além dos dados contemplados nesse conteúdo, o documento traz as iniciativas da Oxiteno de apoio à sociedade no combate à pandemia, redução de impactos ambientais e sociais, governança e engajamento sobre o tema

Sobre o Plano Estratégico de Sustentabilidade 2030
Estruturado em 2019, o Plano Estratégico de Sustentabilidade 2030 da Oxiteno é constituído de oito pilares que representam os temas materiais para o seu negócio com objetivos e metas alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).  Esta estratégia guia todas as práticas e processos decisórios da companhia. Saiba mais: www.oxiteno.com

Petroleira elege Presidente e Diretores

O Conselho de Administração da Petrobras, em reunião realizada no último dia (16/4), elegeu Joaquim Silva e Luna para o cargo de Presidente da companhia. O Conselho de Administração, no âmbito do processo da composição da Diretoria Executiva da Petrobras, também aprovou as seguintes nomeações:

1- Eleição de Rodrigo Araujo Alves para o cargo de Diretor Executivo Financeiro e de Relacionamento com Investidores;
2- Eleição de Cláudio Rogério Linassi Mastella para o cargo de Diretor Executivo de Comercialização e Logística;
3- Eleição de Fernando Assumpção Borges para o cargo de Diretor Executivo de Exploração e Produção;
4- Eleição de João Henrique Rittershaussen para o cargo de Diretor Executivo de Desenvolvimento da Produção;
5- Recondução de Nicolás Simone como Diretor Executivo de Transformação Digital e Inovação;
6- Recondução de Roberto Furian Ardenghy como Diretor Executivo de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade;
7- Recondução de Rodrigo Costa Lima e Silva como Diretor Executivo de Refino e Gás Natural.

As indicações dos executivos foram objeto de prévia análise pelo Comitê de Pessoas que assessora o Conselho de Administração da Petrobras.

Seguem abaixo extratos dos currículos dos novos executivos:

Joaquim Silva e Luna foi Diretor-Geral brasileiro da Itaipu Binacional de fevereiro de 2019 até abril de 2021. É General de Exército da reserva e serviu no Ministério da Defesa de março de 2014 a janeiro de 2019, como Secretário-Geral do Ministério e como Ministro da Defesa. Além da Academia Militar das Agulhas Negras, onde se graduou na Arma de Engenharia, Joaquim Silva e Luna, fez doutorado em Ciências Militares, mestrado em Operações Militares, pós-graduação em Projetos e Análise de Sistemas pela Universidade de Brasília e em Política, Estratégia e Alta Administração do Exército, curso de Oficial de Comunicações, realizado na Escola de Comunicações e curso de Guerra na Selva, realizado no Centro de Instrução de Guerra na Selva. Nos seus 45 anos de serviços ao Exército, sendo 12 anos como Oficial General da ativa: como General de Brigada foi Comandante da 16ª Brigada de Infantaria de Selva, em Tefé-AM e Diretor de Patrimônio, em Brasília-DF; como General de Divisão foi Chefe do Gabinete do Comandante do Exército, em Brasília-DF; e como General de Exército foi Chefe do Estado-Maior do Exército, em Brasília-DF. Foi Conselheiro da Amazônia Azul Tecnologia de Defesa S.A. (AMAZUL) por três anos. No exterior foi membro da Missão Militar Brasileira de Instrução e Assessor de Engenharia na República do Paraguai como instrutor nas Escolas de graduação, pós-graduação e doutorado; e Adido de Defesa, da Marinha, do Exército e da Aeronáutica no Estado de Israel.

Rodrigo Araujo Alves é bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Federal de Minas Gerais e bacharel em Ciências Contábeis pela Faculdade Moraes Júnior Mackenzie Rio, com MBA em Gestão Econômica e Financeira de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas e mestrado executivo em Finanças (com honras) pela HEC Paris. É Certified Public Accountant (CPA) pelo Estado de Washington nos Estados Unidos; COSO Internal Control Certificate pelo American Institute of Certified Public Accountants (AICPA); e Certified in IFRS (CertIFR) pela Association of Chartered Certified Accountants (ACCA). Realizou também cursos de gestão e finanças pelo INSEAD; Chicago Booth; Singularity University; Fundação Dom Cabral; CFA Institute e MDT International. Atua na Petrobras desde 2007, possuindo ampla experiência na área financeira, ocupando, desde 2017, a posição de Gerente Executivo de Contabilidade e Tributário. Foi presidente do Conselho Fiscal da TBG e membro do Conselho Fiscal de outras empresas do grupo Petrobras e atualmente é membro de um grupo consultivo do International Accounting Standards Board (IASB) e membro do Conselho Diretor da Associação Brasileira das Companhias Abertas (ABRASCA). Recebeu diversos prêmios, com destaque para o prêmio mérito Anefac de profissional do ano na categoria tributos em 2020, prêmio Confeb de executivo tributário do ano para indústrias de base em 2018, além da premiação da Petrobras como empresa destaque do Troféu Transparência Anefac nos anos de 2019 e 2020.

Cláudio Rogério Linassi Mastella é engenheiro químico graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com MBA Executivo pelo IBMEC e pós-graduação em Gestão pela Fundação Dom Cabral, além de ter cursado programas de desenvolvimento no exterior como: Executive Development Program – Northwestern Kellogg e Managing Supply Chains for Global Competitiveness – Stanford GSB. Possui 34 anos de experiência profissional na Petrobras com atuação nas áreas de Comercialização, Refino e Logística. Em sua trajetória na empresa, ocupou diversas funções gerenciais nas áreas de planejamento operacional (S&OP), operações logísticas, refino e comercialização, tendo ocupado a posição de Gerente Executivo de Logística de fev/2015 a fev/2019 e Gerente Executivo de Comercialização de mar/2019 até o momento. Nas empresas do grupo Petrobras, atuou como Conselheiro de Administração na Logum Logística S.A. e na Petrobras Transporte S.A. – Transpetro. Foi Diretor Suplente da Petrobras Argentina S.A., de mar/2015 a jul/2016, e Membro do Comitê de Estratégia e Finanças da Transpetro, de dez/2018 a mai/2020.  Atua como Vice-Presidente da Associação Brasileira de Downstream do IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis) desde 2020.

Fernando Assumpção Borges é engenheiro civil graduado pela Universidade Federal de Uberlândia, com MBA Executivo pela COPPEAD/UFRJ, além de ter participado do Programa de Gestão Avançada no INSEAD (França). Possui 38 anos de experiência profissional na Petrobras, tendo ocupado as seguintes funções gerenciais: Gerente de Reservatórios na Bacia de Campos e na Bacia de Sergipe-Alagoas, Gerente Geral da Unidade de Negócios UN-SUL, Gerente Geral de Produção de E&P, Gerente de Projetos do Campo de Gás de Mexilhão na UN-RIO, Diretor de E&P da Petrobras Bolívia, Gerente Geral de Operações de Poços na Petrobras Internacional, Gerente Geral de Sondas Offshore na área de Construção de Poços Marítimos do E&P da Petrobras e Gerente Geral de Implantação de Projetos em Libra. Desde abril de 2016, atuou como Gerente Executivo na companhia, tendo ocupado inicialmente a Gerência Executiva de Libra e, a partir de setembro de 2019, tornou-se Gerente Executivo de Relacionamento Externo, posição que ocupou até o presente momento. De abril de 2016 a março de 2020 exerceu a função de Diretor no Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) e desde abril de 2016 exerce a função de Diretor da Associação Brasileira de Empresas de Exploração e Produção de Petróleo e Gás (ABEP), por indicação da Petrobras. Fernando é autor de vários trabalhos como “Bacia de Campos – 25 anos de Produção e sua Contribuição para a Indústria Petrolífera”, “Teste de Formação em Ambiente Severo HPHT” e “Teste de Formação em Águas Profundas Brasileiras”.

João Henrique é graduado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e em Engenharia de Petróleo pela Petrobras, com MBA em Gestão de Negócios pela Coppead (UFRJ) e Advanced Management Program pela Insead (Institut Européen d’Administration des Affaires) na França.  Atua na Petrobras há 34 anos, tendo ocupado diversas funções gerenciais no segmento de E&P e Suprimentos. Em sua trajetória, destacam-se as seguintes posições: Gerente Geral de Desenvolvimento de Mercado Fornecedor de Bens e Serviços, Gerente Geral de Construção de Sondas, Gerente Geral de Concepção e Implantação de Projetos e Gerente Geral de Suprimentos de Bens e Serviços para o Desenvolvimento de Produção de E&P. Desde novembro de 2017 atua como Gerente Executivo na companhia. Inicialmente ocupou a Gerência Executiva de Sistemas de Superfície e em de novembro de 2018 tornou-se Gerente Executivo de Sistemas de Superfície, Refino, Gás e Energia, área que responde pela construção dos novos ativos da companhia nas áreas de E&P e RGN (FPSOs, UPGNs, dutos terrestres, unidades de refino, dentre outros), posição que ocupou até o presente momento.

Agradecimentos

Agradecemos a Andrea Almeida pela liderança e valiosa contribuição à frente da Diretoria Executiva Financeira e de Relacionamento com Investidores desde maio de 2019. Andrea teve papel fundamental na desalavancagem da companhia, com a determinação da meta de dívida bruta de US$ 60 bilhões, gerenciamento de passivos, redução do custo da dívida e do contencioso. Em sua gestão foram realizadas com sucesso duas ofertas públicas secundárias de distribuição de ações ordinárias da Petrobras de propriedade da Caixa e do BNDES, além do follow-on da BR Distribuidora, primeira privatização via mercado de capitais na história do Brasil. Também foi responsável pela nova política de dividendos, conferindo mais transparência na remuneração aos acionistas. Outros destaques de sua gestão: participou ativamente de todas as negociações para a Petrobras adquirir as áreas de Itapu e Búzios no leilão do excedente da Cessão Onerosa, liderou melhorias de gestão na Petros com a aprovação do plano de equacionamento do déficit e aprovação do novo plano de benefício definido PP3, promoveu a cultura de desempenho com foco em valor através da  implementação do novo modelo de gestão baseado em EVA (enterprise value addded) e do painel de gestão da empresa, importante ferramenta para tomada de decisão da Diretoria Executiva, trabalhou intensamente para melhorar a transparência da empresa através de diversas iniciativas da área de relações com investidores, liderou o time de suprimentos que durante o ano de 2020 conseguiu importantes reduções de custos e otimizações de capital de giro, liderou a implementação do Mais Valor, programa de financiamento da cadeia de suprimentos, dentre outros.  Andrea foi grande patrocinadora do Plano de Equidade de Gênero participando ativamente do Programa de Mentoria para Liderança Feminina.

Agradecemos a André Chiarini por sua liderança, dedicação e contribuição como o primeiro Diretor de Comercialização e Logística da companhia. Chiarini teve um papel fundamental na revisão de nossa atuação comercial, com foco no aumento de nossa competitividade no Brasil e no exterior. Através da implementação de agenda transformadora nas subsidiárias integrais Transpetro e PB-LOG, e de maior integração tanto na logística do downstream quanto do upstream, contribuiu para gerar expressiva redução de custo e criação de valor.

Agradecemos a Carlos Alberto Pereira de Oliveira, Capo, pelo importante trabalho e liderança durante 40 anos de carreira bem sucedida na companhia, que culminou na dedicação e contribuição à frente da Diretoria Executiva de Exploração e Produção desde janeiro de 2019. Em sua gestão batemos diversos recordes históricos de produção, com crescimento da produção dos campos de alta produtividade do pré-sal, além de forte queda no custo de extração, como resultado de ações de aumento de eficiência e de resiliência, com forte aceleração no desinvestimento dos ativos de terra e águas rasas. A companhia concluiu o aditivo do contrato de Cessão Onerosa junto com a União e adquiriu na licitação dos Volumes Excedentes da Cessão Onerosa, as áreas de Itapu e Búzios, que é o maior campo de petróleo de águas profunda do mundo, potencializando de forma relevante a recomposição de produção, reservas e valor para o futuro da companhia. A Petrobras ampliou suas atividades em águas profundas fora da região sudeste do Brasil, incrementando sua participação nas atividades exploratórias da margem equatorial brasileira e deu início ao desenvolvimento da produção das águas profundas da costa sergipana. Também sob sua gestão, assinamos com a União o Acordo dos Volumes Excedentes da Cessão Onerosa dos campos de Sépia e Atapu. Capo teve papel fundamental no desenvolvimento de uma série de projetos de inovação com objetivos disruptivos de minimizar o risco exploratório (EXP 100), reduzir dramaticamente o período entre a descoberta e o primeiro óleo (PROD 1000), incrementar substancialmente as reservas (RES20) e aumentar a eficiência de produção (EF100), dentre outros.

Agradecemos a Rudimar Lorenzatto pela liderança, dedicação e contribuição à frente da Diretoria Executiva de Desenvolvimento da Produção desde janeiro de 2019 e seu relevante trabalho ao longo de seus quase 34 anos de carreira bem-sucedida na companhia. Rudimar teve papel fundamental para a entrada em operação de 5 novas sistemas de Produção no Pré-sal (P-67, P-76, P-77, P-68 e P-70) bem como no ramp-up destes e outros, que garantiram um crescimento significativo da produção da Petrobras. Destaque para o início da produção da P-70 no campo de Atapu em junho de 2020, mesmo com as restrições impostas pela pandemia de COVID-19. Foi responsável por avanços relevantes no desenvolvimento de novos sistemas de produção do pré-sal, com principais destaques para o desenvolvimento do campo Búzios, a Revitalização do Campo de Marlim na Bacia de Campos, com a aprovação de 13 novos projetos de investimentos no upstream que entrarão em produção no horizonte do Plano Estratégico de 2021-2025, incluindo também os avanços na construção da Terceira Rota de Gás do Pré-sal, ora em fase final no Polo Gaslub em Itaborai. Liderou importantes iniciativas na empresa para implantação de inovações tecnológicas e de gestão que trouxeram significativa redução dos custos de Construção de Poços e de Sistemas submarinos. Na sua área de atuação, foi quando a Petrobras recebeu o Prêmio da OTC pelos avanços tecnológicos em Búzios, consagrando um legado para a indústria offshore de petróleo e gás.