Petrobras lança projeto para promover inclusão digital em escolas públicas

Perspectiva é beneficiar mais de 50 mil estudantes em 230 instituições de ensino com a iniciativa “Janelas para o Amanhã”

A Petrobras lançou, na última quarta-feira (31/3), a iniciativa Janelas para o Amanhã – Programa de Inclusão Digital, que prevê a formação em tecnologia da informação para alunos e professores de escolas da rede pública de ensino nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo. O projeto também prevê a doação de mais de nove mil computadores para as escolas e tem potencial para ampliar o acesso digital a mais de 50 mil estudantes dos ensinos fundamental e médio.

Ao longo de dois anos, serão investidos cerca de R$ 2,5 milhões (o valor não engloba os computadores doados) na formação em tecnologia de dois mil e quinhentos alunos e de dois mil professores de escolas públicas em 35 municípios dos três estados. A primeira etapa do projeto, que contemplará escolas de 19 municípios do Rio Janeiro, terá inscrições abertas entre 31 de março e 23 de abril. Escolas de São Paulo e Espírito Santo poderão se candidatar nas etapas seguintes, previstas para o segundo semestre. Até 2022 serão selecionadas 230 escolas.

Os computadores também serão entregues em etapas, até 2022. De forma alinhada ao conceito de economia circular, os desktops e notebooks já foram utilizados na Petrobras e passaram por recondicionamento em perfeitas condições de uso e com vida útil ampliada. Os equipamentos ficarão nas escolas e contarão com suporte técnico por um período de dois anos.

“A construção de um Brasil depende fundamentalmente da educação. Nesse contexto, é fundamental prover o acesso de crianças e adolescentes ao novo mundo cada vez mais digital. Temos a convicção de que é um investimento com elevado retorno social”, avalia Roberto Castello Branco, presidente da Petrobras.

Relatório da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) indica que, até 2024, a oferta de empregos na área de TIC será de 70 mil ao ano, enquanto a oferta de formados na área será de apenas 46 mil. Dados do Banco Mundial e do IBGE apontam que 25 milhões de jovens brasileiros não estudam nem trabalham e estão desengajados economicamente.

No âmbito do ensino fundamental, a iniciativa Janelas para o Amanhã trabalha na redução das desigualdades na área da educação pública, que ficaram ainda mais evidentes com a pandemia de Covid-19. Estudos acadêmicos revelaram que 42% dos professores brasileiros da rede pública não passaram por nenhum tipo de treinamento na área digital e 21% deles enfrentam dificuldades na utilização de tecnologias em sala de aula. A necessidade de investimento em inclusão digital nas escolas foi identificada também nos diagnósticos feitos pela Petrobras nas comunidades próximas às suas unidades operacionais.

Doação de computadores para escola pública em Duque de Caxias, RJ

 

A formação em tecnologia da informação ficará a cargo da Recode, organização da sociedade civil que utiliza a informática como mecanismo de inclusão e empoderamento digital de comunidades vulneráveis. Conheça mais sobre o projeto acessando o edital no site https://petrobr.as/janelas-amanha

Em vídeo, a Gerente Executiva de Responsabilidade Social da Petrobras, Olinta Cardoso, fala sobre a iniciativa “Janelas para o Amanhã”. Clique aqui para conferir.

SERVIÇO:

Onde: As inscrições das escolas para a seleção do projeto “Janelas para o Amanhã” pode ser feita no site https://petrobr.as/janelas-amanha

Quando: de 31 de março a 23 de abril para escola no estado Rio de Janeiro

Operações de petróleo e gás: Tendências de automação digital para maior eficiência operacional

A indústria de energia tem enfrentado profundas mudanças nos últimos anos e ainda mais em 2020. Particularmente para a indústria de petróleo e gás, o último ano tem sido complicado: declínio drástico na demanda pela pandemia da Covid-19, o impulso para os renováveis, a queda considerável do preço do petróleo globalmente, entre outros fatores.   Tudo isso levou a indústria a uma mudança de paradigma necessária, segundo especialistas que participaram do fórum de Óleo & Gás, durante a Automation Fair at Home 2020, da Rockwell Automation.

Essa mudança de paradigma deve ser baseada na adaptabilidade. Os líderes petrolíferos do futuro devem ter uma visão muito maior do que seus antecessores, pois a escala das mudanças atinge áreas de situação social, histórica e planetária.

“Agora temos um conceito, a ‘Intensidade Industrial’, que representa a pegada total da indústria, não só da física, mas ambiental e social. Então, do ponto de vista da liderança, esperamos uma visão muito mais ampla para identificar qual tecnologia pode resolver esse complicado balanço patrimonial”, disse Fred Wasden, membro-gerente da OptilytiX LLC, durante sua participação no painel ” Operações de Petróleo e Gás: Tendências de Automação Digital para Melhorar a Eficiência Operacional”.

Para ele, “A mudança de paradigma é clara, a tecnologia deve focar menos na inventividade e mais na adaptabilidade. Os líderes petrolíferos do futuro enfrentarão esse desafio.” Nesse sentido, a abordagem Ambiental, Social e Governança da ESG estabeleceu um caminho para as empresas fazerem a transição.

“Do ponto de vista tecnológico, vemos uma enorme aceleração na qualidade dos sensores, automação de processos, inclusão de inteligência artificial e sistemas autônomos ou de auto aprendizado. E tudo isso nos leva a melhorar as operações. No entanto, tudo isso não é suficiente, devemos mudar a maneira como produzimos”, disse Andy Weatherhead, CTO da Sensia.

Por sua vez, Chetan Desai, vice-presidente de tecnologia digital da Schlumberger, acrescentou que, embora haja uma aceleração acentuada na indústria de digitalizar e automatizar processos, o desafio não é mais o acesso a essa tecnologia, mas seu propósito. “O desafio de hoje é conectar todo esse segmento tecnológico para maximizar o ciclo de vida dos ativos. Como exemplo o ativo de hidrocarbonetos. É necessário acompanhar da criação ao último dia, e maximizando sua eficiência ao longo de seu ciclo de vida, desde o design, planejamento até desempenho e produção.”

“Essa coesão e integração da tecnologia tanto na cadeia operacional quanto na cadeia de trabalho, oferecerá aos operadores a adaptabilidade necessária para enfrentar essa série de mudanças”, acrescentou durante sua intervenção no fórum, organizada pela Rockwell Automation, em uma modalidade totalmente digital, trazendo mais de 36 mil inscritos para o evento.

Nesse sentido, tecnologias como a gêmea digital oferecem às operadoras controle superlativo sobre o desempenho dos ativos, que, por outro lado, na indústria petrolífera ocupam um espaço físico óbvio. Criar um gêmeo digital que acompanha o desempenho do equipamento em tempo real propõe aos operadores informações vitais que maximizam a segurança e ampliam o ciclo de vida dos ativos.

“À medida que o ativo muda através de seu ciclo de vida vários questionamentos devem ser feitos, por exemplo: muda o mercado ao seu redor? Queremos fazer algo diferente com ele? Como nos adaptamos? Como operamos com segurança? Como protegemos as pessoas que trabalham nele e como cuidamos do meio ambiente ao seu redor?”, disse Dave Hedge, arquiteto de computação e especialista em TI da ExxonMobil.

Ele concluiu: “Ao unir a parte digital com o trabalho em equipe em toda a indústria, devemos pensar como um todo e entender o que a mudança que enfrentamos realmente significa. Se alcançada, a tecnologia digital desempenhará um papel fundamental na adaptabilidade da nossa indústria.”

Nexans e Bureau Veritas unem forças para reduzir os riscos de cabos de exportação eólica offshore

O Bureau Veritas (BV) e a Nexans assinaram um acordo de parceria para reduzir riscos e promover as melhores práticas para entregas de cabos de alta tensão usados para conectar parques eólicos offshore a redes onshore.

Com estudos das seguradoras confirmando que os cabos de alta tensão estão entre os elementos mais críticos dos parques eólicos offshore, a confiabilidade de soluções de ponta a ponta, incluindo a instalação, torna-se um facilitador essencial para a corrente e a próxima geração de cabos necessários para transmitir eletricidade em águas mais profundas, segundo as duas empresas.

À medida que novos grandes parques eólicos offshore estão sendo construídos mais longe da costa e em águas mais profundas, o risco de falhas pode aumentar a confiabilidade na qualidade dos cabos e sua chave de instalação.

O Bureau Veritas e a Nexans afirmam que fizeram uma parceria para enfrentar esse desafio e ajudar o setor eólico offshore a reduzir o risco operacional, baseando-se na experiência da Nexans em fornecer soluções completas e a experiência marítima e experiência do Bureau Veritas em gerenciamento de riscos.

Por meio da parceria, a Bureau Veritas oferecerá sua garantia sobre o modelo operacional de Engenharia, Aquisição, Construção e Instalação (EPCI) da Nexans.

“O gerenciamento efetivo de riscos fornece garantia operacional e confiabilidade com menos tempo de inatividade, redução dos custos de reparo e substituição e maior confiança. Graças a essa parceria, tanto os clientes da Nexans quanto a indústria eólica offshore continuarão a reduzir os riscos dentro do setor”,afirmou a Nexans em comunicado à imprensa.

Ipea projeta crescimento de 3% do PIB em 2021

Alta está condicionada ao avanço da cobertura vacinal contra a Covid-19 no ano. Para o primeiro trimestre, previsão é de queda de 0,5%

Após uma recuperação de certo modo surpreendente da economia brasileira em 2020, dado o contexto da pandemia de Covid-19, o escopo para a política econômica se contrapor aos efeitos do recente agravamento da crise sanitária neste ano ficou mais restrito. Esse cenário levou o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) a projetar em 3% o crescimento do produto interno bruto (PIB) em 2021, com queda estimada de 0,5% no primeiro trimestre do ano, na comparação com ajuste sazonal.

Além do impacto da pandemia e do endurecimento das medidas de isolamento social por parte de governos estaduais e municipais sobre o ritmo da economia, as previsões para 2021 também levam em conta as incertezas quanto à capacidade de se promover os ajustes nas contas públicas necessários para uma trajetória fiscal equilibrada.
Outro fator de risco é a aceleração inflacionária, refletindo a alta nos preços administrados acima do esperado no início deste ano e a desvalorização cambial, com impactos principalmente nos preços dos alimentos e dos bens industriais.

A análise da conjuntura econômica brasileira divulgada na última terça-feira (30/03) pelo Ipea aponta que o segundo semestre do ano deve ser marcado pela retomada do crescimento do PIB e pelo aumento da confiança de consumidores e empresários a partir do avanço da cobertura vacinal contra a Covid-19. As hipóteses cruciais desse cenário são que as questões associadas à pandemia já estejam sob controle e que seja possível conter as atuais incertezas fiscais. A questão fiscal, aliás, é analisada em detalhe numa perspectiva de curto e longo prazos a partir da discussão do Orçamento para 2021 e da EC 109, ambos recém-aprovados pelo Congresso.

Para 2022, a projeção é de crescimento de 2,8% do PIB, em um cenário de manutenção da retomada da atividade econômica esperada para o segundo semestre deste ano. Embora o crescimento projetado para 2022 seja um pouco menor que o de 2021, o esforço de crescimento ao longo de 2022 seria maior, pois a base de comparação (o PIB de 2021) é significativamente maior.

O documento contempla uma análise do efeito do preço das commodities sobre a atividade econômica. No Brasil, o peso das commodities no total das exportações no último ano foi de 65%, e a participação no PIB de 12%. Os dados mostram que o aumento do preço das commodities e o crescimento do PIB seguem um padrão muito similar. Sendo assim, espera-se que a atual trajetória de alta dos preços internacionais das commodities contribua positivamente para a retomada da economia brasileira.

Ao mesmo tempo que contribuem positivamente para a atividade econômica, a alta das commodities pressionam a inflação. A estimativa do Ipea para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2021 é de 4,6% de variação. O resultado considera as surpresas inflacionárias adversas no início do ano, especialmente para os preços administrados, bem como o recente período de seca nas principais regiões produtoras de carne e leite. Para 2022, no contexto de uma política monetária mais apertada e sob a hipótese de que as atuais incertezas fiscais sejam controladas, o IPCA deve variar 3,4%.

Os pesquisadores também divulgaram uma nota com os indicadores mensais da atividade econômica, cujo desempenho aponta para acomodação no ritmo de crescimento da economia no primeiro trimestre de 2021. O Grupo de Conjuntura do Ipea estima, para fevereiro deste ano, crescimento nulo na produção industrial, avanço de 0,8% para as vendas no varejo e alta de 0,6% no setor de serviços.

ANP participa da Mesa Reate Espírito Santo

A ANP participou da Mesa Reate Espírito Santo, evento online que deu sequência à agenda do Programa de Revitalização das Atividades de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural em Áreas Terrestres (Reate).

O Reate tem o objetivo de buscar avanços na implementação de uma política nacional que fortaleça a atividade de exploração e produção de petróleo e gás natural em áreas terrestres, de modo a estimular o desenvolvimento de uma indústria forte e competitiva, com produção crescente e pluralidade de operadores e fornecedores de bens e serviços.

O diretor Dirceu Amorelli conduziu a participação da ANP na Mesa Reate Espírito Santo, que também contou com a participação de superintendentes e técnicos com temas ligados ao Reate.

Em sua fala, Amorelli destacou a importância do Espírito Santo para a indústria de petróleo e gás nacional, em especial no onshore. Segundo ele, nas rodadas de licitações no regime de concessão já realizadas, foram arrematados 63 blocos terrestres na Bacia do Espírito Santo, além de outros sete blocos no 2º Ciclo da Oferta Permanente e quatro áreas com acumulações marginais em rodadas específicas.

“A Bacia do Espírito Santo vem de um longo histórico de sucesso. Ela tem se mostrado um excelente investimento para empresas de todos os portes. Isso se traduziu, apenas em bônus de assinatura, em um investimento de R$ 35,8 milhões para blocos capixabas. Mas isso é só a ponta do iceberg, o mais importante são os empregos e renda gerados. Essa indústria é intensiva em trabalho e geração de emprego, o que tem sido um dos grandes focos da ANP”, afirmou Amorelli.

Essa foi a terceira edição da Mesa Reate, que já teve debates sobre os estados do Rio Grande do Norte e da Bahia. Estão previstos ainda para este ano mais três encontros: Alagoas, Amazonas e Sergipe.

OGCI banca o impulso de redução de carbono da NextDecade

O fundo OGCI Climate Investments está programado para investir US$ 10 milhões na NextDecade, através de uma compra de ações, apoiando ainda mais os esforços deste último de fornecer o GNL de emissão de ponta a ponta mais baixo.

Lançado em 2016, o OGCI Climate Investments é um fundo criado por empresas associadas da Iniciativa Climática de Petróleo e Gás (OGCI) para impulsionar ecossistemas de baixo carbono e fornecer redução de carbono. O fundo investe em projetos e tecnologias econômicas e implementáveis.

Os membros da OGCI incluem Aramco, bp, Chevron, CNPC, Eni, Equinor, ExxonMobil, Occidental, Petrobras, Repsol, Shell e Total.

A captura e armazenamento de dióxido de carbono (CCS) em processos industriais é uma das áreas de foco da OGCI Climate Investments.

A NEXTDecade está desenvolvendo um dos maiores projetos de CCS da América do Norte em Rio Grande GNL. Espera-se que o projeto possibilite a captura e armazenamento geológico permanente de mais de cinco milhões de toneladas de CO2 por ano.

Matt Schatzman,presidente e CEO da NextDecade, sadi: “Temos o prazer de receber a OGCI Climate Investments como investidor da NextDecade. Compartilhamos uma visão de fornecer ao mundo acesso a energia mais limpa. Esse capital permitirá o avanço dos processos proprietários da NextDecade para reduzir o custo de utilização da tecnologia CCS e a realização das contribuições transformadoras e impactantes que esperamos fazer à indústria energética global e à busca por um futuro líquido-zero.”

“Por meio de seu trabalho no GNL rio grande, a NextDecade demonstra a viabilidade econômica e operacional do CCS para proporcionar redução de carbono. Acreditamos na visão da NextDecade de fornecer o GNL de emissão de ponta a ponta mais baixo possível das bacias do Permiano e da Eagle Ford”, disse Pratima Rangarajan,CEO da OGCI Climate Investments.

RenovaBio: ANP publica metas individuais das distribuidoras para 2021

A ANP publicou no Diário Oficial da União, despacho com as metas individuais compulsórias para 2021 das distribuidoras, no âmbito do RenovaBio, a Política Nacional de Biocombustíveis. As metas determinam de quanto deve ser a redução, este ano, de emissões de gases causadores do efeito estufa por cada distribuidora que comercializou combustíveis fósseis no ano de 2020.

As metas individuais são calculadas pela ANP, todos os anos, com base nas metas globais publicadas pelo Conselho Nacional de Política Energética na Resolução CNPE nº 8, de 18 de agosto de 2020.

As metas são cumpridas pelas distribuidoras por meio da aposentadoria (retirada de circulação) de créditos de descarbonização (CBIOs), em quantidade correspondente à sua meta.

Os CBIOs são ativos ambientais emitidos por produtores de biocombustíveis em quantidade proporcional à sua produção e o quanto ela contribuiu, por meio da substituição de combustíveis fósseis, para evitar emissões de gases causadores do efeito estufa. Um CBIO equivale a uma tonelada de emissões evitadas ou a sete árvores, em termos de captura de carbono.

Os CBIOs são comercializados por produtores na Bolsa de Valores brasileira (B3), podendo ser adquiridos pelas distribuidoras, para cumprimento de suas metas individuais, ou mesmo por terceiros não obrigados interessados nessa comercialização.

Uma vez adquirido esses créditos, as distribuidoras de combustíveis podem aposentá-los, ou seja, retirá-los definitivamente do mercado, impedindo qualquer negociação futura. Apenas os CBIOs aposentados contam para o cumprimento das metas individuais anuais.

 

Seminário da ANP irá debater desempenho do mercado de combustíveis em 2020

A ANP irá realizar no próximo dia 6/4, às 15h, o Seminário de Avaliação do Mercado de Combustíveis – Ano Base 2020. O evento tem como objetivo apresentar a ação regulatória da ANP sobre o downstream e o desempenho do mercado de combustíveis em 2020, tendo como principal fonte o Sistema de Informações de Movimentação de Produtos (SIMP) da Agência.

Este ano, o Seminário irá abordar ainda os desafios trazidos pela pandemia de Covid-19, como eles refletiram no desempenho do mercado e as ações da ANP para mitigar esses desafios e garantir o abastecimento nacional.

O evento será online e poderá ser acompanhado pelo canal da ANP no YouTube.

Veja mais informações sobre o Seminário

Feira de Ciências e Engenharia distribui mais de 300 prêmios para jovens cientistas

Patrocinada pela Petrobras, a 19ª Febrace recebeu cerca 1250 projetos e mais de 277 mil visitas virtuais únicas

A 19ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, considerada a maior do gênero no país, divulgou os vencedores das diversas categorias. Entre os vitoriosos há projetos para combater notícias falsas na internet, aplicativo voltado para economia popular, plataforma robótica para o monitoramento de corais e até projeto de nanotecnologia aplicada ao design sustentável. Alguns dos premiados representarão o Brasil em uma feira internacional de ciências.

A Petrobras é uma das patrocinadoras da feira, promovida pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). O evento estimula alunos dos ensinos fundamental médio e técnico a desenvolver projetos que tragam soluções inovadoras para a sociedade. Essa edição teve 345 trabalhos finalistas, de todas as regiões do país, envolvendo mais de 700 estudantes e 482 professores de 295 escolas.

“Os projetos finalistas foram avaliados graças à colaboração de mais de 300 avaliadores, pesquisadores e especialistas, que participaram à distância de diversas partes do Brasil e do mundo. A participação dos estudantes e professores nas salas de avaliação, palestras e na mostra virtual foi intensa ao longo destes dias. A 19ª edição da Mostra de Projetos superou as expectativas”, conta a professora Roseli de Deus Lopes, coordenadora geral da Febrace,”

Mesmo no cenário da pandemia, sem aulas presenciais, e com pouco acesso aos laboratórios, os estudantes desenvolveram projetos inovadores e aplicáveis ao dia a dia, nas áreas de engenharia, ciências exatas e da terra, da saúde, humanas, agrárias, biológicas, sociais e aplicadas. Os quatro primeiros lugares de cada categoria receberam uma bolsa de Iniciação Científica Júnior (ICJ) do CNPq. Nove projetos da Febrace participarão da Regeneron ISEF 2021 – a maior feira internacional do gênero, em maio, nos EUA.

Além de patrocinar a Febrace, de quem é parceria há 15 anos, a Petrobras levou para a feira um estande virtual interativo, onde os participantes puderam conhecer mais a empresa, responder a um quiz e concorrer a prêmios. A Petrobras também ofereceu, no dia 26/03, a palestra “Carreiras Tecnológicas! Valem a pena hoje em dia?”, com Flávio Guimarães, fundador da plataforma Brincando com Ideias, que também conta com patrocínio da companhia“. “O setor de tecnologia vem crescendo muito, e as empresas clamam por bons profissionais. Além do que as escolas onde vocês estudam e a Febrace já tem feito por vocês, quero convidá-los a conhecer a plataforma Brincando com Ideias e o nosso projeto Caça ao Tesouro Tecnológico, onde abordamos diversos temas sobre inovação e novas tecnologias com o objetivo de ensinar de forma fácil e divertida esses conteúdos” ressaltou Flávio aos participantes do evento.

Virtual

Este ano, por causa da pandemia, o evento teve uma plataforma especialmente desenvolvida para abrigá-lo: a Febrace Virtual. Por meio dela, os visitantes puderam votar nos projetos selecionados, entrar nos estandes dos patrocinadores, assistir palestras e lives e até registrar a visita por meio de uma foto. Participaram especialistas e pesquisadores dos Estados Unidos, Holanda, Portugal, Argentina, Colômbia, Reino Unido, Peru, México, Panamá, França, Alemanha e Uruguai.

● Conheça os premiados e da Febrace 2021 e reveja a cerimônia de premiação.

● Destaques da FEBRACE 2021

Agência Petrobras

Karoon reestrutura equipe executiva ao criar unidade do Brasil

Após a aquisição do campo de Baúna no Brasil, a Australiana Karoon Energy criou uma Unidade de Negócios Brasil e está trabalhando para reestruturar sua equipe executiva com efeito imediato.

A Karoon informou, que criou a Unidade de Negócios Brasil, que se reportará diretamente ao CEO e diretor administrativo, apoiado pela expertise técnica, financeira e de crescimento adequada no centro corporativo de Melbourne.

A Karoon explicou que sua transição de explorador para produtor de petróleo após a aquisição do ativo Baúna no Brasil e a criação da Unidade de Negócios Brasil exige uma transformação na experiência e capacidades dentro da organização, bem como uma definição clara de capacidades contábeis em uma estrutura simplificada de relatórios.

Para lembrar, a empresa concluiu a aquisição de uma participação operacional de 100% no campo de Baúna, localizado na Bacia de Santos, no início de novembro de 2020.

Como resultado, haverá várias mudanças afetando o antigo pessoal da empresa.

Foi criado um novo e ampliado cargo de vice-presidente executivo e presidente Karoon Brasil, reportando-se diretamente ao CEO e diretor administrativo.

Como resultado disso, a atual posição de Gerente Geral da América do Sul, atualmente ocupada por Tim Hosking,será absorvida na nova posição com Hosking deixando o negócio no final de março. Uma busca executiva global foi iniciada para preencher a nova função.

As responsabilidades de Hosking passarão para o Diretor de Operações, Edward Munks,de forma interina, garantindo a continuidade da gestão brasileira.

O atual CFO de Karoon, Scott Hosking, deixará seu papel no H2 CY2021. Uma busca executiva foi iniciada para uma nova nomeação de CFO.

Além disso, James Wootton deixa seu cargo atual como Chefe de Relações com Investidores no final de março.

Ann Diamant, anteriormente vice-presidente sênior (SVP) para relações com investidores na Oil Search, junta-se à Karoon como consultora na nova função da SVP Communications and Investor Relations a partir do início de abril.

Segundo a empresa, essas mudanças permitirão a continuidade da produção de Baúna e a entrega do programa de intervenção baúna de curto prazo e do desenvolvimento de Patola, previsto para atingir o FID no 2º trimestre DE 2021.

O CEO e diretor executivo da Karoon, Julian Fowles,comentou: “A Karoon fez com sucesso a transição de explorador para produtor. Agora é hora de iniciar nossos planos para viabilizar o crescimento de curto prazo da Karoon nas bacias centrais da SE Brasil e formular nossa estratégia de longo prazo.

“Para isso, precisamos aprimorar e aprofundar a capacidade executiva de petróleo e gás dentro da organização e implementar rigorosos processos corporativos e operacionais, com clareza sobre KPIs corporativos e individuais, contas executivas e autoridades.

Fowles acrescentou: “A Karoon Brasil torna-se uma Unidade de Negócios de capacidade total, responsável pela execução de todos os negócios no país, com total responsabilização pela entrega de produção segura, confiável e rentável dentro dos parâmetros estabelecidos pela equipe executiva. As expectativas associadas à governança e à garantia aumentaram proporcional ao novo status da Karoon como produtora.

“O desempenho executivo será medido em relação à entrega oportuna dos principais indicadores de desempenho da HSSE, produção, operacional e financeira, com remuneração mais atrelada ao desempenho”.