Equinor apresenta tendências para o futuro da energia

A Equinor, uma das maiores operadoras offshore do mundo, com uma atuação crescente em energias renováveis, apresentou para o público brasileiro a mais recente edição do Energy Perspectives, relatório da companhia que traz análises e tendências de mercado, além de perspectivas para o setor de energia no contexto da transição energética.

A apresentação foi conduzida pelo economista-chefe da Equinor, Eirik Wærness, e contou com a participação da presidente da Equinor no Brasil, Veronica Coelho, além de Fernanda Delgado, Pesquisadora e Assessora Estratégica da FGV Energia.

“Na Equinor, temos o propósito de transformar recursos naturais em energia para as pessoas e em progresso para a sociedade. Queremos construir a indústria do futuro fornecendo a energia de que nossas sociedades precisam e contribuindo para a prosperidade das comunidades onde estamos presentes. Nesse sentido, entender as tendências e perspectivas para o mundo nos próximos anos é fundamental para continuar a moldar o futuro da energia também aqui no Brasil”, afirma Veronica Coelho.

A décima edição do Energy Perspectives, da Equinor, descreve como o mundo pode alcançar as metas de clima e sustentabilidade por meio de uma distribuição mais equitativa do crescimento econômico e das contribuições dos países desenvolvidos para ações climáticas e desenvolvimento também em mercados emergentes. Por meio dos cenários “Reforma”, “Competição” e “Reequilíbrio”, o relatório descreve os resultados possíveis para o desenvolvimento da economia mundial, a matriz energética global, a demanda de energia e as emissões de gases de efeito estufa até 2050. “Reequilíbrio” é um novo cenário, incluído nesta edição do relatório, e que descreve como o mundo ainda pode atingir as metas do Acordo de Paris e limitar o aquecimento global a bem abaixo de dois graus Celsius.

“A transição energética está progredindo muito lentamente e ações efetivas são necessárias com urgência para atingir as metas climáticas. Para atingir essas metas, devemos estabelecer um novo equilíbrio nas prioridades entre crescimento econômico, aumento da assistência social e ações climáticas. Uma distribuição global mais equitativa de aumento de assistência social, reconhecendo que uma distribuição de custos é necessária entre os mercados desenvolvidos e emergentes para apoiar a transição energética, descreve um caminho mais confiável para alcançar as metas climáticas e a meta de sustentabilidade da ONU”, disse Wærness.

No cenário “Reequilíbrio”, a premissa de alto crescimento econômico global contínuo em todas as regiões foi alterada. Este cenário mostra um caminho de desenvolvimento em direção a 2050, onde o crescimento econômico acelera nos mercados emergentes, enquanto o crescimento é menor nas economias desenvolvidas. Também mostra que as emissões globais de CO2 relacionadas à energia nunca voltarão ao nível de antes da pandemia de Covid-19 e que a demanda global absoluta de energia será reduzida em 15 por cento em comparação com o nível de 2019.

O cenário “Reforma” é baseado em um desenvolvimento impulsionado pelo mercado e pela tecnologia. Haverá um endurecimento contínuo das políticas climáticas em linha com os compromissos do Acordo de Paris, porém, não será suficiente para atingir as metas climáticas. Os países desenvolvidos são os principais impulsionadores do desenvolvimento, e há um avanço limitado da tecnologia de emissão zero, como captura e armazenamento de carbono, e de novas fontes de energia, como o hidrogênio.

No cenário “Competição”, o relatório assume que a política climática não é suficientemente priorizada e, consequentemente, a transição energética não está ganhando impulso suficiente. Há vários indícios de que o desenvolvimento está caminhando nessa direção. Guerras comerciais, agitação social e política e conflitos políticos regionais com potencial de crescimento são exemplos disso. Neste cenário, essas tendências continuam levando ao protecionismo, autocracia, menos cooperação global, desenvolvimento de tecnologia mais lento e fraco crescimento econômico.

“Não há silêncio sobre a eletrificação de veículos leves no Brasil. Temos soluções mais eficientes como biocombustíveis e motores mais eficientes, por exemplo. Há um limite para a importação de soluções de países ricos, que não leva em consideração nossas características e o poder de compra de nossa população. O Brasil tem a matriz energética que todos os outros países querem ter. Já estamos numa era descarbonizada e vamos avançar na transição energética que podemos fazer, que sabemos fazer com as nossas competências e que se adequa ao orçamento da nossa população.”, comenta Fernanda Delgado.

Equinor

Shell debate transição energética em evento da Embaixada Britânica

Conferência virtual UK and Brazil: Parnters in Energy contará com vice-presidente de Relações com Governos da Shell, Susan Shannon

A vice-presidente de Relações com Governos da Shell, Susan Shannon, será uma das painelistas da oitava edição da conferência UK and Brazil: Parnters in Energy, que ocorre em formato virtual, entre os dias 15 e 19 de março.

Na quarta-feira, 17 de março, entre 10h e 11h30, Susan Shannon será uma das palestrantes do painel “A indústria de óleo e gás em direção a um futuro mais limpo”, ao lado de representantes da Petrobras e de órgãos reguladores do setor de energia do Brasil e Reino Unido. Durante sua apresentação, Shannon falará sobre a recém-divulgada estratégia do Grupo Shell e o papel do Brasil na ambição da companhia em se tornar uma empresa com emissões líquidas zero até 2050.

Para mais informações, inscrições e programação completa do evento, acesse este link: https://www.events.great.gov.uk/ehome/index.php?eventid=200219892&. O UK & Brazil: Partners in Energy é uma conferência que visa promover e fortalecer a parceria entre o Reino Unido e o Brasil no setor de energia, por meio do compartilhamento de conhecimento, melhores práticas e intercâmbio comercial.

Firjan: Rio ganha competividade para geração de energia elétrica a gás natural

Alerj autoriza tratamento diferenciado de ICMS para usinas a serem instaladas no estado fluminense. Agenersa aprova redução das margens de distribuição de gás

Para a Firjan, a aprovação pela Alerj do Projeto de Lei 1937/20 que autoriza o tratamento tributário especial para usinas de geração de energia elétrica a gás natural, possibilitará ao Rio de Janeiro condições de competitividade para empreendimentos do gênero frente a outros estados que já possuíam tais benefícios. Alinhada ao posicionamento da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, o projeto de lei aprovado em 10/3 oferece tratamento diferenciado de ICMS a novas usinas, que sejam instaladas no estado e que já tenham licença ambiental, ou que sejam oriundas de leilões de energia da ANEEL.

Com a aprovação, ficam desonerados os investimentos por meio do diferimento do ICMS na aquisição de máquinas, equipamentos, peças, partes e acessórios destinados à instalação do empreendimento e, também, isenção nas operações de aquisição interna ou importação de gás para geração de energia elétrica. Conforme o texto do PL, ele abrange apenas projetos com licença ambiental já aprovada ou dos leilões de energia de 2021. Porém, empreendimentos futuros ou para o mercado livre precisarão ser amparados por novas leis.

Agenersa aprova redução das margens de distribuição

Após mais de quatro anos de discussão, com atuação constante da Firjan, foi dado um importante passo para a finalização de fato do processo da 4ª Revisão Tarifária das margens de distribuição da CEG e CEG Rio. Com base, em grande parte, nas sugestões apresentadas pelo Grupo do Trabalho da agência, o Conselho da Agenersa aprovou em 10/3 a redução da margem de distribuição na ordem de 14% na CEG (Região Metropolitana) e 84% na CEG Rio (restante do estado).

Agora, a decisão aprovada durante a Sessão Regulatória Extraordinária entra em trâmites legais de embargo de declarações e, posteriormente, recursos. Ressalta-se, ainda, que a distribuidoras abriram processo jurídico para suspender os processos de revisão tarifária.

Febrace 2021 incentiva estudantes para reflexão e inovação sobre Ciências e Engenharia

Patrocinada pela Petrobras, feira virtual seleciona trabalhos em níveis fundamental, médio e técnico

Desenvolver projetos que tragam soluções inovadoras para a sociedade, esse foi o desafio aceito por estudantes de todo o Brasil que participam da 19ª Feira Brasileira de Ciência e Engenharia (Febrace), com patrocínio da Petrobras e promovida pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). O evento, de 15 a 27 de março, é uma vitrine de talentos que, além de incentivar os estudantes à pesquisa científica, premia as melhores ideias, que podem ser vistas e votadas pelos internautas. Entre os 345 projetos finalistas realizados por estudantes do ensino fundamental, médio e técnico, há desde aplicativos para pessoas com necessidades especiais e até trabalhos sobre os efeitos da pandemia de Covid, passando por reciclagem e inteligência artificial.

“A Febrace incentiva a reflexão, a criatividade e inovação para solução de problemas. Isso faz parte do nosso dia a dia na Petrobras. É importante estimular os estudantes a superar desafios e ultrapassar a barreira do conhecimento científico por meio da pesquisa e da experimentação”, analisa o gerente de Patrocínios e Eventos da Petrobras Aislan Greca.

Parceira há 15 anos da Febrace, criada em 2003, a Petrobras participa desta edição, que será integralmente online, com um estande interativo onde os participantes poderão responder a um quiz e concorrer a prêmios. Além dos estandes virtuais dos patrocinadores, a Febrace realizará palestras entre os dias 17 e 25/03, sempre das 16h às 16h45, pelo canal da feira no YouTube. As palestras serão ao vivo e ficarão disponíveis no site.

A plataforma Febrace Virtual, que abrigará o evento, permite que o público participe da feira e vote nos projetos. Os visitantes poderão assistir palestras e lives, visitar a mostra dos projetos, conhecer os estandes dos patrocinadores e até tirar foto de recordação.

“Em 2021, a mostra de projetos finalistas, mesmo sendo virtual, terá o mesmo rigor científico e de infraestrutura, garantindo a exposição dos projetos e avaliação por especialistas em uma plataforma especialmente desenvolvida, possibilitando a interação entre o público e os participantes, e uma votação integrada com o Facebook, onde os estudantes poderão curtir e votar nos projetos preferidos, conta a coordenadora científica da Febrace, professora Roseli de Deus Lopes. A votação popular garante uma premiação à parte e não interfere nas bancas de avaliação que selecionam do 1º ao 4º lugar de cada categoria.

No dia 25/03 a Petrobras oferece uma palestra com Flávio Guimarães, fundador e apresentador da plataforma Brincando com Ideias, também patrocinada pela companhia, que procura incentivar o aprendizado de tecnologia de forma lúdica, explicando de forma simples temas como programação, robótica, internet das coisas (IOT), entre outros.

PREMIAÇÃO

Os autores dos melhores projetos, nas diversas categorias, ganham troféus, medalhas, e certificados e o reconhecimento de alguns patrocinadores, são cerca de 300 prêmios. Também são selecionados projetos para concorrer na Regeneron ISEF 2021 – a maior feira internacional do gênero, que ocorre de 16 a 21 de maio.

Estudantes de todo país podem participar. Para 2021 foram mais de 3 mil inscritos. Durante a fase de seleção e na mostra de finalistas, são analisados critérios como: criatividade e inovação; aplicação de método científico ou de engenharia, profundidade da pesquisa e clareza da apresentação. A Febrace teve 345 trabalhos finalistas, de todas as regiões do país, envolvendo mais de 700 estudantes e 482 professores de 295 escolas.

SERVIÇO:

Conheça os finalistas no site da Febrace;
Acompanhe a premiação no dia 27/3, a partir das 15h, no Youtube;
Visite a feira na plataforma Febrace Virtual (disponível de 15 a 26/3)

Agência Petrobras

ANP orienta agentes sobre conteúdo local em individualização da produção e anexação de áreas

A ANP publicou, em seu portal, um guia para auxiliar os agentes regulados em relação aos critérios de conteúdo local a serem adotados no acordo e no compromisso de individualização da produção e na anexação de áreas nos contratos de exploração e produção (E&P) de petróleo e gás natural. O guia trata inclusive dos casos de aditamento de contratos vigentes, com foco na redação de cláusulas dos respectivos instrumentos e com a apresentação de diferentes possibilidades conforme contratos de E&P envolvidos.

O material dá suporte ao entendimento e à aplicação da Resolução ANP nº 833/2020, que regulamenta o tema. A norma tem como ponto central a utilização do critério de eleição de cláusula de conteúdo local de um dos contratos que regem as áreas que são objeto de individualização da produção ou anexação de áreas, estendendo seus efeitos para toda etapa do desenvolvimento da produção, a partir da declaração de comercialidade.

Conheça os procedimentos: https://www.gov.br/anp/pt-br/assuntos/exploracao-e-producao-de-oleo-e-gas/gestao-de-contratos-de-e-p/fase-de-producao/individualizacao-da-producao-ou-unitizacao

Leia a Resolução ANP nº 833/2020 na íntegra: https://atosoficiais.com.br/anp/resolucao-n-833-2020-regulamenta-os-criterios-de-conteudo-local-a-serem-adotados-no-acordo-e-no-compromisso-de-individualizacao-da-producao-e-na-anexacao-de-areas-nos-contratos-de-exploracao-e-producao-de-petroleo-e-gas-natural?origin=instituicao&q=833%202020

A individualização da produção é um procedimento que visa à divisão do resultado da produção e ao aproveitamento racional do petróleo e/ou gás natural, quando uma jazida se estende além do bloco concedido ou contratado sob o regime de partilha de produção. Caso todos os blocos abrangidos pela jazida sejam de uma mesma empresa ou consórcio, dá-se o compromisso de individualização da produção (CIP); e se forem de empresas diferentes ou algum não for contratado (pertencente à União), ocorre o acordo de individualização da produção (AIP).

Já a anexação de áreas consiste na incorporação de uma determinada descoberta comercial a um campo produtor ou potencialmente produtor, ampliando seus limites com vistas à exploração conjunta dos recursos petrolíferos. Neste caso, ambos também devem pertencer à mesma empresa ou consórcio e ser requerida pelo operador. Trata-se de uma solução para casos de reservatórios dependentes que precisam ser incorporados a outros para se tornarem comercialmente viáveis.

A Resolução ANP nº 833/2020, em vigor desde 1/12/2020, simplifica procedimentos, diminui custos regulatórios para os agentes regulados e custos administrativos para a ANP, aumenta a segurança jurídica e reforça a atratividade dos contratos de E&P no Brasil.

Ascom ANP

Estatal informa sobre Diretoria Executiva

A Petrobras esclarece que os membros da Diretoria Executiva e o Presidente estão comprometidos em cumprir seus mandatos, que se encerram em 20 de março de 2021. Conforme art. 150, § 4º, da Lei 6.404/76, após essa data, os mandatos serão estendidos automaticamente até que o Conselho de Administração da companhia delibere sobre a eleição do Presidente e Diretores Executivos.

Agência Petrobras

Petrobras provisiona verba para remuneração dos seus administradores entre abril de 2021 e março de 2022

Remuneração fixa do presidente e dos diretores executivos segue desde 2016 sem reajustes

A Assembleia Geral Ordinária dos Acionistas (AGO), convocada para o dia 14 de abril, vai deliberar sobre a proposta de remuneração dos Administradores da Petrobras (integrantes da Diretoria Executiva e do Conselho de Administração).

Mais uma vez, não será proposto reajuste na remuneração fixa dos administradores da companhia, permanecendo os mesmos valores já praticados desde abril de 2016.

A verba provisionada para o período compreendido entre os meses de abril de 2021 a março de 2022 é de aproximadamente R$ 47 milhões e foi calculada considerando o limite máximo de desembolso, incluindo encargos, como é orientado pela SEST – Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais. Por isso, a previsão é que o total realizado seja inferior ao aprovado, como ocorreu nos anos anteriores.

Em relação à quantia reservada para o período de abril de 2020 a março de 2021, por exemplo, os valores efetivamente pagos totalizarão cerca de 60% da quantia aprovada para o respectivo período na AGO de 2020.

O montante global que será deliberado na próxima AGO é 8,57% superior ao anterior. Esse acréscimo corresponde à provisão do Programa de Remuneração Variável de 2020, decorrente dos excelentes resultados financeiros apresentados no ano passado, e do acúmulo de parcelas diferidas (remanescentes) de exercícios anteriores e seus respectivos encargos.

O valor total de R$ 47 milhões contempla:

• Honorários dos administradores e direitos/benefícios como gratificação de férias, 13º salário, plano de saúde e previdência complementar;

• Parcelas diferidas (remanescentes) dos Programas de Remuneração Variável de 2018 e 2019.

• Programa de Remuneração Variável de 2020 (Programa Prêmio por Performance – PPP 2020);

• Verba para o pagamento de eventuais quarentenas de ex-dirigentes, nos casos previstos pela Lei nº12.813;

• E encargos, que correspondem a cerca de 17% do valor provisionado.

O pagamento da remuneração variável dos diretores executivos é realizado da seguinte forma: 60% em parcela à vista e os demais 40% nos quatro anos seguintes. O regulamento prevê regras específicas de saída em que as parcelas diferidas podem ser quitadas no desligamento. Por esse motivo, é necessário o provisionamento de 100% do montante do Programa, como feito nos anos anteriores. Por razão semelhante, as parcelas diferidas do bônus de 2019 foram calculadas de forma similar.

Como em qualquer empresa no mercado, o bônus de performance é uma remuneração variável sem garantia de recebimento. Ou seja, seu pagamento depende do atingimento do critério de gatilho estabelecido para o ano (por exemplo, lucro líquido mínimo) e das metas de cada administrador.

A remuneração total anual do presidente da Petrobras, incluindo o bônus, corresponde a 25% da remuneração total anual dos presidentes de outras empresas do mercado nacional de porte equivalente, considerando-se a faixa mediana de remuneração. Já para os diretores, a remuneração corresponde a 72% comparativamente aos seus pares, nas mesmas bases, segundo pesquisas salarias das principais consultorias de recursos humanos do país.

As informações sobre a remuneração dos diretores são públicas e estão disponíveis no Formulário de Referência publicado anualmente no nosso site de investidores, podendo ser consultado por qualquer pessoa.

Agência Petrobras

Enauta iniciou licitação do FPSO do sistema definitivo do Campo de Atlanta

A Enauta informou no início desse mês, um importante passo para o desenvolvimento do Campo de Atlanta. No último dia, 05/03, foi iniciado o processo de licitação do FPSO para o Sistema Definitivo (SD).

A empresa estima que a conclusão do processo se dê em um prazo de 10 a 12 meses. As empresas convidadas possuem comprovada experiência no desenvolvimento de projetos semelhantes.

A licitação considera um FPSO com capacidade para processar 50 mil barris de óleo por dia, ao qual estarão conectados de 6 a 8 poços produtores, 3 deles já em operação no Sistema de Produção Antecipada (SPA). O novo plano de desenvolvimento, ainda em análise pela ANP, confere maior resiliência financeira ao projeto, com redução significativa de investimentos e do nível de preço de petróleo necessário para atingir o break even em comparação com o anterior.

Além disso, a licitação considera a adaptação de um FPSO existente e ainda não utilizado, possibilitada por um contrato de exclusividade por 12 meses, com opção de compra pelo vencedor, assinado pela Enauta.

“Iniciamos esta licitação confiantes na resiliência de nosso projeto. O SPA trouxe informações importantes para reduzir as incertezas na implementação do SD, que será desenvolvido somente com tecnologias já dominadas.”, comentou nosso Diretor de Produção, Carlos Mastrangelo.

Ocyan conquista contrato para atividades de manutenção e serviços offshore na Bacia de Santos

Contrato abre novo ciclo de contratações de manutenção e serviços offshore da Ocyan no mercado brasileiro

A Ocyan conquistou um novo contrato com a Petrobras para atividades de manutenção e serviços offshore nas plataformas de Merluza e Mexilhão, na Bacia de Santos. O contrato será para os próximos três anos, podendo ser renovado por mais 24 meses. Inicialmente, serão mobilizados 220 integrantes para o projeto e a previsão é de atingir um pico de contratações de até 700 profissionais para realização destes serviços. Serão contratados, quando necessário, profissionais de diversas áreas e disciplinas, como: engenheiros, técnicos, delineadores, caldeireiros, pintores, soldadores, escaladores.

“A retomada da nossa área de manutenção e serviços offshore acontece após um período de retração e transição do mercado e durante o atual movimento de desinvestimento da Petrobras. Estamos alcançando nossos objetivos, aliando nossa expertise técnica à capacidade de oferta de ampla gama de serviços englobando toda a cadeia. Por isso estávamos prontos para aproveitar as oportunidades criadas neste atual cenário”, celebra Vinicius Castilho, diretor de contratos da área de Manutenção e Serviços Offshore da Ocyan.

Entre as principais atividades previstas neste contrato estão os serviços de manutenção e reparo das Unidades, o planejamento e execução de serviços de caldeiraria, soldagem, pintura, elétrica e instrumentação, manutenção de equipamentos; planejamento e execução de campanhas de manutenção e paradas programadas, dentre outros.

Nosso negócio em Números

A unidade de negócios de Manutenção e Serviços Offshore da Ocyan acumula larga experiência que pode ser traduzida em números. Desde o ano de 2000, soma mais de 30 contratos performados, 1 milhão de horas de engenharia, mais de 120 paradas de produção e perfuração, mais de 10 mil toneladas de tubulações e estruturas montadas a bordo das instalações em alto mar, mais de 1 milhão de metros quadrados pintados e 14 milhões de metros de andaimes montados. “Contamos com quase 80 milhões de homens hora trabalhados com o mais alto nível de segurança e qualidade do mercado”, informa Vinicius de Castilho.

A empresa atingiu o recorde de cerca de 20 milhões de homens hora trabalhados sem acidente com afastamento, fruto de um trabalho de conscientização dos integrantes, envolvendo todos os setores em que atuamos, além dos treinamentos variados e cumprimento dos nossos procedimentos.

Além disso, a unidade de manutenção e serviços offshore possui um robusto sistema de gestão que permite garantir aos clientes Segurança, Qualidade e Produtividade. A área possui as certificações ISO 9001:2015, ISO 14001:2015 e OHASAS 18001:2007.

Sobre a Ocyan

A Ocyan é uma empresa com atitude sustentável e conhecimento para prover soluções para a indústria de óleo e gás upstream offshore no Brasil e no exterior. Seus principais valores são a segurança dos integrantes e da operação, a parceria de confiança com os clientes, e o compromisso com a ética e a transparência. A companhia encoraja também a diversidade e inclusão dentro e fora da empresa. Fazem parte da frota da empresa atualmente cinco unidades de perfuração e duas embarcações FPSO (floating, production, storage and offloading). A Ocyan desenvolve também projetos SURF, fabricação e instalação de equipamentos submarinos, e presta serviços de manutenção offshore.

Nova campanha da Shell Brasil conta histórias que inspiram

“Energia que Vem da Gente” mostra a trajetória de seis pessoas responsáveis por transformar a sociedade e a energia da companhia e seus projetos

Para celebrar a energia das pessoas que movem a empresa e a impulsionam para um futuro melhor, a Shell Brasil apresenta a sua nova campanha de marca, “Energia que Vem da Gente”, criada pela Wunderman Thompson (WT) Brasil. O objetivo é enaltecer a beleza e a força de seis trajetórias individuais que contribuem para transformar a sociedade e os negócios da companhia, tendo a diversidade e inclusão como tema em comum.

Depois da última campanha de marca #oRioTemEssaEnergia – que, em 2019, buscou fortalecer a imagem e autoestima da cidade e do Estado do Rio de Janeiro -, a empresa quer, agora, inspirar os brasileiros com relatos de vida de quem faz parte do time Shell Brasil e participa de projetos da companhia. “Estamos ansiosos para compartilhar essa série de experiências únicas e feitas da energia que só a gente tem”, conta Alexandra Siqueira, gerente de Comunicação Externa da Shell Brasil.

A personagem inicial da campanha “Energia que Vem da Gente” é Barbara Souza, gerente de Operações do Parque das Conchas, ativo de produção de petróleo e gás da Shell Brasil na Bacia de Campos. Primeira mulher brasileira a conquistar essa posição na companhia, ela comanda uma equipe de 70 pessoas em um dos projetos de águas profundas mais desafiadores e bem-sucedidos da empresa no país. Leandro Pinheiro, também protagonista na primeira fase da campanha, ajuda a construir um mundo melhor gerenciando os contratos da área de Pesquisa & Desenvolvimento.

Em seguida, serão apresentados Sanny Macedo e Roberto Irineu. Ela é gerente de Desenvolvimento de Negócios em Gás e Energia da Shell Energy Brasil, e ele já foi vencedor do Prêmio Shell de Educação Científica. Fecham a campanha Gabriela Palma, uma das ganhadoras do programa Shell Iniciativa Jovem, e Luiz Rogé, que atua no Marketing da área de Lubrificantes da companhia.

As histórias serão contadas em vídeos veiculados em uma série de mídias nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo e Brasília. A diversidade e inclusão, tema de extrema importância para a Shell – que possui quatro redes de afinidades para os funcionários -, é o tema que permeia toda a campanha e torna cada trajetória ainda mais forte e especial.

Shell