Resultado da PetroRio traz à tona pequenas petroleiras em meio à crise da Petrobras

Apesar de mudanças no comando da estatal levantar preocupações sobre setor de refino, há boas perspectivas para negócios como a PetroRio, que divulgou resultados na segunda, 01/03

No Brasil, não é só a Petrobras que perfura e retira petróleo de poços em alto mar. Perenco Brasil, Enauta Energia e PetroRio são algumas das pequenas petroleiras que têm plataformas em alto-mar e ajudam a colocar o país entre os 10 maiores produtores de petróleo do mundo.

O Brasil produziu em média 2,9 milhões de barris de óleo por dia, o que coloca o país na 8ª posição de país produtor no mundo, segundo a U.S. Energy Administration.

Os dados mensais mais recentes da Agência Nacional de Petróleo, agência reguladora do setor, colocavam a carioca PetroRio, uma das principais do setor e que deve divulgar os resultados financeiros de 2020 nesta segunda-feira, 1, como a 5ª maior produtora do país. Na verdade, ela só é pequena se comparada com a Petrobras.

No último mês do ano passado, a petroleira extraiu 20,9 mil de barris de óleo equivalente (que soma óleo e gás), enquanto a gigante Petrobras produziu 3,2 milhões em média.

De acordo com o relatório mais recente do banco BTG Pactual, do mesmo grupo que controla a EXAME, a PetroRio tem boas perspectivas pela frente, ao se levar em conta seu histórico de crescimento, suas aquisições, a diminuição de custos e o cenário de exploração e produção de petróleo do Brasil que deve se tornar mais aberto para as empresas.

A empresa atua principalmente adquirindo campos que já estão maduros e costumam não ter muito interesse de grandes petroleiras.

Esse segmento tende a crescer principalmente com a saída da Petrobras desta área. Com o objetivo de reduzir seu endividamento e focada na exploração de petróleo em águas profundas, a estatal vem se desfazendo de diversas frentes de negócios nos últimos dois anos, como pequenos campos de petróleo.

Apesar de o setor de refino estar sob pressão política devido à troca do presidente da Petrobras Roberto Castello Branco pelo governo federal e pelo descontentamento do presidente Jair Bolsonaro com o aumento nos preços dos combustíveis, o setor de exploração e produção não é tão vulnerável a ingerências do governo.

Analistas ouvidos pela EXAME ainda veem como positivas as perspectivas para novos leilões e para petroleiras pequenas, como a PetroRio.

A empresa, que já se chamou HRT e passou pelas mãos do executivo Nelson Tanure, opera os campos de Frade, Polvo e Martelo na Bacia de Campos, área em alto-mar que é de onde escoa a principal parte do petróleo brasileiro.

Além disso, extrai gás também do campo de Manati, da Bahia. Em todos eles, detém o direito de produzir óleo com outras petroleiras, como a Chevron no campo de Frade e a Petrobras no de Manati.  Nesta segunda-feira, a empresa divulga seus resultados financeiros de 2020.

Ainda de acordo com o relatório do BTG Pactual, a PetroRio deve apresentar uma receita de 1,9 bilhão de dólares, um EBITDA de 1,1 bilhão e um lucro líquido de 206 milhões.

Exame

Publicada resolução que revisa classificação de riscos de atividades

Foi publicada hoje (02/03) a Resolução ANP 839/2021, que estabelece os níveis de risco associados ao exercício de atividades econômicas autorizadas pela ANP. O novo regulamento revisa e revoga a Resolução 826/2020, que tratava do mesmo assunto.

Pelas regras anteriores, dos atos de liberação de atividades econômicas de competência da ANP, apenas um, relativo ao de registro de corante para etanol anidro, estava dispensado de autorização por ser classificado no menor nível de risco. Com a Resolução 839/2021, a Agência isenta mais seis atividades da necessidade de autorização e simplifica o processo relacionado à autorização para o exercício da atividade de ponto de abastecimento. Atividades relacionadas a atos como homologação de cotas de solventes e de pedidos mensais de combustíveis líquidos, por exemplo, estão entre as liberadas.

A classificação das atividades econômicas autorizadas pela Agência segue os termos do Decreto nº 10.178/2019, que regulamentou a Lei nº 13.874/2019 (conhecida como Lei de Liberdade Econômica). Para realizá-la, a ANP utilizou uma metodologia que leva em consideração a probabilidade e a gravidade dos riscos identificados, bem como o uso de ferramentas adaptadas às particularidades das atividades.

Produção no Pré-sal cresce 8,2% em janeiro

A ANP divulgou hoje (02/03) o Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural do mês de janeiro de 2021. Entre os destaques da publicação está o crescimento na produção do Pré-sal de 8,2% em relação ao mês anterior, totalizando 2,629 MMboe/d (milhões de barris de óleo equivalente por dia), sendo 2,074 MMbbl/d (milhões de barris por dia) de petróleo e 88,3 MMm3/d (milhões de metros cúbicos por dia) de gás natural. Em relação a janeiro de 2020 houve uma redução de 2%. A produção teve origem em 119 poços e correspondeu a 70,5% do total produzido no Brasil.

 A produção nacional foi de aproximadamente 2,873 MMbbl/d de petróleo e 136 MMm3/d de gás natural, totalizando 3,731 MMboe/d (milhões de barris de óleo equivalente por dia). Em relação ao mês anterior, houve um aumento de 5,4% na produção de petróleo e de 7,4% na de gás natural. Já na comparação com janeiro de 2020 houve redução de 9,3% e 1,7%, respectivamente.

 Aproveitamento do gás natural 

Em janeiro, o aproveitamento de gás natural foi de 97,9 %. Foram disponibilizados ao mercado 61,1 MMm³/dia. A queima de gás no mês foi de 2,9 MMm³/d, uma redução de 4,9 % se comparada ao mês anterior e de 28,1% se comparada ao mesmo mês em 2020.

 Origem da produção

Neste mês de janeiro, os campos marítimos produziram 96,9% do petróleo e 80,8% do gás natural. Os campos operados pela Petrobras foram responsáveis por 93,3% do petróleo e do gás natural produzidos no Brasil.

Destaques

Em dezembro, o campo de Tupi, no pré-sal da Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo e gás natural, registrando 920 MMbbl/d de petróleo e 42,6 MMm3/d de gás natural.

 A plataforma Petrobras 77, produzindo no campo de Búzios por meio de quatro poços a ela interligados, produziu 146,524 Mbbl/d de petróleo e foi a instalação com maior produção de petróleo.

A instalação Polo Arara, produzindo no campo de Arara, por meio de 32 poços a ela interligados, produziu 7,116 MMm³/d e foi a instalação com maior produção de gás natural.

Estreito, na Bacia Potiguar, teve o maior número de poços produtores terrestres: 1.036.

Marlim Sul e Tupi, nas Bacias de Campos e Santos, respectivamente, foram os campos marítimos com maior número de poços produtores: 56.

Campos de acumulações marginais

Esses campos produziram 275,3 boe/d, sendo 107,5 bbl/d de petróleo e 26,7 Mm³/d de gás natural. O campo de Iraí, operado pela Petroborn, foi o maior produtor, com 163,6 boe/d.

 Outras informações

No mês de janeiro de 2021, 252 áreas concedidas, três áreas de cessão onerosa e cinco de partilha, operadas por 37 empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Dessas, 60 são marítimas e 200 terrestres, sendo 10 relativas a contratos de áreas contendo acumulações marginais. A produção ocorreu em 6.472 poços, sendo 484 marítimos e 5.988 terrestres.

O grau API médio do petróleo extraído no Brasil foi de 28,2, sendo 2,8% da produção considerada óleo leve (>=31°API), 91,4% óleo médio (>=22 API e <31 API) e 5,8% óleo pesado (<22 API).

 As bacias maduras terrestres (campos/testes de longa duração das bacias do Espírito Santo, Potiguar, Recôncavo, Sergipe e Alagoas) produziram 97,3 Mboe/d, sendo 77,4 mil bbl/d de petróleo e 3,2 MMm³/d de gás natural. Desse total, 77,9 mil boe/d foram produzidos pela Petrobras e 19 mil boe/d foram produzidos por concessões não operadas pela Petrobras, dos quais: 12.122 boe/d no Rio Grande do Norte, 6.642 boe/d na Bahia, 344 boe/d no Espírito Santo, 218 boe/d em Alagoas e 112 boe/d em Sergipe.

Ascom ANP

Petroleira recupera mais R$ 360 milhões por meio de acordo de leniência com a Samsung

Total de recursos ressarcidos à companhia ultrapassa o montante de R$ 5,3 bilhões

A Petrobras recebeu, na última semana, aproximadamente R$ 360 milhões (US$ 65 milhões) em decorrência de acordo de leniência celebrado pela Samsung Heavy Industries. Esses recursos são referentes à primeira parcela do acordo com a Samsung, de um total de R$ 705,9 milhões que serão destinados ao ressarcimento da Petrobras.

Com esses valores, a Petrobras ultrapassa a expressiva marca de R$ 5,3 bilhões em recursos recuperados por meio de acordos de colaboração, leniência e repatriações. Somente no ano passado, por exemplo, a companhia recebeu R$ 797 milhões em ressarcimento de valores referentes à Operação Lava Jato.

Esses ressarcimentos decorrem da condição de vítima da  Petrobras nos crimes investigados no âmbito da Operação Lava Jato. A companhia seguirá adotando as medidas cabíveis em busca do adequado ressarcimento dos prejuízos decorrentes que lhe foram causados. A Petrobras atua como coautora do Ministério Público Federal e da União em 21 ações de improbidade administrativa em andamento, além de ser assistente de acusação em 76 ações penais relacionadas a atos ilícitos investigados pela Operação Lava Jato.

Agência Petrobras

Petrobras fecha 2020 com lucro líquido de R$ 7,1 bilhões

Em um ano marcado por inúmeros desafios provocados pela pandemia da Covid-19 e a consequente queda da demanda global por combustíveis, a Petrobras conseguiu reverter a trajetória de seu desempenho contábil nos primeiros nove meses do ano e alcançou o lucro líquido de R$ 59,9 bilhões no quarto trimestre de 2020. No consolidado do ano, a companhia obteve lucro líquido de R$ 7,1 bilhões, encerrando 2020 com sólido desempenho operacional e financeiro.

Veja aqui a carta do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, e os resultados financeiros de 2020.

Assista ao vídeo da diretora de Finanças e Relacionamento com Investidores da Petrobras, Andrea Marques de Almeida, sobre os resultados do ano.

Agência Petrobras

Petrobras esclarece que são fake news imagens de posto de gasolina da empresa no Paraguai

A Petrobras esclarece que são falsas as mensagens que têm circulado nas redes sociais mostrando um posto de combustível da companhia no Paraguai, vendendo gasolina aditivada a R$ 2,62. Há dois anos a Petrobras não tem rede de postos de gasolina no país.

Em 2019, por meio de sua subsidiária Petrobras International Braspetro  B.V., a companhia vendeu 100%  da  sua participação  societária  nas  empresas Petrobras Paraguay Distribución Limited (PPDL UK), Petrobras Paraguay Operaciones y Logística SRL (PPOL) e Petrobras Paraguay Gas SRL (PPG) para o Grupo Copetrol. O acordo prevê o licenciamento  para  uso  da  marca  Petrobras nas estações de serviço daquele país, pelo período de cinco anos.

Além disso, vale ressaltar que o preço médio do litro da gasolina no Paraguai é de US$ 0,919, acima da média praticada no Brasil, de US$ 0,884 (fonte: https://pt.globalpetrolprices.com/.)

Agência Petrobras

Preços da Petrobras nas refinarias representam cerca de um terço do preço final da gasolina ao consumidor e metade do preço final do diesel

A partir de hoje, 02/03, os preços médios da Petrobras nas refinarias serão de R$ 2,60 por litro para a gasolina e R$ 2,71 por litro para o diesel, após aplicação de reajustes de R$ 0,12 e de R$0,13 por litro respectivamente.

O alinhamento dos preços ao mercado internacional é fundamental para garantir que o mercado brasileiro siga sendo suprido sem riscos de desabastecimento pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras: distribuidores, importadores e outros refinadores, além da Petrobras. Este mesmo equilíbrio competitivo é responsável pelas reduções de preços quando a oferta cresce no mercado internacional, como ocorrido ao longo de 2020.

Os preços praticados pela Petrobras, e suas variações para mais ou para menos associadas ao mercado internacional e à taxa de câmbio, têm influência limitada sobre os preços percebidos pelos consumidores finais. O preço da gasolina e do diesel vendidos na bomba do posto revendedor é diferente do valor cobrado nas refinarias da Petrobras. Até chegar ao consumidor são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis, além das margens brutas das companhias distribuidoras e dos postos revendedores de combustíveis.

A figura abaixo demonstra a contribuição de cada parcela na composição dos preços ao consumidor em cálculo baseado nos preços médios da Petrobras e no levantamento de preços ao consumidor final em 13 capitais e regiões metropolitanas brasileiras publicado pela ANP para a semana de 14 a 20/02/2021.

Vale destacar ainda que as revisões de preços feitas pela Petrobras podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Como a legislação brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, a mudança no preço final dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis.

Preço final ao consumidor no Brasil está abaixo da média mundial

Segundo pesquisa da Globalpetrolprices.com abrangendo 167 países, o preço médio da gasolina ao consumidor final no Brasil está 19% inferior à média global e ocupa a 55ª posição do ranking sendo, portanto, inferior aos preços observados em 112 países.

Para o diesel, em uma amostragem de 166 países, o preço final no Brasil está 30% inferior à média global e ocupa a 37ª posição do ranking, ou seja, inferior a 129 países.

Em ambos os casos, os preços médios no Brasil estão abaixo, por exemplo, dos preços registrados no México, Chile, Argentina, Peru, Canadá, Alemanha, França, África do Sul, China, Índia, Indonésia, Itália e Austrália.

Obs.: Os preços são convertidos em dólar e o comparativo internacional sofre influência direta da taxa de câmbio. Para os gráficos, selecionamos alguns países para fins de ilustração. A lista completa está disponível em https://pt.globalpetrolprices.com/.

Agência Petrobras

Estatal aprova pagamento de dividendos

A Petrobras informa que seu Conselho de Administração, em reunião realizada ontem (24/02), aprovou remuneração aos acionistas sob a forma de dividendos no valor de R$ 10,3 bilhões, equivalente a R$ 0,787446 por ação ordinária e preferencial em circulação, com base no resultado anual de 2020.

Esse valor é equivalente a 5% do capital social, aplicado tanto às ações preferenciais quanto ordinárias. Do valor a ser pago, R$ 5,7 bilhões são referentes à destinação do resultado do exercício de 2020 e R$ 4,6 bilhões são oriundos da conta de reserva de retenção de lucros.

O dividendo proposto, superior ao mínimo obrigatório, foi possibilitado pela forte geração de caixa alcançada pela companhia em 2020 e está alinhado ao compromisso de geração de valor para os acionistas.

O pagamento será realizado no Brasil em 29 de abril de 2021 e os acionistas terão direito à remuneração, na seguinte forma:

1.    A data de corte para os detentores de ações de emissão da Petrobras negociadas na B3 será no dia 14 de abril de 2021 e a record date para os detentores de American Depositary Receipts (ADRs) negociadas na New York Stock Exchange – NYSE será o dia 16 de abril de 2021.

2.    As ações da Petrobras serão negociadas ex-direitos na B3 e NYSE a partir do dia 15 de abril de 2021.

Todos os valores serão atualizados pela variação da taxa Selic de 31 de dezembro de 2020 até a data do pagamento.

Essa proposta de remuneração aos acionistas será encaminhada para deliberação da Assembleia Geral de Acionistas a ser realizada em 14 de abril.

A Política de Remuneração aos Acionistas pode ser acessada pela internet no site da companhia (http://www.petrobras.com.br/ri).

Agência Petrobras

Petrobras assina Carta de Intenção com SBM para afretamento e prestação de serviços do 6º módulo de Búzios

A Petrobras informa que assinou ontem, 24/02 carta de intenção com a empresa SBM Offshore para afretamento e prestação de serviços do FPSO – floating production storage and offloading (unidade flutuante que produz, armazena e transfere petróleo) Almirante Tamandaré, a ser instalado no campo de Búzios, localizado no pré-sal da Bacia de Santos.

O FPSO será a sexta unidade do sistema definitivo a ser instalada no campo de Búzios e terá capacidade de processamento de 225 mil barris de óleo e 12 milhões de m3 de gás por dia. Os contratos de afretamento e de serviços terão duração de 26 anos e 3 meses, contados a partir da aceitação final da unidade, prevista para 2024.

O projeto prevê a interligação de 15 poços ao FPSO, sendo 6 produtores de óleo, 6 injetores de água e gás, 1 injetor de gás e 2 poços conversíveis, através de uma infraestrutura submarina composta por dutos rígidos de produção e injeção e dutos flexíveis de serviços.

Agência Petrobras

Petroleira assina contrato para venda de campos terrestres na Bahia

A Petrobras, em continuidade ao comunicado divulgado em 03/04/2018, informa que assinou hoje com a SPE Miranga S.A., subsidiária integral da PetroRecôncavo S.A., contrato para a venda da totalidade de sua participação em nove campos terrestres de exploração e produção, denominados Polo Miranga, localizados no estado da Bahia.

O valor da venda total é de US$ 220,1 milhões, sendo: (a) US$ 11 milhões pagos na presente data; (b) US$ 44 milhões no fechamento da transação; (c) US$ 80,1 milhões diferidos em três parcelas ao longo de três anos a partir do fechamento da transação e (d) até US$ 85 milhões em pagamentos contingentes relacionados a preços futuros do petróleo. Os valores não consideram os ajustes devidos até o fechamento da transação, que está sujeito ao cumprimento de condições precedentes, tais como a aprovação pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

“Com essa operação seguimos com foco em maximizar o valor do nosso portfólio e também  abrimos oportunidade para que outras empresas do setor possam também prosperar. Acreditamos que o Polo Miranga poderá se desenvolver, recebendo novos recursos e aumentando sua vida útil, com impacto positivo na geração de empregos e renda para a região”, destaca do Diretor de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade da Petrobras, Roberto Ardenghy.

“A gestão de portfólio, promovida pela Petrobras, promove uma verdadeira abertura do segmento para as operadoras independentes, permitindo uma ampliação de investimentos, alongamento da vida útil dos campos e criação de um mercado competitivo com benefícios para toda a cadeia da indústria”, afirma Marcelo Magalhães, Diretor Presidente da Petrorecôncavo.

A presente divulgação está de acordo com as normas internas da Petrobras e com as disposições do procedimento especial de cessão de direitos de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos, previsto no Decreto 9.355/2018.

Essa operação está alinhada à estratégia de otimização do portfólio e melhoria de alocação do capital da companhia, passando a concentrar cada vez mais os seus recursos em ativos de classe mundial em águas profundas e ultra profundas, onde a Petrobras tem demonstrado grande diferencial competitivo ao longo dos anos.

Sobre o Polo Miranga

O Polo compreende os campos terrestres de Miranga, Fazenda Onça, Riacho São Pedro, Jacuípe, Rio Pipiri, Biriba, Miranga Norte, Apraiús e Sussuarana, localizados no estado da Bahia. A Petrobras é operadora com 100% de participação nessas concessões. A produção média do Polo Miranga de 2020 foi de aproximadamente 899 barris de óleo por dia (bpd) e 376,8 mil m³/dia de gás natural.

Sobre a Petrorecôncavo

A Petrorecôncavo é uma empresa brasileira de óleo e gás com atuação na revitalização e aumento no fator de recuperação de campos maduros onshore, sendo atualmente uma das maiores produtoras independentes do ramo.

A empresa adquiriu a participação da Petrobras no Polo Riacho da Forquilha em 2019. Em 2020, adquiriu novo bloco exploratório na Bacia Potiguar, e assinou contrato de compra e venda referente a participação da Petrobras no Polo Remanso.

Agência Petrobras