Petrobras informa sobre reservas provadas em 2020

A Petrobras informa que suas estimativas de reservas provadas de óleo, condensado e gás natural, segundo critérios da SEC (US Securities and Exchange Commission), resultaram em 8,816 bilhões de barris de óleo equivalente (boe), em 31 de dezembro de 2020. Deste total, 86% são de óleo e condensado e 14% de gás natural.

Em 2020, foram incorporadas novas reservas em função da aprovação de novos projetos e do bom desempenho dos reservatórios, com destaque para o pré-sal da Bacia de Santos, resultando em uma apropriação equivalente a 101% da produção do ano. Esse efeito foi amortecido pelo impacto negativo derivado da redução de 32% do preço do petróleo em 2020, que é projetado como preço futuro, conforme critérios da SEC.

Considerando o balanço entre a reposição positiva e o impacto negativo, e desconsiderando o efeito dos ativos vendidos em 2020, a reposição de reservas ficou em 29% da produção desse ano.

A venda de ativos em 2020 está alinhada à maximização de valor do portfólio, com foco em ativos de classe mundial em águas profundas e ultraprofundas, e o impacto não foi relevante no valor total das reservas.

As reservas de 2020 ainda não consideram novos projetos a serem implantados em decorrência da aquisição do Excedente da Cessão Onerosa. Tais volumes serão incorporados após a assinatura dos acordos de coparticipação dos campos de Búzios e Itapu.

A evolução das reservas provadas, em bilhões de barris de óleo equivalente, consta no gráfico abaixo.

 

O indicador R/P (relação entre as reservas provadas e a produção) é de 9,6 anos.

A Petrobras, historicamente, submete à certificação pelo menos 90% de suas reservas provadas segundo o critério SEC. Atualmente, a empresa certificadora é a DeGolyer and MacNaughton (D&M).

A Petrobras também estima reservas segundo o critério ANP/SPE (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis / Society of Petroleum Engineers). Em 31 de dezembro de 2020, as reservas provadas segundo este critério atingiram 9,427 bilhões de barris de óleo equivalente.

As diferenças entre as reservas estimadas pelos critérios ANP/SPE e SEC estão associadas, principalmente, à utilização de diferentes premissas econômicas e à possibilidade de se considerar como reservas, no critério ANP/SPE, os volumes previstos de serem produzidos além do prazo contratual de concessão nos campos do Brasil, de acordo com o regulamento técnico de reservas da ANP.

Agência Petrobras

Petrobras elege novo Diretor de Refino e Gás Natural

O Conselho de Administração da Petrobras, em reunião realizada no dia (26/1), aprovou a dispensa de Anelise Quintão Lara e elegeu Rodrigo Costa Lima e Silva para o cargo de Diretor Executivo de Refino e Gás Natural. A Diretoria Executiva de Refino e Gás Natural é responsável pelas operações industriais de refino e gás natural, não estando a seu cargo desinvestimentos de ativos.

Rodrigo Costa Lima e Silva é graduado em Administração de Empresas pela Universidade Católica de Salvador. Tem mestrado em Administração de Empresas pelo IBMEC e MBA em Finanças Corporativas pela FGV. Atua na Petrobras há 15 anos, tendo ocupado diversas funções gerenciais nas áreas de Exploração e Produção, Gás e Energia e Estratégia. Foi presidente do Conselho de Administração de algumas subsidiárias da Petrobras. Desde 2019, ocupava o cargo de Gerente Executivo de Gás e Energia.

A indicação do Diretor Executivo foi objeto de prévia análise pelo Comitê de Pessoas do Conselho de Administração da Petrobras.

A companhia agradece a Anelise Quintão Lara, que está se aposentando, por sua liderança, dedicação e contribuição para a companhia ao longo de seus trinta e cinco anos de carreira e seu importante trabalho à frente da Diretoria Executiva de Refino e Gás Natural desde março de 2019.

Agência Petrobras

Petrobras informa sobre venda de refinarias

A Petrobras, em relação ao andamento dos desinvestimentos das refinarias, esclarece que recebeu proposta vinculante para a venda da Refinaria Alberto Pasqualini (REFAP), no Rio Grande do Sul, e está em fase de negociação com a Ultrapar Participações S.A.. A companhia também recebeu propostas vinculantes para venda da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (REPAR), no Paraná, e está em fase de análise das propostas.

Adicionalmente, a Petrobras está aguardando as ofertas finais de todos os participantes no processo de venda da Refinaria Landulpho Alves (RLAM), na Bahia, com base nas versões negociadas dos contratos com o Mubadala Investment Company. A companhia também recebeu propostas vinculantes e está em fase de negociação para venda da Refinaria Isaac Sabbá (REMAN), no Amazonas; da Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (LUBNOR), no Ceará.; e da Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), no Paraná.

A Petrobras espera, ainda, receber as propostas vinculantes para venda da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), em Pernambuco, e da Refinaria Gabriel Passos (REGAP), em Minas Gerais, no primeiro trimestre deste ano.

A Petrobras reforça o seu compromisso com a ampla transparência de seus projetos de desinvestimento e de gestão de seu portfólio e informa que as etapas subsequentes serão divulgadas ao mercado de acordo com a Sistemática para Desinvestimentos da companhia e com o Decreto 9188/2017.

Agência Petrobras

Navio-tanque Eagle Passos realiza primeira operação no pré-sal da Bacia de Santos

A embarcação é a última a integrar a frota de quatro novos navios de posicionamento dinâmico (DP2) contratados pela Petrobras para aumentar o escoamento de óleo

O Eagle Passos, último dos quatro novos aliviadores contratados para aumentar a capacidade de escoamento da Petrobras, concluiu nesta última terça-feira (19/01) sua primeira operação de transferência de óleo, realizada no campo de Tupi, na Bacia de Santos. O óleo, coletado das plataformas P-67 e Cidade de Saquarema, foi posteriormente descarregado do Eagle Passos para um navio exportador, em Angra dos Reis. A embarcação chegou ao Brasil no dia 9 de janeiro e passou a integrar a frota de 21 navios-tanque do tipo posicionamento dinâmico (DP) na Petrobras, os quais realizam cerca de 1.300 offloadings por ano.

Assim como os outros três aliviadores, o Eagle Passos é um navio de posicionamento dinâmico (DP2) – que se estabiliza de forma automática – e tem capacidade de transporte e armazenamento de 1 milhão de barris. O primeiro, Eagle Petrolina, começou a operar em julho, seguido do Eagle Paulínia, em setembro. O terceiro navio contratado, o Eagle Paraíso, opera desde o início de novembro de 2020 principalmente no campo de Búzios, na Bacia de Santos. Desde que chegaram, as quatro embarcações realizaram mais de 100 offloadings, totalizando cerca de 51 milhões de barris de petróleo transferidos e transportados majoritariamente para Angra dos Reis e São Sebastião.

Além das quatro unidades já em operação, a Petrobras contratou, no ano passado, mais três navios-tanque do mesmo tipo, com entrega prevista para 2022. O primeiro desta nova série deve chegar ao Brasil em fevereiro de 2022.

Segurança e eficiência 

Projetadas sob medida e construídas na Coréia do Sul, as embarcações da classe Suezmax são dotadas de sistema Dynamic Positioning (DP2), com propulsores de alta potência e sistema de posicionamento dinâmico. Esse mecanismo permite estabilizar o navio de forma automática, garantindo a segurança e aumentando a eficiência da operação de alívio de petróleo. Os navios também são equipados com bombas de carga acionadas eletricamente para aumentar o aproveitamento de combustível e reduzir custos.

Agência Petrobras

ANP debate resolução sobre PAD e declaração de comercialidade em audiência pública

A  ANP realizou no dia (19/1) audiência pública online sobre a revisão da Resolução ANP nº 30/2014, que especifica o conteúdo e a forma de apresentação do Plano de Avaliação de Descobertas (PAD), do Relatório Final de Avaliação de Descobertas (RFAD) e da Declaração de Comercialidade, além de definir o mecanismo de aprovação do PAD e RFAD e da aceitação da Declaração de Comercialidade.

“A minuta atual foi fruto de um longo trabalho e traz aprimoramentos importantes para o normativo da ANP, tornando-o mais efetivo, claro e transparente, que são objetivos que a Agência vem buscando para simplificação de seus atos regulatórios”, afirmou o diretor da ANP José Cesário Cecchi na abertura do evento.

O PAD é um documento que contém um programa de atividades de exploração proposto pelo operador durante a vigência de um contrato de exploração e produção, quando houver decisão de avaliar o potencial de uma descoberta. A declaração de comercialidade é a notificação escrita do concessionário à ANP declarando uma jazida como descoberta comercial. Já o RFAD é o documento que apresenta os resultados do PAD e, após aprovado pela ANP, confere efetividade à declaração de comercialidade.

A primeira minuta da revisão da Resolução ANP nº 30/2014 foi levada para consulta pública por 60 dias, entre dezembro de 2019 e fevereiro de 2020, com audiência pública prevista para o dia 17/03/2020. Contudo, em função da pandemia de Covid-19, o processo foi suspenso, sendo retomado em outubro de 2020, com nova consulta pública de 45 dias.

A ANP optou por realizar nova consulta porque, ao longo do ano, a minuta de resolução foi aperfeiçoada, incluindo contribuições da primeira consulta e outras alterações realizadas pela própria Agência.

As principais adequações da nova minuta são: inclusão de orientações para a nomenclatura das áreas de desenvolvimento no momento da declaração de comercialidade (utilização de nomes de animais marinhos para campos marítimos e de animais da fauna terrestre brasileira para campos terrestres); aperfeiçoamento dos parâmetros utilizados para a análise econômica a ser apresentada no RFAD; e inserção de ajustes no texto para um maior detalhamento dos principais marcos e ações do cronograma do PAD.

As sugestões recebidas pela ANP na consulta e na audiência públicas serão avaliadas pela área técnica, para alteração ou não da minuta original. O texto consolidado passará por análise jurídica da Procuradoria Federal junto à ANP e por aprovação da diretoria colegiada da Agência, antes de sua publicação.

Ascom ANP

RenovaBio: ANP divulga cumprimento de metas 2019-2020

A ANP divulgou no último dia (19/01) em seu portal informações detalhadas sobre a comprovação da meta individual de 2019-2020 por cada distribuidor de combustíveis. Dos dados apurados, verifica-se que foram aposentados 14.535.334 CBIOs por distribuidores de combustíveis até 31/12/20, correspondendo a 97,6% da meta compulsória anual de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa fixada pelo CNPE para os anos 2019-2020. A tabela completa pode ser consultada aqui.

Dos 141 distribuidores de combustíveis com metas fixadas para o período,106 cumpriram integralmente a meta, quatro aposentaram CBIOs em quantidade inferior à meta e 31 não aposentaram CBIOs. O descumprimento parcial ou integral da meta anual individual sujeitará o distribuidor de combustíveis à multa prevista no art. 9º da Lei nº 13.576, de 2017, e no art. 6º do Decreto nº 9.888, de 2019, sem prejuízo das demais sanções administrativas e pecuniárias previstas na Lei nº 9.847, de 26 de outubro de 1999, e de outras de natureza civil e penal cabíveis. O pagamento da multa não isenta o distribuidor do cumprimento de sua meta anual, devendo a quantidade de CBIOs não cumprida ser acrescida à meta aplicável ao distribuidor no ano seguinte.

Os CBIOs aposentados pelos distribuidores de combustíveis em quantidade superior à sua meta individual compulsória fixada para 2019-2020, que totalizaram 73.556 CBIOS, não foram contabilizados na tabela, pois serão considerados como saldo para cumprimento da meta de 2021.

O prazo para cumprimento pelos distribuidores de combustíveis das metas individuais compulsórias de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa relativas aos anos 2019-2020, fixadas através dos Despachos ANP Nº 585/2019 e 263/2020, terminou no último dia 31/12. A comprovação de atendimento à meta individual de cada distribuidor é realizada a partir da aposentadoria de Créditos de Descarbonização – CBIOs em quantidade correspondente à sua meta. A aposentadoria dos CBIOs é registrada no sistema da B3 e lançada na Plataforma CBIO pelos escrituradores para fins de comprovação do seu cumprimento.

Tendo finalizado o processo de apuração, cabe à ANP a publicação do percentual de atendimento à meta individual por cada distribuidor de combustíveis, nos termos do art. 10 da Lei nº 13.576, de 2017, e do art. 8º do Decreto nº 2.888, de 2019.

Ascom ANP

ANP publica resolução sobre nominação de áreas para inclusão em rodadas

A ANP publicou no dia (19/1) a Resolução nº 837/2021, que regulamenta a nominação de área por agentes econômicos. Por esse processo, as empresas podem sugerir áreas de exploração e produção de petróleo e gás de seu interesse, para estudo da ANP, a fim de incluí-las futuramente em uma rodada de licitação ou na Oferta Permanente.

A iniciativa visa regulamentar e estimular a nominação de áreas pelos agentes da indústria. O novo regulamento da ANP atualiza, simplifica e dá maior visibilidade e institucionalização ao processo, para atrair a participação de um número maior de agentes.

Até a publicação da resolução, o processo de nominação de áreas estava disponível como “Instrução para Nominação de Áreas”, uma orientação publicada no site das Rodadas de Licitações da ANP.

O novo ato normativo atende às diretrizes da Política de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que, nos artigos 1°, §1°, VIII c/c 3°, I, “a”, da Resolução CNPE n° 17/2017, ressaltam a importância do incentivo à nominação de áreas pelos agentes econômicos, visando atrair investimentos e ampliar os estudos geológicos e geofísicos nas bacias sedimentares brasileiras.

Ascom ANP

Petrobras informa sobre o novo plano de previdência (PP-3)

A Petrobras, em continuidade ao comunicado divulgado em 1 de outubro de 2020, informa que o Conselho Deliberativo da Petros e o Conselho de Administração da companhia aprovaram nova versão da documentação para abertura do Plano Petros 3 (PP-3) e processo de migração, após a conclusão, pela Petros, dos ajustes solicitados pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC).

O processo seguirá para aprovação da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST) e aprovação final pela PREVIC. A expectativa de aprovação pelos órgãos fiscalizadores é até fevereiro de 2021. Já o início de operacionalização está previsto para o 2º trimestre de 2021, uma vez que o novo plano também passará por um estudo de viabilidade técnica e administrativa, que só poderá ser concluído após a definição da massa de participantes que terá optado pelo PP-3.

O PP-3 será uma opção previdenciária exclusiva para migração voluntária e pontual dos participantes e assistidos dos planos Petros do Sistema Petrobras Repactuados e Não Repactuados (PPSP-R e PPSP-NR), ambos pós-70.

Agência Petrobras

Petrobras revitalizará edifício-sede no Rio de Janeiro

Companhia adotará modelo smart-office e instalações mais sustentáveis para o meio ambiente e inclusivas para pessoas com deficiência 

A Petrobras anunciou, na última segunda-feira (18/01), o início da revitalização de seu edifício-sede (Edise), localizado na Avenida Chile, no Centro do Rio de Janeiro. A companhia irá modernizar o prédio implementando medidas de sustentabilidade, de design inclusivo, além do modelo de smart-office, no qual a ocupação e a gestão dos escritórios é mais eficiente por meio de soluções tecnológicas como agendamento de salas de reunião e estações de trabalho por aplicativo. Os novos modelos de instalações promoverão o uso de tecnologia e reduzirão ociosidades, alinhando o edifício à estratégia da Petrobras de redução de custo, aumento contínuo da produtividade, e contribuindo para o processo de transformação digital e de cultura organizacional pelos quais a Petrobras vem passando.

O edifício-sede da Petrobras iniciou suas atividades em 1973 e desde então nunca passou por uma reforma completa. Entre as melhorias previstas estão a criação de espaços colaborativos, de criação, experimentação e tecnologia, propiciando adoção de metodologias ágeis de trabalho. No segundo pavimento do prédio, por exemplo, haverá uma incubadora de startups, de forma a permitir maior integração dessas companhias com a Petrobras, contribuindo para um ambiente de inovação. A reforma prevê também uma série de medidas para tornar o edifício mais sustentável, como a implantação de um sistema de reaproveitamento de água da chuva para os jardins e torres de resfriamento, e a instalação de painéis energia solar no topo do prédio.  Além disso, os novos espaços terão piso podotátil (piso diferenciado com textura e cor, para que seja perceptível às pessoas com deficiência visual), placas de sinalização em Braile, entre outras melhorias, visando tornar as instalações mais inclusivas para pessoas com deficiência.

Atualmente, o Edise comporta até 5.800 colaboradores simultaneamente. Com a reforma e a adoção do modelo de smart office, a sede da Petrobras terá 7 mil posições de trabalho. Conforme anunciado em agosto de 2020, a Petrobras irá adotar um modelo permanente de teletrabalho para os empregados de regime administrativo. O modelo tem adesão voluntária e limite de até três dias por semana. A partir da do teletrabalho permanente pela empresa por até 3 dias na semana, a expectativa é que cerca de 11,5 mil pessoas possam ser lotadas no Edise.

A previsão da companhia é que a primeira etapa da obra seja concluída no primeiro semestre de 2022. A partir dessa data, a obra seguirá com o prédio parcialmente ocupado, com estimativa de concluir toda a reforma o segundo semestre de 2023.

A história do prédio 

Considerado um marco na arquitetura nacional, o edifício-sede da Petrobras foi construído entre 1969 e 1974. O projeto do edifício foi escolhido por meio de um concurso, em nível nacional, organizado pelo Instituto dos Arquitetos do Brasil, do qual participaram mais de 200 escritórios de construção civil. Capitaneado pelo arquiteto Roberto Luis Gandolfi, o projeto vencedor se mostrou, ao mesmo tempo arrojado e futurista, e após a construção, acabou se tornando um símbolo da própria companhia.

Agência Petrobras

Petrobras informa sobre aditivos aos TCCs do Refino

A Petrobras esclarece que não assinou o aditivo ao Termo de Compromisso de Cessação (TCC) com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) para o mercado de refino. A minuta do aditivo foi aprovada pelo Cade para readequação dos prazos de assinatura dos contratos de compra e venda (signing) das oito refinarias de 31/12/2020 para 30/04/2021.

Adicionalmente, o Cade também aprovou a minuta do aditivo do TCC para o mercado de gás natural para readequação dos prazos de signing da Nova Transportadora do Sudeste S.A. (NTS) e da Petrobras Gás S.A. (Gaspetro) de 31/12/2020 para 30/04/2021.

As assinaturas dos aditivos seguirão os trâmites de governança de aprovação pelos órgãos competentes da Petrobras.

A companhia reforça o seu compromisso com a ampla transparência de seus projetos de desinvestimento e de gestão de seu portfólio.

Agência Petrobras