Resultados financeiros da Petrobras apresentam melhorias no terceiro trimestre de 2020

Em um ano desafiador como o de 2020, a Petrobras agiu rapidamente para garantir sua liquidez durante o primeiro semestre, o momento mais agudo da crise até agora. No terceiro trimestre, graças a uma sólida geração de caixa, respaldada principalmente pelo seu desempenho operacional e pelo aumento do preço do Brent, a companhia conseguiu acelerar seu processo de desalavancagem e a geração de caixa.

A geração de caixa medida pelo Ebitda apresentou uma expressiva recuperação em relação ao trimestre anterior, em parte em função do aumento de 47% do preço do Brent no trimestre. A companhia fechou o período com Ebitda ajustado recorrente de U$ 6,9 bilhões, mais que o dobro do segundo trimestre. Esse é um resultado importante, pois retira o efeito dos juros, impostos, depreciação e amortização do lucro líquido, facilitando a comparação de resultado entre empresas, uma informação fundamental que auxilia na tomada de decisão de potenciais investidores, parâmetro fundamental para analisar o resultado operacional de uma companhia ao longo do tempo.

Como consequência, o resultado líquido também demonstrou uma melhoria no período, especialmente nos itens recorrentes. Ainda assim, a companhia registrou prejuízo líquido de US$ 236 milhões. Expurgados os itens não-recorrentes, o resultado seria revertido positivamente e o lucro líquido recorrente seria de US$ 633 milhões. Entre os itens não recorrentes estão os efeitos da adesão a programas de anistias fiscais e os prêmios na recompra de bonds , devido à menor percepção de risco pelo mercado.

A retomada de pré-pagamentos fez com que a Petrobras reduzisse em US$ 11,6 bilhões a sua dívida bruta no terceiro trimestre. “Nos últimos 21 meses conseguimos reduzir US$ 31,3 bilhões de dívida – cerca de US$ 1,5 bilhão por mês – um fator chave para nossa companhia, uma vez que contribui para a redução do risco de nosso balanço, para o fortalecimento de nossa resiliência à volatilidade do fluxo de caixa e para liberarmos recursos para investirmos em nossos ativos de classe mundial”, disse o presidente da Petrobras Roberto Castello Branco. E, mesmo com essa redução acentuada no endividamento, a empresa manteve uma sólida posição de caixa com US$ 13,4 bilhões.

Resultados operacionais expressivos

A produção total de óleo e gás da Petrobras cresceu 5% em relação ao trimestre anterior, com destaque para o incremento na produção do pré-sal. Em função disso, a empresa projeta superar a meta originalmente definida para o ano, que era de 2,7 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed). A nova meta passa a ser de 2,84 milhões de boed, com variação de +/- 1,5%.

Esse desempenho operacional expressivo se deveu ao aumento da capacidade de produção de Búzios e elevada eficiência operacional no pré-sal, assim como a postergação de parte das grandes paradas programadas de produção.

O volume de vendas de combustíveis cresceu 18% no trimestre impulsionado pela recuperação econômica e retomada do market share. O fator de utilização das refinarias superou as expectativas e fechou o trimestre em 83%, depois de atingir 70% no segundo trimestre. Também houve progressivo aumento das exportações, com novo recorde de exportação de petróleo registrado em setembro (1,066 milhão de barris por dia).

A companhia permaneceu com uma trajetória descendente de TAR, a taxa de acidentados registráveis por milhão de homem-hora, alcançando 0,60 no terceiro, uma referência para a indústria global de óleo.

O total de entrada no caixa da Petrobras com a venda de ativos alcançou US$ 1 bilhão nos primeiros nove meses do ano. Há ainda dez operações a serem fechadas até o fim do ano e outros 39 projetos de desinvestimento em andamento.

Mudança na política de dividendos da companhia

A companhia aprovou mudança em sua política de dividendos, permitindo que exista a opção de distribuir dividendos mesmo com prejuízo contábil em um determinado ano, desde que a dívida líquida tenha diminuído nos últimos doze meses, sendo essa distribuição limitada ao valor dessa redução. Essa mudança faz parte da abordagem da companhia para focar na geração de caixa ao invés de focar em medidas contábeis, em linha com os pares globais.

A íntegra do release de resultados está disponível em petrobras.com.br/agenciapetrobras

Agência Petrobras

Decisão da Agenersa pelo mercado livre de gás traz maior segurança jurídica, avalia Firjan

A Agenersa, em sessão regulatória, ocorrida ontem, (29/10), finalizou o processo que insere o estado do Rio de Janeiro no mercado livre de gás natural. O “Estudo e Reformulação do Arcabouço Regulatório para Auto Produtor, Auto Importador e Consumidor Livre” estava em discussão com o mercado há pelo menos 15 meses.

A decisão da agência, que atende à manifestação encaminhada em Carta Aberta assinada pela Firjan, ONIP, IBP e outras 18 entidades, permite a inserção do estado no mercado livre de gás natural, passo importante para garantir segurança jurídica aos investimentos em território fluminense. Os pleitos apresentados pela federação com relação à revisão da definição do consumo mínimo de gás para caracterizar um consumidor livre e dos custos de engenharia para projetos de gasodutos dedicados foram acatados pela Agenersa em sua integralidade.

Porém, o pedido referente à conexão de terceiros em gasodutos dedicados, sem a perda do benefício tarifário ao agente livre preconizador do duto, foi acatado parcialmente, somente para os casos em que a concessionária CEG ou CEG Rio tenha feito a construção do gasoduto em questão.

A finalização dessa etapa traz maior segurança jurídica para atração de investimentos futuros e manutenção dos projetos existentes, além de abrir caminho para as ações de detalhamento e implementação da deliberação em questão. Os benefícios deste encaminhamento foram tema do estudo elaborado pela Firjan, “Rio a Todo Gás”, que destaca o potencial de atrair e destravar em torno de R$ 45 bilhões em investimentos no estado do Rio, ao longo da cadeia de valor do gás com a dinamização do mercado.

Vantagens do Mercado Livre

Os benefícios advindos da decisão da agência poderão ser percebidos na estruturação de redes de gasodutos de escoamento e de transporte de gás natural; bem como seu tratamento em novas plantas de processamento e no desenvolvimento de oportunidades de consumo em segmentos como siderurgia, geração de energia elétrica, fertilizantes, como combustível para veículos leves e pesados (GNV) e petroquímico.

Na Carta Aberta encaminhada à agência na semana passada, as entidades ressaltaram que o Mercado Livre de Gás Natural possibilitará que o consumidor industrial compre o gás natural diretamente do produtor/importador/comercializador, assim como a eventual construção própria de dutos dedicados para fornecimento desse gás. O Mercado Livre estimula a competição entre fornecedores com a expectativa de redução do custo do gás, que significa mais de 50% da tarifa final para muitas indústrias, e pode fomentar a redução dos custos de distribuição.

CGG se prepara para nova fase da sísmica no pré-sal

A Shearwater GeoServices garantiu uma extensão do contrato de cinco meses para a pesquisa multicliente da Nebulosa do Brasil da CGG.

A primeira fase do Nebula 3D está quase concluída e a aquisição começará em breve na fase dois.

“A extensão oferece um acréscimo sólido à nossa carteira firme para o inverno do norte e temporada de verão austral”, disse Irene Waage Basili , CEO da Shearwater GeoServices.

Este período de extensão começa no final do quarto trimestre, realizado pelo navio sísmico Oceanic Sirius.

Especificamente, o Nebula 3D é um grande levantamento BroadSeis de longo deslocamento nas Bacias de Campos e Santos na costa do Brasil.

A Fase I cobre aproximadamente 17.700 quilômetros quadrados no lado sudeste da área de pesquisa, fornecendo cobertura de dados 3D onde atualmente nenhum outro dado 3D existe.

A Fase II cobre aproximadamente 10.000 quilômetros quadrados no lado norte da área de pesquisa com conjuntos de dados de banda larga subjacentes que fornecerão dados para imagens de azimute duplo.

Os dados de azimute duplo da Nebulosa Fase II também devem iluminar melhor os eventos do pré-sal e abordar os desafios significativos apresentados pelas espessas camadas vulcânicas nesta parte da pesquisa.

Os resultados rápidos devem estar prontos no quarto trimestre de 2021 e os produtos finais no primeiro trimestre de 2022.

Sophie Zurquiyah , CEO CGG, também disse:

“O Pré-Sal brasileiro é a maior descoberta mundial de petróleo das últimas décadas e a mais importante exploração exploratória do mundo. Esta adição à nossa já muito grande biblioteca multi-cliente 3D nas bacias de Santos e Campos reforça nosso compromisso em oferecer ao setor conjuntos de dados ultramodernos para apoiar a exploração e o desenvolvimento otimizados de toda a área do pré-sal ”.

Offshore Energy Today

Siemens Energy ajudará a Total a atingir metas de baixas emissões no maior projeto de GNL da África

A CCS JV (uma joint venture entre a Saipem e a McDermott) selecionou recentemente a Siemens Energy para fornecer equipamentos de geração de energia que reduzem as emissões e compressores para o Projeto Mozambique GNL, na província de Cabo Delgado, localizada na costa leste da África. O projeto, liderado pela TOTAL E&P Mozambique Area 1, inclui o desenvolvimento de campos de gás offshore na Área 1 de Moçambique e uma planta de liquefação com capacidade superior a 12 milhões de toneladas/ano.

Como parte do contrato, a Siemens Energy fornecerá seis turbinas a gás industriais SGT-800, que serão usadas para geração de energia no local, com baixas emissões.

Com mais de oito milhões de horas de operação no total da frota de equipamentos e mais de 400 unidades vendidas, a turbina SGT-800 é ideal para geração de energia, particularmente em aplicações de GNL, nas quais a confiabilidade e a eficiência são fatores críticos. A potência nominal de 54 MW da turbina selecionada para este projeto tem uma eficiência bruta de 39%. Além disso, ela é equipada com um sistema de combustão robusto, de baixa emissão DLE (Dry Low Emission) que permite um desempenho no controle das emissões considerando os padrões mundiais sem a necessidade de utilização de água e em uma ampla faixa de geração.

“Mozambique LNG é o primeiro projeto de desenvolvimento de GNL onshore do país e irá desempenhar um papel fundamental no atendimento da crescente demanda por energia nos mercados do eixo Ásia-Pacífico, Oriente Médio e subcontinente indiano”, disse Thorbjoern Fors, Vice-Presidente Executivo da área de Industrial Applications da Siemens Energy. “Esperamos ajudar a Total a atingir o mais baixo perfil de emissões possível e contribuir com a meta da empresa de fornecer energia limpa e confiável para clientes em todo o mundo”, completa.

A Siemens Energy também fornecerá quatro compressores centrífugos para processar o BOG (boil-off gas). Uma característica fundamental desses compressores é o sistema de palhetas guia na entrada (IGV), sistema que permite a otimização do consumo de energia de acordo com mudanças nos parâmetros operacionais, como temperatura de entrada e pressão de saída.

A entrega das turbinas a gás está programada para o segundo semestre de 2021 e primeiro semestre de 2022. A entrega dos compressores está prevista para 2021.

“Estamos orgulhosos de fazer parte deste importante projeto como fornecedor de equipamentos rotativos confiáveis e comprovados em campo, que ajudarão a contribuir para o crescimento econômico de Moçambique a longo prazo e para a prosperidade dos seus cidadãos”, disse Arja Talakar, Vice-Presidente Sênior de Industrial Applications Products da Siemens Energy.

A encomenda dos equipamentos para o projeto de Mozambique LNG vem na esteira de um recente acordo entre a Total e a Siemens Energy para o avanço de novos conceitos para a produção de GNL com baixas emissões. A Siemens Energy, como parte do contrato, está conduzindo estudos para explorar uma variedade de possíveis projetos de plantas de liquefação e de geração de energia, com a meta de descarbonizar o desenvolvimento e a operação das instalações de GNL.

Petrobras revisa Política de remuneração aos acionistas

O Conselho de Administração da Petrobras, em reunião realizada ontem (27/10), aprovou a revisão da Política de remuneração aos acionistas, com objetivo de possibilitar que a administração proponha o pagamento de dividendos compatíveis com a geração de caixa da companhia, mesmo em exercícios em que não for apurado lucro contábil.

Com as alterações aprovadas, no cenário em que o endividamento bruto da companhia estiver acima de US$ 60 bilhões, poderá ser apresentada a proposta de distribuição de dividendos, sem apuração de lucro contábil, quando se verificar redução de dívida líquida no período de doze meses anteriores, caso a administração entenda que será preservada a sustentabilidade financeira da companhia. A proposta de distribuição deverá ser limitada à redução de dívida líquida.

A companhia poderá, ainda, em casos excepcionais, propor o pagamento de dividendos extraordinários, superando o dividendo mínimo legal obrigatório ou o valor anual apurado a partir da fórmula (remuneração = 60% x (fluxo de caixa operacional – CAPEX), quando seu endividamento bruto estiver inferior a US$ 60 bilhões, mesmo na hipótese de não verificação de lucro contábil.

Em todos os casos, a distribuição de dividendos deverá observar o disposto na legislação aplicável, incluindo o artigo 201 da Lei das Sociedades por Ações (Lei n. 6.404/76).

A revisão da política está disponível no website de Relações com Investidores (www.petrobras.com.br/ri) e no site da CVM (www.cvm.gov.br).

Agência Petrobras

Apoio do BNDES a empresas atinge R$125 bi na pandemia, diz banco

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) afirmou que o conjunto de medidas tomadas em apoio a empresas atingidas pelas medidas de isolamento social desde o início das quarentenas decretadas no país em março soma cerca de 125 bilhões de reais.

Segundo o banco de fomento, desde março 258 mil micro, pequenas e médias empresas, que empregam cerca de 8,5 milhões de pessoas, foram atendidas pelas medidas.

Somente o Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac), contabiliza 71,1 bilhões de reais em créditos garantidos desde o lançamento, em 30 de junho. A linha conta com apoio de 46 agentes financeiros habilitados a contratar empréstimos com a garantia do Tesouro Nacional via Fundo Garantidor de Investimentos (FGI).

Do total disponibilizado ao Peac, que tem os agentes financeiros como responsáveis pela utilização dos recursos na concessão dos empréstimos, o BNDES estima que 66 bilhões de reais foram direcionados para micro, pequenas e médias empresas.

O banco ofertou ainda uma linha de crédito focada em capital de giro para pequenas empresas que já aprovou 8 bilhões de reais e envolveu até agora 24.600 empresas. Segundo o banco, o BNDES também deu suporte ao Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese), que aprovou 7,3 bilhões de reais em crédito.

Além da concessão de crédito, entre as medidas adotadas pelo BNDES de suporte à economia está a suspensão de pagamento durante a pandemia de 12,6 bilhões de reais, envolvendo cerca de 500 grandes companhias e 28.600 micro, pequenas e médias empresas.

Agência Reuters

Petrobras confirma recebimento de proposta da Compass por Gaspetro

A Petrobras confirmou que recebeu na véspera propostas vinculantes de companhias interessadas em sua participação de 51% na distribuidora de gás Gaspetro, dentre as quais a Compass, conforme comunicado.

Na noite de segunda-feira, a Cosan informou que sua subsidiária Compass havia apresentado uma proposta pela Gaspetro.

A estatal disse que o recebimento de propostas vinculantes é uma das etapas dos projetos de desinvestimentos para a qual não há previsão de divulgação ao mercado. “As etapas subsequentes do processo serão tempestivamente divulgadas conforme previsto na Sistemática de Desinvestimentos”.

Agência Reuters

Caterpillar tem resultado menor no trimestre com recuperação vacilante da economia global

A Caterpillar teve queda no resultado trimestral pressionada por queda de vendas de equipamentos em seus três principais segmentos de atuação, algo que reflete uma recuperação econômica global lenta e desigual.

A fabricante de equipamentos pesados teve lucro líquido de terceiro trimestre equivalente a 1,22 dólar por ação, queda de 54% em relação ao mesmo período do ano passado. Analistas esperavam, em média, resultado de 1,16 dólar por papel, segundo a Refinitiv.

O lucro foi apoiado por despesas tributárias menores do que o esperado no trimestre. A receita teve queda de 23% no período.

A Caterpillar, um termômetro da atividade econômica, tem enfrentado dificuldades geradas pela guerra comercial iniciada pelo governo de Donald Trump contra a China, além dos efeitos da pandemia de coronavírus.

O vice-presidente financeiro da Caterpillar, Andrew Bonfield, afirmou que embora os clientes ainda estejam receosos em fazerem grandes compras de equipamentos, uma recuperação econômica rápida na China e a melhora na atividade de construção residencial na América do Norte devem levantar as vendas no atual trimestre.

A China é um “ponto brilhante em nossas vendas”, disse Bonfield à Reuters. Ele acrescentou que a segunda maior economia do mundo registrou um crescimento de 14% nas vendas de máquinas para construção na região Ásia-Pacífico no terceiro trimestre.

Apesar disso, no geral, a empresa espera que as vendas de equipamentos caiam no quarto trimestre sobre um ano antes. O ritmo do declínio, porém, deve ser moderado.

Agência Reuters

Petrobras informa sobre o FPSO P-71 e o desenvolvimento de Tupi

A Petrobras assinou, após negociação com seus parceiros no Consórcio BM-S-11, Shell Brasil Petróleo Ltda (25%) e Petrogal Brasil S.A. (10%), compromisso de compra da plataforma P-71, sujeito a condições precedentes relacionadas a marcos no avanço físico da unidade. Também foi acordada a elaboração de um novo Plano de Desenvolvimento (PD) para o campo de Tupi, onde o FPSO seria originalmente utilizado.

O desembolso da Petrobras estimado na transação será de US$ 353 milhões, correspondente à parcela dos sócios na P-71.

A P-71, em fase final de construção no estaleiro Jurong, no Espírito Santo, da família dos replicantes, com capacidade de produção de 150 mbpd, será alocada no campo de Itapu.

Após o leilão do excedente da cessão onerosa ocorrido em novembro de 2019, os direitos de produção do campo de Itapu passaram a ser detidos integralmente pela Petrobras e a alocação do FPSO P-71 no campo permitirá a antecipação do seu primeiro óleo em cerca de um ano.

Em razão da nova alocação da P-71, a licitação de afretamento da plataforma que atenderia ao projeto de Itapu será cancelada.

Com o compromisso de venda da P-71, sujeito às mencionadas condições precedentes, os sócios do Consórcio BM-S-11 no Brasil acordaram em elaborar um novo PD para Tupi, a ser entregue para a ANP em 2021.

Tal iniciativa busca implantar projetos complementares de desenvolvimento da produção resilientes a baixos preços de petróleo, permitindo aumentar ainda mais o fator de recuperação do campo, que é atualmente o maior produtor mundial em águas profundas e cuja produção acumulada já ultrapassou 2 bilhões de boe.

A aquisição da P-71 e as ações para elaboração de um novo PD para Tupi estão aderentes à estratégia da Petrobras de concentrar suas atividades em ativos de classe mundial em águas profundas e ultra profundas.

Agência Petrobras

Petrobras iniciou a Pesquisa Sísmica Marítima Streamer 3D/4D

No dia 12 de Outubro de 2020, iniciamos a atividade de Pesquisa Sísmica Marítima Streamer 3D/4D Multiazimute nos Campos de Albacora, Marlim e Voador, na Bacia de Campos, cuja aquisição de dados está sendo realizada pela empresa Polarcus Serviços Geofísicos do Brasil Ltda.

Consiste no monitoramento da produção em campos maduros, a chamada sísmica de reservatório, sendo fundamental para o processo de revitalização dos campos de Albacora, Marlim e Voador. A atividade foi licenciada pela COEXP/CGMAC/DILIC/IBAMA por meio da Licença de Pesquisa Sísmica (LPS) nº 144/2020.

Neste processo, fortalecemos as nossas ações, ampliando a eficiência de nossas atividades no segmento de E&P, com responsabilidade técnica, social e ambiental na Bacia Marítima de Campos.

Petrobras