ANP debate resultados da resolução sobre transparência de preços na cadeia de combustíveis

A ANP realizou o Workshop de Avaliação da Resolução ANP nº 795/2019, que dispõe sobre a obrigatoriedade de apresentação de dados de preços relativos à comercialização de derivados de petróleo e biocombustíveis por produtores, importadores e distribuidores.

O diretor da ANP José Cesário Cecchi lembrou, na abertura do workshop, que o tema começou a ser discutido em 2018, no âmbito da Tomada Pública de Contribuições (TPC) nº 01/2018. “Uma das recomendações da TPC dizia que a ANP deveria implementar estudos sobre aumento da transparência na formação dos preços. Como resultado, e após amplo debate com a sociedade, houve a publicação da Resolução ANP nº 795/2019. Os objetivos foram aumentar a transparência no processo de formação de preços, reduzir a assimetria nos contratos entre produtores e distribuidores de combustíveis e aumentar as informações disponíveis à ANP sobre preços”, afirmou.

Durante o workshop, foram apresentados os resultados da pesquisa de percepção sobre a Resolução ANP nº 795/2019, que foi encaminhada aos agentes em meados de setembro deste ano, além de colher informações adicionais e esclarecer dúvidas acerca das respostas enviadas. Durante a pesquisa, foram recebidas cerca de 400 contribuições e perguntas de mais de 50 agentes econômicos.

A Resolução ANP nº 795/2019 tem como objetivo reduzir a assimetria de informações e proteger os interesses do consumidor quanto a preço, qualidade e oferta dos produtos, promovendo a livre concorrência, tanto no curto quanto no longo prazo. As contribuições recebidas servirão como subsídio para a Avaliação de Resultado Regulatório (ARR) que será realizada pela ANP.

Ascom ANP

Edição de Outubro/2020 – Revista Oil & Gas Brasil

Prezado leitor,

A edição de Outubro/2020 da Revista digital Oil & Gas Brasil, já está disponível.

CLIQUE AQUI ou na capa e acesse o link direto.

Outubro Rosa é uma campanha de conscientização que tem como objetivo principal alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e mais recentemente sobre o câncer de colo do útero.

No Brasil, as campanhas de conscientização sobre o câncer de mama acontecem desde 2002, mas foram instituídas por lei federal apenas em 2018. E, a partir de 2011, ocorrem campanhas sobre o câncer de colo do útero em diversos estados. A publicidade adotou o tom de rosa como motivador de campanhas no período, e ações em mídias sociais também tendem a ser reforçadas durante este mês.

ANP e órgão regulador de petróleo da Noruega assinam memorando de cooperação

A ANP assinou em 9/10 um Memorando de Cooperação com a Petroleum Safety Authority of the Kingdom of Norway (PSA-Norway). O acordo formaliza a cooperação da Agência com o órgão regulador do setor de petróleo da Noruega, intensificando o compartilhamento de experiências sobre práticas de supervisão que garantam atividades seguras de exploração e desenvolvimento de recursos petrolíferos marítimos.

A parceria ocorrerá conforme um plano de trabalho, no âmbito técnico e científico de segurança operacional, incluindo aspectos de natureza regulatória, técnica e administrativa.

A agenda de cooperação envolve os seguintes assuntos de segurança operacional de interesse comum: extensão de vida útil e descomissionamento; transferência de operações (cessão de direitos); aprovação de projetos de perfuração na fase de exploração; interações com demais órgãos reguladores (como, por exemplo, órgãos ambientais) e outras partes interessadas; indicadores de desempenho de segurança; lições aprendidas com acidentes operacionais significantes; e segurança cibernética.

A ANP e a PSA-Norway são órgãos membros do International Regulator’s Forum (IRF), um fórum criado em 1993 para lidar com matérias relacionadas à regulação de segurança nas atividades de exploração e produção de petróleo e gás natural no mar.

A iniciativa para o estreitamento de laços entre os dois órgãos especificamente foi proposta pela ANP em outubro de 2018, por ocasião da Offshore Northern Seas Conference (ONS). Entre os dias 4 e 7 de novembro de 2019, a Agência realizou workshop com a participação de técnicos e diretores da PSA- Norway, no Rio de Janeiro. O workshop evidenciou a importância e o benefício de uma relação mais próxima entre os dois órgãos.

Ascom ANP

Petrobras informa sobre reabertura de títulos globais e oferta de recompra

A Petrobras anuncia que a sua subsidiária integral Petrobras Global Finance B.V. – PGF pretende reabrir os títulos PGF 5,60% Global Notes com vencimento em janeiro de 2031 (CUSIP No. 71647NBH1/ ISIN No. US71647NBH17) para uma nova emissão, sujeita às condições de mercado. Os títulos adicionais serão emitidos com garantia total e incondicional da Petrobras.

A Petrobras também anuncia o início de uma oferta de recompra, pela PGF, dos títulos descritos na tabela abaixo, estando limitados ao montante total dispendido de US$ 2 bilhões.

(1) Inclui títulos detidos pela Petrobras ou suas afiliadas.
(2) Valores por US$ 1.000 ou { 1.000, conforme o caso.

Caso o montante ofertado pelos investidores na oferta de recompra de um determinado título faça com que o limite de US$ 2 bilhões seja excedido, a oferta será cancelada para aquele título e aceita para o(s) título(s) seguintes, seguindo a ordem de prioridade, até que o limite de US$ 2 bilhões seja alcançado de forma que nenhum título poderá ser aceito parcialmente. Para determinação do limite acima definido, o montante em dólares norte-americanos correspondente às ofertas de títulos em Euro será definido usando-se as taxas de câmbio reportadas pela Bloomberg na página “FXIP” às 14h:00h, horário de Nova York da data de expiração, conforme abaixo definida.

A oferta de recompra irá expirar às 17:00h, horário de Nova York, em 19 de outubro de 2020 (Data de Expiração). Detentores de títulos que forem validamente entregues, não retirados e aceitos para recompra até a data de expiração receberão o pagamento total indicado na tabela acima no terceiro dia útil após a Data de Expiração (Data de Liquidação). Os detentores dos títulos também receberão os juros capitalizados até a Data de Liquidação.

A oferta será conduzida por BofA Securities, Inc., Deutsche Bank Securities, Inc., HSBC Securities (USA) Inc., Itau BBA USA Securities Inc., J.P. Morgan Securities LLC, Santander Investment Securities, Inc. e Scotia Capital (USA), Inc. Solicitações de cópias do documento com os termos e condições da oferta (Offer to Purchase) bem como outros documentos relacionados à oferta de recompra poderão ser feitas diretamente ao Global Bondholder Services Corporation através dos telefones +1 (866) 470-3800 (toll-free) ou +1 (212) 430-3774. Os documentos das ofertas de recompra também poderão ser obtidos através do link http://www.gbsc-usa.com/Petrobras/.

Agência Petrobras

Cummins Brasil promove Mês da Diversidade & Inclusão e debate o Racismo

Comprometida em promover a diversidade dentro de suas instalações e fomentar o diálogo para a contribuição de uma sociedade mais justa e igualitária, a Cummins Brasil realizou pelo quarto ano consecutivo o Mês da Diversidade & Inclusão, com ampla programação voltada para o conhecimento, informação e troca de experiências entre os colaboradores e convidados especiais.

As atividades do mês foram planejadas e executadas pelos Grupos de Recursos de Colaboradores (ERG’s), pelo Comitê de Diversidade da Cummins do Brasil e teve como tema central o Racismo e suas vertentes na nossa sociedade.

De acordo com Marco Bologna, diretor de Compras para América Latina e líder do Comitê Brasil de Diversidade da Cummins, “a busca pela equidade e quebra de preconceitos está no nosso DNA. Nesta edição, por conta do distanciamento social, realizamos quatro lives, uma por semana, e o engajamento foi surpreendente; contabilizamos a participação de mais de 600 pessoas e ampliamos ainda mais as possibilidades ao envolvermos também os familiares dos nossos colaboradores na busca de conhecimento e informação”.

O primeiro encontro abordou a temática “Vamos tirar o racismo do armário?” e os representantes do ERG Pride, também colaboradores da Cummins Brasil, Andrew Labatut, João Carlos e Vanderlei Silva, contaram suas vivências de racismo e homofobia ao mesmo tempo em que despertaram a consciência do público presente de que as pessoas podem praticar o racismo mesmo sem a intenção. Além disso, orientaram sobre como podemos melhorar o nosso viés inconsciente.

“Racismo e o tempo: o que mudou?” foi a live liderada pelo ERG Gerações da Cummins que trouxe para o debate três convidados de gerações distintas. Os colaboradores Jefferson Silva, Larissa Oliveira e Glaucio Soares dividiram momentos críticos, como a busca pelo primeiro emprego, estudos e obstáculos já enfrentados por serem afrodescendentes no Brasil.

Com a participação e apresentação de Flavia Martins, poeta e diretora de marketing da empresa TransUnion, em parceria com a colaboradora da Cummins Brasil, Valana Feliciano, o tema “Conhecimento e sororidade, duas grandes ferramentas do empoderamento feminino e aceitação”, foi debatido entre os participantes que aprenderam muito sobre o poder de fala da mulher negra e os desafios de ser mulher em uma sociedade que não reconhece e valoriza o gênero.

Como questionamento para o último encontro que marcou o Mês da Diversidade & Inclusão nas ações da Cummins Brasil, “o que é capacitismo”? O ERG para Pessoas com Deficiência trouxe discussões importantíssimas sobre os conceitos, muitas vezes impostos pela sociedade, de que as pessoas são ‘perfeitas’. Os convidados internos e externos relataram como é o dia a dia de uma pessoa com deficiência e como o capacitismo pode ser nocivo para o desenvolvimento desses indivíduos.

De carona com as ações de Diversidade & Inclusão, a Cummins Brasil, com o suporte da área de Recrutamento & Seleção, tem apoiado a atração de talentos, divulgando como o interessado pode se inscrever para fazer parte do Banco de Talentos de Diversidade para futuras oportunidades.
https://cummins-brazil.jobs/s%C3%A3o-paulo-bra/banco-de-talentos-diversidade/D79DC177541E410B899832E8FCCDDFA9/job/

Todas as lives do Mês da Diversidade & Inclusão promovidas pela Cummins Brasil foram pensadas para trazer à tona assuntos que influenciam diretamente nas relações interpessoais da sociedade. Para assisti-las, basta acessar o canal: https://www.youtube.com/user/CumminsBR/videos

Schneider Electric faz parte do Top 50 dos empregadores mais atrativos no mundo

A Schneider Electric, líder global na transformação digital em gestão de energia elétrica e automação, foi reconhecida por estudantes em todo o mundo como um dos empregadores mais atrativos nas áreas de engenharia e tecnologia pela Universum, ao ficar em 48.º lugar. Os resultados deste ano foram anunciados em parceria com a Business Insider e outros veículos proeminentes ao redor do mundo.

Empregador desejado para alunos de engenharia e TI

Mais de 235 mil participantes do Universum Talent Surveys classificaram o que acham mais desejável para trabalhar. Os estudantes de negócios e engenharia nas 12 maiores economias do mundo avaliaram empregadores com base em 40 características, e revelaram o que consideram mais importante para suas decisões de emprego.

Em muitos mercados, a Schneider Electric mostrou melhorias na classificação ante o constatado na lista do ano passado. Em 2020, Turquia, (41.º), Cingapura, (42.º), China (44.º), Rússia (44.º) e Espanha (46.º) estão entre os países de melhor classificação.

“Estamos muito orgulhosos por figurarmos dentro do top 50 novamente”, diz Tina Mylon, vice-presidente sênior de Talento e Diversidade. “Gostaria de agradecer nossos times de Employer Branding e Relação com Universidades em todo o globo por terem colocado foco em como somos atrativos como empresa para os estudantes, especialmente durante 2020, ano que fez com que mudássemos para 100% digital por conta da pandemia.” Para Tina Mylon, a premiação proporciona uma grande plataforma para que no próximo ano a companhia continue a procurar maneiras de atrair e diversificar os talentos futuros.

A Schneider Electric está comprometida a fornecer aos estudantes oportunidades de aprenderem mais sobre a indústria onde ela está inserida e a explorarem caminhos em suas carreiras. Existem muitas maneiras com as quais os estudantes podem se conectar com a companhia, enquanto ela investe em busca de novas maneiras de trabalhar para ser ainda mais digital. Isso inclui programas como Global Virtual Student Experience e a competição mundial estudantil Schneider Go Green, além de oportunidades de trabalho em período integral e programas de desenvolvimento de início de carreira como estágios virtuais ou presenciais, programas de graduação e de aprendiz.

Sobre o ranking dos empregadores mais atraentes do mundo

Os resultados da pesquisa dos empregadores mais atraentes do mundo se basearam na resposta de mais de 235 mil estudantes de negócios e engenharia/TI nas 12 maiores economias do mundo (Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Itália, Japão, Rússia, Coréia do Sul, Reino Unido e Estados Unidos). Para ser consideradas, as empresas deveriam estar entre os empregadores mais atrativos (top 90% do ranking do empregador mais atrativo da Universum) em pelo menos 6 dos 12 mercados. Os resultados levaram em conta o PIB, para que a posição de alta classificação nos Estados Unidos tivesse maior influência que a posição de alta classificação na Índia, por exemplo. A pesquisa foi realizada entre setembro de 2019 e abril de 2020.

Siemens Energy e Siemens Mobility impulsionam juntas o desenvolvimento da mobilidade por meio do hidrogênio

A Siemens Energy e a Siemens Mobility assinaram um Memorando de Entendimento (MoU) para desenvolver e oferecer em conjunto sistemas de hidrogênio para trens. O acordo foi assinado por Albrecht Neumann, CEO da área de Rolling Stock da Siemens Mobility, e Armin Schnettler, vice-presidente executivo (EVP) de New Energy Business da Siemens Energy. O projeto visa o desenvolvimento conjunto de soluções holísticas de hidrogênio para o transporte ferroviário, com oferta aos clientes para promover o hidrogênio na economia da Alemanha e da Europa, apoiando a descarbonização no setor de mobilidade.

Desde o spin-off e abertura de capital em 28 de setembro de 2020, a Siemens Energy não faz mais parte do Grupo Siemens. A Siemens AG é a maior acionista da Siemens Energy AG. A Siemens Mobility GmbH, que pertence à Siemens AG, e a Siemens Energy AG assinaram esse acordo de cooperação em pesquisa para dar continuidade à expansão de seus esforços na promoção da mobilidade por meio do hidrogênio.

“A descarbonização dos sistemas de energia é uma meta central da Siemens Energy. O chamado acoplamento setorial desempenha um papel fundamental aqui – interconectando setores relevantes em termos de energia, anteriormente separados, como eletricidade e geração de calor ou mobilidade. Isso pode ser obtido – totalmente livre de CO2 – por meio da eletrólise da água, usando eletricidade produzida a partir de fontes de energia renováveis, afirma Armin Schnettler, EVP de New Energy Business da Siemens Energy. “Trabalhando junto com a Siemens Mobility, queremos impulsionar o acoplamento do setor, desenvolvendo, entre outras coisas, uma solução de eletrólise e abastecimento para o rápido abastecimento de trens movidos a hidrogênio.”

“Nossa cooperação com a Siemens Energy abre caminho para uma mobilidade sustentável e ecologicamente correta. Dessa forma, poderemos apoiar nossos clientes na substituição dos seus trens movidos à diesel, operando em linhas ferroviárias não eletrificadas com trens movidos a hidrogênio, isentos de emissões de carbono a longo prazo. Junto com a Siemens Energy, podemos até oferecer o ‘hidrogênio como um modelo de serviço’ durante a vida útil de um trem”, disse Albrecht Neumann, CEO de Rolling Stock da Siemens Mobility.

Nos próximos 20 anos, milhares de trens diesel-elétricos de múltiplas unidades serão substituídos sucessivamente por alternativas mais ecológicas na Europa. Há composições movidas a diesel ainda em serviço atualmente, em rotas ferroviárias não eletrificadas. Na Alemanha, por exemplo, essas rotas representam cerca de 50% de toda a rede ferroviária do país. Baterias ecologicamente corretas e acionamentos por hidrogênio deverão ser usados como substitutos para as unidades a diesel.

A Siemens Energy e a Siemens Mobility planejam desenvolver em conjunto uma solução de infraestrutura de hidrogênio padronizada para abastecer trens movidos a hidrogênio da Siemens Mobility, e posteriormente expandir essa solução em projetos pilotos e para clientes específicos.

A Siemens Energy comercializa os sistemas e as soluções necessárias para a geração e fornecimento de hidrogênio verde, enquanto a Siemens Mobility foca em soluções de transporte ferroviário, incluindo a manutenção necessária de trens e equipamentos de estação. Trabalhando juntas, a Siemens Energy e a Siemens Mobility podem oferecer aos clientes ferroviários uma solução completa. Isso não apenas apoiará a aceitação da energia do hidrogênio por parte do cliente no mercado de transporte, como também promoverá o estabelecimento de uma economia de hidrogênio sustentável na Alemanha.

RNEST exporta 31,5 mil toneladas de coque verde de petróleo em setembro

Com baixo teor de enxofre, produto tem menor impacto ambiental

A Refinaria Abreu e Lima (RNEST) exportou em setembro 31,5 mil toneladas de coque verde de petróleo para os Estados Unidos. Esta é a terceira operação de exportação do produto, grau anodo, realizada este ano pela refinaria, que vem se consolidando na rota internacional do produto. Hoje, considerando todas as operações de exportação de coque da Petrobras realizadas em 2020, a Rnest responde por 35,33% das exportações da companhia.

Para realizar o carregamento completo do navio que levará o coque verde aos EUA, foram necessárias mais de 1050 viagens em carretas com caçambas de capacidade de 30 toneladas, em uma operação que durou aproximadamente 10 dias.

“O coque verde de petróleo produzido pela Petrobras tem baixo teor de enxofre, além de características ideais para produção de matéria prima para indústria Siderúrgica, sendo um produto de menor impacto ambiental e maior valor agregado. O mercado segue favorável às exportações de coque verde de petróleo da Petrobras e a expectativa é realizar novas operações ainda este ano”, comenta a diretora de Refino e Gás, Anelise Lara.

“Há, inclusive, a previsão de uma nova operação da Rnest: um lote de 30 mil toneladas para a China, em novembro”, complementa o gerente geral da Rnest, Emanuel Eduardo.

Em julho, a refinaria já havia exportado 31,5 mil toneladas de coque verde de petróleo para a Rain Carbon, importante calcinador dos Estados Unidos, o que resultou em uma margem de US$ 1,5 milhões na receita da companhia, em comparação à venda no mercado nacional, já descontados todos os custos logísticos adicionais. As exportações de coque anteriores ocorreram em agosto de 2019 para a China (31,1 mil toneladas) e em abril/maio deste ano para os Estados Unidos (31,5 mil toneladas).

A RNEST produz os dois tipos de coque verde: grau siderúrgico e grau anodo. Sendo o primeiro habitualmente comercializado no mercado nacional, como agente redutor na metalurgia de ferro e aço e em outras aplicações industriais. E o coque verde grau anodo é matéria-prima essencial para obtenção de coque calcinado, utilizado na fabricação de anodos para produção de alumínio ou de dióxido de titânio.

Agência Petrobras

ABB lança o SafetyInsight™ que ajuda os clientes a operar processos de alto risco

ABB lançou o ABB Ability™ SafetyInsight™, um conjunto de aplicações digitais de software que auxiliam empresas nos setores de processo e de energia por todo o ciclo de vida do Processo de Gestão de Segurança (PSM).

Operando como uma fonte central de informação o software digitaliza dados prévios da Tecnologia da Engenharia (ET) para criar um digital twin de segurança do processo, usando esses dados para assim dar contexto para uma vasta quantidade de dados gerados por meio dos sistemas de tecnologia da informação (TI) e tecnologia operacional (TO).

Karl Watson, global digital sales solution architect para Segurança de Processo, ABB Energy Industries, comentou: “Empresas que operam em segmentos de alto risco investem muito tempo e esforço desenvolvendo a estrutura de segurança durante a fase da engenharia da instalação. Esse conhecimento crítico fica muitas vezes ‘guardado’, deixando os times de operação e da manutenção ‘reinventarem a roda’ quando se trata de perigos e riscos associados com esses processos.”

Ao levar essa abordagem única de combinar dados de TI e TO com dados de TE, o SafetyInsight™ permite que dados valiosos da engenharia (como relatórios HAZOP e LOPA) sejam digitalizados, e facilmente acessíveis pelos times de operação e de manutenção em formatos simplificados, intuitivos, e de visualização fácil de compreender.

Desta forma, a avaliação contínua de riscos pode ter como base dados de segurança digitalizados. A adição dos dados de TI/TO fornece atualizações quase que em tempo real, permitindo o impacto acumulativo das atividades da manutenção e operação a serem visualizados em uma matrix dinâmica de risco, para dar suporte em outras avaliações de risco e gerenciamento de risco operacional.

Watson continuou: “Dados de Tecnologia da Engenharia, como qualquer digital twin, devem ser validados. O SafetyInsight™ facilita isso ao capturar dados reais da operação e da manutenção no contexto com hipótese prévia do design, permitindo melhorias a serem identificadas e implementadas, em outras palavras, ‘fechando o loop’. Além de maior segurança, essas melhorias podem ajudar a minimizar a parada da produção e a reduzir custos com manutenção.

Esse conjunto possui dashboards de segurança do processo para fornecer a informação correta, para a pessoa certa, na hora certa, para tomar a decisão mais acertada.

Watson concluiu: “O SafetyInsight™ junto com outras aplicações ABB Information Management Systems (IMS) têm um histórico de sucesso ajudando empresas de grande porte no setor de energia a conquistarem o maior tempo em funcionamento para seus ativos – com companhias atingindo até 99%. O conjunto de software também ajudou uma empresa global a reduzir o teste anual das válvulas do sistema de segurança em 30%.”

 

Preços de gasolina e diesel nas refinarias da Petrobras representam menos da metade do preço final ao consumidor

Preços da Petrobras acumulam queda de 24,3% no diesel e de 5,3% na gasolina em 2020

A Petrobras aprovou reajuste médio de 4% (+R$ 0,07/litro) na gasolina e de 5% (+R$ 0,08/litro) no diesel, com vigência desde 10/10. Os preços praticados pela Petrobras, e suas variações para mais ou para menos associadas ao mercado internacional e à taxa de câmbio, têm influência bastante limitada sobre os preços percebidos pelos consumidores finais. O preço do diesel e da gasolina vendidos na bomba do posto revendedor é diferente do valor cobrado nas refinarias da Petrobras. Até chegar ao consumidor são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis pelas distribuidoras, além das margens brutas das companhias distribuidoras e dos postos revendedores de combustíveis.

Desde janeiro de 2020, o preço médio da Petrobras acumula uma queda de 24,3% no preço do diesel vendido às distribuidoras e uma redução acumulada de 5,3% no caso da gasolina. Para se ter uma ideia, o preço médio da gasolina da Petrobras para as distribuidoras será de R$ 1,82 por litro após o reajuste. Entre julho e agosto, o preço médio da Petrobras correspondeu a cerca de 30% do preço final ao consumidor nos postos de combustíveis. No caso do diesel, o preço da Petrobras para as distribuidoras será de R$ 1,76 por litro após o reajuste. E, entre julho e agosto, representou cerca de 49% do preço final ao consumidor nos postos revendedores.

Obs.: Cálculo baseado nos preços médios da Petrobras e nos preços médios ao consumidor final em 13 capitais e regiões metropolitanas brasileiras entre julho e agosto (último dado disponibilizado pela ANP referente à semana de 16 a 22/08/2020).

Vale destacar ainda que as revisões de preços feitas pela Petrobras podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Como a legislação brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, a mudança no preço final dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis.

Preço final ao consumidor no Brasil está abaixo da média mundial

Segundo pesquisa da Globalpetrolprices.com abrangendo 127 países, o preço médio do diesel ao consumidor final no Brasil está 32% inferior à média global e ocupa a 24ª posição do ranking sendo, portanto, inferior aos preços observados em 103 países.

Para a gasolina, o preço final no Brasil está 23% inferior à média global e ocupa a 31ª posição do ranking, ou seja, inferior a 96 países. Em ambos os casos, os preços médios no Brasil estão abaixo dos preços registrados no Reino Unido, Canadá, China, Chile e Alemanha.

Obs.: Os preços são convertidos em dólar e o comparativo internacional sofre influência direta da taxa de câmbio. Para o ranking de 127 países, foram considerados somente aqueles para os quais o Globalpetrolprices.com informa possuir dados oficiais atualizados e, para este gráfico, selecionamos alguns países para fins de ilustração. A lista completa está disponível em https://pt.globalpetrolprices.com/gasoline_prices/

Agência Petrobras