Ocyan abre vagas de estágio

As oportunidades são para Rio de Janeiro e Macaé

A Ocyan, empresa do setor de óleo e gás, abre mais de 10 vagas para o seu principal programa de relação com os estudantes e as oportunidades são para os universitários atuarem na sede da empresa no Rio de Janeiro e em sua base, em Macaé (RJ). As inscrições podem ser feitas até o dia 04 de setembro.

No Rio de Janeiro, as vagas são para Administração, Ciências contábeis e Economia. Já em Macaé, podem se inscrever os alunos de Engenharia de Produção, Engenharia Naval, Engenharia Metalúrgica, Engenharia de Materiais, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Petróleo, Engenharia de Controle e Automação, Administração, Economia, Ciências contábeis e Enfermagem. Todas as oportunidades exigem a previsão de formatura para 2022.

“É uma grande oportunidade para os jovens que estão começando no mercado de trabalho. Através do programa de estágio, os estudantes conseguem vivenciar um pouco do que as posições exigem, poderão contar com uma estrutura que vai permitir seu desenvolvimento profissional com toda supervisão necessária e ainda fazer uma conexão importante da prática com a teoria. Temos muitos exemplos de executivos que entraram na empresa como estagiários e depois fizeram carreira na companhia”, explica Bruna Fonseca, gerente de Pessoas da Ocyan.

Ela conta ainda que este processo seletivo trará novidades. Com o apoio de uma consultoria especializada em diversidade, a empresa vai avaliar não apenas os conhecimentos técnicos, mas também as habilidades comportamentais, os chamados soft skills, como empatia, flexibilidade, colaboração e comunicação. O tema diversidade também será levado em consideração no processo.

“Vamos priorizar as características, qualidades individuais dos candidatos. Queremos um ambiente mais diverso e inclusivo, baseado no respeito, sem discriminação, e nada melhor do que refletir isso na seleção de novos talentos”, explica Bruna.

A empresa oferece aos universitários benefícios como bolsa estágio, assistência médica, assistência odontológica, seguro de vida, vale refeição e vale transporte. Para mais informações e inscrições acesse o perfil da Ocyan na página da Gupy (https://ocyan.gupy.io/).

Manutenção ganha força na indústria durante pandemia

Controle adequado permite economizar e dar maior vida útil aos equipamentos

Com a pandemia da covid-19, a manutenção tornou-se um ponto chave para manter as plantas operantes mesmo sem novos investimentos. No momento delicado que atravessamos, as empresas estão muito mais seletivas para investir em novos produtos e projetos, e com isso mantêm o mínimo das operações industriais em funcionamento.

Para que a boa manutenção garanta o aumento da vida útil das máquinas, é importante seguir algumas orientações. Primeiro, saber que a modalidade preventiva é aquela planejada para ocorrer num determinado intervalo de tempo. Já a preditiva, que também pode ser planejada periodicamente, utiliza medições por aparelhos para verificar a condição do equipamento e eventuais necessidades de troca.

“O mercado está se adaptando a uma nova realidade, e hoje, mais do que nunca, as empresas estão percebendo que a manutenção é essencial para a durabilidade e qualidade dos seus produtos. Hoje, com os orçamentos reduzidos, uma indústria com válvulas de qualidade e manutenção em dia pode economizar uma boa parte do orçamento”, explica o gerente geral de vendas da área industrial da GEMÜ Válvulas, Sistemas de Medição e Controle, Mateus Souza.

É importante lembrar que cada perfil industrial requer um tipo de planejamento de atualizações e trocas. O engenheiro da GEMÜ também sinaliza que erros na manutenção industrial podem ser prejudiciais para o ambiente de produção.

“A má manutenção pode gerar falhas ou a própria quebra dos equipamentos. Por isso, a GEMÜ tem como pilar a segurança, tanto para a planta como para o produto final. Sem contar que os impactos de um trabalho mal feito podem se estender para o meio ambiente e colaboradores da empresa”, reforça.

É importante, em todo processo de manutenção, seguir as instruções contidas nos manuais do produto ou falar diretamente com o consultor. Estabelecer uma comunicação assertiva e levar a sério as recomendações dos profissionais da área traz segurança e tranquilidade para o processo produtivo.

Reduc realiza primeira operação de cabotagem de Diesel S10

Escoamento do combustível por navios eleva competividade da companhia

A Refinaria Duque de Caxias (Reduc) concluiu, em 9 de agosto, sua primeira operação de cabotagem (transporte por modal marítimo dentro das águas costeiras do país) de Diesel S10, com um carregamento de 25 mil metros cúbicos (m³) do combustível para o Terminal Aquaviário da Baia da Guanabara (TABG), de onde o produto foi transportado por navio até o Porto de Paranaguá (PR).

A Reduc tem capacidade para produzir 150 mil m³ de Diesel S10 por mês. Até junho deste ano, o sistema logístico interno segregado de operação do Diesel S10 só permitia movimentações de bombeio para as companhias distribuidoras ao redor da refinaria.

Com a pandemia de Covid-19 e a redução da demanda por este derivado na região do Rio de Janeiro, a refinaria realizou manobras internas e condicionamentos de lastro de forma a viabilizar o escoamento do produto através de sua interligação com o TABG, por onde já são realizadas normalmente operações de cabotagem e exportação de outros produtos, como óleo combustível exportação, bunker 0,5%, gasolina S10, nafta petroquímica, diesel marítimo e S500, entre outros.

“Novas operações de cabotagem já estão sendo programadas com o S10 produzido na Reduc. Com os níveis atuais da demanda local, a Reduc tem condições de cabotar entre 60 e 70 mil m³ do produto por mês”, explica o gerente setorial de Programação da Produção da Reduc, Gabriel Amorim. A disponibilização deste volume impacta diretamente na redução do volume importado para atender o mercado nacional de diesel e aumenta a competitividade da Petrobras frente aos agentes importadores do setor.

Segundo o gerente de Programação de Produção da área Industrial, Adriano Cesar de Medeiros Valentim, “diante do reaquecimento do mercado de Diesel S10 no Brasil, o escoamento de S10 pela Reduc para atender áreas de cabotagem ou mesmo de suporte a mercados com maior demanda permite que a Petrobras seja ainda mais competitiva e aumente a confiabilidade de suprimento de diesel, possibilitando, ainda, elevar o fator de utilização da refinaria”.

Agência Petrobras

Petrobras divulga teaser de ativos de E&P no Rio Grande do Norte

A Petrobras informa que iniciou a etapa de divulgação da oportunidade (teaser), referente à venda da totalidade de suas participações em um conjunto de vinte e seis concessões de campos de produção terrestres e de águas rasas, localizadas na Bacia Potiguar, no estado do Rio Grande do Norte -RN, denominados conjuntamente de Polo Potiguar.

O teaser, que contém as principais informações sobre a oportunidade, bem como os critérios de elegibilidade para a seleção de potenciais participantes, está disponível no site da Petrobras: https://investidorpetrobras.com.br/pt/resultados-e-comunicados/teasers.

As principais etapas subsequentes do projeto serão informadas oportunamente ao mercado.

A presente divulgação está de acordo com as normas internas da Petrobras e com as disposições do procedimento especial de cessão de direitos de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos, previsto no Decreto 9.355/2018.

Essa operação está alinhada à estratégia de otimização de portfólio e melhoria de alocação do capital da companhia, passando a concentrar cada vez mais os seus recursos em águas profundas e ultra profundas, onde a Petrobras tem demonstrado grande diferencial competitivo ao longo dos anos.

Sobre o Polo Potiguar

O Polo Potiguar compreende três subpolos (Canto do Amaro, Alto do Rodrigues e Ubarana), totalizando 26 concessões de produção, 23 terrestres e 3 marítimas, localizadas no Rio Grande do Norte, além de incluir acesso à infraestrutura de processamento, refino, logística, armazenamento, transporte e escoamento de petróleo e gás natural. As concessões do subpolo Ubarana estão localizadas em águas rasas, entre 10 e 22 km da costa do município de Guamaré-RN. As demais concessões dos subpolos Canto do Amaro e Alto do Rodrigues são terrestres.

A produção média do Polo Potiguar de janeiro a junho de 2020 foi de aproximadamente 23 mil barris de óleo por dia (bpd) e 124 mil m³/dia de gás natural.

Além das concessões e suas instalações de produção, está incluída na transação a Refinaria Clara Camarão localizada em Guamaré/RN com capacidade instalada de refino de 39.600 bpd.

Agência Petrobras

Projeto de Monitoramento de Praias completa 5 anos na Bacia de Santos com mais de 2,7 mil animais devolvidos à natureza

Executado pela Petrobras para atendimento de condicionante ambiental, PMP-BS já atendeu mais de 11 mil animais resgatados

O Projeto de Monitoramento de Praias (PMP), executado pela Petrobras para atendimento de condicionante ambiental, completa cinco anos de atividades na Bacia de Santos com milhares de motivos para comemorar. O aniversário celebra 2,7 mil animais devolvidos à natureza, entre 11,2 mil atendidos e 87,8 mil registrados. A equipe do PMP-BS atua diariamente no resgate de animais marinhos vivos debilitados encontrados na área entre Laguna (SC) e Saquarema (RJ).

Em cinco anos, foram 2.070 aves, 89 mamíferos e 602 quelônios devolvidos aos seus habitats, enquanto 7.574 aves, 1874 mamíferos e 3.522 quelônios foram atendidos (faça login para conferir outras fotos do projeto). Outros números dão mostra do trabalho, com cerca de 1,5 milhão de quilômetros de monitoramento diário e contribuições para 200 trabalhos científicos, como teses de doutorado, dissertações de mestrado, trabalhos de conclusão de curso, resumos em congressos e artigos.

“A atuação do projeto na Bacia de Santos vem gerando um vasto conhecimento sobre diferentes espécies marinhas. A atividade de monitoramento de praias é uma das principais fontes de informações sobre as aves, quelônios e mamíferos marinhos, essenciais no ponto de vista da conservação dessas espécies”, comenta a gerente geral de Licenciamento Ambiental e Relacionamento Externo da Petrobras, Daniele Lomba. Entre janeiro e junho deste ano, o PMP da Bacia de Santos havia registrado mais de 2,5 pinguins nas praias monitoradas, o maior número registrado em um semestre.

O PMP-BS contribui para a coleta e armazenamento de dados por meio de um banco de acesso público, chamado Sistema de Informação de Monitoramento da Biota Aquática – SIMBA, que subsidia informações para planos de manejo e tomadas de decisões dos órgãos ambientais e favorece a disseminação do conhecimento através de pesquisas e publicações técnico-científicas. Além da importância para preservação das espécies em razão das ações de reabilitação, o programa emprega centenas de profissionais de diversas áreas, tais como oceanógrafos, biólogos, veterinários. Atualmente, são 449 colaboradores que atuam nas três áreas (Santa Catarina/Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro).

“Em agosto de 2015 começamos a ter uma ideia da realidade da mortalidade e dos encalhes de animais marinhos na costa litorânea que abrange o projeto. Os dados coletados servirão como uma linha de base para apontarmos possíveis mudanças nos padrões de encalhes e o que realmente faz parte da normalidade do ambiente marinho”, explica o coordenador da área que abrange Santa Catarina e Paraná, André Barreto.

Sobre os Projetos de Monitoramentos de Praias (PMPs) executados pela Petrobras

Estruturados e executados pela Petrobras para o atendimento de condicionante do licenciamento ambiental federal, o PMP é o maior programa de monitoramento de praias do mundo. O monitoramento é fiscalizado pelo IBAMA e compreende o resgate, reabilitação e soltura de mamíferos, tartarugas e aves marinhas, contribuindo para a manutenção da biodiversidade marinha. Atualmente, há quatro PMPs, que atuam em 10 estados litorâneos, acompanhando mais de três mil quilômetros de praias em regiões onde a companhia atua. O PMP da Bacia de Santos é o mais recente da companhia.

As equipes dos PMPs atuam diariamente no resgate de animais marinhos debilitados e de carcaças encontradas em variados estágios de decomposição. Muitos dos animais encontrados apresentam lesões causadas por embarcações, petrechos de pesca, estão afetados pelos resíduos sólidos ou até mesmo mortos. Todos os animais encontrados são avaliados e, quando necessário, são encaminhados para o atendimento veterinário.

Após a estabilização do quadro clínico, o animal é ambientado para retornar à natureza. No entanto, antes da soltura eles recebem uma marcação que permitirá o acompanhamento caso reapareçam em outra região. Os pinguins, por exemplo, recebem chips. Nos animais encontrados mortos é realizada necropsia para identificar a causa da morte e avaliar se houve interação com atividades humanas.

Os Projetos de Monitoramento das Praias trabalham em parceira com as comunidades locais. Ao avistar baleias, lobos ou leões-marinhos, golfinhos, pinguins, aves e tartarugas marinhas nas praias, vivos ou mortos, a população deve acionar o PMP da sua região.

• PMP-BS Área SC/PR e Área SP – 0800 6423341

• PMP-BS Área RJ (Paraty a Saquarema) – 0800 9995151

• PMP-BC/ES (RJ) – 0800 0262828

• PMP-BC/ES (ES) – 0800 0395005

• PMP-SEAL (Piaçabuçu/AL até Conde/BA) – 0800 793434 ou (79) 9 9683 1971

• PMP-RNCE (RN) – (84) 98843 4621

• PMP-RNCE (CE) – (85) 99800 0109 e 3113 2137

Agência Petrobras

Petrobras vende participação em campos terrestres na Bahia

A Petrobras assinou hoje (21/8) com a SPE Rio Ventura S.A., subsidiária integral da 3R Petroleum e Participações S.A., contrato para a venda da totalidade de sua participação em oito campos terrestres de exploração e produção, denominados Polo Rio Ventura, no estado da Bahia.

O valor da venda é de US$ 94,2 milhões, sendo (i) US$ 3,8 milhões pagos na presente data; (ii) US$ 31,2 milhões no fechamento da transação; (iii) US$ 16 milhões que serão pagos em trinta meses após o fechamento da transação; e (iv) US$ 43,2 milhões em pagamentos contingentes previstos em contrato. Os valores não consideram os ajustes devidos e o fechamento da transação está sujeito ao cumprimento de condições precedentes, tais como a aprovação pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O polo compreende os campos terrestres de Água Grande, Bonsucesso, Fazenda Alto das Pedras, Pedrinhas, Pojuca, Rio Pojuca, Tapiranga e Tapiranga Norte, localizados nos municípios de Catu, Mata de São João, Pojuca e São Sebastião do Passé, no estado da Bahia, onde a Petrobras é detentora de 100% de participação. A produção média do Polo Rio Ventura de janeiro a junho de 2020 foi de aproximadamente 1.050 barris de óleo por dia (bpd) e 33 mil m³/dia de gás natural.

Essa operação está alinhada à estratégia de otimização do portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, passando a concentrar cada vez mais os seus recursos em águas profundas e ultra profundas, onde a Petrobras tem demonstrado grande diferencial competitivo ao longo dos anos.

A presente divulgação está de acordo com as normas internas da Petrobras e com as disposições do procedimento especial de cessão de direitos de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos, previsto no Decreto 9.355/2018.

Agência Petrobras

Estatal inicia venda de ativos terrestres no Espírito Santo

A Petrobras iniciou a etapa de divulgação da oportunidade (teaser), referente à venda da totalidade de suas participações em um conjunto de cinco concessões de campos terrestres, com instalações integradas, denominados conjuntamente de Polo Norte Capixaba, localizado no estado do Espírito Santo.

O polo, que compreende os campos de Cancã, Cancã Leste, Fazenda Alegre, Fazenda São Rafael e Fazenda Santa Luzia, localiza‐se nos munícipios de Linhares, Jaguaré e São Mateus, no estado do Espírito Santo. Possui 269 poços em operação, três estações de tratamento de óleo, quatro estações satélites no campo de Fazenda Alegre e 73,81km de gasodutos e oleodutos. O Terminal Norte Capixaba e todas as instalações de produção contidas no ring fence das cinco concessões também fazem parte do polo, além da titularidade de alguns terrenos.

No primeiro semestre de 2020, a produção média foi de 7 mil barris de óleo por dia e 66 mil m3/dia de gás. A Petrobras é a operadora nesses campos, com 100% de participação.

Essa operação está alinhada à estratégia de otimização do portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, passando a concentrar cada vez mais os seus recursos em águas profundas e ultra profundas, onde a Petrobras tem demonstrado grande diferencial competitivo ao longo dos anos.

O teaser, que contém as principais informações sobre a oportunidade, bem como os critérios de elegibilidade para a seleção de potenciais participantes, está disponível no site da Petrobras: https://investidorpetrobras.com.br/pt/resultados‐e‐comunicados/teasers. As principais etapas subsequentes do projeto serão informadas oportunamente ao mercado.

A presente divulgação está de acordo com as normas internas da Petrobras e com as disposições do procedimento especial de cessão de direitos de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos, previsto no Decreto 9.355/2018.

Agência Petrobras

Governo planeja leilões de blocos na oferta permanente ainda neste ano

Segundo Bento Albuquerque, mais de 20 empresas já apresentaram propostas por campos que não foram arrematados em ofertas anteriores

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque , garantiu na sexta-feira (21) que o governo vai realizar o leilão de oferta permanente de blocos para exploração de petróleo e gás ainda no segundo semestre deste ano. Segundo ele, mais de 20 empresas já apresentaram propostas para várias áreas.

Apesar das incertezas em relação à economia mundial e no Brasil por conta dos impactos negativos da pandemia, o Albuquerque destacou, em vídeo conferência, que está otimista. Ele tem sido procurado por várias empresas estrangeiras interessadas em investir no setor de petróleo.

O ministro informou que no fim deste mês o governo vai apresentar o novo calendário de leilões do setor de petróleo e de energia para os próximos anos.
A intenção é realizar a 17º rodada de áreas para exploração de petróleo, que seria realizada neste ano mais foi suspensa por conta da pandemia, já no primeiro trimestre de 2021, e dos blocos excedentes da cessão onerosa no segundo semestre do ano.

“Minha visão é de bastante otimismo, mas eu estou com os pés no chão”, afirmou Albuquerque. “Eu tenho recebido muitas empresas estrangeiras que já se encontram no Brasil e estão nos procurando para saber qual será o calendário de leilões”, disse.

Todos os blocos ofertados em leilões já realizados e que não foram arrematados ficam na chamada oferta permanente, na Agência Nacional do Petróleo ( ANP ). Assim, quando surgem empresas interessadas em determinados blocos, é realizado um leilão.

O ministro destacou que o novo marco legal do setor de petróleo que está em tramitação no Congresso Nacional, tanto no que diz respeito ao novo Mercado de Gás , como ao que trata dos regimes de exploração e produção, serão fundamentais para maior atratividade de investimentos para o país.

“O novo marco legal, tanto do novo mercado de gás como dos regimes de exploração, serão essenciais para que no início do ano que vem, quando realizarmos os leilões e a própria infraestrutura do país retomar seus investimentos, tenhamos melhores condições para nossa indústria e, também, para geração de emprego e renda”, destacou Albuquerque.

Agência Brasil

Petroleira informa sobre alteração na presidência da Transpetro

O Conselho de Administração da Transpetro, subsidiária da Petrobras, recebeu carta de renúncia de Cristiane Elia de Marsillac ao cargo de Presidente e de Conselheira da companhia, por questões pessoais. O Diretor Financeiro da Transpetro, Gustavo Santos Raposo, assumiu a presidência da companhia.

A Petrobras e o Conselho de Administração da Transpetro agradecem toda dedicação de Cristiane Marsillac à frente da Transpetro, tendo realizado importantes avanços e reestruturações dentro da companhia.

Agência Petrobras

Governo tem de vetar repasse do Fundo Social para gasodutos, defende Idec

Para Instituto, cenário de pandemia reforça importância dos recursos do Fundo para a saúde e a educação; pedido de veto foi encaminhado à Presidência da República

O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) defende o veto, pela Presidência da República, da destinação de recursos do Fundo Social do Pré-Sal para o financiamento da construção de gasodutos. Essa destinação está definida no Projeto de Lei do Senado 3.975, de 2019, que prevê a criação do Fundo de Expansão dos Gasodutos de Transporte e de Escoamento da Produção (Brasduto) com 20% dos recursos do Fundo Social. O posicionamento do Idec é compartilhado por um grupo de organizações sociais em favor dos pequenos consumidores e do meio ambiente, e foi encaminhado ao presidente Jair Bolsonaro.

“Nossa expectativa é que o projeto seja vetado, como havia sido acordado pelo Executivo e o Congresso, mas também vemos com preocupação o risco de que seja incorporado na Lei do Gás, em tramitação”, afirma o coordenador do Programa de Energia e Sustentabilidade do Idec, Clauber Leite, acrescentando que a crise causada pela pandemia de Covid-19 reforça a importância dos investimentos em atividades que contribuam com o desenvolvimento humano e, consequentemente, a recuperação da economia. “Não é criando distorções de mercado, subsidiando fontes fósseis de energia e retirando recursos de educação e saúde que será possível atingir isso”, afirma.

Criada em 2010, a legislação relativa ao Fundo Social determina que parte dos recursos provenientes do petróleo e gás natural que a União recebe das empresas que exploram as áreas do Pré-Sal seja usada para programas nas áreas de combate à pobreza, como educação e saúde pública. Estimativas do governo indicam que o Fundo perderia R$ 97 bilhões no período de 2020 a 2040 com a destinação de recursos à construção de gasodutos.

Leite lembra que os orçamentos das áreas de saúde e educação têm sofrido cortes significativos nos últimos anos e as áreas se encontram ainda mais fragilizadas pelos problemas causados pela pandemia de Covid-19. O entendimento é de que a medida também vai em direção contrária às propostas liberalizantes defendidas pelo próprio setor de gás natural em legislação sobre o assunto que tramita no Congresso Nacional, bem como à necessidade de redução do uso de fontes fósseis de energia devido às mudanças climáticas.

Redação