Ciser lança ferramenta inédita na indústria de fixação

A Ciser — maior fabricante de fixadores da América Latina, que atua no fornecimento de soluções industriais para diversos segmentos, contando também com um portfólio completo em fixadores, produtos para o segmento da construção civil e correlatos — lança sua loja online, uma ferramenta inédita na indústria de fixação, desenvolvida exclusivamente para os seus clientes de todo o Brasil.

A iniciativa reforça o posicionamento da marca — já reconhecida pela inovação de seus produtos e, agora, em processos —, ao ser a primeira empresa do segmento de fixadores a oferecer um canal digital para compras online. O planejamento da Loja Ciser se iniciou no final de 2019 e tinha previsão para conclusão em dezembro deste ano. Porém, com a mudança de hábitos de consumo e comportamentos dos clientes, devido à Covid-19, a empresa decidiu acelerar o processo e antecipar o lançamento do canal. A loja online faz parte do planejamento estratégico digital da Ciser, rumo à indústria 4.0.

“Aproveitamos a mudança no comportamento das pessoas para antecipar algo que já estava latente em nossa estratégia de canais de vendas, que é a ampliação para o ambiente digital”, destaca Renato Fiore, gerente geral de Vendas e Marketing da Ciser. “Estar presente no meio digital é essencial para manter a Ciser como referência no mercado e expandir nossos negócios. Foi e tem sido um desafio transformador para a companhia. Atuar neste ambiente é fundamental para Ciser continuar sendo referência e líder no seu segmento”, frisa.

A nova ferramenta tem como objetivo facilitar a vida dos clientes, simplificando processos e reduzindo tempo de cotação e compra. A partir do acesso ao endereço online, o sistema permite que, independentemente da localização ou do tipo de dispositivo utilizado, o cliente consiga colocar pedidos ou consultar informações sobre os produtos de uma forma ágil, intuitiva e inteligente. Com total segurança e sigilo das informações fornecidas, o canal fica disponível 24 horas, nos sete dias da semana. Nele, também é possível realizar consulta de preços e tributos online, em tempo real, uma vez que a plataforma está integrada ao SAP, sistema integrado de gestão empresarial (ERP) da Ciser.

Para que o lançamento fosse antecipado, reforços foram contratados e um time focado foi estruturado. A tecnologia escolhida pela Ciser foi a SAP Hybris Commerce, implantada em parceria com a empresa de tecnologia FH Consulting e a agência de comunicação BriviaDez. Desenvolvido em conjunto com as áreas de marketing, vendas e tecnologia da informação da Ciser, o modelo de plataforma é utilizado também por outras grandes marcas como Arezzo, Leroy Merlin, Carrefour, Hering, Etna, entre outras.

Como acessar a Loja Ciser

Para visualizar o catálogo de produtos oferecidos na loja, o cliente precisa entrar no endereço loja.ciser.com.br. É possível navegar, preencher o carrinho e enviar uma cotação sem a necessidade de login. A visualização de preços e implantação de pedidos é liberada após a efetivação do cadastro do cliente. Para os clientes Ciser, será disponibilizada uma lista de espera e, após a configuração da conta do cliente, o acesso será liberado. Para os clientes novos, o cadastro precisa ser aprovado para realizar a primeira compra. Com login e senha ativos, é possível realizar os pedidos em qualquer data e horário, ou seja, também fora do horário comercial, sem comprometer a rotina — tudo de forma autônoma e em poucos cliques.

Em breve a plataforma também será disponibilizada para os clientes que atuam em outros países.
Sobre a Ciser

Marca de excelência, a Ciser tem capacidade produtiva de 6 mil toneladas/mês e portfólio de 27 mil produtos divididos em 500 linhas, para atender clientes em mais de 20 países. Mais de 1.500 colaboradores estão divididos entre as unidades de Araquari/SC e Sarzedo/MG. As instalações se completam com o centro de distribuição e o centro administrativo, situados em Joinville/SC.

A companhia, que completou 60 anos em 2019, segue investindo fortemente em inovação tecnológica e conduz ações de responsabilidade socioambiental.

Ao longo de seis décadas de investimentos, aquisições e ampliação dos segmentos em que atua, a Ciser se tornou uma das maiores empresas de Santa Catarina. Seus produtos cobrem diversos segmentos, como agronegócio, energia solar, moveleiro, metalmecânico, construção civil, estruturas metálicas, automotivo, linhas branca e marrom, petróleo e gás, eletrônica e varejo da construção civil.

Redação

Doris Group, Aveva e Schneider Electric se unem para criar aliança digital

O Doris Group, empresa global de gerenciamento de projetos de engenharia, a Schneider Electric, líder em transformação digital para gerenciamento de energia e automação, e a Aveva, líder global em software para engenharia e indústria, estão desenvolvendo uma parceria estratégica para fornecer tecnologia de digital twin para os mercados de óleo e gás. Essas soluções apoiarão as metas das organizações desse segmento, a fim de melhorar o desempenho de ativos, aumentar a sustentabilidade e maximizar o retorno de capital sobre projetos.

As três empresas combinarão suas ofertas para fornecer recursos de engenharia, solução de software de ciclo de vida dos ativos e especialização digital para criar um digital twin que atuará como espinha dorsal na melhoria de desempenho para o setor de extração. A nova solução:

• Trará novos ativos para que seja mais ágil e rápida por meio do uso de software na nuvem que melhora a colaboração e aumenta a eficiência de engenharia
• Fornecerá maior segurança, proporcionando resultados mais positivos do negócio
• Melhorará o rastreamento mediante um único ponto de prestação de contas
• Permitirá operações remotas e a certeza de produção por intermédio de um digital twin totalmente funcional que espelha todos os aspectos do ativo operante

Parceria para criar oferta única
O setor de óleo e gás está sob pressão considerável para quantificar, rastrear e reduzir as emissões de CO2, bem como a poluição como um todo. A resposta a essa demanda pode ser ainda mais difícil com monitoria limitada, sem método e com tomada de decisões sem dados.

Juntos, Doris, Aveva e Schneider Electric oferecerão uma solução estruturada, colaborativa e digital que ajudará os operadores de óleo e gás a lidar com muitos desses desafios.

“O Doris Group está muito satisfeito em firmar uma parceria estratégica com a Schneider Electric e a Aveva nessa empreitada única, que permitirá acelerarmos a construção de nossa estratégia de transformação digital”, afirma Christophe Debouvry, CEO do Doris Group. “Combinar nosso conhecimento permitirá uma oferta conjunta, para que nossos clientes embarquem em suas jornadas de transformação digital com soluções otimizadas.”

“Diversos líderes estão conduzindo a próxima onda de transformação e se movendo rapidamente, por isso estamos firmando essa parceria com a Schneider Electric e o Doris Group de forma tão oportuna”, declara Craig Hayman, CEO da Aveva. “Nosso objetivo comum é apoiar as organizações em suas jornadas digitais, especialmente no ambiente atual, ajudando-as a acelerar o uso da tecnologia digital e trabalhar por um futuro mais sustentável.”

“Essa parceria está alinhada aos objetivos da Schneider Electric em relação à transição de digitalização e energia, e trazemos nosso conhecimento tanto em energia quanto em eficiência de processos para a indústria”, diz Christopher Dartnell, presidente de óleo e gás e petroquímicos da Schneider Electric. “Nosso objetivo é apoiar os clientes que procuram adotar um modelo de digital twin. Ao oferecer nossa experiência, facilitamos o acesso à transformação digital total para nossos clientes, permitindo que melhorem o desempenho do ciclo de vida dos produtos com operações seguras e mais sustentáveis.”

Sobre o Doris Group:

Doris é uma empresa global de gerenciamento de projeto e engenharia para indústria de energia com sede em Paris, França. Ela atua em quatro frentes principais: engenharia de óleo e gás, renováveis, gerenciamento de ativos e assistência técnica. A companhia conta com 1 mil colaboradores, e está presente em todos os continentes. Com experiência de 55 anos, é referência em engenharia para a indústria de energia. Para obter mais detalhes visite: www.dorisgroup.com.

Sobre a Aveva:

A Aveva é líder global em software para indústria e engenharia que conduz a transformação digital do ciclo de vida de ativos e operações para as indústrias de capital intensivo. As soluções de engenharia, planejamento, operações, monitoria e controle oferecem resultados comprovados para mais de 16 mil clientes em todo o mundo. Seus consumidores têm o apoio do maior ecossistema de software industrial, incluindo 4.200 parceiros e 5.700 desenvolvedores certificados. A Aveva tem sede em Cambridge, Reino Unido, e conta com mais de 4.400 colaboradores em mais de 40 países. Para obter detalhes, visite: www.aveva.com

Sobre a Schneider Electric

Na Schneider, acreditamos que o acesso à energia e ao mundo digital é um direito humano básico. Empoderamos as pessoas para fazerem mais com menos, garantindo que Life Is On seja realidade em todos os lugares, para todos, em todos os momentos.

Fornecemos soluções digitais de energia e automação para mais eficiência e sustentabilidade. Combinamos as mais avançadas tecnologias de energia do mundo, automação em tempo real, software e serviços com soluções integradas para residências, edifícios, data centers, infraestruturas e indústrias. Estamos empenhados em desvendar as infinitas possibilidades de uma comunidade aberta, global e inovadora, apaixonada por nossos valores de: Propósito, Inclusão e Empoderamento. http://www.se.com/br

Redação

Petrobras parcelará em 20 anos pagamento de R$2 bi à Fundação Petros

A Petrobras renegociou um pagamento à vista de cerca de 2 bilhões de reais à Fundação Petros, que agora será parcelado em 20 anos, informou a companhia em comunicado na quarta-feira.

A contribuição com a Petros, gestora do plano de pensão dos funcionários da estatal, “foi renegociada em razão do cenário macroeconômico e da orientação da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais…como medidas de preservação do fluxo de caixa operacional da companhia”, afirmou.

A Petrobras explicou que os pagamentos serão feitos de forma semestral ao longo de 20 anos, atualizados pela meta atuarial de cada plano de benefícios, “evitando que isso resulte em prejuízo à liquidez e solvência dos mesmos”.

“Esse contrato financeiro firmado com a Petros impactará as demonstrações financeiras da Petrobras na proporção dos juros incorridos sobre este parcelamento”, acrescentou a estatal.

Reuters

Cummins Brasil lança novo grupo gerador QSX15 XPI

Fabricado no Brasil e já disponível para toda a América Latina, equipamento traz inovações lideradas pelo time de engenharia do Brasil em parceria com EUA e China.

18/08/2020 – A Cummins Brasil acaba de lançar o novo grupo gerador QSX15 XPI, com novo sistema de combustível Extra High Pressure Injection, capaz de fornecer maior pressão de injeção, resultando em uma queima de combustível eficiente para emissões limpas e economia de combustível otimizada. Fabricado no Brasil e já disponível em toda a América Latina, o equipamento traz inovações lideradas pelo time de engenharia do Brasil em parceria com EUA e China.

De acordo com David Sato, supervisor de Marketing de Produto da Cummins Power Generation para América Latina, “estamos aprimorando as nossas tecnologias para aplicação em grupos geradores, usando o know how e as inovações já existentes em nossos motores utilizados em outros setores, como automotivo, marítimo, agrícola, etc. Ao alinhar as tecnologias, nosso objetivo é prover uma melhor performance para o novo produto”.

A atualização do sistema de combustível para Extra High Pressure Injection, que atende à norma e emissões Stage II, trouxe melhorias significativas ao novo grupo gerador da Cummins, como alta performance com tecnologia para atendimento aos mais elevados padrões e normas de emissões, redução de consumo de combustível, otimização do sistema de arrefecimento, além de alto desempenho em elevadas altitudes (menor curva de despotenciamento).

Disponível nas versões de 50hz e 60hz, o novo grupo gerador QSX15 XPI traz motor de 15 litros e potência de 755 bhp (60Hz) e 645 bhp (50Hz). A equipe de engenharia da Cummins ainda adotou nesta versão um novo filtro de combustível primário para aumentar a proteção do motor.

“Nem mesmo o cenário de pandemia freou os nossos esforços em colocar no mercado um novo produto. Também inserimos um novo chassi, novos atenuadores de ruído e novo silencioso para os modelos carenados. Todas essas evoluções foram dedicadas para atender com a excelência Cummins o mercado de energia de toda a América Latina”, completa Sato.

Redação

Opep+ se reúne para avaliar cumprimento de cortes de oferta

Produtores de petróleo da Opep e aliados como a Rússia, um grupo conhecido como Opep+, se reúnem nesta quarta-feira para avaliar o cumprimento de um acordo de restrição da oferta que visa apoiar os preços da commodity em meio à pandemia de coronavírus.

É improvável que a Opep+ mude sua política de produção, que atualmente visa reduzir a oferta em 7,7 milhões de barris por dia (bpd), depois de cortes recordes de 9,7 milhões de bpd realizados até este mês, disseram fontes do grupo.

“A reunião será principalmente focada no cumprimento (das metas) e compensação”, mais do que em ajustes ao acordo atual, disse uma fonte da Opep.

Outras fontes disseram que a reunião virtual, agendada para começar às 11h da manhã (horário de Brasília), deve mirar em particular o cumprimento do pacto por países como Iraque, Nigéria e Cazaquistão.

Outra fonte da Opep estava otimista, afirmando que os produtores poderão lidar com desafios como a crescente produção dos EUA ou da Líbia.

“Tudo ficará bem dentro da Opep+ porque todos precisam de estabilidade e visibilidade no mercado”, afirmou a fonte.

Em julho, o nível de cumprimento do acordo da Opep+ ficou entre 95% e 97%, segundo fontes e um relatório preliminar visto pela Reuters.

Reuters

Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo anuncia nova Presidência e Membros de sua Diretoria

A última sexta-feira (14) marcou a posse de Manfredo Rübens, Presidente da BASF para a América do Sul, como Presidente da Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo, instituição centenária que representa oficialmente a economia alemã no Brasil. O anúncio foi feito durante a Assembleia Geral Ordinária da instituição.

Rübens já havia assumido a presidência interinamente em junho deste após a saída de
Philipp Schiemer, Presidente da Mercedes-Benz do Brasil & CEO América Latina. Schiemer despediu-se do cargo de Presidente da instituição, função que assumiu em março de 2019, para assumir o cargo de CEO da Mercedes-AMG, subsidiária do Grupo Daimler.

A expectativa é de que a nova Presidência dê continuidade ao trabalho tão bem executado até então para o fortalecimento e a diversificação dos negócios das empresas associadas, na atração de investimentos para o Brasil, na ampliação do comércio bilateral e na cooperação entre países.

Adicionalmente, por meio de votação, foram eleitos novos membros da Diretoria da instituição. Ao todo vinte e oito executivos foram reeleitos para um segundo mandato ou eleitos para dar início ao seu período como Diretor da Câmara. A lista completa pode ser acessada aqui.

Sobre o novo Presidente da instituição, Manfredo Rübens

Nascido em Buenos Aires, Argentina, Manfredo Rübens fez um aprendizado (Banklehre) no Deutsche Bank e depois estudou Administração de Empresas em Mannheim, Alemanha. Ingressou na BASF em Ludwigshafen, Alemanha, em 1991, como especialista em Mercados de Capitais. Em sua trajetória profissional exerceu diversas funções na Alemanha, os Estados Unidos e o Brasil. Casado e pai de três filhos, ele assumiu em 2018 a Presidência da BASF para a América do Sul.

Apaixonado por esportes como natação, tênis e golfe, destaca-se por sempre usar o terno acompanhado por um par de tênis – o calçado orgulhosamente exibido é da marca alemã Adidas, produzido com o polímero desenvolvido pela BASF.

Já quando o assunto é o time do coração, o de Rübens é dividido em quatro partes milimetricamente iguais: Bayern de Munique e seleções da Argentina, Alemanha e Brasil.

Fã de Friends, Beatles e Ed Sheeran, Rübens é um grande entusiasta de inovação e sustentabilidade, pilares que defende à frente da BASF e que devem refletir em sua atuação como Presidente da AHK São Paulo.

Redação

PETRÓLEO – Oscilação nos preços torna modelo de exploração brasileiro arriscado e rudimentar

O petróleo, recurso mineral que ganhou poder suficiente para enterrar nações e causar grandes batalhas econômicas e políticas no século passado, vem se tornando pauta de muitas discussões entre organizações e países. Durante o mês de julho, o Brasil bateu a marca de 8,19 milhões de toneladas em exportação do minério, em contraposto com o volume de 3,76 milhões vendidos no mesmo período do ano anterior, segundo divulgado dados do governo federal.

No entanto, à medida que a crise do coronavírus (covid-19) destrói as economias mundiais e prejudica a demanda, grandes petrolíferas europeias têm feito certas confissões nos últimos meses. Sendo assim, o continente europeu prometeu ser bastante severo com a questão ambiental e, por serem 35% da economia global, sua grande influência poderá fomentar consequências internacionais. Enquanto isso, o mercado de petróleo opera com grandes oscilações a espera da próxima reunião da Opep, nesta quarta-feira (19), para discutir o futuro das exportações.

De acordo com Pedro Paulo Silveira, Economista-Chefe da Nova Futura Investimentos, as discussões em torno do petróleo estão seguindo por lados diferentes que dividem o mercado. “Há algumas semanas, boa parte das empresas de petróleo dos EUA estava tendo sérios problemas, já que esta indústria não se paga à apenas 4 dólares, quanto estava valendo na ocasião. Muito pelo contrário, ela passa a operar no prejuízo. Esse problema faz com que os investimentos na prospecção de novos campos e abertura de meios de exploração parem, porque ninguém vai investir com expectativa de prejuízo.

Já nesta semana, a discussão está no fato de que diversas empresas do mundo, particularmente as europeias, estão freando as pesquisas em novos campos e abandonando projetos já iniciados por conta do preço do petróleo e pelo esforço cada vez mais elevado em partirem para opções neutras de carbono. Estamos vivenciando uma agenda bastante forte dos países avançados, com exceção dos EUA, de minimizar os impactos ambientais e neutralizar as emissões de carbono. Evidentemente, isso se reflete nas políticas das empresas de petróleo”, explica.

As metas para 2030 são agressivas, tanto no sentido de substituir os carros a gasolina por elétricos, quanto substituir a geração de energia suja por energia limpa. “Isso irá fazer com que a demanda por petróleo caia, entretanto, as empresas europeias estão na vanguarda das pesquisas sobre o que fazer. Elas são empresas de energia e não apenas petróleo. O Brasil, por outro lado, como um país que insiste em ser emergente, não vai abandonar a proposta de explorar a Amazônia economicamente e transformá-la em um lugar que dê para produzir carne, milho e soja, assim como explorar de maneira bastante intensa os seus imensos campos de petróleo.

Nós vamos continuar nessa, porém, o resto do mundo está bastante focado em sair desse risco. Essa questão, tanto do ponto de vista ambiental quanto econômico, não vamos sentir tão claramente no presente. A curto prazo, não teremos grandes mudanças. É como fumar um cigarro, no dia a dia, parece uma maravilha, mas os efeitos disso são acrescentados sem serem perceptíveis e, daqui a pouco, você está com o pulmão praticamente petrificado”, completa o Economista-Chefe.

Sobre a Nova Futura Investimentos
Sócia-fundadora da BM&BOVESPA, a Nova Futura Investimentos, foi fundada em 1983, atua nos mercados de commodities, renda fixa, renda variável e seguros. Com presença nacional, a instituição financeira conta com 21 escritórios espalhados por diversas cidades do país. Ao longo de mais de três décadas de existência, se consolidou como uma das maiores e mais independentes casas de investimentos do Brasil.

Com tradição no mercado institucional, vem se tornando referência no varejo, oferecendo a mesma qualidade já ofertada ao mundo empresarial agora também para pessoas físicas. Em 2017, confirmando a tradição de excelência, a corretora recebeu o selo Nonresident Investor Broker, que reconhece a estrutura organizacional e tecnológica especializada na prospecção de clientes, prestação de serviços de atendimento consultivo assim como execução de ordens e distribuição de produtos da BM&FBovespa para investidores não residentes.

Redação

TBG inicia avaliação de startups inscritas para Transformação Digital nas estações de compressão de gás

Trinta e duas startups candidatas se inscreveram na Rodada de Negócios liderada pela TBG em parceria com a empresa Sai do Papel – Energy Hub SDP, que tem por finalidade encontrar soluções que visam implementar tecnologias disruptivas para Transformação Digital das Estações de Compressão da TBG.

O período de inscrições foi encerrado neste domingo, 16 de agosto.
As startups foram desafiadas a apresentar soluções com aplicação de tecnologias, dispositivos e sensores (Internet das Coisas – IoT), utilizando preferencialmente sistemas robotizados.

A comissão julgadora concluirá até 21 de agosto a avaliação da documentação enviada pelas candidatas. Como resultado, dez startups serão selecionadas para a etapa final, prevista para encerrar até 8 de setembro, que contemplará Pitch da Rodada de Negócios e divulgação da seleção de até três startups para realização de Prova de Conceito (POC) / Produto Mínimo Viável (MVP), com mentoria das equipes da TBG.

A TBG entende que as tecnologias que vêm se destacando no mercado mundial trazem uma disrupção capaz de auxiliar na geração de valor para as áreas de negócio da companhia.

Redação

Novo estatuto do IBP é aprovado em 19ª Assembléia geral

Proposta reflete o novo plano estratégico da organização e atualiza sua marca, missão, visão, valores, princípios e governança

O novo estatuto do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) foi aprovado na sexta-feira (14/08) por seus associados durante a 19ª Assembleia Geral Extraordinária, a segunda que ocorre em ambiente virtual em função da pandemia da Covid-19. As mudanças no documento refletem a revisão do Plano Estratégico do IBP, que atualizou a marca, missão, visão, valores, princípios e governança do Instituto.

As alterações compreendem a missão de promover o fortalecimento do setor de energia, com foco no desenvolvimento de uma indústria de petróleo e gás natural competitiva e sustentável, gerando benefícios amplamente reconhecidos pela sociedade.

Além disso, a nova visão institucional tem como objetivo posicionar toda cadeia de O&G nacional entre as mais competitivas do mundo, com destacada promoção de conhecimento e relevância para a população.

O IBP ainda passa a ser reconhecido por “Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás”. O escopo de atuação da instituição foi redefinido para fortalecer e dar mais foco em upstream (exploração, perfuração e produção), midstream (refino, logística) e downstream (distribuição e comercialização).

“Nasce um novo IBP hoje, a partir de um processo robusto de reflexão. Temos que evoluir de acordo com as mudanças no contexto da indústria de energia, ao mesmo tempo em que mantemos a solidez de nossos valores e princípios”, comenta Clarissa Lins. Estas mudanças estão direcionadas para ampliar e fortalecer:

• Integridade: defender a ética, a transparência e o irrestrito compromisso com o respeito às leis e aos contratos
• Liderança: atuar com dinamismo e base factual em temas críticos para fomentar o desenvolvimento da indústria, sem envolvimento ou posicionamento quanto a questões comerciais e político-partidárias
• Sustentabilidade: promover ações voltadas à melhoria nos padrões de saúde, segurança e gestão de riscos, além da redução continua dos impactos ambientais e climáticos da indústria
• Competitividade: fomentar um ambiente de negócios aberto, que favoreça a competição, a livre iniciativa, a inovação, a segurança jurídica, a ética concorrencial, a atração de investimentos e a diversidade de atores.
• Compromisso com a sociedade: valorizar a ampla contribuição da indústria à sociedade brasileira por meio da geração de renda, tecnologia e empregos, pautada por uma atuação socialmente responsável e reconhecida pela sociedade.

O IBP ainda reforçou seu compromisso com a atuação voltada para uma agenda setorial mais ampla, relevante e comprometida com a sustentabilidade, composta por mudanças climáticas e transição energética, além do comprometimento com o fomento amplo para a constante inovação e novas aplicações tecnológicas.

O portfólio de serviços e atividades do IBP passa a priorizar atividades que atendam à geração de retorno acima do breakeven, a contribuição para atividade das associações, o impacto na marca para reforço da reputação do Instituto e alinhamento à missão, visão e valores da organização, tendo eficiência e produtividade como premissas.

“Desta forma, buscaremos maior eficiência e produtividade no aperfeiçoamento de nosso portfólio de serviços”, ressalta Clarissa Lins.

A estrutura organizacional foi reformulada e aperfeiçoada, seguindo as melhores práticas globais de governança.

Renovado em seu formato e buscando equilíbrio e independência, o Conselho de Administração terá 17 membros, 7 para a Associação Brasileira de Exploração e Produção (Abep), 7 membros da nova Associação Brasileira de Downstream (ABD) e 3 destinadas a conselheiros independentes, sempre de notório saber. Todos os integrantes são eleitos em assembleia pelas associadas. A presidente também participa das reuniões do Conselho de Administração, como membro convidado, sem direito a voto.

Além da presidente, a diretoria-geral é composta agora por 4 diretores-executivos, antes denominados Secretários Geral e Executivos.

Outra mudança relevante é a constituição de um Conselho Consultivo, composto por até 15 membros eleitos em Assembleia Geral, para apoiar e orientar decisões do Conselho de Administração.

Redação

Posicionamento Ipiranga

Para Ipiranga, é momento de reduzir regras sobre os biocombustíveis e estimular mecanismos de mercado para garantir o papel do Brasil na liderança desta indústria

A Ipiranga acredita que a discussão atual sobre o biodiesel demonstra uma clara necessidade em se reduzir e simplificar o volume de normas e regulamentações sobre biocombustíveis, revendo por exemplo o modelo atual de leilões de biodiesel, as restrições de importação e as obrigações de compra e estoques de etanol anidro.

Esses são aspectos que apenas dificultam o desenvolvimento dos biocombustíveis no Brasil, pois criam regras artificiais que limitam a atuação livre dos agentes no mercado.

A Ipiranga entende que o percentual de mistura e o Programa Renovabio já representam dois pilares fundamentais de incentivo aos biocombustíveis, e que é preciso proporcionar mais liberdade aos agentes de mercado, não apenas para regular oferta e demanda, mas também para que seja possível um ambiente com mais investimentos em inovação, melhoria de qualidade, novas tecnologias e produtividade.

Enquanto empresa de distribuição, a Ipiranga reforça seu interesse em debater o desenvolvimento dos biocombustíveis para que esta indústria suporte cada vez mais o nosso país na direção de uma economia de baixo carbono e de alta eficiência. “Somos totalmente favoráveis ao maior mix de biocombustíveis na matriz brasileira, mas entendemos que esse avanço requer maior incentivo aos mecanismos de mercado em detrimento de artificialismos regulatórios.

Somos uma distribuidora de combustíveis, entregamos produtos que são produzidos por inúmeros agentes de mercado e temos como missão liderar esta transição no Brasil”, afirma Francisco Ganzer, Diretor de Operações da Ipiranga.

Redação