Porto de Angra dos Reis é um importante centro de logística

Com a retomada da economia mundial e a recuperação do mercado de óleo e gás, o Porto de Angra dos Reis, que está estrategicamente localizado na Bacia de Santos, pretende servir de base para a exploração dos campos do pré-sal.  Hoje, Com uma área total de 78 mil metros quadrados, o Terminal Portuário está localizado no município de Angra dos Reis, na Baía da Ilha Grande, litoral sul do Estado do Rio de Janeiro e é um importante centro de logística para apoio de projetos e movimentações de carga.

A privilegiada localização do Porto na Bacia de Santos o coloca em posição estratégica para atender navios e plataformas que operam no pré-sal.

 

Comunicação TPAR

Conteúdo Local – ANP divulga balanço final dos pedidos de aditamento

A ANP divulgou na quinta-feira (22/07) balanço final sobre a análise dos pedidos de aditamento da Cláusula de Conteúdo Local apresentados com base na Resolução ANP nº 726/2018.

No total, foram apresentadas solicitações referentes a 287 contratos de exploração e produção, que resultaram na atualização dos compromissos de conteúdo local de 258 blocos exploratórios e 85 campos de produção, operados por 45 empresas de petróleo.

Cerca de 90% das solicitações se referiram a contratos assinados nas Rodadas 6 a 13, em que as exigências de conteúdo local foram consideradas mais elevadas. A adesão, nesses casos, é calculada em 70% dos contratos aptos a celebrar o termo aditivo.

A maior parte (34%) das solicitações foi efetuada pela Petrobras, seguida da Petra (8%) e da Imetame (6%). Os contratos com áreas terrestres representaram 69% dos pedidos, com destaque para a Bacia do Recôncavo, para a qual houve 67 solicitações de aditamento.

O balanço completo está disponível na página Aditamento da Cláusula de Conteúdo Local.

Os novos percentuais foram autorizados pela Resolução CNPE nº 1/2018 e mantiveram-se em linha com os das rodadas de licitações mais recentes. A opção pelo aditamento tem como contrapartida a perda do direito à solicitação de isenção (waiver) e ajuste.

Clique para ver mais informações sobre Conteúdo Local.

ANP promove workshop sobre revisão da regulamentação de construção e regulamentação de centrais de GNL – participe

O debate online visa obter subsídios para a análise do impacto regulatório inerente às atividades de distribuição de GNL a granel e construção/operação de centrais de distribuição de gás natural liquefeito – GNL, no cumprimento da Agenda Regulatória 2020-2021

Atualmente a matéria é regulada pela Portaria ANP nº 118/2000. O debate sobre seu conteúdo se mostra oportuno pois, no decurso de 20 anos de publicação, houve definição das diretrizes do novo mercado de gás no Brasil, a introdução de novos modelos de negócio e inovações tecnológicas neste segmento, além da modernização de normas técnicas e requisitos de segurança aplicáveis.

Dada a abrangência do tema, suas interfaces e os agentes econômicos envolvidos, optou-se pela realização de workshop, visando a que a sociedade ofereça elementos para a avaliação da pertinência de se promover revisão da regulamentação vigente relativa à construção e à operação de centrais de GNL e atividades de distribuição de GNL a granel.

Observando as medidas de prevenção à Covid-19, o workshop será realizado de forma virtual, por intermédio do aplicativo Teams.

Visando alcançar o maior número de contribuições, sem o comprometimento da qualidade da sessão virtual, será admitida a participação de até três representantes por empresa. A inscrição de participantes deve ser realizada até 10/08/2020, por meio do e-mail contribuicaognl@anp.gov.br, informando nome completo, empresa e telefone de contato e se há interesse em fazer breve apresentação sobre o tema no workshop.

Os indicados receberão convite por e-mail com o link para ingresso na sala de reunião virtual até a véspera do evento.

Contribuições poderão ser enviadas ao e-mail contribuicaognl@anp.gov.br, utilizando o formulário abaixo:

Contribuições poderão ser enviadas ao e-mail contribuicaognl@anp.gov.br, utilizando o formulário abaixo:
+ Formulário para contribuições.

Data: 20/08/2020
Horário: 14h à 16h

Observação: Como há limitação de número de participantes na plataforma, será dada prioridade de participação a empresas do setor de GNL. Demais participantes podem se inscrever, mas ficarão na lista de espera.

Golar Power dá um passo importante para uma das maiores iniciativas mundiais para a redução da emissão de Gases do Efeito Estufa

A Golar Power Limited (“Golar Power”), uma joint-venture entre a Golar LNG Limited (NASDAQ ticker: GLNG) e Stonepeak Infrastructure Partners, tem o prazer de anunciar a execução de um Memorando de Entendimentos com a Norsk Hydro para desenvolver o primeiro terminal de GNL no Norte do Brasil, um grande passo para uma das maiores iniciativas de redução de gases de efeito estufa, em nível global.

O projeto permitirá o fornecimento de GNL para a refinaria de Alumínio Alunorte da Norsk Hydro, localizada nas proximidades do Porto de Vila do Conde, no Município de Barcarena, Estado do Pará, Brasil. A Alunorte será também o primeiro cliente operacional do FSRU de Barcarena que a Golar Power planeja colocar em funcionamento no primeiro semestre de 2022. A conclusão de acordos finais com a Norsk Hydro será, portanto, um passo importante para o início dos investimentos, que devem ocorrer nos próximos 4 a 6 meses.

O terminal GNL tem como objetivo fornecer gás para a Alunorte e, também, para a usina térmica de 605 MW da subsidiaria da Golar Power, as Centrais Elétricas Barcarena (Celba), ganhadora do contrato de venda de energia por 25 anos. Quando o terminal entrar em operação, a Golar Power espera operar também uma ampla rede de distribuição de GNL no Pará e região. Essa cadeia de fornecimento de GNL cobrirá uma área maior do que a do Leste Europeu, e consiste em milhares de quilômetros de sistemas de transporte fluvial e rodoviário, atendendo inúmeros clientes industriais, comerciais e de transporte.

O projeto cumprirá o compromisso da Norsk Hydro com o governo do estado do Pará, realizado em 2017, para buscar uma solução energética a gás natural para a refinaria, que é uma das maiores refinarias de alumínio do mundo. O projeto permitirá o uso de gás natural proveniente do GNL, proporcionando a combustão mais limpa e, consequentemente, reduzindo substancialmente o nível de emissões atmosféricas.

O CEO da Golar Power, Eduardo Antonello, comentou:

“Estamos muito felizes em ajudar a Norsk Hydro a atingir seu ambicioso objetivo global de sustentabilidade de reduzir as emissões de CO2 em 30% até 2030 e, ao mesmo tempo, contribuir para uma redução significativa nos preços de energia e das emissões ambientais em toda a Região Norte do Brasil. O projeto tem o potencial de reduzir significativamente o custo da energia e apoiar o crescimento industrial de forma ambientalmente responsável e sustentável, respeitando as características únicas dos recursos naturais existentes na região ao mesmo tempo em que destrava o potencial econômico. A Golar Power estima um potencial de substituição de GLP, diesel, óleo combustível e carvão em quantidades próximas a 1,8 milhão de toneladas equivalentes de GNL por ano através do uso do terminal – criando as bases para uma transição mais ampla para fontes de energia que emitem menos CO2 em toda a região. A redução nos preços do GNL que vimos nos últimos anos aumentou significativamente a competitividade do GNL frente a outros combustíveis. Não apenas em relação ao diesel e ao óleo combustível, mas também o GNL é hoje mais barato do que o próprio carvão mineral. O projeto com a Norsk Hydro ilustra os benefícios econômicos e ambientais que podem ser alcançados pela indústria global e por empresas de mineração ao realizarem a transição do uso das suas atuais fontes de energia para o GNL. Essa tendência cria uma enorme oportunidade para a Golar Power replicar a iniciativa em diferentes países nos próximos anos”

John Thuestad, vice-presidente da Hydro Bauxite e Alumina, disse:

“A Hydro está comprometida com as melhores práticas sustentáveis e investimos consistentemente em soluções para reduzir nosso impacto e trazer benefícios para as comunidades vizinhas, bem como promover o desenvolvimento industrial responsável. Este projeto de GNL ajudará a tornar nossa operação mais sustentável e facilitará o acesso de outras indústrias e consumidores do estado do Pará ao gás natural de combustão mais limpa”

A transição prevista de óleo combustível pesado para GNL não só sustentará o futuro no longo prazo das instalações da Alunorte e os muitos milhares de postos de trabalho que ela suporta, como também será um importante trampolim para o rápido arranque das operações de distribuição de GNL pela Golar Power.

DECLARAÇÕES PROSPECTIVAS

Este comunicado de imprensa contém declarações prospectivas (conforme definido na Seção 21E do Securities Exchange Act de 1934, conforme alteração) que reflete as expectativas atuais da administração, estimativas e projeções sobre suas operações. Todas as declarações, exceto declarações de fatos históricos, que abordam atividades e eventos que irão, deverão, ou poderão ocorrer no futuro, são declarações prospectivas. Palavras como “pode”, “poderia”, “deve”, “deveria”, “esperaria”, “planejaria”, “anteciparia”, “pretende”, “prevê”, “acredita”, “estima”, “prevê”, “propõe”, “potencial”, “continua”, ou o negativo destes termos e expressões similares têm a intenção de identificar tais declarações prospectivas.

Essas declarações não são garantias de desempenho futuro e estão sujeitas a certos riscos, incertezas e outros fatores, alguns dos quais estão para além do nosso controle e que são difíceis de prever. Portanto, os resultados e resultados reais podem diferir materialmente do que é expresso ou previsto em tais declarações prospectivas. Você não deve depositar confiança indevida nessas declarações prospectivas, que falam apenas a partir da data deste comunicado de imprensa. A menos que legalmente exigido, a Golar LNG Limited e a Golar Power não assumem qualquer obrigação de atualizar publicamente quaisquer declarações prospectivas, seja como resultado de novas informações, eventos futuros ou outros.

Como resultado, você é avisado a não confiar em qualquer declaração prospectiva. Os resultados reais podem diferir materialmente daqueles expressos ou implícitos por tais declarações prospectivas. A Golar LNG Limited e a Golar Power não assumem qualquer obrigação de atualizar ou rever publicamente quaisquer declarações prospectivas, seja como resultado de novas informações, eventos futuros ou de outra forma, a menos que exigido por lei.

 

Redação

Petrobras e Sebrae divulgam startups pré-selecionadas para edital de R$10 milhões

30 candidatas, selecionadas entre mais de 300 inscritas, disputarão a próxima etapa

A Petrobras e o Sebrae divulgam as 30 pequenas empresas inovadoras pré-selecionadas para a fase final da segunda edição do Programa Petrobras Conexões para Inovação – Módulo Startups. Com o objetivo de aumentar a competitividade e o potencial de geração de valor do programa, a Petrobras aumentou de 24 para 30 o número de propostas selecionadas na primeira fase do programa. Com 363 propostas, o edital superou em mais de cem o número de inscrições na edição anterior, cuja seleção foi concluída em dezembro de 2019.

Na próxima etapa da disputa, as startups submetem suas propostas ao sistema de Gestão de Projetos da Petrobras, para melhor detalhamento. A partir de agosto, haverá interação técnica com profissionais da companhia e do Sebrae para refinamento do plano de trabalho e do modelo de negócios. As candidatas receberão assessoria e treinamento para as apresentações no Pitch Day, de onde sairão as vencedoras. Essa última fase está prevista para outubro.

Para o diretor de Transformação Digital e Inovação da Petrobras, Nicolás Simone: “O Programa contribui para a aceleração do desenvolvimento do ecossistema de inovação da Petrobras, buscando ideias inovadoras que possam contribuir para o alcance de soluções que gerem valor para a Companhia”.

Considerado de maior escala que o anterior, o 2°edital do programa trouxe 54 desafios, em nove diferentes áreas: tecnologias digitais, robótica, eficiência energética, catalisadores, corrosão, redução de carbono, modelagem geológica, tecnologias de inspeção e tratamento de água. Cada projeto poderá receber recursos de R$ 500 mil a R$ 1 milhão, a depender do valor gerado ao negócio da Petrobras.

“Por meio desta parceria, o Sebrae viabiliza que pequenos negócios se insiram de forma efetiva no processo de inovação aberta da Petrobras, desenvolvendo tecnologia e inovação para gerar maior competitividade no mercado brasileiro e fortalecer a cadeia produtiva de petróleo e gás no país”, afirma o diretor técnico, Bruno Quick.

Os vencedores contarão com a assessoria da Petrobras e do Sebrae para que suas soluções tenham os benefícios comprovados e modelos de negócios que garantam a geração de valor no curto prazo. Para os projetos finalizados com sucesso, a Petrobras buscará viabilizar a continuidade do seu desenvolvimento com a implantação e testes em campo, por meio de um lote piloto ou serviço pioneiro.

Confira as 30 empresas selecionadas:

 

E o link para o resultado: http://petrobr.as/conexoes-para-inovacao

Agência Petrobras

Eneva e Instituto Tecgraf da Puc-Rio desenvolvem software com recurso de PD&I da ANP

ALINE vai aumentar a assertividade na exploração de gás natural em terra

A Eneva e o Instituto Tecgraf, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (Puc-Rio), acabam de obter o registro do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) para o ALINE (Automated Learning Intelligence for Exploration), primeiro software desenvolvido pela empresa que utiliza algoritmos de machine learning para gerar indicadores de zonas com maior probabilidade de ocorrência de gás a partir de dados sísmicos terrestres 2D. A área de Exploração da Eneva passa a contar com uma ferramenta que aprimora a interpretação dos dados sísmicos já utilizados, agregando maior valor à informação e reduzindo os riscos da atividade.

A primeira versão do ALINE está sendo testada nas linhas sísmicas existentes, próximas aos poços de exploração e produção de gás natural do Complexo Parnaíba, no Médio Mearim (MA). “O uso de machine learning pela área de Exploração é novidade na Eneva e estamos muito satisfeitos por ter desenvolvido um software em parceria com o Tecgraf para auxiliar nas nossas campanhas exploratórias de gás natural”, ressalta o gerente geral de Interpretação, Frederico Miranda.

A machine learning, ou aprendizado de máquina, é um campo da ciência da computação que confere aos computadores a capacidade de aprender com seus próprios erros e, a partir deles, fazer previsões de dados.

O ALINE é fruto do projeto intitulado “Detecção de assinaturas de acúmulo de gás em traços sísmicos usando deep-learning”, desenvolvido com recurso de PD&I da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A Eneva e o Instituto Tecgraf iniciaram os estudos em junho de 2019 e concluíram a primeira versão do ALINE.

“Agora seguiremos para a segunda fase do projeto, que consiste no aprimoramento dos algoritmos usados no ALINE e na inserção de novos. Nesta etapa iremos utilizar recursos de PD&I da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica). A agência receberá pela primeira vez um projeto de pesquisa com foco na integração da produção do gás onshore com a geração de energia, ou seja, o modelo de reservoir-to-wire (R2W) usado pela Eneva”, complementa Miranda.

O desenvolvimento do ALINE

O projeto utiliza a metodologia de Long Short-Term Memory (LSTM), uma rede neural que analisou cada traço sísmico de forma independente, para verificar se existe alguma assinatura específica para as zonas com anomalias de gás.

A análise é feita a partir de dados sísmicos convencionais com marcações de zonas onde há gás e de zonas onde não há gás, para que os algoritmos de machine learning possam ser treinados e posteriormente realizar esse reconhecimento de forma automatizada, buscando diferenciar zonas de interesse. Os algoritmos, por sua vez, geram como resultado imagens e arquivos em formato SEG-Y, padrão da indústria de petróleo, para que possam ser analisados em qualquer software de interpretação sísmica disponível no mercado.

Investimentos em PD&I – site ANP

http://www.anp.gov.br/pesquisa-desenvolvimento-e-inovacao/investimentos-em-p-d-i

“A Lei nº 9.478, de 06/08/1997, estabeleceu para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), dentre outras, a atribuição de estimular a pesquisa e a adoção de novas tecnologias para o setor.

Diante disso, os contratos celebrados entre a agência e as empresas petrolíferas para exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural dispõem, desde a Rodada Zero, de cláusulas de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) que estabelecem a obrigação de realização de despesas qualificadas como PD&I pelas empresas petrolíferas.

A cláusula de PD&I estabelece a aplicação de percentual da receita bruta da produção, segundo condições específicas de cada modalidade de contrato. Os valores gerados são investidos em projetos de PD&I que podem ser executados pela própria empresa petrolífera, por empresas brasileiras ou por instituições credenciadas de todo o país”.

Mobil lança manual de boas práticas para a indústria

Empresa lista os riscos, processos e procedimentos operacionais que podem ajudar a uma rápida retomada quando o mercado reagir à crise

O impacto do coronavírus na indústria chegou para todo o mercado. A boa notícia para o setor industrial é que após as perdas recordes com a pandemia em abril, a produção da indústria nacional cresceu 7% em maio, de acordo com a da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Neste momento em que as plantas estão parcialmente ou totalmente paralisadas, a Mobil preparou um material para auxiliar a área técnica a desenvolver planos de hibernação e melhorar a conservação dos seus equipamentos. O material traz uma série de boas práticas que vão contribuir com a retomada do mercado em reação à crise.

A manutenção é fator de sobrevivência e competitividade. Segundo especialistas, a baixa demanda é o momento ideal para antecipar manutenções preventivas programadas. Qualquer plano de hibernação demanda também a criação de um planejamento das atividades, bem como cronograma de execução, definição de responsáveis por cada tarefa e treinamento de membros da equipe ainda não familiarizados com os procedimentos.

Confira na imagem acima, o fluxograma com os principais pontos a serem considerados

Com o passo a passo da hibernação em mãos, é hora de compreender cada uma de suas etapas e de priorizar a análise e definição dos equipamentos que continuam ou não em operação.

A Mobil buscou compreender as principais dúvidas do setor, como por exemplo: Como garantir que o equipamento está protegido? Se há umidade, como saber se foi totalmente retirada? Como fazer manutenção de equipamentos que não estão sendo utilizados? E selecionou algumas dicas. Todas as dicas podem ser vistas neste link: https://www.mobilindustrial.com.br/blog/#

Outra parte importante de qualquer plano de manutenção regular e que tem um papel ainda mais vital em um processo de hibernação está relacionado à lubrificação. . Veja alguns pontos chave relacionados a isso:

1 – Plano de lubrificação – Eventuais mudanças, bem como as estratégias adotadas, devem ser conduzidas considerando o tipo do equipamento, o ambiente que ele se encontra, o tempo planejado da hibernação e o tempo disponível para partida após o fim da hibernação. Reveja o plano de amostragem dos sistemas críticos e monitore a presença de água sempre que possível. Use testes de campo para determinar a concentração de água. Se possível, utilize unidades de filtragem portáteis para o tratamento das cargas de óleo.

2 – Contaminação – Componentes mecânicos dos equipamentos inativos estão em repouso, estáticos e não recebem nenhuma circulação do óleo lubrificante. Por isso, é vital verificar se houve algum tipo de contaminação do óleo, principalmente por umidade, o que pode provocar ferrugem e corrosão, abreviando a vida útil do componente e, com isso, de todo o sistema. A condição do lubrificante no momento de pré-hibernação deve ser avaliada e as cargas que apresentarem restrições por presença elevada de insolúveis, fuligem, água, acidez e fatores similares devem ser tratadas ou substituídas para que não comprometam a estabilidade do sistema.

3 – Corrosão e ferrugem – Produtos químicos denominados Inibidores de Corrosão em Fase Vapor (VPCIs na sigla em inglês) são alternativas simples e baratas para proteger os componentes internos contra esses dois danos em paradas longas e médias. Importante: quando o maquinário retornar à operação, é usualmente desnecessário efetuar “flushing” para a remoção do VPCI remanescente antes de reabastecer com a carga de lubrificante para a retomada da operação. Deve-se, contudo, consultar o formulador do óleo sobre a compatibilidade de VPCIs com o lubrificante a ser utilizado.

4 – Tempo ocioso – Aproveite o momento para limpeza de filtros e dos reservatórios. Use a oportunidade também para filtrar a carga de óleo ao retirá-la do reservatório para limpeza e ao retorná-la após o término do procedimento.

A Mobil conta com um canal exclusivo para levar conhecimento sobre o mercado industrial por meio de notícias, materiais e conteúdo relevante. Para conhecer o canal e ter mais informações acesse: www.mobilindustrial.com.br

Estatal ingressa com ação anulatória de sentença parcial em arbitragem

A Petrobras ingressou com ação judicial para anulação de sentença arbitral parcial proferida em arbitragem instaurada por Petros e Previ, que tramita perante a Câmara de Arbitragem do Mercado (CAM), da B3.

Em respeito às regras da CAM, a ação judicial tramita em segredo de justiça.

A Petrobras reitera que seguirá buscando a anulação definitiva da sentença parcial, por suas graves falhas e impropriedades, e continuará a se defender vigorosamente, em respeito a seus atuais acionistas, em todas as arbitragens de que é parte.

Agência Petrobras

Cummins divulga Relatório de Progresso em Sustentabilidade 2019

A Cummins Inc. divulga seu 17º Relatório Anual de Progresso em Sustentabilidade, abrangendo o desempenho da empresa em 2019 em questões ambientais, sociais e de governança. O relatório também destaca os esforços da Cummins para proteger funcionários e atender clientes durante os primeiros seis meses da pandemia da Covid-19.

Em nota, no início do relatório oficial, o presidente e CEO Tom Linebarger parte de seu olhar tradicional e foca nos desafios e oportunidades que a empresa enfrenta. Além disso, discute o impacto da Covid-19 e reitera o compromisso da Cummins de lutar ativamente contra o racismo sistêmico, continuando a longa jornada de promoção da justiça social da empresa.

“A pandemia e os protestos revelaram uma verdade fundamental sobre sustentabilidade: empresas e instituições são tão fortes quanto as comunidades, os países e o mundo ao seu redor. Para ter sucesso com nossos acionistas no longo prazo, precisamos garantir a saúde e a prosperidade de todas as nossas partes interessadas. E podemos contar com a Cummins para lutar por um mundo mais próspero e justo”, escreve Linebarger.

O relatório descreve as muitas realizações da empresa em 2019, incluindo: • Uma nova estratégia ambiental, PLANET 2050, que inclui metas baseadas na ciência que atendem ou superam as metas do acordo de Paris das Nações Unidas sobre mudança climática.

• Atingir três das metas de sustentabilidade ambiental da empresa para 2020 um ano antes.
• A compensação de quase todo o uso de energia da empresa na sede da Cummins, no estado de Indiana (EUA), com energia renovável, graças à expansão de um parque eólico que a empresa apoiou.
• Atingir a menor taxa de incidência de saúde e segurança desde 2015.
• Atingir o nível de 50% para a representação de mulheres na principal equipe de liderança Sênior da empresa.
• Impactar a vida de 100 mil pessoas por meio do Programa Cummins Powers Women da empresa promovendo a igualdade.
• Investir um recorde de US$ 1 bilhão em pesquisa, desenvolvimento e engenharia à medida que a empresa avança na tecnologia atual e traz novos produtos ao mercado alimentados por hidrogênio e outras fontes de energia de baixo carbono.
• Alcançar rentabilidade recorde.

O segmento New Power da Cummins, que combina os investimentos da empresa em grupos de força eletrificados, células de combustível e tecnologia de produção de hidrogênio, também completou seu primeiro ano em 2019.

O grupo trouxe com sucesso motores de força eletrificados com zero emissões para os mercados de ônibus na América do Norte em 2019. A Cummins também possui mais de 2 mil instalações de células de combustível em uma variedade de aplicações dentro e fora da estrada, bem como mais de 500 instalações de eletrolisadores para dividir a água em hidrogênio e oxigênio .

sas tecnologias desempenharão um papel de destaque na aspiração do PLANET 2050 da empresa em potencializar o sucesso do cliente por meio de tecnologias neutras em carbono.

O Relatório de Progresso da Sustentabilidade de 2019 pode ser encontrado em:

https://www.cummins.com/company/global-impact/sustainability

Petroleira apresenta sólido desempenho operacional no segundo trimestre de 2020

Companhia agiu rapidamente para enfrentar os desafios impostos pela pandemia e a crise na indústria A Petrobras enfrentou, no segundo trimestre deste ano, uma crise sem precedentes na indústria, com queda acentuada no valor do brent, forte diminuição de demanda e excedente de produtos no mercado. Mesmo nesse contexto desafiador, a companhia apresentou um sólido desempenho operacional no período, tendo reagido rapidamente aos desafios impostos pela pandemia e a recessão global.

A produção média de óleo e gás natural foi de 2,802 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), 6,4% maior do que a registrada no mesmo período no ano passado e ficou apenas 3,7% abaixo em comparação ao primeiro período deste ano.

No mês de abril, iniciativas integradas de logística e marketing permitiram o crescimento das exportações, o que compensou a redução da demanda doméstica por combustíveis. Com essas iniciativas, a Petrobras alcançou recorde de exportação de petróleo, atingindo a marca de 1 milhão de barris por dia.

No refino, a produção foi significativamente impactada pela redução da demanda, principalmente em abril, quando fator de utilização (FUT) chegou a 59%. A recuperação gradual do consumo interno e a exportação de bunker e óleo combustível permitiram que o FUT do refino retornasse aos patamares anteriores à pandemia, alcançando 74% e 78%, nos meses de maio e junho, respectivamente. A exportação de derivados também subiu 22% em relação ao trimestre anterior.

Clique aqui para ver o relatório completo do desempenho operacional no segundo trimestre.

Agência Petrobras