ANP inicia consulta pública para “aperfeiçoar” indicação de áreas para licitação

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) iniciou o processo de consulta e audiência públicas sobre uma resolução que amplia as formas de indicação de áreas para rodadas de licitação, informou a entidade reguladora.

Segundo a ANP, a minuta visa regulamentar a nominação de áreas por agentes econômicos, com a possibilidade de que estes sugiram locais de exploração e produção de petróleo e gás para rodadas futuras de licitação ou oferta permanente.

A agência afirmou a proposta está de acordo com diretrizes do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

Para a ANP, a proposta aperfeiçoa, simplifica e aumenta a visibilidade do processo de nominação, podendo atrair mais agentes e investimentos para o setor no país.

Engie e CDPQ adquirem os 10% remanescentes da TAG

A ENGIE, maior empresa privada de energia do Brasil, atuando em geração, comercialização e transmissão de energia, transporte de gás e soluções energéticas, anuncia que seu lance conjunto com a Caisse de dépôt et placement du Québec (CDPQ), uma investidora institucional internacional, foi bem sucedido ao adquirir a participação acionária remanescente de 10% na Transportadora Associada de Gás S.A. (TAG), como parte do processo de desinvestimento conduzido pela Petrobras.

O valor final da transação é de R$ R$ 1.006.671.614,00 (um bilhão, seis milhões, seiscentos e setenta e um mil, seiscentos e quatorze reais). Com essa aquisição, a participação acionária total da ENGIE na TAG aumenta para 65% (dos quais 32,5% pertencem à ENGIE Brasil Energia), enquanto a CDPQ detém os demais 35%. Após a conclusão da operação, a ENGIE irá manter o atual método de consolidação por equivalência patrimonial.

Esta aquisição dá sequência à anterior, pela ENGIE e pela CDPQ, em junho de 2019. A capacidade comercial de transporte de gás da malha da TAG, no momento, está plenamente contratada com a Petrobras com base em cláusulas ship-or-pay com prazo residual médio de vigência de 11 anos. Depois desse período, a TAG estará sujeita a ciclos de revisão tarifária e mecanismos de contratação, tal como previsto na legislação atual e regulamentação aplicável para ativos de infraestrutura regulados.

Mauricio Bähr, CEO da ENGIE Brasil, declarou: “Estamos operando no Brasil há quase 25 anos, com foco no investimento de longo prazo. A aquisição dos 10% remanescentes da TAG demonstra nossa confiança no Brasil e está alinhada com nossas metas estratégicas de crescimento em renováveis, ativos de infraestrutura e soluções para cidades, empresas e territórios.”

A TAG possui a mais extensa malha de transporte de gás natural do Brasil, com uma infraestrutura de gasodutos de aproximadamente 4.500 km, localizada ao longo de parte do litoral Sudeste e do litoral Nordeste do país, além de um trecho que liga Urucu a Manaus (AM), na região Norte. A rede possui, ainda, 11 estações de compressão de gás, 14 pontos de recebimento e 90 pontos de entrega, e conta com potencial para novos desenvolvimentos, tais como expansão da rede, novas conexões de agentes, projetos de armazenagem de gás e transporte de biogás.

Petrobras obtém decisão favorável sobre ICMS na base de cálculo do PIS/COFINS

A Petrobras obteve decisão favorável e definitiva no Tribunal Regional Federal da 2ª região em processo que busca recuperar as contribuições do PIS e da COFINS pagos a maior em razão da inclusão do ICMS na base de cálculo a partir de outubro de 2001 em diante.

A companhia está apurando os respectivos valores a recuperar, bem como avaliando os potenciais impactos em suas demonstrações financeiras, que serão divulgados oportunamente.

Decisão de arbitragem do caso Vantage não tem impacto financeiro para Petrobras

A Petrobras informa que a United States Court of Appeals for the Fifth Circuit negou, na quinta-feira (16/7), provimento ao recurso interposto pela companhia contra a decisão proferida pela Corte Federal do Texas, em maio de 2019, que confirmou a sentença arbitral proferida na arbitragem movida pela Vantage Deepwater Company e Vantage Deepwater Drilling Inc.

A arbitragem originou-se de um contrato de serviços de perfuração obtido mediante corrupção, conforme revelado pela Operação Lava Jato.

Embora a apelação objetivasse reverter a decisão da Corte Federal do Texas, as empresas do Grupo Petrobras envolvidas no litígio já haviam feito o pagamento da sentença em 21/06/2019. Desta forma, a decisão não tem impactos financeiros à companhia.

A Petrobras está avaliando a decisão, assim como a possibilidade de interposição de recurso, e seguirá adotando todas as medidas destinadas a resguardar os seus interesses.

Linha Pesada de Chaves Fim de Curso da Schmersal atende diversas aplicações

Apropriadas para instalação em processos industriais de siderurgia, mineração, portos, ferrovias, cimenteiras e pedreiras, as Chaves Fim de Curso Linha Pesada 441 e 461, da Schmersal, atendem as mais variadas aplicações e garantem alto desempenho em ambientes agressivos. Além de serem produtos resistentes, otimizam processos e auxiliam na redução de desperdícios em determinadas aplicações, consequentemente melhorando indicadores de produtividade.

Nacionais, as chaves são ideais para serviços pesados e ambientes expostos ao tempo que envolvem o transporte e movimento de grande quantidade de materiais. Essas soluções da Schmersal detectam a presença, a passagem e o posicionamento do curso de partes e peças em aplicações como detecção de posição e de final de curso em equipamentos com movimento de rotação, monitoramento e proteção de escotilhas de carga e cobertura de silos, parada e detecção de desalinhamento de correias transportadoras, monitoramento da posição de válvulas e anteparos, proteção de guindastes de convés e outros equipamentos, e limitar o curso de caçambas de caminhões e frotas.

As Chaves Fim de Curso Linha Pesada 441 e 461 da Schmersal contam com invólucro e tampa feitas em alumínio SAE 306 e têm Grau de Proteção IP 65. Com 11 tipos de cabeçotes, as chaves têm versões disponíveis para alta temperatura para aplicações que variam até 200ºC.

O que difere as linhas 441 e 461 são tamanho e quantidade de contatos. “A linha 441 tem até dois contatos e a linha 461 tem até quatro contatos. A quantidade de contatos interfere diretamente na dimensão da caixa, pois é necessário mais espaço interno para acomodar mais um par de contatos”, explica Jamile Zarif, coordenadora de produtos da Schmersal.

Prêmio Shell de Educação científica abre inscrições no ES e recebe projetos voltados à Covid-19

Podem se candidatar professores das redes municipal, estadual e federal do estado, das áreas de Matemática e Ciências do Ensino Fundamental II e Médio; Premiação Especial reconhecerá experiências relacionadas à pandemia.

O Prêmio Shell de Educação Científica está com inscrições abertas para professores das redes municipal, estadual e federal do Espírito Santo que tenham desenvolvido experiências educativas ao longo do ano nos campos da Matemática e Ciências com alunos do Ensino Fundamental II e Médio. Para esta edição, o programa também criou uma Premiação Especial para experiências relacionadas à pandemia de Covid-19.

Para continuar a reconhecer e valorizar os profissionais que realizam atividades inovadoras, este ano, serão aceitas experiências conduzidas no ambiente virtual, além da sala de aula. “Apesar do impacto direto da pandemia de Covid-19 na Educação, buscamos formas de nos adaptar ao cenário atual para não deixar de estimular a prática e o interesse científico neste momento”, explica Leíse Duarte, da área de Investimentos Sociais da Shell Brasil.

O vencedor da Premiação Especial e os primeiros lugares em cada uma das duas categorias (Fundamental II e Médio) ganham uma viagem educativa para Londres e uma recompensa em dinheiro – esta última também será distribuída para o segundo e terceiro lugares. Não é permitido concorrer com a mesma experiência educativa em mais de uma categoria. Além disso, as escolas onde os autores das melhores atividades inscritas lecionam receberão um projetor multimídia e um laptop com alto-falante.

Em 2019, o prêmio capixaba reconheceu experiências relacionadas a diversos temas, como a relação da química com o leite materno e a aplicação da matemática no jogo africano mancala. Os interessados em participar da sétima edição do Prêmio Shell de Educação Científica devem se candidatar até o dia 5 de outubro, no site do programa: https://psec.shell.com.br/inscricao/como-se-inscrever.html

Shell

Chevron anuncia acordo para aquisição da Noble Energy em negócio de US$5 bi

A petroleira Chevron anunciou na segunda-feira que chegou a um acordo para comprar a Noble Energy em negócio que envolve apenas ações e avalia a empresa de produção de petróleo e gás com sede em Houston em 5 bilhões de dólares.

A oferta avalia a Noble em 10,38 dólares por ação, ou 0,1191 ação da Chevron, com um prêmio de 7,5% na comparação com o fechamento do papel na sexta-feira. O acordo avalia a Noble em cerca de 13 bilhões de dólares se consideradas dívidas.

Os ativos da Noble expandirão a presença da Chevron na bacia DJ, no Colocado, e na bacia de Permian, entre o Texas Ocidental e o Novo México. Eles também gerariam sinergias com ativos da Chevron no leste do Mediterrâneo e na África Ocidental, gerando potenciais reduções de custos de 300 milhões de dólares.

A oferta da Chevron vem mais de um ano após a empresa ter sido forçada a retirar sua proposta pela Anadarko Petroleum Cop, superada pela rival Occidental Petroleum Corp, que fez uma oferta maior.

O colapso dos preços do petróleo em abril devido à pandemia de coronavírus e a uma guerra de preços entre russos e sauditas atingiu duramente produtores de petróleo “shale”, levando muitas empresas a pedir proteção contra falência.

Embora os preços tenham se recuperado desde então, eles seguem deprimidos, uma vez que novos casos de coronavírus ameaçam impactar a recuperação da demanda global por combustíveis.

 

Reuters

Obra em refinaria da Petrobras no Rio atrai 15 mil pessoas em busca de emprego

Recrutamento foi feito em junho e, até agora, só 100 foram convocados; a maioria será chamada de outubro a maio

A distribuição do formulário de pedido de emprego começava às 5h, mas por volta das 4h filas de candidatos a uma vaga temporária se formavam na área de acesso à Refinaria de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

A cena se repetiu de duas a três vezes por semana durante todo o mês de junho, período em que 15 mil pessoas desempregadas foram à porta da fábrica da Petrobrás em busca da garantia de uma renda mensal até dezembro.

A parada para manutenção da Reduc será a primeira de uma série de obras em refinarias que estavam previstas para acontecer no primeiro semestre, mas foram postergadas por conta dos riscos de contaminação pelo coronavírus. Para realizar os serviços, as empresas contratadas pela estatal vão precisar de trabalhadores especializados e de apoio.

De cada 19 candidatos, porém, apenas um tem chance de ser selecionado e, com isso, enfrentar a crise com mais tranquilidade financeira neste segundo semestre. Os números são do sindicato local de profissionais da construção civil e outras atividades, o Siticomm, que organizou os encontros para recolher os currículos no estacionamento na frente da refinaria.

O presidente da entidade, Josimar Souza, prevê a criação de cerca de 800 vagas. Os primeiros selecionados, cerca de 100, já começaram a ser chamados e passam agora por treinamentos. Mas a maioria deve ser convocada nos meses de outubro e maio, quando a obra entrará na fase de mais mobilização de pessoal, segundo ele. A Petrobras não se posiciona quanto a isso.

Sobrevivência
Entre os presentes nas filas, a preocupação com o sustento da família superava o medo da contaminação pelo coronavírus tanto no momento de entrega dos currículos como durante a obra. Para a maior parte deles, essa é uma oportunidade única de conseguir um emprego mais qualificado na atual conjuntura econômica.

“É claro que eu me preocupo com a covid. A gente sabe que ela mata, mas a fome também. Se eu ficar em casa, o que a gente vai comer?”, argumentou Ronaldo Balbino, que atua como encarregado de andaime, mas, na crise, tem trabalhado como “chapa de caminhão”, ajudando caminhoneiros que chegam ao Estado do Rio de Janeiro a encontrar seus locais de destino.

Marcos Silva, encarregado de obra, conta que o período de trabalho em manutenções de indústrias dura de nove meses a um ano, com intervalos de 90 dias entre eles. “A gente parou em dezembro e esperava voltar em março. Mas, por causa da covid, isso não aconteceu”, afirmou ele, que está vivendo das economias e “bicos” desde o fim do ano passado.

Sem dinheiro para as despesas da casa, ele tentou recorrer ao auxílio emergencial de RS 600 mensais oferecido pelo governo, mas não conseguiu, porque não se encaixa nos pré-requisitos legais.

Já a técnica em segurança do trabalho Ana Paula Figueiredo não conseguiu o auxílio porque recebe dinheiro do programa Bolsa Família. Para pagar as contas e alimentar três filhos, ela tem feito faxinas em residências. “Estou preocupada em sair de casa e pegar covid. Tenho pais idosos e um filho com bronquite. Mas acho que a Petrobrás vai saber cuidar da prevenção (contra a contaminação)”, disse ela.

A estatal, por meio de sua assessoria, afirma que “as atividades (de manutenção da Reduc) só terão início após análise dos cenários internos e externos, dentro das normas federais e estaduais, com base nas respectivas orientações das autoridades sanitárias”.

Duque de Caxias, onde funciona a Reduc, está no topo da lista de contaminações no Estado. Até a última sexta-feira, 17/07, 492 óbitos tinham sido registrados, o que posiciona a cidade na terceira colocação num ranking de número de mortos pela doença no Rio de Janeiro.

 

Terra

Halliburton firma contrato para aprimorar recursos digitais na Microsoft Azure

De acordo com o contrato, a Halliburton concluirá sua mudança para plataformas digitais baseadas na nuvem e fortalecerá as ofertas de seus clientes:

— aprimorando plataformas em tempo real para operações remotas expandidas;

— melhorando a capacidade analítica com o Halliburton Data Lake, utilizando aprendizado de máquina e inteligência artificial; e

— acelerando a implantação de novas tecnologias e aplicativos, inclusive conformidade com SOC2, para a confiabilidade e segurança geral do sistema da Halliburton.

“O acordo estratégico com a Microsoft e a Accenture é um passo importante na adoção de novas tecnologias e aplicativos para aprimorar nossos recursos digitais, aumentar a agilidade dos negócios e reduzir as despesas de capital”, disse Jeff Miller, presidente, presidente do conselho administrativo e diretor executivo da Halliburton. “Estamos empolgados com os benefícios que nossos clientes e funcionários obterão com este contrato e com a oportunidade de alavancar ainda mais nossa abordagem de arquitetura aberta para a entrega de software”.

“A migração para a nuvem permite que as empresas criem ofertas para clientes que moldam o mercado e gerem resultados comerciais tangíveis”, disse Judson Althoff, vice-presidente executivo de negócios comerciais mundiais da Microsoft. “Por meio dessa aliança com a Halliburton e a Accenture, aplicaremos o poder da nuvem para desbloquear recursos digitais que oferecem benefícios para a Halliburton e seus clientes”.

O contrato também permite a migração de todos os data centers físicos da Halliburton para o Azure, que oferece serviços de nível corporativo em nuvem em escala global e oferece benefícios de sustentabilidade. A Accenture trabalhará em estreita colaboração com a Microsoft, em conjunto com sua joint venture Avanade, para ajudar na transição dos recursos digitais da Halliburton e aplicativos críticos para os negócios para o Azure. Ela também alavancará sua abrangente estrutura de migração em nuvem, que reúne recursos industrializados, juntamente com ferramentas, métodos e automação exclusivos para acelerar a migração do data center da Halliburton e proporcionar oportunidades adicionais de transformação.

“Construir um núcleo digital e expandir rapidamente os negócios só é possível com uma base sólida na nuvem”, disse Julie Sweet, diretora executiva da Accenture. “A Halliburton reconhece que essa base essencial fornecerá as vantagens de inovação, eficiência e talento para fazer as coisas de maneira diferente e rápida. Estamos orgulhosos de fazer parte dessa mudança transformadora, que se baseia em nossa longa história de trabalho com a Halliburton e a Microsoft”.

As empresas esperam concluir a migração em etapas até 2022.

 

Redação

Klecios Souza é o novo CEO da STECK Indústria Elétrica

Executivo de 39 anos assume a direção da empresa de materiais elétricos após 17 anos de Schneider Electric

Líder no fornecimento de materiais elétricos e marca independente do Grupo Schneider Electric desde 2011, a STECK tem um novo CEO: Klecios Souza, 39, assume a partir de agosto o cargo até então ocupado por Luis Valente, que após nove anos parte para novos desafios.

Souza traz na bagagem 20 anos de carreira – 17 deles na Schneider Electric – dedicados aos setores de marketing e de vendas nos segmentos de construção, indústria e residencial.

Neste período, contribuiu significativamente no desenvolvimento de diversos canais de venda como distribuidores, revendedores, montadores de painel, OEMs e integradores de sistemas no mercado elétrico e de automação.

A vice-presidência de Energy Management e o Go to Market Distribuição, até então sob a responsabilidade de Klecios, passam a ser conduzidos interinamente por Marcos Matias, Presidente da Schneider Electric no Brasil, até que um(a) novo(a) profissional seja identificado(a).

“Carrego laços de longa data com a STECK, pelo menos desde 2011, quando participei do processo de aquisição pelo Grupo. Mas o contato com a marca vem de bem antes, pois há 45 anos é a referência do eletricista e de muitos outros profissionais da área quando se fala em materiais elétricos. É com muita honra que recebo esse convite, certamente é o maior desafio da minha carreira. Eu o meu time vamos encará-lo com enorme disposição”, afirma Souza. “Aproveitamos a oportunidade para agradecer Luis Valente, à frente da STECK nos últimos nove anos, pelas importantes conquistas que liderou nesse período”, completa.

Klecios Souza é graduado em Engenheira Eletrônica pela PUC-SP e Administração & Negócios pelo Senac

 

Redação