Radix abre vagas para profissionais de tecnologia

A Radix está com diversas vagas em aberto na área de tecnologia. As oportunidades são para o setor elétrico, química e petroquímica, áreas em crescimento na empresa. As vagas são para início imediato e o trabalho em home office, enquanto estiver em vigor o distanciamento social.

“Estamos com mais oportunidades concretas na área de tecnologia e data science. Durante o período de pandemia, mantivemos as esteiras de seleção no trabalho contínuo de Inbound Recruiting e continuamos o trabalho de atração e entrevistas para mapear talentos”, afirma Mariana Araújo, Gerente de Gente e Gestão da Radix .

As oportunidades para a área de Data Science estão em alta na empresa. Há também grande demanda para programação em .Net. Para concorrer ao cargo de Analista de Sistema.Net, por exemplo, o profissional deve ter experiência com Azure Devops, conhecimento de metodologias ágeis e ferramentas CI/CD, além de boas práticas de desenvolvimento de software, padrões de projeto e ciclo de vida da aplicação.

Também é exigida experiência em programação backend em .NetCore, banco de dados SQL Server e, preferencialmente, NoSQL (MongoDB), e é desejável saber trabalhar com Containers.
Há vagas para profissionais pleno e sênior.

Outras opções disponíveis são Analista de Processo, Business Analyst/Product Owner, Desenvolvedor Full Stack e Tester. A empresa também está divulgando oportunidades para seu banco de talentos e para estágio. Todas as oportunidades estão detalhadas no https://radix.gupy.io/.

Devido à pandemia de Covid-19, o processo seletivo está acontecendo de forma online. Ele consiste em análise curricular, prova e entrevistas com o RH e gestor da área. A empresa oferece planos de saúde e odontológico, plano de carreira, universidade corporativa, VR/VA e salário compatível com o mercado.

Com sede no Rio de Janeiro e em Houston, nos Estados Unidos, a Radix atua fornecendo serviços de tecnologia e engenharia para grandes companhias como Chevron, Nalco, Sotre, Ipiranga e Supervia. Com mais de 600 funcionários nas sedes e nos escritórios de São Paulo, Belo Horizonte e Atlanta, a empresa é eleita desde a sua fundação, em 2010, uma das Melhores Empresas para se Trabalhar no Brasil e na América Latina.

Capacitação e integração dos colaboradores Desde o início da pandemia de Covid-19, a Radix vem promovendo algumas ações remotas para integrar a equipe e, consequentemente, diminuir o distanciamento social, com momentos de lazer e relaxamento para os mais de 600 funcionários. De 13 a 31 de julho acontecerá mais uma etapa deste processo, com a realização da Maratona do Conhecimento.

Os colaboradores terão acesso a rodas de conversas sobre temas estratégicos com especialistas da Radix, com o objetivo aprofundar a capacitação e trocar conhecimentos e desafios com quiz e enquetes que aumentem a aprendizagem dos outros sobre as tecnologias e disciplinas trabalhadas na Radix, por meio de cases de sucesso, artigos e materiais de treinamento compartilhados.

A premiação será em dinheiro e deve ser destinada para iniciativas educacionais. Os vencedores utilizarão o prêmio para compra de cursos, treinamentos e livros, por exemplo.

Redação

Estatal conclui a venda de dois campos terrestres no Rio Grande do Norte

A Petrobras informa que finalizou a venda da totalidade da sua participação em dois campos de produção terrestres (Ponta do Mel e Redonda), localizados na Bacia Potiguar, no estado do Rio Grande do Norte, para a Central Resources do Brasil Produção de Petróleo Ltda.

Após o cumprimento de todas as condições precedentes e considerando outras condições posteriormente acordadas, a operação foi concluída totalizando US$ 7,2 milhões para a Petrobras, com pagamento a ser realizado ao longo de 18 meses.

Essa operação está alinhada à estratégia de otimização de portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, passando a concentrar cada vez mais os seus recursos em águas profundas e ultra-profundas, onde a Petrobras tem demonstrado grande diferencial competitivo ao longo dos anos.

Sobre os campos

Os campos de Ponta de Mel e Redonda estão localizados no município de Areia Branca, no estado do Rio Grande do Norte. A produção média de petróleo dos campos, no primeiro semestre de 2020, foi de cerca de 493 bbl/dia. A empresa Central Resources já detinha direitos decorrentes dos contratos de prestação de serviços para exploração de petróleo com cláusula de risco, vinculados aos campos de Ponta do Mel e Redonda, assinados com a Petrobras no ano de 1982.

Agência Petrobras

OGCI publica meta para redução de carbono com participação da Petrobras

A Oil and Gas Climate Initiative (OGCI – Iniciativa Climática para Óleo e Gás, na sigla em inglês), anunciou no último dia (16/07), uma meta para redução da intensidade de carbono coletiva das operações de upstream das companhias integrantes. A meta é atingir o desempenho de 20 kg a 21 kg de CO2 para cada barril de óleo equivalente comercializado até 2025, a partir de uma linha de base coletiva de 23 CO2e/boe em 2017.

A decisão está em linha com as necessidades de redução previstas pelas empresas do setor no Acordo de Paris. A redução esperada é de 36 a 52 milhões de toneladas de CO2 por ano, equivalentes às emissões por consumo de energia de 4 a 6 milhões de residências.

A Petrobras integra a OGCI desde janeiro de 2018. A companhia assumiu o compromisso de crescimento zero das emissões absolutas operacionais nos próximos anos. Na última década, as ações relacionadas à intensidade de carbono nas atividades de exploração e produção propiciaram um aumento de cerca de 40% da produção de óleo e gás da Petrobras sem que fossem aumentadas as emissões absolutas nesta área.

A Petrobras melhorou sua intensidade de carbono nas operações de Exploração e Produção em 42% na última década (2009 a 2019), atingindo uma das melhores intensidades entre produtores de petróleo e gás, com o compromisso de reduzir mais 13% até 2025.

Confira a íntegra do comunicado:

OGCI estabelece meta para intensidade de carbono

• É um passo adiante no apoio do Acordo de Paris pelas empresas liderando a resposta à mudança climática pela indústria de petróleo e gás.

• As empresas-membro da OGCI estabeleceram um alvo para reduzir até 2025 a intensidade coletiva média de carbono de suas operações agregadas de gás e petróleo upstream.

A Oil and Gas Climate Initiative (OGCI) anunciou hoje uma meta de reduzir a intensidade coletiva média das operações agregadas de gás e petróleo upstream de entre 20 kg e 21 kg COE2e/boe a partir de uma linha de base coletiva de 23 CO2e/boe em 2017.

A faixa é consistente com a redução necessária por toda a indústria de petróleo gás até 2025 em apoio das metas do Acordo de Paris1. A meta representa uma redução entre 36 e 52 milhões de toneladas de CO2e por ano até 2025 (assumindo níveis constantes da produção comercializada de petróleo e gás), equivalente às emissões de CO2 pelo uso de energia entre 4 e 6 bilhões de casas.

A OGCI deseja desempenhar um papel ativo em acelerar e moldar o rumo global para reduzir as emissões líquidas a zero através de ações coletivas e práticas. Esta meta de intensidade de carbono é um passo prático e atingível a um prazo próximo para as companhias-membro para continuar a expansão de suas contribuições à transição para uma economia de baixo carbono.

A meta cobre tanto emissões de metano quanto dióxido de carbono das operações de exploração upstream de gás e petróleo quanto atividades produtivas das companhias-membro da OGCI, bem como emissões de importes associados de eletricidade e vapor. A OGCI trabalhará em ações específicas quanto a emissões de gás natural liquificado (LNG) e gases-para-líquidos (GTL) para levar adiante suas ambições coletivas. A intensidade de carbono é calculada como uma parte da produção comercializada de gás e petróleo.

Em uma declaração conjunta, os CEOs das companhias-membro da OGCI disseram: “Encorajados pelo progresso que fizemos rumo à nossa meta de intensidade de metano, nos reunimos para reduzir até 2025 a intensidade de carbono média de nossas emissões agregadas de petróleo upstream e gás. Juntos estamos aumentando a velocidade, a escala e o impacto de nossas ações para fazer frente à mudança climática, enquanto o mundo aguarda um índice zero de emissões líquidas o quanto antes.”

Para contribuir para a redução de sua intensidade coletiva média de carbono, as companhias-membro da OGCI estão implementando uma série de medidas em suas próprias operações, incluindo a melhora da eficiência energética, redução de emissões de metano, minimização do flaring, eletrificação das operações através do uso de eletricidade renovável onde for possível, co-geração de eletricidade e calor útil e aplicação da captura, utilização e armazenamento de carbono.

A intensidade coletiva de carbono de OGCI será relatada em uma base anual consistente com a metodologia de relatórios públicos e suposições3, com dados revisados pela EY, como uma parte terceira independente. Ainda que as emissões de metano tenham sido incluídas na meta de intensidade de carbono, representando cerca de um quarto da melhora, a OGCI continuará relatando em separado o progresso na redução da intensidade de metano.

SOBRE A OIL AND GAS CLIMATE INITIATIVE:

A Oil and Gas Climate Initiative é um consórcio liderado por CEOs que pretende acelerar a resposta da indústria à mudança global. As companhias-membro da OGCI apoiam explicitamente o Acordo de Paris e suas metas. Como líderes da indústria, responsáveis por mais de 30% da produção operada globalmente de gás e petróleo, desejamos desempenhar um papel ativo para moldar o rumo global ao índice de zero emissões líquidas. Fazemos isso convocando as forças coletivas da OGCI melhorando continuamente e nos edificando sobre boas práticas corporativas internacionais para reduzir as emissões de gases-estufa e acelerar a transição para um futuro de baixo carbono.

Nossos membros investem coletivamente mais de $7 bilhões cada ano em soluções de baixo carbono. O OGCI Climate Investments, nosso fundo de mais de $1 bilhão, investe em soluções para descarbonizar setores como gás e petróleo, indústria e transporte comercial. A OGCI inclui BP, Chevron, CNPC, Eni, Equinor, ExxonMobil, Occidental, Petrobras, Repsol, Saudi Aramco, Shell e Total.

1 Extrapolado no mesmo perímetro dos dados do IPCC AR4 e da Agência Internacional de Energia (World Economic Outlook 2018 and 2019 editions and the IEA special report The Oil and Gas Industry in Energy Transitions, 2020).
2 Dados baseados no uso de energia dos EUA.
3 Ver OGCI Reporting Framework

Agência Petrobras

Empresas do grupo Siemens incentivam inovação aberta com participação em desafio de startups

Tendo como objetivo dar continuidade e fortalecer ainda mais a inovação aberta, Siemens e Siemens Energy participam mais uma vez da 5ª edição do Programa Startups Connected, desafio realizado pela Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha de São Paulo (AHK São Paulo) que visa promover o desenvolvimento de novos negócios entre grandes empresas e startups.

Entre os seis temas propostos para a disputa, a Siemens Indústria e Infraestrutura será âncora no desafio voltado a soluções de Realidade Aumentada na Indústria e Infraestrutura, cujo objetivo é obter inovações aproximem o ambiente presencial ao digital.

Já a proposta da Siemens Energy será direcionada à Gestão Inteligente de Energia , com soluções que fomentem inovações que tragam novos insights, aumentem a disponibilidade e otimizem as operações de diferentes indústrias.

Essa participação é mais uma iniciativa de inovação aberta das duas companhias do grupo Siemens para a promoção de inovações com participação do ecossistema. Além desta iniciativa, as empresas do conglomerado alemão tem realizado Hackathons focados em diferentes áreas para promover a co-criação de soluções envolvendo desenvolvedores, estudantes, startups e integradores para solucionar problemas de clientes e parceiros.

“Vivemos em uma época de mudanças rápidas e constantes onde a inovação se tornou questão de sobrevivência. Por isso é extremamente importante incentivar a transformação digital no mercado e as startups têm tido um papel fundamental nesse ecossistema”, afirma José Borges Frias Júnior, Diretor de Estratégia e Desenvolvimento de Negócios da Operating Company Digital Industries da Siemens.

“Combinar o conhecimento e as competências internas e externas é o caminho mais rápido e eficiente para trazer inovações ao mercado, por isso estamos participando pela quinta vez do programa promovido pela AHK,“ complementa Caio Klasing Pandolfi, da área de Business Innovation para a América Latina e Membro do Comitê e Núcleo de Inovação da Siemens Energy Brasil.

A iniciativa da AHK São Paulo reúne anualmente grandes empresas que buscam por startups aderentes aos seus desafios. No certame, a startup melhor avaliada em cada desafio será selecionada para participar do programa de aceleração, no qual deverá desenvolver um projeto-piloto em conjunto com a empresa-âncora.

“Ficamos muito satisfeitos com o amplo reconhecimento que conquistamos com o Programa Startups Connected. Lançamos essa iniciativa pela primeira vez em 2015, visando suprir as necessidades de nossas empresas associadas e, hoje, podemos afirmar, com certeza, que somos o parceiro estratégico das empresas-âncoras no que tange à inovação aberta.

De lá para cá, engajamos cerca de 1.000 startups e continuamos motivados para aumentar ainda mais esse número”, afirma Bruno Vath Zarpellon, Diretor de Inovação e Tecnologia da Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo.

Para a atual edição são esperadas mais de 300 inscrições. As startups vencedoras serão anunciadas no dia 1º de setembro e, além de poderem desenvolver um projeto-piloto com a empresa âncora, terão uma série de benefícios, como participação em workshops exclusivos, assessoria em áreas diversas, suporte para internacionalização e ajuda de custo para desenvolvimento do projeto-piloto, além da oportunidade de realizar um pitch no 8º Congresso Brasil-Alemanha de Inovação, que acontecerá no formato online no dia 24 de setembro. Para as startups ganhadoras, o início do processo de aceleração está previsto para setembro e terá a duração de três meses.

Conheça o desafio:

Nesta edição, a Siemens Infraestrutura e Indústria busca soluções em Realidade Aumentada na Indústria e Infraestrutura – startups baseadas em tecnologias emergentes e modelos inovadores com soluções que aproximem o ambiente presencial ao digital e facilitem os operadores da indústria e de áreas relacionadas à infraestrutura.

Já a Siemens Energy lançou um desafio de Gestão Inteligente de Energia, que visa buscar soluções tecnológicas e novos modelos de negócio por meio do emprego de Analytics nos dados gerados por equipamentos da cadeia de geração e transmissão de energia.

Para conhecer mais detalhes e realizar a inscrição no desafio da Siemens Infraestrutura e Indústria, acesse o site www.startupsconnected.com.br e clique no card.

Redação

Petrobras bate recorde de produção em Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos

As plataformas instaladas no campo de Búzios (P-74, P-75, P-76 e P-77), no pré-sal da Bacia de Santos, alcançaram na segunda-feira (13/7) novos recordes de produção, de 674 mil barris de óleo por dia (bpd) e 844 mil barris de óleo equivalente por dia (boed).

O campo de Búzios, descoberto em 2010, é o maior campo de petróleo em águas profundas do mundo. É um ativo de classe mundial, com reservas substanciais, baixo risco e baixo custo de extração.

Agência Petrobras

Aumenta demanda por Oxigênio no estado de São Paulo

Por conta da crescente demanda por oxigênio para atender pacientes contaminados pela Covid-19 na rede hospitalar do estado de São Paulo, a IBG – Indústria Brasileira de Gases passou a fornecer o insumo para os Hospitais de Campanha dos municípios de Guarulhos, Mauá, Santos e São Caetano do Sul.

Já na capital paulista, o abastecimento inclui o Hospital de Campanha de Heliópolis, localizado na maior comunidade da cidade; e o Hospital Cruz Vermelha, que tem convênio com a prefeitura para atender pacientes com o novo coronavírus.

Para garantir o fornecimento durante a pandemia, a IBG, única fabricante de gases medicinais e industriais 100% nacional, acionou uma unidade de produção que estava em stand-by na matriz de Jundiaí, no interior do estado.

Sobre a IBG

Fundada em 1992, a IBG – Indústria Brasileira de Gases é a única empresa brasileira do setor. Entre os produtos fabricados e fornecidos estão: gases do ar (oxigênio, nitrogênio e argônio), acetileno, óxido nitroso, CO2 (gás carbônico), além de misturas industriais e especiais, hélio liquido, entre outros. A operação é mantida por fábricas em Jundiaí (matriz), Descalvado (SP) e Forquilhinha (SC).

A empresa possui 17 filiais (estações de enchimento) distribuídas estrategicamente pelo Brasil. Atualmente, atende mais de mil empresas nas áreas médico-hospitalar, industrial, metal mecânica, microeletrônica, metalurgia, siderurgia, processamento de alimentos, saúde, petroquímica, indústria automobilística, indústria química etc.

ibg

Estatal conclui testes para produção de diesel renovável

Combustível é mais moderno, emite menos poluentes e melhora desempenho dos motores

A Petrobras concluiu, no último sábado (11/7), testes em escala industrial para a produção do diesel renovável. O novo combustível traz benefícios ambientais e de qualidade, na medida em que reduz as emissões de gases do efeito estufa e melhora o desempenho dos motores em comparação ao biodiesel.

Os testes foram realizados na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, Paraná, onde foram processados 2 milhões de litros de óleo de soja, que resultaram na produção de cerca de 40 milhões de litros de óleo diesel com conteúdo renovável.

O diesel renovável ainda depende de regulamentação pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para ser comercializado no Brasil. Os resultados apontam que o teste foi bem sucedido, com performance adequada dos catalisadores e das unidades de operação da refinaria e com um produto final de alta qualidade e atendendo a todas as especificações necessárias.

Esses resultados serão informados à ANP para contribuir para a aprovação da regulação do produto. O objetivo é atender, em conjunto com o biodiesel já existente, a parcela de biocombustível que deve ser misturada ao diesel comercializado nos postos. Atualmente, o biodiesel é misturado ao diesel mineral em uma proporção de, no mínimo, 12% pelas distribuidoras de combustível, e chegará a 15% até 2023.

“O diesel renovável é um combustível mais moderno, com inovações tecnológicas que trazem ganhos também para o meio ambiente. O novo combustível reduz mais as emissões de gases de efeito estufa que o biodiesel atual e constitui uma das soluções para a necessidade de descarbonização do transporte rodoviário, permitindo o atendimento à regulação ambiental do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e aos objetivos do Programa RenovaBio” destaca Anelise Lara, diretora de Refino e Gás Natural da Petrobras.

Estudos apontam que o diesel renovável reduz cerca de 70 % das emissões de gases de efeito estufa em comparação ao diesel mineral (derivado do petróleo) e 15 % em relação ao biodiesel, para o mesmo óleo vegetal de origem.

Em comparação com o biodiesel, a utilização do diesel renovável também melhora o desempenho dos motores, evitando problemas como entupimentos de filtros, bombas e bicos injetores. O diesel renovável produzido pela Petrobras não contém glicerina nem contaminantes metálicos; e suas moléculas são iguais às do diesel mineral. Ou seja, é um combustível que pode ser misturado ao óleo diesel sem nenhuma restrição.

Produção de diesel renovável

O diesel renovável é produzido por meio do processamento de matéria prima renovável, como óleo vegetal ou gorduras animais, em conjunto com o diesel mineral em unidades de processamento dentro de refinarias de petróleo.

O processo resulta em um produto quimicamente idêntico ao diesel mineral, com origem renovável, que é conhecido internacionalmente como Green Diesel (Diesel Verde), Renewable Diesel, Hydrotreated Vegetable Oil (HVO) ou Paraffinic Diesel (diesel parafínico renovável). A Petrobras possui uma tecnologia brasileira patenteada desde 2006 para o coprocessamento de óleos vegetais utilizando o processo denominado “HBIO”.

Essa tecnologia resulta num combustível mais estável que o biodiesel. Apesar de ainda não ser utilizado na mistura do diesel no Brasil, o diesel renovável possui ampla utilização em outros países da Europa e nos Estados Unidos. O novo combustível é adequado às tecnologias de motores mais modernas que estão sendo introduzidas no Brasil.

Agência Petrobras

MME projeta petróleo entre US$ 80 e US$ 90 o barril entre 2030 e 2050

O Ministério de Minas e Energia (MME) prevê que o preço do petróleo oscilará entre US$ 80 e US$ 90 o barril entre 2030 e 2050. A projeção faz parte da minuta do Plano Nacional de Energia (PNE) 2050, elaborado pela pasta com apoio da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e que foi colocado em consulta pública nesta semana.

No documento, o governo aborda o tema do pico da demanda por óleo. A minuta lembra que “políticas para mitigar mudanças climáticas e poluição atmosférica podem contribuir para a desaceleração de seu crescimento, estimulando a substituição desta fonte, quando possível, por outras de menor impacto ambiental”.

Para médio prazo, porém, a versão preliminar do PNE 2050 projeta uma demanda crescente por petróleo, estimulada pela integração energética de diversos países em desenvolvimento.

Com relação ao Brasil, o governo prevê que a produção de petróleo nacional pode alcançar 6 milhões de barris diários em 2050, ante 2,4 milhões de barris diários em 2014.
“A perspectiva de produção de petróleo no Brasil aponta na direção da consolidação da posição de grande produtor e exportador de petróleo no horizonte até 2050.

Contudo, a manutenção dos altos níveis de produção que se espera atingir entre 2030 e 2050 está associada à perspectiva de recuperação de áreas em declínio e à contínua atividade de exploração com previsibilidade de cronograma, fundamental para o planejamento dos investidores”, completou o MME.

Valor

Reduc alcança o melhor resultado em venda de asfalto dos últimos sete anos

Mais de 16.500 toneladas do produto foram comercializadas em junho, um aumento de 120% em relação ao mesmo período de 2019

A Refinaria Duque de Caxias (Reduc), localizada no Rio de Janeiro, atingiu a marca de 16.773 toneladas de asfalto comercializadas em junho de 2020, um aumento de 42,5% em relação a maio e de 120,8% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Esta é a melhor marca mensal da refinaria da Petrobras na venda destes produtos desde 2013.

Na Reduc são produzidos três tipos de asfaltos: cimento asfáltico de petróleo (CAP 30/45 e CAP 50/70) e o asfalto diluído de petróleo (CM30). Considerando apenas os dias úteis de carregamento, a média de entrega diária destes produtos ao mercado foi de 762 toneladas por dia.

Com o objetivo de aproveitar as margens dos asfaltos produzidos na Reduc, a área comercial vem atuando para ampliar a participação da refinaria no atendimento ao mercado. “Implementamos medidas comerciais para aumentar a atratividade do produto, em completo alinhamento com a capacidade de produção da Reduc, a fim de aumentar o valor agregado pela refinaria ao resultado da Petrobras”, explica o gerente setorial de Comercialização da Reduc, Luciano Monteiro.

A Reduc é terceira maior refinaria do país e a mais complexa da Petrobras, com capacidade para processar 40 milhões de litros de petróleo diariamente e produzir mais de 50 tipos de derivados diferentes.

Reduc

Eneva aporta R$ 400 mil ao projeto de financiamento coletivo Salvando Vidas do BNDES

Em mais uma frente de apoio ao combate da Covid-19, a Eneva acaba de aderir ao projeto de financiamento coletivo Salvando Vidas, lançado recentemente pelo BNDES. Por meio da iniciativa, a empresa destinou R$ 400 mil à aquisição de materiais e equipamentos de proteção (EPIs) para os profissionais de saúde que atuam no Hospital de Campanha de Roraima – Primeira Brigada de Infantaria de Selva/Base Operação Acolhida, em Boa Vista.

A Eneva tem buscado intensificar as ações solidárias nesta fase de pandemia nos estados onde mantém suas operações de exploração e produção de gás natural e geração de energia. Em Roraima, a empresa está construindo, na capital Boa Vista, a usina termelétrica Jaguatirica II, para suprir cerca de 70% do consumo de energia do Estado.

“Consideramos a inciativa do BNDES muito relevante neste momento crítico pelo qual estamos passando, em especial os profissionais de saúde que estão na linha de frente dessa batalha. Não podíamos deixar de participar e somar forças com o banco e outras empresas para ampliar o alcance desse projeto”, ressalta o diretor de Serviços Corporativos da Eneva, Luis Vasconcelos.

De acordo com o formato do Salvando Vidas, o BNDES vai dobrar o valor em dinheiro das contribuições recebidas por empresas e sociedade civil até o valor de R$ 50 milhões. Dessa forma, serão R$ 400 mil do banco adicionais ao valor aportado pela Eneva.

A parte do BNDES será investida na compra de materiais e equipamentos de proteção para médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos mais necessitados do país, seguindo os critérios de criticidade estabelecidos pelo banco considerando a Covid-19.

A compra dos materiais será feita pelo projeto e inclui itens como máscaras cirúrgicas e de proteção, luvas, capotes, aventais, óculos, entre outros. O Salvando Vidas conta com a parceria da Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB), que centraliza as demandas e a distribuição dos itens entre os hospitais.

Já a SITAWI faz a gestão dos recursos financeiros, a prestação de contas, a aquisição dos itens e a coordenação da campanha. Por sua vez, a Bionexo disponibiliza sua plataforma de tecnologia para avaliação e cotação de preços com os mais de 10 mil fornecedores. Também atua no acompanhamento com a CMB das entregas individualizadas em cada instituição de saúde. Outras doações podem ser feitas pela plataforma de matchfunding benfeitoria: www.benfeitoria.com/salvandovidas.

R$ 4 milhões já doados para apoio local

Além da adesão ao projeto Salvando Vidas, a Eneva já destinou R$ 4 milhões para uma série de doações e ações de voluntariado nos estados onde mantém operações (Maranhão, Ceará, Amazonas, Roraima e Rio de Janeiro), para apoiar governos locais, instituições de saúde e comunidades no enfrentamento a Covid-19.

A empresa doou testes para detecção do coronavírus, respiradores, medicamentos, kits de higiene e de limpeza hospitalar, cestas básicas, máscaras, entre outros itens. Também apoiou o governo do Maranhão na instalação de um hospital de campanha em Pedreiras (Médio Mearim), com a aquisição de leitos, equipamentos hospitalares e de EPIs para os profissionais de saúde.

Sobre a Eneva

Empresa integrada de energia, que une a atividade de exploração e produção de gás natural em terra à geração de energia. As operações da Eneva estão concentradas no Norte e Nordeste do país e contribuem para o aumento da segurança energética das regiões e para a modicidade tarifária. A companhia é responsável por 46% da capacidade instalada de geração térmica do subsistema Norte e 11% da capacidade instalada de geração a gás do país.

Eneva