Dow anuncia acordo de consumo de energia solar para unidade na Bahia

A Dow anuncia a assinatura de um Contrato de Compra de Energia (PPA – Power Purchase Agreement, em inglês) com a Atlas Renewable Energy, para o consumo de energia solar para a unidade de Aratu, na Bahia. A ação reforça seu compromisso em tornar-se a empresa de ciência dos materiais mais inovadora, centrada no cliente, inclusiva e sustentável do mundo. O contrato tem validade de 15 anos e o fornecimento da energia solar ocorrerá por meio da construção da usina Jacarandá, em Juazeiro, na Bahia.

Este acordo está alinhado às novas Metas de Sustentabilidade da Dow, com foco em:

• Proteger o clima: até 2030, a Dow pretende reduzir suas emissões globalmente em 5 milhões de toneladas de CO2 e, até 2050, ser neutra em carbono;
• Eliminar os resíduos: até 2030, a Dow ajudará a eliminar os resíduos, permitindo que 1 milhão de toneladas métricas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas por meio de suas ações e parcerias diretas;
• Fechar o ciclo: até 2035, a Dow ajudará a “fechar o ciclo”, fazendo com que 100% dos produtos da companhia vendidos nas aplicações de embalagens sejam reutilizáveis ou recicláveis.

“A Dow tem uma presença sólida no Brasil, que é um país rico em recursos naturais e possui uma matriz de energia mais sustentável, diversificada e econômica. Nosso objetivo com as novas Metas de Sustentabilidade é abordar questões como as mudanças climáticas e os resíduos plásticos, que estão entre os maiores problemas técnicos, sociais e econômicos do mundo, propondo soluções práticas e inteligentes. Como nossos produtos e tecnologia são essenciais para a transição para um mundo de baixo carbono, nós constantemente investimos para garantir que possamos atender à demanda global nos mercados em que atuamos”, afirma Javier Constante, Presidente da Dow na América Latina.

Para Claudia Schaeffer, Diretora Global de Negócios da Dow para Energia e Mudanças Climáticas, “o acordo aumentará a competitividade da unidade de Aratu e está alinhado à estratégia de compra de eletricidade da Dow, focada no fornecimento de energia renovável a custos competitivos. Com o contrato, a empresa terá também direito a emitir Certificados de Energia Renovável. Além de energia solar, o restante da eletricidade consumida na unidade de Aratu vem de uma matriz composta de energia hídrica, biomassa e gás natural.” Após a implementação do projeto, a unidade passa a rodar com 75% de energia mais sustentável.

A Atlas tem um histórico de sucesso focado em projetos de energia renovável na América Latina. Sua plataforma de geração de energia sustentável na região inclui alguns dos melhores projetos de energia solar, com contrato de venda de eletricidade de longo prazo (PPAs de 15 a 30 anos).

Luis Pita, diretor geral da Atlas Renewable Energy no Brasil, lembra que, ao cumprir os pilares sociais, econômicos e ambientais do desenvolvimento sustentável, a energia renovável se firma como principal fonte de energia do século XXI. “Nossa parceria com a Dow para fornecimento de energia mais sustentável em muito nos orgulha, pois reforça nosso compromisso em ajudar grandes consumidores de energia no cumprimento de suas metas e políticas de sustentabilidade. Além disso, o projeto terá impacto positivo nas comunidades próximas à usina, com iniciativas que irão promover o bem-estar ambiental e social da população, em especial das mulheres, graças a um programa desenvolvido para promover igualdade de gênero, ao aprimorar ou criar novas habilidades para elas”, afirma. Com esse programa, a empresa espera contratar de três a quatro vezes mais mulheres do que a força de trabalho feminina normalmente contratada em projetos solares no Brasil.

Ações de sustentabilidade da Atlas

“Estamos comprometidos com práticas sustentáveis, e a prioridade, como parte de nossa estratégia global, é buscar parceiros que estejam alinhados com nossos pilares”, reforça Claudia Schaeffer. Para a executiva, a Atlas compartilha do compromisso da Dow com a mitigação de carbono e dos princípios de responsabilidade social para as comunidades em que a companhia está presente.

“Com uma matriz energética ainda mais sustentável, a Dow junta-se à Atlas no propósito de impactar positivamente as comunidades onde operamos, protegendo e preservando ecossistemas como parte de nosso compromisso ambiental e social”, reforça Luis Pita. A Atlas conta com uma das maiores bases de ativos solares da América Latina, fornecendo energia mais sustentável para aproximadamente 1 milhão de famílias e evitando a emissão de quase 800 mil toneladas de CO2.

O projeto ainda proporcionará maior competitividade à fábrica da Dow em Aratu, reforçando o posicionamento da unidade fabril na produção de soluções para o negócio de Poliuretanos com matriz mais sustentável de energia renovável.

Neste mesmo complexo industrial são desenvolvidas tecnologias de Poliuretano para a produção de produtos que atendem diversos mercados – entre eles isolamento térmico para edificações na indústria da construção e para refrigeração na cadeia do frio – promovendo mais eficiência energética, conforto térmico e segurança, já que diminuem as emissões de GHG, CO2 e VOC, utilizam menos recursos e possuem propriedades antichamas.

Como exemplo, os painéis de isolamento térmico com poliuretano da Dow para a construção civil reduzem as emissões de CO2, tanto no processo de fabricação quanto na aplicação a longo prazo, além de apresentar benefícios em relação à construção de obras convencionais em alvenaria, como: eliminação de 100% da água utilizada na montagem, redução de até 60% no consumo de energia e instalação até 10 vezes mais rápida. Além disso, proporcionam mais segurança contra incêndio dos edifícios, pois possuem retardante de fogo, cumprindo com os padrões e certificações mais exigentes da região. Assim, engenheiros e arquitetos desempenham um papel fundamental como embaixadores de edifícios inteligentes, tendo como aliados os painéis de isolamento térmico em poliuretano, ajudando as edificações a alcançarem certificações internacionais como LEED e AQUA.

Histórico de sustentabilidade na América Latina

• Este é o mais novo grande projeto de energia renovável da Dow na América Latina. Em outubro de 2019, a companhia anunciou acordo com a Central Puerto, para o fornecimento de 20% de energia elétrica eólica para sua planta de Bahía Blanca, na Argentina. Uma vez totalmente operacionalizado, o acordo entre a Dow e a Central Puerto dá à companhia acesso a 20 MW de capacidade de eletricidade, o equivalente ao abastecimento de cerca de 10.400 residências. O recurso renovável será integrado à rede nacional de transmissão gerenciada pela CAMMESA para ser usado pela Dow em sua planta de Bahía Blanca.
• Em 2014, no próprio complexo industrial de Aratu, houve substituição do gás natural por uma fonte renovável produzida a partir de eucalipto cultivado de forma sustentável, evitando o desmatamento e possibilitando a diminuição da carga de gás natural em cinco caldeiras existentes na unidade. A biomassa é fornecida por parceria com produtores rurais localizados no litoral norte da Bahia. Cada uma dessas fazendas atende aos critérios de sustentabilidade estabelecidos no Padrão de Madeira para Calor e Eletricidade. Além disso, um excesso de 12 megawatts (MW) de eletricidade renovável é enviado de volta à rede de distribuição de energia pela empresa parceira da Dow.

Além dessas inciativas, a Dow vem realizando inúmeras ações globais para alcançar seus objetivos de sustentabilidade. A empresa anunciou esta semana que estabeleceu acordos de energias renováveis em outras unidades nos Estados Unidos (Texas e Kentucky). Os acordos garantirão 338 megawatts adicionais de capacidade energética, o que representa uma redução de mais de 225 mil toneladas métricas de CO2. Além disso, a Dow também está perto de ultrapassar sua meta de adquirir 750 MW de capacidade de energia renovável até 2025.

“Hoje, mais do que nunca, é preciso buscar soluções para reduzir o impacto das mudanças climáticas,” afirma Júlio Natalense, Líder de Sustentabilidade da Dow para a América Latina. “Nosso compromisso com a sustentabilidade se firmou há décadas e continuamos a inovar e a desenvolver novas tecnologias para reduzir as emissões de nossas operações, além de fabricar produtos que possibilitem um futuro com menos impacto ambiental. Buscamos sempre os melhores parceiros, alinhados aos nossos objetivos, para conquistarmos nossas metas”, finaliza o executivo.

Ciser patrocina Jornada de Empreendedorismo, Desenvolvimento e Inovação (JEDI)

A Ciser, maior fabricante de fixadores da América Latina, atuante no fornecimento de soluções industriais para diversos segmentos, patrocina o evento Mindset JEDI, uma trilha de capacitação, totalmente online e gratuita, com módulos e temas essenciais no mercado de trabalho atual, mestrado por profissionais especializados em mais de 20 diferentes áreas. Serão 10 semanas, de julho a setembro, com mais de 36 horas de conteúdo exclusivo, abertos para a comunidade.

O Mindset JEDI irá anteceder a próxima edição da Jornada de Empreendedorismo, Desenvolvimento e Inovação (JEDI), programa voltado para a criação de novos negócios, que objetiva tirar ideias inovadoras do papel e viabilizá-las. Na edição de 2020, serão aceitas ideias nas áreas de varejo, serviço e trade marketing. A Ciser também será patrocinadora e oferecerá três vagas para que seus colaboradores possam co-criar ideias juntamente com os demais profissionais.

O incentivo da Ciser faz parte da Ciser+ Inovação, plataforma de inovação aberta da empresa, lançada no final de 2019. Trata-se de uma estratégia que conecta os desafios internos da empresa ao ecossistema de inovação para criar novos produtos e soluções, aumentando a eficiência e competitividade do negócio.

Para mais informações sobre o Mindset JEDI, acesse: www.mindsetjedi.joinvalle.com.br/2020

Sobre a Ciser

Marca de excelência, a Ciser tem capacidade produtiva de 6 mil toneladas/mês e portfólio de 27 mil produtos divididos em 500 linhas, para atender clientes em mais de 20 países. Mais de 1.500 colaboradores estão divididos entre as unidades de Araquari/SC e Sarzedo/MG. As instalações se completam com o centro de distribuição e o centro administrativo, situados em Joinville/SC.

A companhia, que completou 60 anos em 2019, investe em inovação tecnológica e conduz ações de responsabilidade socioambiental. Ao longo de seis décadas de investimentos, aquisições e ampliação dos segmentos em que atua, a Ciser se tornou uma das maiores empresas de Santa

Golar Power fecha parceria com a Galileo Technologies para promover o GNL no Brasil

A Golar Power, uma das maiores empresas globais na operação integral de GNL, iniciou uma parceria com a Galileo Technologies, que fornecerá seu pacote de Soluções Gás 3.0®: Acondicionamento de Gás, Produção Distribuída de GNL, Bombas de GNL e Plantas Regaseificadoras.

Com a iniciativa, a Golar Power procura ampliar a participação de GNL de origem local em sua oferta e acelerar a transição energética brasileira: do diesel, do gás liquefeito de petróleo (GLP) ou do óleo combustível pesado (HFO, segundo a sigla em inglês) para o gás natural.

O ambicioso objetivo acontece no marco do programa nacional Novo Mercado de Gás, que leva em conta que o GNL é um combustível econômico e de emissões de carbono reduzida. Contudo, o acordo entre ambas as companhias procura ir para a etapa máxima da transição energética desde o primeiro dia: a produção de gás biometano liquefeito (BioGNL).

Os primeiros passos em novas fontes de gás

Os projetos iniciais solicitados pela Golar Power para a Galileo envolvem o fornecimento de dois clústers de micro-GNL. O primeiro estará composto por duas Estações Cryobox® de Produção de GNL que, conectadas a uma Planta ZPTS de Acondicionamento de Gás, produzirão 30 toneladas diárias de GNL em um poço maduro de gás natural na Bahia.

O segundo clúster será instalado em São Paulo para a captura e liquefação do biometano originado em aterro sanitário. Contará com uma Estação Cryobox com capacidade de fornecimento de até 15 toneladas diárias de BioGNL.

“A partir da parceria com a Galileo, vamos incorporar o biogás liquefeito (BioGNL) e o gás doméstico liquefeito a nosso portfólio, oferecendo à população alternativas mais econômicas e limpas que os combustíveis tradicionais”, salientou Marcelo Rodrigues, vice-presidente da Golar Power.

Através de ambas as soluções de micro-GNL, a Golar Power aproveitará o gás brasileiro que está fora do sistema para destiná-lo à comercialização como combustível líquido. Uma vez distribuído por rodovias, o GNL poderá abastecer centrais de geração elétrica, distribuidoras de gás natural, indústrias e veículos leves e pesados.

“À diferença das tecnologias das gerações anteriores, as nossas tecnologias de tratamento de gás e liquefação são adaptadas à escala das fontes de metano dispersas que, habitualmente, também são as mais próximas aos consumidores. Por isso foram desenvolvidas pensando no cenário da produção distribuída”, destacou Horacio Andrés, vice-presidente da subsidiária da Galileo Technologies no Brasil.

“As soluções desenvolvidas pela Galileo permitem escalonar a capacidade instalada através de módulos, e isso nos ajudará a atender o crescimento da demanda com flexibilidade, e a complementar nossos projetos e tecnologias de GNL de pequena escala”, indicou Rodrigues.

Ao distribuir GNL pela rede rodoviária, a Golar Power superará os limites da infraestrutura: o Brasil tem apenas 9409 quilômetros de gasodutos. “Apenas 5% dos municípios brasileiros são atendidos por gasodutos. O nosso desafio é que o gás natural chegue até essas localidades e, portanto, apostamos na distribuição do GNL em pequena escala”, concluiu Rodrigues.

Em breve: nos Corredores Verdes e nas indústrias

A exploração de novas fontes de gás brasileiro também será acompanhada de novas alternativas para seu consumo. A Golar Power instalará as bombas de GNL da Galileo para estabelecer os Corredores Verdes, a definição brasileira dos “Corredores Azuis”, nos que os caminhoneiros poderão escolher carregar GNL.

Com o GNL, os transportadores reduzirão em 20% as emissões de CO2 dos escapamentos, que constituem um dos fatores que mais contribuem com o aquecimento global. Também, eliminarão as emissões de particulado, óxidos de nitrogênio (NOx) e óxidos de enxofre (SOx).

Aos clientes industriais lhes serão disponibilizados Sistemas de Armazenamento e Plantas Regaseificadoras para facilitar o consumo de gás em fornos, motores e turbinas.

Sobre a Golar Power

A Golar Power é uma empresa pioneira no Brasil de operação integral de GNL, que se desenvolve em toda a cadeia de valor de midstream (transporte) e downstream (liquefação, logística, regaseificação e fornecimento de gás natural par a diferentes tipos de cliente final), bem como na geração elétrica.

A empresa possui embarcações que funcionam como Unidades Flutuantes de Regaseificação e Armazenamento (FSRU, segundo a sigla em inglês) de GNL e fornecem serviços para a Petrobras desde 2007 nos estados da Bahia e do Ceará.

Em parceria com a EBRASIL, participa da UTE Porto de Sergipe I, que opera uma central termoelétrica com capacidade instalada de 1550 megawatts (MW) em Barra dos Coqueiros, no estado de Sergipe, junto a um terminal de importação e regaseificação de GNL com capacidade para processar 21 milhões de metros cúbicos diários (m3/dia).

Também, é parceira da Centrais Eléctricas de Barcarena (CELBA), que está construindo uma central termoelétrica que iniciará suas operações para finais de 2021 e terá capacidade de gerar 600 MW no estado do Pará. Bem como do projeto Terminal Gás Sul (TGS), que está na fase de licenciamento, e que terá capacidade para regaseificar 15 MM m3/dia de GNL.

Sobre a Galileo Technologies

Desde 1987, a Galileo Technologies é uma referência mundial em tecnologias modulares de produção e transporte de GNC, GNL, BioGNC e BioGNL. Seu portfólio de produtos inclui a gama mais ampla de pacotes compressores, plantas de acondicionamento de gás e estações de liquefação, bem como do sistema Gasoduto Virtual® para o transporte de gás por rodoviária para comunidades e indústrias afastadas e sem conexão à rede. Com sede em Buenos Aires e Nova Jersey e um centro global de serviços e capacitação em Los Angeles, a Galileo Technologies oferece assistência permanente para 70 países da América Latina, América do Norte, Europa, Ásia e África.

Siemens firma parceria com a Total para aprimorar conceitos na produção de GNL de baixas emissões

A Siemens Gas and Power firmou um acordo com a Total, grupo líder do setor petroquímico e energético, com o intuito de aprimorar novos conceitos para a produção de Gás Natural Liquefeito (GNL) verde. Como parte do contrato, a Siemens Gas and Power está realizando estudos para explorar uma variedade de possíveis projetos de usinas de geração de energia e liquefação, com o objetivo final de descarbonizar a produção de GNL.

Os estudos têm foco em áreas-chave para reduzir a pegada ambiental das instalações de liquefação de GNL, assim como as emissões associadas de gases do efeito estufa, a confiabilidade da usina, sua manutenção, conformidade regulatória e custos de desenvolvimento. Os conceitos a serem explorados incluem: o uso de turbinas a gás e trens de compressão movidos por eletricidade em conjunto com tecnologias de refrigeração comprovadas; seleção de equipamentos que possam minimizar ou eliminar a queima de processos e o desenvolvento de técnicas para melhorar a eficiência das instalações de geração de energia no local (sistemas de recuperação de calor, refrigeração de ar de entrada, queima suplementar, integração de renováveis, armazenamento de baterias etc.).

Alem disso, os estudos também estão explorando como alavancar as plataformas de digitalização e automação para otimizar o design da usina e alcançar a execução perfeita do projeto.

“A Siemens Gas and Power está comprometida em apoiar os esforços da indústria de GNL para reduzir as emissões de carbono, por meio da aplicação de soluções comprovadas, além de fornecer desenvolvimento financeiro, técnico e suporte estratégico aos clientes nas fases iniciais de desenvolvimento de conceitos e pré-FEED de projetos”, disse Thorbjoern Fors, CEO da Divisão de Oil and Gas da Siemens Energy. “Estamos orgulhosos dessa parceria com a Total para alcançar o menor perfil possível de emissão e atingir o mais alto grau de sustentabilidade na produção de GNL.”

Área de Manutenção e Serviços Offshore da Ocyan completa 20 anos

Base de operações funciona em Macaé, litoral norte do Rio de Janeiro

A área de Manutenção e Serviços Offshore (MSO) da Ocyan, cuja base de operações e apoio logístico fica em Macaé (RJ), completa 20 anos de atuação. Atualmente, a unidade de negócio conta com cerca de 300 integrantes e uma base estratégica, a sete quilômetros do porto de Macaé e a 15 quilômetros do aeroporto da cidade, com capacidade para atender toda a Bacia de Campos e demais regiões.

“Nosso escopo é muito amplo e nossa proposta sempre foi oferecer serviços integrados a toda a cadeia de manutenção offshore. Planejamos as demandas e as paradas de produção dos nossos clientes e gerenciamos diversos serviços. É este portfólio que garante nossa longevidade no mercado”, destaca Vinicius Castilho, diretor de contratos da área de Manutenção e Serviços Offshore da Ocyan. Ele lembra, inclusive, que a redução das operações na cadeia de petróleo e a antecipação do cronograma de hibernação de plataformas pela Petrobras, em função da queda de demanda da commodity no cenário da pandemia do novo Coronavírus e da baixa histórica no valor do barril, abre uma oportunidade potencial no setor para um dos serviços oferecidos pela Ocyan em seu portfólio, o de preservação de ativos.

“A estratégia para o próximo triênio é fortalecer nossas relações comerciais e conquistar novos contratos. É inovar e pensar diferente o mesmo negócio”, explica Castilho.

A área de MSO conta com um portfólio diverso de atividades, entre elas, o planejamento integrado de serviços; o planejamento e execução de paradas em unidades de produção e perfuração; soluções em reparos, manutenção, montagem de projetos (soldagem, caldeiraria, tubulação e elétrica/instrumentação); pintura industrial e de alta performance; engenharia de acesso e serviços especiais em acesso por corda; além de soluções de fabricação de estruturas e tubulações customizadas; serviços especiais de inspeção; serviços de preservação e de comissionamento.

A prestação de serviços da MSO se diferencia por oferecer uma equipe própria de engenharia com conhecimento técnico em todas as áreas do negócio de O&G para atender, sob demanda, necessidades em manutenção e serviços especializados para toda a indústria no Brasil.

A área de MSO da Ocyan é a primeira do setor a realizar a preservação de equipamentos e estruturas para o mercado offshore com o ativo em operação. O serviço foi implantado em 2018 inspirado no que já ocorre hoje no segmento petroquímico. Desde então, acumula mais de três mil equipamentos preservados, e vem reduzindo consideravelmente os custos operacionais de manutenção e melhorando o desempenho operacional dos equipamentos.

No início do ano passado, a Ocyan firmou um acordo com a empresa canadense Tube-Mac para oferecer uma nova tecnologia aos players do mercado de óleo e gás e petroquímico no Brasil. Esta tecnologia propicia a instalação e montagem de tubulações utilizando conexões sem solda, à frio, chamadas de Pyplok®, com baixo custo de instalação, menor hora/homem trabalhada, sistema livre de vazamentos, maior durabilidade, fácil instalação, não requerendo inspeções adicionais por Ensaios Não Destrutivos, utilizando tecnologia a frio de forma segura e confiável. Esta iniciativa está totalmente alinhada com a estratégia da Ocyan de trazer ao país soluções tecnológicas que podem ser aplicadas no setor e já são largamente utilizadas fora do Brasil, por meio de parcerias com empresas estrangeiras que ainda não atuam localmente.

Nosso negócio em Números

A unidade de negócios de Manutenção e Serviços Offshore da Ocyan acumula larga experiência que pode ser traduzida em números. Desde o ano de 2000 até o momento soma mais de 30 contratos performados, 1 milhão de horas de engenharia, mais de 120 paradas de produção e perfuração, mais de 10 mil toneladas de tubulações e estruturas montadas a bordo das instalações em alto mar, mais de 1 milhão de metros quadrados pintados e 14 milhões de metros de andaimes montados, além de contarmos com quase 80 milhões de homens hora trabalhados com o mais alto nível de segurança e qualidade do mercado. “Contamos com um recorde de cerca de 20 milhões de homens hora trabalhados sem acidente com afastamento”, afirma Castilho.

Sustentabilidade

Na Ocyan, a segurança é nosso maior valor. A atuação da unidade de negócio de manutenção e serviços offshore, assim, como toda a empresa em desenvolvimento sustentável implica ir além do dever de cumprir as leis e determinações que regulam as atividades. Para a empresa, significa compreender as tendências e prioridades da sociedade e atender às convenções e compromissos globais aplicáveis em cada local de atuação, além de também assegurar a adequada gestão dos Riscos Socioambientais referentes às operações.

“A segurança dos colaboradores é uma questão de suma importância para a empresa. Realizamos várias campanhas de conscientização com os integrantes, envolvendo todos os setores em que atuamos, além dos treinamentos variados e cumprimento dos nossos procedimentos. Como resultado de nosso compromisso, completamos o primeiro trimestre deste ano sem a ocorrência de nenhum acidente registrável com integrantes Onshore e Offshore”, conclui o executivo

Além disso, a unidade de manutenção e serviços offshore possui um robusto sistema de gestão que permite garantir aos Clientes Segurança, Qualidade e Produtividade. A área possui as certificações ISO 9001:2015, ISO 14001:2015 e OHASAS 18001:2007, além das associações com entidades internacionais, tais como: DROPS e IRATA.

A Ocyan registrou no ano passado a melhor taxa de segurança da história da empresa, com 0,58 de Taxa de Frequência de Incidentes Registráveis, que equivale a 0,58 incidentes para cada 1 milhão de homem-hora trabalhados.

Sobre a Ocyan

A Ocyan é uma empresa com atitude sustentável e conhecimento para prover soluções para a indústria de óleo e gás upstream offshore no Brasil e no exterior. Seus principais valores são a segurança dos integrantes e da operação, a parceria de confiança com os clientes, e o compromisso com a ética e a transparência. A companhia encoraja a diversidade e inclusão dentro e fora da empresa.

Indiana Essar faz lance por refinaria da Petrobras na Bahia

O conglomerado indiano Essar Group fez uma oferta vinculante à Petrobras pela segunda maior refinaria de petróleo do Brasil, disseram na última terça-feira duas pessoas com conhecimento do assunto.

A Petrobras recebeu pelo menos mais uma oferta pela refinaria Landulpho Alves, conhecida como RLAM, com capacidade para 323 mil barris ao dia.

A Essar vai concorrer na disputa com o fundo de Abu Dhabi Mubadala Investment Company.

Uma eventual vitória da Essar marcaria a estreia do grupo no Brasil. A indiana tem cerca de 28 bilhões de dólares em investimentos em ativos de energia, infraestrutura, mineração e serviços, de acordo com o site da empresa.

Ainda não está claro se o terceiro grupo pré-qualificado, a chinesa Sinopec, também fez uma oferta.

Em nota recente aos clientes, analistas do Bradesco BBI avaliaram a refinaria RLAM em 2,5 bilhões de dólares.

De acordo com as regras de venda de ativos da Petrobras, o grupo com a melhor oferta nesta fase vinculante deve entrar em uma fase de negociação dos termos do contrato, num processo que geralmente leva várias semanas.

Dependendo do encaminhamento, isso pode exigir que a Petrobras chame de volta concorrentes à mesa e faça uma rodada final de lances, o que pode potencialmente mudar o resultado da competição, disse uma terceira fonte.

A Petrobras declinou de comentar. A Essar não respondeu imediatamente.

Agência Reuters

Petróleo sobe mais de 1% após dados sobre estoque dos EUA e manufatura

Os preços do petróleo subiram mais de 1% na quarta-feira, apoiados pela queda nos estoques da commodity nos Estados Unidos após máximas recordes e por uma série de dados positivos de manufatura, embora o aumento no número de casos de coronavírus tenha limitado os ganhos.

O petróleo Brent fechou em alta de 0,76 dólar, ou 1,8%, a 42,03 dólares por barril. Já o petróleo dos EUA (WTI) avançou 0,55 dólar, ou 1,4%, para 39,82 dólares o barril.

Os estoques de petróleo dos EUA tiveram queda além do esperado na semana passada, de 7,2 milhões de barris, depois de atingirem máximas históricas por três semanas consecutivas, mostraram dados da Administração de Informação sobre Energia (AIE). Analistas projetavam um recuo de 710 mil barris. [nZON000KYS]

“As importações provenientes da Arábia Saudita foram praticamente zeradas, e eu acredito que esse recuo (dos estoques) seja o primeiro de uma série de quedas”, disse Phil Flynn, analista sênior do Price Futures Group em Chicago.

A melhora na atividade econômica global também deu apoio aos preços. A atividade manufatureira dos EUA teve recuperação em junho, atingindo o maior nível em mais de um ano, enquanto a atividade industrial da China se expandiu em ritmo mais forte no mês passado. [nL1N2E81HA] [nL1N2E80G3]

Ainda assim, investidores seguem cautelosos após uma forte alta no número de casos de coronavírus nos EUA, seguida por um alerta do principal especialista em doenças infecciosas do governo norte-americano sobre a possibilidade de os casos dobrarem em breve no país.

Agência Reuters

Petrobras declara apoio à força-tarefa sobre divulgações financeiras relacionadas ao clima

A Petrobras declarou seu apoio ao Task Force for Climate-related Financial Disclosures – TCFD (Força-Tarefa sobre Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima), uma iniciativa do Financial Stability Board (Conselho de Estabilidade Financeira) do G20, grupo formado pelas 19 principais economias do mundo mais a União Europeia, com a missão de desenvolver recomendações de divulgação de riscos financeiros relacionados à mudança do clima.

A visão da Petrobras relacionada à mudança de clima é baseada em três pilares: transparência, resiliência à transição energética da nossa posição em óleo e gás e fortalecimento das nossas competências alinhadas à economia de baixo carbono. Nossa prioridade é operar com baixos custos e com baixas emissões, entregando energia acessível e aderente aos nossos compromissos de redução de emissão de carbono.

Conciliar a demanda da sociedade por óleo e gás com as preocupações com a mudança do clima é um requisito ético para a companhia, incluído na estratégia, políticas de segurança, meio ambiente, saúde e de responsabilidade social. É também uma necessidade de negócio, alinhada às expectativas dos stakeholders.

Em paralelo ao suporte ao TCFD, a Petrobras está disponibilizando em seu website o Caderno do Clima atualizado, documento que se tornou referência para investidores especializados em Environmental, Social, and Governance – ESG (Fatores de Desempenho Ambiental, Social e de Governança Corporativa), com objetivo de aprofundar e dar transparência às informações de sustentabilidade da companhia frente à transição energética para uma economia de baixo carbono.

Na atualização do Caderno de Mudança do Clima, a Petrobras reafirma seus compromissos de sustentabilidade no horizonte até 2025, dos quais seis são relativos à descarbonização de suas operações, como por exemplo o crescimento zero das emissões absolutas operacionais nos próximos anos.

Na última década, as ações relacionadas à intensidade de carbono nas atividades de upstream (exploração e produção) propiciaram um aumento de cerca de 40% da produção de óleo e gás sem que fossem aumentadas as emissões absolutas nesta área.

O documento apresenta um novo capítulo, dedicado a demonstrar a resiliência do portfólio da Petrobras frente à volatilidade nos preços do petróleo na transição energética, adotando métricas que consideram avaliação de possíveis cenários futuros.

A comparação com o cenário externo atende às recomendações do TCFD. A Petrobras adota como referência os Cenários da Agência Internacional de Energia no WEO 2019 – World Energy Outlook (Perspectivas Mundiais da Energia), notadamente o Cenário de Desenvolvimento Sustentável – SDS – Sustainable Development Scenario (Cenário de Desenvolvimento Sustentável), que estabelece uma visão sobre a transformação dos sistemas energéticos alinhada aos objetivos do Acordo de Paris, além do chamado Stated Policies Scenario – STEPS (Cenário de Políticas Declaradas).

O Caderno de Mudança do Clima está disponível aqui: petrobr.as/clima

 

Agência Petrobras

Projeto patrocinado pela Petrobras devolve ao oceano dois peixes-boi marinhos recuperados

O projeto Manati, patrocinado pela Petrobras, realizou uma operação para a translocação de dois peixes-boi para a praia de Peroba, em Icapuí (CE), onde está localizado o Cativeiro de Aclimatação – um local de semicativeiro, gerido pelo projeto, a 200 metros da praia. Foram transportados dois animais, “Alva” e “Maceió”, que medem de 2,5 a 2,8 metros e pesam em torno de 350 a 400 Kg.

Os animais estavam no Centro de Reabilitação de Mamíferos Marinhos (CRMM), em Caucaia (CE). O transporte, realizado em caminhão, foi feito em parceria com o Regimento de Polícia Montada – Cavalaria da Polícia Militar (RPMON – PM).

A viagem, um trajeto de 225 km, é cuidadosa, o caminhão precisa manter baixa velocidade para garantir a estabilidade e o conforto dos animais e, por isso, foi realizada de madrugada. Os preparativos começaram ontem, dia 29, e a chegada em Icapuí aconteceu na madrugada do dia 30, por volta de 5h.

Os animais foram estabilizados e transferidos para o mar. O peixe-boi é uma das espécies marinhas em extinção.

Agência Petrobras

Petrobras alcança recorde de produção em Búzios

A Petrobras informa que as plataformas (P-74, P-75, P-76 e P-77) instaladas no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos, alcançaram no dia 27 deste mês novos recordes de produção, de 664 mil barris de óleo por dia (bpd) e 822 mil barris de óleo equivalente por dia (boed).

O campo de Búzios, descoberto em 2010, é o maior campo de petróleo em águas profundas do mundo. É um ativo de classe mundial, com reservas substanciais, baixo risco e baixo custo de extração.

Agência Petrobras