Produção de petróleo da Opep tem menor nível em 2 décadas, diz pesquisa

A produção de petróleo da Opep atingiu o menor nível em duas décadas em junho, com a Arábia Saudita e outros membros do grupo no Golfo ampliando cortes de oferta, mostrou uma pesquisa da Reuters, o que levou o cartel a conseguir adesão de mais de 100% a seu pacto de redução de produção.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), formada por 13 membros, bombeou em média 22,62 milhões de barris por dia (bpd) em junho, segundo a pesquisa, com queda de 1,92 milhão de bpd ante o dado revisado de maio.

A Opep e seus aliados fecharam acordo em abril para cortes recorde de oferta para compensar a queda na demanda decorrente da crise do coronavírus.

O alívio em medidas de isolamento contra o vírus e a menor oferta ajudaram a elevar os preços para acima de 40 dólares, contra uma mínima de 21 anos tocada em abril, abaixo de 16 dólares.

“A demanda deve se recuperar no segundo semestre e há um consenso geral de que o grupo Opep+ atenderá expectativas e entregará um nível de cumprimento (dos cortes) elevado em junho e julho”, disse Tamas Varga, da corretora PVM.

Até o momento em junho, os membros da Opep entregaram 6,5 milhões de bpd dos cortes prometidos, ou 107% da meta, de acordo com a pesquisa. Em maio, o nível de cumprimento foi revisado para 77%.

A produção de junho deve ser a menor da Opep desde ao menos o ano 2000, se desconsideradas mudanças na composição do grupo deste então.

O maior corte foi da Arábia Saudita, que produziu 7,55 milhões de bpd em junho, quase 1 milhão abaixo de sua cota na Opep+. Foi o menor nível de produção para o reino desde 2002, segundo dados da Reuters.

Emirados Árabes Unidos e Kuweit também promoveram cortes adicionais voluntários, segundo fontes que participaram da pesquisa.

O Iraque reduziu exportações pelo sul e pelo norte, elevando sua adesão para 62%, enquanto a Nigéria aumentou o nível de cumprimento para 72%.

Reuters

Petrobras divulga teaser de E&P na Bacia de Sergipe-Alagoas

A Petrobras informa que iniciou a etapa de divulgação da oportunidade (teaser) referente à venda da totalidade de sua participação no Campo de Tartaruga, localizado em águas rasas da Bacia de Sergipe-Alagoas, estado de Sergipe.

O teaser, que contém as principais informações sobre a oportunidade, bem como os critérios de elegibilidade para a seleção de potenciais participantes, está disponível no site de Relações com Investidores da Petrobras: https://investidorpetrobras.com.br/pt/resultadosecomunicados/teasers.

As principais etapas subsequentes do projeto serão informadas oportunamente ao mercado.

A presente divulgação está de acordo com as diretrizes para desinvestimentos da Petrobras e com as disposições do procedimento especial de cessão de direitos de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos, previsto no Decreto 9.355/2018.

Essa operação está alinhada à estratégia de otimização de portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, passando a concentrar cada vez mais os seus recursos em águas profundas e ultra-profundas, onde a Petrobras tem demonstrado grande diferencial competitivo ao longo dos anos.

Sobre o campo de Tartaruga
O campo de Tartaruga, pertencente à Concessão Área do SES-107D, está localizado no litoral norte do estado de Sergipe, no município de Pirambu, em águas rasas da Bacia de Sergipe‐Alagoas. Os poços do campo foram perfurados direcionalmente (da terra para o mar), a partir da base situada na porção terrestre do ring‐fence.

A produção média do campo de janeiro a maio de 2020 foi de aproximadamente 580 bpd de óleo leve (37º API).

A Petrobras detém 25% de participação no campo e a Maha Energy Brasil Ltda é a operadora, com 75% de participação.

Agência Petrobras

Estatal prorroga teletrabalho até fim do ano; vê retomada gradual em algumas áreas

A estatal Petrobras decidiu prorrogar até o final do ano o regime de trabalho à distância para funcionários que já estão em “home-office”, em medida de segurança devido à pandemia de coronavírus.

Algumas atividades, no entanto, poderão precisar voltar ao trabalho presencial por necessidade da companhia, o que envolverá uma transição “segura e gradual, em ondas, seguindo uma rigorosa análise”, disse a petroleira em comunicado à imprensa na noite de segunda-feira.

“A retomada do trabalho presencial em toda a companhia está sendo planejada com todo o cuidado. Para que o retorno seja seguro, espaços físicos e áreas comuns serão adaptados e adequados”, acrescentou.

As datas de retorno ainda poderão ser alteradas em função de possíveis mudanças no cenário da pandemia, ressaltou a empresa, que não detalhou quais áreas poderão ser chamadas a trabalhar presencialmente.

Desde março, a Petrobras colocou em “home-office” até 90% de seus 21 mil funcionários da área administrativa, para conter a disseminação do coronavírus.

A companhia disse que agora estuda a adoção permanente de teletrabalho por até três dias por semana, em um modelo que ainda está sendo elaborado.

A Reuters publicou em 17 de junho que a Petrobras tem se preparado para adotar regime de “home-office” de forma definitiva para parte da equipe, o que poderá envolver mais de 10 mil funcionários.

O modelo para o teletrabalho permanente entrará em vigor após o regime transitório adotado durante a pandemia, explicou a empresa.

Enquanto isso, a estatal irá oferecer aos empregados que estão em teletrabalho uma ajuda de custo de mil reais para a compra de equipamentos ergonômicos, como cadeiras, suportes para computadores e outros.

Reuters

Petroleira informa sobre iniciativas de resiliência associadas a despesas com pessoal

O cenário continua desafiador e diversas iniciativas da Petrobras seguem em curso com o objetivo de reduzir custos e garantir a segurança dos seus empregados.

As ações associadas a despesas com pessoal adotadas durante os meses de abril, maio e junho tiveram como foco a preservação da liquidez durante o período mais agudo da crise, com o objetivo de reduzir custos e postergar desembolsos. A partir de 1º de julho, as seguintes práticas de RH voltam ao normal:

– Recolhimento de FGTS;

– Pagamento de gratificação de férias;

– Pagamento de horas extras, conforme regramento do Banco de Horas do ACT 2019/2020;

– Remuneração de membros do Conselho de Administração e de presidente, diretores, gerentes executivos, gerentes gerais (fim da retenção de 30%);

– Remuneração de funções gratificadas (fim da retenção de 10 a 25%);

– Retorno para a jornada diária de 8h – com aumento proporcional da remuneração – para os empregados que migraram para a jornada de 6h em função das ações de resiliência.

As horas extras realizadas nos meses de abril, maio e junho, bem como o percentual da remuneração dos empregados com função gratificada postergado durante esses mesmos meses, serão pagos em setembro. Já o pagamento da gratificação das férias de abril, maio e junho, inicialmente postergado para setembro, será antecipado para a folha do mês de julho/2020.

Conforme já anunciado, a quitação do pagamento do Programa de Prêmio por Performance (PPP 2019) será feita em dezembro de 2020.

Tal qual também anunciado, mantém-se o cancelamento, neste ano, dos processos de avanço de nível e promoção para os empregados e de avanço de nível das funções gratificadas.

As alterações de Regime Especial para Regime Administrativo dos empregados que não estão atuando nas frentes operacionais permanecem até setembro, sendo reavaliadas mensalmente ou data anterior conforme o retorno ao trabalho operacional, respeitadas as decisões judiciais liminares que mantém o pagamento dos adicionais em algumas localidades.

Dessa forma, será mantida a redução do efetivo, visando diminuir a exposição e proteger a vida e a saúde dos empregados, bem como preservar a segurança operacional das atividades da companhia.

As ações adotadas estão em linha com o que toda a indústria global de petróleo está fazendo para superar os impactos desta crise.

Identificar e implementar de forma bem-sucedida diversas ações com o objetivo de reduzir despesas, aumentando a resiliência e adequando os custos às melhores referências de mercado, é fundamental para permitir à companhia cumprir com os compromissos de reduzir os gastos operacionais em US$ 2 bilhões e os investimentos programados para US$ 8,5 bilhões em 2020.

Assim, a Petrobras mantém os esforços voltados à redução de custos e à melhoria da eficiência operacional, buscando não apenas ganhos pontuais, mas sim perenes.

Agência Petrobras

Programa de Voluntariado da Petrobras realiza doação de cestas básicas e itens de higiene a comunidades no entorno da Reduc

Mais de 650 cestas já foram distribuídas à população de Duque de Caxias (RJ) com recursos doados por colaboradores e pelas empresas que prestam serviços na refinaria

Colaboradores da Petrobras, através do Programa de Voluntariado da companhia, e empresas prestadoras de serviços na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), estão beneficiando as famílias mais vulneráveis do entorno da refinaria, no intuito de minimizar os efeitos da pandemia de Covid-19 nestas populações.

A iniciativa, que conta ainda com a parceria do projeto patrocinado Conectora de Oportunidades, distribuiu, na terça-feira, 110 cestas de alimentos e itens de higiene em 12 comunidades próximas à Reduc, totalizando mais de 650 cestas doadas à população do município de Duque de Caxias (RJ) desde o início da pandemia.

As cestas são adquiridas com recursos doados por colaboradores da Petrobras e pelas empresas prestadoras de serviços diretamente ao projeto Conectora de Oportunidades, que compra os kits com os valores recebidos e realiza a distribuição para quem precisa.

O transporte das cestas para as comunidades conta com apoio logístico da Reduc, que disponibiliza veículos para a ação.

Agência Petrobras

Estatal inicia processo para venda de campos terrestres no estado do Amazonas

Dando continuidade à sua estratégia de gestão de portfólio, com foco em ativos de águas profundas e ultra-profundas, a Petrobras lançou o teaser para venda de campos terrestres na Bacia de Solimões, no estado do Amazonas.

Os ativos englobam os campos de Arara Azul, Araracanga, Leste do Urucu, Rio Urucu, Sudoeste Urucu, Cupiuba e Carapanaúba, além de infraestruturas de apoio operacional.

O teaser, que contém as principais informações sobre a oportunidade, bem como os critérios de elegibilidade para seleção de potenciais participantes, está disponível no site da companhia: https://www.investidorpetrobras.com.br/pt/resultados-e-comunicados/teasers.

A venda destes ativos está alinhada à estratégia de otimização do portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, passando a concentrar cada vez mais os seus recursos em águas profundas e ultra profundas, onde a Petrobras tem demonstrado grande diferencial competitivo ao longo dos anos.

Além disso, essas iniciativas deverão contribuir para a redução do endividamento da Petrobras, que ainda é elevado quando comparado com a de seus pares.

A empresa acredita que a entrada de novos players no segmento de óleo e gás nos campos terrestres no estado do Amazonas irá alavancar o desenvolvimento da região não somente pelo potencial aumento de produção e reservas, mas também pelo consequente aquecimento de toda a cadeia de serviços relacionada à atividade de exploração e produção.

Um exemplo positivo da entrada de novos atores no setor de óleo e gás, foi a venda em 2019 do campo de Azulão, na Bacia do Amazonas, que tem resultado em investimentos para viabilizar a produção de gás e geração de energia com o consequente aquecimento da economia local.

Enquanto a Petrobras vai concentrar investimentos em ativos que geram mais retorno e nos quais a companhia vem demonstrando grande diferencial competitivo ao longo dos anos, como os campos do pré-sal, e em particular o campo de Búzios cujo excedente da cessão onerosa foi adquirido em consórcio pela Petrobras em 2019, novos players podem investir em outras áreas, proporcionando maior dinamismo ao setor de óleo e gás.

O estado do Amazonas já possui um setor diversificado com diferentes atores além da Petrobras atuando na geração de energia.

É importante esclarecer que o processo de desinvestimento dos campos não prevê demissões de empregados da Petrobras.

Todos serão realocados para outras unidades organizacionais da companhia. As transferências levarão em conta a melhor adequação entre os perfis dos empregados e as atividades e processos nas lotações disponíveis.

Caso haja interesse, outra opção é a adesão ao Plano de Desligamento Voluntário (PDV) específico, conforme prevê o plano de pessoal para gestão de portfólio.
Sobre o Polo Urucu

O Polo Urucu compreende sete concessões de produção (Araracanga, Arara Azul, Carapanaúba, Cupiúba, Leste do Urucu, Rio Urucu, Sudoeste Urucu), todas localizadas no estado do Amazonas, nos municípios de Tefé e Coari, ocupando uma área de aproximadamente 350 km².

No primeiro trimestre de 2020, a produção média do polo foi de 106.353 boed, sendo 16.525 bpd de óleo e condensado, 14.281 Mm³/d de gás e 1.150 toneladas por dia de GLP.

Além das concessões e suas instalações de produção, estão incluídos na transação as facilidades de processamento da produção de petróleo e gás natural, além de instalações logísticas de suporte à produção.

As empresas interessadas no ativo deverão atender aos requisitos de operador em área remota, conforme exigência da ANP, além de todas as licenças operacionais e condicionantes ambientais requeridos.

O processo de passagem de operação para o novo concessionário também prevê medidas para que não ocorra descontinuidade no fornecimento de gás natural, petróleo e GLP, com a garantia da continuidade operacional e de manutenção do ativo.

Agência Petrobras

Petrobras lança Código de Conduta Ética mais claro e objetivo

A Petrobras deu, mais um passo na evolução de seu sistema de integridade com a publicação de seu “Código de Conduta Ética”.

O documento, aprovado pelo Conselho de Administração da companhia, foi construído com uma linguagem clara, objetiva e de fácil compreensão.

“O novo Código de Conduta Ética tem como objetivo nos auxiliar a agir e tomar decisões da forma correta, descrevendo compromissos e comportamentos esperados de todos os que representam e colaboram com a Petrobras.”, destacou o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco.

O novo Código de Conduta Ética é um aprimoramento do “Código de Ética” e do “Guia de Conduta”, os quais foram unificados.

Para a elaboração da nova versão, foram analisadas as melhores práticas de outras empresas no mercado; a legislação brasileira, como a Lei da Probidade Administrativa, a Lei Anticorrupção Empresarial e o Estatuto Jurídico das Empresas Estatais; e o regramento internacional, como o Foreign Corrupt Practices Act (EUA), a Lei Sarbanes-Oxley (EUA) e o UK Anti-Bribery Act.

O novo documento prioriza a prevenção à fraude, à corrupção e à lavagem de dinheiro além da implementação de melhorias em seu sistema de responsabilização interna.

Além disso, valoriza elementos como a inovação, a tecnologia, a meritocracia, a confiança e as boas práticas de mercado, rechaçando condutas anticompetitivas e que atentem contra a legislação concorrencial.

“O documento é fundamental para a modernização dos procedimentos internos da Petrobras, pois produzirá efeitos nas atividades de todos os colaboradores e terceiros interessados que se relacionam com a empresa.

Ao estabelecer que a integridade está consolidada como valor fundamental, o nosso objetivo é passar um recado claro e direto de que os malfeitos do passado jamais encontrarão novamente espaço nos nossos negócios.

Queremos, assim, estimular a vinda de profissionais qualificados para os nossos quadros e atrair para o nosso ambiente negocial empresas efetivamente comprometidas com os valores da integridade.

Um código de conduta contendo uma linguagem amigável, simples e compreensível, edificado com base nos melhores padrões internacionais, certamente contribuirá para modernizar os procedimentos e para dar à Petrobras a competitividade que ela necessita no mercado mundial de óleo e gás”, destacou Marcelo Zenkner, diretor de Governança e Conformidade da Petrobras).

O novo Código aplica-se aos membros do Conselho de Administração e seus comitês de assessoramento, membros do Conselho Fiscal, membros da Diretoria Executiva, empregados, estagiários, prestadores de serviço e qualquer pessoa que atue em nome da Petrobras, incluindo suas controladas no Brasil e no exterior.

Capacitação continua

A Petrobras irá promover, ao longo de 2020, cursos com todos os seus cerca de 45 mil empregados sobre o novo Código de Conduta Ética.

O treinamento anual sobre ética e integridade continua obrigatório para todos os empregados, de forma a reforçar o conteúdo do documento.

O Código de Conduta Ética também será revisto e atualizado, no mínimo a cada dois anos, de forma a se adaptar às mudanças cada vez mais rápidas do mundo, inclusive no ambiente corporativo.

 

Agência Petrobras

Transpetro lança Programa de Desligamento Voluntário (PDV) para marítimos

A Transpetro aprovou um Programa de Desligamento Voluntário (PDV) exclusivo para os empregados marítimos.

A iniciativa visa promover a gestão de pessoal, sendo estratégia alinhada à gestão ativa da frota, e garante à companhia maior competitividade e atuação sustentável.

A companhia conta com um quadro de mar altamente especializado e comprometido, treinado na Academia Transpetro, que opera sua frota de navios com conhecimento técnico, respeito à vida e ao meio ambiente.

Com a adequação do efetivo do quadro de mar aos interesses dos empregados e da companhia, a Transpetro preserva o quantitativo necessário à continuidade e à segurança operacional em linha com as métricas de topo estabelecidas pela Alta Administração.

O primeiro PDV realizado pela Transpetro se destina aos empregados do quadro de mar com 50 anos ou mais em regime de embarque ou em prestação de serviço em terra, seja na Transpetro, cedidos a outras empresas da Petrobras ou para órgãos do governo.

Também podem se inscrever os empregados que estão inaptos para embarque, para os quais não há limite de idade. A companhia receberá as inscrições até o fim de agosto e os desligamentos deverão ocorrer entre setembro de 2020 e julho de 2021.

A Transpetro reforça o seu compromisso com a transparência e o respeito a todos os seus empregados.

A companhia busca criar condições para que os profissionais façam a melhor escolha, mantendo sempre o seu comprometimento com a ética, a transparência e com os mais elevados níveis de segurança e eficiência das operações.

 

Transpetro

Novo Diretor Geral do Grupo IBS Energy assume comando durante home office

Luiz Mello, há cinco anos atuando na empresa como Diretor Financeiro, assume a Direção Geral do Grupo IBS Energy.

Após cinco anos na Direção da área Financeira, Luiz Mello, assume o cargo de Diretor Geral do Grupo IBS Energy.

Com MBA em Gestão Empresarial e extensão em Controladoria, pela Fundação Getúlio Vargas e graduação em Ciências Contábeis, Luiz Mello acumula 35 anos de experiência em companhias nacionais e multinacionais, de médio e grande portes, sendo oito anos como auditor e consultor em umas das empresas “Big Four” de auditoria e consultoria e 27 anos como executivo de controladoria, administração e finanças em segmentos industriais e serviços.

A escolha de Luiz Mello para o cargo foi a evolução natural de sua exitosa e muito bem construída carreira: uma formação acadêmica sólida recheada por muitos casos de comprovado sucesso empresarial.

O seu desafio na IBS Energy será o de promover importante crescimento orgânico, respeitando o posicionamento do Grupo em Gestão Estratégica e Integrada de Energia a partir da implementação de soluções técnicas, jurídico regulatórias e econômicas.

IBS Energy

Grupo Servtec Energia anuncia investimento de R$ 210 milhões em geração solar distribuída no Brasil

O projeto prevê 22 usinas com geração de 54 MWp em onze estados

O Grupo Servtec Energia anuncia investimento de R$ 210 milhões na construção 22 usinas de geração solar em 10 estados brasileiros, somando 54 MWp.

A energia gerada por estas usinas atenderá a contratos de longo prazo com empresas dos setores de telecomunicações, varejo, bebidas e postos de combustíveis.

Todas as usinas deverão estar operacionais até dezembro de 2020. Esse é o maior investimento já realizado pela companhia no setor e a transforma em uma das líderes no segmento de Geração Distribuída solar do país.

“Nosso plano é continuar investindo em Geração Distribuída, por reconhecer o enorme benefício para o sistema elétrico e para a sociedade.

Pretendemos chegar a 250MWp até o final de 2021”, destaca Pedro Fiuza, CEO do Grupo Servtec Energia. “A geração descentralizada tem inúmeros benefícios, pois ao promover a geração próxima ao consumo alivia o sistema de transmissão de energia, além de ter sua origem numa fonte renovável e não poluente”, completa Fiuza.

O grupo entrou no segmento de Geração Distribuída no segundo semestre de 2019, com a implantação de quatro plantas solares, localizadas em São Paulo e na Bahia, também com contratos de longo prazo, investimento de R$ 68 milhões e geração de 15MWp.

Com as novas usinas, a companhia chegará a um total de 69MWp solar instalada.

“Ao investir em projetos de geração renovável, contribuímos para a diversificação da matriz energética brasileira, em linha com os interesses crescentes da sociedade pela migração para uma economia de baixa emissão de carbono e preservação do meio ambiente”.

Avalia o CEO, e complementa: “Temos um plano robusto de crescimento, e mesmo em um cenário adverso, fruto do agravamento da pandemia de covid-19 no mundo, conseguimos construir com nossos parceiros soluções para mitigar os diversos riscos inerentes ao negócios”, destaca Fiuza.

Sobre o Grupo Servtec Energia
O Grupo Servtec Energia iniciou suas atividades nos anos 1960, e vem atuando no segmento de geração de energia elétrica desde 1998.

Com mais de 1.000 MW implantados nas diversas fontes, o Grupo Servtec Energia detem participação atualmente numa usina térmica à gás no Amazonas (Gera Amazonas 85MW), um térmica movida à óleo combustível no Maranhão (Gera Maranhão 330MW), sete usinas eólicas no Ceará que somam 151MW e uma Pequena Central Hidrelétrica no Mato Grosso, com 22MW de potência.

Servtec