Engie tem fluxo de caixa suficiente para comprar 10% da Petrobras na TAG, diz CEO

A Engie Brasil Energia tem interesse na aquisição de uma fatia remanescente de 10% da Petrobras na empresa de gasodutos TAG e também capacidade financeira para o negócio, disse na quinta-feira o presidente da companhia, Eduardo Sattamini.

Um grupo formado pela empresa, sua controladora, a francesa Engie, e o fundo de pensão canadense CDPQ comprou 90% da TAG junto à Petrobras no ano passado, em uma operação de 8,6 bilhões de dólares.

A estatal de petróleo iniciou em março a chamada “fase vinculante” de processo para vender sua participação restante na empresa que opera infraestrutura de gás.

“Por nosso fluxo de caixa, temos caixa suficiente para comprar…a própria TAG tem a distribuição de dividendos que ela faz trimestralmente que também deve ajudar a companhia a arcar com esse pagamento eventual”, disse Sattamini, durante teleconferência com investidores e analistas.

Ele destacou, no entanto, que a transação depende de decisão final da Petrobras sobre o ativo.

 

Reuters

Retomada das atividades favorece vendas e margens das distribuidoras de combustíveis

A flexibilização do isolamento deve levar à recuperação de vendas e margens de lucro das distribuidoras de combustíveis.

A melhora não será rápida, principalmente no segundo trimestre, por conta das medidas restritivas para conter o avanço do novo coronavírus. Mas analistas dizem que o aumento da demanda por combustíveis vai favorecer, no médio prazo, os ganhos das principais empresas da área no País.

“Certamente a flexibilização do isolamento elevará a demanda por combustíveis pelo maior movimento e também por recomposição de estoques em empresas”, diz Alvaro Bandeira, sócio e economista-chefe do banco digital Modalmais. “Consequentemente, é de se esperar recuperação dos volumes de vendas das distribuidoras de combustíveis, porém, partindo de volumes muito baixos de abril e maio.”

 

 

Estadão

Portos e Navios divulga comunicado sobre adiamento da Marintec South América – Navalshore 2021

A revista Portos e Navios, que realiza a Marintec South América, está adiando a Marintec, em função da pandemia da Covid-19

Abaixo a nota da revista Portos e Navios

“O enorme desafio que tem sido enfrentar a pandemia da Covid-19 mobiliza a todos nós em escala global. As estatísticas apontam para possível declínio da curva no Brasil, mas o momento ainda exige monitoramento rigoroso para que os próximos passos sejam dados de forma responsável e segura para toda a sociedade.

Passados alguns meses desde o adiamento da Marintec South America – Navalshore para o final de outubro, a grande questão passou a ser como mitigar os riscos decorrentes das aglomerações. Outro ponto crucial diz respeito às restrições para deslocamentos.

Enquanto não há vacina, as viagens continuarão a ser encaradas como fator de risco. E não podemos esquecer que no momento o Brasil é considerado o epicentro da pandemia, com sérios danos em sua imagem a nível internacional.

Diante desse cenário repleto de incertezas, a Navalshore Organização de Eventos comunica que a próxima edição da Marintec South America – Navalshore será realizada de 10 a 12 de agosto de 2021 no mesmo local: Centro de Convenções Sul America, no Rio de Janeiro (RJ), Brasil.

Aproveitamos para reforçar nosso compromisso com os expositores e público visitante. A nova data permitirá não só à organização da feira como também aos demais atores envolvidos que se prepararem para realizar um evento ainda melhor. A Marintec South America – Navalshore estará repleta de inovação e novas tecnologias. A indústria marítima está em ritmo intenso de transformações. Desafios como novos combustíveis, novas fontes de energia, digitalização e descarbonização estarão em cena. Será o espaço ideal para a realização de bons negócios.

Mais uma vez reiteramos nosso compromisso com a realização de um evento de excelência e com o melhor custo/benefício para expositores, patrocinadores e visitantes.

Sobre a Marintec South America – Navalshore

A Marintec South America – Navalshore é a mais importante feira dedicada à indústria naval e offshore da América do Sul. Realizada desde 2004, foi idealizada pela revista Portos e Navios e é organizada pela Navalshore Organização de Eventos.

 

Revista Portos e Navios

Replan alcança recorde mensal de produção de Bunker 2020

Unidade da Petrobras em Paulínia atinge a marca de 123 mil m³ em maio

A Refinaria de Paulínia (Replan), maior unidade da Petrobras em capacidade de processamento de petróleo, bateu em maio o recorde mensal de produção de Bunker 2020 – óleo combustível utilizado em motores de navios, com baixo teor de enxofre, ao atingir a marca de 123 mil m³ (123 milhões de litros). Esse número é 36% superior ao recorde anterior, de janeiro deste ano, que foi de 90 mil m³.

Desde o início de 2020, todo combustível para navios comercializado no Brasil e em mais de 170 países deve possuir teor de 0,5% de enxofre, em função da Convenção Internacional para a Prevenção da Poluição por Navios (Marpol). Adiantando-se a esse processo, a Petrobras comercializa o produto desde o ano passado.

Nos primeiros cinco meses deste ano, a Replan foi responsável por 12% de todo o Bunker produzido pela companhia. Considerando somente o mês de maio, esse índice foi de 22%. Todo o Bunker produzido pela refinaria em Paulínia é transportado por dutos até o Terminal de Barueri, onde é armazenado para ser enviado, também por dutos, ao Porto de Santos.

Agência Petrobras

Petrobras está preparada para produzir nova gasolina em suas refinarias

Companhia também realizará testes para diesel renovável no Paraná

A diretora de Refino e Gás Natural da Petrobras, Anelise Lara, participou, na terça-feira (23/06), de uma live transmitida pelo Youtube sobre “Mobilidade Sustentável e o Futuro do Combustível”, promovida pela Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA).

No evento, Anelise apresentou os avanços no desenvolvimento de combustíveis produzidos nas refinarias da Petrobras e informou que a companhia se antecipou e já está pronta para produzir a nova gasolina, atendendo à regulamentação da Agência Nacional do Petróleo e Biocombustível (ANP) que entrará em vigor em agosto de 2020.

“A Petrobras já está pronta para produzir essa nova gasolina. A nova especificação é bem-vinda e vai aproximar a qualidade do combustível comercializado no Brasil ao do mercado americano e europeu.

A qualidade intrínseca da gasolina vai aumentar em termos de octanagem e massa específica, o que significa um combustível mais eficiente e melhor proteção aos motores dos veículos. Isso vai permitir uma redução no consumo de gasolina por quilômetro rodado”, destacou Anelise Lara.

A nova especificação (Resolução ANP 807/20) entrará em vigor em duas fases: a primeira em agosto de 2020 e a segunda em janeiro de 2022. A resolução estabelece que a gasolina comum, tanto a produzida no Brasil como a importada, tenha uma massa específica mínima de 715 kg/m³.

Atualmente não existe requisito de massa mínima para a gasolina comercializada no Brasil.

Além disso, a nova especificação também estabelece a necessidade de octanagem mínima de 92 pela metodologia de RON, mais adequada às novas tecnologias de motores que já estão sendo introduzidas no país.

Companhia realizará testes para diesel renovável no Paraná
A diretora Anelise também destacou os benefícios para o Brasil com a adoção do diesel parafínico renovável (HVO), conhecido também como Diesel Verde.

O novo combustível poderá atender, em conjunto com o Biodiesel já existente, a parcela de biocombustível que deve ser misturada ao diesel comercializado nos postos.

A adoção do HVO melhora o desempenho dos motores, evitando problemas como entupimentos de filtros, bombas e bicos injetores que vem sendo observados na medida em que o teor de biodiesel que compõe o diesel comercializado ao consumidor final aumenta.

Além disso, a utilização do diesel parafínico renovável contribuiria para o país conseguir atingir, com as tecnologias veiculares conhecidas, a fase P8 do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve – 2022/2023).

A Petrobras realizará testes de produção do diesel renovável na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, no Paraná, a partir de julho.

A entrada do combustível no mercado ainda depende de regulamentação pela ANP.

“A viabilidade econômica do diesel renovável dependente de seu reconhecimento no cumprimento da regra de adição de biocombustíveis ao diesel, assunto que atualmente está em discussão na ANP. Isso permitirá aumento da competitividade dos biocombustíveis para o ciclo diesel”, explicou Anelise Lara.

O diesel parafínico renovável ou HVO é um combustível que pode ser produzido em plantas dedicadas ou através do coprocessamento de matéria-prima renovável (óleo vegetal ou gorduras animais) em conjunto com o diesel mineral em unidades dentro de refinarias de petróleo (processo H-Bio patenteado pela Petrobras).

Essa tecnologia resulta num combustível mais estável que o biodiesel, que é produzido por um processo mais simples chamado transesterificação – em que óleo vegetal ou gordura animal reage com um álcool em presença de catalisadores.

O biodiesel é produzido pelo setor agrícola e pelas usinas de biodiesel e misturado ao diesel mineral, atualmente em uma proporção de, no mínimo, 12% pelas distribuidoras de combustível.

Agência Petrobras

Mercado de petróleo deve ter déficit de 2 mi bpd em julho, diz Mercuria

O mercado de petróleo deve ter déficit em julho, com o uso de estoques alcançando cerca de 2 milhões de barris por dia à medida que a economia global se recupera após quarentenas impostas devido ao coronavírus, disse à Reuters o presidente da trading de energia Mercuria em evento online na quarta-feira.

Durante o pico dos “lockdowns”, em abril, o presidente da Mercuria, Marco Dunand, estimou que a demanda por petróleo cairia entre 20 milhões de bpd e 22 milhões de bpd, o equivalente a mais de 20% da demanda global, embora analistas projetassem impacto de até 30 milhões de bpd.

Nos piores momentos, negociantes de petróleo lutavam para encontrar lugares para estocar cerca de 1 milhão de barris de petróleo e derivados devido à falta de demanda e aos baixos preços.

Mas, apesar dos temores sobre um possível esgotamento da capacidade de armazenamento, a Mercuria, uma das principais tradings de petróleo, não encheu completamente seus tanques.

Dunand disse que houve um aumento de 800 milhões de barris de petróleo no montante mantido em estoques na comparação com o ano passado, o que inclui 200 milhões de barris em reservas governamentais.

O executivo da Mercuria disse esperar que a demanda atinja cerca de 95% do nível anterior à crise do coronavírus ao final de 2020.

“Se a Opep+ mantiver seus atuais cortes de produção, nós poderemos estar reduzindo 3 milhões de bpd em agosto e setembro”, disse ele, em referência às restrições de oferta decorrente de um pacto entre Opep e Rússia e outros países.

Dunand disse não esperar que os preços do petróleo caiam abaixo de 40 dólares em 2021, mas afirmou que o mercado está vulnerável a uma segunda onda de medidas de isolamento e às discussões mensais da Opep+ sobre cortes de oferta.

A Opep+ deve aumentar a produção em 2 milhões de bpd em agosto.

“A demanda por gasolina se recuperou bem rápido. Claro, ainda há bolsões como o Brasil, partes dos Estados Unidos e Índia, onde a demanda não se recuperou totalmente. A demanda industrial e por diesel está ficando para trás (em termos de retomada)”, acrescentou ele, destacando que pacotes de estímulos pelo mundo podem impactar a demanda futura.

 

Reuters

Petrobras adquire novo lote de quase 100 mil testes de detecção da Covid-19

Praticidade e eficiência do exame tipo rápido ampliarão triagem e monitoramento em todas as instalações da companhia até setembro

A Petrobras contratou esta semana um lote de 98 mil testes do tipo rápido para a detecção de Covid-19 entre todos os colaboradores da companhia.

Com isso, a empresa ultrapassará nos próximos meses os 300 mil testes deste tipo, incluindo os exames já realizados.

Esse modelo tem sido utilizado como triagem no pré-embarque para plataformas e estendido ao pré-turno nas refinarias, usinas térmicas e unidades de tratamento a gás, entre outras instalações, o que abrange 100% das unidades operacionais.

Este tipo de exame detecta a presença de anticorpos no sangue e, portanto, é útil para identificar pessoas que possam estar com uma infecção ativa há alguns dias (IgM positivo), porém sem manifestação de sintomas, assim como aquelas que possam ter tido uma infecção assintomática no passado (IgG positivo).

Além da realização de testes rápidos, a Petrobras testa também todos os colaboradores com suspeita, com o exame RT-PCR, e é uma das primeiras empresas brasileiras a realizar esse duplo procedimento em larga escala.

A estratégia de testagem segue as recomendações das autoridades sanitárias e órgãos reguladores. Até setembro, a companhia terá contratado 305 mil testes rápidos e outros 26 mil do tipo ‘padrão ouro’ (RT-PCR), quando uma amostra é testada em três diferentes reações para validação dos resultados.

Doações

Em paralelo à prevenção e ao monitoramento do novo coronavírus em suas instalações, a Petrobras também estruturou outra força-tarefa em prol da sociedade. Como importante prestadora de serviços essenciais, a companhia doou 600 mil testes para diagnóstico de Covid-19 ao Sistema Único de Saúde (SUS), distribuídos para hospitais públicos e filantrópicos em todas as regiões do país.

E mais de R$ 30 milhões têm sido direcionados para doações de combustíveis, itens de higiene e equipamentos de proteção individual (EPIs), como máscaras, luvas, óculos e aventais. A Petrobras também criou uma Frente Científica para desenvolver pesquisas e soluções tecnológicas que possam ajudar no combate à doença.

Agência Petrobras

Cummins lança aplicativo que permite selecionar a chave de transferência ideal para projetos de energia

Tão importante quanto um grupo gerador, a chave de transferência requer atenção na hora de dimensionar o melhor equipamento para um negócio, garantindo o perfeito funcionamento, a segurança e a continuidade nas operações do sistema como um todo e/ou numa eventual falta de energia.

Para facilitar a identificação da chave de transferência mais adequada para o grupo gerador, a Cummins criou um aplicativo aplicativo móvel, disponível nas plataformas Android e IOS, e integrado aos sistemas da globais da companhia.

“O Switch On Cummins é outra tecnologia que desenvolvemos para estar mais perto de nossos clientes, permitindo o acesso às informações de chaves de transferência Cummins Power Generation na palma da mão”, explica Marco Delgado, líder Comercial de Sistemas e Controles para a América Latina.

Integrada ao sistema, a chave de transferência é responsável por acionar o grupo gerador quando há a interrupção da distribuição da rede elétrica.

“Trata-se de um dispositivo, fabricado pela Cummins, que além de auxiliar no fornecimento de energia por parte do grupo gerador comuta cargas elétricas entre duas fontes de alimentação utilizando um sistema de controle manual ou automático”, afirma Marcelo Dorico, analista de Projetos Senior da Cummins.

Instalada próxima ao grupo gerador ou na entrada de rede (fixa na parede, dependendo do modelo também pode ser auto-sustentável), a chave de transferência requer compatibilidade com todo o sistema.

Sistemas com tecnologias e avanços não compatíveis podem limitar as funcionalidades de um grupo gerador.

A escolha da chave de transferência mais adequada varia de acordo com a corrente máxima, frequência e tensões que devem ser compatíveis com ao grupo gerador.

“Baseadas na corrente máxima que o gerador vai fornecer, temos variações de modelos de chaves de transferência Cummins que podem ser utilizadas.

O passo seguinte é entender a necessidade do cliente em relação à operação do grupo gerador para determinar o regime que esse sistema vai trabalhar – aberto, temporário ou fechado”, comenta Marcelo Dorico.

“Com o novo aplicativo Switch On Cummins, é possível calcular facilmente a amperagem de um sistema de energia para ter acesso aos modelos de chave de transferência mais adequados.

Basta colocar o país de origem, a cidade, a voltagem e a potência”, reforça Marco Delgado.

De design e manuseio simplificados, o aplicativo ainda permite que o usuário faça o download do arquivo com as características do equipamento, selecione as informações de preferência para obter um único documento e opte por entrar em contato com um distribuidor autorizado Cummins mais próximo.

Com 100 anos de história, a Cummins Power Generation é a única companhia a fabricar todos os componentes dos seus grupos geradores: motor, alternador, filtro e controlador.

Como vantagem, oferece facilidades na instalação, além dos melhores serviços e atendimento pós-venda por meio de uma ampla rede de distribuidores autorizados presentes em todos os países da América Latina.

Cummins Power Generation – Fabricante que fornece sistemas completos de geração de energia a Diesel e gás natural, atendendo a demandas de diversos portes, desde grupos geradores de 8 kVA até 4.375 kVA.

Com 20 centros de produção e uma rede de mais de 600 distribuidores em 190 países, a companhia é referência mundial na fabricação de grupos geradores há quase 100 anos.

No Brasil são 30 pontos de cobertura com distribuidores e postos avançados de atendimento, e estrutura completa para desenvolvimento do projeto, venda, locação, instalação, treinamento e assistência técnica.

 

Cummins

KF Participações digitaliza sua operação com a Engineering para gerenciar a gestão de seus ativos desde a construção

Holding de energia e minérios escolhe empresa de tecnologia para apoiar cinco novas concessões.

Projeto prevê a implementação do SAP S/4 HANA integrado à sistema para a gestão de ativos regulados e imobilizados, além de BPO fiscal.

Junho de 2020 – A KF Participações, holding especializada em leilões de transmissão de energia e atividades de mineração, escolheu a Engineering, companhia e consultoria global de Tecnologia da Informação, como parceira tecnológica para implementar seu processo de Transformação Digital, o que envolve investimento de R$ 12 milhões em um prazo de cinco anos.

O projeto contempla a implementação do sistema de gestão empresarial SAP S/4 HANA integrado ao módulo customizado AIS, solução desenvolvida pela Engineering para o setor elétrico que faz a gestão de ativos regulados e imobilizados em serviço, atendendo às diretrizes regulatórias da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) de forma transparente e permitindo a correta disponibilização dos dados dos ativos para os órgãos de controle.

Além disso, o contrato envolve o BPO Fiscal baseado na solução fiscal complementar da Engineering integrada ao S/4 HANA.

Com o objetivo de ter um processo seguro, com o máximo de digitalização possível, pouco capital humano e métodos automatizados, durante o projeto serão definidas tendências, como falhas identificadas e avisadas pelo AIS para correções.

“É uma ferramenta que qualifica a empresa com olhar para gestão de dados por meio da Inteligência Artificial, possibilitando, com base no histórico de eventos, tratar de fatos indicando tendências que antecipam o mapeamento de erros operacionais e poderão ser corrigidos através de treinamento”, acrescenta Eder Soares, diretor de TI da KF Participações.

Outra inovação é a associação de ferramentas de gestão em campo para acompanhamento em tempo real da evolução da obra com o registro de imagens utilizando geoposicionamento e vinculando ao sinótico do projeto existente no Centro de Operações às rotinas que necessitam acompanhamento e rastreabilidade com atualização on-line obtendo o máximo de eficiência operacional.

“Através da experiência da Engineering em processos de negócio do setor elétrico, segmento que a empresa possui grandes clientes como Eletrobrás, todo o conhecimento e inovação será agora aproveitado pela KF Participações”, pontua Pedro Scarpim, diretor comercial de Utilities da Engineering, acrescentando que o projeto será divido em duas fases.

A primeira etapa ocorrerá ainda em 2020, durante a construção e, a segunda, no período de operação.

O consórcio KF JAAC / JAP

A necessidade de investir nestas ferramentas surgiu da união das empresas KF Participações e JAAC Materiais e Serviços de Engenharia. Juntas, elas elevaram o objetivo de se enquadrar dentro dos requisitos para participar de grandes leilões de concessão junto a ANEEL. Como resultado, nasceu o consórcio KF JAAC / JAP, que venceu cinco leilões de linhas de transmissão.

As concessões, localizadas nos Estados do Amazonas, Pará, Mato Grosso do Sul, Bahia e Santa Catarina, envolvem a construção, num prazo de quatro anos, de mais de mil quilômetros de linhas de transmissão e cerca de 16 subestações, totalizando um investimento de aproximadamente R$ 980 milhões.

Quando finalizadas, as construções continuam sob gerenciamento do consórcio por um prazo de 30 anos.

Com a implementação do SAP S/4 HANA, do módulo customizado AIS e da solução fiscal complementar DP-FISC, a operação da KF JAAC será dinâmica e alinhada aos processos do setor elétrico.

“Ao invés de fazer uma jornada para Transformação Digital, encurtamos caminho e nascemos como uma empresa digital. Isso só é possível graças às características do nosso parceiro de tecnologia, a Engineering, que possui dimensão de multinacional e agilidade de uma startup”, finaliza Soares.

 

KF

PPSA e Petrobras fecham acordo de R$ 76 milhões referente à produção da União em Tartaruga Verde Sudoeste

A Pré-Sal Petróleo (PPSA) e a Petrobras fecharam um Acerto de Contas no valor de R$ 76 milhões referentes à parcela da União na produção de petróleo e gás natural no campo de Tartaruga Verde Sudoeste, objeto de contrato de partilha de produção assinado em 17 de dezembro de 2018.

Com esse acordo, a Petrobras está ressarcindo, em espécie, a parcela de produção que a União teria direito entre a assinatura do referido contrato e 31 de dezembro de 2019.

Todo o petróleo e gás da União produzido no campo a partir de primeiro de janeiro de 2020 passa a ser comercializado pela PPSA.

Ainda em dezembro de 2019 foi realizado um contrato para a comercialização do gás natural do campo, por um ano, com a Petrobras.

Como a participação da União no campo é pequena, a expectativa é que a primeira carga de petróleo seja comercializada dentro de um ano.

 

Pré-Sal