A RSV da DOF dará início a um contrato de US$ 150 milhões com a Petrobras em janeiro de 2027.

A DOF ​​assinou um contrato de quatro anos com a Petrobras para uma embarcação de apoio a veículos operados remotamente (RSV, na sigla em inglês), um anúncio que surge após a adjudicação de seis contratos de quatro anos para RSVs no âmbito do mesmo processo de licitação competitiva.

O contrato para o Skandi Commander, construído em 2007, inclui um veículo subaquático autônomo (AUV) a ser usado como parte das funções da embarcação, além do veículo operado remotamente (ROV).

O valor do contrato gira em torno de 150 milhões de dólares, com início previsto para janeiro de 2027.

Mons Aase , CEO do Grupo DOF ASA, afirmou: “Estou orgulhoso das nossas conquistas no Brasil este ano, que adicionaram mais de US$ 2 bilhões à nossa carteira de pedidos provenientes das licitações AHTS, RSV e PIDF. Celebramos um marco importante com os 25 anos da DOF no Brasil este ano, e agora temos uma base sólida para a contínua criação de valor nos próximos anos, com grande parte da nossa frota no Brasil sob contratos firmes que se estendem para além de 2030.”

The 4th edition of Latin America’s largest event was dedicated to floating oil and gas production, storage, and offloading platforms (FPSOs).

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FPSO EXPO BRAZIL: Global Epicenter of FPSOs – Exhibition and Conference on floating production platforms

Date: May 19, 20, and 21, 2026.
Conference: 10:00 AM to 6:00 PM
Exhibition: 12:00 PM to 8:00 PM (Free admission for all industry professionals)
Location: ExpoRio Cidade Nova, Rio de Janeiro, Brazil (Antigo Expo Mag)
Visit the event website: https://fpsosexpor.com.br/

Petroleira aprova Decisão Final de Investimento para o desenvolvimento do projeto Sergipe Águas Profundas módulo 2

Projeto estratégico na região Nordeste ampliará a oferta de gás nacional.

Petrobras aprovou a decisão final de investimento para o desenvolvimento do projeto Sergipe Águas Profundas módulo 2 (SEAP II), na Bacia de Sergipe-Alagoas. O projeto é estratégico para ampliar a disponibilidade do gás nacional, além de abrir uma nova fronteira de produção na região Nordeste.

O projeto SEAP II abrange jazidas com óleo leve, considerado de boa qualidade, entre 38 e 41 graus API, pertencentes aos campos de Budião, Budião Noroeste e Budião Sudeste, localizados a cerca de 80 km da costa nas concessões BM-SEAL-4, BM-SEAL-4A e BM-SEAL-10, respectivamente. A Petrobras é operadora das concessões BM-SEAL-4 – com 75% de participação em parceria com a ONGC Campos Limitada (25%) – e BM-SEAL-4A e BM-SEAL-10, onde detém 100% de participação.

Para o desenvolvimento do projeto está em contratação um FPSO (Floating, Production, Storage and Offloading) no modelo BOT (“Build Operate and Transfer”), com capacidade de 120 mil barris de óleo por dia (bpd) e 12 milhões de m³ por dia, com previsão de conclusão da negociação no 1º semestre de 2026, viabilizando o 1º óleo do projeto em 2030, conforme previsto no Plano de Negócios 2026-2030.

Sergipe Águas Profundas

Além do projeto SEAP II, a companhia tem o projeto SEAP I, que abrange as jazidas pertencentes aos campos de Agulhinha, Agulhinha Oeste, Cavala e Palombeta, localizados nas concessões BM-SEAL-10 e BM-SEAL-11. A Petrobras é operadora das concessões BM-SEAL-11 – com 60% de participação, em parceria com a IBV Brasil Petróleo LTDA (40%) – e BM-SEAL-10, onde detém 100% de participação.

Nova frente de investimentos

Com volume substancial de gás, considerando potencial de ofertar até 18 milhões de m³ de gás por dia, os projetos abrem um novo horizonte de investimentos, trazendo uma série de oportunidades para o setor e para os estados de Sergipe e Alagoas. Além disso, vai viabilizar no país um novo marco tecnológico: a implantação de um projeto de produção em profundidade d´água acima de 2500 metros (alcançando até 3 mil metros), incorporando inovações de última geração.

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Petrobras e Lightsource bp anunciam assinatura de parceria estratégica no segmento de energia renovável no Brasil

Movimento impulsiona atuação da Petrobras em energias renováveis, visando acelerar projetos solares no país e contribui para a estratégia de crescimento de longo prazo da Lightsource bp no Brasil.

A Petrobras e a Lightsource bp anunciaram, a assinatura de um acordo para estabelecer uma parceria estratégica no segmento de energias renováveis onshore. Pelo acordo, a Petrobras adquirirá 49,99% das subsidiárias da Lightsource bp no Brasil. A conclusão da transação está sujeita a aprovações regulatórias. A parceria será estruturada como uma joint venture, com gestão compartilhada entre Petrobras e Lightsource bp.

Por meio dessa iniciativa, a Petrobras dá um passo significativo e estratégico ao ingressar no segmento de geração de energia solarampliando sua atuação no mercado de fontes renováveis no Brasil, bem como permite a criação de uma plataforma que pode agregar novos negócios em renováveis, como armazenamento de energia. A Petrobras já vem desenvolvendo projetos de plantas solares em suas unidades de refino. Atualmente, a companhia tem a pretensão de instalar 56 MW até 2027, sendo que 10 MW já estão instalados na Regap. Essa parceria, no entanto, permite que a Petrobras tenha uma atuação mais ampla no segmento, envolvendo outros consumidores, o que reforça o compromisso da companhia com a diversificação de seu portfólio e a construção de um futuro mais sustentável.

“Estamos dando hoje um importante passo na atuação da Petrobras no segmento de energia solar. Essa parceria representa um avanço fundamental na trajetória da companhia rumo à Transição Energética Justa e se soma aos projetos de geração renovável em implantação pela Petrobras em seus ativos, como nas refinarias Regap e Replan. Estamos comprometidos em liderar esse processo no país, ampliando nossa presença em novas fontes energéticas, promovendo a descarbonização de nossas operações e produzindo combustíveis mais sustentáveis. Seguiremos provendo a energia necessária para o desenvolvimento do Brasil”, afirma a presidente da Petrobras, Magda Chambriard.

Juntos, esta parceria combinará a expertise de ponta a ponta da Lightsource bp em renováveis onshore e armazenamento de energia no Brasil com as capacidades estratégicas da Petrobras para impulsionar ainda mais o crescimento de soluções de energia de baixo carbono em todo o Brasil”, disse Joaquin Oliveira, CEO da Lightsource bp. “Com o nosso forte expertise local, construída ao longo de quase sete anos de atividade no Brasil em todas as fases de desenvolvimento, construção e operação de projetos, continuaremos a gerar valor para a empresa, para os nossos clientes e stakeholders. Estamos entusiasmados com esta parceria com a Petrobras”.

O fechamento do negócio (closing) está sujeito às aprovações pertinentes, incluindo as dos órgãos reguladores competentes.

A Lightsource bp, empresa do grupo bp, contribuirá para a joint venture com seu pipeline que inclui entre 1 e 1,5 GW em estágio mais avançado de desenvolvimento, além de outros projetos menos maduros no Brasil, bem como a usina solar fotovoltaica de Milagres, em Abaiara, Ceará, que está em operação desde 2023 com 212 MWp de capacidade instalada – uma das maiores do estado.

Esta joint venture tem como objetivo desenvolver projetos rentáveis de energia renovável aumentar a presença da Petrobras e da Lightsource bp entre os principais players do setor de energia renovável brasileiro.

Sobre a Lightsource bp

A Lightsource bp é líder no desenvolvimento, construção e operação de soluções de projetos de energias renováveis onshore de grande escala e armazenamento de energia. Atuando em três regiões globais, com 11,9 GW desenvolvidos e um pipeline global de desenvolvimento superior a 55 GW, a empresa está focada em avançar a transição energética, gerando valor para suas pessoas, parceiros e o planeta. Aproveitando sua ampla expertise, a Lightsource bp oferece soluções integradas de energia renovável com segurança durante toda a cadeia de desenvolvimento, desde a seleção inicial do local, financiamento e licenciamento, engenharia e gestão de construção, até as operações. A empresa entrega ativos de energia renovável e armazenamento de energia flexíveis, híbridos e impulsionados pela demanda. A Lightsource bp é uma empresa da bp.

Para mais informações, acesse lightsourcebp.com.

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Brava prevê elevar investimentos a US$ 550 milhões em 2026, com impulso de novos poços

Para este ano, a projeção dos investimentos é de cerca de US$ 500 milhões, segundo estimativas da companhia.

A Brava Energia (BRAV3) prevê investir US$ 550 milhões em 2026, sendo dois terços em sua estratégia de expansão, que prevê a perfuração de quatro poços entre 2026 e 2027, e o restante em manutenção, afirmou o diretor financeiro da petroleira brasileira, Luiz Carvalho, no último dia 17/12.

Para este ano, a projeção dos investimentos é de cerca de US$ 500 milhões, segundo estimativas da companhia.

A petroleira brasileira manteve seus planos de perfurar quatro novos poços, como parte de investimentos para ampliar a produção, apesar do cenário de baixos preços do petróleo.

“A sonda chega em janeiro”, disse Carvalho, em encontro com jornalistas na sede da companhia, no Rio de Janeiro, após assumir a posição de diretor financeiro em novembro.Os dois primeiros poços previstos deverão entrar em operação no quarto trimestre de 2026 no campo de Papa-Terra, enquanto os outros dois entram no campo de Atlanta entre o primeiro e o segundo trimestres de 2027, segundo o executivo.

Os investimentos permitirão que a companhia atinja capacidade de produção de cerca de 100 mil barris de óleo equivalente por dia (boed) a partir de 2027, após encerrar este ano com cerca de 90 mil boed, conforme o previsto.

Para 2026, há uma perspectiva de recuo da produção, em virtude de um declínio natural de campos, antes da entrada dos novos poços, explicou.

PREÇOS DE PETRÓLEO E PERSPECTIVAS

Carvalho, que liderou equipes de análises do setor de Petróleo, Gás e Petroquímicos na América Latina por 13 anos, em passagens por BTG Pactual, UBS e HSBC, afirmou que os preços da commodity devem ficar mais baixos no início de 2026, e que a companhia busca se proteger deste cenário por meio de operações de hedge.

“A tendência é que a gente tenha um preço de petróleo, pelo menos na primeira parte do ano (de 2026), mais pressionado, eventualmente indo para US$55 por barril”, afirmou.

Para a primeira metade de 2026, a empresa tem cerca de dois terços da produção protegida com operações de hedge e no segundo semestre, cerca de um terço, detalhou Carvalho.

Do lado da dívida, a companhia deve encerrar o quarto trimestre com o indicador de alavancagem de dívida líquida sobre Ebitda semelhante ao do terceiro trimestre, quando atingiu 2,3 vezes. Nos próximos anos, a companhia vai buscar reduzir o indicador para abaixo de 1,5 vez.

FUSÕES E AQUISIÇÕES

Carvalho disse ainda que a Brava tem sido muito procurada por agentes de mercado interessados em avaliar possíveis operações de fusões e aquisições e que a companhia está atenta a eventuais oportunidades de negócios.

Ele reforçou, porém, posicionamento da empresa que negou notícia de que poderia estar negociando ativos com a Eneva, e reiterou que também não tem conhecimento sobre negociações envolvendo a Ecopetrol.

Sobre o mercado em geral, Carvalho afirmou que o mercado das petroleiras menores no Brasil é “muito mais vibrante” do que quando só havia praticamente a Petrobras, permitindo que haja muitas conversas sobre potenciais oportunidades de negócios.

“Desde que eu cheguei, o que eu mais recebi foi pedido de reunião, foi de companhia de trading…, de banco”, disse ele, afirmando que os agentes têm interesse em mapear possibilidades de negócios.

Carvalho disse acreditar que será mais fácil de ver, daqui em diante, no mercado, a troca de ativos de mãos ou de percentuais desses ativos, do que atividades de fusões e aquisições envolvendo companhias. (Fonte: Reuters)

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Petrobras e Shell Brasil lançam o Carbon Countdown, maior inventário de estoques de carbono já realizado no país

Projeto pioneiro cria base científica para impulsionar o mercado de carbono em todos os biomas brasileiros.

A Petrobras e a Shell Brasil lançaram o Carbon Countdown, o maior projeto já realizado para medir, de forma padronizada e em escala nacional, os estoques de carbono acima e abaixo do solo em todos os biomas terrestres do país. Ao interesse mútuo das empresas na trajetória de descarbonização, soma-se a experiência científica da Esalq/USP, executora do projeto, e de universidades e centros de pesquisa que participam do projeto em todas as regiões do Brasil.

O projeto contará com investimento de mais de R$ 100 milhões, provenientes da Cláusula de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) prevista nos contratos de exploração e produção de óleo e gás, recurso que tem a aplicação regulada e fiscalizada pela ANP. O Carbon Countdown estabelece uma linha de base científica inédita, construída a partir de metodologias reconhecidas pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), organismo científico da ONU. Todos os dados serão abertos e disponibilizados publicamente, permitindo aplicações diversas, como conservação, modelagem climática e planejamento territorial.

Serão cinco anos de muito trabalho integrado e produção de conhecimento. “As grandes entregas do Carbon Countdown são a geração de um banco de dados geoespacial público, com base em coletas significativa de amostras ambientais, implantação de infraestrutura de pesquisa, e a tropicalização confiável das metodologias internacionais à realidade dos nossos biomas. Esse trabalho se torna ainda mais robusto com a participação de diversas universidades que agregam expertise e conhecimento local a essa iniciativa”, afirma Lílian Melo, Gerente Executiva do Centro de Pesquisas, Desenvolvimento e Inovação da Petrobras – CENPES.

“O projeto Carbon Countdown nos dá as ferramentas para criar uma base sólida e confiável de dados sobre os estoques naturais de carbono. Essas informações são essenciais para fortalecer projetos de créditos de carbono, iniciativas de restauração e ações de uso do solo, além de consolidar o papel da ciência brasileira nesse mercado emergente”, afirma Olivier Wambersie, gerente-geral de Tecnologia da Shell Brasil.

O levantamento vai abranger 6.500 áreas demarcadas, com mais de 250 mil amostras de solo e um número ainda maior de amostras de vegetação e outras 400 mil amostras de atributos complementares, caracterizando o maior inventário do tipo já realizado. O projeto implementa uma rede nacional de pesquisa, com polos regionais nos seis biomas brasileiros – Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pantanal e Pampa. Cada núcleo envolve pesquisadores, equipes de campo e infraestrutura laboratorial local, garantindo metodologias unificadas, protocolos técnicos de Segurança, Meio Ambiente e Saúde; padrões éticos e consistência dos dados.

Ao produzir uma base de dados realista e cientificamente validada, o Carbon Countdown fornece segurança para investidores e formuladores de políticas, apoia a transição para uma economia de baixo carbono e amplia o protagonismo do Brasil no mercado global de créditos de carbono, por meio de Soluções Baseadas na Natureza como projetos agroflorestais, de conservação e reflorestamento.

Capacitação científica

Carbon Countdown também investe na formação de equipes, no fortalecimento de laboratórios distribuídos pelo país e na criação de uma base integrada para armazenamento, análise e compartilhamento dos resultados, com liderança científica da Esalq/USP – centro de excelência em ciências agrárias, ambientais, biológicas e sociais. A iniciativa contribui diretamente para a capacitação de profissionais e para o avanço da pesquisa ambiental no Brasil.

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SLB conclui a construção do primeiro poço de injeção de carbono da FS

Etapa marca avanço importante do primeiro projeto BECCS do Hemisfério Sul, com potencial de armazenar até 12 milhões de toneladas de CO₂ oriundos do etanol de milho.

A SLB, empresa global de tecnologia no setor de energia, concluiu a construção do poço de injeção de carbono do primeiro projeto de Bioenergia com Captura e Armazenamento de Carbono (BECCS, na sigla em inglês) do Hemisfério Sul, que desenvolve para a FS, uma das maiores produtoras de etanol de milho do país. A SLB foi a vencedora da licitação para a construção e avaliação de dois poços, realizada no início ano, reafirmando a parceria com a FS que já se estende por três anos.

Durante a etapa de perfuração, a SLB executou com segurança e eficiência os serviços de perfuração direcional, brocas, fluidos de perfuração, controle de sólidos e avaliação de amostras de rocha, incluindo a primeira utilização comercial do Automated Lithology no Brasil em poços voltados para armazenamento de carbono (CCS), avaliação de formações a cabo e sistema de monitoramento com fibras e sensores.

Com a perfuração concluída, a SLB deu início aos testes de injetividade, que têm como objetivo validar a viabilidade técnica da injeção de CO₂ no subsolo — etapa mais importante do projeto e que deverá se estender por algumas semanas, entre a execução e a análise dos dados obtidos.

A conclusão da perfuração do poço e o início dos testes de injetividade consolidam o avanço da parceria entre a SLB e a FS em direção ao armazenamento seguro e permanente de carbono, contribuindo para a redução das emissões e o fortalecimento da transição energética no Brasil.

Uma vez com todas as etapas do projeto completadas e confirmadas, a FS terá o potencial de injetar as emissões de carbono atuais da usina – totalizando 423 mil toneladas por ano – no subsolo por 30 anos, o que representa uma capacidade estimada de armazenamento de 12 milhões de toneladas de carbono ao longo do período.

A captura e o armazenamento permanente do CO₂ gerado diretamente da fermentação do milho no processo de fabricação de etanol possibilitam a produção de um combustível com pegada de carbono negativa, contribuindo para acelerar a descarbonização de diversas indústrias.

Avanços tecnológicos

O projeto traz duas tecnologias inéditas: a instalação da primeira fibra óptica, SLB Optiq, em revestimento de poço na América Latina – uma inovação essencial para o monitoramento contínuo da integridade em projetos de CCS; e o Automated Lithology, que introduz a Inteligencia Artifical (IA) às análises geológicas de campo.

O sistema de monitoramento por fibra óptica traz um alto padrão de precisão, transparência e confiabilidade das operações de armazenamento de carbono.

Segundo a equipe técnica da SLB, essa tecnologia permite a verificação da integridade do poço em tempo real durante a fase operacional de injeção de CO2, elimina a necessidade de intervenções recorrentes no poço, aumenta a robustez e o nível de confiança do armazenamento permanente de CO2 frente à comunidade e junto aos certificadores, além de reduzir riscos e custos operacionais relacionados ao monitoramento de longo prazo em até 75%.

Já o Automated Lithology une geologia e inteligência artificial para caracterizar formações com potencial de armazenar e aproveitar CO₂. Com foco na economia circular do carbono, ferramentas como LithoLink garantem precisão na identificação das rochas ideais, assegurando eficiência e segurança em todo o processo. Tudo isso de forma remota: as amostras são fotografadas e enviadas à nuvem, permitindo análises em tempo real por especialistas, onde quer que estejam. Essa abordagem reduz riscos operacionais, minimiza a presença no poço e diminui a pegada de carbono — um avanço tecnológico que redefine a maneira de fazer geologia, tornando-a mais sustentável, colaborativa e alinhada ao futuro da energia.

Sobre a SLB

A SLB é uma empresa global de tecnologia que impulsiona a inovação energética para um planeta equilibrado. Com presença em mais de 100 países e uma força de trabalho diversificada, a SLB trabalha diariamente para entregar soluções digitais em escala, descarbonizar indústrias e desenvolver novos sistemas de energia que acelerem a transição energética. Saiba mais em slb.com.

Sobre a FS 

A FS é a primeira indústria de etanol do Brasil que utiliza milho em 100% da produção. Hoje, com três unidades em Mato Grosso (Lucas do Rio Verde, Sorriso e Primavera do Leste), a empresa tem capacidade para produzir mais de 2,6 bilhões de litros de etanol por ano. Além disso, conta com tecnologia de ponta para a produção de coprodutos para nutrição animal, óleo de milho e bioeletricidade, além de estruturas para comercialização de milho e de etanol. A FS prioriza a sustentabilidade e nela investe constantemente, com o objetivo de consolidar a agenda de desenvolvimento sustentável e fortalecer seus compromissos de longo prazo com a sociedade. A empresa desenvolve um conjunto de ações em torno de cinco compromissos de longo prazo (até 2030), criados em linha com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) e o Acordo de Paris.

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Nuclep protagoniza maior salto de transparência do País e conquista Selo Diamante no PNTP 2025*

*De um índice básico de 34,13% em 2023 para 96,58% em 2025, estatal torna-se uma das duas únicas vinculadas ao MME a atingir o nível máximo do Programa Nacional de Transparência Pública.*

A Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A. (Nuclep) consolidou, em 2025, uma das evoluções mais expressivas já registradas no Programa Nacional de Transparência Pública (PNTP). Em apenas dois ciclos, a empresa avançou de 34,13% (nível Básico), em 2023, para 96,58% e 100% de atendimento aos itens essenciais, desempenho que lhe garantiu o Selo Diamante, nível máximo concedido pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pela Atricon.

O reconhecimento foi entregue nesta terça-feira (9), em cerimônia nacional realizada no auditório Ministro Pereira Lira, no TCU, em Brasília, que contou, na abertura, com pronunciamentos dos ministros Vital do Rêgo, Augusto Nardes e Antônio Anastasia.

A Nuclep foi representada pelo presidente Alexandre Vianna Santana e pela ouvidora Roberta Pereira da Silva.

O resultado colocou a estatal no seleto grupo das organizações públicas que atingiram excelência máxima em transparência e governança. Dentro do Ministério de Minas e Energia (MME), apenas duas empresas alcançaram o nível Diamante: Nuclep e Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

*Um avanço histórico reconhecido pelo TCU*

Na apresentação oficial do PNTP 2025, a Nuclep foi destacada como o maior dos três “Saltos Notáveis” — categoria reservada às instituições que demonstraram evolução extraordinária e transformação completa em suas práticas de transparência ativa.

O TCU classificou o desempenho da empresa como “um dos maiores avanços de todo o programa”, evidenciando um compromisso institucional consistente, acelerado e alinhado às melhores práticas do setor público brasileiro.

Durante a premiação, o presidente Alexandre Vianna Santana afirmou:

“O Selo Diamante confirma a responsabilidade da Nuclep com a transparência, com a boa governança e com a correta prestação de contas à sociedade. É um resultado que honra o trabalho de todas as áreas da empresa e demonstra que estamos no caminho certo.”

*Ouvidoria e Governança: as engrenagens do salto institucional*

Responsável pela coordenação do processo, a ouvidora Roberta Pereira da Silva, que recebeu o certificado das mãos do Auditor-Chefe da AudContratações do TCU, Ítalo Figueiredo, destacou:
“Transparência é pilar de governança. Esta conquista demonstra a seriedade da Nuclep no tratamento das informações públicas e amplia a confiança externa na atuação da empresa.”

O Gerente-Geral da Presidência, Adeilson Telles, reforçou o amadurecimento institucional:
“A escolha da Roberta para dar continuidade ao trabalho desenvolvido na Ouvidoria já se mostrava um acerto. Este prêmio consolida essa percepção, fortalece o espírito de equipe, reconhece nosso compromisso com a transparência e intensifica em nós o desejo de, também nas outras áreas, fazer valer a força e a importância da Nuclep.”

A Auditoria Interna, integrada ao sistema de controle interno, também foi decisiva para o rigor das informações disponibilizadas ao público. Para o Auditor Geral, Eduardo Airoldi:
“A transparência ativa é mais do que uma obrigação legal para uma empresa estatal; é construção de confiança, promoção da integridade e excelência na gestão.”

*Transparência como valor estratégico*

Fundada para atender ao Programa Nuclear Brasileiro e reconhecida pela fabricação de equipamentos estratégicos para os setores nuclear, defesa, energia e óleo & gás, a Nuclep reafirma, com o Selo Diamante, seu posicionamento como uma empresa pública moderna, responsável e orientada por integridade.

O resultado também fortalece sua credibilidade junto a órgãos de controle, parceiros internacionais e instituições do ecossistema energético e nuclear.

A estatal seguirá avançando na melhoria contínua dos processos internos, garantindo que seu portal de transparência permaneça atualizado, acessível e plenamente alinhado às exigências legais e às melhores práticas nacionais.

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Petrobras e Shell aumentam suas participações em projetos de petróleo no pré-sal

Um consórcio formado pela Petrobras e pela Shell Brasil Petróleo, garantiu participação adicional em dois projetos de petróleo no pré-sal, após um leilão liderado pela Pré-Sal Petróleo (PPSA).

Ao anunciar os resultados do Leilão de Áreas Não Contratadas, a Petrobras (80%) explicou que obteve, em parceria com a Shell (20%), a participação de 3,500% da União no contrato de partilha de produção do reservatório compartilhado de Mero , oferecendo o valor final de R$ 7,79 bilhões (cerca de US$ 1,48 bilhão). Com essa aquisição, a Petrobras aumenta sua participação no reservatório compartilhado de Mero de 38,60% para 41,40%.

Em parceria com a Shell (26,76%), a gigante brasileira de energia (73,24%) também adquiriu a participação de 0,950% da União no contrato de partilha de produção do reservatório compartilhado de Atapu , oferecendo um valor final de R$ 1 bilhão (aproximadamente US$ 190 milhões). Com essa aquisição, a Petrobras aumenta sua participação no reservatório compartilhado de Atapu de 65,687% para 66,38%.

O valor a ser pago pela Petrobras em dezembro de 2025 é de R$ 6,97 bilhões (cerca de US$ 1,32 bilhão) e os contratos serão assinados até março de 2026. A participação da Petrobras no Leilão de Áreas Não Contratadas do PPSA está alinhada à estratégia de longo prazo da empresa, reafirmada no Plano de Negócios 2026-30 , que prevê a substituição de suas reservas de petróleo e gás por recursos econômicos e ambientais resilientes.

A Shell também confirmou o aprofundamento de sua participação nas unidades Atapu e Mero, adquirindo 26,76% da área de exploração aberta de Atapu (0,95% da unidade) e 20% da área de exploração aberta de Mero (3,5% da unidade). Com essa aquisição, a empresa aumentou sua participação nas unidades de 16,663% para 16,917% em Atapu e de 19,3% para 20% em Mero, na Bacia de Santos, em alto-mar.

“Este investimento fortalece a posição da Shell em áreas onde já possuímos ativos e apoia o objetivo da empresa de manter uma produção substancial de líquidos de 1,4 milhão de barris por dia até 2030”, destacou a empresa.

O ativo Mero produz hidrocarbonetos por meio do FPSO Guanabara (Mero-1), do FPSO Sepetiba (Mero-2), do FPSO Marechal Duque de Caxias (Mero-3) e do FPSO Alexandre de Gusmão (Mero 4), que entraram em operação em 2022, 2023, 2024 e 2025, respectivamente.

Os quatro FPSOs e um sistema de produção antecipada (EPS) têm uma capacidade bruta instalada combinada de 770.000 barris de petróleo por dia. Por outro lado, a produção em Atapu teve início em 2020 por meio do FPSO P-70 , que tem capacidade para produzir 150.000 barris de petróleo por dia.

Para dar suporte ao crescimento futuro, uma segunda FPSO ( P-84 ), com capacidade de produção de 225.000 barris de petróleo por dia, está atualmente em construção. O aumento da participação operacional deverá entrar em vigor a partir de 2027.

Peter Costello, presidente da divisão de Upstream da Shell, destacou: “A proposta vencedora de hoje reforça nossa abordagem disciplinada para expandir o portfólio de alta margem da Shell no Brasil. Nossos ativos no Brasil estão entre os mais competitivos do nosso portfólio global, combinando forte desempenho com baixa pegada de carbono. ”

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Exhibition: 12:00 PM to 8:00 PM (Free admission for all industry professionals)
Location: ExpoRio Cidade Nova, Rio de Janeiro, Brazil (Antigo Expo Mag)
Visit the event website: https://fpsosexpor.com.br/

Companhia informa sobre a forma de distribuição da remuneração aos acionistas relativa ao 3T25

A Petrobras, em continuidade ao Fato Relevante de 6 de novembro de 2025, informa que a distribuição da remuneração aos acionistas, aprovada naquela data pelo Conselho de Administração, no valor de R$ 12,16 bilhõesequivalente a R$ 0,94320755 por ação ordinária e preferencial em circulação, será realizada da seguinte forma, conforme deliberação da Diretoria Executiva em 10 de dezembro de 2025:

  • (I) a primeira parcela, no valor de R$ 0,47160378 por ação ordinária e preferencial em circulação, será paga em 20 de fevereiro de 2026 integralmente sob a forma de juros sobre capital próprio (JCP).
  • (ii) a segunda parcela, no valor de R$ 0,47160377 por ação ordinária e preferencial em circulação, será paga em 20 de março de 2026, sendo R$ 0,17518233 sob a forma de JCP e R$ 0,29642144 sob a forma de dividendos.

As demais informações permanecem inalteradas, conforme Fato Relevante de 6 de novembro de 2025.

Importante ressaltar que os valores de cada parcela serão devidamente atualizados pela variação da taxa Selic de 31 de dezembro de 2025 até a data de cada pagamento. Além disso, tem-se que sobre o montante pago sob a forma de JCP incidirá imposto de renda, conforme legislação vigente. Por fim, esses proventos serão contemplados na proposta de remuneração aos acionistas a ser aprovada na Assembleia Geral Ordinária de 2026 relativa ao exercício de 2025.

The 4th edition of Latin America’s largest event was dedicated to floating oil and gas production, storage, and offloading platforms (FPSOs).

Don’t miss the opportunity to participate!

FPSO EXPO BRAZIL: Global Epicenter of FPSOs – Exhibition and Conference on floating production platforms

Date: May 19, 20, and 21, 2026.
Conference: 10:00 AM to 6:00 PM
Exhibition: 12:00 PM to 8:00 PM (Free admission for all industry professionals)
Location: ExpoRio Cidade Nova, Rio de Janeiro, Brazil (Antigo Expo Mag)
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Firjan: Rio pode ganhar mais 676 mil empregos com estímulo a 9 novas fronteiras de desenvolvimento

Estudo projeta injeção adicional de R$ 210 bilhões na economia e foi entregue ao prefeito do Rio e ao secretário de estado da Casa Civil.

Estudo desenvolvido pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), “Rio de futuro: vocações e potencialidades econômicas do Rio de Janeiro” identificou nove novas fronteiras de desenvolvimento capazes de transformar a indústria fluminense nos próximos anos. No cenário base, o PIB da indústria do estado cresceria R$ 279 bilhões em 10 anos. Com o estímulo estratégico dessas vocações, esse crescimento pode chegar a R$ 489 bilhões em igual período, um acréscimo de R$ 210 bilhões — mais que dobrando o potencial de expansão da indústria fluminense. O estudo foi entregue ao prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e ao secretário de estado da Casa Civil, Nicola Miccione, em evento realizado nesta quarta-feira, 10/12, na sede da Firjan, que reuniu mais de 300 empresários.

Há projeção de geração de 676 mil empregos adicionais – equivalente a todo mercado de trabalho formal do Mato Grosso do Sul –, além de aumentar de 17% para 23% a participação da indústria fluminense no PIB industrial do país.

O estudo se baseou na análise de indicadores econômicos nacionais, como os do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Fundação Getúlio Vargas (FGV), Banco Central (BC), entre outros, e na escuta a 200 especialistas com notório conhecimento do estado, empresários e gestores públicos, gerando o mapeamento de 125 atividades industriais no Rio de Janeiro.

Rio de futuro: desafios

“O estímulo a essas novas fronteiras é imprescindível. Não podemos deixar passar a oportunidade de estabelecer um verdadeiro marco para o desenvolvimento econômico e social do Estado do Rio. É importante que gestores públicos tenham a percepção de todo o potencial apontado pelo estudo”, destaca o presidente da Firjan, Luiz Césio Caetano.

De acordo com o prefeito, o Rio de futuro: vocações e potencialidades econômicas do Rio de Janeiro mostra que a indústria fluminense tem um norte de crescimento. “Bússola é o nome deste documento da Firjan. É bom que a indústria do Rio sabe onde quer chegar. Esse é um documento que pode nortear as ações do poder público”, enfatizou Paes.

Para Nicola Miccione, Secretário de Estado da Casa Civil, o gestor público não pode deixar de ter a visão para onde a indústria está indo. “A Firjan, mais uma vez, mostra um posicionamento firme de apoio ao desenvolvimento econômico do Rio de Janeiro”, assinalou o secretário.

No estudo também houve a divisão das vocações e potencialidades em dois grandes grupos: Estruturantes (Petróleo e Gás, Infraestrutura, Metalmecânico e Construção), com potencial de geração de 438 mil empregos; e Consumo (Alimentos e Bebidas, Audiovisual e TIC, produtos químicos e farmacêuticos, moda, têxtil e confecção, e papel e gráfico), que pode criar mais 238 mil postos de trabalho.

Outro aspecto destacado no estudo da Firjan é a percepção, por parte dos atores envolvidos na pesquisa, da necessidade de enfrentar desafios estruturais. Entre eles, a segurança pública. Em levantamento recente realizado pela federação, dois em cada três industriais do Rio de Janeiro afirmaram que suas decisões de investimentos são impactadas pela falta de segurança.

Também foi apontada a importância de o estado contar com um fornecimento de energia mais estável e previsível. Em 2024, as perdas de energia geraram um prejuízo de R$ 1,7 bilhão, volume suficiente para abastecer as residências fluminenses por cinco meses.

Os participantes das entrevistas ressaltaram ainda que a malha viária fragmentada, a baixa integração entre portos e a ausência de intermodalidade representam barreiras à competitividade. Por isso, defendem que o estado avance na construção de uma infraestrutura logística integrada — aeroporto, porto, ferrovia e rodovia funcionando de forma articulada.

Por fim, reforçam que estabilidade e previsibilidade regulatória, aliadas à competitividade tributária, são condições essenciais para viabilizar investimentos de longo prazo no Rio de Janeiro.

A Firjan informou que, a partir de fevereiro, iniciará um cronograma de ações com base no estudo, incluindo a apresentação dos resultados a industriais de todas as regiões do estado e a candidatos às eleições de 2026.

CONHEÇA O ESTUDO COMPLETO NA PLATAFORMA OBSERVATÓRIO FIRJAN

Vocações e Potencialidades Econômicas do Rio de Janeiro | Observatório Firjan

As 9 fronteiras adicionais de desenvolvimento da indústria fluminense, apontadas pela Firjan, são:

Transição energética, baixo carbono e economia circular: geração e transmissão de energia limpa para atrair a indústria eletrointensiva, e criar um mercado robusto de recuperação de materiais, e gestão eficiente de resíduos;

Turismo, cultura e economia criativa: materializar a “Marca Rio” em produtos de desejo, incentivar a indústria da moda e o polo Audiovisual como vetores de exportação cultural; consolidar a identidade gastronômica regional

Complexo portuário-logístico e corredores produtivos: modernizar a gestão portuária, rodoviária e a infraestrutura aeroportuária. No âmbito do complexo portuário-logístico, é fundamental viabilizar a EF-118, ligando os portos do Açu (RJ) – Vitória (ES) e Porto de Sepetiba (RJ) à malha ferroviária. A ferrovia possibilitará a criação de um corredor logístico facilitando o escoamento de grãos, minério e outros produtos do Centro-Oeste e Minas Gerais.

Complexo da saúde, biotecnologia e farmoquímica: o Rio pode se tornar um hub nacional de Saúde, atraindo a manufatura de fármacos e medicamentos estratégicos (alto custo).

Economia do mar (indústria naval, turismo náutico e bioeconomia marinha: estimular estaleiros e inovação em sistemas navais e submarinos (PROSUB); desbravar o mercado náutico de luxo; desenvolver a atividade de construção de embarcações de esporte e lazer para atender o turismo de classe mundial; e liderar o mercado de Descomissionamento Sustentável, adaptando a Manutenção e reparação de embarcações para a engenharia reversa de plataformas offshore.

Complexo aeroespacial e MRO (manutenção, reparo e operações): viabilizar o Rio como centro de MRO da América Latina e consolidar a manutenção de aeronaves.

Indústria química e petroquímica avançada: expandir a produção de Petroquímicos Básicos essenciais para alimentar a indústria de transformação.

Hub de inovação, tecnologia, IA e data centers: estabelecer a infraestrutura da Indústria 4.0, atrair investimentos em tratamento de dados e economia digital; e fomentar empresas de desenvolvimento de softwares focadas em resolver demandas da indústria.

Agroindústria e bioeconomia territorial: inserir o RJ como player relevante na agroindústria brasileira; utilizar o gás natural para impulsionar a fabricação de fertilizantes e reduzir a dependência externa; e capturar o mercado de consumo sofisticado, (café, laticínios, panificação), orgânicos, e indústria de Alimentos “Premium de alto valor agregado.

The 4th edition of Latin America’s largest event was dedicated to floating oil and gas production, storage, and offloading platforms (FPSOs).

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FPSO EXPO BRAZIL: Global Epicenter of FPSOs – Exhibition and Conference on floating production platforms

Date: May 19, 20, and 21, 2026.
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