Petrobras é contemplada com incentivo fiscal da Sudene no valor de R$ 174 milhões

Benefício é destinado a um empreendimento localizado em Pernambuco.

A Diretoria Colegiada da Sudene aprovou no último dia (20/12) o pleito de incentivo fiscal solicitado pela Petrobras para a sua filial localizada em Ipojuca (PE). O empreendimento está sendo contemplado com um incentivo que beneficia as pessoas jurídicas com instalações em operação na área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste com o reinvestimento de 30% do imposto devido em projetos de modernização ou complementação de equipamento. A empresa é responsável por 386 empregos diretos e 1.919 indiretos.

“ Essa iniciativa se soma a outros projetos da Petrobras que fazem parte da nossa política de incentivos fiscais, como a modernização das unidades de Catu (BA), do Cabo de Santo Agostinho (PE) e de Fortaleza (CE), além a implantação dos projetos Sergipe Águas Profundas (SEAP I e SEAP II), que deve receber investimentos de R$ 20 bilhões até 2029”, destacou o superintendente da Sudene, Danilo Cabral.

Na reunião também foi aprovado incentivo fiscal para um bloco de 11 aeroportos da Aena Desarrollo, responsável por investimentos na Região superiores a R$ 304 milhões, além da geração de 87 empregos diretos e indiretos. A operadora administra 17 aeroportos brasileiros, que são responsáveis por cerca de 20% do tráfego aéreo nacional. Entre esses aeroportos, estão os de Recife (PE), Maceió (AL), Aracaju (SE), João Pessoa (PB), Juazeiro do Norte (CE) e Campina Grande (PB).

Ao todo, foram aprovados pela Diretoria Colegiada 32 pleitos de incentivos fiscais solicitados por empresas instaladas em sua área de atuação, dos quais 29 estão relacionados com a Redução de 75% do IRPJ e Adicionais não Restituíveis e três com o Reinvestimento de 30% do IRPJ. Os incentivos contemplam os estados de Alagoas (3), Bahia (10), Ceará (08), Minas Gerais (3), Pernambuco (4), Piauí (1), Rio Grande do Norte (2) e Sergipe (1). As empresas que tiveram a solicitação atendida investiram R$ 752,9 milhões, dos quais R$ 174,7 milhões são de operações de reinvestimento (Petrobras), R$ 439,4 milhões das operações de implantação e R$ 138,8 milhões das operações de modernização. Os empreendimentos são responsáveis pela manutenção de quase 12 mil empregos, dos quais 4.490 estão relacionados a novos postos de trabalho.

Segundo o coordenador-geral de Incentivos e Benefícios Fiscais e Financeiros, Silvio Carlos Amaral e Silva, a Sudene está com mais de 200 pleitos de incentivos fiscais em tramitação. “Vamos trabalhar intensamente para atendermos o máximo da demanda até o fim deste ano”, afirmou.

Na divisão por estado dos investimentos realizados pelas empresas incentivadas, Minas Gerais ficou com R$ R$ 321,2 milhões, vindo em seguida Pernambuco (R$ 185 milhões), Bahia (R$ 121 milhões), Ceará (R$ 82 milhões), Sergipe (R$ R$ 22,1 milhões), Alagoas (R$ 14,4 milhões), Rio Grande do Norte (R$ 5,6 milhões) e Piauí (R$ 1,5 milhão).

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

Não perca a oportunidade de participar do maior evento da indústria de FPSOs no Brasil!

Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h  (Inscrições abertas, clique: Sympla
Exposição: 14h às 20h (Acesso livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
Acesse o site do evento: https://fpsosexpor.com.br/

Brava assina contrato de fornecimento de gás natural com a Comgás

Acordo firmado com a distribuidora de gás de São Paulo prevê o fornecimento médio de 270 mil m3/dia de gás natural a partir de janeiro integrando as regiões produtoras do Nordeste, na malha da TAG, com os pontos de saída da NTS e TBG na área da Comgás.

A BRAVA Energia, resultado da combinação entre a 3R Petroleum e a Enauta, assinou contrato para fornecimento de gás com a Comgás, maior distribuidora de gás do Brasil, pelos próximos três anos. Este é o primeiro contrato de fornecimento de gás natural firmado pela BRAVA nas áreas atendidas pela NTS e TBG, contribuindo com a diversificação e abertura do mercado.

O gás será suprido a partir do portfólio da BRAVA, que conta com produções diversas no Recôncavo Baiano, Espírito Santo e Rio Grande do Norte, um diferencial competitivo para a estabilidade do fornecimento. O início do contrato será em janeiro de 2025.

Além do ineditismo do fornecimento de um produtor do Nordeste através da integração entre diferentes malhas de transporte, o contrato prevê um perfil de fornecimento variado, adaptando-se ao consumo dos clientes atendidos pela Comgás.

“Ampliar o relacionamento da BRAVA com a maior distribuidora de gás do Brasil demonstra a importância da aproximação dos produtores com as necessidades do mercado, e indica o espaço para seguir investindo na ampliação do alcance do gás natural, de forma responsável e competitiva”, afirma o Diretor de Novos Negócios, Trading, Gás e Energia, Pedro Medeiros.

No último mês, a BRAVA assinou contrato de fornecimento de gás com a Copergás, de Pernambuco. Com este novo contrato com a Comgás, a empresa segue trabalhando firme no desenvolvimento de parcerias e soluções para a comercialização da sua produção, priorizando a diversificação de clientes e o incentivo à produção nacional.

Sobre a BRAVA Energia

A BRAVA Energia é uma das principais empresas independentes de petróleo e gás do país, com o portfólio mais diversificado e atuação mais abrangente, em diferentes elos da cadeia de valor do setor. A companhia possui produção em terra e mar, nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Rio Grande do Norte e Ceará. Dentre os ativos de gás, destaca-se a participação majoritária no campo de Manati, produção e processamento no Pólo Potiguar, produção marítima em Peroá e Cangoá na Bacia do Espírito Santo e produção terrestre na Bahia. Listada por meio do ticker BRAV3, a BRAVA Energia atua com foco na maximização dos resultados esperados de seus ativos para seus acionistas e a sociedade em geral, incluindo seu compromisso com a agenda ESG.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

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Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h  (Inscrições abertas, clique: Sympla ou Mercado Pago
Exposição: 14h às 20h (Acesso livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
Acesse o site do evento: https://fpsosexpor.com.br/

Eneva declara comercialização total de Futura com novo contrato com a SiCBRAS

Companhia fecha parceria de 15 anos com indústria baiana; energia virá de planta solar

O Complexo Solar Futura I, em Juazeiro, na Bahia, teve 100% de sua geração de energia elétrica comercializada, com o contrato firmado com a SiCBRAS, produtora de carbeto de silício.

A parceria com a Eneva contempla duas usinas solares da SPE Futura 6, que somam 76 MW pico de potência instalada. O acordo tem período de 15 anos de vigência e vai permitir que a SiCBRAS caminhe em seu processo de descarbonização na produção de grãos de carbeto de silício, reduzindo suas emissões de escopo 2 no Brasil em 100% na sua unidade fabril em Simões Filho, na Bahia.

“A parceria com a Eneva foi essencial na construção do futuro de nossas operações. Este contrato representa um marco significativo para nossa empresa, consolidando nossa estratégia de operar de maneira mais responsável e eficiente, tanto do ponto de vista ambiental quanto econômico”, destacou Fernando Granha, principal acionista da SiCBRAS e CEO do Grupo Granha Ligas.

“A energia renovável nos insere em uma atuação diferenciada no mercado livre de energia e viabiliza atender grandes clientes que buscam a adoção de uma fonte ambientalmente mais sustentável”, destacou o diretor de Marketing, Comercialização e Novos Negócios da Eneva, Marcelo Lopes. O executivo afirma que após a conclusão comercial de Futura 1, a companhia passa a olhar novas oportunidades comerciais em renováveis. Entre elas está a própria expansão do Complexo Futura, com o adicional de mais 906 de MW pico.

Com o contrato da SiCBRAS, a Eneva declara soldout (comercialização total) dos 837 MW pico de potência instalada disponíveis no complexo Futura 1, com geração de receita aproximada de R$ 4 bilhões para a geradora. Além da mineradora baiana, também são parceiras as empresas White Martins, Vallourec e Liasa.

O Complexo Solar Futura

O empreendimento de Futura foi adquirido pela Eneva em 2022, em uma iniciativa alinhada à visão estratégica de longo prazo da companhia, para diversificar seu portfólio e aumentar sua participação no mercado livre de energia.

O complexo solar conta com mais de 1,4 milhão de placas fotovoltaicas distribuídas em 1.600 hectares, o que equivale a mais de 1.500 campos de futebol. A entrada em operação comercial do projeto elevou em 8% a capacidade total de geração solar centralizada na matriz elétrica brasileira.

Sobre a Eneva

A Eneva é a maior operadora privada de gás natural do país, combustível fundamental para a segurança energética. Brasileira, a companhia atua na exploração, produção e no fornecimento de energia. Opera 15 campos de gás natural nas Bacias do Parnaíba (MA) e Amazonas (AM), totalizando uma área de concessão superior a 63 mil km², a maior do Brasil. Possui um parque de geração com 6,8 GW de capacidade contratada, incluindo termelétricas nos estados do Maranhão, Ceará, Sergipe, Roraima, Espírito Santo e o Complexo Solar Futura, na Bahia.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

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Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h  (Inscrições abertas, clique: Sympla ou Mercado Pago
Exposição: 14h às 20h (Acesso livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
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OceanPact assina contrato de R$ 697 milhões com Petrobras para afretamento do navio Ilha do Mosqueiro

A OceanPact, empresa brasileira que desenvolve e implanta soluções nas áreas de meio ambiente, serviços submarinos e apoio logístico e engenharia, acaba de assinar contrato de R$ 697 milhões com a Petrobras pelo período de quatro anos para o afretamento do navio Ilha do Mosqueiro, embarcação do tipo OTSV (Offshore Terminal Support Vessel).

O navio será empregado na manutenção de mangotes de descarga (offloading) em unidades do tipo FPSO (Floating Production Storage and Offloading) e FSO (Floating Storage & Offloading), contando com guinchos e guindastes de alta capacidade, especialmente projetados para atender às exigências dessas operações.

Em abril deste ano, a OceanPact já havia anunciado novos contratos com a Petrobras para o afretamento dos navios OSRVs (Oil Spill Response Vessels) Fernando de Noronha, Jim O´Brien e Macaé, no valor total de R$ 650 milhões para prontidão e atendimento a resposta a emergências em caso de incidentes ambientais. Também anunciou outro contrato com a Petrobras, no valor de R$ 310 milhões, para o afretamento do navio Ilha de Santana, do tipo PSV (Platform Supply Vessel), que atende na logística e em resposta a emergência.


Embarcação foi afretada por 4 anos em contrato de R$ 697 milhões (Crédito: IMU/Ricardo Gomes)

A OceanPact também possui contratos com outras operadoras com atuação na indústria de óleo e gás do País.

A OceanPact possui uma frota de 28 embarcações, composta por OSRVs (Oil Spill Response Vessels), RSVs (ROV Support Vessels), PSVs (Platform Supply Vessels), RVs (Research Vessels), MPSVs (Multi-Purpose Support Vessels) e AHTSs (Anchor Handling Tug Supply Vessels). A companhia também detém o maior inventário de equipamentos de combate a emergências offshore da América Latina.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

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Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h  (Inscrições abertas, clique: Sympla ou Mercado Pago
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Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
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Eneva assina primeiro contrato de suprimento industrial de gás no mercado livre de Sergipe

Empresa fechou acordo de dois anos com a Cerâmica Capri Ltda. e o fornecimento de gás irá ocorrer a partir de janeiro de 2025.

A Eneva, maior operadora privada de gás natural do Brasil, firmou um contrato pioneiro em Sergipe com a Cerâmica Capri, uma das principais indústrias de revestimento do Nordeste, para o fornecimento de gás natural no mercado livre. O acordo será de dois anos e o suprimento terá início em janeiro de 2025.

Pelo regulamento estadual de Sergipe, para ser um consumidor industrial no mercado livre, a Cerâmica Capri deverá consumir, no mínimo, 300 mil metros cúbicos por mês. O fornecimento será feito na modalidade firme e flexível, garantindo maior segurança e customização no abastecimento da companhia. Este é um marco estratégico para o estado e para o setor industrial, evidenciando o papel do mercado livre de gás no fortalecimento da indústria local.

“Este é um momento histórico para Sergipe e para a Eneva. Somos pioneiros em oferecer soluções flexíveis e seguras para a indústria sergipana, utilizando a estrutura do Hub Sergipe, o primeiro terminal privado de GNL conectado à malha nacional de transporte de gás”, afirmou Marcelo Lopes, diretor de Marketing, Comercialização e Novos Negócios da Eneva.

O contrato faz parte da estratégia da Eneva de maximizar a capacidade do Hub Sergipe, que possui potencial de regaseificação de 21 milhões de m³/dia. Além disso, a empresa se destaca na oferta de soluções inovadoras, como produtos de gás para suprimento imediato, contratos spot de curto prazo e também de longo prazo, além de serviços de estocagem de GNL para terceiros.

No Brasil, a operação de gás natural “on grid” da Eneva é suportada pelas principais malhas de transporte de gás do país, geridas pelas transportadoras NTS, TBG e TAG, conectando o Sul ao Nordeste de forma eficiente e segura.

Além deste novo contrato, o Hub Sergipe já atende clientes de grande porte como Vale, Termopernambuco e Linhares. “Com este avanço, a Eneva reafirma seu compromisso com o desenvolvimento do mercado livre de gás natural, promovendo a competitividade da indústria brasileira e contribuindo para a diversificação da matriz energética nacional”, reiterou Lopes.

SOBRE A ENEVA

A Eneva é operadora privada de gás natural onshore no país, combustível fundamental para a segurança energética. Brasileira, a companhia atua na exploração, produção e no fornecimento de energia. Opera 15 campos de gás natural nas Bacias do Parnaíba (MA) e Amazonas (AM), totalizando uma área de concessão superior a 63 mil km², a maior do Brasil. Possui um parque de geração com 6,8 GW de capacidade contratada, incluindo termelétricas nos estados do Maranhão, Ceará, Sergipe, Roraima, Espírito Santo e o Complexo Solar Futura, na Bahia.

SOBRE A CERÂMICA CAPRI

A CERÂMICA CAPRI LTDA é uma empresa genuinamente sergipana que que atua no segmento de revestimentos cerâmicos esmaltados por meio da operação de planta fabril, estrategicamente localizada em Nossa Senhora do Socorro, Sergipe.

Com a marca RAVELLO a Cerâmica Capri tem conquistado o mercado com produtos de qualidade utilizando nobres esmaltes cerâmicos e com design ajustado para cada ambiente e público consumidor.

O parque fabril proporciona uma série de expansões de novas linhas para se constituir um dos maiores fabricantes da região nordeste.

Atualmente é o terceiro maior consumidor de gás natural de Sergipe. Em 2025 a Cerâmica Capri ampliará sua produção com a implantação de uma nova e moderna linha de produção na qual consumirá um adicional de 750 mil m3 de gás natural.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

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Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
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Seatrium usa tecnologia digital twin para aumentar a segurança do FPSO

A Seatrium e o Centro de Tecnologia Offshore & Marine de Cingapura (TCOMS) expandiram o acordo de colaboração de pesquisa principal (MRCA) para explorar novos métodos para tornar as plataformas flutuantes de produção, armazenamento e descarga (FPSO) mais seguras e eficientes.

O acordo de colaboração original foi assinado em abril de 2023 para explorar capacidades de modelagem ciberfísica em simulações de operações em estados de alto mar e outros eventos extremos para unidades FPSO. Após realizar testes de modelo em escala de uma dupla FPSO que a Seatrium está construindo para a Petrobras na instalação de bacia oceânica da TCOMS, os parceiros agora planejam usar os dados coletados para desenvolver gêmeos digitais a serem implantados em cenários de campo real.

Chris Ong, CEO da Seatrium, disse: “Como um player global líder nas indústrias offshore, marítima e de energia, a Seatrium está comprometida em impulsionar inovações na melhoria da eficiência e da descarbonização marítima. Nossa parceria com a TCOMS nutre talentos de engenharia aspirantes e os encoraja a ultrapassar os limites além do que é possível em seu campo de trabalho. Juntos, estamos desbloqueando novas eficiências e aprimorando o desempenho de campo por meio de tecnologia que contribui para um futuro mais verde.”

Os FPSOs em questão, P-84 e P-85, serão implantados na Bacia de Santos, aproximadamente 200 quilômetros da costa nos próximos anos. Com previsão de início de produção em 2029 na segunda fase dos desenvolvimentos dos campos de Atapu e Sépia, os dois FPSOs totalmente elétricos devem reduzir a pegada de emissões de gases de efeito estufa (GEE) em 30% por barril de petróleo produzido.

Petrobras e Seatrium assinaram o contrato para a construção do par de embarcações em maio. A empresa de Cingapura então subcontratou a CIMC Raffles Offshore para a construção do casco e a KBR para desenvolver as instalações do topside. O início da construção do FPSO P-84 , descrito como o “maior FPSO da história da Petrobras”, foi marcado com uma cerimônia realizada no mês passado na China.

Estabelecido em março de 2023, o Seatrium-TCOMS Ocean Lab foca em aspectos como soluções mais limpas de petróleo e gás, incluindo plataformas de produção flutuantes inteligentes, e novas soluções de energia, incluindo amônia, hidrogênio e captura, utilização e armazenamento de carbono (CCUS). A digitalização e a análise de dados também são usadas para maior previsibilidade e confiabilidade dos sistemas oceânicos e sua infraestrutura.

“Como uma plataforma nacional de P&D dedicada aos setores offshore e marítimo e outros setores relacionados ao oceano, nossa busca incansável por inovação e sustentabilidade nos tornou o parceiro ideal para a indústria que busca se manter à frente e preparar suas soluções e operações para o futuro”, observou o CEO da TCOMS, Chan Eng Soon.

“Ao combinar nossa expertise em modelagem digital de ponta, simulação e capacidades de teste de modelos físicos com insights empresariais aguçados, apoiamos a indústria no desenvolvimento de futuros sistemas e infraestrutura oceânica que não apenas melhoram a segurança, otimizam a eficiência e o desempenho, mas também impulsionam o crescimento econômico sustentável de longo prazo.”

Especialistas de ambas as empresas realizam testes de estresse e validam soluções e conceitos na instalação da bacia oceânica. Os resultados são então usados ​​para avaliar o desempenho dos sistemas oceânicos em condições oceânicas extremas e operacionais simuladas e melhorar o desempenho de campo por meio de tecnologias como sensoriamento inteligente, inteligência artificial (IA) e análise de dados. Isso facilita a criação de gêmeos digitais de ativos de infraestrutura oceânica para melhorar o gerenciamento do ciclo de vida.

No mês passado, a Seatrium sediou uma cerimônia de nomeação para outra unidade FPSO destinada ao país – Bacalhau. A empresa de Cingapura ficou encarregada de realizar o trabalho de integração no FPSO depois que a Aibel concluiu o trabalho nos módulos topside. Construída pela MODEC, a unidade trabalhará no campo de Bacalhau, na Bacia de Santos. Os parceiros no campo são Equinor, ExxonMobil, Petrogal Brasil e Pré-sal Petróleo (PPSA).

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

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SLB OneSubsea fecha contrato com a Petrobras

A OneSubsea, uma joint venture (JV) de tecnologia e soluções submarinas apoiada pela SLB, Aker Solutions e Subsea7, garantiu um contrato da Petrobras, após uma “licitação competitiva” , para fornecer dois sistemas submarinos de injeção de água do mar bruta (RWI) para o campo de Búzios.

De acordo com a OneSubsea, uma joint venture apoiada pela SLB, Aker Solutions e Subsea7, os sistemas visam aumentar a produção dos navios flutuantes de produção, armazenamento e descarga (FPSO) P-74 e P-75.

Os sistemas RWI abordarão gargalos de injeção de água nos FPSOs, aumentando a eficiência da produção e reduzindo as emissões de gases de efeito estufa (GEE) por barril. Ao operar diretamente no leito marinho, os sistemas reduzem a necessidade de equipamentos de superfície, liberando espaço, cortando requisitos de combustível e reduzindo as necessidades de energia das operações de injeção em comparação aos sistemas convencionais de injeção de superfície, observou a empresa.

“À medida que as bacias de águas profundas amadurecem, vemos cada vez mais oportunidades de recuperação secundária surgindo”, disse Mads Hjelmeland, CEO da SLB OneSubsea.

“A injeção submarina de água do mar bruta é uma aplicação bem comprovada com um forte caso de negócios que achamos que deve se tornar popular. Ao colocar o sistema diretamente no leito marinho, liberamos espaço e reduzimos as necessidades de combustível para os FPSOs, bem como diminuímos as necessidades de energia para os sistemas de injeção. É uma situação vantajosa para a Petrobras, e uma com a qual estamos muito animados. Este contrato consolidará nossa sólida presença de conteúdo local no país, contribuída pelas maiores plantas de fabricação e instalações de serviços submarinos de última geração no Brasil.”

Cada um dos sistemas incluirá uma bomba submarina de injeção de água do mar, um sistema umbilical e um acionamento de velocidade variável de topo. De acordo com a SLB, essas instalações darão suporte às operações do FPSO da Petrobras, melhorando a pressurização do reservatório e a eficiência geral de recuperação.

Como parte do acordo, a SLB OneSubsea aumentará sua equipe multidisciplinar no Brasil, abrangendo expertise em desenvolvimento de campo, engenharia de sistemas e suporte de vida útil de campo. A empresa disse que também integrará serviços Subsea Live habilitados para IA para fornecer monitoramento de condições em tempo real e assistência técnica de especialistas de domínio.

Em maio, a Subsea7 garantiu um contrato de mais de US$ 1,25 bilhão com a Petrobras para o campo de Búzios, localizado a 2.000 metros de profundidade de água na costa do Brasil. Sob o contrato, a Subsea7 executará engenharia, aquisição, fabricação, instalação e pré-comissionamento de 102 quilômetros de risers rígidos e flowlines para o sistema de produção de ondas preguiçosas de aço para o campo de Búzios 9.

O campo de Búzios foi descoberto em 2010. A Petrobras é a operadora com 88,99% de participação, tendo como parceiras a CNOOC (7,34%) e a CNODC (3,67%). O conceito atual de desenvolvimento do campo de águas profundas abrange 11 plataformas.

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Baker Hughes, OneSubsea e Constellation assinam contratos com a Brava Energia

A Brava Energia, antiga 3R Petroleum antes da fusão com a Enauta, contratou três empresas — Baker Hughes, OneSubsea da SLB e Constellation Oil Services — para dar vida à sua primeira campanha de desenvolvimento integrado em dois campos de petróleo offshore, com a opção de desenvolver um terceiro ativo como um vínculo à infraestrutura existente no Brasil.

A empresa assinou contratos com o trio em novembro de 2024. Esta campanha envolverá a perfuração e interligação de dois poços no campo de Atlanta e mais dois no campo de Papa-Terra, com possibilidade de perfuração de um poço em Malombe, cuja decisão final de investimento está prevista para o segundo trimestre de 2025.

Se a opção de desenvolver o terceiro ativo for exercida, o projeto será concluído por meio de um tie-back submarino para Peroa. O trabalho começará no quarto trimestre de 2025, com as primeiras conexões de poços esperadas para 2026. De acordo com a Brava Energia, tecnologias comprovadas serão usadas para colocar esses projetos online.

A empresa escolheu a plataforma semissubmersível Lone Star da Constellation Oil Services para a perfuração e conclusão de quatro poços, com a possibilidade de um quinto poço a ser definido pela empresa. A nova atribuição de 400 dias permitirá que a plataforma da Constellation perfure esses poços nos campos de Papa Terra e Atlanta a partir do quarto trimestre de 2025.

Este acordo é uma continuação direta do atual contrato da plataforma com a Petrobras no campo de Barracuda, na Bacia de Campos, e vem com uma opção de preço de 60 dias para um potencial poço de workover, o que pode estender o contrato até o primeiro trimestre de 2027.

Operando sob a Constellation desde 2011, esta semissubmersível com posicionamento dinâmico pode operar em profundidades de água de até 7.900 pés (cerca de 2.408 metros) e tem capacidade de perfuração de até 30.000 pés (cerca de 9.144 metros). A sonda está equipada para operar em profundidades de água típicas do pré-sal brasileiro.

A OneSubsea fornecerá duas árvores submarinas para o campo de Atlanta, já que a Papa-Terra e a Malombe já têm esse equipamento disponível. Por outro lado, a Baker Hughes fornecerá linhas submarinas e risers para os poços de Atlanta, com uma opção para o tie-back de Malombe.

Os poços Papa-Terra usarão linhas existentes. A Brava Energia estimou o valor dos contratos para os quatro primeiros poços em aproximadamente $200 milhões , ou cerca de $147 milhões, com 80% em Atlanta e 62,5% em Papa-Terra.

“O cronograma de desembolsos será baseado em marcos contratuais, com a seguinte previsão: aproximadamente 9% do valor total no 1S25, 12% no 2S25, 72% em 2026 e 7% no 1S27. A assinatura dos contratos é um passo importante no desenvolvimento dos projetos da empresa e garante a disponibilidade de equipamentos e serviços essenciais para aumentar o fator de recuperação de seus principais campos offshore”, destacou a operadora.

A empresa divulgou no mês passado que o FPSO Petrojarl I , que operava no campo de Atlanta, no bloco BS-4, na Bacia de Santos, desde 2018, estava deixando o campo após oito anos, já que as obras para substituí-lo pelo FPSO Atlanta, adquirido para o Sistema de Desenvolvimento Pleno (FDS) de Atlanta em 2022, estavam quase concluídas.

A empresa interrompeu a produção no campo petrolífero de Papa-Terra, na bacia de Campos, há alguns meses. Como as atividades de manutenção e recuperação de integridade ganharam velocidade, a retomada da produção é esperada para dezembro de 2024.

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Omni Táxi Aéreo renova contrato com a TotalEnergies

A Omni Táxi Aéreo, afiliada do Group Omni Helicopters International (OHI), líder em mobilidade aérea offshore na América Latina, tem o orgulho de anunciar a renovação do contrato com a TotalEnergies para atendimento ao campo de Lapa.

Inicialmente firmado por um período de cinco anos, o contrato reforça uma parceria sólida e duradoura, construída ao longo de seis anos de colaboração estratégica e excelência operacional.

Esse marco representa a continuidade de um relacionamento baseado na confiança, na entrega de soluções personalizadas e no compromisso com a segurança e eficiência das operações. Durante o novo período contratual, os serviços serão realizados a partir do aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, com o suporte de uma frota moderna e diversificada, composta por aeronaves de grande porte, supermédio e médio, cuidadosamente selecionadas para atender às demandas operacionais da TotalEnergies.

“Agradecemos à TotalEnergies pela confiança renovada e reafirmamos nosso compromisso em oferecer um atendimento de excelência, priorizando a segurança, a eficiência e a melhor experiência para nossos passageiros e parceiros”, destacou Roberto Coimbra, CEO da Omni Táxi Aéreo.

Esta é mais uma renovação de uma parceria que confirma a excelência operacional da empresa.

Sobre a Omni Táxi Aéreo:

A OMNI Táxi Aéreo foi fundada em dezembro de 2000 sobre os pilares de segurança, integração, transparência, integridade e criatividade. É líder no transporte aéreo offshore na América Latina, oferecendo alta capacidade para atender clientes no mercado de Óleo & Gás e Energia. Oferece serviços de trocas de tripulação, Serviços Médicos de Emergência (EMS), Combate a Incêndios, operações de Busca e Resgate, bem como serviços especializados de Transporte de Carga em locais remotos e desafiadores. A Omni Táxi Aéreo faz parte do Grupo Omni Helicopters International (OHI).

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Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h  (Inscrições abertas, clique: Sympla ou Mercado Pago
Exposição: 14h às 20h (Acesso livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
Acesse o site do evento: https://fpsosexpor.com.br/

Foresea realiza primeira operação de perfuração de poço de petróleo automatizada no Brasil, com tecnologia HMH

Norbe IX é uma das únicas sondas no mundo com operações automatizadas no piso de perfuração (drill floor).

Pela primeira vez no Brasil foram realizadas operações automatizadas em um poço de petróleo, com o emprego de tecnologia da empresa norueguesa HMH. A manobra realizada com a automação completa ocorreu em um poço na Bacia de Santos, e foi realizada pelo navio-sonda Norbe IX da Foresea, que se torna pioneira em operações automatizadas com o sistema HMH na indústria brasileira de perfuração offshore. Além de maior precisão e consistência, a inovação proporciona mais segurança à operação e à tripulação por ser realizada sem a necessidade de nenhuma pessoa exposta na red zone, que é a área de maior risco no piso de perfuração.

Em julho deste ano, a Foresea já havia realizado os primeiros testes em alto mar e anunciado que deveria concluir o processo de automação da sonda Norbe IX, com a implementação total da tecnologia, até o fim deste segundo semestre de 2024. A meta foi alcançada no último dia 21 de novembro, quando a sonda fez sua primeira manobra 100% automatizada. Com a inovação, as manobras com tubo de perfuração e durante a perfuração do poço, que representam mais de 60% de todas as operações de um navio sonda, passarão a ser realizadas sem nenhuma pessoa exposta na red zone.

“Esse é um grande marco para a Foresea e para a indústria nacional na direção de operações mais sustentáveis e seguras. Além da maior eficiência, a automação dos equipamentos também traz um importante ganho de segurança, na medida em que reduz drasticamente a necessidade de trabalhadores do lado de fora da cabine do sondador”, ressalta o COO da Foresea Heitor Gioppo.

O diretor de Operações da Foresea, Renato Costa, explica que a automação também exige uma alta qualificação dos integrantes que operam e supervisionam o sistema: “Desde antes da implantação da automação na Norbe IX nossos profissionais já estavam sendo capacitados com treinamentos em simuladores na HMH, na Noruega. E mesmo hoje, com a automação já em operação, eles seguem treinando se aperfeiçoando em simuladores 3D, na HMH de Macaé”.

Automação com IA para aumentar segurança na perfuração

A nova tecnologia de automação, desenvolvida de forma pioneira no Brasil em parceria com a fabricante norueguesa HMH, é composta pela plataforma Deal (Drilling Equipment Automation Layer) e por dois sistemas operacionais que se chamam CADs 2.0 e Drillers Assist. O primeiro comanda a automação dos equipamentos do piso de perfuração. Já o Drilllers Assist é um conjunto de softwares para segurança e automatização de tarefas, que no futuro utilizarão inteligência artificial para auxiliar o driller (sondador) na construção do poço.

A Rig Manager da Norbe IX, Clarisse Rodrigues, destaca que a automação é o resultado de um trabalho de excelência com cooperação de profissionais de diferentes áreas, todos unidos e focadas para levar mais segurança e consistência às operações de perfuração: “Este é um marco da indústria de perfuração no nosso continente e mostra que é possível usufruir dos benefícios dos avanços tecnológicos com maior segurança, ganho de eficiência e redução da exposição de pessoas no piso de perfuração”.

A Norbe IX é a primeira sonda no Brasil e uma das únicas no mundo a contar com operações totalmente automatizadas do sistema HMH. Com a automação, em vez de realizar manualmente dezenas de movimentos repetitivos, o sondador passa a contar com um dispositivo similar ao piloto automático, tornando as operações mais seguras e consistentes.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

Não perca a oportunidade de participar do maior evento da indústria de FPSOs no Brasil!

Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h  (Inscrições abertas, clique: Sympla ou Mercado Pago
Exposição: 14h às 20h (Acesso livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
Acesse o site do evento: https://fpsosexpor.com.br/