Produção de petróleo em Regime de Partilha de Produção foi de 56 mil barris por dia em abril de 2020

Parcela média diária da União nos três contratos foi de 10,1 mil bpd

A produção total de petróleo (consórcios e União) dos contratos em regime de partilha de produção alcançou 56 mil barris por dia (bpd) em abril de 2020.

Este valor é referente a três dos 17 contratos que hoje já produzem nesse regime – Área de Desenvolvimento de Mero (contrato de Libra), Entorno de Sapinhoá e Sudoeste de Tartaruga Verde. Deste total, a parcela média diária da União nos três contratos foi de 10,1 mil bpd, sendo 5,4 mil bpd na Área em Desenvolvimento de Mero; 4,7 mil bpd em Entorno de Sapinhoá; e 27 bpd em Sudoeste de Tartaruga Verde.

O resultado demonstra um crescimento de 31,1% em comparação a abril de 2019. Na ocasião, a parcela da União totalizava 7,7 mil bpd nas três áreas.

Os dados fazem parte do Boletim Mensal de Contratos de Partilha de Produção lançado pela Pré-Sal Petróleo (PPSA), gestora dos contratos, na quarta-feira, 10 de junho.

O boletim registra a produção da partilha de produção desde novembro de 2017, quando a Área de Desenvolvimento de Mero iniciou sua produção, e será divulgado mensalmente, a partir de dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP) e cálculos da produção de excedente em óleo da União realizados pela superintendência de Exploração e Produção da Pré-Sal Petróleo.

Os três contratos com produção operam com quatro FPSOs e 18 poços. Em abril, a maior contribuição foi da Área de Desenvolvimento de Mero, que produziu 36 mil bpd (consórcio e União) dos 56 mil bpd, seguido de Sudoeste de Tartaruga Verde com 12 mil bpd e do Entorno de Sapinhoá com 8 mil bpd.
Gás Natural

Dos três contratos, apenas Entorno de Sapinhoá e Sudoeste de Tartaruga Verde produzem com aproveitamento comercial do gás natural, em um total de 270 mil m³/dia em abril de 2020, sendo 182 mil m³/dia de Entorno de Sapinhoá e 88 mil m³/dia de Sudoeste de Tartaruga Verde.

O resultado apresenta redução de 0,73% em comparação a abril de 2019. Na ocasião, a produção totalizava 272 mil m³/dia.

A parcela diária da União em abril de 2020 foi de 111 mil m³/dia referente ao contrato de Entorno de Sapinhoá (110.919 m3/d) e Sudoeste de Tartaruga Verde (201 m3/d). O gás natural produzido em Mero não tem aproveitamento comercial até o momento.

Série Histórica

O Boletim Mensal de Contratos de Partilha de Produção traz também o histórico da produção brasileira em regime de partilha de produção.

Esse regime vigora no Polígono do Pré-Sal e em áreas estratégicas (Bacias de Campos e Santos) desde 2010. Em 2013, a Pré-Sal Petróleo tornou-se gestora do Contrato de Partilha de Produção (CPP) de Libra, que foi leiloado na 1ª Rodada de Partilha de Produção promovida pela ANP e começou a produzir quatro anos depois, em tempo recorde.

Em 2018, foram assinados outros 13 novos contratos, oriundos das 2ª e 3ª Rodadas de Partilha de Produção, realizadas em outubro de 2017, e das 4ª e 5ª Rodadas, ocorridas em junho e setembro de 2018.

Em 2019, foram realizadas a 6ª Rodada de Partilha de Produção e a Rodada de Excedentes da Cessão Onerosa, que resultaram em três novos contratos, assinados em março de 2020.

Desde 2017, a produção da partilha soma 37,9 milhões de barris de petróleo, sendo a Área de Desenvolvimento de Mero responsável por 70,9% dessa produção.

No mesmo período, a parcela da União acumulada foi de 6,05 milhões de barris. Em relação ao gás, a curva histórica de produção teve início em novembro de 2018, com a entrada em produção de Entorno de Sapinhoá.

Desde então, este bloco e Sudoeste de Tartaruga Verde produziram um total de 145 milhões de m³ de gás com aproveitamento comercial, sendo a parcela acumulada total de gás lucro da União de 34,5 milhões de m³ (31,1 milhões de m³ de Entorno de Sapinhoá e 3,4 milhões de m³ em Sudoeste de Tartaruga Verde).

Para calcular a participação da União e dos demais parceiros de cada projeto, descontam-se mensalmente, do total da produção de cada campo, os royalties pagos e a recuperação dos custos reconhecidos da operação, limitados ao teto de recuperação definido no contrato.

Tais custos são denominados “custos em óleo” e também são previstos no contrato. Essa produção líquida representa o “Excedente em Óleo”, também chamado de “Óleo Lucro”, que é mensalmente partilhado entre a União e as empresas contratadas

. Desse “Óleo Lucro”, a União retira a sua parte, segundo a tabela das alíquotas da União sobre o Excedente em Óleo contida no contrato, e o restante é partilhado entre as empresas contratadas nos seus respectivos percentuais de participação.
Informação sobre os Contratos em Produção

Bloco: Libra

• Data da licitação: 21/10/2013.
• Data da assinatura do contrato: 02/12/2013.
• Contratados: Petrobras (operador, 40%), Shell (20%), Total (20%),

CNODC (10%) e CNOOC (10%).

• Bônus e excedente em óleo da União: R$ 15 bilhões e 41,65%.
• Percentual máximo de recuperação como custo em óleo: 30-50%.
• Características: área de 1.547km², expectativa original de volumes recuperáveis de 8 bilhões a 12 bilhões boe; teor de CO2 no gás produzido da ordem de 44%.
• Campos do CPP:Área em desenvolvimento de Mero (MRO)
• Percentual da Produção nos campos do CPP (trackingparticipation):100% da produção na área de Mero

Bloco: Entorno de Sapinhoá.

• Data da licitação: 27/10/2017.
• Data da assinatura do contrato: 31/01/2018.
• Contratados: Petrobras (operador, 45%), Shell (30%) e Repsol (25%).
• Bônus e excedente em óleo da União: R$ 200 milhões e 80%.
• Percentual máximo de recuperação como custo em óleo: 80%.
• Características: área de 214km².
• Campos:Nordeste de Sapinhoá (NESH), Noroeste de Sapinhoá (NWSH) e Sudoeste de Sapinhoá (SWSH).
• Percentual da Produção nos campos do CPP (trackingparticipation):0,263% (NESH), 1,264% (NWSH), 2,173% (SWSH), totalizando 3,70% da produção na jazida compartilhada de Sapinhoá.

Bloco: Sudoeste de Tartaruga Verde.

• Data da licitação: 28/09/2018.
• Data da assinatura do contrato: 17/12/2018.
• Contratado: Petrobras (operador, 100%).
• Bônus e excedente em óleo da União: R$ 70 milhões e 10,01%.
• Percentual máximo de recuperação como custo em óleo: 80%.
• Características: área de 127km²; fluido sem contaminantes.
• Campos:Sudoeste de Tartaruga Verde (SOTV)
• Percentual da Produção nos campos do CPP (trackingparticipation):31,63% da produção na jazida compartilhada de Tartaruga Verde.

Petrobras divulga Relatório de Sustentabilidade 2019

Ações para descarbonização das operações e atuação durante a pandemia de Covid-19 estão entre os destaques

A Petrobras divulgou, o Relatório de Sustentabilidade 2019, que tem entre os destaques as iniciativas para descarbonização das operações da companhia, com metas e ações para redução das emissões de CO2 e aumento da captura de carbono.

Este ano, o documento, que apresenta o desempenho operacional, econômico, social, ambiental e de governança da Petrobras, traz também dados referentes aos primeiros meses de 2020, especialmente no que diz respeito às consequências da pandemia de Covid-19 para a companhia e a indústria do petróleo.

No relatório, constam as ações com foco na prevenção e saúde dos trabalhadores, além de doações para a sociedade e de uma ampla frente científica de apoio para desenvolvimento de soluções de combate ao coronavírus.

Dos 10 Compromissos de Sustentabilidade estabelecidos pela companhia e descritos no relatório, seis são focados em carbono.

Nesse âmbito, no segmento de E&P, foi reduzido em mais de 40% a intensidade de carbono nos últimos 10 anos, o que significa menos emissão por barril de óleo equivalente produzido, colocando a Petrobras em segundo lugar entre as grandes empresas do setor que menos emitem no mundo.

O relatório apresenta ainda dados de redução da queima de gás natural em flare, reinjeção de CO2 e ganhos de eficiência energética, entre outros.

Sobre a proteção à biodiversidade, a companhia informa que, além de realizar estudos de caracterização ambiental nas áreas onde atua, em 2019, apoiou 23 projetos responsáveis pela proteção de 56 espécies da fauna ameaçadas de extinção.

O valor dos investimentos em projetos socioambientais foi de R$ 116 milhões – cerca de R$ 29 milhões a mais que em 2018.

O volume total de reúso de água foi de 82,2 milhões de m³, o que corresponde a 34,4% da demanda total de água doce pela companhia. Esse volume reusado seria o suficiente para abastecer uma cidade com 1,5 milhão de habitantes, como Porto Alegre (RS), por exemplo, durante um ano. A partir dessas ações de reúso, a economia anual é estimada em aproximadamente R$ 35,8 milhões.

O relatório foi desenvolvido seguindo a metodologia para relato de sustentabilidade da Global Reporting Initiative (GRI Standards) e, complementarmente, do Guia para Relatórios Voluntários da Indústria de Óleo e Gás da Ipieca, que é a associação global da indústria de óleo e gás para desempenho ambiental e social.

Os indicadores das metodologias foram correlacionados com os Princípios do Pacto Global e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas.

Agência Petrobras

Demanda global por gás deve ter maior queda anual já registrada, diz IEA

A crise do coronavírus e um inverno de temperaturas medianas no Hemisfério Norte colocaram a demanda global por gás natural a caminho da maior queda anual já registrada, disse a Agência Internacional de Energia (IEA) em relatório anual de perspectivas para o setor divulgado na quarta-feira.

A demanda global por gás deve recuar 4%, ou 150 bilhões de metros cúbicos (bmc), para 3.850 bmc neste ano, em um tombo duas vezes maior que o visto após a crise financeira global de 2008.

Importantes mercados de gás viram os preços caírem para mínimas recorde à medida que quarentenas contra o coronavírus e a menor produção industrial pressionaram a demanda.

A indústria de óleo e gás já está cortando investimentos e adiando decisões de investimento. Embora uma retomada na demanda seja esperada em 2021, a IEA não espera um retorno rápido aos níveis anteriores à crise.

No total do ano, mercados mais maduros na Europa, América do Norte e Ásia devem ter as maiores reduções de demanda, respondendo por 75% da queda total em 2020.

“A demanda global por gás deve se recuperar gradualmente ao longo dos próximos dois anos, mas isso não significa que ela irá voltar rapidamente a como era antes”, disse o diretor-executivo da IEA, Fatih Birol.

A expectativa é que o gás natural liquefeito (GNL) siga como principal fator por trás do crescimento do comércio global de gás no futuro, mas o setor de GNL corre riscos de prolongado excesso de oferta, à medida que a expansão da capacidade de exportação como fruto de investimentos decididos no passado deve superar a elevação da demanda, que será mais lenta do que o esperado, apontou o relatório.

 

Reuters

BR Distribuidora adia pagamento de juros sobre capital próprio

A BR Distribuidora informou que o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) a acionistas da companhia foi adiado para até 30 de dezembro, ante data originalmente prevista de até 30 de junho.

A medida da empresa de combustíveis que tem a Petrobras como maior acionista está associada às incertezas relacionadas à atual crise causada pelo coronavírus, segundo comunicado divulgado na noite de terça-feira.

“Reitera-se que essa medida tem caráter precaucional, em face das incertezas trazidas pela atual conjuntura, e que a companhia mantém a intenção de realizar os pagamentos tão logo tenha visibilidade das condições para fazê-lo, em função da sua gestão de caixa e desdobramentos da pandemia”, disse a BR no comunicado, enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Reuters

Estoques de petróleo nos EUA sobem para maior nível já registrado, diz AIE

Os estoques de petróleo nos Estados Unidos subiram inesperadamente na semana passada e atingiram o maior nível já registrado na história, à medida que importações aumentaram e exportações caíram, disse a Agência de Informações de Energia (AIE).

Os estoques da commodity cresceram em 5,7 milhões de barris na semana encerrada em 5 de junho, para 538,1 milhões de barris, um recorde, sem incluir as reserva estratégicas dos EUA.

Analistas projetavam uma queda de 1,7 milhão de barris, mas o país aumentou importações nas últimas semanas, particularmente da Arábia Saudita, enquanto as exportações caíram para mínimas não vistas desde novembro.

Os estoques de petróleo no polo de exportações da Costa do Golfo aumentaram em 6,9 milhões de barris, para um recorde de 303,7 milhões de barris.

Os estoques no centro de entregas de Cushing, Oklahoma, caíram em 2,3 milhões de barris, mas isso não foi suficiente para compensar a elevação em outros lugares.

“Esses são números realmente baixistas”, disse o diretor de pesquisa em commodities da Clipper Data, Matt Smith.

Os estoques de gasolina avançaram em 866 mil barris, ante expectativa de alta de 71 mil. Estoques de destilados, incluindo diesel e óleo de aquecimento, aumentaram em 1,6 milhão de barris, ante projeção de analistas de expansão de 3 milhões de barris.

Reuters

Braskem e Petrobras renovam contrato para fornecimento de nafta por mais 5 anos

A Braskem e a Petrobras anunciaram que renovaram por mais cinco anos contratos de fornecimento de nafta pela petrolífera para unidades da petroquímica na Bahia e no Rio Grande do Sul,

“Os contratos têm por objeto o fornecimento de volume mínimo anual de 650 mil toneladas e, por opção da Petrobras, de um volume adicional máximo de até 2,8 milhões de toneladas por ano”, afirmou a Braskem em fato relevante.

Os contratos, que entram em vigor após o encerramento do contrato atual em dezembro de 2020, têm prazo de cinco anos, ao preço de 100% da cotação da nafta no Noroeste da Europa (ARA), afirmaram as companhias

A petroquímica ainda comunicou que renovou os contratos de tancagem com a Petrobras e de movimentação e tancagem com a Petrobras Transporte para garantir acesso ao sistema logístico de nafta no Rio Grande do Sul.

 

Reuters

ENTREVISTA-Shell aposta em energia solar no Brasil de olho em potencial do mercado livre

A petroleira Shell está prestes a iniciar conversas com potenciais clientes para venda da produção futura de seus primeiros projetos solares no Brasil, que poderiam iniciar produção a partir de 2023, a depender do ritmo das negociações.

Os empreendimentos são parte de uma robusta carteira que tem sido desenvolvida pela empresa e inclui usinas previstas para implementação em Minas Gerais e em outras regiões, disse à Reuters a gerente de desenvolvimento de negócios em energia solar da Shell na América Latina, Maria Gabriela da Rocha.

A aposta é parte da estratégia da gigante de óleo e gás em renováveis e mira o crescente interesse de empresas pela compra de energia limpa em contratos de longo prazo, explicou a executiva.

“Nos últimos dois anos estávamos focando mais fortemente em desenvolver o portfólio… agora vamos começar a retomar as conversas com clientes, já com produtos para oferecer, uma vez que alguns de nossos projetos, principalmente o de Minas Gerais, estão em nível de desenvolvimento bem avançado”.

A Shell já registrou junto à reguladora Aneel seu primeiro empreendimento, um complexo solar de 130 megawatts em Minas Gerais que demandaria mais de 500 milhões de reais, conforme publicado pela Reuters em abril.

A estratégia da Shell em solar no Brasil mira o forte crescimento recente do mercado de contratos privados de energia limpa, que tem sido impulsionado pela demanda de grandes empresas que buscam cumprir compromissos voluntários de redução de emissões e uso de geração renovável.

Grande parte das companhias que fecham contratos como esses são multinacionais, com as quais a Shell pode negociar em âmbito global, apontou Gabriela, enquanto a petroleira também tem uma comercializadora de energia já operacional no Brasil que conduz negociações locais.

A executiva destacou ainda o que vê como enorme potencial do Brasil para negociações de contratos privados com renováveis, dado o porte do mercado livre de eletricidade local na comparação com outros países e uma reforma em discussão no governo que visa ampliar esse segmento no médio prazo.

Atualmente, as empresas que atuam no mercado livre de energia do Brasil respondem por cerca de um terço da demanda no maior país da América Latina.

“Lá fora as pessoas não têm o entendimento do tamanho que tem o mercado brasileiro. Já é um mercado muito significativo e com muito potencial”, disse Gabriela.

Ela citou projeção da consultoria especializada PSR, segundo a qual o mercado livre ainda poderia crescer e passar a responder por mais de 50% do consumo em 2024, a depender de reformas.

A executiva também destacou que outros mercados importantes para renováveis, como o norte-americano e o europeu, são fragmentados por Estados ou países, enquanto o Brasil tem um sistema elétrico interligado de enorme porte.

“Quase não tem outros mercados lá fora com tanto volume.”

O porte do mercado brasileiro ainda pode ganhar impulso adicional a depender de uma proposta de reforma hoje em discussão no Ministério de Minas e Energia e no Congresso, que prevê estudos para que as negociações livres com energia possam ser estendidas no futuro a todos consumidores, inclusive residenciais.

PLANOS ORGÂNICOS
A Shell, que não tem revelado em público detalhes sobre seus negócios com energia renovável no Brasil até o momento, não informou o tamanho da carteira de projetos em preparação no setor e nem investimentos previstos.

Mas a executiva responsável pela área solar da petroleira ressaltou que o porte dos negócios será proporcional à importância da companhia.

“Vamos dizer que é um ‘tamanho Shell’… Estamos com um apetite bastante grande, queremos ser um ‘player’ com um tamanho significativo, um ‘player’ grande no mercado brasileiro”, afirmou Gabriela, em conversa por telefone.

A executiva disse ainda que a Shell está atenta ao mercado de energia solar de forma geral e não descarta nem mesmo aquisições no setor, em meio a eventuais oportunidades que possam surgir decorrentes da crise gerada pelo coronavírus.

Mas o foco, segundo ela, está em projetos próprios, desenvolvidos a partir do zero, o que passa até pela escolha de terrenos e medições de irradiação.

Embora mais longo, esse caminho pode permitir à empresa a criação de ativos mais competitivos do que a simples compra de empreendimentos prontos de desenvolvedores, uma vez que retira intermediários do processo, explicou.

“Hoje a estratégia é essa. Talvez um ou dois projetos a gente possa olhar também de outros fornecedores, mas na maioria estamos focando em projetos de desenvolvimento próprio. Vamos ter alguns outros projetos, além desse de Minas Gerais, vindo por aí neste ano”.

Reuters

Gás Natural Açu realiza Audiência Pública Virtual da LT 500kV Açu – Campos 2

A GNA – Gás Natural Açu vai realizar na terça-feira (16/06), às 19h, uma Audiência Pública virtual para apresentação do projeto da Linha de Transmissão 500kV Açu – Campos 2. Com mais de 37 km de extensão, o projeto da LT atravessa os municípios de Campos dos Goytacazes e São João da Barra, região Norte Fluminense do estado. Devido à pandemia da COVID-19, a Audiência Pública virtual será transmitida ao vivo, via internet no site da GNA (http://www.gna.com.br/ap), ou por meio das rádios 97 FM (97.1) e Costa Doce FM (101,9).Na ocasião, além de conhecer melhor o projeto, bem como o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) do empreendimento, a população terá a oportunidade de tirar suas dúvidas. Para isso, foram disponibilizados diferentes canais de fácil acesso da população.

No site da GNA, após preencher um breve formulário, a população estará apta a enviar as suas perguntas e fazer uso da palavra. Já para os que escolherem acompanhar a Audiência Pública pelas rádios, basta enviar nome completo, RG e a pergunta, via WhatsApp, pelo número: (22) 99975-5059. Os canais para envio das perguntas serão abertos no dia da audiência.

“A Audiência Pública virtual reforça o nosso compromisso com os moradores da região, não só com a transparência das nossas ações, mas também com a saúde de todos, principalmente em um momento de pandemia. Queremos levar o máximo de informações de forma segura à população de São João da Barra e Campos dos Goytacazes e da região. Contamos com participação de todos”, destaca João Teixeira, Gerente Geral de Licenciamento da GNA.

A transmissão virtual da Audiência Pública segue os decretos municipais, estaduais e federais visando evitar aglomerações por conta do novo coronavírus e foi autorizada por meio de deliberação da Comissão Estadual de Controle Ambiental – CECA, da Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade do Estado do Rio de Janeiro. Assim como em uma Audiência Pública presencial, representantes do órgão ambiental também participam da sessão virtual.

A gravação da audiência pública virtual será disponibilizada no site: http://www.gna.com.br/ap, para posterior consulta e análise. Informações adicionais estão disponíveis no site ou pelo telefone gratuito 0800 002 9200.

Sobre o projeto

A Linha de transmissão 500kV Açu – Campos 2 corresponde a um projeto com 37,72km de extensão, atravessando os municípios de São João da Barra (15,55 km) e Campos dos Goytacazes (21,86 km). A linha é necessária para escoar a energia elétrica gerada pela UTE GNA II, que será construída pela GNA, no Porto do Açu, em São João da Barra, até a subestação Campos 2, em Campos dos Goytacazes, a fim de fornecer energia para o SIN – Sistema Interligado Nacional. O empreendimento integra o parque termelétrico a gás natural que a GNA constrói no Porto do Açu.

 

Redação

ENGIE abre inscrições para Programa de Estágio

Empresa de energia disponibiliza vagas de estágio para 25 cursos no Rio, em São Paulo e em Florianópolis

A ENGIE (www.engie.com.br) , maior empresa privada de energia do Brasil, atuando em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas e de infraestrutura, abriu inscrições para seu Programa de Estágio 2020. O objetivo é oferecer a estudantes de nível técnico e ensino superior práticas profissionais em um ambiente colaborativo e com oportunidades de desenvolvimento.

A ENGIE disponibiliza vagas em diferentes áreas, para estágio no seu Centro Corporativo e nas linhas de Negócio de Soluções em Energia e Infraestrutura de Gás (TAG), localizadas nas três capitais onde a empresa tem escritórios e operações: Rio de Janeiro, São Paulo e Florianópolis.

As inscrições podem ser feitas até dia 12 de junho, pelo site www.engie.com.br/estagio. Para se inscrever no programa o estudante deve:

– ter disponibilidade para estagiar 30 horas semanais;
– ser aluno de um dos cursos com vagas abertas (ver no fim do texto);
– ter disponibilidade para estagiar na cidade onde será realizado o estágio;
– ter previsão de formatura entre Dezembro 2021 e Julho 2022 (nível superior).

Benefícios e processo seletivo durante à pandemia de coronavírus

O Programa de Estágio 2020 da ENGIE oferece aos estudantes bolsa-auxílio financeiro compatível com o mercado, além de vale-transporte, vale-refeição/alimentação e seguro de vida em grupo.

O processo seletivo será realizado à distância, com as etapas de candidatura, triagem, testes online e entrevista final, além da contratação.

O estágio está previsto para ser iniciado entre 15 de julho e 15 de agosto e respeitará as orientações quanto ao retorno dos escritórios e operações de cada localidade, podendo iniciar com onboarding online e atividades em homeoffice.

Cursos com vagas abertas:

Formação Superior

 Administração de Empresas
 Automação Industrial
 Ciências Contábeis
 Comunicação Social
 Economia
 Engenharia de Controle e Automação
 Engenharia de Petróleo
 Engenharia de Produção
 Engenharia Elétrica
 Engenharia em Telecomunicações
 Engenharia Mecânica
 Engenharia Química
 Gestão da Informação
 Jornalismo
 Relações Públicas
 Tecnologia da Informação
 Engenharia da Computação
 Propaganda e Publicidade / Marketing
 Engenharia de Sistemas Eletrônicos
 Estatística
 Direito

Formação Técnica

 Técnico em Edificações
 Técnico em Eletrônica
 Técnico em Eletrotécnica
 Técnico Logística

Engie