Prumo, Porto do Açu e Sarens assinam acordo para estudar soluções logísticas para energia eólica offshore

Um Memorando de Entendimento será assinado durante a visita da Princesa Astrid, da Bélgica, como parte da missão econômica do país no Brasil.

A Prumo Logística, o Porto do Açu e a empresa belga Sarens assinam um Memorando de Entendimento (MoU) para estudar soluções logísticas sobre o transporte de componentes da cadeia de energia eólica offshore no complexo porto-indústria em São João da Barra, no norte do Estado do Rio de Janeiro.

O MoU foi assinado no último dia, 28/11, no Palácio Guanabara, no Rio de Janeiro, durante a visita da Princesa Astrid à missão econômica belga no Brasil. Este foi o primeiro acordo da Sarens no país para projetos de energia eólica offshore, após atuar em diversos setores no Brasil desde 2008.

“Queremos combinar logística integrada e nos tornar um hub de operação e manutenção com custos mais competitivos para a indústria eólica offshore no Brasil”, diz Mauro Andrade, Diretor Executivo de Desenvolvimento de Negócios da Prumo.

Os estudos irão avaliar as melhores soluções logísticas para o transporte de turbinas, pás e outros componentes fabricados na cadeia de valor da energia eólica offshore. A logística desse equipamento exige operações específicas de içamento pesado, transporte especializado e serviços de operação de guindastes.

Carl Sarens, Diretor de Soluções Técnicas, Projetos e Engenharia, disse: “Estamos entusiasmados em iniciar este novo capítulo na indústria eólica offshore do Brasil por meio da parceria com a Prumo Logística e o Porto do Açu. Este acordo representa um passo significativo para o desenvolvimento de soluções logísticas inovadoras adaptadas ao setor eólico offshore. A Sarens tem orgulho de trazer nossa expertise global em içamento pesado e transporte para apoiar as ambições do Brasil em energia renovável e ajudar a posicionar o Porto do Açu como um hub para a cadeia de valor da energia eólica offshore.”

O Açu está se estruturando para ser um hub de apoio à indústria eólica offshore no Brasil. O complexo porto-indústria está localizado próximo a uma das melhores regiões do país em potencial para energia eólica offshore, conectado ao Sistema Interligado Nacional (SIN) e pode aproveitar sinergias com a logística existente para o setor de petróleo e gás.

O Porto também pretende se tornar um polo de fabricação e montagem da cadeia de valor da energia eólica offshore, atraindo fabricantes de turbinas eólicas, pás e cabos.

Sobre o Porto do Açu

Localizado na região norte do Rio de Janeiro, o Porto do Açu é o maior complexo porto-indústria privado de águas profundas da América Latina. Em operação desde 2014, é administrado pela Porto do Açu Operações, uma parceria entre a Prumo Logística, controlada pelo EIG, e o Porto de Antuérpia-Bruges Internacional. Ao todo, são 22 empresas já instaladas, entre clientes e parceiros, sendo várias delas companhias de classe mundial. Com atividades de minério, petróleo e gás natural consolidadas e em expansão, o Açu busca acelerar a industrialização com foco em projetos de baixo carbono, sendo reconhecido como o porto da transição energética no país.

Sobre a Prumo Logística

A Prumo Logística é um grupo econômico multinegócios responsável pelo desenvolvimento estratégico do Porto do Açu. É controlado pelo EIG, fundo norte-americano com foco em energia e infraestrutura, e também tem como acionista a Mubadala Investment Company, um investidor ativo e inovador que aloca capital em diversos segmentos. Por meio das seis empresas do Grupo (Porto do Açu Operações, Ferroport, Vast Infraestrutura, GNA, Dome e efen) e de clientes e parceiros, o Porto do Açu atende aos setores de petróleo e gás, logística portuária e mineração. A infraestrutura tem potencial ímpar para suportar novos negócios e diversos nichos industriais de baixo carbono. Orientado pela perspectiva estratégica da Prumo, o Açu é hoje um dos maiores e mais promissores ativos de infraestrutura do Brasil.

Sobre a Sarens

A Sarens é líder global e referência em serviços de aluguel de guindastes, içamento pesado e transporte projetado. Com equipamentos de última geração e engenharia de valor, a Sarens oferece aos seus clientes soluções criativas e inteligentes para os desafios atuais de içamento pesado e transporte especializado. A presença global da Sarens, sua ampla frota de guindastes e vasta experiência no transporte, içamento e instalação de turbinas eólicas tornam-na um parceiro valioso no setor de energia eólica, tanto onshore quanto offshore. A Sarens é um grupo multinacional com 100 escritórios em cinco continentes e mais de 5.000 funcionários em todo o mundo.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

Não perca a oportunidade de participar do maior evento da indústria de FPSOs no Brasil!

Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h  (Inscrições abertas, clique: Sympla ou Mercado Pago
Exposição: 14h às 20h (Acesso livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
Acesse o site do evento: https://fpsosexpor.com.br/

Repsol Sinopec e PUCRS colocam em operação equipamento pioneiro para captura direta de 300 toneladas de CO₂ do ar por ano

O DAC 300TA faz parte do programa NET, sigla para Negative Emissions Technology, que atua no avanço de soluções para negativar as emissões de CO₂ produzidas em qualquer tipo de atividade, independentemente de sua fonte geradora.

O lançamento do DAC 300TA, equipamento pioneiro na América Latina de captura direta de dióxido de carbono do ar, marca o início de uma nova etapa para o desenvolvimento de tecnologias para negativação de emissões, que contribuem para o enfrentamento das mudanças climáticas. No dia 28 de novembro, a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), em Porto Alegre, será o palco dessa inauguração, que contará com a presença de representantes da Repsol Sinopec Brasil, pesquisadores e autoridades. Na ocasião, também haverá uma visita ao local da instalação do equipamento DAC 300TA e ao laboratório de tecnologias de baixo carbono, implementado na Universidade.

O equipamento, com capacidade para capturar 300 toneladas de CO₂ por ano, faz parte do projeto Direct Air Capture System Integration, DAC SI, lançado pela Repsol Sinopec Brasil em parceria com a PUCRS em 2022, sendo uma importante iniciativa voltada à captura e injeção de carbono no subsolo, parte essencial dos esforços de pesquisa da companhia. Este lançamento está alinhado à ambição global do Grupo Repsol de alcançar zero emissões líquidas de carbono até 2050.

O projeto é financiado pelo recurso da cláusula de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação presente nos contratos de concessão da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Para o projeto DAC SI, o investimento foi superior a R$ 60 milhões, incluindo pesquisa e infraestrutura.

A PUCRS está na vanguarda das pesquisas sobre o potencial de captura e armazenamento do CO₂ no Brasil e por isso foi escolhida como parceira da Repsol Sinopec Brasil neste projeto. Desde fevereiro deste ano, o primeiro reator DAC, com capacidade de captar diretamente 15 toneladas de CO₂ por ano está operacional no campus da universidade, realizando os primeiros testes da tecnologia em ambiente de alta umidade e temperatura, condições ainda não avaliadas mundialmente.

O DAC 300TA proporcionará um aumento em 20 vezes dessa capacidade de captura direta de dióxido de carbono e, devido à sua modularidade, irá permitir que pesquisas relacionadas ao desenvolvimento de diferentes materiais adsorventes possam ser executadas em análise simultânea nas mesmas condições ambientais, gerando resultados totalmente equiparáveis, bem como estudos para aprimoramento da eficiência do processo.

Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA), atualmente existem 27 plantas de DAC no mundo, localizadas na Europa, América do Norte, Japão e Oriente Médio, operando principalmente em pequena escala. A maioria está em operação para demonstração e testes.

O DAC SI é referência e pioneiro com a primeira unidade DAC da América Latina. Vale destacar que com o avanço dos estudos, a tecnologia DAC, combinada com a mineralização em basalto, pode representar uma alternativa tecnológica de grande potencial para a remoção de CO₂ atmosférico, contribuindo para a mitigação das mudanças climáticas de maneira ambientalmente segura e sem riscos de retorno desse gás à atmosfera.

Conhecendo o processo

O equipamento DAC 300TA é uma composição de 20 reatores com capacidade de captar 15 toneladas de CO₂ por ano que, quando agrupados em cinco conjuntos de quatro reatores, somados chegam à capacidade total de captura de até 300 toneladas de CO₂ do ar atmosférico.

A tecnologia DAC adota neste equipamento utiliza grandes “ventiladores” que captam o ar que segue por meio de filtros internos preenchidos com materiais capazes de realizar a adsorção do CO₂, separando-o dos demais gases. Em seguida, inicia-se o processo de dessorção, no qual, a partir de um sistema de oscilação de temperatura e pressão, o CO₂ é liberado. Após essa etapa, o CO₂ em alta concentração é comprimido e pode ser transportado até o ponto de uso ou de armazenamento.

O CO₂ capturado pelo equipamento DAC pode ter dois destinos: a injeção no subsolo para a realização de armazenamento geológico, como o processo de mineralização em rochas basálticas; e a utilização como insumo de novos produtos, como a sua conversão em combustível sintético.

Neste contexto, o país possui uma condição geológica bastante promissora, representada pela formação Serra Geral, uma extensa área de derrame basáltico, localizado na Bacia do Paraná, um dos maiores derrames basálticos offshore do mundo.

Para garantir a negativação das emissões, a unidade DAC deverá ser alimentada por energia renovável. Neste ponto, o Brasil possui o diferencial de contar com cerca de 80% da sua matriz elétrica composta por fontes renováveis propiciando uma vantagem competitiva para a implementação desse tipo de tecnologia.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

Não perca a oportunidade de participar do maior evento da indústria de FPSOs no Brasil!

Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h  (Inscrições abertas, clique: Sympla ou Mercado Pago
Exposição: 14h às 20h (Acesso livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
Acesse o site do evento: https://fpsosexpor.com.br/

Emprego no setor de óleo e gás: PRIO abre vagas no Rio de Janeiro

Oportunidades variam de nível técnico a superior, para as áreas de Direito, Comunicação, Arte Visual, Engenharia, Ciências náuticas, Eletrotécnica, Mecânica e Produção.

A PRIO, maior empresa independente de óleo e gás do Brasil, está com sete vagas abertas para atuação no Rio de Janeiro. As oportunidades são para os cargos de Advogado de Assuntos Regulatórios, Analista de Comunicação Interna & Eventos, Designer Sênior, Redator, Supervisor de Produção, Técnico de Elétrica III e BCO (Oficial de Náutica).

Os candidatos podem checar as informações e requisitos de cada cargo disponível no site da Gupy. Além das vagas abertas, a página também possui a opção de Banco de Talentos, permitindo o cadastro de currículo para futuras oportunidades em diversas áreas.

“Na PRIO valorizamos a criatividade, a eficiência e a geração de valor, em um ambiente com liberdade de ação. Estamos sempre renovando conceitos e buscando o que tem de melhor no mercado para fazer a indústria de óleo e gás ser mais produtiva, inovadora e segura. Esperamos dos nossos candidatos a vontade de compartilhar conhecimento, aprender e crescer junto.”, destaca Luiza Martin, Coordenadora de Recrutamento e Gestão de Talentos da PRIO.

Prazer, PRIO

Somos a maior empresa independente de óleo e gás do Brasil, pioneira na recuperação e aumento da vida útil de campos em produção. Criada em 2015 e com cinco ativos na Bacia de Campos, temos foco na excelência e na busca por eficiência operacional, priorizando a segurança das operações e o zelo com as pessoas e com a preservação do meio ambiente.

Carioca, a PRIO tem um propósito que supera o O&G: queremos extrair o melhor da nossa energia para transformar o Brasil em um lugar mais eficiente. Além disso, buscamos envolver e devolver esse crescimento para a sociedade por meio do incentivo a iniciativas conectadas ao esporte, à cultura e à educação – que fazem parte do da nossa plataforma de patrocínios I ❤ PRIO.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

Não perca a oportunidade de participar do maior evento da indústria de FPSOs no Brasil!

Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h  (Inscrições abertas, clique: Sympla ou Mercado Pago
Exposição: 14h às 20h (Acesso livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
Acesse o site do evento: https://fpsosexpor.com.br/

Porto do Açu recebe P-26 para suporte a Reciclagem Verde

Plataforma da Petrobras chegou ao Açu para execução de contrato de acostagem e serviços.

O Porto do Açu, maior complexo porto-indústria privado da América Latina, recebeu a plataforma P-26, da Petrobras, para iniciar a preparação para o desmantelamento sustentável da unidade. A plataforma é a segunda de três unidades da operadora que serão atracadas no Açu para execução de contrato de acostagem e serviços. Desde fevereiro deste ano, o Porto também abriga a P-33.

O instrumento contratual firmado entre a Petrobras e o Porto do Açu prevê, entre outros serviços, disponibilidade de cais para as embarcações, limpeza de casco e destinação de resíduos e efluentes. A P-26 passará por limpeza de casco, reparos nos sistemas navais, dentre outros serviços. As unidades podem permanecer no Porto do Açu por até três anos.

O acostamento reduz a exposição ao risco dos trabalhadores e atividades offshore, além de eliminar a logística associada à manutenção da plataforma na locação, composta pelos transportes aéreos e marítimos, consumo de combustível para geração de energia, entre outras atividades.

O contrato com a Petrobras é o primeiro passo da estratégia do Porto do Açu para abrigar o primeiro hub de descomissionamento sustentável do Brasil, o que inclui as atividades de acostamento temporário, pré-desmantelamento e desmantelamento de plataformas.

A etapa atual de acostamento, em execução para a Petrobras, traz vantagens como liberação de áreas operacionais para a operadora, a fim do cumprimento dos prazos acordados com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), flexibilidade para definição de janelas de venda entre ativos e atendimento às melhores práticas de segurança e gestão ambiental. Além disso, o custo de manter uma unidade fixa ou flutuante seja de produção e ou exploração atracada no Porto do Açu é significativamente menor, bem como muito mais segura do que em alto-mar.

Entre os diferenciais do Porto do Açu estão a proximidade com a Bacia de Campos, possibilidade de acostamento de múltiplas unidades e equipamentos (monoboias e fixas) por longa duração, licenciamento e capacidade para remoção de bioincrustação (coral-sol), centro de controle unificado para gerenciamento de riscos e emergências e integração facilitada com o mercado siderúrgico para reaproveitamento dos insumos metálicos.

Hoje o Porto do Açu tem disponibilidade de cais para atender simultaneamente três plataformas, com possibilidade de expansão para oito unidades em menos de um ano e com investimento de baixo porte.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

Não perca a oportunidade de participar do maior evento da indústria de FPSOs no Brasil!

Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h  (Inscrições abertas, clique: Sympla ou Mercado Pago
Exposição: 14h às 20h (Acesso livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
Acesse o site do evento: https://fpsosexpor.com.br/

Tenaris abre inscrições para Programa de Estágio 2025.1

Processo seletivo conta com aproximadamente 20 vagas e busca estudantes com interesse em novos desafios.

A Tenaris, líder global na fabricação de tubos de aço e soluções para a indústria de energia e outros setores, abriu inscrições para o seu Programa de Estágio 2025 – 1º semestre. O processo conta com vagas para estudantes de ensino superior de diversas áreas que buscam desafios profissionais, oportunidade de atuação em ambiente industrial e que queiram adquirir novos conhecimentos. Grande parte das oportunidades são para trabalhar na Tenaris Confab, em Pindamonhangaba (SP), mas também há previsão de contratação para o Rio de Janeiro (RJ).

As oportunidades abrangem diversas áreas de formação como: Engenharias, Administração, Ciências Contábeis Econômicas, Relações Públicas, Jornalismo, Comunicação Social, Publicidade e Propaganda, Psicologia, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Direito, entre outros. Ter inglês e/ou espanhol no nível intermediário, Excel avançado e domínio de Power BI, Python e outros softwares são diferenciais para as vagas. A Tenaris oferece salário e benefícios compatíveis com o mercado de trabalho.

No Programa de Estágio Tenaris, os estudantes poderão explorar todo seu potencial de forma prática e com desafios importantes para sua carreira profissional. Terão oportunidade de aprender de forma próxima às Lideranças da empresa e com uma trilha de desenvolvimento dinâmica.

Os candidatos passarão por avaliações, entrevistas e dinâmicas de grupo. As inscrições estão abertas até o dia 30 de novembro, exclusivamente pelo link: https://recruitment.tenaris.com/

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

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Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h  (Inscrições abertas, clique: Sympla ou Mercado Pago
Exposição: 14h às 20h (Acesso livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
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Petrobras lança Plano de Negócios 2025-2029 com investimentos de US$ 111 bilhões

Iniciativas em baixo carbono somam US$ 16,3 bilhões, crescimento de 42% em relação ao plano anterior. Companhia também divulga Plano Estratégico 2050 (PE 2050).

O Conselho de Administração (CA) da Petrobras aprovou, em reunião realizada nesta quinta-feira (21/11), o Plano Estratégico 2050 (PE 2050) e o Plano de Negócios 2025-2029 (PN 2025-29). Durante o processo de elaboração dos Planos, o CA participou das discussões com as áreas técnicas e a Diretoria Executiva, levando à conclusão e aprovação do documento final. Durante o processo de elaboração dos planos, o CA participou das discussões com as áreas técnicas e a diretoria executiva, levando à conclusão e aprovação do documento final.

Com o objetivo de reforçar sua visão de longo prazo, a Petrobras separou seu plano, este ano, em duas peças: o PE 2050, que propõe refletir sobre o futuro do planeta e como a empresa quer ser reconhecida em 2050; e o PN 2025-29, com metas de curto e médio prazo, visando pavimentar o caminho da companhia para o futuro a partir de seus posicionamentos estratégicos.

O Plano Estratégico 2050 preserva a visão da Petrobras de ser a melhor empresa diversificada e integrada de energia na geração de valor, construindo um mundo mais sustentável, conciliando o foco em óleo e gás com a diversificação em negócios de baixo carbono (inclusive produtos petroquímicos, fertilizantes e biocombustíveis), sustentabilidade, segurança, respeito ao meio ambiente e atenção total às pessoas.

No horizonte do PN 2025-29, a Petrobras prevê investimentos de US$ 111 bilhões, sendo US$ 98 bilhões na Carteira de Projetos em Implantação e US$ 13 bilhões na Carteira de Projetos em Avaliação, composta por oportunidades com menor grau de maturidade e sujeitas a estudos adicionais de financiabilidade antes do início da execução. O investimento total previsto para os próximos cinco anos é 9% superior ao volume previsto no PE 2024-28+.

A Petrobras possui a vantagem competitiva de ter uma produção de petróleo com baixo custo e uma das menores intensidades de carbono do mundo. Essas condições permitem conciliar a liderança na transição energética justa com a exploração responsável de óleo e gás no país, de forma a manter o patamar de produção futuro próximo ao atual. Assim, o planejamento da Petrobras incorpora a ambição de que a empresa deve manter sua relevância atual no fornecimento de energia e no desenvolvimento econômico do Brasil, passando de 4,3 exajoules (EJ) em 2022 para 6,8 EJ em 2050, mantendo a representatividade da Petrobras em 31% da oferta primária de energia do Brasil. Além disso, a Petrobras reafirma a ambição de neutralizar suas emissões operacionais até 2050.

No quinquênio de 2025 a 2029, a companhia concentrará seus esforços no aproveitamento destas oportunidades do mercado de óleo e gás, com foco em reposição de reservas, na produção crescente com menor pegada de carbono e na ampliação da oferta de produtos mais sustentáveis e de maior qualidade no seu portfólio.

Sob a ótica financeira, a prioridade é uma estrutura de capital mais adequada, flexível e eficiente, com geração de caixa superior aos investimentos e obrigações financeiras, mantendo a sólida governança de aprovação de projetos, que garante a realização de investimentos rentáveis e aprovados somente com valor presente líquido (VPL) positivo em cenário de robustez. Com projetos de alto retorno, a companhia visa assegurar a distribuição do valor gerado para a sociedade, por meio de dividendos e tributos.

Detalhamento das carteiras de investimentos (CAPEX)
CAPEX para transição energética é transversal e totaliza US$ 16,3 bilhões

Distribuição anual dos investimentos (CAPEX) da Carteira em Implantação

Exploração e Produção (E&P)

Com investimentos totais de US$ 77,3 bilhões previstos para o quinquênio do Plano (5% superiores ao plano anterior), o segmento de Exploração e Produção (E&P) destina cerca de 60% para os ativos do pré-sal, consolidando uma grande fase de investimentos nessa província e reforçando seu diferencial competitivo, por meio de uma produção de petróleo de melhor qualidade, com baixos custos e menores emissões de gases de efeito estufa. Ao mesmo tempo, a companhia mantém grandes projetos de revitalização (REVITs), buscando aumentar os fatores de recuperação em campos maduros, especialmente na Bacia de Campos.

São projetos que se destacam pela dupla resiliência (econômica e ambiental) e alto valor econômico, compondo um portfólio viável a cenários de baixos preços de petróleo no longo prazo, com Brent de equilíbrio prospectivo, em média, de US$ 28 por barril e intensidade de carbono de até 15 kgCO2e por barril de óleo equivalente no quinquênio. A companhia também prevê uma média do Custo Total do Petróleo Produzido (CTPP)- que inclui custo de extração, participações governamentais e depreciação e depleção – de US$ 36,5/boe durante esse período, considerando participações governamentais de acordo com o Brent médio estimado como premissa do planejamento.

Serão implantados 10 novos sistemas de produção até 2029, utilizando tecnologias de última geração que permitem mais eficiência e menores emissões, sendo que nove já estão contratadas. Além disso, há cinco projetos em implantação para além de 2029 e mais seis projetos em estudo. A Petrobras é a operadora de todos esses projetos, com exceção do Raia que é operado pela Equinor.

Carteira de novos sistemas de produção

Com este Plano, a Petrobras projeta atingir a produção total de 3,2 milhões de barris equivalentes de óleo e gás por dia (boed), sendo 2,5 milhões de barris de óleo por dia (bpd). Para o acompanhamento do Plano, considera-se uma margem de variação de ±4%.

Curva de Produção 2025-2029

Para fazer frente aos desafios de reposição de reservas, a Petrobras aumentou os investimentos em atividades exploratórias, totalizando um CAPEX de US$ 7,9 bilhões no quinquênio (5% superior ao plano anterior).

Em paralelo, o Plano proposto também inclui projetos que visam aumentar a disponibilidade de gás e um olhar mais atento para os ativos maduros, com o objetivo de avaliar as possibilidades de prolongamento da vida produtiva desses ativos e seus sistemas de produção e, em último caso, iniciar as atividades de descomissionamento, seguindo as melhores práticas de sustentabilidade na destinação de ativos em final de ciclo de vida. A destinação sustentável de equipamentos e abandono de poços demandarão dispêndios de US$ 9,9 bilhões nos próximos cinco anos.

Refino, Transporte e Comercialização + Petroquímica e Fertilizantes (RTC)

O PN 2025-29 destina US$ 19,6 bilhões em investimentos totais no segmento de Refino, Transporte, Comercialização, Petroquímica e Fertilizantes (RTC), representando um aumento de 17% em relação ao plano anterior.

Os investimentos em refino visam, principalmente, a aumentar a capacidade do parque da Petrobras, ampliando a oferta de produtos de alta qualidade, como Diesel S10 e lubrificantes, e de combustíveis de baixo carbono. Também buscam melhorar a eficiência das unidades avançando na descarbonização das operações e no aumento da disponibilidade operacional.

Com os projetos na carteira RTC do Plano, planeja-se aumentar a capacidade de destilação de 1.813 mil barris por dia (bpd) para 2.105 mil bpd, com destaque para os projetos da RNEST, que incluem revamp (ampliação) do Trem 1 e conclusão do Trem 2.

A Petrobras aumentará a capacidade de produção de Diesel S10 em 290 mil bpd em seu parque de refino, considerando os projetos da Carteira de Implantação, e contará com sua primeira unidade de lubrificantes Grupo II (mais modernos), com capacidade de 12 mil bpd até 2029. Além disso, com projetos na Carteira de Avaliação, há potencial de adicionar capacidade de produção de Diesel S10 em mais 70 mil bpd para além de 2029.

No âmbito do programa BioRefino, a companhia planeja ofertar produtos de baixo carbono, com menor emissão de gases de efeito estufa (GEE), sendo protagonista na transição energética e atendendo a demanda crescente por renováveis. Por meio do programa, a Petrobras ampliará sua capacidade de produção do Diesel R5 (com 5% de conteúdo renovável), por rota de coprocessamento, integrado com as operações de algumas unidades de seu parque de refino.

Há ainda outros projetos e estudos envolvendo biocombustíveis produzidos por diferentes rotas tecnológicas, com destaque para plantas dedicadas de Bioquerosene de Aviação – BioQav (SAF) e Diesel 100% renovável (HVO) via rota HEFA (Hydroprocessed Esters and Fat Acids), além de estudos de ATJ (Alcohol to Jet), rota para produção de SAF através do processamento de etanol. Também estão em avaliação projetos de biorrefino em parceria com a Refinaria Riograndense e com a Acelen.

Os principais investimentos de Comercialização e Logística focam na remoção de gargalos logísticos e na expansão da atuação em mercados estratégicos. Destacam-se a iniciativa de construção de 16 novos navios de cabotagem e a implantação de projetos logísticos para aumentar a presença em mercados em crescimento, como, por exemplo, investimentos no Terminal Aquaviário do Porto de Santos e a construção de novo duto de combustíveis claros para abastecimento do Centro-Oeste.

Adicionalmente, há a retomada de atividades nos segmentos de Fertilizantes, com investimentos que totalizam, no quinquênio, US$ 900 milhões em projetos como a retomada da construção da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados (UFN-III), em Três Lagoas (MS), e a reativação da fábrica de fertilizantes Araucária Nitrogenados S.A. (ANSA), em Araucária (PR).

No segmento de Petroquímica, serão conduzidos estudos para oportunidades de negócios em sinergia com o Refino.

Gás Natural e Energias de Baixo Carbono

Os projetos de Gás Natural e Energia (G&E) receberão investimentos totais de US$ 2,6 bilhões, mantendo as iniciativas previstas no plano anterior com foco na confiabilidade e disponibilidade dos seus ativos para assegurar a competitividade na operação e comercialização de gás e energia, além de incluir projetos para redução das emissões e iniciativas para a inserção de fontes renováveis.

O PN 2025-29 considera o desenvolvimento de duas usinas termelétricas (UTEs) no Complexo de Energia Boaventura, em Itaboraí (RJ), sendo a implementação desses projetos condicionada ao sucesso em leilões futuros de reserva de capacidade de energia.

Quanto às Energias de Baixo Carbono (escopo 3), o Plano aprovado contempla projetos e estudos nos segmentos de geração renovável onshore (eólica/solar); bioprodutos (etanol, biodiesel e biometano); hidrogênio de baixo carbono; captura, transporte e armazenamento de carbono (CCUS) e outros.

Transição energética

Levando em conta todas as iniciativas de baixo carbono (escopos 1, 2 e 3), o investimento totaliza US$ 16,3 bilhões em transição energética, englobando, além dos projetos em Energias de Baixo Carbono, projetos para descarbonização das operações e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) que permeia todos os segmentos. Esse volume representa 15% do CAPEX total previsto para o quinquênio (contra 11% no plano anterior) e um aumento de 42% em relação ao plano anterior.

Investimentos em transição energética

A atuação em negócios de baixo carbono visa à diversificação rentável do portfólio, promovendo a perenização da Petrobras. No que se refere a projetos em geração renovável, a companhia buscará atuar preferencialmente em parceria com empresas de grande porte do setor, com o objetivo de descarbonização das operações, integração da carteira de soluções de baixo carbono e captura de oportunidades de mercado no Brasil. Em relação aos  bioprodutos, que incluem as cadeias de etanol, biodiesel e biometano, a Petrobras buscará ingressar nos segmentos preferencialmente por meio de parcerias estratégicas minoritárias ou com controle compartilhado, com players relevantes do setor.

No CAPEX total de transição energética, a companhia conta também com o Programa Petrobras Carbono Neutro e com um fundo de descarbonização, com orçamento de US$ 1,3 bilhão para o período de 2025 a 2029, com a finalidade de financiar soluções de descarbonização selecionadas por seu potencial de redução de emissões, considerando custo e impacto em mitigação de carbono. Além dos esforços de redução intrínseca, a Petrobras prevê, como ferramenta complementar, o uso de compensação por crédito de carbono de qualidade para reduzir suas emissões totais, ampliando a contribuição para a manutenção de florestas de pé e o restauro de ecossistemas.

Estão sendo mantidos para o PN 2025-29 os seis compromissos de descarbonização (escopos 1 e 2) propostos no plano anterior, a saber:
– Redução das emissões absolutas operacionais totais em 30% até 2030 em relação a 2015
– Zero queima de rotina em flare até 2030
– Reinjeção de 80 milhões tCO2 até 2025 em projetos de CCUS
– Intensidade do portfólio de 15 kgCO2e/boe até 2025, mantida em 15 kgCO2e/boe até 2030 (E&P)
– Intensidade de 36 kgCO2e/CWT até 2025 e 30 kgCO2e/CWT até 2030 (Refino)
– Redução da intensidade de emissões de metano no segmento upstream até 2025, atingindo 0,25 t CH4/mil tHC e atingindo 0,20 t CH4/mil tHC em 2030

No que se refere às ambições associadas à redução da pegada de carbono, destacam-se a busca pela neutralidade das emissões operacionais até 2050, a meta “Near Zero Methane 2030” e o crescimento líquido neutro até 2030, não ultrapassando patamar de emissões de 2022 (40% de redução desde 2015), mesmo com o aumento de produção e atividades previstas no PN 2025-29.

Financiabilidade

O estudo de financiabilidade do PN 2025-29 resultou na consolidação de uma estrutura de capital mais eficiente, com maior flexibilidade e baixa alavancagem em cenários desafiadores.

O limite da dívida bruta foi revisado para US$ 75 bilhões no PN 2025-29, após análise da estrutura de capital mais adequada para a empresa, sendo aderente à minimização do custo de capital, aos riscos do fluxo de caixa e a uma gestão eficiente de caixa e liquidez. O aumento do teto da dívida considera métricas de alavancagem robustas, mesmo em cenários de baixos preços do Brent, além de proporcionar maior flexibilidade em relação à crescente relevância dos afretamentos na dívida bruta.

O fluxo de caixa livre robusto permite estimativa de sólidos dividendos, projetando US$ 45 a 55 bilhões de dividendos ordinários no cenário-base, com flexibilidade para pagamentos extraordinários.

Consolidação das Fontes e Usos  
(faixas com visão da Carteira Total)

1 Inclui pagamentos contingentes, diferidos e desinvestimentos
2 Captação de financiamentos, líquidos de amortizações
3 Investimentos totais
4 Inclui os dividendos extraordinários declarados em 21/11/2024  
5 Aumentos nos leasings devido, principalmente, a valores incluídos na geração de caixa operacional e no fluxo de caixa de investimentos no plano anterior

Destaca-se que o PN 2025-29 considera, entre as premissas para a financiabilidade, a geração de caixa superior aos investimentos e obrigações financeiras; caixa mínimo de US$ 6 bilhões; intervalo de referência da dívida bruta de US$ 55 bilhões a US$ 75 bilhões, com convergência no patamar de US$ 65 milhões; e pagamento de dividendos conforme a Política de Remuneração aos Acionistas vigente.

Em essência, o PE 2050 e o PN 2025-29 demonstram o compromisso da Petrobras em conciliar a liderança na transição energética justa com a exploração e produção de óleo e gás. Com aumento dos investimentos em transição energética e a diversificação do portfólio, de forma responsável e rentável, a companhia está se preparando para as rotas dessa transição. O PE 2050 apresenta a trajetória que a Petrobras percorrerá como empresa líder na transição energética justa, reduzindo suas emissões, mantendo sua participação na oferta de energia no Brasil e com papel crescente das energias renováveis em seu portfólio, contribuindo para a segurança energética do país. A mobilização de recursos da companhia e sua capacidade técnica, além do ecossistema de inovação e parcerias, visam desenvolver soluções que beneficiem tanto a Petrobras quanto a sociedade brasileira, gerando um efeito multiplicador na economia e no país. A Petrobras prosseguirá trabalhando com segurança, responsabilidade financeira, ética, transparência e respeito às pessoas e ao meio ambiente, investindo no presente para construir um futuro sustentável, gerando empregos, pagando tributos e distribuindo os seus ganhos para a sociedade e seus acionistas.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

Não perca a oportunidade de participar do maior evento da indústria de FPSOs no Brasil!

Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h  (Inscrições abertas, clique: Sympla ou Mercado Pago
Exposição: 14h às 20h (Acesso livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
Acesse o site do evento: https://fpsosexpor.com.br/

Subsea7 atinge US$ 321 milhões em EBITDA ajustado no 3T24, aumento de 59% em comparação ao ano anterior

No Brasil, o destaque foi o progresso das operações dos projetos Mero 3 e Mero 4, em que a Seven Vega completou a primeira viagem para lançamento de dutos rígidos

A Subsea7, líder global na entrega de projetos e tecnologia offshore para o setor de energia, encerrou o terceiro trimestre de 2024 com sólida performance operacional e financeira. Entre os meses de julho e setembro, a companhia alcançou US$ 321 milhões em EBITDA ajustado, o que representa alta de 59% no comparativo ao mesmo período do ano anterior, resultando em uma margem de EBITDA ajustada de 18%, acima dos 13% no 3T23. A receita de US$ 1,8 bilhão, representa um crescimento de 16% em relação a 2023.

“Os bons resultados foram impulsionados pelo forte desempenho das unidades de negócios. No Brasil, o destaque é o progresso das operações dos projetos Mero 3 e Mero 4, em que a Seven Vega completou a primeira viagem para lançamento de dutos rígidos. Registramos, também, elevados níveis de utilização dos PLSVs e avançaram os trabalhos em Bacalhau, Mero 3&4, Búzios 8, Búzios 9 e Bijupirá-Salema”, destaca John Evans, CEO Global da Subsea7.

A carteira de pedidos (backlog) global apresenta alta de US$ 11,3 milhões, dos quais prevê-se a execução de US$ 1,8 milhões até o fim deste ano, seguido por US$ US$ 5,3 milhões em 2025 e US$ 4,2 milhões em 2026 e nos anos seguintes. A entrada de novos projetos continuou favorável com uma marca de US$ 1,3 bilhão.

Para 2025, estimamos que as receitas atinjam entre U$S 6,8 e U$S 7,2 milhões, com margem EBITDA ajustada entre 18 e 20%, ultrapassando esse percentual em 2026. “Por meio dos debates sobre petróleo e gás com baixo teor de carbono, assim como a energia eólica offshore, a Subsea7 permanece bem-posicionada para fornecer a energia que o mundo precisa hoje e amanhã”, conclui Evans.

Subsea7 no Brasil
Em outubro, a Subsea7 anunciou a entrega do “First Oil” na primeira fase do Projeto Mero 3, realizado em parceria com a Petrobras. O marco representa o primeiro projeto de Engenharia, Suprimento, Construção e Instalação (EPCI) da companhia com a Petrobras em uma década, sinalizando um importante avanço para o setor e para o desenvolvimento econômico nacional. O FPSO utilizado na iniciativa foi concebido para produzir 180 mil barris de óleo e comprimir até 12 milhões de metros cúbicos de gás diariamente. A conquista reforça a relevância do Brasil no cenário global de energia e a retomada de colaborações estratégicas entre as duas empresas.

Sobre a Subsea7
Líder global na entrega de projetos e serviços offshore para o setor de energia, a Subsea7 torna possível a transição energética offshore por meio da evolução contínua do petróleo e do gás com baixo teor de carbono, permitindo o crescimento de energias renováveis e emergentes.
Presente no Brasil há mais de 35 anos, a empresa conta hoje com mais de dois mil colaboradores diretos distribuídos em bases operacionais em Ubu, no Espírito Santo, Rio das Ostras (RJ) e Niterói (RJ), além de um escritório na cidade do Rio de Janeiro. As operações no Brasil estão divididas em duas áreas principais:
• Subsea e convencional: Engenharia, Aquisição, Construção e Instalação (EPCI), descomissionamento em profundidades variadas e contratos de PLSVs;
• Serviços durante a vida útil o campo: Inspeção, reparo e manutenção, gerenciamento de integridade e serviços de suporte.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

Não perca a oportunidade de participar do maior evento da indústria de FPSOs no Brasil!

Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h  (Inscrições abertas, clique: Sympla ou Mercado Pago
Exposição: 14h às 20h (Acesso livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
Acesse o site do evento: https://fpsosexpor.com.br/

Tenaris reforça posição como fornecedora para o pré-sal com projeto Búzios 9

A Subsea7 concedeu à Tenaris o fornecimento de tubos e soluções de revestimento para o projeto Búzios 9, operado pela Petrobras na Bacia de Santos. Localizado a 180 km (112 milhas) da costa do Rio de Janeiro, o Campo de Búzios fica a uma profundidade de 2 mil metros.

O contrato inclui o fornecimento de 102 km de tubos de aço carbono para risers e linhas de fluxo, bem como revestimento de isolamento térmico.

Para este projeto, a Tenaris alavancará suas capacidades globais de fabricação. Os tubos de aço carbono serão fabricados na Dalmine, o centro de produção da Tenaris na Itália, enquanto o processo de revestimento será executado na Confab, localizada em Pindamonhangaba, Brasil.

“Estamos honrados por termos sido escolhidos pela Subsea7 mais uma vez. Este novo prêmio reforça nossa posição como um parceiro confiável para projetos offshore importantes, capaz de oferecer um pacote sólido e abrangente, incluindo tubos de alta qualidade e soluções de revestimento. Estamos entusiasmados em continuar apoiando a Subsea7 e a Petrobras no desenvolvimento do Pré-Sal brasileiro, um dos ambientes offshore mais desafiadores do mundo”, diz Renato Catallini, presidente da Tenaris no Brasil.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

Não perca a oportunidade de participar do maior evento da indústria de FPSOs no Brasil!

Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h  (Inscrições abertas, clique: Sympla ou Mercado Pago
Exposição: 14h às 20h (Acesso livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
Acesse o site do evento: https://fpsosexpor.com.br/

OceanPact faz aquisição de 95% da Aiuká, por meio de sua empresa de consultoria EnvironPact

A OceanPact, através de sua empresa de consultoria EnvironPact Sustentabilidade e Resiliência (“EnvironPact”), fez a aquisição de 95% da Aiuká Consultoria em Soluções Ambientais (“Aiuká) no último dia 17 de novembro.

Fundada em 2010, a Aiuká é uma empresa brasileira pioneira na prevenção, resgate e reabilitação de fauna oleada. Se destaca por sua excelência técnica e aplicação das melhores práticas nacionais e internacionais no tratamento de animais impactados por derramamentos de petróleo e outras crises ambientais. É reconhecida internacionalmente por sua infraestrutura, especialização no planejamento, gestão e resposta a fauna em emergências ambientais, tendo participado em mais de 50 eventos a nível global.

A Aiuká é membro fundador do Global Oiled Wildlife Response System (GOWRS), uma rede internacional que é composta por 10 organizações cujo objetivo é melhorar a preparação global para resposta a incidentes envolvendo a fauna. Os profissionais da Aiuká também integram as equipes internacionais de resgate do International Bird Rescue (IBR) e do International Fund for Animal Welfare (IFAW).

A Aiuká possui três centros operacionais de referência localizados em Praia Grande (SP), Rio das Ostras (RJ) e Lima (Peru), e a sua aquisição fortalece a presença da OceanPact no mercado de consultoria ambiental e resposta a emergências, ampliando a capacidade de atuação da companhia em projetos de proteção e resiliência ambiental. A transação está alinhada com a estratégia da OceanPact de diversificar seu portfólio de soluções sustentáveis e aumentar o valor agregado oferecido a seus clientes e parceiros.

A EnvironPact e a Aiuká trabalham em parceria há mais de 10 anos e possuem valores e missões comuns que contribuirão para facilitar a integração das operações.

Todos os contratos e compromissos estão assegurados pela EnvironPact e pela Aiuká, que seguirão desenvolvendo suas atividades, gerando valor para todos os seus stakeholders sem qualquer problema de continuidade.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

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Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h  (Inscrições abertas, clique: Sympla ou Mercado Pago
Exposição: 14h às 20h (Acesso livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
Acesse o site do evento: https://fpsosexpor.com.br/

Petrobras e Yara assinam acordos para cooperação técnica e industrialização de ARLA 32

A Petrobras, em continuidade ao Comunicado ao Mercado de 09 de julho de 2024, informa que assinou com a Yara e a Araucária Nitrogenados S.A. (ANSA), subsidiária integral da companhia, dois acordos, em mais uma etapa para construção de uma potencial parceria nos segmentos de fertilizantes e produtos industriais.

O primeiro acordo prevê a comercialização, pela Yara, de Agente Redutor Líquido Automotivo (ARLA 32) produzido na ANSA, o qual será elaborado utilizando como matéria-prima ureia fornecida pela Yara. Este acordo permitirá a retomada da produção nacional do produto, que atualmente é importado. O processo de industrialização será realizado em paralelo às atividades de retomada integral da operação da fábrica de Araucária.

O segundo é um acordo de cooperação técnica para desenvolvimento de estudos conjuntos nas áreas de fertilizantes e produtos industriais correlatos, bem como contempla esforços de transição energética vinculados a projetos de descarbonização e produção de fertilizantes renováveis e de baixa intensidade de carbono.  Essa cooperação científica, tecnológica e operacional tem por objetivo atingir uma maior eficiência produtiva e aumento da oferta desses produtos no mercado.

Sobre a retomada da ANSA

Conforme comunicados divulgados ao mercado em 6 de junho e 15 de agosto de 2024, a Petrobras investirá R$ 870 milhões para o retorno das atividades operacionais da ANSA. A fábrica, localizada no Paraná, está hibernada desde 2020 e teve o retorno das suas atividades operacionais aprovado em junho de 2024. A previsão é de que a fábrica volte a operar em maio de 2025, num esforço de antecipação da previsão inicial. As atividades de desibernação e retomada estão sendo realizadas diretamente pela Petrobras e ANSA.

Sobre a Yara

Fundada na Noruega, em 1905, A Yara possui 18 mil empregados e operações em mais de 60 países. No Brasil, a Yara está posicionada em todos os principais polos agrícolas. Com mais de 5 mil colaboradores no país, a empresa atende todos os perfis de produtores e culturas e vem trabalhando para fomentar a produção de fertilizantes, reduzindo a dependência de importação de matéria-prima e modernizando a indústria nacional.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

Não perca a oportunidade de participar do maior evento da indústria de FPSOs no Brasil!

Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h  (Inscrições abertas, clique: Sympla ou Mercado Pago
Exposição: 14h às 20h (Acesso livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
Acesse o site do evento: https://fpsosexpor.com.br/