Duas novas empresas são inscritas na Oferta Permanente

Em reunião realizada na última terça-feira (7/4), a Comissão Especial de Licitação (CEL) da Oferta Permanente aprovou a inscrição de mais duas empresas: Chevron Brasil Óleo e Gás Ltda. e Infra Construtora e Serviços Ltda. Com essas aprovações, que foram publicadas hoje (9/4) no Diário Oficial da União, a Oferta Permanente passa a contar com um total de 54 empresas inscritas.

Ao contrário das rodadas de licitações tradicionais da ANP, a Oferta Permanente não foi suspensa devido à pandemia de coronavírus e continua em andamento.

O processo de Oferta Permanente de áreas para exploração e produção de petróleo e gás natural prevê a oferta contínua de campos e blocos devolvidos (ou em processo de devolução) e de blocos exploratórios ofertados em rodadas anteriores e não arrematados. Nesta modalidade, as licitantes inscritas podem apresentar declaração de interesse, acompanhada de garantia de oferta, para quaisquer blocos ou áreas em oferta. Apresentada uma ou mais declarações de interesse, e aprovada toda a documentação, a CEL divulga cronograma para realização de um ciclo para apresentação de ofertas.

O 1º Ciclo foi realizado em 10/09/2019, resultado em 33 blocos e 12 áreas com acumulações marginais arrematadas. A ANP já promoveu a assinatura de 25 dos 45 contratos de concessão do Primeiro Ciclo da Oferta Permanente.

 

Ascom ANP

Eneva oferece à AES Tietê mais tempo para avaliar oferta de fusão

A elétrica Eneva afirmou que ofereceu à AES Tietê, da norte-americana AES, prorrogar o prazo da oferta de fusão entre elas para conclusão de avaliações e medidas necessárias para o negócio.

A Eneva fez em 1° de março uma oferta hostil para fusão com a AES Tietê, em negócio que envolveria pagamento de 2,75 bilhões de reais em dinheiro e mais um montante em ações aos atuais acionistas da rival, operação total de 6,6 bilhões de reais.

“Os termos vigentes da operação proposta pela Eneva… são vantajosos aos acionistas da AES Tietê, que receberão parcela significativa em dinheiro”, disse a Eneva, no fato relevante.

A empresa pontuou ainda ter a “convicção” de que a AES Tietê e seus assessores, diante de todos esses documentos, relatórios e respostas apresentadas, “têm condições de avaliar, de forma independente e criteriosa, a proposta da Eneva e concluir pela sua recomendação aos acionistas”.

“Informamos que questionamos a administração da AES Tietê se esta entendia ser útil a prorrogação do prazo da oferta da Eneva…, para que possa concluir a análise dos benefícios da operação e firmar os documentos necessários à sua implementação”, disse a Eneva.

A Eneva pontuou ainda que há uma reunião de seu conselho de administração convocada para 21 de abril para tratar do tema.

Agência Reuters

Rússia elogia acordo sobre petróleo e diz que salva milhões de empregos nos EUA

Um acordo global para restringir a produção de petróleo alcançado no final de semana deverá ajudar a estabelecer um piso para os preços da commodity e a salvar milhões de empregos nos Estados Unidos, disseram representantes do governo russo.

Envolvidos em uma disputa com potências ocidentais, principalmente os EUA, desde 2014, após a anexação da Crimeia junto à Ucrânia e acusações de interferência em eleições, os russos têm tentado reconstruir laços desde a pandemia de coronavírus.

Eles enviaram ajuda médica à Itália e aos EUA para o combate à epidemia e ainda deram seu apoio ao histórico pacto sobre a oferta de petróleo, que pode ter implicações negativas para sua própria economia.

Os planos para cortes de oferta representam uma completa virada para a Rússia e a Arábia Saudita, que vinham ameaçando aumentar a oferta em uma disputa por participação no mercado desde o colapso de um acordo anterior entre a Opep e outros produtores no início de março.

Com ajuda do G20, líderes da Rússia, dos EUA e da Arábia Saudita se envolveram em uma série de negociações por telefone na semana passada para forjar o acordo, que deve retirar até 20 milhões de barris por dia (bpd) do mercado de petróleo, ou cerca de um quarto da oferta total.

“O presidente Putin teve na semana passada mais ligações telefônicas com o presidente Trump do que em todo o ano passado”, disse o chefe do fundo soberano russo, Kirill Dmitriev, à CNBC.

Trump disse que ajudou a negociar o acordo. Os EUA também concordaram em fazer cortes de oferta adicionais no lugar do México, ajudando a salvar o pacto após quatro dias de negociações.

“Esse é um exemplo de nós trabalhando juntos para o bem de nossas nações”, disse Dmitriev à CNBC, estimando que o acordo deve salvar mais de 2 milhões de empregos nos EUA.

Sem o acordo, os preços do petróleo poderiam seguir em colapso, caindo para abaixo de 10 dólares o barril, ante mais de 30 dólares agora, acrescentou ele.

Agência Reuters

BR nota melhora na demanda por etanol e gasolina, mas ainda vê queda de até 35%

A BR Distribuidora, a maior empresa do setor de distribuição de combustíveis do Brasil, notou alguma recuperação na demanda pela gasolina e etanol distribuídos pela empresa nos últimos dias, mas ainda amarga uma queda de 30% a 35% nas vendas, na comparação com o movimento pré-crise do coronavírus, disse o CEO da companhia.

Logo que as quarentenas se intensificaram no país, a BR chegou a registrar queda de 60% na demanda por esses dois combustíveis, mas uma recente movimentação maior nas cidades teria colaborado para amenizar a redução nos índices de consumo, acrescentou Rafael Grisolia à Reuters, em entrevista por telefone.

“O fato é que a queda inicial de 60% tinha sido bem alta, e nos dois ou três últimos dias verificamos um retorno de aproximadamente 30% desta queda, que estamos inicialmente associando a uma maior movimentação nos centros urbanos, como temos acompanhado pelas notícias”, disse ele.

Já a demanda por diesel, que se manteve praticamente estável por uma semana no início da crise, passou a ter queda de cerca de 20% ante os níveis pré-crise, algo que se mantém atualmente.

O executivo da companhia que possui pouco mais de 25% do mercado de todos os combustíveis do Brasil disse ainda que, não fosse o escoamento da safra e as atividades de colheita de grãos do Brasil, a demanda por diesel teria caído mais.

“A nossa leitura é que nas rodovias todo o transporte de cargas… a movimentação de safra está acontecendo, mas o que está afetando é a menor movimentação dos transportes públicos”, disse Grisolia, referindo-se ao diesel, o combustível que normalmente é o mais vendido no Brasil e referência para a atividade econômica.

O CEO da distribuidora lembrou que a empresa tem adotado postura de flexibilizar negociações com fornecedores, de gasolina, etanol e biodiesel, e com clientes, para que todos possam conseguir sair desta crise.

Ele reforçou que a BR não executou força maior em contratos, buscando negociar especialmente com produtores de etanol e biodiesel, que dizem estar sofrendo pressão de alguns clientes, em meio à forte queda no consumo.

“Diante da menor demanda, estamos muito sensíveis e soltamos vários pacotes de ajuda aos nossos postos… Adotamos o principio da flexibilidade, achamos que a crise vai passar, mas não temos o ‘timing’ de quando isso acontecerá”, disse ele.

“Em função disso, temos tentado passar para os nossos fornecedores que estamos sem visibilidade de demanda… para manter o sistema equilibrado, para que todos possamos sair da crise juntos”, completou ele, ressaltando que a companhia sabe das suas responsabilidades como líder do setor.

O executivo evitou fazer prognósticos sobre o impacto da atual crise para os resultados da companhia.

“Difícil falar de cenários para solução da crise, temos de estar preparados… a permanecer isso, é um impacto muito grande, trabalhamos com hipótese de que a crise não é eterna…”

Grisolia disse ainda que, do quadro de 3.700 funcionários, 68% estão em regime de home office, visando minimizar riscos com a doença. Disse também que a BR foi uma das primeiras empresas a aderir um compromisso de não demissão durante a crise.

A empresa também tem atuado em parceria com a sua rede de postos em ações para ajudar frentistas e caminhoneiros, que incluem até mesmo a distribuição de refeições em locais com restaurantes fechados nas estradas, além da liberação de banheiros para a higiene dos motoristas.

Frentistas da rede também têm recebido equipamentos de proteção ao coronavírus, como máscaras.

Agência Reuters

ANP edita medidas relativas ao transporte de gás natural para atender a crise do coronavírus

Considerando as medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional, decorrente do novo coronavírus (Covid-19), no dia 08/04/2020 a ANP emitiu o Despacho nº 2/2020/SIM-COI/SIM/ANP-RJ (n° SEI 0710797), que trata da medição da transferência de custódia de petróleo e gás natural em instalações de transporte de gás natural.
O despacho suspende os prazos relativos a calibração de elementos primários e secundários de medição de temperatura e pressão e inspeção dos componentes de medição, associados a gasodutos de transporte, e relacionados nas Tabelas 2 e 3 do Anexo B do Regulamento Técnico de Medição de Petróleo e Gás Natural (RTM) aprovado pela Resolução ANP/Inmetro n° 1/2013.
Será considerada prorrogada a validade dos certificados de calibração e de inspeção dos elementos citados acima que estão para vencer neste período de implantação de medidas para enfrentamento da pandemia do Covid-19, pelo prazo que perdurar o estado de emergência de saúde pública. Após a normalização das atividades, o prazo para nova calibração ou inspeção dos elementos corresponderá ao período restante para o vencimento de tais certificados, contado a partir da data do despacho supracitado.
A situação de suspensão em tela não isenta os agentes econômicos de executarem suas atividades de forma a manter a segurança operacional e a proteção ao meio ambiente.
Ascom ANP

Maersk traz 1,8 mil contêineres refrigerados ao Brasil

Para minimizar os impactos da escassez de contêineres refrigerados no Brasil sobre as exportações de carnes e frutas, a Maersk, maior empresa de navegação marítima do mundo, informou que está trazendo 1,8 mil contêineres para o país.
De acordo com a empresa, os contêineres chegaram na semana passada e serão distribuídos conforme a demanda dos clientes.
A capacidade de cada contêiner refrigerado é de cerca de 25 toneladas. Juntos, os 1,8 mil contêineres trazidos pela Maersk têm capacidade par armazenar 45 mil toneladas de produtos. Apenas em carne de frango, o Brasil exporta mais de 300 mil toneladas por mês.
A logística portuária se tornou um desafio para os exportadores de carnes devido à quarentena adotada no primeiro trimestre pela China para conter o coronavírus. A medida fez com que muitos contêineres ficassem retidos no país.
Valor Econômico

Linha marítima direta entre Brasil e países árabes entra em pauta

A ministra da agricultura, Tereza Cristina, sugeriu na quarta-feira (8), em reunião virtual com os membros da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, a criação de uma linha direta de comercialização para reduzir custos nas operações, com a ampliação de importações de produtos árabes que, juntos, são o segundo principal parceiro comercial agrícola brasileiro.
O presidente da câmara, Rubens Hannun, afirma que o objetivo principal da reunião é conseguir rentabilizar ao máximo esse comércio e, para isso, é necessário pensar na logística de transporte. “Um discurso muito importante é o custo de logística que se dá em função em se ter ou não transporte marítimo direto entre Brasil e países árabes”, diz ele.
A implantação de linhas marítimas diretas já está sendo estudado, mas, para isso ser rentável, é preciso aumentar comércio com os árabes. De acordo com Hannun, a Arábia tem grande interesse em proteína animal e frutos brasileiros, tendo esses um potencial grande como produto de troca.
Canal Rural

Opep e Rússia aprovam corte histórico na produção de petróleo em meio à pandemia

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Rússia e outros países produtores de petróleo concordaram neste domingo com um corte na produção em volume recorde, representando 10% da oferta global, para apoiar os preços do petróleo em meio à pandemia do coronavírus.
O grupo, conhecido como Opep+, acordou a redução da produção em 9,7 milhões de barris por dia (bpd) em maio e junho, depois de quatro dias de negociações e após a pressão do presidente dos EUA, Donald Trump, para impedir a queda de preços.
Duas fontes da Opep+ disseram à Reuters que o acordo foi fechado em uma videoconferência no domingo. Posteriormente, ele foi confirmado em um comunicado do Ministério da Energia do Cazaquistão.
No maior corte na produção de petróleo de todos os tempos, os países continuarão diminuindo gradualmente os freios à produção por dois anos até abril de 2022.
Medidas para conter a disseminação do coronavírus destruíram a demanda por combustível e reduziram os preços do petróleo, pressionando os orçamentos dos produtores de petróleo e prejudicando a indústria de xisto dos Estados Unidos, que é mais vulnerável a preços baixos devido aos seus custos mais altos.
A Opep+ também disse que queria que produtores de fora do grupo, como Estados Unidos, Canadá, Brasil e Noruega, cortassem mais 5% da produção ou 5 milhões de bpd.
O ministro de Minas e Energia do Brasil, Bento Albuquerque, disse na sexta-feira que, por questões legais, o governo brasileiro não tem influência sobre o mercado de petróleo, sendo apenas responsável pelas políticas públicas do setor. Também afirmou que a Petrobras, que é controlada pela União, já reduziu sua produção em 200 mil bpd, o que representa 20% do total das exportações de petróleo do Brasil.
Canadá e Noruega sinalizaram disposição para cortar e os Estados Unidos, onde a legislação também dificulta a atuação em conjunto com cartéis como a Opep, disseram que sua produção cairia acentuadamente este ano devido aos baixos preços.
A assinatura do acordo da Opep+ foi adiada desde quinta-feira pela resistência do México aos cortes de produção que foi solicitado a fazer.
O presidente do México, Andres Manuel Lopez Obrador, afirmou na sexta-feira que Trump se oferecera para fazer cortes extras nos EUA em seu nome, uma oferta incomum de um Trump que há muito se opõe à Opep.
Trump, que havia ameaçado a Arábia Saudita com tarifas sobre o petróleo se o país não resolvesse o problema de excesso de oferta do mercado, disse que Washington ajudaria o México pegando “parte da folga” e sendo reembolsado mais tarde.
No domingo, o México afirmou que reduzirá sua produção de petróleo em 100.000 barris por dia a partir de maio.
A Opep+ havia pedido ao México que diminuísse a produção em 400.000 bpd.
O Ministério da Energia do Azerbaijão disse que os Estados Unidos compensarão o México cortando a produção em outros 300.000 bpd. O patamar representa 50.000 bpd a mais do que Lopez Obrador e Trump haviam concordado anteriormente.
Uma autoridade mexicana confirmou o anúncio do ministério azeri de que os Estados Unidos assumiriam a responsabilidade por 300.000 bpd em cortes para o México.
Agência Reuters

Contrato da Petrobras com distribuidoras flexibiliza retirada de combustíveis, dizem fontes

A Petrobras reduziu o fornecimento de combustíveis para distribuidoras brasileiras afetadas pela queda na demanda provocada pela pandemia de coronavírus, mas isso não implica em qualquer problema contratual, disseram duas fontes com conhecimento do assunto à Reuters.

Os contratos com as clientes da estatal foram feitos no modelo conhecido como “take or pay”, que permite essa flexibilização em momentos específicos e imprevisíveis.

Essa redução nas retiradas de combustíveis está sendo feita no momento em que a demanda pelos principais derivados de petróleo da Petrobras, diesel e gasolina, caiu mais de 50%, segundo uma das fonte da empresa.

“Os contratos com as distribuidoras possuem cláusula de ‘take or pay’, que flexibilizamos”, disse à Reuters uma das fontes.

“Isso faz parte de contratos. Estamos em crise (de pandemia) Temos que negociar”, afirmou a segunda fonte.

A pandemia de Covid-19 provocou um onda global de restrições ao transporte, com as recomendações de isolamento para evitar a propagação do vírus.

Com menos demanda das empresas e consumidores, os compromissos de compra de produtos da Petrobras, firmados no passado, ficaram “com sobras”.

Os termos contratuais e volumes vendidos atualmente não foram revelados pelas fontes.

Procurada, a Petrobras não comentou o assunto imediatamente.

IMPACTOS DA QUEDA
O setor de combustíveis vem sendo um dos mais afetados pela redução no consumo, com diversos elos da cadeia sendo impactados, incluindo os produtores de etanol e biodiesel.

A Raízen, uma das maiores distribuidoras de combustíveis do Brasil, declarou força maior em contratos de compra de etanol de usinas locais.

A Raízen, além de distribuidora de combustíveis, também é a maior produtora de açúcar e etanol de cana do mundo.

Mas, com o contrato de “take or pay”, as distribuidoras não precisaram declarar força maior para reduzir compras de combustíveis da Petrobras, que detém quase a totalidade do refino de petróleo no Brasil.

“Não há nenhum problema com as distribuidoras. Ninguém declarou força maior (para a Petrobras)”, afirmou a segunda fonte.

A BR Distribuidora, na qual a Petrobras ainda é acionista, após vender o controle, relatou anteriormente que não declarou força maior a produtores de etanol, mas buscou trabalhar “na busca do melhor formato que flexibilize e viabilize a operação de modo equilibrado e coerente para ambas as partes”.

No caso do mercado de biodiesel, regulado pela ANP, que faz leilões para atender obrigações de mistura no diesel, os compromissos de retirada do combustível também estão ameaçados.

A BR Distribuidora propôs na véspera reduzir em cerca de um quarto o percentual mínimo obrigatório de retirada do biodiesel a ser contratado junto aos produtores no próximo leilão do biocombustível.

O movimento das distribuidoras, na visão de produtores de biodiesel, feito majoritariamente de óleo de soja no Brasil, pode afetar produção de farelo de soja, importante ingrediente da ração animal, afirmou a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove).

Agência Reuters

Petroleira hiberna 6 plataformas em 5 campos da Bacia de Campos

A Petrobras comunicou em carta a sindicato de petroleiros que irá hibernar seis plataformas de produção de petróleo e gás em cinco campos na Bacia de Campos, como parte das medidas empenhadas para reduzir custos em meio a uma crise do setor de petróleo, conforme o documento visto pela Reuters.

As medidas ocorrem enquanto a companhia busca se adaptar ao novo cenário de preços do petróleo, que sofreram queda de cerca de 50% neste ano, diante de uma retração da demanda por influencia do novo coronavírus e de uma guerra de preços travada por Arábia Saudita e Rússia.

Na carta, datada de quarta-feira, a petroleira estatal reafirmou ver a atual crise da indústria do petróleo como a pior dos últimos 100 anos.

“O cenário de incerteza é tamanho que precisamos ir além e tomar medidas preventivas para redução de desembolso e preservação do nosso caixa, a fim de reforçar a solidez financeira e a resiliência dos nossos negócios”, disse a carta.

“Essas medidas incluem parada de algumas unidades de produção, postergação e redução de gastos com pessoal e dividendos, entre outras.”

As plataformas a serem hibernadas na Bacia de Campos são Cherne 1 e 2, no campo de Cherne; Namorado 1 e 2, no campo de Namorado; Petrobras-09, nos campos de Congro e Corbina; e Garoupa, no campo de Garoupa, segundo o documento, assinado pela gerente setorial de Relações Sindicais, Marta Garcia.

O comunicado veio após a empresa ter informado neste mês corte de 200 mil barris diários de sua produção e fixado um patamar de 2,07 milhões de barris por dia (bpd) de bombeamento para abril, ante média de 2,394 milhões de bpd registrada no último trimestre de 2019.

Ainda no documento, a Petrobras citou que medidas em curso pela companhia incluem parada de algumas unidades de produção, postergação e redução de gastos com pessoal e dividendos, entre outras.

Agência Reuters