Estoques de petróleo nos EUA disparam e têm maior alta semanal na história, diz AIE

Os estoques de petróleo nos Estados Unidos dispararam na última semana, quando cresceram em mais de 15 milhões de barris, a maior alta semanal na história, enquanto os estoques de gasolina também tiveram significativa alta de mais de 10 milhões de barris, mostraram dados da Agência de Informações de Energia (AIE) na quarta-feira.

No petróleo, houve avanço de 15,2 milhões de barris nos estoques na semana encerrada em 3 de abril, para 484,4 milhões de barris. Analistas consultados em pesquisa da Reuters projetavam alta de 9,3 milhões de barris.

Os estoques no ponto de entrega de Cushing, em Oklahoma, cresceram em 6,4 milhões de barris na semana passada, também um recorde histórico, segundo a AIE.

O processamento de petróleo em refinarias caiu em 1,3 milhão de barris por dia na semana, enquanto o índice de utilização de refinarias caiu em 6,7 pontos percentuais na semana.

Os estoques de gasolina nos EUA tiveram alta de 10,5 milhões de barris na semana, para 257,3 milhões de barris, contra avanço de 4,3 milhões projetado por analistas consultados pela Reuters.

Agência Reuters

ANP nega pedido de postos bandeirados que buscavam liberdade para escolher fornecedores

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) negou pedido feito por sindicatos de revendedores de combustíveis e impediu que postos que exibem marcas comerciais possam adquirir produtos de outras distribuidoras, segundo informou em nota a autarquia.

Pelo menos 25 sindicados de revendedores haviam feito o pedido à ANP até segunda-feira, alegando que as três maiores distribuidoras do país estão represando os cortes de preços praticados pela Petrobras, conforme publicou a Reuters.

Os revendedores buscavam, com o pedido à ANP, reduzir custos, e alegaram “motivo de força maior”, em meio a uma acentuada queda de demanda devido aos impactos econômicos do novo coronavírus.

“A área técnica da agência analisou o pedido do setor de revenda e não considerou apropriado atacar o problema de redução de demanda por meio da suspensão do regime vigente de tutela regulatória de fidelidade à bandeira”, disse a autarquia.

“A ANP entende que o momento não é adequado a reformas desse tipo, que são estruturantes e exigem a realização de consulta e de audiência pública, uma vez que, além de afetarem direitos econômicos, também visam primordialmente à defesa de direitos básicos do consumidor quanto à informação e à proteção contra a publicidade enganosa.”

A agência reguladora pontuou ainda que o tema consta na atual Agenda Regulatória da ANP, que prevê a discussão sobre uma possível flexibilização nas regras de tutela regulatória de fidelidade à bandeira.

“No momento em que essas discussões se iniciarem, todos os agentes interessados serão convidados a participar e apresentar os estudos e argumentos que considerarem pertinentes”, afirmou.

Agência Reuters

Coronavírus: ANP edita medidas relativas à produção de petróleo e gás

A ANP editou medidas a serem adotadas pelos operadores de campos de petróleo e gás natural enquanto durar a emergência de saúde pública decorrente do novo coronavírus (Covid-19). Elas são passíveis de implementação imediata, tratam de atividades relacionadas ao desenvolvimento da produção e à fiscalização da produção e estão previstas nos Despachos ANP nº 92/2020 e 262/2020.

As medidas flexibilizam o envio de revisões dos Planos de Desenvolvimento, Programas Anuais de Trabalho e Orçamento e de Produção, prorrogam os prazos para solicitações da ANP e de resposta dos concessionários sobre o Boletim Mensal da Produção, autorizam a postergação de atividades previstas para o ano de 2020 por até um ano e autorizam a queima extraordinária de gás natural até 100 mil m3/dia em campos de pequena produção. O envio do Boletim Mensal da Produção deve seguir os prazos contratuais, sem alteração. A ANP continuará monitorando os níveis de queima e poderá revogar a autorização de algum campo caso necessário.

Também está prevista a suspensão dos prazos relativos às seguintes rotinas operacionais no âmbito da medição da produção de petróleo e gás natural: coleta de amostra de gás; coleta de amostra de petróleo para determinação do fator de encolhimento e razão de solubilidade; calibração de medidores que não pode ser realizada in loco; calibração de elementos secundários, trenas e tanques; inspeção dimensional dos componentes dos sistemas de medição e tanques e verificação dos medidores de queima e teste de poços terrestres.

A iniciativa é fruto de uma primeira análise da ANP sobre as atividades de E&P passíveis de flexibilização durante o período da emergência de saúde pública decorrente do coronavírus. A Agência está avaliando a necessidade de outras medidas relacionadas a esse segmento e novas medidas poderão ser adotadas.

Fonte: ANP

Petroleira lança novo Programa de Aposentadoria Incentivada

A Petrobras informa que seu Conselho de Administração aprovou a criação de um Programa de Aposentadoria Incentivada (PAI), novo programa de desligamento voltado aos empregados aposentáveis com vigência até 31/12/2023.

O Conselho também aprovou ajustes para estímulos nas adesões dos três Programas de Desligamentos Voluntários (PDVs) da companhia:

(i) PDV 2019 destinado aos aposentados pelo INSS até junho de 2020;

(ii) PDV específico para empregados lotados em ativos/unidades em processo de desinvestimento;

(iii) PDV exclusivo para os empregados que trabalham no segmento corporativo da empresa.

Os programas são importantes ferramentas de gestão de efetivo na companhia, sendo mais uma medida com foco na redução de custos, a fim de reforçar a resiliência dos negócios da companhia.

Os quatro programas preveem as mesmas vantagens legais e indenizações.

O PAI e o PDV 2019 tem uma estimativa de retorno adicional (custo evitado de pessoal menos o desembolso com as indenizações) de R$ 7,6 bilhões até 2025 com os novos desligamentos, estimados em cerca de 3.800 empregados.

Os ajustes de incentivo no PDV 2019 vão gerar uma provisão adicional de R$ 1,29 bilhão nas demonstrações financeiras do 2T20 referente ao  público já desligado e inscrito e o provisionamento das novas adesões ocorrerá conforme as inscrições forem efetivadas.

Os PDVs específicos para os desinvestimentos e o segmento corporativo são programas feitos em ciclos e com menor número de vagas, totalizando valores menores e o provisionamento também será realizado conforme as inscrições.

Cabe destacar que o impacto esperado no caixa da companhia não será imediato para 2020, mas sim diluído ao longo dos próximos três anos. Isso porque, no PAI, os desligamentos só ocorrerão quando da concessão da aposentadoria dos empregados constantes do público alvo e, no PDV 2019, a existência de categorias no programa que preveem a saída em até 24 meses produzem o efeito de diluir os desligamentos no tempo. Além disso, a Companhia optou por diferir o pagamento das indenizações em duas parcelas, sendo uma no momento do desligamento e a outra em julho de 2021 ou um ano após o desligamento, o que for maior.

A Petrobras reforça o seu compromisso com a transparência e o respeito a todos os seus empregados. A companhia busca criar condições para que os profissionais façam a melhor escolha, mantendo sempre o seu comprometimento com a ética, a transparência e com os mais elevados níveis de segurança e eficiência das operações.

Fonte: Agência Petrobras

Petrobras atua para reduzir os impactos da crise na cadeia de gás natural

Medida temporária busca reduzir efeitos causados pela pandemia do novo coronavírus

A Petrobras propôs o parcelamento de pagamento, pelas companhias distribuidoras locais (CDL), das faturas dos meses de abril, maio e junho de 2020 referentes aos contratos de compra de gás natural para atendimento ao mercado não termelétrico (industrial, residencial, comercial e veicular). A medida é uma resposta negocial e temporária da Companhia e que atende a demanda das distribuidoras de gás natural, afetadas pela crise causada pelo novo coronavírus.

Além disso, a Petrobras reiterou, conforme disposto nos contratos com as distribuidoras, que não efetuará as cobranças de penalidades pelo não cumprimento da programação diária de demanda nem das obrigações contratuais de encargo de capacidade ou remuneração mínima (ship or pay e take or pay) relativos aos volumes de gás natural impactados pela redução de demanda, reflexo das medidas restritivas de circulação de pessoas e redução da atividade econômica. Tais medidas valem enquanto  forem comprovados os impactos nas obrigações contratuais afetadas.

A Petrobras permanece em constante monitoramento do cenário atual e dos seus desdobramentos sobre o mercado de gás e ressalta o entendimento de que, diante da gravidade, imprevisibilidade e ineditismo do assunto, são necessárias ações de todos os agentes da cadeia de gás natural, de forma a reduzir os impactos desta crise no setor.

Fonte: Agência Petrobras

Estatal aumenta importação de gás de cozinha e amplia capacidade de abastecimento

Preço médio do GLP na refinaria reduziu 21% no ano. Valor de venda pela Petrobras corresponde a R$ 21,85 por botijão de 13kg

A Petrobras está ampliando o fornecimento de GLP (gás de cozinha) a fim de garantir o abastecimento do mercado. Não há risco de falta do produto nem há qualquer necessidade de estocar botijões de GLP. Para aumentar a oferta de gás na região de São Paulo, companhia antecipou a operação de um novo duto que conecta a estação de São Bernardo do Campo à Refinaria de Capuava (RECAP).

Com o funcionamento do duto desde ontem (06/04), as entregas em Mauá aumentaram de 1.000 para 3.300 toneladas por dia, equivalente a 254 mil botijões por dia.

Também chegou ontem, ao porto de Santos, mais um navio com a carga importada de GLP. Considerando todos os navios que já chegaram em Santos (SP) e Ipojuca (PE) desde o dia 30/03, a companhia já importou o equivalente a 4,7 milhões de botijões P13. A terceira embarcação, prevista para chegar em Santos no dia ‪10/04‬, irá descarregar mais 24 mil toneladas de GLP. As três cargas equivalem a 6,5 milhões de botijões adicionais no mercado. O volume total contratado em abril para importação é de 350 mil toneladas, equivalente a 27,4 milhões de botijões de 13kg.

Nas últimas semanas, a procura por GLP aumentou, ao contrário dos demais combustíveis como gasolina, diesel e querosene de aviação que tiveram grande queda nas vendas. A diminuição da demanda dos demais combustíveis fez com que o processamento das refinarias fosse reduzido. No caso do GLP, a queda da produção continuará a ser compensada pelas importações do produto.

Preço em queda

A última redução no preço do GLP foi de -10%, no dia 31/03. O preço médio do GLP nas refinarias da Petrobras é equivalente a R$ 21,85 por botijão de 13kg. No acumulado do ano, a redução é de cerca de -21%. A Petrobras conta com as distribuidoras e revendedores para que as reduções do preço do botijão de gás cheguem até o consumidor final.

Fonte: Agência Petrobras

ANP divulga Boletim Mensal da Produção de fevereiro

A ANP está divulgando o Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural com dados detalhados de fevereiro de 2020. Neste mês, foram produzidos de 3,783 MMboe/d (milhões de barris de óleo equivalente por dia), sendo 2,972 MMbbl/d (milhões de barris por dia) de petróleo e 129 MMm3/d (milhões de m3 por dia) de gás natural.

A produção de petróleo reduziu 6,2% se comparada com o mês anterior e aumentou 19,4% na comparação com fevereiro de 2019. Já a de gás natural reduziu 7,1% em relação a janeiro e aumentou 17,1% na comparação com o mesmo mês do ano anterior.

A queda na produção de petróleo e gás natural em comparação com o mês anterior foi provocada principalmente pela ocorrência de paradas programadas e outras necessárias para a mitigação de riscos de segurança operacional em algumas instalações. Porém, cabe ressaltar que os volumes produzidos em fevereiro de 2020 foram superiores àqueles previstos no Plano Anual de Produção (PAP) desde ano, cujos volumes eram 2,762 MMbbl/d de petróleo e 119,291 MMm3/d de gás natural. Esse aumento da produção em relação ao previsto ocorreu, principalmente, pela redução da duração da parada programada do FPSO Cidade de Maricá, no campo de Lula e pela postergação de parada programada de outra unidade.

Pré-sal

A produção no Pré-sal em fevereiro teve origem em 118 poços e correspondeu a 66% da produção nacional, totalizando 2,497 MMboe/d, sendo 1,993 MMbbl/d de petróleo e 80,129 MMm3/d de gás natural. Em relação ao mês anterior, a produção total diminuiu 6,9% e, em relação a fevereiro de 2019, aumentou 36,8%.

Aproveitamento do gás natural

Em fevereiro, o aproveitamento de gás natural foi de 97,2%. Foram disponibilizados ao mercado 61,4 MMm³/dia. A queima de gás no mês foi de 3,644 MMm³/d, uma redução de 9,7% se comparada ao mês anterior e de 28,7% se comparada ao mesmo mês em 2019.

Origem da produção

Os campos marítimos produziram 96,7% do petróleo e 82,8% do gás natural. Os campos operados pela Petrobras produziram 93,3% do petróleo e do gás natural. Com relação aos campos operados pela Petrobras e com participação exclusiva da empresa, produziram 39,5% do total.

Destaques

O campo de Lula, na Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo e gás natural, registrando 974 Mbbl/d de petróleo e 41,3 MMm3/d de gás natural.

A plataforma FPSO Cidade de Mangaratiba, produzindo no campo de Lula por meio de oito poços a ela interligados, produziu 147,577 Mbbl/d de petróleo e 7,917 MMm³/d de gás natural, sendo a instalação com maior produção de ambos.

Estreito, na Bacia Potiguar, teve o maior número de poços produtores terrestres: 1.081.

Marlim Sul, na Bacia de Campos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores: 71.

Campos de acumulações marginais

Esses campos produziram 64,6 bbl/d de petróleo e 14,4 Mm³/d de gás natural. O campo de Iraí, operado pela Petroborn, foi o maior produtor, com 87,4 boe/d.

Outras informações

No mês de fevereiro de 2020, 295 áreas concedidas, duas áreas de cessão onerosa e cinco de partilha, operadas por 34 empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Dessas, 76 são marítimas e 226 terrestres, sendo nove relativas a contratos de áreas contendo acumulações marginais. A produção ocorreu em 7.141 poços, sendo 645 marítimos e 6.496 terrestres.

O grau API médio foi de 27,7, sendo 3,4% da produção considerada óleo leve (>=31°API), 83,2% óleo médio (>=22 API e <31 API) e 13,4% óleo pesado (<22 API).

As bacias maduras terrestres (campos/testes de longa duração das bacias do Espírito Santo, Potiguar, Recôncavo, Sergipe e Alagoas) produziram 103 Mboe/d, sendo 81,7 mil bbl/d de petróleo e 3,4 MMm³/d de gás natural. Desse total, 90,6 mil boe/d foram produzidos pela Petrobras e 12,4 mil boe/d foram produzidos por concessões não operadas pela Petrobras, dos quais: 342 boe/d em Alagoas, 4.060 boe/d na Bahia, 16 boe/d no Espírito Santo, 7.741 boe/d no Rio Grande do Norte e 213 boe/d em Sergipe.

Fonte: Ascom ANP

Cenário do setor de petróleo traz novos desafios para apoio offshore

Empresas de apoio offshore se preparam para enfrentar um novo mar de incertezas para a atividade gerado com a queda no preço do barril e a recessão global gerada com o agravamento da pandemia da Covid-19 no mundo. Apesar da ociosidade de algumas embarcações nos últimos meses, o uso da frota é estável e as empresas já vislumbravam novos contratos, tanto com a Petrobras, quanto por outras petroleiras que passaram a demandar mais a partir dos últimos leilões e das mudanças no marco regulatório da atividade de exploração e produção. No entanto, a conjuntura atual, têm feito com que as petroleiras reavaliem suas estratégias.

A Petrobras e outras operadoras já sinalizaram algumas reduções operacionais. Na semana passada, a Petrobras anunciou uma nova restrição na produção, que totaliza 200 mil barris diários, além de cortes adicionais em gastos com pessoal e iniciativas de economia na Transpetro. A companhia ressaltou que as novas ações de resiliência são necessárias para assegurar a sustentabilidade da empresa durante esta que se configura a ‘pior crise da indústria do petróleo nos últimos 100 anos’.

“O cenário atual é marcado por uma combinação inédita de queda abrupta do preço do petróleo, excedente de oferta no mercado e uma forte contração da demanda global por petróleo e combustíveis. Estas novas medidas envolvem redução da produção de petróleo, postergação de desembolso de caixa e redução de custos”, salientou a companhia. A Petrobras informou que levará em consideração condições mercadológicas e operacionais para a definição dos campos que terão sua produção diminuída. A duração da restrição será avaliada continuamente, assim como potenciais aumentos ou diminuições.

A leitura de empresas do apoio offshore ouvidas pela Portos e Navios é que o segmento pode vir a sofrer com mudanças bruscas num momento em que se começava a enxergar um cenário menos turbulento. Para essas empresas, não havia previsões que apontassem para uma redução tão drástica nas cotações do barril de petróleo. Sem falar nos efeitos das ações adotadas em todo o mundo contra o novo coronavírus. Elas lembram que, desde 2015, houve um esforço para manter os níveis operacionais e de segurança, mesmo com a queda nas taxas diárias. Quando o barril se estabilizou na faixa de US$ 60, as empresas conseguiram performar melhor. Hoje, porém, se trabalha com o barril cotado na faixa de US$ 30.

Com a resiliência adotada pela Petrobras, existe o receio de que haja impacto na frota de apoio offshore mais cedo ou mais tarde. As empresas estão atentas a eventuais reduções de frotas. Elas ponderam que a frota continuará sendo demandada pelas atividades das unidades offshore e por serviços de prevenção e controle de eventuais vazamentos de óleo. Novas FPSOs vêm entrando em operação nos últimos anos ou estão previstas para os próximos. Atualmente, a produção de petróleo e gás representa aproximadamente 13% do PIB brasileiro.

Fonte: Portos e Navios

Rússia afirma que está pronta para cooperação no mercado de petróleo

A Rússia está pronta para uma coordenação com outros importantes exportadores de petróleo com vistas a ajudar a estabilizar o mercado global da commodity, disse o governo russo.

O chefe do fundo soberano russo, Kirill Dmitriev, disse mais cedo na segunda-feira à CNBC que a Arábia Saudita e a Rússia estão “muito, muito perto” de um acordo sobre cortes de produção.

“Moscou está pronta para cooperar e interessada em interagir com países para estabilizar os mercados de energia”, disse o porta-voz do governo russo, Dmitry Peskov, em uma coletiva de imprensa diária por telefone com jornalistas.

Peskov também afirmou que conversas entre a Opep e outros importantes produtores, um grupo conhecido como Opep+, foram postergadas para quinta-feira por questões técnicas e que os preparativos estão em andamento para a reunião.

Fonte: Agência Reuters