FPSO Alexandre de Gusmão se prepara para vir ao Brasil

O FPSO Alexandre de Gusmão teve a fase de integração concluída. Como resultado, as equipes estão se concentrando nas atividades de comissionamento até a partida, planejada para o final do ano. O primeiro óleo é esperado para 2025.

No último dia (08/11), o estaleiro Cosco Shipping (Qidong) Offshore, na China, celebrou a cerimônia de batismo do FPSO, unidade projetada para operar no Brasil.

Graças a um contrato de arrendamento e operação de 22,5 anos com a Petrobras, está embarcação foi contratada para trabalhar no campo de Mero, onde se tornará o quarto sistema definitivo instalado no campo na Bacia de Santos, aproximadamente 160 quilômetros da costa do Rio de Janeiro.

O campo é operado pela Petrobras (38,6%), em parceria com a Shell Brasil (19,3%), TotalEnergies (19,3%), CNPC (9,65%), CNOOC (9,65%) e PPSA (3,5%), que representam o governo na área não contratada.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

Não perca a oportunidade de participar do maior evento da indústria de FPSOs no Brasil!

Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h  (Inscrições abertas, clique: Sympla ou Mercado Pago
Exposição: 14h às 20h (Acesso livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
Acesse o site do evento: https://fpsosexpor.com.br/

Petrobras fecha contratos adicionais com a Baker Hughes

A Petrobras concedeu contratos adicionais à Baker Hughes para a entrega de sistemas de tubos flexíveis e serviços associados em vários campos do pré-sal.

Como parte de um acordo assinado em 15 de outubro após uma licitação aberta, o projeto plurianual verá a Baker Hughes fornecer 77 quilômetros de sistemas de tubos flexíveis, risers e linhas de fluxo para produção de hidrocarbonetos e injeção de gás e água associada, com suporte para armazenamento, manutenção e instalação de equipamentos.

A entrega está prevista para começar em meados de 2026 na planta de fabricação da empresa em Niterói, Brasil. O equipamento será usado nos campos de Búzios, Libra, Berbigão, Sururu e Sépia.

De acordo com a Baker Hughes, os sistemas também abordarão a questão da corrosão induzida por tensão causada pelo CO2 (SCC-CO2), que pode afetar tubos flexíveis em campos do pré-sal com altas concentrações de gás, alinhando-se ao compromisso da Petrobras de limitar as emissões de CO2 em suas operações.

“A Bacia de Santos, no Brasil, contém um potencial incrível para ajudar a impulsionar a América Latina para o futuro”, disse Amerino Gatti, vice-presidente executivo de Serviços e Equipamentos para Campos de Petróleo da Baker Hughes. “Operar em águas profundas com altas concentrações de CO 2 apresenta desafios únicos. A combinação da Baker Hughes de tecnologia e engenharia submarinas líderes do setor, expertise em operações offshore e ampla experiência na região ajudará a Petrobras a desbloquear e desenvolver esse potencial, entregando esses recursos vitais com segurança e eficiência.”

Ao longo de 2024, a Baker Hughes anunciou uma série de contratos com a Petrobras, incluindo contratos adicionais para 69,1 quilômetros de sistemas de tubos flexíveis e serviços associados no terceiro trimestre. Outros prêmios incluíram serviços integrados de construção de poços no campo de Búzios e soluções integradas para serviços de workover e plug and abandonment nos campos de pré-sal e pós-sal da Petrobras.

No início deste mês, a Baker Hughes anunciou que havia reunido recursos com a gigante energética espanhola Repsol para implementar novos processos e fluxos de trabalho de inteligência artificial (IA) para desbloquear mais melhorias na área de produção de petróleo e gás.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

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Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h  (Inscrições abertas, clique: Sympla ou Mercado Pago
Exposição: 14h às 20h (Acesso livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
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Solstad obtém vários contratos no Brasil que rendem US$ 53 milhões

A Solstad Offshore garantiu vários contratos no valor total de cerca de US$ 53 milhões para três de seus navios realizarem trabalhos no país.

O navio de transporte de âncoras e rebocadores (AHTS), construído em 2005, Normand Topazio, recebeu um contrato de um ano com início em outubro, enquanto o AHTS Normand Turmalina, construído em 2006, também iniciará um contrato de um ano em novembro, ambos programados para serem executados em continuação direta de seus contratos atuais.

Além disso, o navio de apoio à construção (CSV) Normand Cutter recebeu um contrato de 9 meses para atividades de construção submarina. O início está marcado para este mês de novembro, em continuação direta do contrato atual.

A CSV é de propriedade da Solstad Maritime, na qual a Solstad Offshore detém 27,3%.

Como parte de sua estratégia para reduzir sua pegada ambiental, a Solstad decidiu recentemente oferecer biodiesel renovável certificado a seus clientes para descarbonizar embarcações offshore existentes e, como resultado, abasteceu cerca de 500 m³ de biodiesel renovável certificado no AHTS Normand Prosper em Mandal, sul da Noruega.

A mudança ocorreu meses após a empresa norueguesa reunir recursos com a Cat Power Solutions, Pon Power e Caterpillar Marine para aumentar a eficiência de combustível em seus navios de apoio offshore (OSVs) e reduzir suas emissões de GEE, ao mesmo tempo em que explora a implantação de soluções movidas a metanol para seus navios.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

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Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h  (Inscrições abertas, clique: Sympla ou Mercado Pago
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Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
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TGS vê atividade recorde de contrato OBN após fusão com PGS

A TGS relatou atividade recorde de contrato de nó de fundo oceânico (OBN) no terceiro trimestre de 2024, o primeiro trimestre incluindo PGS, com a utilização de sua frota de streamers melhorando devido à alta atividade de licitações.

No terceiro trimestre de 2024, a TGS disse que o nível de atividade na aquisição da OBN foi historicamente alto, gerando receitas de US$ 126,9 milhões, das quais quase todas vieram de clientes externos, em comparação com US$ 126,4 milhões no terceiro trimestre de 2023, que incluiu US$ 8,8 milhões em vendas de equipamentos.

Após contabilizar os serviços compartilhados e eliminar as transações internas, as receitas produzidas totalizaram US$ 500,9 milhões, acima dos US$ 292,5 milhões no terceiro trimestre de 2023, enquanto o EBITDA produzido foi de US$ 280 milhões contra US$ 169,6 milhões no terceiro trimestre do ano passado e o lucro operacional produzido (EBIT) foi de US$ 104,4 milhões, em comparação com US$ 67,9 milhões.

“O Q3 de 2024 foi o primeiro trimestre após a conclusão da fusão TGS-PGS, e estou satisfeito em relatar receitas de meio bilhão de dólares. Concluímos o processo de reorganização da fusão e estamos à frente do cronograma na realização de sinergias anuais entre USD 110 e 130 milhões”, disse o CEO da TGS, Kristian Johansen.

O fluxo de pedidos foi de US$ 423 milhões no terceiro trimestre de 2024, em comparação com US$ 355 milhões no terceiro trimestre de 2023. O backlog de pedidos aumentou para US$ 750 milhões no final do trimestre, de US$ 612 milhões no final do segundo trimestre de 2024. O backlog de pedidos no final do trimestre foi de US$ 475 milhões.

Os investimentos orgânicos multiclientes totalizaram US$ 129,4 milhões no trimestre, em comparação com US$ 113,1 milhões no terceiro trimestre de 2023. Os maiores projetos multiclientes em andamento no terceiro trimestre de 2024 foram o projeto Pama no Brasil , os projetos NWS na Noruega , a Bacia de Penyu na Malásia e um projeto de joint venture OBN no Golfo do México .

De acordo com a TGS, a atividade da OBN estava em um recorde, com duas operações ativas no Golfo do México dos EUA, uma no Mar do Norte e uma na África Ocidental. As duas operações de monitoramento de reservatório no Mar do Norte continuaram normalmente, enquanto a fonte Gemini estava ociosa, após estar ativa durante o primeiro semestre do ano. As atividades de caracterização do local eólico offshore da New Energy Solution utilizaram aproximadamente uma embarcação de aquisição no terceiro trimestre de 2024, com receitas totais de US$ 19,4 milhões, em comparação com US$ 5,8 milhões no terceiro trimestre de 2023.

“Fortes receitas multicliente no trimestre foram impulsionadas por uma combinação de robustos pré-compromissos com programas em andamento e fortes vendas de bibliotecas apoiadas por taxas de transferência de material. Além disso, alcançamos uma utilização recorde de nossas equipes de OBN, e o negócio continua seu forte desempenho entre uma base de clientes orientada para a produção. Embora a utilização da frota de streamers 3D tenha sido menor do que o esperado até agora neste ano, estamos em uma tendência positiva com base em negociações e licitações em andamento.” Johansen disse.

A TGS observou que quase todos os contratos de aquisição de OBN e a maioria dos contratos de aquisição de streamers estão relacionados ao aumento da produção atual (4D) ou aos potenciais vínculos de áreas adjacentes, com o negócio de Soluções de Nova Energia oferecendo exposição atraente para setores de forte crescimento, como energia solar, eólica offshore e captura e armazenamento de carbono (CCS).

Após a conclusão do processo de reorganização no terceiro trimestre de 2024, após a integração pós-fusão da PGS , a empresa disse ter realizado aproximadamente US$ 55 milhões em sinergias (taxa de execução anual), o que é US$ 10 milhões a mais do que o previsto anteriormente.

Além disso, a empresa norueguesa disse que continua no caminho certo para entregar sinergias totais de taxa de execução anual até o final de 2025 dentro da faixa orientada de US$ 110–130 milhões. Como certos projetos multicliente planejados foram adiados para 2025, os investimentos multicliente orgânicos de 2024 devem ser de aproximadamente US$ 425-450 milhões pro-forma, correspondendo a aproximadamente US$ 345-370 milhões relatados, ou seja, excluindo a contribuição da PGS antes de 1º de julho, em comparação com a orientação anterior de US$ 450-500 milhões.

“Durante o terceiro trimestre, a tensão geopolítica no Oriente Médio causou volatilidade significativa no preço do petróleo e incerteza de perspectiva de curto prazo nos mercados de petróleo e gás. No entanto, é nossa opinião que as empresas de energia tendem a não mudar os planos de investimento com base nas flutuações de preço do petróleo de curto prazo. O preço atual do petróleo está significativamente acima dos níveis médios de equilíbrio de caixa das maiores empresas de energia, apoiando fluxos de caixa e oportunidades de crescimento”, relatou a TGS.

“Dados de subsuperfície de alta qualidade são um pré-requisito para produção aprimorada de campos existentes e campanhas de exploração bem-sucedidas em áreas maduras e inexploradas. A combinação da crescente demanda por petróleo e gás, forte geração de fluxo de caixa por empresas de energia, mesmo a preços voláteis, e a necessidade de dados de subsuperfície para produção e exploração apoiam nossa visão de oportunidades de crescimento contínuo de longo prazo para a indústria sísmica.”

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

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Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h  (Inscrições abertas, clique: Sympla ou Mercado Pago
Exposição: 14h às 20h (Acesso livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
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Projeto Mar Atento Inicia Capacitação de Comunidade Pesqueira para Resposta a Emergências Ambientais

Ação tem como objetivo preparar comunidade pesqueira de Campos dos Goytacazes (RJ) e Quissamã (RJ) para ajudar na proteção de ecossistemas marinho e costeiro.

O Projeto Mar Atento, iniciativa da Shell e Equinor, em parceria com a Vast Infraestrutura e PRIO, focado na segurança e proteção ambiental das comunidades costeiras, dará início à sua etapa de capacitação no próximo dia 13, em Barra do Furado (Quissamã, RJ). A ação tem como objetivo treinar pescadores da região, que também inclui o Farol de São Thomé (Campos dos Goytacazes, RJ), para responder eventuais situações de emergência envolvendo derramamento de óleo no mar, contribuindo, assim, para a proteção dos ecossistemas marinho e costeiro.

“A importância dessa capacitação foi amplamente reconhecida pelos próprios pescadores. Esse engajamento fortalece a segurança e o desenvolvimento sustentável das comunidades pesqueiras,” afirma Suely Ortega, consultora sênior de Performance Social da Shell Brasil. A condução do treinamento será realizada por especialistas da Environpact e Oceanpact, ambos com ampla experiência em resposta a emergências ambientais.

“Preparar os pescadores locais para responderem a emergências ambientais é um passo essencial para mitigar impactos e garantir uma resposta rápida e eficaz em situações críticas. Enxergamos grande importância em atuar nesse projeto ao lado de empresas do setor que também possuem o compromisso com a sustentabilidade e preservação do meio ambiente. É o tipo de ação que não só fortalece nossa capacidade de proteger o ecossistema marinho como nos ajuda a valorizar a comunidade local, promovendo um ambiente mais seguro e responsável.” afirma Leandro Brandão, Gerente de Sustentabilidade da PRIO.

Mar Atento em prática: etapa de treinamento

A capacitação será dividida em dois módulos – teórico e prático – com duas turmas, totalizando 60 participantes. Na parte teórica, todos aprenderão sobre os procedimentos de recolhimento de óleo e de segurança com animais oleados. Já a parte prática será dividida em Proteção de Costa e Limpeza de Praia. Na primeira, pescadores aprenderão o lançamento de barreiras de contenção e técnicas de coleta de óleo com o apoio de seis embarcações previamente cadastradas. A turma de Limpeza de Praia será treinada no uso de equipamentos específicos e nos processos de descontaminação de pessoas e EPIs (Equipamentos de Proteção Individual).

Todos os participantes receberão certificado de conclusão e materiais didáticos, além de EPIs para a aplicação dos conhecimentos adquiridos. Os participantes foram selecionados com base em critérios específicos, como residência local e experiência na pesca marítima, buscando fortalecer o vínculo entre a comunidade e as práticas de proteção ambiental.

O projeto Mar Atento possuí quatro etapas (I – Planejamento, II – Engajamento, III – Capacitação e IV – Devolutiva). Em agosto, pescadores locais participaram da EXPO Mar Atento, uma exposição técnica voltada para sensibilização em segurança e sustentabilidade na indústria de petróleo e gás. Após a conclusão do projeto, os pescadores participantes estarão mais preparados para uma resposta rápida a incidentes de derramamento de óleo e terão suas embarcações cadastradas como parte das operações de resposta ambiental.

Projeto Mar Atento 

Desde 2017, o projeto já foi realizado em seis municípios da Bacia de Campos, sendo três no Espírito Santo, nas cidades de Marataízes, Anchieta e Itapemirim, e três no Rio de Janeiro, em Cabo Frio, São João da Barra e São Francisco do Itabapoana. A iniciativa já treinou quase 300 pescadores e teve mais de 90 embarcações cadastradas. O Mar Atento é um projeto de cunho social voluntário, ou seja, não faz parte da obrigação do licenciamento ambiental relacionada às atividades offshore das empresas.

Sobre a Shell

Há mais de 110 anos no país, a Shell é uma empresa de energia integrada com participação em Upstream, no Novo Mercado de Gás Natural, Trading, Pesquisa & Desenvolvimento e no Desenvolvimento de Energias Renováveis, com um negócio de comercialização no mercado livre e produtos ambientais, a Shell Energy Brasil. Aqui, a distribuição de combustíveis é gerenciada pela joint-venture Raízen, que recentemente adquiriu também o negócio de lubrificantes da Shell Brasil. A companhia trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro de energia.

Sobre a Equinor

A Equinor é uma empresa internacional de energia comprometida com a criação de valor a longo prazo em um futuro de baixo carbono. Com portfólio que abrange petróleo, gás, energias renováveis e soluções de baixo carbono, a Equinor é a principal operadora na plataforma continental norueguesa. No Brasil, área estratégica internacionalmente para a companhia, o portfólio crescente conta com ativos em óleo e gás (O&G) e energias renováveis. Em O&G, a companhia tem projetos em desenvolvimento, incluindo Raia e Bacalhau, e ativos em produção, como Peregrino e Roncador. Em renováveis, a empresa conta com ativos em energia solar em operação – as plantas solares Apodi e Mendubim, além de ter adquirido em 2023 a Rio Energy, empresa líder em energia renovável onshore no país.

Sobre a Vast Infraestrutura

A Vast Infraestrutura é uma companhia dedicada a oferecer infraestrutura e soluções logísticas para a movimentação de líquidos no Brasil. Com uma experiência consolidada em operações de transbordo de petróleo confiáveis e com baixo perfil de emissões de carbono no Porto do Açu, a Vast quer ir além e se tornar também um hub de movimentação e armazenagem de combustíveis líquidos do presente e do futuro. A companhia está alinhada às demandas da sociedade e tem a ambição de ser referência em sustentabilidade e melhores práticas no segmento de atuação, sempre cuidando do meio ambiente e das comunidades em sua área de influência, para movimentar energia de forma segura e potencializar um futuro cada vez mais sustentável.

Prazer, PRIO  

Somos a maior empresa independente de óleo e gás do Brasil, pioneira na recuperação e aumento da vida útil de campos em produção. Criada em 2015 e com cinco ativos na Bacia de Campos, temos foco na excelência e na busca por eficiência operacional, priorizando a segurança das operações e o zelo com as pessoas e com a preservação do meio ambiente.  

Carioca, a PRIO tem um propósito que supera o O&G: queremos extrair o melhor da nossa energia para transformar o Brasil em um lugar mais eficiente. Além disso, buscamos envolver e devolver esse crescimento para a sociedade por meio do incentivo a iniciativas conectadas ao esporte, à cultura e à educação – que fazem parte do da nossa plataforma de patrocínios I ❤ PRIO.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

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Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h (Em breve! abriremos as inscrições)
Exposição: 14h às 20h (Acesso:  Livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
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Estatal inicia operação comercial da UPGN do Complexo de Energias Boaventura

Unidade de Processamento de Gás Natural, em Itaboraí (RJ), irá aumentar a capacidade de processamento de gás para o mercado brasileiro.

Desde domingo (10/11), a Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN), localizada no Complexo de Energias Boaventura (Itaboraí, RJ), já está operando comercialmente com seu primeiro módulo, que tem capacidade de processar 10,5 milhões de m³/dia. Com a partida do segundo módulo, prevista para até o fim deste ano, a capacidade total de processamento será de 21 milhões de m³/dia.

A UPGN do Boaventura vai contribuir para o aumento da oferta do produto para o mercado nacional, reduzindo a dependência de importações. O gás natural escoado para a unidade é um gás bruto que, após o processamento, gera pelo menos três derivados: Gás Natural (GN); Gás Liquefeito de Petróleo (GLP ou gás de cozinha); e C5+ (matéria-prima na indústria petroquímica e produção de combustíveis).

O gás natural disponibilizado pela Petrobras ao mercado, incluindo o gerado pelo escoamento no Gasoduto Rota 3 e processado na UPGN do Boaventura, compõe um portfólio focado no mercado nacional. Ou seja, o gás natural produzido na unidade recém-inaugurada integra a carteira do volume total ofertado pela companhia.

“Além de aumentar a capacidade de escoamento, o Projeto Integrado Rota 3 também traz uma maior flexibilidade para nossas atividades, já que, independentemente do ponto de conexão, o gás dos campos de produção da Bacia de Santos pode ser escoado para as diversas unidades de processamento da companhia, incluindo a nova UPGN do Complexo de Energias Boaventura”, explica a diretora de Engenharia, Tecnologia e Inovação, Renata Baruzzi.

O Projeto Integrado Rota 3 faz parte do Sistema Integrado de Escoamento de Gás da Bacia de Santos, responsável pelo escoamento de campos como Tupi, Búzios e Sapinhoá, entre outros.

Maior oferta de gás para o mercado nacional

A operação comercial da UPGN do Boaventura é estratégica para a Petrobras, pois viabiliza um maior escoamento do gás natural desde o Pré-Sal da Bacia de Santos, incrementando a oferta de gás para o mercado brasileiro.

“A partida comercial da UPGN do Boaventura consagra o início de um projeto integrado com alta complexidade operacional, que vai desde a exploração até a entrega na saída da UPGN, e reafirma o nosso firme propósito de ofertar um maior volume de gás ao mercado nacional. São novas infraestruturas com capacidade de até 18 milhões de m³/dia no escoamento, e até 21 milhões de m³/dia no processamento, contribuindo para o desenvolvimento do país e preservando a sustentabilidade financeira da companhia.”, afirma o diretor de Processos Industriais e Produtos da Petrobras, William França.

“O início de operação de um projeto tão relevante para o mercado de gás é essencial para o país e para aumentar a competitividade da Petrobras no novo ambiente dinâmico e competitivo do mercado de gás nacional. Reforçamos o nosso portfólio de ativos, investimos no Brasil e vamos conseguir reduzir as importações. Com isso, pudemos oferecer novas condições comerciais aos clientes Petrobras e aumentamos a nossa confiabilidade de fornecimento, que já é de praticamente 100%. Agora vamos com toda a nossa energia e mais o novo gás do Complexo de Energias Boaventura para as distribuidoras e para os clientes da indústria interessados em soluções sustentáveis e competitivas.”, completa o diretor de Transição Energética e Sustentabilidade, Maurício Tolmasquim.

Em 2023, a Petrobras celebrou mais de 34 contratos de fornecimento de gás natural, após participação vencedora em chamadas públicas de distribuidoras e processos competitivos de consumidores livres, que representaram a venda de mais de 70 bilhões de m³ em contratações com vendas previstas até 2034. Além disso, a Companhia celebrou com diversas empresas instrumentos para avaliação de oportunidades relacionadas à transição energética.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

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Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
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Petrobras, Gerdau e Sulgás assinam primeiro contrato para fornecimento de gás natural no mercado livre no Rio Grande do Sul

Unidades em Charqueadas e Sapucaia do Sul passam a ser as primeiras consumidoras industriais de gás natural no mercado livre no estado.

Petrobras, Gerdau e Sulgás assinaram contratos para o fornecimento de gás natural no ambiente livre de comercialização, atendendo a unidade de produção de aços especiais em Charqueadas e a planta de produção de aços longos em Sapucaia do Sul, chamada Riograndense, localizadas no Rio Grande do Sul. O acordo marca a primeira migração de um cliente do mercado industrial cativo para o mercado livre no estado gaúcho. Assim, a companhia se torna pioneira na mudança para esse modelo de comercialização no estado, cujas regras foram recentemente aprovadas pela agência reguladora gaúcha (AGERGS) e pelo governo do estado do RS.

“A ampliação da parceria entre Petrobras e Gerdau no mercado livre de gás, demonstra que o portfólio de venda de gás natural da Petrobras está, a cada dia, mais competitivo e atrativo. Estamos investindo mais de US$ 7 bilhões em novas infraestruturas de ofertas de gás natural além de oferecer diversas opções de contratos flexíveis, adequados às necessidades dos clientes, com diferentes modalidades de prazo e indexadores, contribuindo para a descarbonização e aumento da competitividade da indústria nacional”, afirma o diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras, Maurício Tolmasquim.

“A Gerdau, cuja história centenária se iniciou há mais de 123 anos no Rio Grande do Sul, tem o estado como uma de suas bases para crescimento no longo prazo e este acordo reafirma o compromisso da empresa em fortalecer a competitividade de suas Operações. A nova parceria com a Petrobras, viabilizada pela atuação em distribuição da Sulgás, representa movimento pioneiro e inovador na busca pelo desenvolvimento do mercado livre do gás natural no Rio Grande do Sul, um insumo que acreditamos ser fundamental para a produção e descarbonização do aço nos próximos anos”, afirma Flávia Souza, diretora global de energia e suprimentos da Gerdau.

Nesse contexto, a Gerdau, a Petrobras e a Sulgás consolidam seus laços comerciais, de parceria e de pioneirismo no mercado livre de gás natural, apostando no desenvolvimento de soluções para a criação de um ambiente de comercialização aberto, competitivo, transparente, sustentável e cada vez mais avançado no país.

“O mercado livre é positivo para todos os agentes do mercado. Os consumidores passam a ter maior liberdade de escolha, os supridores atuam em um mercado mais aberto e competitivo e a distribuidora segue focada em expandir e operar a rede com segurança e excelência, conectando mais consumidores ao sistema. O propósito da Sulgás é promover o desenvolvimento do Rio Grande do Sul. Apoiar e integrar o mercado livre do gás faz parte dessa jornada”, afirma o CEO da Sulgás, Marcelo Leite.

“O Estado, por meio da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura, acompanhou o processo que culminou na migração da Gerdau para o mercado livre de gás natural e entende que essa migração amplia o ambiente de competitividade, trazendo eficiência energética para a indústria. O Rio Grande do Sul, que tem uma matriz energética diversificada, compreende a relação que a suficiência tem com o desenvolvimento econômico”, afirmou a secretária da pasta, Marjorie Kauffmann.

“O mercado livre de gás natural constitui um avanço do setor no Estado do Rio Grande do Sul, resultado, em grande parte, da atuação da AGERGS a partir de 2021, como novo ator nesse ambiente, responsável pela regulação técnica independente e imparcial. Com isso, a economia gaúcha ganha mais competitividade em momento estratégico de reconstrução do Estado”, afirma Luciana Luso de Carvalho, Conselheira-Presidente da AGERGS.

A parceria entre a Petrobras e a Gerdau para o fornecimento de gás natural no ambiente livre de comercialização desse insumo teve início em 2021, com o atendimento da planta de Ouro Branco (MG). Em junho deste ano, as empresas anunciaram a migração da unidade Cosigua, localizada no Rio de Janeiro.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

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Petrobras lucra R$ 32,6 bilhões no 3º trimestre de 2024

Companhia investiu US$ 4,5 bilhões no período. Dívida financeira ficou em US$ 25,8 bilhões, menor nível desde 2008.

A Petrobras reportou lucro líquido de R$ 32,6 bilhões no 3º trimestre de 2024 (3T24). A companhia apresentou outros indicadores financeiros consistentes no trimestre, como EBITDA Recorrente de R$ 64,4 bilhões, fluxo de caixa livre de R$ 38 bilhões e uma forte geração operacional de caixa (FCO), de R$ 62,7 bilhões, um dos seis melhores fluxos de caixa operacional trimestrais de sua história. Os dados estão detalhados nos Resultados Financeiros do 3º trimestre de 2024, divulgados na noite do último dia (07/11).

“Apresentamos um  lucro líquido expressivo no trimestre, com uma forte geração de caixa e redução tanto da dívida financeira quanto da dívida bruta. Tudo isso em um cenário desafiador, de queda no preço do petróleo brent. Além disso, no 3º trimestre realizamos investimentos de US$ 4,5 bilhões em projetos que garantirão o futuro da companhia.  Nossos resultados mostram que estamos no caminho certo”, destacou a presidente da Petrobras, Magda Chambriard.

O FCO é um indicador da capacidade da companhia de gerar recursos a partir de suas operações regulares e é um relevante índice para avaliação do desempenho de uma empresa.

O EBITDA Ajustado Recorrente do 3T24 foi de R$ 64,4 bilhões,  3% superior ao trimestre anterior. O aumento da taxa de câmbio média do real frente ao dólar, o maior volume de petróleo produzido pela companhia no mix de derivados e o crescimento nas vendas contribuíram para o resultado. Esses fatores positivos foram compensados, parcialmente, pela queda de 6% no preço do Brent e a menor margem de derivados, em especial pela redução de 16% da diferença do preço do diesel em relação ao petróleo (crackspread). O EBITDA Ajustado Recorrente representa o lucro recorrente obtido antes do pagamento de juros, impostos e do cálculo de depreciações e amortizações.

A dívida financeira da companhia foi reduzida em 2,1% no último trimestre, para cerca de US$ 25,8 bilhões, o menor patamar desde 2008. A dívida bruta também foi reduzida em 0,8%, para US$ 59,1 bilhões (montante que inclui US$ 33,4 bilhões em arrendamentos), permanecendo dentro da faixa estabelecida no Plano Estratégico 2024-2028 da Petrobras.

Investimentos e retorno para acionistas e sociedade

A Petrobras investiu forte no 3º trimestre, totalizando US$ 4,5 bilhões, cerca de 30% acima do trimestre passado. O foco dos investimentos continua, principalmente, nos grandes projetos do pré-sal.  Nos primeiros nove meses do ano, os investimentos somaram US$ 10,9 bilhões, representando um aumento de 19,5% em relação ao mesmo período do ano anterior (9M23). A projeção de CAPEX total para 2024 da Petrobras está mantida para no patamar entre US$ 13,5 bilhões e US$ 14,5 bilhões, conforme anunciado em agosto.

A boa performance da Petrobras permitiu ao Conselho de Administração aprovar o pagamento de dividendos no valor de R$ 17,12 bilhões, a serem pagos em duas parcelas (fevereiro e março), em acordo com a Política de Remuneração aos Acionistas da Petrobras.

No terceiro trimestre de 2024, a companhia recolheu R$ 64,4 bilhões em tributos, pagos aos diversos entes federativos (União, estados e municípios) e que representam a relevante contribuição da Petrobras para a sociedade brasileira.

Novas plataformas

Os resultados financeiros do 3T24 se somam a relevantes marcos operacionais, que contribuirão para a produção futura de petróleo e gás da companhia. Em 30 de outubro, o navio-plataforma Marechal Duque de Caxias (Mero 3) começou a produzir óleo e gás,  no campo de Mero, bloco de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos. A unidade tem capacidade de produzir até 180 mil barris de óleo e de comprimir até 12 milhões de metros cúbicos de gás, tudo isso diariamente.

O FPSO Maria Quitéria, cuja previsão inicial era começar a operar 2025, teve sua entrada antecipada, e produziu o seu primeiro óleo em 15 de outubro. A unidade tem capacidade de produzir diariamente até 100 mil barris de óleo e de processar até 5 milhões de metros cúbicos de gás. Instalada no campo de Jubarte, no pré-sal da Bacia de Campos, a plataforma está equipada com tecnologias para redução de emissões, incluindo o ciclo combinado na geração de energia, que permite maior eficiência operacional associada à redução em cerca de 24% de emissões operacionais de gases de efeito estufa.

Outro marco importante em outubro foi a chegada ao Brasil do navio-plataforma Almirante Tamandaré, vindo da China. A unidade será instalada no Campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos, na costa do Rio de Janeiro. Plataforma do tipo FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência, da sigla em inglês), Almirante Tamandaré é a primeira unidade de alta capacidade a ser instalada no campo, com potencial para produzir até 225 mil barris de óleo (bpd) e processar 12 milhões de metros cúbicos de gás por dia.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

Não perca a oportunidade de participar do maior evento da indústria de FPSOs no Brasil!

Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h (Em breve! abriremos as inscrições)
Exposição: 14h às 20h (Acesso:  Livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
Acesse o site do evento: https://fpsosexpor.com.br/

Petrobras encerra projeto de desinvestimento da PBio

A Diretoria Executiva da  Petrobras aprovou o encerramento do projeto de desinvestimento da sua subsidiária integral Petrobras Biocombustível S.A. (PBio), que será mantida no portfólio da Petrobras.

A decisão está alinhada aos direcionadores estratégicos vigentes, que consideram a atuação da Petrobras em negócios de baixo carbono, diversificando o portfólio de forma rentável e promovendo a perenização da companhia.

De forma complementar, no âmbito das discussões do novo ciclo do seu Plano Estratégico, a Petrobras está avaliando alternativas e modelos de negócio para a PBio por meio de parcerias que possam potencializar sua atuação, considerando novas oportunidades de negócios, possíveis sinergias entre os ativos da companhia e a maximização dos resultados do Sistema Petrobras.

Sobre a PBio

Fundada em 2008, a PBio é uma subsidiária integral da Petrobras, atuante nos segmentos de produção de biocombustíveis e comercialização de enxofre, proprietária de três usinas de biodiesel: duas operacionais situadas em Candeias (BA) e em Montes Claros (MG) e uma em Quixadá (CE), que está hibernada.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

Não perca a oportunidade de participar do maior evento da indústria de FPSOs no Brasil!

Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h (Em breve! abriremos as inscrições)
Exposição: 14h às 20h (Acesso:  Livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
Acesse o site do evento: https://fpsosexpor.com.br/

Cerimônia de bastimo do FPSO Bacalhau

O Seatrium de Cingapura sediou a cerimônia de batismo do FPSO Bacalhau construído pela MODEC.

Foi realizado no estaleiro da Seatrium em Singapura a cerimônia de batismo do FPSO Bacalhau, descrito como o maior navio desse tipo a ser entregue no Brasil. A empresa de Cingapura ficou encarregada de realizar o trabalho de integração no FPSO depois que a Aibel concluiu o trabalho nos módulos de superfície .

Enquanto a Seatrium se prepara para a partida programada do navio, ela expressou confiança de que ele será um ativo inestimável para o campo de Bacalhau na Bacia de Santos. A operadora do campo, Equinor, está se preparando para a chegada do FPSO, com o primeiro óleo esperado para 2025.

A embarcação ostenta o título de primeiro FPSO do mundo com a notação Abate da DNV, recebida em julho. Diz-se que esse marco ressalta o comprometimento da Seatrium com a sustentabilidade, minimizando as emissões de carbono e abrindo caminho para um futuro de energia mais limpa.

A cerimônia reuniu stakeholders da indústria para homenagear a conclusão do que Seatrium diz ser uma embarcação impressionante, incluindo representantes da Equinor e seus parceiros no desenvolvimento de Bacalhau – ExxonMobil Brasil, Petrogal Brasil e Pré-Sal Petróleo S/A (PPSA). Verônica Coelho, Presidente e Country Manager da Equinor Brasil, foi escolhida como madrinha do FPSO.

“Este FPSO representa o resultado de inúmeras horas de planejamento, engenharia, colaboração transfronteiriça e trabalho em equipe, e reflete nosso comprometimento com inovação, segurança, qualidade e sustentabilidade”, disse Takeshi Kanamori, Chairman e Executive Officer da MODEC. “Este FPSO incorpora nossa visão compartilhada. Ele carregará as esperanças e aspirações de nossa equipe e das comunidades que servimos quando zarpar para o Brasil e começar a operar.”

O FPSO marca a primeira aplicação do casco M350 da MODEC, um casco de construção de última geração para FPSOs. A embarcação, que tem 364 metros de comprimento, 64 metros de largura e 33 metros de profundidade, será conectada a 19 poços submarinos. Com um calado projetado de 22,65 metros e uma área de convés de 17.400 metros quadrados, é equivalente em tamanho a três campos de futebol padrão.

3ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

A 3ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 2025.

Não perca a oportunidade de participar do maior evento da indústria de FPSOs no Brasil!

Data: 13, 14 e 15 de maio de 2025
Conferência: 9h às 18h (Em breve! abriremos as inscrições)
Exposição: 14h às 20h (Acesso:  Livre para profissionais do setor.)
Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro – Brasil
Acesse o site do evento: https://fpsosexpor.com.br/