Estatal divulga teaser da Bacia do Pará-Maranhão

A Petrobras informa que iniciou a etapa de divulgação da oportunidade (teaser), referente à venda de parcela de sua participação de blocos exploratórios, pertencentes às concessões BM-PAMA-3 e BM-PAMA-8, localizadas na Bacia do Pará-Maranhão.

A Petrobras é operadora dos blocos, com 100% de participação na concessão BM-PAMA-3 e 80% de participação na concessão BM-PAMA-8, em parceria com a Sinopec Exploration and Production Brazil (Sinopec), que detém os demais 20%. O desinvestimento será de até 50% na concessão BM-PAMA-3 e de até 40% na concessão BM-PAMA-8. A Sinopec poderá exercer direito de preferência na concessão BM-PAMA-8 para adquirir a participação da Petrobras.

O teaser, que contém as principais informações sobre a oportunidade, bem como os critérios de elegibilidade para a seleção de potenciais participantes, está disponível no site da Petrobras: https://investidorpetrobras.com.br/pt/resultados-e-comunicados/teasers.

As principais etapas subsequentes do projeto serão informadas oportunamente ao mercado.

A presente divulgação está de acordo com as diretrizes para desinvestimentos da Petrobras e com as disposições do procedimento especial de cessão de direitos de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos, previsto no Decreto 9.355/2018.

Essa operação está alinhada à otimização do portfólio e à melhor alocação do capital da companhia, visando à maximização de valor para os seus acionistas.

Sobre os blocos exploratórios

A concessão BM-PAMA-3 é proveniente da 3ª Rodada de Licitações da ANP e atualmente está na fase de Avaliação de Descoberta, em função da descoberta realizada no poço 1-BRSA-903-PAS (Harpia).

A concessão BM-PAMA-8, que compreende os blocos PAMA-M-192 e PAMA-M-194, foi adquirida na 6ª Rodada de Licitações da ANP. Atualmente, pertence ao consórcio formado pela Petrobras (operadora – 80%) e a Sinopec (20%) e se encontra no 2º Período Exploratório.

As concessões apresentam um reduzido compromisso exploratório com o potencial de comprovar significativos volumes e firmar posição em uma nova fronteira exploratória.

 

Fonte: Agência Petrobras

Petrobras esclarece sobre Gaspetro

Em relação às notícias veiculadas na mídia, referente à venda da sua participação de 51% na Petrobras Gás S.A. (Gaspetro), a Petrobras esclarece que não está definido o modelo para venda da subsidiária.

A Petrobras, no âmbito de sua gestão ativa de portfólio, já iniciou estudos para a venda de sua participação na Gaspetro, entretanto, ainda não há deliberação pelos órgãos internos da companhia acerca do modelo de venda, o que dependerá das condições de mercado.

A venda da Gaspetro faz parte dos compromissos assumidos no Termo de Compromisso de Cessação assinado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), para a promoção de concorrência no setor de gás natural no Brasil, conforme divulgado em 08/07/2019, e está em linha com o posicionamento estratégico da companhia de sair integralmente da distribuição e do transporte de gás, conforme seu Plano Estratégico 2020-2024. 

Fatos considerados relevantes sobre o tema serão tempestivamente divulgados ao mercado.

 

Fonte: Agência Petrobras

Petroleira busca Justiça e tem equipes para manter operações durante greve

A Petrobras informou que, apesar de greve iniciada no último sábado por sindicatos de trabalhadores, suas unidades produtoras seguem “operando dentro dos padrões de segurança”, com acionamento de equipes de contingência quando necessário ou mesmo recursos à Justiça em alguns casos.

“A companhia vem atuando para garantir o acesso normal às unidades e o revezamento de turnos dos seus profissionais, ainda que se faça necessária a busca da Justiça, para fazer valer seus direitos, tendo obtido decisões liminares que garantam a continuidade e a segurança das operações”, disse a empresa em nota, ao ser questionada sobre a paralisação.

“As atividades da Petrobras são serviços essenciais e condições adequadas de segurança e de operação devem ser garantidas”, destacou a empresa.

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) afirmou que ontem, a greve avançou para 11 Estados do país e 20 bases operacionais.

A FUP disse ainda que não houve rendição de turno em várias refinarias e térmicas, entre outras unidades.

“Ao longo do dia, novas adesões devem ocorrer, fazendo avançar o movimento, que entra hoje no terceiro dia de paralisação”, disse a FUP.

A entidade sindical afirmou também que atos e acampamentos em diversas unidades da Petrobras ocorrem por todo o país e também na sede administrativa da empresa, no Rio de Janeiro, onde a Comissão de Negociação Permanente da FUP ocupa uma sala há quase 72 horas.

A FUP cobra “interlocução com a gestão da empresa para suspender as demissões” na unidade de fertilizantes Fafen-PR e outras medidas sobre o Acordo Coletivo de Trabalho.

A Petrobras, por sua vez, reiterou que considera “descabidas as justificativas apresentadas pelos sindicatos, uma vez que todos os compromissos firmados na negociação do Acordo Coletivo de Trabalho vigente vêm sendo integralmente cumpridos”.

No início do mês passado, a Petrobras aprovou a hibernação da fábrica de fertilizantes de sua subsidiária Araucária Nitrogenados (ANSA) no Paraná, o que segundo a companhia resultaria na demissão de 396 empregados da unidade.

 

Fonte: Agência Reuters

Opep+ avalia cortes de produção adicionais de 500 mil bpd, dizem fontes

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e seus aliados avaliam cortes adicionais na produção de petróleo de 500 mil barris por dia (bpd) devido ao impacto do coronavírus sobre a demanda pela commodity, disseram duas fontes da Opep e uma terceira fonte do setor, que acompanha as discussões.

A Opep e aliados incluindo a Rússia, um grupo conhecido como Opep+, têm considerado realizar um encontro ministerial entre 14 e 15 de fevereiro, disse uma das fontes da Opep, antecipando a atual agenda, que prevê reunião em março.

A disseminação do coronavírus na China poderia reduzir a demanda por petróleo em mais de 250 mil bpd no primeiro trimestre do ano, impactando preços que já têm sido afetados por um excesso de oferta, segundo analistas e operadores do mercado.

O Irã, membro da Opep, disse que o vírus atingiu a demanda por petróleo e pediu por esforços para estabilizar os preços, segundo a agência estatal IRNA.

A Rússia disse na sexta-feira que estaria pronta para antecipar o encontro da Opep+ para fevereiro.

Um painel da Opep e de países não membros, o chamado Comitê Técnico Conjunto (JTC), agendou uma reunião para 4 e 5 de fevereiro em Viena para analisar o impacto do vírus sobre a demanda, disseram outras fontes da Opep+.

O painel técnico provavelmente fará recomendações para eventuais ações adicionais para apoio ao mercado, segundo as fontes.

 

Fonte: Agência Reuters

Rio aumenta sua participação na produção nacional de petróleo e gás

Produção do Estado correspondeu a 71% da produção nacional em 2019

A ANP está divulgando o Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural com dados detalhados de dezembro de 2019. Esta edição também apresenta destaques do ano passado.

Em 2019, a produção brasileira de petróleo e gás natural foi de 3,559 milhões de barris equivalentes por dia (MMboe/d), totalizando 1,299 bilhão de barris de óleo equivalente, um aumento de 8,1% em relação a 2018. O Estado do Rio de Janeiro, onde estão localizados os campos de Lula e Búzios, vem crescendo sua participação na produção nacional. Em 2019, foi o maior produtor de petróleo e gás natural, representando 71% do volume total produzido no país, 5,3% maior que em 2018, registrando uma produção de 2,528 MMboe/d. Em seguida vem o Estado de São Paulo, com uma participação de 11,5% na produção total: 409,77 mil boe/d. O Espírito Santo foi o terceiro maior estado produtor, com uma produção de 333,68 mil boe/d, representando 9,4% da produção de petróleo e gás natural no país.

A produção total no Pré-sal em 2019 foi de 2,183 MMboe/d, correspondente a 61,3% da produção nacional. O campo de Lula, na Bacia de Santos, foi o maior campo produtor e registrou uma média diária de 1,196 MMboe/d, tendo sido responsável por 33% de toda a produção nacional no ano.

Os campos marítimos produziram 2,683 milhões de barris de petróleo por dia (MMbbl/d) e 99,8 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia (MMm3/d), o que correspondeu a, respectivamente, 96,3% e 81,4% da produção nacional. Dos campos terrestres, foram extraídos 104,1 mil barris de petróleo por dia (Mbbl/d) e 22,73 MMm3/d de gás natural, o que corresponde a uma redução de 6,53% de petróleo e um aumento de 3,56% de gás natural, em relação à produção terrestre do ano anterior.

Produção de dezembro

No mês de dezembro de 2019, a produção de petróleo foi de 3,107 MMbbl/d, superando em 0,5% o recorde registrado no mês anterior e em 15,4% a produção de dezembro de 2018. A produção de gás natural também superou o recorde do mês anterior, registrando um aumento de 0,9% e alcançando a média de 138 MMm3/d. Em relação a dezembro de 2018, a variação foi de 21,2%.

A produção no Pré-sal em dezembro teve origem em 114 poços e correspondeu a 66,8% da produção nacional, totalizando 2,654 MMboe/d, sendo 2,117 MMbbl/d de petróleo e 85,4 MMm3/d de gás natural. Em relação ao mês anterior, a produção total aumentou 2,6% e 40,6% em relação a dezembro de 2018.

Aproveitamento do gás natural

Em dezembro, o aproveitamento de gás natural foi de 97,3%. Foram disponibilizados ao mercado 65,6 MMm³/dia. A queima de gás no mês foi de 3,679 MMm³/d, um aumento de 7,2% se comparada ao mês anterior e de 20,8% se comparada ao mesmo mês em 2018.

Origem da produção

Os campos marítimos produziram 96,7% do petróleo e 81,4% do gás natural. Os campos operados pela Petrobras produziram 93,7% do petróleo e do gás natural. Com relação aos campos operados pela Petrobras e com participação exclusiva da empresa, produziram 41,3% do total.

Destaques

Novamente, o campo de Lula, na Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo e gás natural, registrando 1,074 MMbbl/d de petróleo e 45 MMm3/d de gás natural.

A plataforma FPSO Cidade de Maricá, produzindo no campo de Lula por meio de sete poços a ela interligados, produziu 148,9 Mbbl/d e foi a instalação com maior produção de petróleo.

A instalação Polo Arara, produzindo nos campos de Arara Azul, Araracanga, Carapanaúba, Cupiúba, Rio Urucu e Sudoeste Urucu, por meio de 35 poços a ela interligados, produziu 8,253 MMm³/d e foi a instalação com maior produção de gás natural.

O maior poço produtor foi o 3-BRSA-1305A-RJS, no campo de Mero, que produziu em média 61,4 Mboe/d.

Estreito, na Bacia Potiguar, teve o maior número de poços produtores terrestres: 1.094.

Marlim Sul, na Bacia de Campos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores: 73.

Campos de acumulações marginais

Esses campos produziram 54 bbl/d de petróleo e 6,8 Mm³/d de gás natural. O campo de Iraí, operado pela Petrobron, foi o maior produtor, com 40,1 boe/d.

Outras informações

No mês de dezembro de 2019, 294 áreas concedidas, duas áreas de cessão onerosa e cinco de partilha, operadas por 34 empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Dessas, 70 são marítimas e 231 terrestres, sendo 10 relativas a contratos de áreas contendo acumulações marginais. A produção ocorreu em 7.205 poços, sendo 633 marítimos e 6.572 terrestres.

O grau API médio foi de 27,7, sendo 3,2% da produção considerada óleo leve (>=31°API), 86,9% óleo médio (>=22 API e <31 API) e 9,9% óleo pesado (<22 API).

As bacias maduras terrestres (campos/testes de longa duração das bacias do Espírito Santo, Potiguar, Recôncavo, Sergipe e Alagoas) produziram 106,1 Mboe/d, sendo 84 mil bbl/d de petróleo e 3,5 MMm³/d de gás natural. Desse total, 94 mil boe/d foram produzidos pela Petrobras e 12 mil boe/d foram produzidos por concessões não operadas pela Petrobras, dos quais: 343 boe/d em Alagoas, 4.168 boe/d na Bahia, 21 boe/d no Espírito Santo, 7.305 boe/d no Rio Grande do Norte e 202 boe/d em Sergipe.

 

Fonte: ANP

Plataforma P-70 está estabilizada

A Petrobras já reconduziu a P-70 à área onde ficará fundeada na Baía de Guanabara para aguardar as devidas autorizações antes de seguir para o campo de Atapu, no pré-sal da Bacia de Santos. Devido ao temporal que atingiu a região metropolitana do Rio de Janeiro na noite de quinta-feira (30/01) houve deslocamento da plataforma para próximo da costa, durante o processo de ancoragem da unidade.

A plataforma estava sendo fundeada na baía por rebocadores responsáveis por fixar a embarcação por meio de quatro linhas de ancoragem. Quando a última linha estava em processo de conexão, duas foram rompidas devido à força dos ventos e a plataforma foi movida para uma área mais próxima à praia da Boa Viagem, em Niterói.

A P-70 se encontra estabilizada. Não houve vítimas ou danos ao meio ambiente, e até o momento não há registro de avarias à plataforma.

A companhia vai instaurar uma comissão de investigação para apurar as causas da ocorrência. Uma vez identificadas as causas, a companhia tomará as medidas adequadas para evitar que incidentes desse tipo venham a ocorrer. O respeito às pessoas e ao meio ambiente e à segurança das operações constituem um dos cinco pilares estratégicos da Petrobras, que têm sido rigorosamente executados.

 

Fonte: Agência Petrobras

Petrobras inicia venda de usinas eólicas

A Petrobras iniciou a etapa de divulgação das oportunidades (teasers) referentes à venda da totalidade de suas participações acionárias nas empresas Eólica Mangue Seco 1 e Eólica Mangue Seco 2, proprietárias de usinas de geração de energia eólica.

Os teasers, que contêm as principais informações sobre os ativos e os critérios de elegibilidade para a seleção de potenciais investidores, estão disponíveis no site da Petrobras:
https://www.investidorpetrobras.com.br/pt/resultados-e-comunicados/teasers

A presente divulgação está de acordo com as diretrizes para desinvestimentos da Petrobras e com o regime especial de desinvestimento de ativos pelas sociedades de economia mista federais, previsto no Decreto 9.188/2017.

Essas operações estão alinhadas à otimização do portfólio e à melhora de alocação do capital da companhia, visando à maximização de valor para os seus acionistas.

Sobre as Eólicas Mangue Seco 1 e 2

As Eólicas Mangue Seco 1 e 2 estão localizadas em Guamaré, no estado do Rio Grande do Norte, e fazem parte de um complexo de quatro parques eólicos com capacidade instalada total de 104 MW. Cada empresa detém e opera um parque eólico, com capacidade de 26 MW.

Na Mangue Seco 1, a Petrobras e a Alubar Energia S.A possuem, respectivamente, 49% e 51% de participação.

Na Mangue Seco 2, a Petrobras e a Eletrobras possuem, respectivamente, 51% e 49% de participação.

 

Fonte: Agência Petrobras

Petrobras inicia fase vinculante da venda de refinarias

A Petrobras deu início à fase vinculante referente à venda de ativos em refino, que inclui: Refinaria Isaac Sabbá (Reman) no Amazonas; Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (Lubnor), no Ceará; e Unidade de Industrialização do Xisto (SIX) no Paraná; assim como seus ativos logísticos correspondentes.

Os potenciais compradores classificados para essa fase receberão carta-convite com instruções detalhadas sobre o processo de desinvestimento, incluindo orientações para a realização de due diligence e para o envio das propostas vinculantes.

A presente divulgação ao mercado está de acordo com as diretrizes para desinvestimentos da Petrobras e com o regime especial de desinvestimento de ativos pelas sociedades de economia mista federais, previsto no Decreto 9.188/2017.

Essa operação está alinhada à otimização do portfólio e à melhora de alocação do capital da companhia, visando a geração de valor para os seus acionistas.

Sobre as refinarias

A Reman, localizada em Manaus, no estado do Amazonas, possui capacidade de processamento de 46 mil barris/dia e seus ativos incluem um terminal de armazenamento.

A Lubnor, localizada em Fortaleza, Ceará, possui capacidade de processamento de 8 mil barris/dia, é uma das líderes nacionais em produção de asfalto e a única no país a produzir lubrificantes naftênicos.

A SIX, localizada em São Mateus do Sul, no Paraná, possui capacidade instalada de 6 mil barris/dia e seus ativos incluem uma mina em uma das maiores reservas de xisto betuminoso do mundo e uma planta de processamento de xisto.

 

Fonte: Agência Petrobras

SCGÁS bate recorde de distribuição de gás natural em 2019

O volume de vendas de gás natural registrado em 2019 pela SCGÁS – cerca de 708 milhões de metros cúbicos – foi o maior da história de operação da empresa, resultado do reaquecimento da economia catarinense e da saturação de rede para atender novos clientes. Todos os segmentos de consumo registraram crescimento no ano passado em comparação com 2018 (Industrial 1,7%, GNV 2,67%, Comercial 3,92% e Residencial 5,97%), o que representa crescimento de 2% no volume global.

Em 2019 foram interligadas à rede de distribuição de gás natural mais 29 indústrias, seis postos de GNV, 40 estabelecimentos comerciais e 1.991 residências. Os investimentos da SCGÁS foram de aproximadamente R$ 50 milhões no ano passado, com 84% deste montante destinado à expansão da infraestrutura. Com isso, a empresa ultrapassou a marca de 15 mil clientes e chegou ainda a 1.212 quilômetros de rede implantada.

Evonik inaugura nova unidade de produção multifuncional de silicones em Geesthacht, Alemanha

Da esquerda para a direita: Olaf Schulze, prefeito de Geesthacht, Lauren Kjeldsen, integrante da diretoria executiva do segmento de Nutrition & Care e Mathias Jammer, gerente da fábrica de Geesthacht

Menos de 18 meses após o início da construção, e dentro do orçamento planejado, a linha de negócios Interface & Performance da Evonik inaugurou oficialmente sua nova fábrica multifuncional de silicones em Geesthacht, Alemanha, em 10 de janeiro.

A cerimônia de inauguração da nova planta, que marca quase 35 anos de produção química contínua no local, contou com a presença de dignitários locais como o prefeito de Geesthacht, parceiros da construção e colaboradores da Evonik, incluindo Lauren Kjeldsen, integrante da diretoria executiva do segmento de Nutrition & Care. Com a produção de componentes e matérias-primas de alta qualidade para a fabricação de selantes e adesivos, compostos para fundição e moldagem, dentre outros produtos, a nova fábrica reforça o foco da Evonik em especialidades químicas inovadoras para aplicação nos setores de silicone e nanotecnologias e em novas soluções logísticas.

Distante 30 quilômetros do porto de Hamburgo e dentro da área da planta existente, o novo parque de tancagem teve de ser construído e comissionado para uso enquanto a produção seguia funcionando normalmente para os clientes da Evonik. O comissionamento do novo parque de tancagem teve início em dezembro, e aumentos da produção estão programados para os próximos meses. Além de permitir maior flexibilidade, as capacidades ampliadas oferecerão oportunidades para inovações em uma variedade de silicones e produtos com nanotecnologia, incluindo silicones de cura por adição e polímeros terminados com grupo sililo, que são usados como resinas em adesivos e selantes no setor de adesivos parquet, adesivos para o cuidado de feridas e outras aplicações médicas, ou, ainda, em eletrônicos.

A responsável pela linha de negócios Interface & Performance, Dra. Xiaolan Wang, presente na cerimônia, disse: “Estou feliz com a inauguração da nossa nova unidade de produção, que dá continuidade à longa tradição de produção no local. O aumento da capacidade produtiva ajuda a reforçar o nosso foco em especialidades químicas como silicones e nanotecnologias enquanto também beneficia os nossos clientes, que contarão com um fornecimento mais rápido e mais confiável para os seus produtos.”

Para responder à crescente exigência do mercado, a Evonik também produzirá um leque mais amplo de polímeros terminados com grupo sililo (SMPs). “Os clientes da linha de negócios Interface & Performance confiam na Evonik para continuar inovando e entregando produtos que agregam valor, por exemplo, desenvolvendo SMPs para responder à tendência para coberturas e membranas líquidas, ou ajudar os clientes a atender à crescente demanda por compósitos de fibras robustos, mas leves, nas indústrias automotiva e aeroespacial”, disse Dra. Sabine Giessler-Blank, responsável pela linha de produtos Polymer & Construction Specialties, que abastece essas indústrias.