P-70 chega ao Porto do Rio de Janeiro

O Porto do Rio de Janeiro recebeu a unidade flutuante de produção, estoque e transferência de petróleo (FPSO) P-70, que vai operar no polo pré-sal da Bacia de Santos. A plataforma foi trazida pelo navio semissubmersível “Boka Vanguard”, que ancorou em uma das áreas de fundeio na Baía de Guanabara, onde será descarregada. A complexa operação de fundeio mobilizou profissionais da Companhia Docas do Rio de Janeiro, da Marinha do Brasil e da Praticagem do Rio de Janeiro.

O gerente de Acesso Aquaviário do Porto do Rio de Janeiro, Roque Pizarroso, ressaltou que “uma manobra desse porte é muito técnica e requer bastante expertise dos profissionais envolvidos”. Isto porque o navio é extremamente pesado, carregando a plataforma de 78 mil toneladas, milimetricamente acomodadas na embarcação.

De acordo com Pizarroso, “a operação de fundeio foi um sucesso, mas a manobra mais importante e delicada ocorre nesta quinta-feira (30/01), quando o navio “Boka Vanguard” submergirá para a descarga da plataforma.

Após essa operação, a P-70 seguirá para área de fundeio, onde permanecerá por aproximadamente 30 dias. Durante esse período, serão realizadas, entre outras ações, o comissionamento, a nacionalização da estrutura e os preparativos para prosseguimento da viagem com destino ao Projeto Atapu 1 (pré-sal) da Bacia de Santos.

Saiba mais sobre a P-70

A P-70 faz parte da série de plataformas replicantes, que atualmente respondem por parte da produção no pré-sal, com a operação já iniciada nas unidades P-66, P-67, P-68 e P-69. Construída na China, a plataforma tem capacidade para produzir 150 mil barris de óleo e 6 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.

O transporte da P-70 foi realizado pela modalidade chamada de “dry tow” (reboque seco), o que significa que em vez de ser conduzida por rebocadores oceânicos a unidade é embarcada em um “semi-submersible heavy lift ship” (navio semissubmersível para transporte de carga pesada).

Petrobras informa sobre Programa Destaque em Governança de Estatais

A Petrobras solicitou,  sua desvinculação do Programa Destaque em Governança de Estatais da B3 (Programa).

A adesão da Petrobras ao Programa ocorreu em 08/08/2017. Em seguida, a companhia continuou evoluindo no aperfeiçoamento de suas práticas de governança, tendo aderido ao segmento especial de listagem Nível 2 de Governança Corporativa da B3, conforme divulgado ao mercado em 14/05/18, que se destaca, dentre outros aspectos, pelas regras mais rigorosas de transparência e governança. Nesse sentido, a Petrobras permanece sob supervisão da B3 enquanto companhia aberta.

Além disso, as principais regras brasileiras de governança estão devidamente delineadas na Lei nº 13.303/16 e no Decreto nº 8.945/16, aos quais a companhia já se submete.

A companhia segue se destacando, nos últimos anos, pelo aprimoramento contínuo de suas regras de governança corporativa e de seus controles internos. No âmbito específico das estatais, a Petrobras obteve nota máxima em todos os ciclos de avaliação do Indicador de Governança (IG-SEST), elaborado pela Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais – SEST, atualmente vinculada ao Ministério da Economia.

A Petrobras reitera seu compromisso com a contínua melhoria de suas práticas, primando sempre por maior eficiência e geração de valor, sem, contudo, diminuir os seus controles internos.

 

Fonte: Agência Petrobras

GCU declara Queiroz Galvão inidônea por fraudes na Petrobras; empresa recorrerá

A Controladoria-Geral da União (CGU) declarou a inidoneidade da construtora Queiroz Galvão, em medida que deverá vetar a empresa de novas licitações e contratos com o poder público, sob alegações de irregularidades da companhia em licitações da Petrobras.

A construtora foi ao longo dos últimos anos um dos alvos da operação Lava Jato, que revelou um enorme esquema de corrupção e pagamentos de propinas entre políticos, estatais e empresas privadas no Brasil.

Em decisão publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, a CGU afirmou que a Queiroz Galvão atuou “em defesa de interesses escusos e particulares, de forma concertada e ardilosa, frustrando, direcionando e fraudando certames licitatórios direcionados na Petrobras em conluio com outras empresas”.

A decisão é assinada pelo ministro da CGU, Wagner de Campos Rosario, e tem data de 28 de janeiro.

Procurada, a Queiroz Galvão afirmou que tomou conhecimento da medida da CGU nesta quinta-feira e que tentará revertê-la.

“A decisão não tem eficácia imediata e (a companhia) apresentará recurso, com efeito suspensivo, no prazo legal”, afirmou a construtora em nota.

De acordo com a publicação da CGU no Diário Oficial, a declaração de inidoneidade teve como base relatório final de uma comissão sobre processo administrativo de responsabilização da companhia, iniciado em 2014, e pareceres jurídicos.

 

Fonte: Agência Reuters

C.A. aprova nomeação de engenheira Maria Cláudia Guimarães

A Petrobras informa que seu Conselho de Administração, em reunião realizada na quarta-feira (29/01), aprovou a nomeação da Sra. Maria Cláudia Guimarães para o cargo de membro do Conselho de Administração da companhia. Esta nomeação será submetida à próxima Assembleia Geral de Acionistas que ocorrer.

A Sra. Maria Cláudia Guimarães possui sólida carreira no mercado financeiro, onde atua há 33 anos. Foi Diretora Executiva no Bank of America Merrill Lynch, ING Bank N.V. e Bank Boston, liderando setores de Óleo & Gás, Mineração, Siderurgia e Energia. Hoje é Sócia da KPC Consultoria Financeira focada em gestão patrimonial. Recentemente, atuou como Conselheira na Constellation Oil Services em Luxemburgo.

Possui ampla experiência em finanças corporativas, mercado de capitais, fusões e aquisições, reestruturação de dívidas e financiamento de projetos.

Ao longo de sua carreira se relacionou com a Petrobras e suas subsidiárias no Brasil e no exterior, através de financiamento de projetos para desenvolvimento da Bacia de Campos e Bacia de Santos, emissões de ações e bonds, desenvolvimento de produtos de tesouraria e gestão de caixa e assessoria ao desinvestimento em área offshore, tendo inclusive coordenado curso sobre Fusões, Aquisições e Mercado de Capitais na Universidade Petrobras.

A Sra. Maria Cláudia é graduada em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com MBA Executivo pela COPPEAD (UFRJ).

Fonte: Agência Petrobras

Petrobras informa sobre reservas provadas em 2019

A Petrobras informa que suas reservas provadas de óleo, condensado e gás natural, estimadas segundo critérios da SEC (US Securities and Exchange Commission), atingiram 9,590 bilhões de barris de óleo equivalente (boe) em 31 de dezembro de 2019, conforme Tabela 1.

A evolução das reservas provadas, em bilhões de barris de óleo equivalente, consta no Gráfico 1.

 

Em 2019, as operações de desinvestimentos proporcionaram a monetização antecipada de 0,072 bilhão de boe referentes à conclusão da venda de toda a participação da Petrobras nos campos Pargo, Carapeba, Vermelho e Maromba, na Bacia de Campos, e em 34 campos terrestres, na Bacia Potiguar, e venda de 50% da participação da Petrobras nos campos de Tartaruga Verde e Espadarte, na Bacia de Campos.

Desconsiderando os efeitos dos desinvestimentos realizados em 2019, a Petrobras conseguiu repor 106% do volume produzido devido, principalmente, à boa performance e ao maior histórico de produção dos reservatórios do pré-sal da Bacia de Santos. Além disso, houve incorporações relacionadas ao remanejamento de volumes devido à revisão do contrato de Cessão Onerosa e à aprovação de novos projetos nas Bacias de Santos, Campos e Espírito Santo. A relação entre o volume de reservas provadas e o volume produzido é de 10,5 anos.

Critérios ANP/SPE

Além dos volumes estimados segundo critérios da SEC, a Petrobras também estima reservas segundo os critérios ANP/SPE (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis / Society of Petroleum Engineers). Em 31 de dezembro de 2019, as reservas provadas segundo estes critérios atingiram 11,235 bilhões de barris de óleo equivalente. As diferenças entre os dois critérios estão associadas, principalmente, às premissas econômicas (preços e custos) e à possibilidade de se considerar como reservas, no critério ANP/SPE, os volumes previstos de serem produzidos além do prazo contratual de concessão nos campos do Brasil, de acordo com o regulamento técnico de reservas da ANP.

A Petrobras, historicamente, submete à certificação pelo menos 90% de suas reservas provadas segundo o critério SEC. Atualmente, a empresa certificadora é a D&M (DeGolyer and MacNaughton).

 

Fonte: Agência Petrobras

Conteúdo Local: ANP atualiza situação dos pedidos de aditamento

Foram publicadas no último dia (29/01) informações atualizadas sobre os contratos com solicitação de aditamento da Cláusula de Conteúdo Local no âmbito da Resolução ANP n° 726/2018.

A Resolução ANP n° 726/2018 permitiu que as empresas que atuam em exploração e produção de petróleo e gás natural optassem pelo aditamento, para todos os contratos em vigor, com efeitos para as fases não encerradas. O prazo para as empresas interessadas pedirem aditamento de seus contratos se encerrou em 10 de agosto de 2018.

O arquivo publicado apresenta informações sobre o status do aditamento e o detalhamento quanto ao alcance dos termos aditivos assinados frente aos blocos e/ou campos associados a cada contrato.

As 285 solicitações recebidas pela ANP resultaram em 250 contratos aditados ou parcialmente aditados e 20 contratos indeferidos ou com solicitação arquivada por não se enquadrarem na Resolução. As demais solicitações, correspondentes a 15 contratos, encontram-se em fase final de análise, dos quais 13 estão em fase de recurso.

 

Fonte: Ascom ANP

PPSA discutirá com Petrobras valor de compensação por investimentos em Sépia e Atapu

O governo estabeleceu que a estatal Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) deverá representar a União em negociações com a Petrobras para estabelecer o valor da compensação a ser paga à companhia por investimentos já realizados nas áreas de Sépia e Atapu, no pré-sal, após o futuro leilão em regime de Partilha de produção dos ativos.

Volumes excedentes de petróleo das duas áreas foram oferecidas a investidores na Rodada de Licitações do Excedente da Cessão Onerosa, em 6 de novembro do ano passado, mas não receberam propostas e com isso deverão ser relicitadas pelo governo brasileiro.

O leilão em novembro, que além da própria Petrobras atraiu apenas pequena participação de empresas chinesas, foi visto à época como frustrante por analistas, que apontaram entre os fatores por trás do resultado as complexas negociações que petroleiras precisariam conduzir junto à Petrobras para definir reembolsos à companhia por aportes já realizados nas áreas.

Agora, o Ministério de Minas e Energia definiu que a PPSA e a Petrobras “deverão efetuar o cálculo da compensação a ser paga” à petroleira por esses aportes já realizados em Sépia e Atapu, segundo portaria publicada no Diário Oficial da União de quarta-feira.

PPSA e Petrobras também deverão chegar a um acordo em relação às participações da União e da cessionária nessas áreas, de acordo com a medida.

Para o cálculo dessas participações, será utilizada a proporção entre o volume excedente ao contratado em cessão onerosa e o volume recuperável em hidrocarbonetos das áreas que serão licitadas.

O ministério definiu ainda que Petrobras e PPSA deverão se reunir presencialmente a cada 30 dias junto com representantes da pasta e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) “para informar a evolução das negociações” e apresentar estudos associados às discussões.

Segundo a portaria publicada nesta segunda-feira, Petrobras e PPSA deverão acordar um plano de trabalho para a definição dos valores das participações e da compensação, no qual serão especificados dados e informações necessárias ao cálculo, além de cronograma para as atividades.

,Com base nos dados compartilhados entre Petrobras e PPSA, as estatais ainda realizarão estudos para definir a estratégia de desenvolvimento das áreas após o leilão.

O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, afirmou na semana passada que o governo tem trabalhado para realizar uma nova licitação das áreas de Atapu e Sépia, mas admitiu que é provável que o leilão fique para 2021.

 

Fonte: Agência Reuters

ANP aperfeiçoa regras para queima de gás

A diretoria colegiada da ANP aprovou a resolução que trata dos procedimentos para controle das queimas e perdas de petróleo e gás natural nas atividades de E&P. O regulamento revisa a Portaria ANP n° 249/2000 e inclui as definições de casos enquadrados como queimas ordinárias, dispensadas de prévia autorização, e os procedimentos para autorização e convalidação de queimas extraordinárias.

A nova resolução traz tanto dispositivos para regulamentar procedimentos já utilizados nas atividades de fiscalização, mas ainda não previstos no regulamento anterior, quanto dispositivos dedicados à implementação de novas ferramentas visando otimizar o aproveitamento do recurso energético, mediante a redução dos percentuais de queima.

A iniciativa atende a Resolução CNPE nº 17/2017, que define, dentre as diretrizes a serem observadas na Política de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural pela ANP: fomentar, em bases econômicas, o aumento da participação da produção doméstica de gás natural no atendimento ao mercado brasileiro, inclusive pela redução da queima de gás natural nas atividades de exploração e produção.

A revisão reforça o trabalho da ANP no aprimoramento dos seus mecanismos regulatórios sobre o controle da queima de gás natural, considerando os avanços tecnológicos ocorridos, a mudança no cenário da produção do Brasil, principalmente em decorrência das jazidas do Pré-sal, e a valorização do gás natural como recurso energético, no mundo e no Brasil, em especial, como fonte para termelétricas.

A resolução entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.

 

Fonte: Ascom ANP

WEG anuncia mudanças de executivos a partir de abril

A WEG informou novas mudanças em seu planejamento sucessório, incluindo a saída do diretor superintendente da Zest, Siegfried Kreutzfeld, que será substituído pelo atual diretor superintendente da Zest, Juliano Saldanha Vargas.

Além de Kreutzfeld, também deixará seu cargo na WEG, o diretor internacional corporativo, Luis Gustavo Lopes Iensen. A vaga será ocupada por Elder Jurandir Stringar, que atualmente ocupa o cargo de gerente na divisão internacional da empresa.

Os novos executivos assumirão seus postos em 1° de abril deste ano, disse a WEG em comunicado.

 

Fonte: Agência Reuters

Petrobras suspende viagens para China devido ao coronavírus

A Petrobras está monitorando a evolução do quadro de saúde pública causado pelo novo coronavírus e, de forma preventiva, suspendeu as viagens programadas para a China, informou a companhia em nota.

Entretanto, a empresa pontuou que não houve alterações na programação de exportações e eventuais ajustes logísticos estão sendo estudados.

Na terça-feira, a Vale havia anunciado medida semelhante, seguindo medidas de prevenção ao coronavírus.

 

Fonte: Agência Reuters