Petrobras lança série sobre atuação em lugares desafiadores

“Limiar: Fronteiras do Conhecimento” mostra o dia-a-dia em locais como a Antártica e a produção de petróleo em águas ultraprofundas

A Petrobras lançou uma série chamada “Limiar: Fronteiras do Conhecimento”, com minidocumentários que mostram como é o dia a dia de quem trabalha em locais fora do comum e em condições extremas. A série acompanhou as equipes de pesquisa da Estação Antártica Comandante Ferraz, onde a temperatura pode chegar a 50°C negativos, e também vai mostrar, por exemplo, o trabalho de profissionais que atuam na produção de petróleo e gás em águas ultraprofundas, a mais de 300 km da costa.

“A ideia é apresentar onde atuamos no limiar do conhecimento humano e como a tecnologia, aliada sempre à segurança, nos levou a sermos tão eficientes mesmo em ambientes tão desafiadores”, destaca a gerente executiva de Comunicação e Marcas da Petrobras, Flavia da Justa.

O primeiro episódio mostra o trabalho dos pesquisadores na Estação Antártica Comandante Ferraz, recém-inaugurada com apoio da companhia. A equipe da série viajou 12 mil quilômetros e conversou com pesquisadores e outros integrantes do Proantar sobre as particularidades do chamado “continente gelado”.

A base, operada pela Marinha, recebe apoio da Petrobras por meio do Programa Antártico Brasileiro (Proantar). Na estação são realizadas pesquisas científicas nas áreas ambiental, meteorológica, biodiversidade e química. O acordo permite à companhia participar de pesquisas e ter acesso a informações que possibilitam o aprimoramento dos modelos de previsão meteorológica, de ondas e correntes marinhas utilizados pela companhia.

Os episódios podem ser assistidos no portal “Nossa Energia” (www.petrobras.com.br/nossaenergia).

Abertura do refino e do gás natural deve movimentar o ano

O ano de 2020 promete ser movimentado para a indústria de óleo e gás. Na agenda do setor, estão previstos para este ano avanços na abertura dos mercados de refino e gás natural. Além disso, a expectativa é que a regulação seja rediscutida, frente à necessidade de preparação do terreno para a abertura desses dois segmentos. Na área de exploração, o calendário de leilões ofertará, pelo quarto ano consecutivo, novas oportunidades de aquisições para as petroleiras. Enquanto isso, as companhias vivem a expectativa de que, após a decepção das rodadas do pré-sal de 2019, o fim do regime de partilha entre na pauta do Congresso.

Em pleno curso, o programa de desinvestimentos da Petrobras deve agitar não só as aquisições, mas também o mercado de capitais. No refino, a previsão é que as primeiras privatizações comecem a ganhar corpo ao fim do primeiro trimestre, para quando a estatal espera receber as ofertas finais pelas unidades do primeiro pacote de ativos colocado à venda: Rnest (PE), Rlam (BA), Repar (PR) e Refap (RS). A petroleira acredita que os primeiros contratos de venda de refinarias serão assinados ainda neste ano, embora a conclusão dos negócios deva ficar para 2021.

No caso do gás, os desinvestimentos devem avançar de forma mais rápida. Para 2020, a estatal espera cumprir o acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para sair integralmente da distribuição e transporte de gás. A venda da fatia remanescente de 10% na Transportadora Associada de Gás (TAG) e na Nova Transportadora do Sudeste (NTS) não deve se alongar. A Petrobras já sinalizou também a intenção de realizar, no segundo semestre, a venda do negócio de distribuição de gás, por meio de um IPO (sigla em inglês para oferta pública inicial de ações) da Gaspetro.

Para além dos setores de refino e gás, outro destaque aguardado é a venda da Braskem. A exemplo da Gaspetro, a intenção da empresa é se desfazer da petroquímica por meio do mercado de ações até o fim do ano.

Na área de exploração de óleo e gás, a expectativa é que as petroleiras intensifiquem as perfurações no pré-sal, atrás de descobertas nas áreas adquiridas nos leilões dos últimos três anos. O sócio da área de energias e recursos naturais da KPMG, Anderson Dutra, destaca que 2020 deve ser marcado também pela sequência das licitações de blocos exploratórios. “Acredito também numa discussão muito forte sobre o regime de partilha”, afirma o especialista.

Em dezembro, a nova presidente do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), Clarissa Lins, disse ao Valor que o setor vai tratar como prioridade a defesa do regime único de concessão para atividades de exploração e produção. No Brasil, as áreas exploratórias são licitadas sob o regime de partilha – quando os ativos estão dentro do polígono do pré-sal – e sob o modelo de concessão nos demais casos.

Segundo ela, o esvaziamento dos leilões de partilha de 2019 sugere que o regime se esgotou, após edições de sucesso nos anos anteriores. Desde 2017, as multinacionais investiram R$ 13,9 bilhões na aquisição de ativos, nas rodadas de partilha, mas, no ano passado, as petroleiras privadas se ausentaram por completo da 6ª Rodada do pré-sal e do leilão dos excedentes da cessão onerosa.

Uma eventual discussão sobre o marco legal do pré-sal pode afetar o calendário dos leilões previsto para 2020
O desejo das petroleiras encontra eco no próprio governo. O ministro da Economia, Paulo Guedes, atribuiu a frustração dos leilões de partilha de 2019 ao modelo de outorga adotado e defendeu a extinção da partilha. Para o chefe de pesquisa na área de exploração e produção da Wood Mackenzie na América Latina, Marcelo de Assis, porém, a agenda curta do Legislativo, em meio à corrida eleitoral, é um desafio para que a revisão do marco legal do pré-sal avance em 2020. “Acredito que o governo possa realizar o leilão de partilha, este ano, revisando os termos [os bônus de assinatura e percentuais de óleo destinada à União]”, disse.

Dutra, da KPMG, destacou que uma eventual discussão sobre o marco legal do pré-sal pode afetar o calendário dos leilões. “Enquanto o futuro da partilha não for definido, tenho dúvidas de que a 7ª Rodada do pré-sal será marcada para 2020. Mas não tenho dúvidas de que teremos uma 17ª Rodada de concessões forte e a oferta permanente [mecanismo pelo qual a ANP coloca à disposição do mercado um pacote de ativos para compra sob demanda]”, afirmou.

Reconhecendo que a discussão sobre a partilha pode colocar em risco o calendário de leilões, a presidente do IBP defende que as duas agendas ocorram em paralelo, sem mudança de datas das licitações. “Entendemos que talvez tenhamos que caminhar em paralelo por um tempo [com a discussão sobre o fim da partilha, concomitantemente à continuidade dos leilões], mas queríamos deixar claro para os formuladores de políticas públicas que, conceitualmente e economicamente, o regime de concessão é benéfico no longo prazo para o Brasil”, defende.

Pelo regime de partilha, as petroleiras destinam parte do volume de óleo que produzem para a União e pagam royalties, com base em alíquota de 15% – superior à alíquota de até 10% prevista no regime de concessão. A administração dos contratos é considerada mais complexa e burocrática, uma vez que, nesse regime, as companhias têm direito a recuperar parte dos custos de exploração e produção das áreas, mas para isso precisam contabilizar e apresentar uma série de planilhas à PPSA, estatal que representa a União nos contratos. Já na concessão, as empresas ficam com todo o óleo produzido, mas pagam royalties e participações especiais (compensação financeira que incide sobre os maiores campos). Segundo as petroleiras, esse modelo estimula mais a eficiência, uma vez que os custos não são recuperados.

Ainda no campo regulatório, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) terá pela frente uma agenda intensa. Diante do avanço esperado na abertura do refino e gás, o órgão regulador se dedicará à revisão dos arcabouços regulatórios desses dois segmentos. Para 2020, estão previstas discussões sobre a separação entre a figura do transportador e dos agentes potencialmente competitivos dentro da cadeia de valor do gás; e diretrizes para o código de rede comum entre os diferentes transportadores. No abastecimento, a atualização das regras de controle de qualidade na revenda está na pauta.

 

Fomte: Valor Econômico

Startup Rio tem inscrições abertas até fevereiro

O Startup Macaé será um dos locais de execução do programa

As inscrições para o Programa Startup Rio continuam abertas até 14 de fevereiro. O edital Startup Rio 2020: Apoio à Difusão de Ambiente de Inovação em Tecnologia Digital no Estado do Rio de Janeiro está disponível no site da Faperj. Nesta edição, serão selecionados até 240 propostas. A execução do programa ocorrerá a partir da segunda quinzena de maio até dezembro de 2020.

O documento prevê aporte de 6 milhões de reais em novos negócios e complementará o investimento e esforços empreendidos pela Prefeitura de Macaé e universidades para apoio às startups.

O Programa Startup Rio visa incentivar, estimular, apoiar e promover iniciativas que versem sobre a temática da Difusão do Ambiente de Inovação em Tecnologia Digital.

A quinta edição do programa aumentou de três para dez, o número de cidades alcançadas pelo edital. Além de Macaé, os proponentes poderão selecionar como local de execução as cidades de Paracambi, Engenheiro Paulo de Frontin, Campos dos Goytacazes, Mangaratiba, Mesquita e Nova Iguaçu. A capital fluminense e as cidades de Petrópolis e Barra Mansa já estavam incluídas na edição anterior.

A proposta é incentivar o desenvolvimento de ideias cujos resultados poderão acarretar a abertura de empresas de base tecnológica, normalmente denominadas como startups, aumentando os empreendimentos que possam ser validados e apropriados pelo mercado, estimulando, dessa forma, o crescimento com qualidade do ecossistema de empreendedorismo digital no Estado do Rio de Janeiro.

 

Fonte: Equipe Secom

ENTREVISTA – Modec vê Brasil como melhor mercado para crescer e mira grandes contratos

De olho no potencial de crescimento da indústria de petróleo do Brasil com o pré-sal, a gigante japonesa Modec buscará conquistar pelo menos um ou dois grandes contratos de afretamento de plataformas por ano no país, onde aposta no desenvolvimento tecnológico para se destacar frente a rivais internacionais.

Em entrevista à Reuters, o diretor digital e vice-presidente de operações do grupo Modec na América Latina e Gana, Soichi Ide, destacou que a concessão de importantes ativos para gigantes petroleiras nos últimos anos classificou o Brasil como o melhor local do mundo para a empresa crescer.

Nas projeções da fornecedora e operadora de plataformas, a Petrobras e outras petroleiras multinacionais deverão demandar de 20 a 30 plataformas nos próximos cinco anos.

“Nós estamos muito focados em Brasil”, disse Ide, com entusiasmo, em seu escritório no Rio de Janeiro.

“Eu conheço outros mercados no Mar do Norte, África, Ásia… Não há outros locais como o Brasil, onde nós podemos realmente continuar produzindo novos projetos nessa base, quatro ou cinco projetos todo ano. Isso não está acontecendo em nenhum mercado no mundo, apenas no Brasil.”

Como parte do plano de crescimento, a empresa prevê contratar 800 funcionários no Brasil em 2020, elevando em 35% o quadro de 2,3 mil empregados locais. Segundo o executivo, cerca de 90% dos funcionários da japonesa no país são brasileiros.

Ele afirmou que a empresa observa todas as oportunidades de novos contratos, mas acredita que poderá ser mais eficiente nos mais longos e de maior porte. E, com a abertura do mercado, a Modec está pronta para agregar conhecimento junto aos novos operadores no país, acrescentou.

No ano passado, a Modec inaugurou nova base de operações em Macaé (RJ) como resposta ao aumento da demanda operacional de suas embarcações na Bacia de Campos e às projeções de expansão do negócio para os próximos anos.

Presente no Brasil desde 2003, a Modec já é responsável por 35% da produção do pré-sal brasileiro, com 11 plataformas de petróleo operacionais no país e outras quatro em construção.

Diante dos negócios já em curso e da perspectiva de crescimento, Ide afirmou que a Modec decidiu investir em tecnologia para ampliar os resultados e contribuir com o desenvolvimento regional.

DESTAQUE TECNOLÓGICO

Como fruto desse empenho, a Modec viu a inclusão de uma de suas plataformas em uma seleta lista do Fórum Econômico Mundial, a chamada “Global Lighthouse Network”, com instalações que têm conseguido obter os melhores resultados globais na implantação de novas tecnologias.

A plataforma incluída foi a FPSO Cidade de Campos dos Goytacazes, que produz no campo de Tartaruga Verde, na Bacia de Campos, operado pela Petrobras.

É a primeira vez que uma instalação industrial localizada na América Latina é incluída na “rede de faróis”— o reconhecimento também é inédito entre unidades offshore e contempla pela primeira vez uma unidade operada por uma empresa japonesa.

“Considerando que o Brasil está crescendo, nós temos que ser eficientes, produtivos. O Brasil tem muito potencial e nós queremos destravar isso”, afirmou Ide, frisando que o país já é muito desenvolvido no setor de óleo e gás.

Ide destacou ainda que o desenvolvimento tecnológico reconhecido pelo Fórum Econômico foi todo realizado pela empresa no Brasil.

Dentre as iniciativas da Modec em tecnologia, Ide destacou processos de digitalização e ferramentas digitais, que segundo ele permitiram uma redução de 65% no tempo de inatividade na plataforma que opera em Tartaruga Verde.

“Temos uma grande quantidade de dados de nossas operações no Brasil e, com a ajuda de ferramentas digitais, podemos antecipar problemas e garantir a operação segura e estável de nossa frota”, explicou ele, destacando que cada plataforma conta com mais de 10 mil sensores instalados.

A meta da Modec, acrescentou, é ser uma referência no processo de transformação digital da indústria de petróleo e gás em meio ao processo de transição energética do setor rumo a operações mais sustentáveis.

 

Fonte: Agência Reuters

Estação brasileira na Antártica é reinaugurada com apoio da Petrobras

Parceria com a Marinha, por meio do Proantar, prevê apoio à pesquisa científica

A Estação Antártica Comandante Ferraz será reinaugurada nesta quarta-feira (‪15/1), após ser parcialmente destruída por um incêndio há quase sete anos. Apoiada pela Petrobras por meio do Programa Antártico Brasileiro (Proantar) e operada pela Marinha do Brasil, a instalação é destinada a pesquisas científicas nas áreas ambiental, meteorológica, biodiversidade e química.

O diretor de Transformação Digital e Inovação da Petrobras, Nicolás Simone, explica que o acordo permite à companhia participar de pesquisas e ter acesso a informações que possibilitam o aprimoramento dos modelos de previsão meteorológica, de ondas e correntes marinhas utilizados pela Petrobras, diante da sensibilidade da região polar austral às mudanças climáticas globais.

Com a parceria entre Petrobras, por meio do seu Centro de Pesquisas (Cenpes) e a Marinha, são viabilizadas pesquisas, missões de pesquisadores e equipes para a região, compra de equipamentos para os navios e laboratórios, desenvolvimento de combustíveis especiais para o ambiente Antártico, entre outras atividades.

“A parceria com o Proantar existe desde 1987 e durante esse período foi desenvolvido um combustível resistente a temperaturas extremas menores que 40 graus negativos, aprimorado para diminuir o seu impacto ambiental com redução do teor de enxofre e melhora da qualidade de ignição e lubricidade”, ressalta Nicolás.

A estação tem 4,5 mil metros quadrados, 17 laboratórios e pode acomodar até 64 pessoas. A base também conta com um sistema de energia híbrido, voltado para a redução do consumo de diesel e consequente redução de emissões locais de gases de efeito estufa. O sistema complementar ao diesel possui oito geradores de energia eólica e 30 paineis fotovoltaicos.

Além do Proantar, a Petrobras apoia o Plano Setorial para os Recursos do Mar (PSRM), que viabiliza a pesquisa científica e a formação de recursos humanos na Amazônia Azul, e engloba o estudo e monitoramento dos recursos naturais, dos fenômenos oceanográficos e climáticos das áreas marítimas, englobando o ambiente offshore onde a Petrobras atua.

Petrobras lança série Limiar

A Petrobras exibirá uma série chamada “Limiar: Fronteiras do Conhecimento”, com minidocumentários que mostram os desafios do dia-a-dia em condições extremas e o limiar do conhecimento humano. O primeiro episódio, entrou no ar na terça-feira (‪14/1), conta o trabalho dos pesquisadores no continente antártico e a viagem até a Estação Antártica Comandante Ferraz. Os episódios poderão ser assistidos no portal Nossa Energia (www.petrobras.com.br/nossaenergia) e no canal da marca no YouTube.

Fonte: Agência Petrobras

Levantamento do PageGroup mostra 38 profissões em alta em 2020

Splenda Offshore assume a administração do Porto de Angra dos Reis

O Terminal Portuário de Angra dos Reis (TPAR) está sob novo controle acionário. A investidora Splenda Offshore, que também controla a operadora BULKPORT no Porto do Forno, em Arraial do Cabo, assumiu a administração do TPAR, antes arrendado pela Technip Brasil. Para o diretor geral do Terminal Portuário, Robson Rangel, a mudança do controle administrativo poderá atrair novos clientes para a operação.

Após um período de negociações, a transferência de ações ocorreu dia 30 de dezembro de 2019, fato este já marcado pelo anúncio do principal projeto que é a expansão do Porto. Com uma área total de 78 mil metros quadrados, o Terminal Portuário está localizado no município de Angra dos Reis, na Baía da Ilha Grande, litoral sul do Estado do Rio de Janeiro e é um importante centro de logística para apoio de projetos e movimentações de carga. Ao ser questionado sobre a nova aquisição, um dos sócios da Splenda Offshore, Paulo Narcélio, declarou que “estamos motivados com a aquisição e com a certeza de prover serviços de alta qualidade como base portuária de apoio para as embarcações do pré-sal.

Com experiência  nos setores de óleo e gás e mineração, assim como em outros setores regulados por agências do governo, os executivos da Splenda Offshore pretendem transformar o Terminal Portuário em base para o mercado offshore devido à exploração de petróleo na camada do pré-sal. Localizado estrategicamente em águas abrigadas bem no meio da Bacia de Santos, a expansão do  Porto de Angra irá fomentar a capacitação de mão de obra e geração de empregos, além de atrair novos desenvolvimentos para a região. “Estamos confiantes de que o Terminal Portuário de Angra dos Reis (TPAR), agora sob gestão da Splenda Offshore, terá uma nova dinâmica. A Splenda tem um projeto de aproveitamento da localização estratégica de Angra para apoio às plataformas de exploração dos novos poços da Bacia de Santos que fará do TPAR uma importante base de apoio offshore, com novas oportunidades de negócios e de trabalho para Angra dos Reis.  Desejamos muito sucesso à Splenda nesse empreendimento, que terá todo o apoio da nossa autoridade portuária para o seu êxito.” disse o diretor de Relações com o Mercado e Planejamento da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CRDJ), Jean Paulo Silva.

O Terminal Portuário conta com novo Conselho de Administração formado pelos executivos Paulo Narcélio Amaral, Leandro Cariello e Luiz Menezes. Já a Nova Diretoria é formada por João Paulo Amaral, como Diretor de Novos Negócios, Jefferson Martins, CFO, Fábio Portugal, como Diretor Comercial e Marcos Almeida como Diretor de Operações.

Fonte: Cibele Flores – Splenda Offshore

WEG assina contrato para fornecer turbinas eólicas à Aliança Energia

A fabricante de equipamentos elétricos WEG  assinou contratos para fornecer turbinas a um complexo eólico da Aliança Energia, empresa de geração que tem como sócios a mineradora Vale e a elétrica Cemig, informou a companhia em comunicado.

O acordo prevê a entrega de 43 aerogeradores do mais recente modelo lançado pela companhia, com potência unitária de 4,2 megawatts, em um total de 180,6 megawatts, além de serviços de logística, montagem, comissionamento e posterior operação e manutenção.

Os contratos, que envolvem quatro parques eólicos, preveem faturamento de aproximadamente 590 milhões de reais, afirmou a WEG no comunicado.

As entregas dos equipamentos devem começar em 2021 e se estender até 2022, acrescentou a companhia.

 

Fonte: Agência Reuters

Petrobras vai paralisar fábrica de fertilizantes no Paraná; demitirá 396 empregados

A Petrobras aprovou a hibernação da fábrica de fertilizantes de sua subsidiária Araucária Nitrogenados (ANSA) no Paraná, o que segundo a companhia resultará na demissão de 396 empregados da unidade.

A decisão vem após esforços da empresa para vender o ativo, que vem apresentando recorrentes prejuízos desde que foi adquirido, em 2013, disse a estatal em comunicado.

A unidade gerou perdas de cerca de 250 milhões de reais entre janeiro e setembro de 2019, enquanto previsões para 2020 indicavam que o resultado negativo poderia superar 400 milhões de reais, afirmou a Petrobras.

“No contexto atual de mercado, a matéria-prima utilizada na fábrica (resíduo asfáltico) está mais cara do que seus produtos finais (amônia e ureia)”, disse a empresa.

A Petrobras iniciou processo de desinvestimento da unidade há mais de dois anos, mas negociações com a companhia russa Acron Group foram encerradas sem a efetivação da venda, conforme divulgado ao mercado em novembro passado.

“A fábrica permanecerá hibernada em condições que garantam total segurança operacional e ambiental, além da integridade dos equipamentos”, disse a companhia.

A decisão de hibernar a fábrica, ressaltou a Petrobras, está alinhada com o posicionamento estratégico de sair integralmente do negócio de fertilizantes.

A companhia tem atualmente seu foco voltado completamente para a exploração e produção de petróleo e gás em águas profundas e ultraprofundas, em busca de maior retorno financeiro e melhora na alocação de capital.

 

Fonte: Agência Reuters