Firjan debate mudanças na cláusula de PD&I da ANP

Alfredo Renault, superintendente de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da ANP participou de encontro com empresários de petróleo e gás

O Conselho Empresarial de Petróleo e Gás (P&G) da Firjan promoveu um encontro entre os empresários do mercado, em 6/12, e recebeu Alfredo Renault, superintendente de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A reunião tratou das mudanças no Regulamento da Cláusula de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) da ANP. O objetivo foi esclarecer como deve ser feito o investimento em inovação, para que não haja erros que possam impedir o cumprimento da norma.

“É preciso abrir a mente para o processo de inovação, estar atento à questão internacional, pois os projetos demandam uma visão mais global. O Brasil precisa dar um salto na efetividade da sua inovação. Temos que construir cada vez mais oportunidades para agregação de valor por meio desses recursos”, explicou Renault. A Cláusula de PD&I determina o investimento de 1% da receita bruta da produção dos campos, nos contratos que pagam participação especial e nos de partilha de produção.

Presidente do Conselho, Philippe Blanchard considerou importante a parceria para debater temas comuns ao mercado e tentar encontrar soluções com diversos tipos de envolvidos. “É muito interessante juntar operadores, fornecedores e pessoas do exterior para ter a percepção do nosso trabalho e podermos avançar para resolver problemas. E o Conselho da Firjan oferece essa oportunidade”, ressaltou ele, que é presidente da Total Brasil.

Karine Fragoso, gerente de Petróleo, Gás e Naval da Firjan e superintendente da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP), ressaltou que a reunião fez parte do trabalho de diálogo do Núcleo de Tecnologia do Conselho com a ANP. “É uma troca que consiste em uma conversa aberta e franca, para que a nova regulamentação seja divulgada, esteja alinhada com as necessidades da indústria e que abra novos caminhos de empenho dos recursos”, salientou.

A iniciativa de levar Alfredo Renault ao debate foi elogiada por Ana Paula Lougon, diretora de tecnologia da Schlumberger. “As mudanças foram significativas e fico muito grata à federação por abordar e compartilhar a experiência desse cenário do Brasil que estamos vivendo”, afirmou.

 

Fonte: Firjan

Excelência em gestão ambiental: Ciser ganha o 21º Prêmio Fritz Müller

A Ciser, maior fabricante de elementos de fixação da América Latina, ganha reconhecimento público por mais uma iniciativa voltada às melhores práticas de gestão ambiental. A empresa foi vencedora da 21ª edição do Prêmio Fritz Müller, na categoria “gestão ambiental”, com o projeto “Reaproveitamento de óleo de têmpera”. O Fritz Müller é destinado a projetos e iniciativas que vão além da legislação ambiental e que resultam em benefícios para a preservação do meio ambiente. Em 2018, a Ciser foi contemplada pelo mesmo prêmio com o projeto “Refugo Zero: Fixando Sustentabilidade”. É a quarta premiação relacionada à ecoeficiência que a empresa recebe em apenas dois anos.

O projeto “Reaproveitamento de óleo de têmpera” objetiva recuperar internamente o óleo de têmpera utilizado no tratamento térmico – óleo que anteriormente era enviado para rerrefino. O óleo recuperado internamente possui características idênticas às de um óleo novo. Desde o início do projeto, foram recuperados mais de 21 mil litros de óleo mineral, o suficiente para abastecer cerca de 1.300 carros populares saindo de fábrica. Além disso, com a reutilização, são eliminados os riscos de transporte desse material, classificado como um resíduo perigoso.

O projeto premiado também receberá um certificado do Instituto do Meio Ambiente (IMA/SC) de Gestão Ambiental. A solenidade de entrega aconteceu no dia 10 de dezembro, na Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), em Florianópolis (SC). Neste ano, a Ciser também foi reconhecida, com o mesmo projeto, no 26º Prêmio Expressão de Ecologia. Na edição passada, o projeto contemplado na categoria do prêmio, realizado também pela Ciser, foi o “Gestão de resíduos sólidos”.

Projetos voltados à sustentabilidade da produção industrial estão alinhados com o valor da Ciser em praticar responsabilidade socioambiental, e contribuem para reduzir cada vez mais os impactos ambientais do processo produtivo, tornando a empresa mais ecoeficiente.

Fonte: Redação

Petrobras informa a intenção do BNDES de avaliar a venda de suas ações ordinárias

A Petrobras informa que recebeu correspondência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (“BNDES”) em que comunica a sua intenção de avaliar a venda de até a totalidade de ações ordinárias de emissão da Petrobras e de sua titularidade, por meio de uma oferta pública de distribuição secundária de ações, com esforços amplos de distribuição no Brasil e com esforços de distribuição no exterior, de acordo com isenções de registro aplicáveis (“Transação”).

O BNDES aprovou o início de processo seletivo de contratação de assessores para a Transação. Além disso, iniciou estudos para detalhar seus termos e condições, incluindo a quantidade de ações de emissão da companhia objeto da Transação e o seu cronograma, os quais serão oportunamente definidos e comunicados à Petrobras.

Dessa forma, o BNDES solicita a cooperação da companhia e de seus executivos, com vistas à implementação da Transação, incluindo a disponibilização das informações e documentos necessários à consecução da Transação, nos termos do artigo 47 da Instrução no 400/2003 da Comissão de Valores Mobiliários.

Em 30 de novembro de 2019, o BNDES detinha 734.202.699 ações ordinárias da Petrobras, representando cerca de 10% do total de ações ordinárias emitidas pela companhia.

A presente comunicação não deve ser considerada como anúncio de oferta.

 

Fonte: Agência Petrobras

Equinor e Petrobras assinam memorando de entendimento para construção de termelétrica no Comperj

O Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro ( Comperj ), em Itaboraí, poderá se tornar um pólo de geração de energia termelétrica utilizando como matéria-prima o gás natural que será produzido nos campos do pré-sal na Bacia de Santos . A informação foi dada pelo presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, ao explicar que, nesse sentido, a empresa assinou um memorando de entendimentos com a petroleira Equinor para desenvolver os estudos de viabilidade do projeto.

Segundo a Petrobras, os estudos junto com a empresa chinesa CNPC mostraram que seria economicamente inviável a construção de uma refinaria, conforme chegou a ser cogitado para o Comperj. Já a construção de uma termelétrica é um negócio viável devido aos baixos custos previstos, incluindo os grandes volumes de gás natural que virão do pré-sal.

 

Fonte: O Globo

Petroleira informa sobre aditivo ao contrato de Cessão Onerosa

A Petrobras informa que, em alinhamento à sua estratégia de gestão de caixa e em função do previsto no Termo Aditivo ao Contrato de Cessão Onerosa, realizou pagamento à União no valor de R$ 34,420 bilhões, referentes à parcela do bônus de assinatura da aquisição da área de Búzios, ocorrida na rodada de licitações do excedente da Cessão Onerosa em 6 de novembro de 2019.

Diante disso, a companhia recebeu da União, na data de hoje, R$ 34,414 bilhões, referentes ao pagamento previsto no Termo Aditivo ao Contrato de Cessão Onerosa, que foi atualizado pela taxa Selic até a data de pagamento.


Fonte: Agência Petrobras

Ecolab adere ao programa business Ambition for 1.5⁰C do Pacto Global da ONU

A Ecolab, líder mundial em tecnologias e serviços relacionados a água, higiene e energia acaba de anunciar que irá alinhar suas operações e cadeia de suprimentos ao movimento Business Ambition for 1.5⁰ C do Pacto Global da ONU, e irá adotar medidas para reduzir suas emissões de CO2 pela metade até 2030 e zerá-las até 2050. A empresa assumiu o compromisso de fazer sua parte para limitar a temperatura média global em 1,5ºC acima dos níveis pré-industriais, índice considerado necessário pela ONU para evitar as piores consequências das mudanças climáticas.

O Business Ambition for 1.5°C é um programa do Pacto Global da ONU, composto por um grupo de 9.500 empresas, que se comprometeram a reduzir suas emissões de Gases de Efeito Estufa e limitar o aquecimento global a 1,5°C por ano.

“As mudanças climáticas exigem ações urgentes, e é fundamental que aceleremos nossos esforços para mitigar seus impactos”, afirmou Douglas M. Baker Jr., presidente e CEO Global da Ecolab. “Ainda não dispomos de todas as respostas sobre como zerar as emissões de carbono, mas as empresas precisam concentrar seus esforços nessa direção. É por essa razão que a Ecolab está assumindo o compromisso em direção à meta de 1,5°C”, explica o executivo.

A partir de agora, a Ecolab:

  • Irá começar a transição de sua matriz energética para utilizar 100% de energia renovável em todas as suas operações;
  • Irá ampliar projetos de eficiência energética em suas unidades, escritórios e operações em todo o mundo;
  • Passará a utilizar energia elétrica em sua frota de veículos, nas localidades onde esta tecnologia já se encontra disponível;
  • Atuará em conjunto com seus fornecedores e parceiros para adotar metas climáticas igualmente ambiciosas.Além dos esforços em suas próprias operações, a

Ecolab está ajudando empresas de todo o mundo a se tornarem mais resistentes aos impactos causados pelas mudanças climáticas. A escassez de água é agravada pelas mudanças climáticas e, em 2018, a Ecolab ajudou seus clientes a economizarem mais de 712 bilhões de litros de água. O uso da água também consome uma quantidade considerável de energia, e essa economia de água ajudou a economizar 19 trilhões de BTUs de energia e a evitar a emissão de 1,1 milhão de toneladas de gases de efeito estufa.

“A água é o elo ausente no debate climático”, enfatiza Orson Ledezma, vice-presidente e gerente geral da Ecolab no Brasil. “Se a economia mundial já estivesse ciente dos ganhos da gestão sustentável da água, estaríamos mais próximos de um mundo mais resistente ao clima e, por consequência, de uma redução significativa das emissões de carbono”.

Em seu relatório Business Ambition for 1,5°C de 2018, a Comissão Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (IPCC) afirmou que, com base nas melhores pesquisas científicas disponíveis, um aumento da temperatura global de 2°C (3,6° F) acima dos níveis pré-industriais não é mais considerado seguro. Para evitar as piores consequências das mudanças climáticas, o aquecimento global deve ser limitado a 1,5°C (2,7 F) ou menos, afirmou a IPCC.

Petrobras divulga vencedoras de edital para fomento à inovação

Startups receberão até R$ 1,5 milhão e mentoria para desenvolver as soluções tecnológicas

Sete empresas inovadoras dos estados do Ceará, Minas Geras, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo foram selecionadas no 1º edital do programa Petrobras Conexões para Inovação – Módulo Startups, realizado em parceria com o Sebrae.  As startups receberão de R$ 750 mil a R$ 1,5 milhão para transformar suas ideias em produtos. Contarão também com mentoria de negócios oferecida pelo Sebrae e mentoria técnica dos profissionais da Petrobras.

Selecionadas entre mais de 250 inscritas, de 21 estados brasileiros, as vencedoras apresentaram propostas nas áreas tecnológicas de wearables (tecnologias vestíveis), tecnologias imersivas, machine learning, captura de carbono e catalisadores. Os projetos começam a ser desenvolvidos no início de 2020. A seleção final contou com uma banca de gestores da Petrobras que, a partir de pitches de 10 minutos de cada empresa, avaliou o impacto da solução para o negócio da companhia, a consistência e a viabilidade do projeto, a capacidade técnica e de gestão ágil da equipe executora e o resultado final esperado do projeto.

Para o diretor de Transformação Digital e Inovação da Petrobras, Nicolás Simone, o primeiro edital de financiamento a empresas inovadoras é um marco em uma nova forma de pensar para acelerar a jornada de inovação da companhia, por meio do desenvolvimento de ecossistemas de inovação. “Estamos abertos às ideias inovadoras capazes de transformar nosso negócio, contribuindo para o alcance de soluções ágeis e modelos de negócios escaláveis, com o objetivo de agregar valor”, declarou Nicolás.

O diretor técnico do Sebrae,  Bruno Quick, destacou outro diferencial do processo: “Terminada a fase de seleção, o Sebrae e a Petrobras, darão  apoio contínuo às empresas de pequeno porte, visando a melhoria da competitividade. Esse é o principal diferencial desse edital frente a outros já lançados. A expectativa de todos é termos empresas mais inovadoras e competitivas nesse setor tão estratégico para o país, o da energia”.

Conheça as startups vencedoras do 1º edital do programa Petrobras Conexões para Inovação:

 

 

Conexões para Inovação

O Programa Conexões para Inovação inclui uma série de iniciativas voltadas para estímulo ao desenvolvimento de soluções tecnológicas para o setor de petróleo, gás e energia. Com verba da cláusula de Pesquisa e Desenvolvimento, que é uma contrapartida legal pela operação das petrolíferas, o programa prevê o lançamento de até cinco editais, com investimento total de até R$ 60 milhões. Desenvolvido no Centro de Pesquisas da Petrobras, Cenpes, o primeiro edital do Conexões para Inovação – Módulo Startups surpreendeu pela quantidade de inscritos (261) e pelo nível das empresas candidatas, consideradas de alta capacidade técnica. Um novo edital está previsto para meados do primeiro semestre de 2020.

 

Fonte: Agência Petrobras

Estatal divulga teaser para venda de participação na TAG

A Petrobras informa que iniciou a etapa de divulgação da oportunidade (teaser) referente à venda de sua participação remanescente (10%) na Transportadora Associada de Gás S.A. (“TAG”).

O teaser, que contém as principais informações sobre a oportunidade, bem como os critérios de elegibilidade para a seleção de potenciais participantes, está disponível no site da Petrobras: https://www.investidorpetrobras.com.br/pt/resultados-e-comunicados/teasers.

As principais etapas subsequentes do projeto serão informadas oportunamente ao mercado.

A presente divulgação está de acordo com as diretrizes para desinvestimentos da Petrobras e com o regime especial de desinvestimento de ativos pelas sociedades de economia mista federais, previsto no Decreto 9.188/2017.

Essa operação está alinhada à otimização do portfólio e à melhora de alocação do capital da companhia, visando à maximização de valor para os nossos acionistas.

Sobre a TAG

A TAG é uma companhia que atua no setor de transporte de gás natural, detendo atualmente autorizações de longo prazo para operar e administrar um sistema de gasodutos de cerca de 4,5 mil km de extensão, localizados principalmente nas regiões Norte e Nordeste do Brasil, com capacidade instalada de 75  MMm3/d.

O grupo formado pela ENGIE e pelo fundo canadense Caisse de Dépôt et Placement du Québec detém 90% de participação na TAG, adquirida da Petrobras em junho deste ano.

 

Fonte: Agência Petrobras

Cosan compra comercializadora de energia Compass por R$95 milhões

O grupo de energia e logística Cosan fechou a aquisição da comercializadora de eletricidade Compass Energia e empresas associadas por um total de 95 milhões de reais, segundo documento divulgado pela companhia na véspera.

A Compass foi criada em 2009 e atua com compra e venda de contratos no chamado mercado livre de eletricidade, onde grandes clientes como indústrias negociam seu suprimento diretamente com geradores e comercializadoras.

A operação vem em momento aquecido do mercado livre de eletricidade, que tem registrado significativa expansão no número de comercializadoras de energia em operação.

O segmento tem atraído interesse inclusive do setor financeiro— o banco Santander, por exemplo, começou neste ano a operar diretamente no mercado livre de energia por meio de uma comercializadora própria.

O contrato pela Compass foi assinado pela Comercializadora de Gás S.A., controlada da Cosan, e envolve também a Compass Energia e a Compass Geração além da Compass Comercializadora , de acordo com ata de reunião do conselho de administração da Cosan realizada na quarta-feira e divulgada ao mercado na noite do mesmo dia pela empresa.

O acordo para compra dos ativos foi fechado junto a Marcelo Parodi e Ritchie Guder, sócios da Compass, ainda de segundo a ata.

O mercado elétrico brasileiro conta no momento com 342 comercializadoras de eletricidade ativas, sendo que o número de empresas no setor cresceu 89% desde o final de 2015, mostraram dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

 

Fonte: Agência Reuters

SBM Offshore assina contrato com Petrobras para afretamento da FPSO Sepetiba

A SBM Offshore anunciou a assinatura de contratos com a brasileira Petrobras para o afretamento e operação por 22,5 anos do FPSO Sepetiba (antes conhecido como Mero 2), afirmou a empresa holandesa.

A unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo e gás Sepetiba será implantada no campo de Mero, no pré-sal da Bacia de Santos, a 180 quilômetros da costa do Rio de Janeiro. A entrega está prevista para 2022.

O campo de Mero está localizado no bloco de Libra, operado por um consórcio liderado pela Petrobras (com 40%) e com participação das multinacionais Shell (20%), Total (20%), CNODC (10%) e CNOOC (10%). A área foi licitada pelo governo brasileiro em 2013, em contrato de Partilha de produção.

 

Fonte: Agência Reuters