Raízen, Ultrapar, Sinopec e Mubadala na 2ª fase da disputa por refinarias da Petrobras

A Petrobras selecionou a chinesa Sinopec, a companhia investidora de Abu Dhabi Mubadala Investment e as empresas brasileiras Ultrapar Participações e Raízen para a segunda fase do processo de venda de quatro refinarias, de acordo com quatro pessoas com conhecimento do assunto.

A petroleira brasileira recebeu as ofertas não vinculantes no início de novembro para o primeiro bloco de refinarias que planeja vender. A empresa selecionou os grupos autorizados a entrar na segunda rodada da semana passada, acrescentaram as fontes, pedindo anonimato para divulgar detalhes do processo privado.

As propostas vinculantes devem ser entregues até meados de janeiro, disseram duas das fontes. O primeiro bloco de refinarias é o maior, com uma capacidade combinada de 961 mil barris de petróleo por dia, ou 40% da capacidade total de refino no país.

Procurados pela reportagem, Mubadala, Raízen (joint venture entre a Cosan e Royal Dutch Shell PLC) e Ultrapar se recusaram a comentar o assunto. Petrobras e Sinopec não retornaram o pedido de comentários imediatamente.

Segundo as fontes, Ultrapar e Raízen devem entregar propostas para as duas refinarias na região sul, Refap e Repar, e para a Rnest, em Pernambuco.

Já a chinesa Sinopec e o Mubadala disputam a Rlam, a mais antiga refinaria do Brasil, na Bahia, disseram duas fontes.

A Rlam precisa de reformas significativas e a Sinopec está interessada em formar um consórcio com uma empresa de construção chinesa para isso.

Já a Mubadala, afirmaram as fontes, estrutura sua proposta por meio da companhia espanhola de petróleo Cepsa, que tem como investidores o próprio Mubadala e o Carlyle Group. De acordo com as regras estabelecidas pelo Cade, órgão de fiscalização antitruste do Brasil, os licitantes podem adquirir apenas uma refinaria em cada região para evitar problemas de concentração.

CONSÓRCIOS
As empresas aprovadas para a segunda rodada estão em negociações para criar consórcios com traders de commodities, como Glencore e Vitol, que assinaram acordos de não divulgação no início do processo e ainda podem se juntar aos grupos na fase vinculante.

Glencore e Vitol disseram que não comentariam o assunto.

Operadores de gasodutos também devem entrar em tratativas para potencialmente se unir a grupos para operar os ativos logísticos que a Petrobras venderá em cada refinaria, como terminais e oleodutos de combustíveis.

Entre esses grupos está a canadense Brookfield, que opera o gasoduto NTS, vendido anteriormente pela Petrobras. Brookfield se recusou a comentar.

Empresas financeiras como os fundos de pensão canadenses CPPIB e Caisse de Depot et Placement du Quebec (CDPQ) também poderiam participar, assim como o GIC, de Cingapura. Nenhum deles comentou o assunto imediatamente.

A gigante do petróleo Saudi Aramco, que havia assinado um acordo de não divulgação, desistiu do processo, disseram as fontes.

O histórico de controles de preços de combustíveis no Brasil e o modelo de privatização, que ainda deixará a Petrobras com forte presença no refino na região mais rica do Brasil, o Sudeste, reduziram a esperada disputa pelas refinarias.

As estimativas iniciais de que a companhia petrolífera poderia buscar até 18 bilhões de dólares para as refinarias foram reduzidas para menos de 10 bilhões de dólares.

SEGUNDO BLOCO
O segundo bloco de quatro refinarias a ser vendido é muito menor que o primeiro, com uma capacidade total de 210 mil barris por dia.

A Reman, no Estado do Amazonas, deve ser analisada pelo distribuidor regional de combustível Atem Distribuição de Petróleo, disseram as fontes.

O conglomerado indiano Essar, que tem operações de exploração na Índia e refino e distribuição de combustível no Reino Unido, também pode concorrer a uma das unidades do segundo bloco, acrescentaram as fontes.

A EIG Global Energy Partners também avalia uma potencial proposta pela Regap, em Minas Gerais.

Atem, Essar e EIG não comentaram imediatamente o assunto.

 

Fonte: Agência Reuters

Usiminas avança cerca de 4% em meio a anúncio de novo aumento de preço do aço

As ações da Usiminas ampliaram a alta na sexta-feira para cerca de 4% e figuravam entre as maiores altas do Ibovespa, em sessão marcada por encontro da empresa com analistas e investidores.

Em nota a clientes, a equipe do Itaú BBA destacou que a siderúrgica anunciou aumento de 5% nos preços de aço para janeiro, além de estar implementando o aumento de 5% anunciado para o trimestre na última teleconferência de resultado.

“Hoje a Usiminas enxerga preços no mercado interno com um desconto de 5% versus a paridade (internacional), então a implementação dos 2 aumentos levaria os preços domésticos ao nível que consideram sustentável, de 5-10% de prêmio versus preços internacionais.”

Por volta de 11:05, os papéis da Usiminas subiam 3,91%m a 8,76 reais, enquanto o Ibovespa tinha elevação de 0,13%.

 

Fonte: Agência Reuters

Diretor de Governança e Conformidade da Petrobras é eleito um dos profissionais mais admirados da área no Brasil

O diretor de Governança e Conformidade da Petrobras, Marcelo Zenkner, foi eleito um dos 20 profissionais do segmento empresarial mais admirados na área de compliance do Brasil de acordo com pesquisa publicada pelo anuário Compliance On Top 2019. O executivo recebeu o prêmio em cerimônia realizada na manhã desta sexta-feira (29/11), em São Paulo. Além dos 20 profissionais de empresas, também foram premiados cinco profissionais de compliance que atuam em consultorias e outros cinco que atuam em escritórios de advocacia, totalizando 30 homenageados.

– É muito gratificante obter esse prêmio da comunidade brasileira de compliance. Na verdade, trata-se de um reconhecimento ao trabalho realizado pela Petrobras nos últimos anos. Internamente, já sabemos da transformação que vem sendo feita na companhia, mas receber reconhecimento externo é sempre recompensador. Queremos continuar contribuindo para tornar a Petrobras referência em integridade e transparência no Brasil – destacou Marcelo Zenkner.

Organizado pela Vittore Partners, consultoria de recrutamento de executivos da área, e pela Legal, Éthics e Compliance, maior comunidade dedicada à difusão de cultura de compliance do mundo, a votação teve a participação de gestores e líderes da área de compliance em empresas de todos os setores da economia brasileira, além de sócios de compliance de escritórios de advocacia e de consultorias especializadas. Ao todo, 442 gestores da área de compliance de todo o Brasil responderam ao levantamento entre maio e novembro de 2019. A pesquisa foi auditada pela Alonso, Barretto & Cia Auditores Independentes. Além do diretor da Petrobras, também foram premiados executivos de empresas como Embraer, Eletrobras, Latam, Oracle e Votorantim.

Compliance na Petrobras

O objetivo de um sistema de compliance é prevenir, detectar e corrigir desvios, fraudes e irregularidades no âmbito de uma organização. Desde 2015, a Petrobras vem desenvolvendo um sistema robusto de governança e conformidade. A companhia investe no aprimoramento contínuo do seu programa, promovido com apoio da alta administração e envolvimento de diversas áreas da companhia, demonstrando compromisso de todos que atuam na Petrobras com o fortalecimento de seu ambiente de compliance e com o objetivo de tornar a companhia uma referência em ética, integridade e transparência. Uma série de medidas foram implementadas ao longo desses anos, como o Due Diligence de Integridade (DDI). Por meio do DDI, antes de assinar um contrato, a Petrobras realiza uma avaliação rigorosa de integridade com o fornecedor, parceiro, cliente, entidade patrocinada ou com a qual venha a ter convênio. Ao resultado dessa avaliação é atribuído um Grau de Risco de Integridade (GRI), que pode ser alto, médio ou baixo. O GRI, assim como o resultado das avaliações técnica, legal, econômica e de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS), é levado em consideração nos processos de contratação.

A companhia também criou um canal de denúncia externo e independente com mecanismos de segurança para garantir o anonimato e a não retaliação do denunciante, que pode acompanhar o andamento de sua denúncia. O canal está disponível em três idiomas, 24 horas por dia.  Também passou a aplicar o Background Check de Integridade (BCI) que se trata da checagem de integridade de todos os gestores, gerentes setoriais, coordenadores, consultores e empregados que atuam em processos críticos. Para se tornar gerente, diretor ou conselheiro da Petrobras, o profissional tem que passar por uma profunda verificação de requisitos de integridade e capacidade técnica.

Para fortalecer a cultura de compliance, desde de 2014 são oferecidos aos empregados treinamentos sobre legislação anticorrupção, política e programa de compliance, regime disciplinar, conflito de interesses, entre outros. Para os gestores e empregados que atuam em atividade com maior exposição a riscos, como contratadores, fiscais e gerentes de contrato, são oferecidos módulos específicos. Em 2018, mais de 40 mil empregados foram capacitados. A participação nos treinamentos em ética e compliance é obrigatória e a sua conclusão, com êxito, nos prazos estabelecidos, é requisito para concorrer no processo de avanço de carreira na Petrobras.

Fonte: Agência Petrobras

Diretoria da ANP aprova inclusão de 174 novas áreas na Oferta Permanente

A Diretoria da ANP aprovou a inclusão de 173 blocos e uma área com acumulação marginal (Juruá, na Bacia do Solimões) na Oferta Permanente, modelo de licitação em que há oferta contínua de um portfólio de áreas para exploração e produção de petróleo e gás natural. Dos 173 novos blocos, 149 já estavam em estudo e obtiveram recentemente manifestação quanto à viabilidade ambiental e os outros 24 são blocos ofertados e não arrematados na 16ª Rodada de Licitações, realizada no último 10 de outubro.

A nova versão do Edital da Oferta Permanente passará por consulta pública a partir de 29/11/2019, e posterior audiência pública, marcada para 05/02/2019. A versão atual, publicada em maio de 2019, contempla 600 blocos com risco exploratório e 14 áreas com acumulações marginais. Contudo, em setembro deste ano, ocorreu a sessão pública de ofertas do 1º Ciclo da Oferta Permanente, em que foram arrematados 33 blocos e 12 áreas com acumulações marginais. Desse modo, o novo edital ofertará 740 blocos (567 remanescentes do edital anterior e 173 novos) e três áreas com acumulações marginais (duas remanescentes e a nova área de Juruá, devolvida à ANP pela Petrobras conforme determinado pela Resolução de Diretoria nº 243/2018, de 09/05/2018).

Além dos parâmetros técnicos e econômicos para os blocos e área incluídos, a minuta de edital que será submetida a consulta também traz atualização dos parâmetros dos blocos e as áreas que já constavam na versão anterior, em especial com relação à metodologia para definição das alíquotas de royalties. Para as áreas situadas em bacias de nova fronteira e maduras, foi sugerida a redução considerando o risco geológico e a expectativa de produção dos setores e, para áreas com acumulações marginais, foi proposta a alíquota de royalties mínima equivalente a 5%. Já para as áreas externas ao polígono do pré-sal das Bacias de Campos e Santos e aquelas classificadas como bacias de elevado potencial, propõe-se manter a alíquota de royalties em 10%.

Constam da minuta ainda alguns aprimoramentos técnicos decorrentes da experiência com o 1º Ciclo da Oferta Permanente e outras rodadas de licitações realizadas este ano, bem como de contribuições de técnicos da Agência, além de alterações na redação para tornar as regras mais claras e objetivas.

A Oferta Permanente consiste na oferta contínua de campos devolvidos (ou em processo de devolução) e de blocos exploratórios ofertados em licitações anteriores e não arrematados ou devolvidos à ANP. Dessa forma, as empresas, especialmente as que ainda não atuam no Brasil, têm a oportunidade de estudar essas áreas sem a limitação de tempo que as rodadas tradicionais proporcionam.

 

Fonte: ANP

Petrobras vende fatia no campo de Frade à PetroRio por US$100 milhões

A Petrobras assinou contrato para a venda de 30% do campo de Frade, na Bacia de Campos (RJ), por 100 milhões de dólares, para a petroleira brasileira independente PetroRio, que passará a deter 100% do ativo, informaram ambas as empresas em fato relevante ao mercado.

Além da fatia no campo, o negócio também incluiu a venda da totalidade da participação detida pela Petrobras na FradeBV, empresa proprietária dos ativos “offshore”, utilizados no desenvolvimento da produção de Frade.

Segundo as companhias, o valor será pago em duas parcelas: uma de 7,5 milhões de dólares na assinatura do acordo e outra de 92,5 milhões de dólares no fechamento da transação. Há ainda um montante de 20 milhões de dólares contingente a uma potencial nova descoberta no campo.

A venda faz parte de um plano bilionário de venda de ativos em curso pela Petrobras, que busca levantar recursos para focar nas áreas de maior rentabilidade, em águas profundas e ultraprofundas, especialmente no pré-sal, assim como reduzir sua enorme dívida.

“Seguimos realizando a gestão ativa do nosso portfólio… Em paralelo, a participação de novos atores nos projetos de exploração e produção dinamiza e fortalece o setor de óleo e gás no país”, disse em nota a gerente-executiva de Gestão de Portfólio da Petrobras, Ana Paula Saraiva.

Já a PetroRio destacou que a aquisição permite à companhia executar um plano de revitalização da área e se beneficiar integralmente da rentabilidade de iniciativas para redução de custo e aumento de produção do ativo.

“Com esta transação, a PetroRio reafirma sua estratégia de crescimento por meio de aquisição de ativos em produção, que se enquadram nos três pilares de geração de valor para a companhia, denominados como Tecnologia C.R.P. (Custos, Reservatórios, Produção)”, disse em nota o presidente da PetroRio, Nelson Tanure.

Com a aquisição, a produção da PetroRio em Frade terá aumento de cerca de 6 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/d), se considerados os resultados dos últimos três meses no campo, totalizando 19,4 mil boe/d. O ativo está localizado a cerca de 118 quilômetros da costa do Estado do Rio de Janeiro.

A conclusão da transação, no entanto, ainda está sujeita ao cumprimento de condições precedentes, tais como as aprovações pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), além de aprovações internas.

 

Fonte: Agência Reuters

Foco maior da Petrobras em exploração e produção é natural, diz diretor da ANP

O foco maior do novo Plano Estratégico 2020-2024 da Petrobras na área de exploração e produção é natural, dado o portfólio de ativos “muito interessantes” acumulados pela petroleira estatal ao longo dos últimos anos, disse na quinta-feira o diretor da reguladora ANP Felipe Kury.

Segundo o diretor, a empresa vai agora em busca do retorno dos pesados e elevados investimentos feitos pela companhia em anos anteriores.

“Ela está centralizando naquilo que ela entende que vai trazer maior retorno e utilizando a capacidade que desenvolveu ao longo do tempo. Ela tem competência em águas profundas e ultra profundas e está com um portfólio muito interessante”, afirmou Kury, a jornalistas, em evento da ANP.

“A Petrobras e outros operadores vão buscar monetizar os investimentos que fizeram ali (no pré-sal)… É de se esperar que eles precisem monetizar esses investimentos, não só a Petrobras, mas as demais vão ser cobradas dos acionistas pelos investimentos fortes que fizeram.”

A Petrobras publicou nessa quinta-feira Plano Estratégico 2020-2024, que prevê investimentos de 75,7 bilhões de dólares, queda de 10% ante o plano anterior (2019-2023). Do total de investimento previsto até 2024, Petrobras afirmou que destinará 85% para atividade de exploração e produção, ou 64,3 bilhões de dólares.

O presidente da estatal, Roberto Castello Branco, está liderando um plano de venda de ativos robusto, que visa levantar recursos para focar nos ativos de maior retorno e reduzir a grande dívida da companhia.

Os desinvestimentos previstos no plano deverão variar entre 20 bilhões a 30 bilhões de dólares para o período 2020-2024, tendo a maior concentração nos anos de 2020 e 2021.

Kury acrescentou que o programa de desinvestimentos da petroleira e a abertura do mercado a outras empresas trarão benefícios à sociedade.

“Qualidade de serviço, prestação de serviço, conveniência e melhores preços. Essa é a nossa expectativa e com o tempo a sociedade vai perceber isso”, disse ele.

 

Fonte: Agência Reuters

ANP realiza 19ª edição do RenovaBio Itinerante em Goiás

A ANP realizou a 19ª edição do RenovaBio Itinerante, na cidade de Itumbiara (GO). O evento contou com a participação de cinco produtores e duas associações de produtores de biocombustíveis, além de cooperativas de produtores rurais e comerciais da região, totalizando 50 participantes.

A edição teve ainda a participação do Ministério de Minas e Energia, que apresentou o módulo financeiro do RenovaBio, explicando como se dará a escrituração, negociação e aposentadoria dos CBIOs.

O RenovaBio é um programa do Governo Federal para expandir a produção de biocombustíveis no Brasil, baseada na previsibilidade, na sustentabilidade ambiental, econômica e social, e compatível com o crescimento do mercado. A ANP participa do programa, tendo sido responsável pelo estabelecimento dos requisitos de credenciamento das firmas inspetoras, do cálculo da nota de eficiência energético-ambiental e das metas individuais de descarbonização para os distribuidores de combustíveis.

O RenovaBio Itinerante, iniciado em setembro de 2018, tem como objetivos levar o programa ao conhecimento dos produtores e importadores de biocombustíveis e dirimir dúvidas, estimulando a adesão ao processo de certificação eficiente de biocombustíveis.

 

Fonte: ANP

Shell Brasil é premiada pela segunda vez seguida no Prêmio de Inovação Tecnológica da ANP

Empresa conquista premiação na Categoria II por projeto de armazenamento e separação gravitacional de CO2 e CH4 em cavernas de sal construídas em ambiente offshore de águas ultra profundas no Brasil

A edição de 2019 do Prêmio ANP de Inovação Tecnológica confirmou que a Shell Brasil está na vanguarda da pesquisa e inovação no setor de Petróleo & Gás do país. A companhia manteve o bom desempenho de 2018, quando venceu em duas categorias, vencendo mais uma neste ano. A premiação foi concedida em evento organizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), nesta quinta-feira no Palácio Itamaraty, no Centro do Rio.

“Essa premiação é um reconhecimento do nosso trabalho desenvolvendo novas tecnologias e inovação que causem um impacto positivo no futuro da nossa indústria. Além disso, comprova a posição de destaque do Brasil como um hub de tecnologia e desenvolvimento para o Grupo Shell, algo que nos enche de orgulho e traz junto a responsabilidade de trabalharmos, cada vez mais, para mantermos essa confiança e alcançar bons resultados”, destaca Jane Zhang, Gerente Geral de Tecnologia no Brasil.

O projeto da Shell Brasil foi vencedor na Categoria II: Resultado associado a projeto(s) desenvolvido(s) por Empresa Brasileira, com ou sem participação de Instituição Credenciada, em colaboração com Empresa Petrolífera, na área temática geral “Exploração e Produção de Petróleo e Gás”

Título: Sistema Armazenamento e Separação Gravitacional de CO2 e CH4 em Cavernas de Sal Construídas em ambiente Offshore de Águas Ultra Profundas no Brasil
Empresa Petrolífera: Shell / Instituição: USP – RCGI
Empresas: Modecom, Technomar, Argonautica, Granper

Resumo: O projeto está dividido em duas fases: a primeira tem como objetivo primário estudar o desenvolvimento de uma tecnologia / procedimento de armazenamento / descarte de gás natural com alto teor de CO2 em cavernas abertas em rocha salina pelo método de lixiviação por tempo indeterminado (CCS), na região do pré-sal. Numa segunda fase será estudado o procedimento de extração, por separação gravitacional de dióxido de carbono presente em grandes quantidades no gás natural produzido nos reservatórios do pré-sal.

Funcionalidades e Principais aspectos: O desenvolvimento da primeira fase do projeto possibilitará que o CO2 não seja reinjetado nos reservatórios, evitando que estes sejam constantemente retroalimentados pelo contaminante. Já na segunda fase a separação gravitacional dará valor econômico adicional ao sistema uma vez que possibilitará a monetização do GN separado no interior da caverna. A proposta é utilizar, sempre que possível, toda a infraestrutura já disponível nos sistemas de produção para realizar todas as etapas de desenvolvimento da tecnologia.

Avanço tecnológico no setor: A tecnologia do presente projeto possibilitará uma maior taxa de extração e uma maior vida útil dos poços de campos com alto teor de CO2, uma vez que possibilitará que o contaminante não seja necessariamente reinjetado e possibilitará que grandes volumes de GN sejam tratados a um custo muito inferior a atual tecnologia de membranas, que ainda apresenta limitação para tratamento de grandes volumes.

Fonte: Shell

ANP entrega Prêmio de Inovação Tecnológica 2019

A ANP realizou hoje (28/11) a cerimônia de entrega do Prêmio ANP de Inovação Tecnológica 2019, no Rio de Janeiro. Nas cinco categorias do Prêmio, concorreram 147 resultados de projetos de cinco empresas petrolíferas, mais de outras 20 empresas brasileiras de tecnologia e mais de 40 instituições credenciadas com diversas unidades laboratoriais.

“Estamos aqui para celebrar a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação no Brasil. Este Prêmio já está se tornando uma tradição. É a sexta edição, realizada em um momento em que nos aproximamos de um novo ciclo, em que vamos aumentar o investimento em produção, e vamos aumentar também os recursos para a cláusula de PD&I. É neste momento que precisamos de mais projetos de inovação. Digo a todos os que estão envolvidos nessa área que aproveitem essa janela”, afirmou o diretor-geral da ANP, Décio Oddone, na abertura da cerimônia.

Criado em 2014, o Prêmio ANP tem como objetivo reconhecer e premiar os resultados associados a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (P,D&I), que representem inovação tecnológica para o setor de petróleo, gás natural e biocombustíveis, desenvolvidos no Brasil por instituições de pesquisa credenciadas pela ANP, empresas brasileiras e empresas petrolíferas, com recursos provenientes da Cláusula de PD&I presente nos contratos de Exploração e Produção (E&P).

A edição 2019 contemplou duas categorias com temas inéditos – “Segurança, Meio Ambiente e Saúde – SMS” e “Indústria 4.0” –, além de três categorias com os temas tradicionais de “Exploração e Produção de Petróleo e Gás” e “Transporte, Dutos, Refino, Abastecimento e Biocombustíveis”. A avaliação dos vencedores foi feita com base nos critérios de originalidade, relevância, aplicabilidade e funcionalidade da tecnologia, bem como foi considerada a produção científica e tecnológica como critério de desempate.

Além disso, houve ainda homenagem à Personalidade Inovação do Ano, e concessão da Menção Honrosa 2019.

Veja abaixo os vencedores do Prêmio ANP de Inovação Tecnológica 2019:

CATEGORIA I: Resultado associado a projeto(s) desenvolvido(s) exclusivamente por Instituição Credenciada, em colaboração com Empresa Petrolífera, na área temática geral “Exploração e Produção de Petróleo e Gás”

Título: Captura e armazenamento de dióxido de carbono (CCS) e purificação de gases associados (LNG) na produção de petróleo em águas ultraprofundas através do processo de produção de hidratos dos gases

Empresa petrolífera: Petrogal
Instituições: USP – Escola politécnica e Unicamp
Resumo: O objetivo é uma solução industrial, real e concreta para a captura e armazenamento de CO2 e purificação de CH4, com instalações industriais de tamanho reduzido, nas plataformas FPSO. Procurou-se uma tecnologia que fosse compacta, optando por micro-misturadores estáticos, o que demonstrou a capacidade de intensificação de mistura, troca térmica e energia de trabalho. A integração de processo se dá pela flexibilidade nas configurações das correntes, o que permite um uso intenso dos equipamentos principais e dos seus auxiliares como turbinas compressores e trocadores de calor para resfriamento. Como resultados técnicos, já se tem a produção demonstrativa de hidratos em bancada e em piloto, e um projeto da unidade industrial acima de provas de conceitos, com muitas características de projetos básicos, necessário para demonstrar a diferença entre as rotas baseadas em absorção (aminas, líquidos iônicos e outros) ou membranas, e este processo compacto é capaz de atender a toda a produção de gases, sem necessidade de reinjeção nos poços, e sem outras.

CATEGORIA II: Resultado associado a projeto(s) desenvolvido(s) por Empresa Brasileira, com ou sem participação de Instituição Credenciada, em colaboração com Empresa Petrolífera, na área temática geral “Exploração e Produção de Petróleo e Gás”

Título: Sistema Armazenamento e Separação Gravitacional de CO2 e CH4 em Cavernas de Sal Construídas em ambiente Offshore de Águas Ultra Profundas no Brasil

Empresa petrolífera: Shell
Instituição: USP – RCGI
Empresas: Modecom, Technomar, Argonautica, Granper

Resumo: O projeto está dividido em duas fases: a primeira tem como objetivo primário estudar o desenvolvimento de uma tecnologia / procedimento de armazenamento / descarte de gás natural com alto teor de CO2 em cavernas abertas em rocha salina pelo método de lixiviação por tempo indeterminado (CCS), na região do pré-sal. Numa segunda fase será estudado o procedimento de extração, por separação gravitacional de dióxido de carbono presente em grandes quantidades no gás natural produzido nos reservatórios do pré-sal. O desenvolvimento da primeira fase do projeto possibilitará que o CO2 não seja reinjetado nos reservatórios, evitando que estes sejam constantemente retroalimentados pelo contaminante. Já na segunda fase, a separação gravitacional dará valor econômico adicional ao sistema uma vez que possibilitará a monetização do GN separado no interior da caverna. A proposta é utilizar, sempre que possível, toda a infraestrutura já disponível nos sistemas de produção para realizar todas as etapas de desenvolvimento da tecnologia.

CATEGORIA III: Resultado associado a projeto(s) desenvolvido(s) por Instituição Credenciada e/ou Empresa Brasileira, em colaboração com Empresa Petrolífera, na área temática geral “Transporte, Dutos, Refino, Abastecimento e Biocombustíveis”

Título: Centro de Simulações de Manobras do Tanque de Provas Numérico da USP aplicado à Busca de Soluções para Escoamento da Produção de Petróleo e Gás Brasileira

Empresa petrolífera: Petrobras
Instituição: USP – TPN
Empresa: Transpetro

Resumo: O projeto envolveu o desenvolvimento de um Centro de Simulação inovador para a pesquisa e estudo de manobras marítimas, portuárias e hidroviárias. O centro conta com seis simuladores de passadiço integrados, dois deles do tipo Full-Mission, adequáveis para representar diversos tipos de embarcação, como petroleiros convencionais, petroleiros DP, navios de suporte (PSV, AHTS), plataformas e navios sonda e rebocadores, um simulador de guindaste offshore e um simulador de sala de controle de lastro de plataformas. O objetivo é prover um ambiente completo para o estudo de operações marítimas não convencionais, tais como atracação a contrabordo, transferência em ship-to-ship, operação offshore multi-corpos (perfuração e alívio com suporte de embarcação de apoio por exemplo), definição da eficiência de rebocadores em ambientes com fortes agentes ambientais, análise de manobras em águas muito rasas e restritas etc.

CATEGORIA IV: Resultado associado a projeto(s) desenvolvido(s) por Instituição Credenciada e/ou Empresa Brasileira, em colaboração com Empresa Petrolífera, na área temática específica “Segurança, Meio Ambiente e Saúde – SMS”

Título: Tecnologias verdes para a reciclagem de polímeros da indústria do petróleo: transformando resíduos em matérias-primas de valor para a cadeia produtiva

Empresa petrolífera: Petrobras
Instituições: UFRJ – IMA, UFPE – Lateclim

Resumo: A inovação tecnológica consiste em processo de despolimerização e posterior reciclagem de embalagens e demais materiais a base do polímero poli (tereftalato de etileno) (PET), que é ambientalmente amigável e aderente aos princípios de engenharia verde. Nas configurações de processo desenvolvidas, a despolimerização é catalisada por enzimas, por catalisadores químicos, ou por combinação destes, que levam a uma conversão do polímero em seus monômeros. Os processos consistem em reações em batelada, em que o polímero moído entra em contato com o catalisador, em fase aquosa (reação de hidrólise) ou em fase orgânica (reação de glicólise), havendo a liberação dos monômeros, ácido tereftálico (TPA) e o monoetileno glicol (MEG) (no caso da hidrólise) ou tereftalato de bis (2-hidroxietila) (no caso da glicólise). O uso de um catalisador de origem biológica (enzima), que é biodegradável e que consegue promover a despolimerização do PET em condições brandas de temperatura e pressão, torna o processo totalmente sustentável, de condução segura e que não gera resíduos tóxicos ao meio ambiente e ao ser humano. Já os catalisadores químicos agregam eficiência e rapidez ao processo, ao passo que foi possível se chegar a conversões da ordem de 96% em apenas 15 min de reação.

CATEGORIA V: Resultado associado a projeto(s) desenvolvido(s) por Instituição Credenciada e/ou Empresa Brasileira, em colaboração com Empresa Petrolífera, na área temática específica “Indústria 4.0”

Título: OtimRota – Ferramenta Computacional para Projeto Conceitual e Otimização de Sistemas Submarinos

Empresa petrolífera: Petrobras
Instituições: UFRJ – LAMCSO, USP – NDF, PUC-Rio – Tecgraf

Resumo: Alinhado à inclusão da transformação digital nos projetos na área submarina, o OtimRota surge como uma ferramenta computacional para auxiliar o engenheiro na elaboração, avaliação e comparação de projetos conceituais otimizados de sistemas submarinos. A ferramenta gera automaticamente alternativas para a locação da plataforma, e para a arquitetura e a disposição espacial dos diversos tipos de equipamentos submarinos (árvores de natal, manifolds, UTAs e outros). Em suma, o OtimRota engloba novas metodologias para automatizar a síntese de sistemas submarinos, levando à maximização do valor gerado pelo sistema de produção, obtendo arranjos otimizados, avaliados por critérios de engenharia e de custos (CAPEX, OPEX, ABEX). Isto fornece benefícios importantes em termos de projetos mais eficientes, obtidos em menor tempo, com aumento na eficiência e produção durante operação do sistema submarino, e significativa redução dos custos associados.

Personalidade Inovação do Ano 2019:

A homenagem foi concedida ao engenheiro Marcelo Gattass, pela contribuição à pesquisa, ao desenvolvimento tecnológico e à inovação no setor energético brasileiro. Gattass é diretor do Instituto Tecgraf de Desenvolvimento de Software Técnico Científico da PUC-Rio, onde coordena, por ano, mais de 30 contratos de cooperação universidade-empresa nas áreas de modelagem e visualização computacional. Professor titular do Departamento de Informática da PUC-Rio desde 1992, tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Processamento Gráfico, atuando principalmente nos seguintes temas: Visualização, Simulação Numérica, Realidade Aumentada, Modelagem Geométrica e Visão Computacional. Pesquisa atualmente nas áreas de Realidade Aumentada e Visualização Científica. Possui graduação (1975) e mestrado (1977) em Engenharia Civil pela PUC-Rio e doutorado Ph.D. (1982) em Engenharia Civil pelo Programa de Computação Gráfica da Cornell University, EUA. Liderança no desenvolvimento de relevantes projetos de sistemas computacionais para as áreas de geofísica, geologia, reservatórios, meio ambiente e logística.

Menção Honrosa – Inovação Operacional 2019:

A menção honrosa este ano foi concedida a Marcos Isaac Assayag, pela contribuição à inovação operacional na considerando seu relevante reconhecimento profissional no setor da indústria brasileira de óleo e gás. Assayag ingressou na Petrobras em 1975 e, após um curso em Engenharia de Equipamentos, trabalhou em projetos de facilidades de produção. Em 1982, transferido para o Cenpes. Foi, entre 1989 e 2002, sucessivamente,coordenador do Procap-1000, 2000 e 3000. Entre 2002 e 20016, quando se aposentou da Petrobras, exerceu diversas posições executivas ligadas a equipamentos e engenharia. Como líder dos bem-sucedidos programas Procap da Petrobras, Assayag, em conjunto com sua equipe, desenvolveu processos tecnológicos que permitiram à empresa produzir em águas de até 2000 metros, bem como estabeleceu as bases para levar à produção até a profundidade de 3000 metros. Parte dessas tecnologias continuam hoje sendo utilizadas para a produção dos campos do Pré-sal brasileiro. Recebeu o reconhecimento internacional em 2007, quando foi agraciado com o “Distinguished Achievement Award for Individuals”, da OTC.

 

Fonte: Divulgação ANP

Ocyan usa gamificação para sensibilizar integrantes

Para chamar a atenção e promover a empatia de todos os integrantes da empresa com a realidade das pessoas com deficiência, a Ocyan promoveu evento inovador usando gamificação. Nessa semana, integrantes da empresa em Macaé (RJ) e Rio de Janeiro, puderam vivenciar experiências e passar por situações no formato de Escape Room, onde os participantes são desafiados a concluir desafios em equipe.

Durante dois dias, mais de 120 integrantes participaram de um escape game com o intuito de decifrar códigos, por exemplo, através de senhas em libras que seriam usadas para abertura de cadeados; de jogo de memória auditiva; da utilização de caixa sensorial com limitação da visão e estímulo do tato.

“Procuramos engajá-los na resolução de problemas vividos no dia a dia pelas pessoas com deficiência para buscar, através da experiência, melhorar o aprendizado e estimular ações e comportamentos que mostrem a necessidade de trabalho em equipe e solidário entre todos os integrantes, independente da sua condição. A experiência foi um sucesso”, destaca Nir Lander, diretor de Planejamento e Pessoas.

Em Macaé, um caminhão com caçamba de vidro foi preparado para receber os integrantes que se inscreveram para vivenciar a experiência. A cada rodada, grupos de cinco a sete integrantes participaram do jogo, sendo desafiados a emergir no mundo das pessoas com deficiência, e estimulados a aguçar os sentidos para desvendar os códigos. No Rio de Janeiro, uma sala adaptada com o mesmo objetivo recebeu a cada rodada, sete a dez pessoas.

Para Érica Lisboa, integrante da área de Qualidade da unidade de perfuração em Macaé, a experiência foi um enorme aprendizado. “Foi importante para identificarmos como é o trabalho em equipe, da gestão do tempo, planejamento e comunicação”. Já para Raquel Borges, também de Qualidade, a sensibilização promovida pela empresa surpreendeu: “A vivência das dificuldades sensoriais que nos foram apresentadas, nos fez refletir sobre empatia e inclusão dos PCDs”, pontua.

“Extraímos inúmeras reflexões. Ouvi-los após o game no momento de compartilhamento de seus sentimentos foi essencial para criar o link entre a empatia e respeito que devemos carregar conosco. O jogo contribuiu para permitir o entendimento de que todos somos diferentes, possuímos limitações e qualidades que se somam para atingir um objetivo em comum, ser uma pessoa com deficiência não é ser incapaz e que ter um grupo diverso agrega resultados grandiosos para o time”, comenta Isabel Carneiro, enfermeira do trabalho na Ocyan e voluntária do Grupo de Pessoas com Deficiência do Programa de Diversidade e Inclusão da empresa.

A inclusão de pessoas com deficiência em todas as áreas da empresa é uma das metas da Ocyan. A empresa realizou recentemente um mapeamento das funções dos integrantes offshore (nas sondas e FPSO) que podem ser desempenhadas por pessoas com deficiência, dentro de suas limitações e sem riscos para a vida e operações. As instalações já estão em fase de obras e adaptações para que todos se sintam incluídos, de acordo com as normas da ABNT. Hoje, por premissa, todas as oportunidades de emprego na Ocyan permitem a candidatura de pessoas com deficiência.

Programa de Diversidade

A Ocyan foi uma das primeiras empresas da cadeia produtiva do petróleo (óleo e gás) no Brasil a colocar a diversidade na sua pauta. Já entre 2016 e 2017 esse tema passou a figurar como um de seus grandes desafios. A área de Compliance e o Canal Linha de Ética da companhia funcionam desde 2017 como espaços que para garantir o respeito à inclusão, mitigando de forma incisiva casos de preconceito e discriminação, contribuindo diretamente para a promoção de um ambiente de segurança psicológica, de respeito e empatia.

Os executivos da Ocyan mergulharam neste desafio, com um esforço adicional em função da cultura do setor de óleo e gás, onde a empresa está inserida, que é predominantemente masculina. A empresa buscou apoio com quem estava mais familiarizado com os bons exemplos, como a consultoria Mais Diversidade. Este ano, com a criação do Programa e instalação do Comitê e seus respectivos grupos de afinidades, os temas da diversidade e inclusão já foram incorporados ao dia a dia da corporação. “Avançamos com a sensibilização e a necessidade de convivência entre todos os grupos e já fizemos as primeiras entregas, como a flexibilização do horário de trabalho para as integrantes quando voltam da licença-maternidade e esta ação com foco em pessoas com deficiência. Esses são os dois primeiros grupos que foram priorizados no projeto”, explica Camilla Braz, Líder do Programa de Diversidade & Inclusão da Ocyan.