ANP faz audiência pública sobre alteração em resolução de conteúdo local

A ANP realizou ontem (27/11) audiência pública sobre uma revisão pontual da Resolução ANP n° 19/2013, que dispõe sobre os critérios e procedimentos para execução das atividades de Certificação de Conteúdo Local. O objetivo é permitir a certificação de produtos importados que contenham componentes nacionais incorporados, ainda que parcialmente, incluindo bens, sistemas e materiais certificados individualmente antes de sua exportação para incorporação ao produto importado.

A alteração traz simplificação em relação aos atuais mecanismos de contabilização de conteúdo local em produtos importados, que viabilizará ganhos de eficiência, controle e rastreabilidade ao reporte e fiscalização de conteúdo local. Serão mantidos os incentivos para o desenvolvimento da cadeia produtiva do petróleo mediante compromissos de contratação de fornecedores nacionais, que permanecem inalterados, privilegiando aqueles que contenham menor parcela de componentes importados em seus produtos produzidos no Brasil e viabilizando suas exportações.

A proposta deriva das alterações da política de conteúdo local introduzidas pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) e ocorridas a partir de 2017, além dos aditivos contratuais realizados no âmbito da Resolução ANP n° 726/2018, que introduziram flexibilidade às linhas de compromissos estipuladas nos editais e contratos de exploração e produção de petróleo e gás natural.

A minuta passou por consulta pública de 45 dias. As contribuições recebidas no período podem ser acessadas na página da Consulta e Audiência Públicas nº 21/2019.

A ANP irá analisar tecnicamente as contribuições recebidas durante a consulta e a audiência públicas e consolidará uma nova minuta, que passará pela avaliação da Procuradoria Federal e da Diretoria Colegiada da Agência para posterior publicação.

 

Fonte: Divulgação ANP

Petrobras aprova Plano Estratégico 2020-2024

A Petrobras informa que seu Conselho de Administração aprovou, em reunião realizada ontem, o Plano Estratégico para o quinquênio 2020-2024, em linha com o posicionamento estratégico da companhia, divulgado em 26 de setembro de 2019, onde almejamos ser a melhor empresa de energia na geração de valor para o acionista, com foco em óleo e gás e com segurança, respeito às pessoas e ao meio ambiente.

Definido como Mind the Gap, o Plano Estratégico traz uma agenda transformacional, que visa eliminar o gap de performance que nos separa das melhores empresas globais de petróleo e gás, criando substancial valor para nossos acionistas. Além disso, o plano está consistente com os cinco pilares estratégicos que definimos: i) maximização do retorno sobre o capital empregado; ii) redução do custo de capital; iii) busca incessante por custos baixos; iv) meritocracia; v) respeito às pessoas, meio ambiente e segurança.

A Petrobras passa por um momento de transformação cultural e digital e, buscando um efetivo retorno do capital empregado dos seus acionistas, decidiu incorporar no plano uma nova ferramenta de gestão: o EVA® (Economic Value Added). O indicador representa o início de uma avaliação de desempenho que tem como foco a geração de valor, transformando a cultura da companhia através de incentivos claros aos gestores e profissionais.

A Petrobras do futuro será uma companhia com retorno operacional superior ao seu custo de capital, posicionada em ativos de classe mundial, com operação focada em óleo e gás, avançando na exploração e na produção do pré-sal brasileiro, um parque de refino eficiente, com capacidade para processar 1,1 milhão de bpd. Com respeito a fontes de energia revoáveis, a companhia atuará em pesquisas buscando adquirir competências para o eventual posicionamento no longo prazo em energia eólica e solar.

O plano conta com três métricas de topo com foco na segurança das pessoas, na redução do endividamento e na geração de valor:

 Taxa de acidentados registráveis por milhão de homens-hora (TAR) abaixo de 1,0
 Dívida líquida/EBITDA ajustado abaixo de 1,5x
 Delta do EVA® consolidado de US$ 2,6 bilhões

Em adição, estipulamos uma ambição de Zero Fatalidade.

Continuamos perseguindo a desalavancagem através da geração de caixa e dos desinvestimentos. Nos 9M19, conseguimos reduzir a dívida bruta da companhia em US$ 21 bilhões. Mantemos a meta de atingir a relação Dívida Líquida/LTM EBITDA de 1,5x ainda em 2020. Em 2021 planejamos atingir US$ 60 bilhões de dívida bruta o que aumentará a remuneração aos acionistas em linha com a nova política de dividendos já anunciada.

Consideramos como premissa para o plano um cenário de resiliência, que é utilizado como preço de breakeven mínimo de projetos, preços de petróleo mais reduzidos, no valor de US$ 50/bbl para os próximos cinco anos e de US$ 45/bbl no longo prazo, aplicando uma governança criteriosa para a seleção e priorização de projetos.

O CAPEX previsto para o quinquênio é de US$ 75,7 bilhões, dos quais 85% estão alocados no segmento E&P. Essa alocação está aderente ao nosso posicionamento estratégico, com foco nos ativos de E&P, especialmente no pré-sal, nos quais a Petrobras tem vantagem competitiva e geram mais retorno para os investimentos.

Os desinvestimentos previstos no plano variam entre US$ 20-30 bilhões para o período 2020-2024, sendo a maior concentração nos anos de 2020 e 2021.

Produção de óleo, LGN e gás natural

A curva de produção de óleo e gás estimada no período 2020-2024 indica um crescimento contínuo. Ao longo desse período, está prevista a entrada em operação de 13 novos sistemas de produção, sendo todos alocados em projetos em águas profundas e ultra profundas.

A companhia decidiu apresentar uma visão de produção comercial, a fim de representar o impacto econômico da produção nos resultados da companhia, deduzindo da sua produção de gás natural os volumes de gás reinjetados nos reservatórios, consumidos em instalações do E&P e queimados nos processos produtivos. Além disso, a curva de produção não contempla desinvestimentos, com exceção de cerca de 100 mboed, relativos aos campos na Nigéria e de Tartaruga Verde, cujas transações já foram assinadas e os fechamentos estão próximos de ocorrer.

As estimativas de produção estão apresentadas abaixo.

 

 

Para a meta de produção de 2020 consideramos uma variação de 2,5% para mais ou para menos. A produção de óleo deste ano reflete principalmente as perdas de volumes relacionados ao declínio natural dos campos maduros e à maior concentração de paradas de produção para o aumento da integridade dos sistemas, parcialmente compensados pelo ramp-up das novas plataformas. No longo prazo, a trajetória de crescimento é suportada pelos novos sistemas de produção – majoritariamente no pré-sal, com maior rentabilidade e geração de valor – e pela estabilização da produção na Bacia de Campos.

Financiabilidade

A expressiva geração operacional de caixa será decorrente da maior eficiência projetada, do controle de gastos e dos recursos financeiros em função da gestão ativa de portfólio. Isso permitirá uma redução gradativa da dívida bruta, com consequente diminuição das despesas com juros e aumento nos valores estimados de distribuição de dividendos, através da nova Política de Dividendos da companhia, gerando uma maior remuneração para os acionistas. A dívida alcança o patamar de US$ 60 bilhões já no ano de 2021, e se mantem nesse patamar ao longo do quinquênio.

Adicionalmente, ao antecipar fluxo de caixa operacional via desinvestimentos de ativos a Petrobras realizará seus investimentos, reduzindo seu endividamento, sem necessidade de novas captações líquidas no horizonte do Plano Estratégico.

Compromissos de baixo carbono e sustentabilidade

Até o momento, já avançamos com uma série de ações de descarbonização em nossos processos, que envolvem redução da queima de gás natural em flare, reinjeção de CO2 e ganhos de eficiência energética. A companhia mantém o compromisso com a descarbonização de processos e produtos, com um plano de ação robusto em relação à resiliência e eficiência em carbono.

Nesse sentido, estipulamos dez compromissos com a agenda de baixo carbono e sustentabilidade:

1.  Crescimento zero das emissões absolutas operacionais até 2025*
2.  Zero queima de rotina em flare até 2030
3.  Reinjeção de ~40 MM ton CO2 até 2025 em projetos de CCUS
4.  Redução de 32% na intensidade de carbono no segmento de E&P até 2025
5.  Redução de 30%-50% na intensidade de emissões do metano no segmento de E&P até 2025
6.  Redução de 16% na intensidade de carbono no refino até 2025
7.  Redução de 30% na captação de água doce em nossas operações com foco no aumento do reuso até 2025
8.  Crescimento zero na geração de resíduos de processo até 2025.
9.  100% das instalações Petrobras com plano de ação em biodiversidade até 2025.
10.  Manutenção dos investimentos em projetos socioambientais

* Compromissos em carbono em relação à base 2015. Demais compromissos com base em 2018.

Com a execução deste Plano Estratégico, a Petrobras reafirma seu compromisso de se tornar uma companhia mais robusta financeiramente, com baixo endividamento e custo de capital, alinhada aos seus pares da indústria e focada em ativos de óleo e gás de classe mundial, atuando sempre de forma ética e transparente, com segurança e respeito às pessoas e ao meio ambiente.

Fonte: Agência Petrobras

Equinor deve perfurar de 30 a 40 poços e mira Brasil em 2020

A petroleira norueguesa Equinor planeja perfurar de 30 a 40 poços para exploração de óleo e gás globalmente em 2020, nível similar ao deste ano, com o Brasil sendo visto como um “hotspot” de suas operações internacionais, disse o chefe de Exploração da empresa na terça-feira.

A petroleira vai perfurar de 20 a 30 poços na plataforma continental norueguesa, com foco no Mar do Norte e em descobertas no Mar de Barents, afirmou à Reuters o executivo Tim Dodson.

Até o final do terceiro trimestre deste ano, a empresa havia perfurado 32 poços de exploração e realizado 14 descobertas comerciais, sendo a maior parte em campos existentes e com infraestrutura de oleodutos.

“Ficaremos perto de 40 poços neste ano”, disse Dodson.

Internacionalmente, os esforços de exploração da Equinor serão concentrados no Brasil, onde a companhia planeja perfurar cinco poços no próximos dois anos.

“O Brasil será o ‘hotspot’ pelos próximos anos”, afirmou Dodson.

Alguns poços de forte impacto, com recursos estimados em mais de 100 milhões de barris de óleo equivalente, serão perfurados no Brasil e na porção norte-americana do Golfo do México, acrescentou o executivo.

No entanto, Dodson disse que a empresa será “seletiva” quanto a aumentar sua área de exploração no Brasil, onde já planeja desenvolver o campo de Carcará.

“Para nós, quase tudo gira em torno do portfólio que já temos, testando esse potencial. Acreditamos que temos algumas das melhores oportunidades (no Brasil)”, afirmou.

 

Por: Nerijus Adomaitis
Fonte: Agência Reuters

Petrobras eleva em 4% preço da gasolina nas refinarias; mantém valor do diesel

A Petrobras elevou o preço da gasolina nas refinarias em aproximadamente 4% nesta quarta-feira, na segunda alta em pouco mais de uma semana, informou a petroleira estatal em seu site, em meio à valorização do dólar em relação ao real.

Com a alta, o combustível atingiu cerca de 1,91 real por litro. O diesel, em contrapartida, foi mantido estável.

O repasse de ajustes de valores nas refinarias aos consumidores finais nos postos depende de diversos fatores, como margens de revendedoras e distribuidoras, misturas de biocombustíveis e impostos.

Por Marta Nogueira
Fonte: Agência Reuters

ANP divulga contribuições recebidas durante consulta pública sobre certificação de conteúdo local

A ANP divulgou ontem, (26/11), em seu sítio eletrônico, as contribuições recebidas durante a Consulta Pública n° 21/2019, sobre revisão pontual da Resolução ANP n° 19/2013, que dispõe sobre os critérios e procedimentos para execução das atividades de Certificação de Conteúdo Local. O objetivo é permitir a certificação de produtos importados que contenham componentes nacionais incorporados, ainda que parcialmente, incluindo bens, sistemas e materiais certificados individualmente antes de sua exportação para incorporação ao produto importado.

A proposta de revisão foi submetida à Consulta Pública no período de 45 (quarenta e cinco) dias, finalizada no dia 25/11, e será realizada Audiência Pública amanhã (27/11). As contribuições recebidas e demais documentos relativas à revisão estão disponíveis na página Consulta e Audiência Públicas nº 21/2019.

 

Fonte: ANP

Entrega do Prêmio ANP de Inovação Tecnológica terá transmissão ao vivo

Prêmio ANP de Inovação Tecnológica será entregue, amanhã (28/11), em cerimônia no Rio de Janeiro. A edição 2019 contempla cinco categorias, sendo duas com temas inéditos: “Segurança, Meio Ambiente e Saúde – SMS” e “Indústria 4.0”. Além destas, os temas tradicionais de “Exploração e Produção de Petróleo e Gás” e “Transporte, Dutos, Refino, Abastecimento e Biocombustíveis” representam a temática das demais categorias.

O Prêmio tem como objetivo reconhecer e premiar os resultados associados a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (P,D&I), que representem inovação tecnológica para o setor de petróleo, gás natural e biocombustíveis, desenvolvidos no Brasil por instituições de pesquisa credenciadas pela ANP, empresas brasileiras e empresas petrolíferas, com recursos provenientes da Cláusula de PD&I presente nos contratos de Exploração e Produção (E&P).

O local de realização da cerimônia atingiu sua lotação máxima, mas a entrega dos prêmios será transmitida no site da ANP.

 

Fonte: ANP

Refinaria de Manguinhos volta a operar no Porto do Rio de Janeiro

Concluída a fase de testes, a Refinaria de Manguinhos (atual REFIT) voltou a operar no Porto do Rio de Janeiro na tarde da última sexta (22/11), com a embarcação Stena Performance, que descarregou 40.000m³ de granel líquido condensado através dos dutos submarinos, o que corresponde a aproximadamente 26.000 toneladas.

Depois de meses de planejamento e muito trabalho da equipe operacional da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) e da REFIT, essa primeira operação teve êxito total e cumpriu-se, assim, a última etapa exigida pela Marinha do Brasil.

A partir de agora, as embarcações de mesma classe virão a cada 30 dias, em uma primeira fase, com previsão de dobrar essa escala, após os seis primeiros meses de utilização.

Com isso, a expectativa é de que o Porto do Rio de Janeiro passe a movimentar cerca de 800 mil toneladas de granéis líquidos por ano para a REFIT, o que corresponderá a um acréscimo de 214% na movimentação dessa natureza de carga no porto, em relação ao volume registrado em 2018.

 

Fonte: ASSCOM – CDRJ

Petrobras planeja perfurar até 8 poços exploratórios em 2020

Os detalhes deverão ser apresentados pela empresa a investidores após a publicação de seu plano quinquenal de negócios, no fim deste ano

A Petrobras planeja perfurar de sete a oito poços exploratórios em 2020, grande parte no pré-sal, seu principal foco de investimento, afirmou na segunda-feira o diretor de Exploração e Produção da estatal, Carlos Alberto de Oliveira.

Os detalhes deverão ser apresentados pela empresa a investidores após a publicação de seu plano quinquenal de negócios, no fim deste ano.

Ao falar em evento da estatal Pré-Sal Petróleo SA (PPSA), o executivo também adiantou sobre um plano da empresa para eliminar completamente a fase exploratória de suas áreas de petróleo e gás. Segundo ele, não há nada igual já realizado na indústria de petróleo global.

 

Fonte:  Época Negócios

FUP faz balanço positivo da mobilização dos petroleiros

Petroleiros cumpriram seu objetivo de chamar a atenção da população para o desmonte da Petrobrás sem comprometer o abastecimento de combustíveis. Categoria permanece participando e promovendo ações sociais até sexta

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) avalia como positiva a mobilização por tempo determinado que a categoria iniciou nessa segunda-feira (25/11) e que decidiu suspender na manhã desta quarta-feira (27/11). Além de garantir a produção de petróleo e o abastecimento de combustíveis para a população – compromisso assumido e cumprido pelos trabalhadores do setor de petróleo –, o movimento conseguiu chamar a atenção da sociedade para a política de demissões e transferências em massa, de venda de ativos e de reajustes constantes da gasolina e do óleo diesel promovida pela atual gestão da empresa.

A mobilização contou com 26 mil trabalhadores, direta e indiretamente, mais de um terço do atual corpo de funcionários da Petrobrás. As atividades envolveram ações solidárias, como a participação dos petroleiros no Dia Nacional de Doação de Sangue em diversas cidades do País, como Rio de Janeiro, Salvador, Recife, São Paulo e Curitiba, e permanecerão doando sangue até sexta com o mote #petrobrasnaveia. Nessa terça, na Reduc, em Duque de Caxias (RJ), os petroleiros distribuíram mil cestas básicas a trabalhadores demitidos do Sistema Petrobrás. E nesta quarta-feira (27/11), a ação social dos petroleiros promove a venda de 200 botijões de gás de cozinha a preço justo em Campos dos Goytacazes (RJ).

A FUP considera como arbitrárias as decisões do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Primeiro, multando a categoria em R$ 2 milhões por dia de mobilização; depois, suspendendo o repasse mensal de recursos à FUP e aos sindicatos filiados à federação e autorizando o bloqueio cautelar das contas das entidades, em resposta a uma liminar da Petrobrás. A última vez em que o TST tomou decisão similar foi em 1995, quando uma greve dos petroleiros afetou o abastecimento de combustíveis do país.

Por outro lado, se as decisões do TST prejudicaram o movimento, também comprovaram a força de mobilização dos petroleiros, avalia o coordenador geral da FUP, José Maria Rangel.

“As decisões do TST reforçaram o potencial dos petroleiros, que se mobilizaram e garantiram o abastecimento dos combustíveis, que foram para as ruas em ações sociais. Nossa mobilização mostrou que o ministro da Economia, Paulo Guedes, desconhece a legislação brasileira que dá direito de greve a todos os trabalhadores do País e desconhece a real situação da Petrobrás, que vem sofrendo com corte de pessoal e com a venda de ativos”, afirma Rangel.

A FUP ainda condena posturas antidemocráticas contra a mobilização dos trabalhadores do setor de petróleo, como a registrada na manhã desta terça-feira em Campos dos Goytacazes. Policiais intimidaram petroleiros, impedindo-os de exercer seu direito de livre manifestação.

Além das demissões e transferências em massa, da venda de ativos e de uma política de preços dos combustíveis que penaliza a população exercida pela atual gestão da Petrobrás, a FUP reitera que a companhia está descumprindo o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), que foi mediado pelo próprio TST. A diretoria da empresa incluiu metas de segurança, saúde e meio ambiente (SMS) como critérios para pagamento de bônus e concessão de vantagens, o que fere as cláusulas do ACT e podem atingir diretamente os interesses da sociedade, por aumentar o desemprego, colocar o meio ambiente em risco ao precarizar o trabalho, o trabalhador e as condições em que atuam.

 

Finalistas do prêmio Shell de educação científica no RJ

Professores das redes municipal, estadual e federal do Estado estão na disputa, e os três primeiros colocados nas duas categorias concorrentes, Ensino Fundamental II e Médio, ganharão viagem para Londres e premiação em dinheiro

Nesta quarta-feira (27/11), o Museu do Amanhã receberá a cerimônia de premiação do Prêmio Shell de Educação Científica. No total, doze professores das redes municipal, estadual e federal do Estado do Rio de Janeiro estão na disputa com suas experiências educativas no campo da Matemática e Ciências com alunos do Ensino Fundamental II e Médio.

Os três primeiros colocados em cada uma das duas categorias (Fundamental II e Médio) ganharão uma viagem educativa para Londres e uma premiação em dinheiro. Além disso, as escolas onde os autores dos seis melhores projetos inscritos lecionam receberão um kit multimídia com materiais para a melhoria do ambiente escolar: laptop, projetor e caixas de som.

O objetivo do programa, criado em 2014, é reconhecer os docentes que se destacaram no ensino de Matemática e Ciências para alunos do Ensino Fundamental II e Médio ao longo do ano. O evento não é aberto ao público. Para os jornalistas interessados, basta confirmar a presença pelo e-mail bruna.carvalho@edelman.com.

Confira os nomes dos indicados de 2019 e suas escolas e municípios:

Rio de Janeiro – Ensino Fundamental

  • Ana Maria Ferreira Lopes – Colégio Estadual Nephytalina Carvalho Ávila/ Rio das Flores
  • Ariene Bazílio dos Santos – Colégio Municipal Presidente Castelo Branco/ Piraí
  •  Aristides Praxades Dias Neto – Escola Municipal Antonino Arcanjo Lopes/ Paraíba do Sul
  • Camila Ferreira Souza Alô – Escola Municipal Levi Carneiro/ Niterói
  • Gedmar Santos Carvalho – Escola Municipal Dr. Cláudio Moacyr de Azevedo/ Macaé
  • Marcos Anacleto da Silva – Ciep 434 – Professora Maria José Machado/ Duque de Caxias

Rio de Janeiro – Ensino Médio

  • Osmar Preussler Neto – Colégio Estadual Olinto da Gama Botelho/ Rio de Janeiro
  • Marco André de Almeida Pacheco – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro – campus Volta Redonda/ Volta Redonda
  • Rafaella Cruz Ferreira – Colégio Estadual Benta Pereira/ Campos dos Goytacazes
  • Rita de Cássia Souza e Silva – Colégio Estadual Almirante Frederico Villar/ Arraial do Cabo
  • Roberto Irineu da Silva – Colégio Pedro II/ Rio de Janeiro
  • Vitor Hugo Vassallo – Colégio Estadual Condessa do Rio Novo/ Três Rios

Serviço

Data: 27/11/2019
Local: Museu do Amanhã – Praça Mauá, 1 – Centro, Rio de Janeiro
Horário: credenciamento 18h e cerimônia 19h

Fonte: Shell