Ocyan lança 4ª edição de programa de colaboração com startups do setor de óleo e gás

Quarta edição do Ocyan Waves Challenge foca em soluções que ajudem a melhorar a experiência dos integrantes da empresa.

A Ocyan, empresa do setor de óleo, gás e energia, acaba de lançar o novo ciclo do programa Ocyan Waves Challenge. Criado em parceria com a Innoscience, consultoria de inovação corporativa, o programa tem o objetivo de resolver desafios internos da Ocyan a partir da conexão com startups, a iniciativa retorna no formato de batch em busca de startups que tenham soluções que ajudem a melhorar a experiência dos integrantes da empresa. As startups interessadas têm até o dia 17 de maio para acessar as informações do programa e cadastrar suas propostas pelo site www.ocyanwaves.com

“A Ocyan está em um momento importante de olhar para dentro de casa, por isso, esse ano o foco do programa será buscar soluções que ajudem a melhorar a experiência do nosso integrante em processos internos a partir da conexão com startups maduras. E em linha com as metas e compromissos estabelecidos de diversidade e inclusão pela Ocyan, nessa edição do Ocyan Waves Challenge vamos acompanhar indicadores de D&I na busca pelas startups”, conta Patricia Grabowsky, Gerente Executiva e Inovação. 

Os desafios propostos pela Ocyan nesta edição do Ocyan Challenge abrangem diversas áreas, como experiência do integrante e digitalização.  Os participantes terão a oportunidade de testar suas tecnologias em um ambiente real e conhecer na prática os problemas de uma grande empresa do setor. Eles terão acesso a players estratégicos, além da possibilidade de serem contratados como fornecedores da Ocyan. 

“Buscamos startups que tenham soluções inovadoras e alinhadas com as necessidades do setor de óleo e gás. Queremos conectar-nos a empreendedores que possuam conhecimento técnico e expertise para desenvolver soluções eficientes e sustentáveis, contribuindo para a transformação digital e aprimoramento da indústria”, destaca Maximiliano Carlomagno, sócio-fundador da Innoscience. 

A iniciativa é voltada para startups maduras, com soluções prontas e em fase de tração e escala. Para esta edição, a expectativa é rodar 10 pilotos, com uma startup endereçando cada um desses desafios. São eles: 

1. Automatização de Análise Histórica de Licitações: Organizar, analisar e apresentar dados contratuais, técnicos e comerciais de forma eficiente, abrangendo todas as etapas, da fase de licitação até a pós-contratação. 

2. Agilidade e Rastreabilidade no Gerenciamento de Contratos e Fluxo de Assinatura: Permitir criação de minutas adequadas a cada contratação e seu envio, rastreio, análise e validação pelos stakeholders de forma integrada 

3. Otimização de Solicitações de Viagens Corporativas: Otimizar o processo de solicitações de viagens corporativas na Ocyan, criando uma interface mais amigável facilitando a aprovação dos líderes e garantindo conformidade com as políticas da empresa. 

4. Integração e Inteligência em Dados de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Ocyan: Implementar visualização conjunto de indicadores interativos de desempenho de Saúde, Segurança e Meio Ambiente, oferecendo insights detalhados sobre desempenho, incidentes e melhores práticas. 

5. Automatização de processos do Almoxarifado: Automatizar e racionalizar os processos de recebimento, armazenagem e expedição de materiais. 

6. Visibilidade e Eficiência na Gestão de Efetivo Offshore: Melhorar a gestão do efetivo offshore e otimizar os processos de logística, oferecendo visão do status dos integrantes e racionalizar as atividades no recebimento, armazenagem e expedição. 

7. Solução de Engajamento em Práticas de Saúde e Bem-estar: Falta de acompanhamento e mensuração de dados para estratégias de adesão aos programas, o que impossibilita visualizar histórico de atividades e gerar recompensas. 

8. Transformação Digital nas Permissões de Trabalho Offshore: Transformar o controle e gerenciamento das permissões de trabalho em suas unidades de produção offshore, adotando um modelo digital. 

9. Otimização na Tradução de Documentos: Solução capaz de traduzir documentos técnicos com alta precisão e fluência, possa ser capaz de integrar-se com outros sistemas, garanta a segurança e confidencialidade das informações. 

10. Plataforma de engajamento dos integrantes da Ocyan: Melhorar o envolvimento dos integrantes on e offshore no consumo de treinamentos, capacitação e pesquisas, impactando diretamente no orgulho de ser e pertencer à Ocyan. 

O cronograma do Ocyan Waves Challenge é organizado em oito fases, a serem realizadas ao longo do ano, incluindo Scouting (busca ativa das startups), Pitch Week (apresentação das empresas e suas soluções. Aquelas que mais se destacarem serão convidadas para executar os projetos-piloto com duração de três meses em parceria com a Ocyan para validar suas soluções. Em seguida, haverá uma avaliação dos resultados e deliberação pela continuidade dos projetos com maior potencial e, por fim, uma Transição Piloto-Rollout. 

“É importante destacar que estamos sempre em busca do aprimoramento na condução de nossos programas visando manter a reputação da Ocyan como uma organização aberta e comprometida com a conexão com as startups. Nosso foco principal permanece na criação de valor para todos os envolvidos, isso se materializa com a nossa taxa de conversão para rollout, que hoje ultrapassa os 80%” destaca Livia Savignon, Coordenadora de Inovação.  

As inscrições para o novo ciclo do Ocyan Waves Challenge vão até o dia 17 de Maio.  

OCYAN WAVES 

Criada em 2019, é a plataforma de inovação aberta da Ocyan que engloba dois programas: Ocyan Waves Challenge e Ocyan Waves Booster. Com os resultados obtidos com o Ocyan Waves, a Ocyan vem sendo reconhecida desde 2021 entre as 100 empresas que melhor se relacionam com startups de acordo com o Ranking da 100Open, e no ano de 2023, figurou como a segunda melhor empresa no setor de Petróleo & Gás. Com o Ocyan Waves Challenge, a Ocyan já mapeou mais de 550 startups, executamos um total de 28 projetos piloto e 23 deles seguiram para etapa de Rollout. 

Sobre a Ocyan 

A Ocyan é uma fornecedora do setor de óleo e gás e novas energias que tem como valores a segurança em primeiro lugar, a parceria de confiança e o compromisso com a sociedade. Sua atuação é prover soluções para a indústria offshore nas áreas de produção, por meio da joint-venture Altera&Ocyan; construção submarina e projetos de descomissionamento, além de manutenção e serviços offshore. Possui ainda participação acionária no segmento de perfuração offshore, por meio da nova empresa de perfuração, Foresea. A Ocyan também avança em estudos e projetos relacionados a novos serviços e energias, tecnologias e Corporate Venture Capital. Mais informações: www.ocyan-sa.com.

Sobre a Innoscience 

A Innoscience é uma Consultoria de Inovação Corporativa que aporta conhecimento, método e experiências para apoiar empresas estabelecidas e startups em suas jornadas de inovação. Em 18 anos de atuação no setor, já atuou junto às maiores empresas do Brasil ativando projetos de inovação, marketing, RH, estratégia, pesquisa e desenvolvimento. 

2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.

Venha iluminar o caminho conosco e ser uma parte integral de um evento marcante e alinhe sua marca aos líderes e pioneiros do setor.

Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável.

Garanta a sua participação! Será um prazer receber você neste evento memorável.

📅 Data: 17 e 18 de junho de 2024
🎯 Conferência: 8h às 18h (Faça sua inscrição, nos links abaixo.)
🎯 Exposição: 12h às 20h (Acesso:  Livre para profissionais do setor.)
📍 Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro

🔗 Seja um Patrocinador: patrocinio@fpsosexpor.com.br
🔗 Seja um Expositor: expositor@fpsosexpor.com.br
🔗 Faça sua inscrição para a Conferência (Mercado Pago): https://mpago.la/1xrS9m6
🔗 Faça sua inscrição para a Conferência (SYMPLA): https://lnkd.in/dZJBbk4v

🌐 Acesse o site do evento: https://lnkd.in/dNN5fDz7

Petrobras fecha contratos que chegam a US$ 1,8 bilhão com a Sapura

A Sapura Energy garantiu contratos no valor de US$ 1,8 bilhão com a Petrobras para seis navios multifuncionais de apoio à colocação de tubos (PLSVs).

As entidades de joint venture da Sapura Energy, Seabras Sapura Holding e Seabras Sapura Participações, receberam os contratos como parte de um processo de licitação competitiva para a Petrobras.

O escopo do trabalho inclui a prestação de serviços de engenharia submarina, instalação e outros serviços utilizando os PLSVs em águas brasileiras.

As embarcações estão preparadas para realizar todas as operações necessárias à instalação de tubos flexíveis, umbilicais eletro-hidráulicos e cabos de energia, novos ou usados, como carga, descarga, assentamento, ligação entre vãos, ligação vertical (primeira e segunda extremidade) em submarino equipamentos, instalação de equipamentos submarinos e testes hidrostáticos, em lâmina d’água máxima de 3.000 metros.

Os contratos foram oferecidos às joint ventures Seagems Solutions, Sapura Diamante, Sapura Topazio, Sapura Jade, Sapura Onix e Sapura Rubi nas quais a Sapura Energy detém 50% de participação acionária por meio de sua subsidiária Sapura Offshore.

Os contratos têm duração de três anos, com início em diferentes datas de mobilização, sendo que o contrato de maior duração vai até 2028.

A empresa malaia observou que se espera que os contratos contribuam positivamente para os seus lucros no exercício financeiro encerrado em 31 de janeiro de 2025 e nos anos subsequentes.

Este lote de contratos surge pouco depois de a Sapura Energy ter anunciado que tinha sido nomeada para a prestação de serviços subaquáticos para o grupo de empresas Petronas e empreiteiros de arranjos petrolíferos.

Nomeadamente, no mês passado, a Sapura Subsea Services obteve um contrato para a prestação de serviços subaquáticos da Pan Malaysia para Sarawak Shell e Sabah Shell Petroleum Company , bem como para PTTEP Sabah Oil Limited para o Pacote B1 – Sabah (Deepwater) e PTTEP Sarawak Oil Limited para Pacote C1 – Sarawak.

2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.

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📅 Data: 17 e 18 de junho de 2024
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🎯 Exposição: 12h às 20h (Acesso:  Livre para profissionais do setor.)
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Honeywell e Weatherford se unem para oferecer soluções de controle de emissões para o setor de petróleo e gás

As empresas estão combinando tecnologias para ajudar as operadoras de petróleo e gás a monitorar, relatar e reduzir as emissões.

A Honeywell e a Weatherford uniram-se para oferecer uma solução completa de gestão de emissões para as indústrias de petróleo e gás. O acordo une o conjunto de gestão de emissões da Honeywell com a plataforma Cygnet SCADA da Weatherford, dando aos clientes uma ferramenta eficaz para acompanhar, reportar e tomar medidas para diminuir as emissões de gases de efeito estufa, hidrocarbonetos inflamáveis e outros gases potencialmente nocivos e tóxicos.

A solução integrada possibilita que os operadores sigam os dados quase em tempo real, além de detectarem e solucionarem possíveis problemas atendendo às exigências regulatórias. A parceria também fornece aos clientes acesso a capacidades avançadas de análise e relatórios, ajudando-os a tomar decisões baseadas em dados para aprimorar o seu desempenho e atingir os objetivos ambientais.

“A parceria da Honeywell com a Weatherford destaca a importância de capacitar as organizações com soluções que possam ajudar a quantificar e a reduzir as emissões do setor energético”, disse Pramesh Maheshwari, Presidente da Honeywell Process Solutions. “Ao integrar nossa solução de gerenciamento de emissões com a tecnologia de ciclo de vida de poço da Weatherford, nossos clientes agora podem definir metas com precisão e monitorar o progresso quase em tempo real em seu caminho para zero emissões líquidas.”

A colaboração faz parte de um esforço mais amplo da Honeywell para ajudar a indústria energética a reduzir a sua pegada ambiental. Além disso, também apoia ainda mais o alinhamento do portfólio da companhia com três megatendências foco, incluindo a transição energética.A solução integrada fornece aos clientes as ferramentas de que necessitam para monitorizar e gerir as suas emissões, ajudando-os assim a tomar medidas para reduzi-las, cumprir os seus objetivos ambientais e cumprir os requisitos regulamentares.

“Por meio dessa colaboração com a Honeywell, construímos uma aliança que preenche ainda mais a lacuna entre a excelência tecnológica e a gestão ambiental”, disse Girish Saligram, presidente e CEO da Weatherford. “Juntos, nossa oferta transformadora fornece ferramentas de ponta e dados acionáveis para ajudar os clientes a alcançarem suas metas de sustentabilidade com confiança e eficiência.”

Para obter mais informações sobre a solução completa de gerenciamento de emissões da Honeywell, visite https://www.honeywell.com/us/en/solutions/emission-reduction.

2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.

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Galcorr se associa ao Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)

Contribuir com o desenvolvimento da indústria de óleo e gás no Brasil é um dos focos da Galcorr, corretora de seguros e especialista em gestão de riscos. Por isso, a empresa, que tem mais de 30 anos de fundação, acaba de se associar ao Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP).

O IBP é uma entidade que representa o setor de petróleo e gás e atua no avanço e aprimoramento contínuo da indústria, participando ativamente em todas as instâncias de discussões sobre regulamentação, tributação e fiscalização.

Como corretora especialista em buscar soluções por meio do mercado segurador, a Galcorr acredita que, ao se associar ao IBP, poderá contribuir efetivamente para o desenvolvimento da indústria de óleo e gás no Brasil.

“O IBP tem grande representatividade política e relevância para o crescimento do setor de óleo e gás no país. Ser uma empresa associada ao Instituto vai nos permitir mostrar para a indústria a visão do mercado segurador sobre riscos e soluções, além de contribuir para expandirmos a nossa participação nesse o setor”, comenta Fernando Prado, CCO da Galcorr.

Uma das primeiras atividades da Galcorr como associada ao IBP será a participação de Fernando Prado como debatedor no evento “ESG Energia e Negócios”, promovido pelo Instituto. O CCO da Galcorr falará sobre gestão de riscos estratégicos no seguro dos ativos e operações de energia no Brasil.

O evento, que vai promover um debate abrangente sobre os aspectos ambientais, sociais e de governança relacionados à indústria de petróleo e gás no Brasil, será realizado no dia 28 de maio, no Hotel Fairmont Copacabana, no Rio de Janeiro.

2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.

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MODEC e JGC Corporation realizam projeto de quantificação de emissões de GEE

A MODEC e JGC Corporation, uma empresa operadora de EPC no exterior da JGC Holdings Corporation, concluíram um projeto que visa medir e quantificar as emissões de metano e outros gases de efeito estufa (GEE) de dois FPSOs no Brasil. Diz-se que isso marca uma novidade para as empresas japonesas.

Além das emissões de dióxido de carbono, o projeto da MODEC com a JGC também aborda o metano, o óxido nitroso e os HFC, que se diz terem um efeito de estufa muito elevado. A MODEC divulgou no seu ‘Plano de Negócios de Médio Prazo 2024-2026’ que uma das iniciativas no âmbito da ‘Visão 2034’ era alcançar a menor pegada de carbono juntamente com a segurança e o elevado tempo de atividade. Como primeiro passo na descarbonização do seu negócio principal de FPSO, a empresa está envolvida na medição e reporte das emissões de GEE do FPSO.

Por outro lado, a JGC Corporation está empenhada em mitigar as emissões de GEE das instalações de produção de petróleo e gás, em parte, aproveitando o conhecimento técnico de engenharia e a extensa experiência em construção de plantas para fornecer serviço de medição de emissões de GEE HiGHGuard para metano e outros GEE usando a metodologia MRV.

Além disso, a MODEC e a JGC Corporation decidiram combinar seus pontos fortes para implementar um projeto que visa identificar com precisão as emissões de metano, óxido nitroso e HFC dos FPSOs, permitindo à dupla alcançar um novo marco, já que este é considerado o primeiro e foi a primeira vez que as empresas japonesas obtiveram informações precisas sobre a quantidade das principais emissões de GEE provenientes de metano, óxido nitroso e hidrofluorocarbonetos (HFCs) de FPSOs ativos.

Dois métodos de medição no local empregados

A quantificação das emissões dos três GEE foi realizada de julho a setembro de 2023 em dois FPSOs afretados pela MODEC na costa do Rio de Janeiro. Como as emissões de metano tendem a variar amplamente de instalação para instalação e os cálculos de mesa com coeficientes comuns não são suficientemente precisos, a MODEC e a JGC selecionaram dois métodos de medição no local: uma abordagem ascendente usando sensores portáteis e câmeras infravermelhas, e uma abordagem de baixo para cima usando sensores portáteis e câmeras infravermelhas, e uma abordagem de cima para baixo usando drones.

Embora a abordagem ascendente meça aproximadamente 15.000 pontos potenciais de emissão de metano no FPSO, a última abordagem captura o potencial de metano das emissões de toda a planta provenientes de drones voadores em torno dos FPSOs. A dupla afirma que a metodologia atende aos requisitos dos níveis 4 e 5 da estrutura de relatórios estabelecida pela Oil & Gas Methane Partnership 2.0 (OGMP 2.0), um programa internacional de mitigação de emissões de metano.

Graças a isso, os resultados do projeto mostram a determinação dos níveis de emissões de metano e outros GEE com muito maior precisão do que os cálculos convencionais de desktop, permitindo o estabelecimento de uma metodologia confiável para medir as emissões de metano, combinando múltiplas tecnologias de medição e identificação de pontos individuais de emissão de metano em FPSOs, com resultados que conduzem a medidas específicas de prevenção de emissões.

Além disso, a MODEC e a JGC sublinham que a verificação dos resultados da medição confirma que a combinação das duas abordagens permite a quantificação das emissões de GEE com uma precisão muito maior do que os cálculos convencionais de computador utilizando factores de emissão comuns, pelo que os resultados são considerados altamente fiáveis ​​a partir de uma análise ponto de vista internacional. A MODEC pretende melhorar ainda mais a precisão dos cálculos das emissões de GEE e expandir o âmbito da divulgação de dados de emissões.

Como parte de seu negócio de fretamento, a empresa também criará valor para seus clientes, fornecendo serviços de quantificação de emissões que estejam em conformidade com estruturas como OGMP 2.0 e que exijam esforço mínimo em campo, bem como serviços adicionais, como planejamento e implementação de medidas de redução de emissões.

“A melhoria do design e operação do FPSO, alcançada através da aplicação de novas tecnologias descobertas e comprovadas através de I&D e outros métodos, também reduzirá a intensidade de carbono dos serviços FPSO da MODEC e contribuirá para a descarbonização da cadeia global de fornecimento de energia”, sublinhou a empresa.

A JGC Corporation, está determinada a intensificar a redução das emissões industriais de metano e outras emissões de GEE, planejando aplicar os resultados do projeto para fornecer métodos de medição confiáveis, medidas de controle de emissões e outros serviços como uma solução integrada.

A empresa opera uma instalação para avaliar tecnologias de medição de emissões de metano no centro de P&D na província de Ibaraki, no Japão, portanto, pretende aproveitar esta instalação e trabalhar com fabricantes de sensores nacionais e internacionais para promover parcerias.

As estimativas do IPCC mostram que o metano e o óxido nitroso têm potenciais de aquecimento global cerca de 28 e 273 vezes superiores aos do CO2 ao longo de 100 anos, respetivamente. Com isto na vanguarda, mais de 150 países estão a participar numa iniciativa para reduzir as emissões de metano, denominada Compromisso Global de Metano, lançada na COP26 em Novembro de 2021.

A MODEC está trabalhando em vários novos projetos de FPSO. No início deste ano, a empresa comemorou o primeiro marco na fabricação de aço na construção de seu novo FPSO Raia operado pela Equinor, no Brasil.

2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

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BW Energy acerta aquisição do FPSO Polvo

A BW Offshore, encerrou a venda de um  FPSO, graças à BW Energy ter cumprido sua parte no acordo. Este FPSO está destinado à redistribuição em um campo brasileiro.

Depois que a BW Energy decidiu prosseguir com o projeto de desenvolvimento do campo de Maromba, a empresa assinou um acordo em abril de 2022 para comprar o FPSO Polvo da BW Offshore por um preço de US$ 50 milhões com um plano para atualizar e reimplantar a unidade em campo.

A empresa pagou US$ 30 milhões na data de transferência do navio, com os US$ 20 milhões restantes fornecidos como crédito do vendedor pela operadora norueguesa de FPSO. Como a BW Offshore recebeu os US$ 20 milhões restantes mais juros, a empresa confirmou o fechamento da venda do FPSO.

O FPSO Polvo, originalmente construído para operação no campo de Polvo, completou 14 anos de produção antes de ser desmobilizado em 2021. Após a aquisição pela BW Energy, o navio passará atualmente por reformas na China, preparando-se para sua próxima redistribuição no campo Maromba.

Após a aquisição de participação da Petrobras e Chevron por um total de US$ 115 milhões, a BW Energy entrou no projeto Maromba em 2019, e o plano de desenvolvimento do campo é baseado em uma campanha inicial de perfuração de três poços com primeiro petróleo planejado em 2025 e um segunda campanha com mais três poços em 2027.

A produção total de petróleo do campo no pico está prevista entre 30-40.000 barris por dia. Com capacidade de armazenamento de 1,2 milhão de barris, o FPSO Polvo terá capacidade total de líquido de 85 mil barris por dia, capacidade de produção de petróleo de 65 mil barris por dia e capacidade de tratamento de água de 75 mil barris por dia.

A conclusão da venda do FPSO Polvo ocorre logo depois que a BW Offshore removeu outro FPSO de sua frota, que deverá ser reciclado na instalação de reciclagem de navios Baijnath Melaram, na Índia.

2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

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Enauta atinge 30 milhões de barris de petróleo produzidos no Campo de Atlanta

Em operação desde 2018, campo receberá novo FPSO que vai aumentar a produção.

A Enauta alcançou, no final do mês de abril, a marca de 30 milhões de barris de óleo equivalente (boe) produzidos no Campo de Atlanta, na Bacia de Santos. Desde o início das suas atividades, em maio de 2018, o campo opera por meio do Sistema de Produção Antecipada (SPA), com até três poços produtores conectados ao FPSO Petrojarl I.

“Estamos construindo um legado de geração de valor no Campo de Atlanta. Essa conquista é o reflexo do esforço e dedicação de nossa equipe ao longo desses anos. Celebramos esse marco e seguimos trabalhando para fazer da Enauta uma empresa ainda mais robusta”, comentou Carlos Mastrangelo, COO da Enauta.

Ao longo desses 6 anos, a produção no campo permitiu a geração de mais de 1 mil empregos diretos e indiretos, com mais de 6 milhões de homens-hora trabalhadas e 206 operações de offloading realizadas.

A produção da Companhia está estável em 2024 registrando média de 25,5 mil barris (boe) diários e um total de mais de 2 milhões e 300 mil barris produzidos no 1º trimestre do ano.

A Enauta é a primeira e única empresa independente do país a desenvolver um sistema de produção em águas profundas. Desde 2022, a companhia realiza investimentos para a implantação do Sistema Definitivo (SD) do Campo de Atlanta, o que permitirá um aumento da produção diária de maneira mais eficiente e segura.

O novo FPSO Atlanta, adaptado pela Yinson, tem previsão de chegada em águas brasileiras nos próximos dias e produção do primeiro óleo no mês de agosto. O navio plataforma possui capacidade para processar até 50 mil barris por dia e estocar 1,6 milhão de barris de petróleo. A unidade terá ainda um processo de gestão de carbono com o objetivo de reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

Sobre Enauta

A Enauta é uma das principais empresas de controle privado do setor de exploração e produção no Brasil. Com equilibrada atuação ao longo da costa do país, possui dois ativos produtores: o Campo de Atlanta, localizado nas águas profundas da Bacia de Santos, no qual detém a operação com 100% de participação, e o Campo de Manati, um dos principais fornecedores de gás da região Nordeste, no qual detém 45% de participação. Listada no Novo Mercado da B3 desde 2011, por meio do ticker ENAT3, a Enauta atua com foco na geração de valor para seus acionistas e sociedade em geral, incluindo seu forte compromisso com as questões ESG.

2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.

Venha iluminar o caminho conosco e ser uma parte integral de um evento marcante e alinhe sua marca aos líderes e pioneiros do setor.

Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável.

Garanta a sua participação! Será um prazer receber você neste evento memorável.

📅 Data: 17 e 18 de junho de 2024
🎯 Conferência: 8h às 18h (Faça sua inscrição, nos links abaixo.)
🎯 Exposição: 12h às 20h (Acesso:  Livre para profissionais do setor.)
📍 Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro

🔗 Seja um Patrocinador: patrocinio@fpsosexpor.com.br
🔗 Seja um Expositor: expositor@fpsosexpor.com.br
🔗 Faça sua inscrição para a Conferência (Mercado Pago): https://mpago.la/1xrS9m6
🔗 Faça sua inscrição para a Conferência (SYMPLA): https://lnkd.in/dZJBbk4v

🌐 Acesse o site do evento: https://lnkd.in/dNN5fDz7

Edição de Abril no ar!

Prezado (a) leitor (a),

A edição de abril, já está disponível.

Clique aqui e acesse a edição completa. Lembrando que não precisa de login/senha, acesso rápido e sem burocracia. (Compartilhem).

Baixe o PDF da edição: (Edição de Abril_Revista Oil & Gas Brasil)

  • MATÉRIA DE CAPA: Brasil ‘ganha’ green card para OTC 2024 por Júlia Vaz;
  • ENTREVISTA EXCLUSIVA: Pedro Filho – CEO, BR2W cresce com sustentabilidade por Julia Vaz;
  • ARTIGO: Descomissionamento avança lentamente por Mauro Destri;
  • SLB ganha três contratos com a Petrobras;
  • Petrobras lidera aumento de investimentos entre maiores companhias de óleo e gás do mundo;
  • Equinor conclui instalação de Manifold Gas Lift no pré-sal;
  • Petrobras aprova novas oportunidades para uso dos recursos do Fundo de Descarbonização;
  • Campo de Búzios bate a marca de 1 bilhão de barris de óleo produzidos desde que começou a operar;
  • Petronect é recertificada em BV ESG 360 pelo Bureau Veritas;
  • Com o vento nas velas, FPSO da Yinson Production vai cruzando oceanos durante viagem ao Brasil;
  • Petrobras e bp assinam memorando de intenções para negócios e pesquisa;
  • Siem Offshore prepara projeto plurianual para navio de resposta a derramamento de óleo construído em 2016;
  • Petrobras investe R$ 160 milhões em parada programada de manutenção na Recap;
  • Shell Startup Engine acelera 11 startups com foco em transição energética e diversidade;
  • Petrobras anuncia estudos para investimentos em descarbonização de refinaria no Ceará;
  • Yinson entrega FPSO Maria Quitéria de US$ 5,2 bilhões a Petrobras;
  • Petrobras é a primeira entre as grandes do setor a substituir mergulho por operações com robôs em profundidades maiores que 50 metros;
  • Enauta registra produção de mais de 2,3 milhões de barris de óleo equivalente no primeiro trimestre de 2024;
  • Petrobras reduz prazo de pagamento de fornecedores para 30 dias;
  • Maersk batiza como “Astrid Mærsk” seu segundo porta-contêineres de grande capacidade movido a metanol em Yokohama, Japão;
  • A Petrobras descobre petróleo em águas ultraprofundas da Bacia Potiguar;
  • EIG e Lake Capital Investimentos concluem aquisição da Ocyan por R$ 390 milhões;
  • Petrobras apresenta demanda de contratações e oportunidades para a indústria nacional;
  • MODEC obtém trabalho de FEED para FPSO Gato do Mato da Shell;
  • Petrobras realiza expedição científica na região da Margem Equatorial;
  • Derivadores lançados na Margem Equatorial confirmam estudos da Petrobras aprovados pelo Ibama.

Clique aqui e veja também, nossas edições anteriores.

Capa

SLB realiza estudo para desenvolvimento de robô de intervenção autônomo

ROBIN vai dispensar o uso de sondas, reduzindo custos e emissões de gases do efeito estufa.

A SLB foi selecionada pela Petrobras está desenvolvendo um equipamento autônomo, o ROBIN (Robô de Intervenção), uma tecnologia que vai reduzir substancialmente os custos e as emissões de gases do efeito estufa nos serviços de intervenção de poços.

De acordo com Fábio Pestana, gerente do Programa, o custo de um serviço de intervenção pode chegar a milhões de dólares, sendo que grande parte do valor está relacionada ao custo da sonda e dos equipamentos de apoio. A intervenção em si representa uma fração muito menor do valor total. Por isso, a ideia de criar um sistema automatizado, algo ainda inédito no mercado, trará um ganho significativo de eficiência.

Além da economia financeira, também haverá uma redução expressiva nas emissões de carbono, já que, no lugar da plataforma, será usada uma embarcação menor para levar o equipamento e depois retornar para buscá-lo.

“Estamos bastante otimistas com o projeto. Acreditamos que esta tecnologia vai revolucionar a indústria de intervenção de poços”, comentou.

Para o desenvolvimento do estudo, a SLB conta com uma equipe dedicada ao projeto no Brasil, além do suporte nos centros globais de tecnologia da companhia espalhados pelo mundo. “A automação e a eletrificação já são uma realidade na indústria de óleo e gás, sempre em busca da redução do impacto ambiental e das emissões. A SLB tem o compromisso com o Net Zero até 2050 e vem investindo fortemente nestas tecnologias, que tornam a operação mais eficiente, aumentando a produção e reduzindo os custos operacionais e ambientais”, afirmou.

Como o ROBIN vai funcionar

A ideia do ROBIN é ser um capsula autônoma, que vai abrigar o equipamento automatizado de intervenção. Os dados de operação serão enviados e recebidos pela cápsula, pelo umbilical da árvore de natal ou de forma wireless.

Hoje, sempre que há a necessidade de alguma manutenção dentro de um poço (corretiva ou preventiva, para melhorar a produção), deve-se acessar a árvore de natal que, no caso do pré-sal, pode estar a quilômetros de profundidade. Para isso deve-se mover uma sonda ou um navio de intervenção, além de diversos outros equipamentos e embarcações auxiliares para realizar a campanha de intervenção de poços. É uma atividade cara, complexa, que demanda muito tempo de operação e que mobiliza uma quantidade enorme de recursos.

Com o ROBIN, elimina-se a utilização da sonda, já que o equipamento será levado por uma embarcação de menor tamanho até o poço.

A tecnologia consiste em um casulo que, entre outras funções, será responsável pela garantia da integridade do poço. O casulo também irá abrigar um conjunto de ferramentas para a execução da intervenção em si.

Para a execução da intervenção, um sistema autônomo e inteligente será responsável por selecionar a ferramenta adequada dentro daquelas disponíveis e armazenadas no casulo e, então, executar sua inserção no poço de forma segura e controlada executando a missão programada.

Após a execução dos trabalhos todos os dados serão transmitidos para a plataforma de produção mais próxima e o conjunto completo recuperado pela embarcação dedicada.

Entre as vantagens do projeto, estão a redução na exposição das pessoas a riscos, redução da pegada de carbono, redução de custos operacionais e aceleração de respostas imediatas em casos eventuais.

“Trata-se de uma tecnologia muito específica, mas a SLB, como uma empresa pioneira e visionária, detém todos os recursos humanos e tecnológicos para o desenvolvimento deste projeto. É um trabalho desafiador, mas estamos certos de que vamos ter sucesso com o equipamento de intervenção automatizado”, concluiu Pestana.

Sobre a SLB

Há mais de 75 anos no Brasil, a SLB é uma empresa global de tecnologia que impulsiona a inovação energética para um planeta equilibrado. Com presença global em mais de 100 países e funcionários representando quase o dobro de nacionalidades, trabalha todos os dias para descarbonizar petróleo e gás e desenvolver novas tecnologias de energia escaláveis ​​para acelerar a transição energética.

2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.

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📅 Data: 17 e 18 de junho de 2024
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📍 Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro

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Perenco planeja revitalizar campos de petróleo no Brasil assim que adquirir dois ativos da Petrobras

Perenco planeja revitalizar campos de petróleo no Brasil assim que adquirir dois ativos da Petrobras.

A aquisição das concessões de Cherne e Bagre pela Perenco compreende os campos de Cherne e Bagre e duas plataformas fixas, localizadas a 30 km do Polo Pargo, em lâmina d’água de 120-140 m. Segundo a empresa, as plataformas PCH-1 e PCH-2 foram hibernadas pela Petrobras no início de 2020 e posteriormente programadas para descomissionamento.

Armel Simondin, CEO da Perenco, comentou: “Esta aquisição é um novo marco para o Grupo Perenco no Brasil. Desde a aquisição dos ativos da Pargo em 2019, a uma taxa de 2.800 bopd, aumentamos a produção para mais de 20.000 bopd e instalamos com sucesso o nosso próprio FSO. A Perenco tem orgulho de utilizar seu know-how para prolongar a vida útil desses campos maduros e aumentar nossa presença no Brasil.”

Espera-se que a aquisição seja concluída em 2025, permitindo à Perenco embarcar numa missão para implementar um plano de redesenvolvimento para revitalizar os ativos, reiniciar a produção a uma taxa alvo de 10.000-15.000 barris de petróleo por dia e desbloquear mais de 50 milhões de barris de petróleo por dia e desbloquear mais de 50 mmstb de reservas.

Além disso, um novo gasoduto de exportação será estabelecido directamente para Pargo para alavancar a nova infra-estrutura flutuante de armazenamento e descarga (FSO), melhorar a eficiência e continuar a estratégia da empresa de ganhar independência na bacia. A empresa está convencida de que este acordo exemplifica o seu apetite e capacidade de agregar valor ao enfrentar os desafios de campo maduros da indústria.

Atualmente, a Perenco detém 100% de participação no Cluster Pargo, que compreende os campos de Pargo, Carapeba e Vermelho localizados em águas rasas da Bacia de Campos, no litoral do Rio de Janeiro. Esta área de concessão é desenvolvida por oito plataformas fixas a cerca de 100 metros de profundidade.

Após a aquisição da Petrobras em outubro de 2019, o plano de desenvolvimento do Cluster Pargo foi formalmente aprovado pelas autoridades brasileiras em 2021, juntamente com a extensão dos direitos de concessão da Perenco até 2040.

A produção atual do cluster é de aproximadamente 20 mil barris por dia, acima dos 2.800 barris por dia quando a empresa assumiu as operações. Em dezembro de 2023, a empresa confirmou o primeiro óleo para seu FSO Pargo após todo o licenciamento operacional ter sido recebido das autoridades reguladoras brasileiras.

A Perenco também está trabalhando ativamente em seus outros ativos, incluindo os do Gabão, onde a empresa iniciou recentemente atividades de perfuração em um poço de avaliação, usando uma das plataformas autoelevatórias da Dixstone, com sede na Holanda.

A empresa também iniciou uma campanha de perfuração de desenvolvimento de cinco poços num campo ao largo da costa dos Camarões, na África Central, que viu a acção de perfuração pela última vez em 1984 devido às águas rasas desafiantes e às fortes correntes.

2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.

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