Companhia aplicou tecnologias de ponta que trazem mais segurança para as operações e reduzem a exposição dos trabalhadores a risco.
A Petrobras se tornou a primeira entre as majors do setor a substituir, em definitivo, o mergulho em altas profundidades por robôs submarinos. A mudança permitiu reduzir riscos às pessoas e aumentar a segurança, ao substituir o mergulho saturado, realizado por mergulhadores em profundidades maiores que 50 metros, por operações 100% diverless (sem mergulho), que utilizam apenas robôs submarinos.
Para se ter uma ideia, no passado a Petrobras já chegou a realizar, em média, 2 mil mergulhos saturados por ano. A solução 100% diverless é mais um caso de sucesso no uso de tecnologias para remover os trabalhadores de atividades complexas e de maior exposição ao risco. A nova solução tecnológica também aumentou a confiabilidade no acionamento das válvulas de segurança de plataformas, com a alteração do sistema de conexão para atuação com robôs e sem mergulho.
“Na Petrobras, buscamos as soluções e tecnologias mais modernas para tornar a operação cada vez mais segura. O uso de robôs, por exemplo, já vem sendo aplicado em situação de combate a incêndio, de manutenção em altura, entre outros. A partir deste compromisso, a empresa se tornou referência internacional em segurança das operações”, destaca o gerente executivo de Segurança, Meio Ambiente e Saúde da Petrobras, Flaubert Machado.
Adequação do Sistema Submarino de Mexilhão
A oportunidade de implementar o projeto 100% diverless surgiu durante as adequações nos circuitos de válvulas de segurança da plataforma de Mexilhão (PMXL-1), na Bacia de Santos, as chamadas ESDV (Emergency Shutdown Valve), ao longo de 2023. Originalmente a troca dos umbilicais e as adequações nas conexões do sistema de controle das seis ESDVs da plataforma seriam feitos por meio de mergulho saturado e, após análises, foi aplicada a solução com uso de robôs submarinos. Em dezembro do ano passado, foram finalizadas as intervenções mais críticas da campanha, cujos cenários operacionais eram inéditos para operações diverless. A plataforma de Mexilhão tem grande relevância na oferta de gás, por ser responsável pelo escoamento de quase 20% do gás produzido no Brasil.
“Esse foi um desafio superado graças à integração, perseverança e colaboração de pessoas da SUB, de Suprimentos, do CENPES, da UN-BS e da equipe especializada em segurança em mergulho na Petrobras, que formaram um grande time e fornecedores capacitados. O mergulho diverless é mais um avanço da Petrobras tanto na área tecnológica e de inovação, quanto ao respeito à vida, um valor importante em nosso Plano Estratégico”, destacou O Gerente Executivo de Sistemas Submarinos da Petrobras, Suen Marcet.
Somente na operação, foi gerada uma economia de US$ 10 milhões. Nos próximos quatro anos, a ampliação do uso dos robôs deve gerar uma economia de até US$ 400 milhões.
Atenção total às pessoas
A companhia continuará contando com mergulhadores para as atividades até 50 metros de profundidade e parte dos profissionais também está sendo migrado para atuação em frentes diverless e treinados para operação de robôs submarinos (isto vem ocorrendo, porém o mercado vem realizando este movimento a partir de interações com a Petrobras).
A Petrobras tem em seu Plano Estratégico o respeito à vida, às pessoas e ao meio ambiente como um dos seus valores. Por isso atua de forma constante para permanecer entre as principais referências de segurança do setor no mundo, perseguindo um índice de zero fatalidades nas suas operações, reforçando o seu compromisso com a vida de todas e todos os trabalhadores.
2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil
O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.
Venha iluminar o caminho conosco e ser uma parte integral de um evento marcante e alinhe sua marca aos líderes e pioneiros do setor.
Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável.
Garanta a sua participação! Será um prazer receber você neste evento memorável.
📅 Data: 17 e 18 de junho de 2024
🎯 Conferência: 9h às 18h (Faça sua inscrição, nos links abaixo.)
🎯 Exposição: 12h às 20h (Acesso: Livre para profissionais do setor.)
📍 Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro
Todos os segmentos serão beneficiados com a redução de prazo, que podia chegar a 90 dias.
A Petrobras vai reduzir o prazo de pagamento para 30 dias dos contratos a serem implementados a partir de 1º de maio. A decisão foi tomada na última sexta-feira (12/4) em reunião da Diretoria Executiva da companhia. Desde 2020, alguns segmentos de empresas passaram a receber o pagamento de seus contratos em até 90 dias. Agora, será retomado e padronizado o prazo de 30 dias. A mudança vai impactar contratos que atendem a operação e manutenção das unidades industriais (onshore e offshore) e também os que dão suporte às atividades administrativas.
“É uma decisão importante que tem como efeito imediato a dinamização da economia e a geração de empregos através da diminuição da exposição financeira dos nossos fornecedores, em especial os nacionais”, disse o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.
A mudança está alinhada ao Plano Estratégico 24-28 da Petrobras, com o fortalecimento da saúde financeira da sua cadeia de suprimentos, além de atender aos compromissos sociais junto à agenda ASG da companhia. A ideia é manter uma base de fornecedores saudável, que vai auxiliar a empresa a atingir os objetivos planejados para os próximos anos. “A medida vai certamente fortalecer os nossos fornecedores de bens e serviços e aumentar a atratividade e a competitividade dos nossos certames licitatórios”, disse o diretor de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras, Carlos Travassos.
A Diretoria Executiva também aprovou a continuidade do Mais Valor. O programa já antecipou mais de R$ 24,4 bilhões em faturas antecipadas. O Programa Mais Valor concede ao fornecedor da Petrobras a opção de antecipar o recebimento de suas faturas com as Instituições financeiras participantes. As operações são na modalidade de Risco Sacado onde é percebido o risco de crédito do comprador. O Fornecedor consegue antecipar o pagamento com taxas competitivas e também não há a incidência de IOF. As obrigações são pagas aos agentes financeiros pela Petrobras no valor e na data original.
“Estamos conduzindo um processo amplo de reestruturação das nossas relações com fornecedores porque não somente temos que modernizar licitações e contratos como temos que nos adaptar para os novos tempos de transição energética e transformação digital. Os editais e contratos, o relacionamento durante a sua vigência, as condicionantes e credenciais exigidas, garantias e certificações têm evoluído bastante no nosso setor, e precisamos acompanhar este processo para que não fiquemos defasados e ineficientes diante desse novo contexto global”, afirmou Prates.
As oportunidades de negócios da Petrobras mobilizaram cerca de 34 mil fornecedores ao longo de 2023.
2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil
O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.
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Geração de energia por biometano é um dos projetos para reduzir em 100% emissões diretas de gás carbônico na Lubnor.
A Petrobras iniciará estudos para realizar investimentos com o objetivo de descarbonizar a refinaria Lubrificantes e Derivados do Nordeste (Lubnor), em Fortaleza (CE). O Diretor de Processos Industriais e Produtos da Petrobras, William França da Silva, explicou que os estudos terão recursos do Programa Carbono Neutro, iniciativa de transição energética da companhia. O anúncio ocorreu durante a posse do novo gerente geral da unidade, o engenheiro Alfredo Alle Andrade David, na última terça-feira (9/4).
Previsto no Plano Estratégico 2024-2028+ da Petrobras e em implantação em várias unidades da empresa, esses projetos visam a acelerar a identificação e o desenvolvimento das melhores soluções para descarbonização da companhia. Na Lubnor, objetivo é neutralização total das emissões absolutas da refinaria. A Petrobras pretende substituir o gás natural utilizado atualmente pela Lubnor na geração de energia por biometano. Este combustível também será utilizado para produzir hidrogênio. O uso de biometano deve reduzir em 100% as emissões diretas de gás carbônico da refinaria (atualmente em 60 mil toneladas por ano).
A Lubnor também passará a produzir Biobunker, um combustível marítimo com conteúdo renovável, e CAP Pro, um asfalto com menor impacto ambiental na aplicação. Além disso, utilizará energia elétrica renovável em seus processos, o que deverá neutralizar em 100% suas emissões indiretas de gás carbônico.
Além dessas iniciativas já em implantação, a Petrobras estuda a inclusão de novos produtos para compor uma carteira mais sustentável: lubrificantes naftênicos produzidos com hidrogênio de baixo carbono, querosene de aviação com conteúdo renovável ou de baixo carbono, e combustíveis diesel tipo S10 RX — com baixo teor de enxofre e conteúdo renovável em sua composição.
Conforme explicou o gerente de Tecnologia de Refino e Gestão de Ativos da Petrobras, Rodrigo Abramof, as iniciativas em estudo passariam pela adequação e até mesmo ampliação da planta industrial da Lubnor. “Preparamos um conjunto de medidas, e elas passarão a integrar o Plano Diretor da refinaria”.
Se implementadas, essas iniciativas e as que já estão em andamento irão elevar de 60% para 80% o perfil de produtos da refinaria com características de fixação de carbono. A presença de conteúdo renovável, que hoje não integra os produtos da refinaria, poderá chegar a cerca de 10%.
O gerente executivo de Refino da Petrobras, Marcos José Jeber Jardim, defendeu o Carbono Neutro como uma “mudança de marco”. “É um rito de passagem, que cria um futuro que se desdobrará às novas gerações”.
O diretor William França destacou que o Plano Diretor Lubnor Carbono Neutro se une a outras iniciativas que, juntas, consolidam o compromisso da companhia com a sociedade. ‘Nossa ideia é ampliar e valorizar o refino”, disse. Ele ressaltou a importância da inovação em questões como a transição energética. “Não podemos prescindir do tripé Empresa, Estado e Universidade.”
Inaugurada em 24 de junho de 1966, a Lubnor tem capacidade de processamento de 10 mil barris por dia de petróleo e atende a cerca de 12% do mercado nacional de asfaltos.
A refinaria é a única produtora no país de óleos lubrificantes naftênicos e atua como polo logístico de combustíveis e gás liquefeito de petróleo (GLP, ou gás de cozinha) da Petrobras no Ceará. Em sua carteira, o produto predominante é o asfalto (48% do total), seguido de bunker e óleo combustível (34%), lubrificantes naftênicos (12%) e diesel marítimo (6%).
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Com a conclusão da instalação do Manifold Gas Lift no pré-sal, a Equinor está mais perto do primeiro petróleo do seu projeto Bacalhau. Este manifold cuja principal função é estabilizar a pressão dos fluidos não apenas durante a iniciação dos poços, mas durante as diferentes fases da vida do campo, deverá garantir a elevação dos fluidos à superfície com mais segurança e eficiência.
De acordo com a empresa, o coletor de gas lift é “um componente essencial” para a produção de petróleo e gás do campo. Com um peso de cerca de 170 toneladas, comprimento de 16 metros, largura de 9 metros e altura de 4 metros, a empresa explica que este equipamento corresponde ao tamanho de dois grandes camiões colocados lado a lado. A instalação foi feita com a embarcação de construção offshore Boka SubC .
Além disso, uma equipe multidisciplinar trabalhou para concluir com segurança a instalação do Manifold Gas Lift para chegada ao FPSO Bacalhau. A expectativa é que o projeto gere 3 mil empregos durante sua fase de desenvolvimento, agregando valor ao Brasil. Os módulos FPSO saíram do estaleiro tailandês da Aibel em 23 de janeiro de 2024, com destino a Cingapura, onde seriam instalados a bordo do FPSO. Este navio será entregue pela MODEC do Japão à Equinor, como um dos maiores FPSOs do mundo.
Com capacidade de produção de 220 mil barris por dia, o FPSO Bacalhau será implantado no campo de Bacalhau, situado em duas licenças, BM-S-8 e Norte de Carcará, na região do pré-sal da Bacia de Santos. A Equinor tomou a decisão final de investimento FID) para o projeto de US$ 8 bilhões em junho de 2021. O FPSO marca a primeira aplicação do casco M350 da MODEC, um casco recém-construído de próxima geração para FPSOs.
Além disso, o desenvolvimento de Bacalhau envolve 19 poços submarinos vinculados ao FPSO, com 364 metros de comprimento, 64 metros de largura e 33 metros de profundidade, com calado projetado de 22,65 metros e área de convés de 17.400 metros quadrados. Isso equivale a três campos de futebol padrão.
As reservas recuperáveis de Bacalhau, incluindo a área de Bacalhau Norte, são superiores a dois mil milhões de barris de óleo equivalente (boe). O primeiro óleo está previsto para 2025. A Equinor opera o campo em parceria com ExxonMobil, Petrogal Brasil e Pré-Sal Petróleo SA (PPSA).
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A indústria de FPSOs no Brasil está vivenciando um período de expansão notável, com a adição de oito novas unidades nos últimos meses, solidificando ainda mais a posição do Brasil como um líder global no setor de produção offshore.
Esta expansão reflete o compromisso do país em aumentar sua capacidade de produção de petróleo, bem como sua capacidade de atrair investimentos significativos no setor de energia.
Só a Petrobras pretende colocar em operação 14 novas plataformas de produção de petróleo e gás natural nos próximos 5 anos.
O pacote faz parte do Plano Estratégico 2024-2028 da estatal e que totaliza US$ 102 bilhões em investimentos gerais. A empresa afirmou ainda que “está sendo construída uma nova geração de plataformas, mais modernas, mais tecnológicas, mais eficientes e com menores emissões”.
Vamos dar uma olhada mais de perto nessas oito unidades, cinco das quais já estão operacionais e três que estão a caminho:
Unidades em operação:
P-71 (PETROBRAS)
(Foto: Divulgação)
A P-71 é um navio-plataforma do tipo FPSO (sistema flutuante que inclui produção, armazenamento e transferência) e é a última unidade da série de seis plataformas replicantes da Petrobras, construídas a partir de um projeto de engenharia direcionado à operação no pré-sal.
A plataforma tem capacidade para processar, diariamente, até 150 mil barris de petróleo e 6 milhões de m³ de gás, além de armazenar até 1,6 milhão de barris de óleo.
FPSO ANNA NERY (YINSON)
(Foto: Divulgação)
A unidade Anna Nery do tipo FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência, da sigla em inglês) em conjunto com a Anita Garibaldi, também FPSO, compõe o primeiro grande projeto de revitalização de campos maduros da Bacia de Campos.
A implantação desses dois novos sistemas de produção, adequados ao formato de explotação de campos maduros, proporciona a continuidade operacional dos campos de Marlim e Voador, ampliando a produção para a média de 150 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), com manutenção de empregos e serviços de apoio, além de abrir uma importante frente de aprendizados e conhecimentos para outros projetos de revitalização.
O FPSO Anna Nery está ancorado em profundidade de água de 927 metros e interligado a 32 poços, com pico de produção previsto para 2025. O projeto de revitalização de Marlim e Voador contribuirá para a recuperação da produção da Bacia de Campos, atualmente em cerca de 560 mil boed. A projeção para a produção da bacia é de 900 mil de boed em 2027.
O nome da plataforma é uma homenagem à enfermeira baiana Anna Justina Ferreira Nery, que viveu entre 1814 e 1880 e é considerada pioneira no serviço de enfermagem no Brasil. Anna Nery atuou como enfermeira no atendimento a soldados brasileiros que lutaram na Guerra do Paraguai.
FPSO ALMIRANTE BARROSO MV32 (MODEC)
(Foto: Divulgação)
O FPSO Almirante Barroso foi o 15º navio FPSO que a MODEC entregou para o setor brasileiro de petróleo e gás e o oitavo para a região do pré-sal. A empresa foi responsável por sua engenharia, aquisição, construção e mobilização, incluindo equipamentos de processamento de topsides, bem como sistemas marítimos e de casco. A SOFEC, empresa do grupo MODEC, projetou e forneceu o sistema de amarração espalhada do FPSO.
Ancorado a cerca de 180 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, em lâmina d’água de aproximadamente 1.900 metros, o FPSO é capaz de processar 150 mil barris de petróleo bruto por dia e 6 milhões de m3 de gás por dia. Esta é a quinta plataforma a entrar em operação no campo de Búzios, onde já estão em produção as unidades P-74, P-75, P-76 e P-77.
FPSO ANITA GARIBALDI MV33 (MODEC)
(Foto: Divulgação)
O navio-plataforma Anita Garibaldi foi construído pela MODEC e opera em conjunto com o FPSO Anna Nery – As unidades fazem parte do projeto de revitalização da Bacia de Campos. Juntas, as duas plataformas podem produzir até 150 mil barris de petróleo por dia (bpd) e processar até 11 milhões de metros cúbicos de gás. Juntas, essas unidades substituem nove plataformas que anteriormente operavam em Marlim e Voador e que serão desativadas. Com a diminuição do número de plataformas em operação nos dois campos, haverá a redução de mais de 50% das emissões dos gases de efeito estufa.
O plano de revitalização dos campos de Marlim e Voador, aliado a projetos de desenvolvimento suplementar e revitalização de outros campos, terá um papel crucial no incremento da produção na Bacia de Campos. A expectativa é elevar a produção dos atuais 565 mil barris de óleo equivalente por dia para 920 mil barris diários até o ano de 2027.
FPSO SEPETIBA (SBM OFFSHORE)
(Foto: Divulgação)
A Petrobras colocou em produção no dia 31 de dezembro de 2023 o navio-plataforma Sepetiba, no Campo de Mero, bloco de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos.
Esse é o terceiro sistema de produção de Mero, com capacidade para produzir até 180 mil barris de óleo e comprimir até 12 milhões de metros cúbicos de gás, tudo isso diariamente. A plataforma é do tipo FPSO, ou seja, é uma unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência, da sigla em inglês.
O FPSO Sepetiba faz parte de um sistema de produção que inclui a perfuração e a preparação do poço para a produção (completação) de oito poços produtores e oito poços injetores de água e gás que estão sendo interligados à unidade.
Mero produz diariamente cerca de 230 mil barris de óleo e 15 milhões de m3 de gás. Trata-se de um campo unitizado, operado pela Petrobras (38,6%), em parceria com a Shell Brasil (19,3%), TotalEnergies (19,3%), CNPC (9,65%), CNOOC (9,65%) e Pré-Sal Petróleo S.A (PPSA) (3,5%), como representante da União na área não contratada.
Unidades a Caminho:
FPSO ATLANTA (YINSON):
(Foto: Divulgação)
Este projeto reflete a diversificação e o fortalecimento da indústria offshore brasileira, com a ENAUTA aumentando sua presença.
O FPSO Atlanta foi adequado à produção do óleo do Campo de mesmo nome e conta com capacidade de processamento de até 50 mil barris de óleo e 140 mil barris de água por dia, e de estocagem de 1,6 milhão de barris de petróleo. O navio também terá um processo eficiente de gestão de carbono, o que reduzirá significativamente as emissões de gases que provocam o efeito estufa. O investimento total nesta fase 1 do Sistema Definitivo de Atlanta foi de US$ 1,1 bilhão.
A Enauta e a Yinson Production firmaram o acordo para construção do navio em 2022. Em julho do ano passado, a Yinson Production exerceu sua opção de compra do FPSO Atlanta. O exercício da opção deu início a vigência dos contratos de afretamento, operação e manutenção por 15 anos com possibilidade de extensão por cinco anos adicionais, totalizando um contrato de 20 anos com valor de US$ 2 bilhões.
FPSO MARECHAL DUQUE DE CAXIAS (MISC):
(Foto: Divulgação)
A entrada da MISC no mercado brasileiro com este FPSO destaca a atração global do Brasil como um centro de produção de petróleo offshore.
A unidade, afretada pela Petrobras junto à MISC, fará parte do 3º sistema de produção definitivo de Mero e aumentará a capacidade instalada de produção do campo para 590 mil barris diários de petróleo. Esse sistema de produção prevê a interligação de 15 poços à unidade, 8 produtores de óleo e 7 injetores de água e gás, por meio de uma infraestrutura submarina composta por 80 km de dutos rígidos de produção e injeção, 47 km dutos flexíveis de serviços e 44 Km de umbilicais de controle.
A plataforma, do tipo FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência, da sigla em inglês), será interligada ao equipamento HISEP, que fará a separação do óleo e do gás no fundo do oceano, de onde fará a reinjeção do gás rico em CO2, de forma pioneira. O HISEP, tecnologia patenteada pela Petrobras, tem o potencial de aumentar a produção e desafogar a planta de processamento de gás da superfície, ao mesmo tempo em que reduz a intensidade das emissões de gases de efeito estufa. O FPSO possui outras tecnologias para diminuição de emissões como, por exemplo, a CCUS (Carbon Capture, Utilization and Storage), onde o gás rico em CO2 é reinjetado no reservatório.
FPSO MARIA QUITÉRIA (YINSON):
(Foto: Divulgação)
O FPSO Maria Quitéria foi convertido a partir de um Very Large Crude Carrier de 309.000 ton. Tem capacidade para processar 100.000 barris por dia de petróleo e 5 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural, com capacidade de armazenamento de 1 milhão de barris.
O projeto de revitalização do Parque das Baleias visa conectar 17 poços ao novo FPSO, compreendendo nove produtores de petróleo e oito injetores de água, por meio de infraestrutura submarina composta por dutos flexíveis, umbilicais e árvores de natal submarinas.
Cada uma dessas unidades é um testemunho do ambiente dinâmico e das oportunidades crescentes dentro do setor de petróleo e gás no Brasil. Elas não apenas aumentam significativamente a capacidade produtiva do país, mas também trazem inovações tecnológicas e impulsionam o desenvolvimento econômico local. A presença dessas unidades amplia a expertise técnica disponível no Brasil, promove o desenvolvimento de novas soluções para desafios de produção em águas profundas e reafirma o papel do Brasil como um líder mundial em tecnologia FPSO e exploração offshore.
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📍 Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro
A Petrobras descobriu uma acumulação de petróleo em águas ultraprofundas da Bacia Potiguar, no poço exploratório Anhangá, da Concessão POT-M-762_R15. O poço 1-BRSA-1390-RNS (Anhangá) está situado próximo à fronteira entre os estados do Ceará e do Rio Grande do Norte, a cerca de 190 km de Fortaleza e 250 km de Natal, em profundidade d’água de 2.196 metros, na Margem Equatorial brasileira.
Esta é a segunda descoberta na Bacia Potiguar em 2024 e foi precedida pela comprovação da presença de hidrocarboneto no Poço Pitu Oeste, localizado na Concessão BM-POT-17, a cerca de 24 km de Anhangá. Tais descobertas ainda merecem avaliações complementares. A Petrobras é a operadora de ambas as concessões e detém 100% de participação.
As atividades exploratórias na Margem Equatorial representam mais um passo no compromisso da Petrobras em buscar a reposição de reservas e o desenvolvimento de novas fronteiras exploratórias que assegurem o atendimento à demanda global de energia durante a transição energética.
A nova campanha foi executada em linha com o histórico da Petrobras de excelência e segurança absoluta, sem qualquer incidente, reforçando o compromisso da companhia com o respeito às pessoas e ao meio ambiente.
“A companhia possui um histórico de quase 3 mil poços perfurados em ambiente de águas profundas e ultraprofundas, sem qualquer tipo de intercorrência ou impacto ao meio ambiente, o que, associado à capacidade técnica e experiência acumulada em quase 70 anos, habilitam a companhia a abrir novas fronteiras e lidar com total segurança suas operações na Margem Equatorial” afirma o presidente da Petrobras Jean Paul Prates.
Além das atividades na Margem Equatorial brasileira, a companhia adquiriu, em 2023, novos blocos na Bacia de Pelotas, no Sul do Brasil, e participações em três blocos exploratórios em São Tomé e Príncipe, país da costa oeste da África.
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Companhia acumula mais de duas décadas no fornecimento de soluções de manutenção de alta qualidade para o setor offshore de óleo e gás.
O EIG, fundo global americano líder nos setores de energia e infraestrutura, e a Lake Capital Investimentos, divisão de gestão de recursos da Lakeshore Partners, focada nos setores de energia e infraestrutura, anunciaram ao mercado, que concluíram a aquisição da Ocyan Partipações S.A. (“Ocyan” ou “Companhia”), fornecedora brasileira de soluções para a indústria offshore de óleo e gás, por uma quantia total de US$ 390 milhões, considerando US$ 283 milhões pela participação de 100% do capital pertencente a Novonor e valor restante para liquidação do saldo devedor de títulos sem direito a voto relacionados à Companhia.
Os recursos da transação referentes à participação acionária da Novonor serão pagos diretamente ao BNDESPAR, de acordo com o contrato fiduciário previamente celebrado pelas partes, a fim de liquidar uma parcela da dívida da Novonor.
Flavio Valle, Managing Director e Head do EIG no Brasil, afirmou: “Com a aquisição da Ocyan, incorporamos ao portfólio do EIG no país uma companhia consolidada no setor offshore e com grande capacidade de oferecer soluções para toda a cadeia de upstream. Concluímos a operação dentro da previsão do mercado e agora nos preparamos para absorver a Companhia, recohecida mundialmente pela excelência em desenvolver e operar FPSOs (Floating Production Storage and Offloading) e demais projetos que suportam o setor de óleo e gás. É um movimento estratégico do EIG no Brasil, que pretende conduzir a Ocyan a um patamar ainda maior de crescimento associado aos demais ativos do fundo em âmbito nacional e mundial”.
No Brasil desde 1998, o EIG já investiu mais de US$ 2 bilhões no país. Após a conclusão da transação, a Ocyan se beneficiará do profundo conhecimento técnico do EIG em FPSOs e de potenciais sinergias com a Prumo Logística, holding do portfólio do EIG que desenvolve o Porto do Açu, único empreendimento portuário totalmente privado do país e que possui uma série de sinergias com os negócios offshore da Ocyan.
Para Márcio Carneiro, sócio-fundador da Lake Capital Investimentos, a aquisição demonstra a confiança na indústria brasileira: “A indústria de Óleo e Gás é um importante pilar da economia brasileira e apresenta uma carência de investidores financeiros. A estratégia é auxiliar a indústria a suprir tal lacuna. Acompanhamos de perto a Ocyan há muitos anos e conhecemos sua excelência operacional. Nossa entrada representa um novo ciclo de crescimento para a Companhia. O objetivo é consolidar a Ocyan como o grande player nacional da indústria da prestação de serviços de petróleo offshore. A aquisição da Ocyan reforça o foco em garantir uma prestação de serviços superior, visando sempre atender as necessidades e o sucesso dos nossos clientes”.
Com mais de duas décadas atuando no fornecimento de soluções de manutenção de alta qualidade para o setor offshore de óleo e gás, a Ocyan foca ainda em projetos de descomissionamento e construção submarina. Única operadora brasileira da indústria de unidades flutuantes de produção, armazenamento e transferência – FPSOs, a Companhia opera atualmente quatro unidades offshore por meio de uma joint venture 50/50 com a Altera Infrastructure (investida da Brookfield), mantendo contratos de longo prazo com o Consórcio de Libra (formado por Petrobras, Shell, Total, CNOOC e CNPC), Karoon Energy e 3R Petroleum.
A Lakeshore Partners atuou como assessor financeiro exclusivo do EIG e da Lake Capital Investimentos.
Gestores
Sobre EIG – Investidor institucional líder nos setores de energia e infraestrutura do mundo inteiro, com US$ 22.9 bilhões sob gestão em 31 de dezembro de 2023. É especializado em investimentos privados em energia e infraestrutura relacionada à energia em uma base global. Durante seus 41 anos de história, destinou mais de 47,1 bilhões de dólares ao setor de energia através de mais de 405 projetos ou empresas em 42 países em seis continentes. Os clientes do EIG incluem muitos dos principais planos de pensão, companhias de seguros, endowments, fundações e fundos soberanos nos EUA, Ásia e Europa. O EIG está sediado em Washington, D.C., com escritórios em Houston, Londres, Sydney, Rio de Janeiro, Hong Kong e Seul. Para obter informações adicionais, visite o site do EIG em www܂eigpartners܂com.
Sobre a Lake Capital Investimentos – é a divisão de gestão de recursos da Lakeshore Partners. A Lakeshore Partners é uma consultoria financeira e estratégica independente focada em Energia e Infraestrutura. Fundada em 2011, seus sócios têm mais de 30 anos de experiência em finanças estruturadas e fusões e aquisições. Reconhecida pela sua excelência e extensa experiência no setor, a Lakeshore liderou as mais relevantes transações brasileiras na área recebendo 6 prêmios “Deal of The Year” pela Latin Finance. Para obter informações adicionais, visite o site da Lakeshore Partners em www܂lakeshorepartners܂com܂br e da Lake Capital Investimentos em www܂lakecapinvest܂com.
Contrapartes
Sobre a Novonor – Grupo global de origem brasileira. Tem como objetivo contribuir para a construção de um futuro sustentável, servindo a sociedade através da capacidade transformadora da sua engenharia e soluções inovadoras em setores-chave como petroquímico, imobiliário, petróleo e gás, industrial, naval, mobilidade e logística portuária. Ao longo de seus quase 80 anos de história, fez importantes contribuições para o desenvolvimento do Brasil e dos mais de 30 países onde atua. Sua reconhecida capacidade e qualidade de entrega e seu compromisso em trabalhar nos mais altos padrões técnicos, de produtividade, governança e eficiência norteiam suas operações.
Sobre o BNDES – Principal agente financiador do desenvolvimento no Brasil. Desde a sua fundação, em 1952, o BNDES tem desempenhado papel fundamental no estímulo à expansão da indústria e da infraestrutura no país. Ao longo da história do Banco, suas operações evoluíram de acordo com os desafios socioeconômicos brasileiros e hoje incluem apoio às exportações, inovação tecnológica, desenvolvimento socioambiental sustentável e modernização da administração pública.
2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil
O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.
Venha iluminar o caminho conosco e ser uma parte integral de um evento marcante e alinhe sua marca aos líderes e pioneiros do setor.
Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável.
Garanta a sua participação! Será um prazer receber você neste evento memorável.
📅 Data: 17 e 18 de junho de 2024
🎯 Conferência: 9h às 18h (Faça sua inscrição, nos links abaixo.)
🎯 Exposição: 12h às 20h (Acesso: Livre para profissionais do setor.)
📍 Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro
A Siem Offshore do Brasil, ganhou uma missão de quatro anos no país com uma empresa não revelada para um de seus navios de recuperação de derramamento de óleo (OSRV).
A adjudicação do novo contrato para o OSRV Siem Marataizes está prevista para começar no segundo trimestre de 2024. Esta embarcação foi projetada e equipada para combater e conter derramamentos de óleo offshore para reduzir os danos ambientais.
Com LOA de 56,8 m, largura de 14 m e calado de 4,8 m, o OSRV Siem Marataizes, construído em 2016, tem projeto Ulstein P801 e vem com DWT de 1.300 t.
O aumento nas taxas de fretamento permitiu à Siem Offshore garantir receitas operacionais de US$ 336 milhões para o ano fiscal de 2023, um aumento de US$ 274,3 milhões em 2022 e US$ 85,2 milhões para o 4T 2023, em comparação com US$ 64,3 milhões durante o mesmo período de 2022.
O proprietário norueguês do navio ganhou recentemente mais trabalhos para vários navios, incluindo uma extensão de contrato para o navio de apoio multiuso (MPSV) movido a diesel-elétrico, construído em 2009.
2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil
O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.
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📅 Data: 17 e 18 de junho de 2024
🎯 Conferência: 9h às 18h (Faça sua inscrição, nos links abaixo.)
🎯 Exposição: 12h às 20h (Acesso: Livre para profissionais do setor.)
📍 Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro
Em sua 3ª edição, programa promove encontro nesta quarta (10/4) com empresas e investidores no Demo Day, no Rio.
Após seis meses de capacitação e mentoria, as 11 startups do Shell StartUp Engine Brasil (SSE) – programa de aceleração de startups que trabalham na transição para um mundo mais sustentável e inclusivo – se reúnem no Demo Day, importante momento do SSE. O evento será realizado amanhã, quarta (10/4), em formato híbrido, sendo presencial a partir das 8h45, no Teatro do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, e ao vivo no YouTube a partir de 9h30. Com a participação de investidores, mentores e representantes de empresas e instituições, as startups selecionadas vão apresentar suas soluções inovadoras, projetadas para enfrentar os desafios contemporâneos e impulsionar o progresso em diferentes áreas. As inscrições para o evento devem ser feitas pelo site.
Durante o período de aceleração, as startups participaram de mais de 120 encontros, incluindo cerca de 20 workshops e sessões individuais com experts, e contaram com o apoio de 70 mentores brasileiros e internacionais. O programa é voltado para startups em estágio inicial a médio de maturidade, que buscam desenvolver suas capacidades e impulsionar o crescimento de seus negócios dentro das temáticas: Tecnologia Social, Descarbonização em Upstream, Soluções Energéticas, Agricultura e Floresta e Soluções Baseadas na Natureza. O SSE é executado pela Startupbootcamp, uma das maiores aceleradoras de startups do mundo.
O Brasil, que está em sua terceira edição, é o único país da América Latina a realizar o programa – que também roda no Reino Unido, França, Singapura e Emirados Árabes Unidos. Com foco em sustentabilidade, o SSE está alinhado à estratégia global da companhia, que estabelece publicamente o compromisso da Shell de ser uma empresa de emissões líquidas zero até 2050.
“Estamos profundamente entusiasmados em ver a criatividade que essas startups trazem para o Demo Day. Teremos representantes de quase todas as regiões do país, com startups do Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com soluções para as mais diversas áreas, como descarbonização, tecnologia, mobilidade, autismo, assédio. E a ideia é aumentar cada vez mais a diversidade, com diferentes perspectivas para realmente fazermos a diferença na sociedade”, comenta Maria Angert, gerente de Performance Social da Shell Brasil.
Shell StartUp Engine
O Shell StartUp Engine é um programa global de inovação para startups, lançado pela Shell em 2020. Até o momento, mais de 80 startups foram aceleradas em diversos países, incluindo Cingapura, Reino Unido, Emirados Árabes Unidos, França e Brasil. Com duração de seis meses, o SSE oferece um currículo estruturado, acesso a especialistas, redes de ecossistema de startups e culmina em um evento público de apresentação, o Demo Day. O programa de aceleração global é voltado para startups em estágio inicial a médio de maturidade, que tenham desejo de potencializar habilidades e conexões para o crescimento dos negócios.
2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil
O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.
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📅 Data: 17 e 18 de junho de 2024
🎯 Conferência: 9h às 18h (Faça sua inscrição, nos links abaixo.)
🎯 Exposição: 12h às 20h (Acesso: Livre para profissionais do setor.)
📍 Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro
O FPSO é destinado ao desenvolvimento do Parque das Baleias da Petrobras, na bacia de Campos.
A cerimônia de batismo ocorreu no estaleiro da Cosco em Xangai. O primeiro óleo do FPSO Maria Quitéria está previsto para setembro deste ano.
No entanto, de acordo com o plano de negócios da petrobras 2024-2028, o FPSO Maria Quitéria está previsto para entrar em operação em 2025.
O valor do contrato de afretamento foi de US$ 5,2 bilhões, com duração de 22,5 anos, a partir da data de aceitação final do FPSO.
O FPSO será rebocado em breve para o campo de Jubarte, no cluster do Parque das Baleias, em profundidades de 1400 metros.
O FPSO foi convertido a partir de um Very Large Crude Carrier de 309.000 ton. Tem capacidade para processar 100.000 barris por dia de petróleo e 5 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural, com capacidade de armazenamento de 1 milhão de barris.
O projeto de revitalização do Parque das Baleias visa conectar 17 poços ao novo FPSO, compreendendo nove produtores de petróleo e oito injetores de água, por meio de infraestrutura submarina composta por dutos flexíveis, umbilicais e árvores de natal submarinas.
2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil
O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.
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📅 Data: 17 e 18 de junho de 2024
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📍 Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro