Petrobras assina contrato de R$ 650 milhões com a OceanPact

A OceanPact, companhia líder em resposta a emergência offshore no País, assinou novos contratos com a Petrobras pelo período de quatro anos para o afretamento de três navios (OSRVs Oil Spill Response Vessel ) no valor total de R 650 milhões. Os contratos foram conquistados após processo de licitação aberto pela operadora.

As embarcações Fernando de Noronha, Jim O´Brien e Macaé ficarão a serviço da Petrobras em operações na costa brasileira para prontidão e atendimento a resposta a emergências em caso de incidentes ambientais.


O OSRV Jim O’Brien é um dos navios da OceanPact que vai estar de prontidão para atendimento a emergências (Foto: Ricardo Gomes)

“A indústria offshore está experimentando uma melhoria nas taxas diárias das embarcações, uma mudança diretamente impulsionada pelo aumento da demanda decorrente dos novos projetos de óleo e gás, especialmente pelas oportunidades geradas pela Petrobras. Essa demanda crescente por embarcações sublinha a expansão e as novas perspectivas que se abrem para empresas como a OceanPact. Definitivamente, é um bom momento para a OceanPact”, avalia o diretor Comercial da OceanPact, Érik Cunha.

Os OSRVs Fernando de Noronha, Jim O´Brien e Macaé são três dos oito navios do tipo OSRVs da OceanPact, que possui uma frota de 28 embarcações, composta também por RSVs (ROV Support Vessels), PSVs Platform Supply Vessels), RVs Research Vessels), MPSVs Multi Purpose Support Vessels AHTSs (Anchor Handling Tug Suplly Vessels e OTSVs Offshore Terminal Support Vessel). A OceanPact também detém o maior inventário de equipamentos de combate a emergências offshore da América Latina.

2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.

Venha iluminar o caminho conosco e ser uma parte integral de um evento marcante e alinhe sua marca aos líderes e pioneiros do setor.

Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável.

Garanta a sua participação! Será um prazer receber você neste evento memorável.

📅 Data: 17 e 18 de junho de 2024
🎯 Conferência: 9h às 18h (Faça sua inscrição, nos links abaixo.)
🎯 Exposição: 12h às 20h (Acesso:  Livre para profissionais do setor.)
📍 Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro

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Enauta registra produção de mais de 2,3 milhões de barris de óleo equivalente no primeiro trimestre de 2024

Média produzida diariamente foi de 25,5 mil boe, maior produção média diária desde 2020.

A Enauta registrou produção total de 745 mil barris de óleo equivalente (boe) em março de 2024 e de mais de 2,3 milhões boe no primeiro trimestre deste ano.

No trimestre, a produção média da companhia foi de 25,5 mil boe por dia, um aumento de aproximadamente 70% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, quando a média diária foi de 15,8 mil boe.

A produção de gás natural ficou em 4,2 mil boe por dia, de acordo com balanço operacional divulgado pela companhia [nesta quinta-feira][hoje].

De janeiro a março, a Enauta registrou a maior produção média diária desde o 2T20.

No mês passado, a companhia atualizou o potencial das reservas dos Campos de Atlanta e Manati, que passaram a somar 181,2 milhões boe (2P), em 2023 – 7% a mais que no ano anterior. Com isso, o valor presente líquido das reservas chegou a US$4,2 bilhões (2P), um aumento de 33% em relação a 2022.

De acordo com a empresa, o Campo de Atlanta adicionou 15,4 milhões de bbl de reservas (2P) já descontando a produção de 2023, advindos da região denominada “Atlanta NE”. No caso de Manati, as reservas foram ajustadas principalmente pela produção de gás acumulada em 2023.

Primeiro óleo do SD de Atlanta – Em março, o FPSO Atlanta iniciou navegação em direção ao Campo de Atlanta e com previsão de chegada para o início de maio, quando se iniciará o processo de ancoragem. Todos os equipamentos necessários para iniciar a campanha de instalação submarina foram recebidos, incluindo umbilicais e flexíveis. A concretização dessas entregas reassegura a realização do cronograma do 1º óleo do FPSO Atlanta até agosto deste ano.

2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.

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Maersk batiza como “Astrid Mærsk” seu segundo porta-contêineres de grande capacidade movido a metanol em Yokohama, Japão

Em cerimônia realizada nesta quinta-feira, 04, em Yokohama, no Japão, o segundo grande navio porta-contêineres movido a metanol do mundo foi batizado como “Astrid Mærsk”. A Sra. Liza Uchida, esposa do CEO da Nissan, Makoto Uchida, foi a madrinha e batizou o navio. O “Astrid Mærsk” é o segundo dos 18 grandes navios movidos a metanol encomendados pela Maersk, uma frota cuja entrega está programada para 2024 e 2025. Espera-se que estas novas embarcações contribuam significativamente para as metas net zero da Maersk e apoiem os clientes no alcance dos seus objetivos de descarbonização.

“Estamos realmente entusiasmados em dar as boas-vindas ao ‘Astrid Mærsk’ em nossa nova frota capaz de navegar com metanol verde. Com este navio, e os seus navios ‘irmãos’, a Maersk dá passos importantes na jornada rumo à transição energética do transporte marítimo. Ninguém pode fazer isso sozinho. Para permitir cadeias de abastecimento verdes e acelerar o movimento do transporte marítimo em direção ao net zero, é essencial uma ação conjunta e contínua por parte de clientes dedicados como a Nissan, parceiros da indústria e fornecedores. É importante ressaltar que, para manter a dinâmica, há necessidade de regulamentações globais da Organização Marítima Internacional (IMO), para superar a disparidade de preços entre os combustíveis fósseis e verdes, a fim de garantir condições de concorrência equitativas”, afirma Vicente Clerc, CEO da AP Moller – Maersk.

A cerimônia aconteceu no Terminal de Cruzeiros Daikoku Pier, na cidade de Yokohama, onde o público também pôde embarcar para uma visita ao navio.

“Yokohama ocupa um lugar especial na história da Maersk. Desde a primeira escala do navio, no Porto de Yokohama, há um século, temos colaborado com os nossos muitos parceiros e partes interessadas na cidade. A cerimônia de hoje simboliza a nossa relação duradoura com Yokohama e o Japão como um todo. Ao embarcarmos na nossa jornada ‘All the Way to Zero’, o apoio e a parceria da comunidade japonesa são inestimáveis. Continuaremos a dar prioridade aos nossos esforços para minimizar o impacto ambiental e climático das nossas atividades, promovendo ao mesmo tempo o crescimento econômico e a prosperidade na região”, complementa Toru Nishiyama, diretor geral da Maersk no Nordeste da Ásia.

A Maersk estabeleceu meta de ser net zero em toda a sua operação, a partir de base científica, até 2040. Para tanto, instituiu metas tangíveis e ambiciosas de curto prazo, para 2030, visando garantir progresso significativo no período. A empresa equipará a sua frota com 25 navios porta-contêineres com motores bicombustíveis, capazes de navegar com metanol verde. Entre esses, estão o navio alimentador “Laura Mærsk”, implantado no comércio intra Europa, em setembro de 2023, o “Ane Mærsk”, navio porta-contêineres de grande porte (16 mil TEUs), implantado no comércio Ásia-Europa, em janeiro de 2024, e agora o “Astrid Maersk”.

A abordagem de colaboração da Maersk com Yokohama é focada em desenvolver uma infraestrutura verde de abastecimento de metanol na cidade, solidificando ainda mais o compromisso da Maersk em reduzir as emissões e promover práticas ecológicas na indústria marítima.

2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

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MODEC: Mensagem do CEO Hirohiko Miyata

O Grupo MODEC fez a transição para uma nova equipe de liderança em 27 de março de 2024, com novos membros ingressando como diretores executivos. Continuaremos a trabalhar diligentemente para satisfazer a confiança e as expectativas dos nossos stakeholders e contribuir amplamente para a sociedade.

Iniciámos um novo Plano de Negócios a Médio Prazo para os próximos três anos até 2026. Sob a sua mensagem principal, ou seja, “Explorar um Futuro Sustentável com Inovação”, iremos concentrar-nos no fortalecimento da nossa rentabilidade e no estabelecimento de bases estratégicas para a entrada em novos negócios. Especificamente, iremos desafiar-nos a descarbonizar e aumentar o valor dos FPSOs, investir em investigação e desenvolvimento para explorar novos domínios de negócio e desenvolver recursos humanos para expandir o capital humano que apoia estes esforços, visando um novo crescimento.

Na nossa estratégia de longo prazo “Visão 2034”, que vai além do novo Plano de Negócios de Médio Prazo, definimos o nosso estado futuro em 10 anos como “Um ator líder global que conecta o oceano e a humanidade”. Iremos evoluir ainda mais, aproveitando os conhecimentos técnicos e as experiências cultivadas nos negócios offshore e teremos como objetivo enfrentar os principais desafios sociais do fornecimento estável de energia e da transição energética, promovendo a gestão da sustentabilidade.

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MODEC obtém trabalho de FEED para FPSO Gato do Mato da Shell

A MODEC garantiu o contrato Front-End Engineering and Design (FEED) para um sistema flutuante de armazenamento e transferência de produção (FPSO) para o desenvolvimento de Gato do Mato da Shell.

O FPSO Gato do Mato ficará atracado em lâmina d’água de aproximadamente 2.000 metros, a cerca de 250 quilômetros da costa.

A MODEC será responsável pelo projeto do casco e de todas as instalações relacionadas na parte superior do FPSO, que está projetado para ser atracado por um sistema SOFEC Spread Mooring. O petróleo estabilizado produzido será armazenado nos tanques FPSO e o petróleo será descarregado em navios-tanque para ir ao mercado.

A MODEC já entregou 16 FPSOs no Brasil e tem mais dois em construção atualmente. O FPSO Gato do Mato seria a segunda unidade entregue diretamente à Shell pela MODEC para operação no Brasil.

“A MODEC tem orgulho de estar trabalhando em seu décimo nono (19º) FPSO para o Brasil e no nosso segundo para a Shell no Brasil. Este marco indica o forte relacionamento entre as duas empresas que já dura mais de 20 anos. Estamos entusiasmados com a realização deste estudo FEED para a Shell”, disse Hirohiko Miyata, presidente e CEO da MODEC.

Gato do Mato é uma descoberta de petróleo e gás do pré-sal em águas profundas localizada na Bacia de Santos. A Shell ainda está avaliando a solução de desenvolvimento para o projeto e a decisão final de investimento (FID) para o projeto está prevista para 2025.

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Petrobras apresenta demanda de contratações e oportunidades para a indústria nacional

Companhia prepara contratações de barcos de apoio marítimo e apresenta ao mercado novas oportunidades para atendimento às suas atividades de exploração e produção.

A Petrobras autorizou processos de contratação de embarcações de apoio para a logística de exploração e produção, com objetivo de atender a demanda de curto prazo para os anos de 2025 e 2026. Também aprovou a contratação de novos barcos de apoio para as demandas de longo prazo, cujas especificações técnicas terão foco em novas soluções tecnológicas de eficiência e redução de emissões de gases do efeito estufa (GEE). Essas oportunidades marcam o início de uma série de contratações para atender ao Plano Estratégico da companhia.

A companhia estima que contratará cerca de 200 embarcações de apoio no período 2024-2028, tanto para a substituição de contratos vigentes, quanto para o incremento da frota. Deste total, estima-se que haverá oportunidades de construção de até 38 novas embarcações, para atendimento de novas demandas e parte para renovar a frota com unidades mais modernas e mais sustentáveis.

Os processos de contratação serão divulgados nos próximos dias. Na primeira licitação que visa à construção de novos barcos, a previsão é contratar 12 embarcações de apoio do tipo PSV (Plataform Supply Vessel, Embarcação de Suprimento às Plataformas).

Também está prevista a contratação de navios de cabotagem, FPSOs, embarcações para execução de atividades submarinas e de poços, além da atividade de descomissionamento de plataformas.

“Estamos em contato permanente com o mercado fornecedor e estudando as melhores estratégias de contratação que permitam suprir a demanda da Petrobras, mantendo a competitividade dos processos. Estamos também comprometidos com o desenvolvimento do nosso mercado fornecedor local, promovendo iniciativas que possam criar oportunidades para a indústria nacional”, declarou Jean Paul Prates, presidente da Petrobras.

Os projetos que serão implementados pela Petrobras aquecerão a demanda da indústria offshore nacional. De acordo com o Plano Estratégico 2024-2028+ da companhia, o investimento em todas as suas atividades, de US$ 102 bilhões, vai gerar 280 mil empregos diretos e indiretos por ano.

Mais oportunidades 

Está prevista, até 2028, 14 novos navios-plataformas, em diferentes etapas de construção, com oportunidades para a indústria offshore brasileira. Atualmente, a companhia conduz, considerando o cenário 2028+, seis processos de contratação de navios-plataforma do tipo FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência, da sigla em inglês). Quatro são relacionados a afretamento (aluguel) de plataformas e dois são para unidades próprias da Petrobras, com demandas para construção de módulos no Brasil, atividade alinhada com a vocação da indústria offshore nacional.

A Petrobras contará com uma frota de, aproximadamente, 25 navios-sonda em 2024, usados em atividades de pesquisa de petróleo. Até 2028, a companhia prevê que a sua frota chegue a 30 sondas.

Nas atividades submarinas, as novas contratações de embarcações para o período 2024-2027 já estão em fase avançada de negociação nos processos de contratação vigentes, além da avaliação de oportunidades de longo prazo para esse segmento.

Na atividade de cabotagem, ou seja, o transporte de carga feito por navios nos limites da costa brasileira, para a recomposição de frota, existem estudos para aquisição de novos navios além dos tradicionais processos competitivos de afretamento. A frota atual da Petrobras é de 26 navios, e estão sendo estudados mais dezesseis entre diversos tipos, com potencial para serem construídos no horizonte do plano 2024-2028.

Os navios-plataforma de produção encerram o seu ciclo produtivo por meio de uma atividade chamada descomissionamento, da qual faz parte a reciclagem sustentável de seus materiais. Essa atividade também gera demanda para a indústria nacional. Até 2028, a Petrobras prevê descomissionar 23 plataformas, sendo 9 fixas e 14 flutuantes.

A variedade de demandas da Petrobras abre muitas oportunidades para a indústria offshore brasileira. Neste sentido, a companhia vem apresentando sua carteira de projetos, desde o ano passado, em diversos fórum de fornecedores, para que o mercado se prepare para as encomendas futuras.

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Derivadores lançados na Margem Equatorial confirmam estudos da Petrobras aprovados pelo Ibama

Resultados mostraram que correntes marítimas seguiram direção em sentido contrário à costa brasileira.

A comunidade científica já lançou na Margem Equatorial mais de 428 derivadores (equipamentos que medem o comportamento das correntes marítimas), sendo 84 equipamentos na bacia da Foz do Amazonas. Todos confirmam os estudos e modelagens realizados pela Petrobras e aprovados pelo IBAMA no licenciamento ambiental do bloco FZA-M59. Os estudos demonstraram que as correntes marítimas seguiram direção em sentido contrário a costa brasileira.

Recentemente, foi iniciado o projeto de Caracterização Ecológica de Sistemas Recifais da Bacia da Foz do Amazonas, que irá gerar novas informações. Nesse sentido, estão sendo realizadas pesquisas por meio de expedições científicas a bordo do navio Vital de Oliveira, no âmbito de uma cooperação existente entre Petrobras, Marinha do Brasil, Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI) e Serviço Geológico do Brasil (SGB). Em junho de 2023, foi feito um cruzeiro oceanográfico no Amapá com o objetivo de identificar a ocorrência de ambientes recifais, que abrangeu o mapeamento detalhado do leito marinho e a coleta de amostras para estudar a composição biológica e geológica do fundo. Os resultados preliminares estão sendo publicados em revista especializada para divulgação à comunidade científica.

Uma segunda expedição será realizada no segundo trimestre de 2024, dando continuidade e aprofundando a investigação científica. As expedições ampliam a colaboração com grupos de pesquisa do país – em especial dos estados da região da Margem Equatorial, e contam com a participação de 29 pesquisadores, provenientes de nove instituições, além do Serviço Geológico do Brasil (SGB) e Marinha do Brasil. São mais de R$ 350 milhões sendo investidos desde 2021 a 2028 em projetos de pesquisa, projetos socioambientais e de monitoramentos associados ao licenciamento e projetos de responsabilidade social no estados da Margem Equatorial.

Blocos distantes da costa

A Petrobras não pretende perfurar em região costeira ou próxima a áreas sensíveis. Na Margem Equatorial, os blocos encontram-se distantes da costa, em águas profundas e ultraprofundas. No caso do Bloco FZA-M59, a perfuração de poço exploratório deve ocorrer a uma distância de 160 km da costa e a mais de 500 Km a noroeste da foz do rio Amazonas. A Petrobras ratifica seu compromisso com a ciência e com o país.

Vale destacar ainda que a Petrobras é uma empresa brasileira de mais de 70 anos de atuação. Na década de 50, a empresa iniciou as primeiras perfurações de poços nas bacias sedimentares terrestres do Amazonas e Solimões. Na década de 70, as primeiras perfurações em águas rasas na Bacia da Foz do Amazonas. Nessa localidade, foram mais de 70 poços perfurados pela Petrobras. Além disso, perfuramos poços e produzimos petróleo e gás no Polo Urucu, na Floresta Amazônica, desde 1988. Todas essas operações foram e são realizadas com total segurança e responsabilidade, de forma sustentável e sem danos ao meio ambiente.

Desde sempre, a empresa atua promovendo o desenvolvimento científico na região em parcerias com instituições científicas. Ainda na fase de planejamento das atividades em Urucu, a Petrobras, em parceria com diversas instituições, elaborou diretrizes para atuação sustentável na Amazônia com renomados pesquisadores. Tais diretrizes foram implementadas e até hoje são seguidas pela empresa. Uma diversidade de mais de 1.500 espécies de flora e fauna foram catalogadas, fomentando o conhecimento científico sobre a biodiversidade na Amazônia.

No passado, dois projetos de pesquisa e levantamento de dados de campo fomentados pela Petrobras na região Amazônica. O projeto Piatam, desenvolvido entre 2000 a 2009, e o projeto Síntese do Conhecimento Ambiental – Áreas Estratégicas da Amazônia, entre 2012 e 2016. Os projetos contaram com a participação de mais de 10 instituições de pesquisa da região (COPPE, UFRJ, UFPA, UFMA, UEMA, Museu Paraense Emílio Goeldi, UFRA, CENSIPAM, IEPA, IEC, dentre outros), 275 pesquisadores, mais de 55 artigos publicados, 27 teses de mestrado, 7 teses de doutorado, 15 laboratórios equipados, 3 centros de pesquisa reformados e tiveram como objetivo levantar dados de campo socioambientais integrados da floresta, dos complexos fluviais amazônicos e das regiões costeiras, marítimas e oceânicas dos estados do Amazonas, Amapá, Pará e Maranhão, englobando 4 bacias sedimentares marinhas da margem equatorial.

Dados como fauna, flora, oceanografia física, química e geológica, ecologia e oceanografia biológica, mapeamento de áreas sensíveis, ecologia costeira e dados sobre socioeconomia e doenças tropicais, dentre outros, foram levantados nesse trabalho. Importante destacar que no âmbito do projeto Piatam foram desenvolvidos os primeiros modelos computacionais para simulação da dispersão de fluidos nos complexos fluviais amazônicos e nos mares e oceanos da margem equatorial.

Depois desses megaprojetos fomentados pela Petrobras, a indústria realizou o Estudo Ambiental de Caráter Regional, através das empresas BP, Total, Queiroz Galvão e, mais recentemente, a ENAUTA realizou o projeto Costa Norte, ambos coletando vastos dados de campo na região.

Fontes fósseis coexistirão com renováveis numa economia de baixo carbono 

Há mais de 200 anos, desde o período pré-revolução industrial, o que se observa é o processo de diversificação da matriz energética para atendimento de uma demanda mundial crescente por energia. O desafio é suprir a demanda e ampliar o acesso, reduzindo as desigualdades socioeconômicas, a pobreza energética e garantindo a segurança energética. O gráfico abaixo ilustra o histórico do consumo global de energia.

Com o crescimento da população mundial, o crescimento industrial, o desenvolvimento tecnológico, a quarta revolução industrial em curso (onde sistemas que combinam máquinas com processos digitais, são capazes de tomar decisões descentralizadas e de cooperar – entre eles e com humanos – mediante a internet das coisas) e a melhora no padrão de vida da população, espera-se que a demanda energética continue crescendo de forma significativa.

Portanto, todas as fontes de energia serão estratégicas para o suprimento da demanda mundial. O que mudará é a participação relativa das fontes na matriz, onde veremos uma participação mais expressiva das fontes renováveis.

Por isso, o conceito que a Petrobras busca é o da diversificação energética, garantindo a oferta do petróleo, mas buscando investir também em novas energias.

Novas reservas no contexto da diversificação energética

As novas reservas de óleo e gás são estratégicas para o país e essenciais para a garantia da segurança e soberania energética nacional, num cenário de diversificação energética.

A capacidade exploratória remanescente do pré-sal já está em declínio. Caso o Brasil mantenha a sua demanda de petróleo nos patamares atuais e não sejam incorporadas novas reservas, o país corre o risco de se tornar um importador de petróleo já no final da década de 2030, podendo precisar importar mais da metade da sua demanda de petróleo na década seguinte. Isso levaria a uma fragilização do país no âmbito energético, acarretando a dependência de suprimento externo de petróleo e levando, consequentemente, à perda da sua segurança e soberania energética.

2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

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Petrobras realiza expedição científica na região da Margem Equatorial

Objetivo é produzir e aprofundar conhecimentos sobre a porção marítima da região, considerada a nova fronteira de petróleo e gás.

Pesquisadores da Petrobras, do Serviço Geológico do Brasil (SGB) e de 10 universidades de estados que compõem a região geográfica da Margem Equatorial além de duas instituições de pesquisa do Sudeste, embarcaram, em 30 de março, para uma expedição científica, no Navio de Pesquisa Hidroceanográfico (NPqHo) “Vital de Oliveira”, operado pela Marinha do Brasil. Por trinta dias, estarão a bordo da embarcação cientistas com diferentes linhas de pesquisa, principalmente focados em aprofundar estudos sobre a geologia marinha da região. A Margem Equatorial se estende do Rio Grande do Norte ao Amapá e é considerada a nova e mais promissora fronteira exploratória em água profundas.

“É a segunda expedição que realizamos na área. Agora vamos intensificar os estudos e atualizar dados. Futuramente aplicaremos tecnologias que foram usadas na Bacia de Santos, como inteligência artificial, drones e sensoriamento remoto para produzir conhecimento desse ambiente e compartilharmos essa oportunidade com a academia e demais instituições, especialmente com os grupos locais de pesquisa”, afirma o presidente da empresa, Jean Paul Prates.


O Navio “Vital de Oliveira” é uma moderna plataforma de pesquisa marítima, construída para identificar e registrar, detalhadamente, os recursos naturais existentes em águas brasileiras
(Por: Henrique Kardozo)

A expedição deste ano foi ampliada: de oito para 28 cientistas e de duas para 12 universidades.

A Petrobras procura, continuamente, estabelecer parcerias com instituições de pesquisa, visando a geração e ampliação de conhecimento sobre as regiões onde atua. Grande parte do conhecimento que temos hoje sobre os ecossistemas marinhos das bacias de Campos e de Santos foram viabilizados pela Petrobras. Queremos fazer o mesmo na Margem Equatorial, gerando informações científicas relevantes para nossos projetos e para pesquisas acadêmicas, contribuindo assim para a Ciência nacional”, explica Carlos Travassos, diretor de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras.

A partir dos resultados dessa expedição, a comunidade científica poderá ter mais informações e monitorar os componentes ambientais relevantes da Margem Equatorial, como habitats e grupos biológicos sensíveis, etapa fundamental para futuros programas ambientais que levem a Petrobras gerar ganhos de biodiversidade nas regiões de atuação.

Os estudos serão realizados com coleta de material entre 130 e 800 metros de profundidade, a cerca de 150 quilômetros da costa, na porção marítima do Amapá. “Esta é uma das vantagens da pesquisa associada, uma vez que poucas instituições detém os meios apropriados para realizar expedições como esta”, destaca Travassos.

Laboratório de pesquisas

O Navio “Vital de Oliveira” é uma moderna plataforma de pesquisa marítima, construída para identificar e registrar, detalhadamente, os recursos naturais existentes em águas brasileiras. Capaz de mapear dados da atmosfera, oceano, solo e subsolo marinhos, atende as principais demandas da comunidade científica nacional nas diversas áreas das ciências do mar, como oceanografia, biologia marinha, geologia e meteorologia.


O Navio “Vital de Oliveira” é uma moderna plataforma de pesquisa marítima, construída para identificar e registrar, detalhadamente, os recursos naturais existentes em águas brasileiras
(Por: Henrique Kardozo)

Já realizou 85 viagens ao longo de toda a costa brasileira e embarques de pesquisadores de 44 instituições científicas e acadêmicas. O navio é um complexo laboratório embarcado e uma das plataformas de aquisição de dados hidroceanográficos mais completas do mundo. Abriga uma tripulação de 90 militares e pode receber até 40 pesquisadores.

A embarcação é subordinada ao Grupamento de Navios Hidroceanográficos, da Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) da Marinha do Brasil. O navio homenageia o patrono da Hidrografia Brasileira, o Capitão de Fragata Manoel Antônio Vital de Oliveira.

2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.

Venha iluminar o caminho conosco e ser uma parte integral de um evento marcante e alinhe sua marca aos líderes e pioneiros do setor.

Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável.

Garanta a sua participação! Será um prazer receber você neste evento memorável.

📅 Data: 17 e 18 de junho de 2024
🎯 Conferência: 9h às 18h (Faça sua inscrição, nos links abaixo.)
🎯 Exposição: 12h às 20h (Acesso:  Livre para profissionais do setor.)
📍 Local: EXPO MAG, Rio de Janeiro

🔗 Seja um Patrocinador: patrocinio@fpsosexpor.com.br
🔗 Seja um Expositor: expositor@fpsosexpor.com.br
🔗 Faça sua inscrição para a Conferência (Mercado Pago): https://mpago.la/1xrS9m6
🔗 Faça sua inscrição para a Conferência (SYMPLA): https://lnkd.in/dZJBbk4v

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Mais de 105 mil pessoas fizeram as provas do concurso de nível técnico da Petrobras no último domingo

A taxa de comparecimento foi de mais de 65%, em relação aos 161 mil inscritos no certame.

No último domingo, mais de 105 mil pessoas deram mais um passo em direção ao sonho de ser empregada ou empregado da Petrobras. Esse foi o número de candidatos que realizaram os exames do concurso de nível técnico da companhia, que foram aplicados em 41 municípios brasileiros. A taxa de comparecimento foi de mais de 65%, em relação aos 161 mil inscritos no certame, 5 pontos percentuais acima do último concurso de Nível Técnico realizado em 2023.

O cargo de Suprimento de Bens e Serviços – Administração (Sudeste) foi o que mais recebeu candidaturas, com 29.854 registros. Em segundo lugar, a ênfase de Técnico de Operação (Sudeste) teve 15.531 inscritos. Já avaliando a relação de candidato por vaga, o cargo de Enfermagem do Trabalho, na região Sudeste, esteve no topo do ranking de vagas mais concorridas, com 1.146 candidatos na disputa por uma vaga, seguido da ênfase de Técnico de Projetos, Construção e Montagem – Edificações (Ipojuca), com 1.045 inscritos por vaga.

Os candidatos tiveram quatro horas para responder às 100 questões, sendo 40 de conhecimentos básicos (Língua Portuguesa e Matemática) e 60 de conhecimentos específicos. A aplicação das provas ocorreu sem nenhuma intercorrência. A divulgação do resultado do processo seletivo está prevista para o dia 7 de junho.

Anunciado como um processo seletivo que promove a diversidade e inclusão, grupos historicamente sub representados tiveram destaque entre os inscritos: 31% eram mulheres e 20% solicitaram concorrer as vagas reservadas às pessoas negras, o equivalente a um aumento de 49% de interessados de cada um desses grupos em relação ao concurso de 2023. Já o número de inscrições de pessoas com deficiência subiu 244% comparado ao concurso do ano passado, chegando a 3.214 candidatos.

Sobre o Concurso

Com 916 vagas para nível técnico, além da formação de cadastro de reserva, este é o primeiro concurso da Petrobras com reserva de 20% de vagas para pessoas com deficiência, bem acima do percentual mínimo exigido por lei, que é de 5%. Nos últimos concursos, a companhia já vinha aplicando percentuais de reserva de vagas para PCD acima do mínimo exigido pela legislação. Além das vagas para PCD, o processo seletivo também reserva 20% das vagas para negros, conforme estabelece a lei.
As vagas são para profissionais de nível técnico nas ênfases: Enfermagem do Trabalho; Inspeção de Equipamentos e Instalações; Logística de Transportes (Controle); Manutenção (Caldeiraria, Elétrica, Instrumentação, Mecânica); Operação; Operação de Lastro; Projetos, Construção e Montagem (Edificações, Elétrica, Instrumentação, Mecânica); Química de Petróleo; Segurança do Trabalho; Suprimento de Bens e Serviços (Administração). A remuneração mínima inicial é de R$ 5.878,82.

O processo terá validade de 18 meses, podendo ser prorrogado por igual período uma vez, a critério da Petrobras.

Benefícios Petrobras

Para quem passa num concurso da Petrobras, a empresa possui um plano de carreira atrativo, com possibilidade da empregada ou empregado crescer na sua própria ênfase de nível técnico e também de atingir cargos de liderança, como supervisora ou supervisor, gerente e consultora ou consultor. Entre os benefícios, estão plano de saúde (médico, hospitalar, odontológico, psicológico e benefício-farmácia), previdência complementar (opcional), e educacionais para dependentes. A companhia ainda oferece remuneração variável, como, por exemplo, participação nos lucros e resultados (PLR), e recolhe o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Os(as) empregados(as) que trabalham em regime administrativo ainda têm direito a quatro dias de folga por ano para acompanhamento médico de dependentes.

Pessoas com deficiência registradas na companhia que trabalhem em regime administrativo podem optar pelo teletrabalho integral (cinco dias da semana). Os empregados com deficiência que dependam de cuidador para as atividades da vida diária ainda têm direito ao auxílio cuidador reembolsado pela Petrobras.

A companhia permite a possibilidade de prorrogação da licença maternidade além dos 60 dias estabelecidos pela legislação, totalizando até 180 dias. A Petrobras também disponibiliza salas de apoio à amamentação em diversas unidades e proporciona a redução da jornada de trabalho para lactantes em até duas horas durante o primeiro ano de vida da criança. Mães não gestantes têm direito a licença maternidade por 120 dias. A companhia também oferece licença paternidade de até 30 dias consecutivos.

A reserva de 20% de vagas para pessoas com deficiência se soma a uma série de medidas que vêm sendo adotadas para promover a diversidade, equidade e a inclusão dentro da Petrobras, como o Plano de Melhoria da Acessibilidade com cerca de 80 ações implementadas. Em 2023, por exemplo, a companhia aprovou sua Política de Diversidade, Equidade e Inclusão e também lançou o Programa de Equidade Racial. Foram estabelecidas, por exemplo, metas como alcançar 25% de pessoas negras e 25% de mulheres em cargos de liderança na Petrobras até 2030.

2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.

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Edição de Março no ar!

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A edição de março, já está disponível.

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Baixe o PDF da edição: (Edição de Março_Revista digital Oil & Gas Brasil)

  • MATÉRIA DE CAPA: Longa vida aos campos maduros por Flávia Vaz;
  • ENTREVISTA EXCLUSIVA: Aroldo Alves Siqueira Junior, presidente e diretor executivo da Techocean Engineering – O segredo da resiliência da Techocean por Julia Vaz e Bernardo Muniz;
  • ARTIGO: O planejamento estratégico da ANP e seus impactos nos setores regulados por Renato Fernandes de Castro e Vivian Ribeiro Madsen Figueiredo;
  • ARTIGO l: As mudanças na regulamentação das empresas Offshore por Daniela Poli Vlavianos, sócia do escritório Poli Advogados;
  • Enauta fecha parceria com Westlawn nos Campos de Atlanta e Oliva;
  • Constellation e Sapura realizam operação pioneira de troca de thruster em alto-mar no Laguna Star;
  • Petrobras assina acordo com a Mitsui para avaliação de oportunidades de negócios em baixo carbono;
  • FPSO Atlanta a caminho do Brasil;
  • Petrobras informa sobre parceria em refino e biorrefino;
  • Petrobras bate recorde de processamento de gás natural do Pré-Sal da Bacia de Santos em 2023;
  • Campo de Frade completa 5 anos com a PRIO tendo finalizado grande campanha de revitalização;
  • MAN Energy Solutions Switzerland garantiu seu maior pedido junto à Modec;
  • Archer garante contrato de aproximadamente US$ 20 milhões com a Trident Energy;
  • FPSO Atlanta: Componentes finais do sistema submarino à caminho do Brasil;
  • TotalEnergies fecha dois contratos com a Siem Offshore;
  • Atlas Copco amplia portfólio de bombas submersíveis no Brasil;
  • Techint E&C celebra cinco anos da construção da P-76;
  • Enauta regista aumento do Ebitdax no quarto trimestre com plena retomada da produção no campo de Atlanta;
  • Shell Chemicals e Braskem levam propileno bioatribuído e biocircular e polipropileno certificados para o mercado norte-americano;
  • Petrobras afreta navio de transferência de carga da MOL enquanto se prepara para negociações sobre novo acordo de construção naval da CTV;
  • Petrobras desenvolve adesivo anticorrosivo de PET 100% reciclado;
  • FPSO a caminho do primeiro gás no próximo ano;
  • Seatrium organiza cerimônia de corte do primeiro aço para o FPSO da MODEC com destino ao Brasil;
  • Sapura inaugura novo escritório no Rio de Janeiro;
  • Vast lidera mercado de exportação de óleo bruto no Brasil;
  • Subsea7 registra alta de 26% no 4T23, com receita de US$ 1,6 bilhão;
  • Ocyan atinge 38% de mulheres em cargos de liderança;
  • Novo rebocador Svitzer Rocha Pedro chega para apoiar operações de GNL em terminais FSRU – Unidade flutuante de armazenamento e regaseificação.

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