Ação do Núcleo Mar Sem Lixo limpa praia do centro em Rio das Ostras

Mutirão de limpeza recolhe toneladas de resíduos e destaca urgência na preservação marinha.

Rio das Ostras – O Núcleo Mar Sem Lixo de Rio das Ostras promoveu uma intensa ação de limpeza na praia do Centro. Em apenas 45 minutos de atividade, foram recolhidos impressionantes 4.700 bitucas de cigarro, 2.100 fragmentos de plástico, 300 embalagens de alimentos, 260 tampas plásticas, 150 canudos, entre outros resíduos. A iniciativa não se limitou apenas à limpeza, incluindo também sensibilização ambiental junto aos banhistas e a distribuição de sacolas biodegradáveis.


(Foto: Divulgação)

A equipe engajada na ação era composta por 70 pessoas, entre voluntários da ONG Mar Sem Lixo e funcionários da empresa Vertical Engenharia. O presidente da ONG, Roberto Ramos, destacou a situação preocupante das praias de Rio das Ostras. Ele ressaltou a insuficiência da logística da empresa de limpeza pública, que passa apenas uma vez ao dia, resultando no acúmulo significativo de lixo na praia, especialmente durante a alta temporada.


(Foto: Divulgação)

Ramos apontou a falta de lixeiras em alguns quiosques e mesas na faixa de areia como um problema adicional. “Apenas 1 quiosque tinha lixeira, o que deveria ser obrigatório, já que colocou mesa na areia da praia tem que ter lixeira”, enfatizou.


(Foto: Divulgação)

Além disso, ele destacou a importância da conscientização, especialmente durante a Década dos Oceanos. O presidente alertou sobre os impactos significativos do plástico nos oceanos, evidenciando estudos que comprovam a presença de partículas desse material até mesmo na placenta de mulheres grávidas.

(Foto: Divulgação)

Os resultados impressionantes da ação foram apresentados, mostrando a dimensão do problema na praia do Centro. O Núcleo Mar Sem Lixo enfatiza a necessidade urgente de ações mais eficazes na gestão de resíduos e na conscientização da população para garantir a preservação dos ambientes costeiros.


(Foto: Divulgação)

Edição de Janeiro no ar!

Prezado(a) leitor(a),

A edição de janeiro, já está disponível.

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Baixe o PDF: (Edição de Janeiro 24)

  • MATÉRIA DE CAPA: Energia desconcentra a economia por Júlia Vaz;
  • OPEN DAY: Imenco do Brasil recebe clientes e parceiros na base da ZEN Rio das Ostras por Bernardo Muniz;
  • ENTREVISTA EXCLUSIVA: Rafael Santello, Gerente Geral da Imenco do Brasil – Uma jogada inteligente por Bernardo Muniz;
  • ARTIGO: Reforma Tributária e os Desafios para o setor de petróleo e gás por Renato Munduruca, advogado, fundador do escritório RVM Law e especialista em Direito Tributário Pela FGV/SP;
  • Petrobras inaugura instalações de última geração em Macaé;
  • Aibel entrega os módulos do FPSO Bacalhau;
  • Empresa brasileira de tecnologia submarina atua em primeiro projeto de descomissionamento de poços de petróleo no país;
  • ABB e MODEC apoiam o crescimento do Mercado sul-americano de FPSO;
  • Lula e Jean inauguram nova fase do refino no Brasil;
  • Ampliação da RNEST vai gerar 30 mil empregos durante as obras e 13 milhões de litros de Diesel S10 por dia quando concluída;
  • Constellation e HMH assinam contrato de suporte integrado de manutenção de BOPs inédito no Brasil;
  • Produção diária da Enauta mais do que triplica no quarto trimestre de 2023;
  • Petrobras alcança resultado histórico anual na taxa de queima em suas unidades de processamento de gás natural;
  • Petrobras inicia medições e estudos eólicos no pré-sal;
  • Petrobras bate recorde de depósito de patentes em 2023;
  • Primeiro barco híbrido offshore em águas brasileiras entra em operação à serviço da Equinor;
  • Petro-Victory mobiliza sonda de workover para seu campo de São João, no Maranhão, e quer aumentar produção de petróleo;
  • Transpetro finaliza 2023 com mais de R$ 500 milhões em contratos de novos negócios;
  • EIG adquire a Ocyan por US$ 390 milhões;
  • Petrobras assina contrato com a FMC Technologies do Brasil, subsidiária da TechnipFMC;
  • Estatal coloca o navio-plataforma Sepetiba em produção no pré-sal;
  • Petrobras informa sobre a atuação em blocos exploratórios em São Tomé e Príncipe;
  • Petrobras faz capacitação de novos empregados em parceria com o SENAI;
  • PetroReconcavo lança Programa de Estágio 2024;
  • Presidente da Petrobras realiza vistoria técnica e encontra trabalhadores da LUBNOR;
  • Petrobras lança concurso de nível técnico com reserva de 20% das vagas para PCD;
  • Petrobras inicia a perfuração do poço Pitu Oeste, na Margem Equatorial;
  • Petrobras analisará proposta do Mubadala Capital para parceria em refino e biorrefino na Bahia;
  • Navio-sonda que fará a perfuração na Bacia Potiguar chega ao Rio Grande do Norte;
  • Enauta anuncia a compra dos campos de Uruguá e Tambaú, na Bacia de Santos, do FPSO Cidade de Santos e da infraestrutura de escoamento de gás;
  • Wood e 4Subsea fortalecem parceria em monitoramento avançado de sistemas de perfuração e completação na indústria offshore usando software integrado;
  • Enauta compra participação no Parque das Conchas, na Bacia de Campos;

Clique aqui e veja também, nossas edições anteriores.

Petrobras atinge meta de produção anual de óleo e gás em 2023

Produção da companhia obteve crescimento de 3,7% em relação ao ano anterior.

A Petrobras alcançou a produção total de óleo e gás natural de 2,78 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) em 2023. A marca representa um aumento de 3,7% em relação a produção registrada pela companhia no ano de 2022. A produção comercial de óleo e gás natural ficou em 2,44 milhões de boed e a produção de óleo em 2,24 milhões de barris por dia (bpd). Estes indicadores de produção superaram o planejamento do Plano Estratégico 23-27 e ficaram em linha com as projeções, que foram revisadas em novembro de 2023, dentro da faixa de ± 2,0%.

“Alcançar esse resultado nos deixa extremamente orgulhosos e satisfeitos. Em 2023 tivemos a entrada de quatro novas plataformas e vários recordes operacionais, demonstrando a excelente performance da companhia, mantendo também o compromisso com a segurança e as pessoas. Importante destacar que a produção da Petrobras, ainda necessária para atender a demanda por energia durante a transição energética, é desenvolvida com a menor pegada de carbono possível. Nossa trajetória de descarbonização das operações é referência na indústria. Desta forma seguiremos produzindo um petróleo com intensidade de carbono abaixo da média mundial, que será fundamental na transição energética justa, enquanto desenvolvemos novos negócios em baixo carbono”, afirmou Jean Paul Prates, presidente da Petrobras.

A meta de produção para 2023 precisou ser revisada devido ao bom desempenho operacional e ao sucesso na implantação dos novos projetos ao longo do ano passado, pois os valores realizados de produção já apontavam para a superação das projeções originais do Plano Estratégico 23-27.

Recordes no pré-sal

Como destaque de 2023, a companhia atingiu recorde anual de produção total própria de óleo e gás natural no pré-sal, com 2,17 milhões boed, superando o recorde anterior de 1,97 milhões boed, em 2022. O óleo e o gás extraídos do pré-sal representaram 78% da produção total da Petrobras em 2023.

“Além de duas novas unidades em campos superprodutivos do pré-sal, o FPSO Almirante Barroso, no campo de Búzios e o FPSO Sepetiba, no campo de Mero; tivemos a entrada dos FPSOs Anna Nery e Anita Garibaldi, que integram o projeto de revitalização dos campos de Marlim e Voador, na Bacia de Campos. Essas quatro unidades responderão por uma capacidade de produção diárias de 480 mil barris, quando atingirem seus picos de produção”, explica Joelson Mendes, diretor de Exploração e Produção da Petrobras.

Joelson destaca que outras três unidades alcançaram capacidade máxima de produção ao longo de 2023, uma delas em tempo recorde.

“Em 2023, ainda tivemos outras três plataformas que chegaram na capacidade de produção máxima: P-71, no campo de Itapu; o FPSO Guanabara, em Mero; e o FPSO Almirante Barroso, em Búzios. No caso do Almirante Barroso, o tempo entre a entrada em operação da unidade e atingir a capacidade máxima de 150 mil barris por dia foi de apenas cinco meses, um recorde”.

A Petrobras também atingiu em 2023 o recorde de produção total operada de óleo e gás natural com 3,87 milhões boed, superando o recorde anterior de 3,64 milhões boed, de 2022.

Os resultados atingidos pela Petrobras foram suportados pelo esforço de toda a cadeia do segmento de exploração e produção reforçando o compromisso da Petrobras com os investidores e com a sociedade brasileira.​​​​​

 

2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.

Venha iluminar o caminho conosco e ser uma parte integral de um evento marcante e alinhe sua marca aos líderes e pioneiros do setor.

Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável.

Garanta a sua participação! Será um prazer receber você neste evento memorável.

Seja um Patrocinador ou Expositor: fpsosseminario@revistaoilegasbrasil.com.br

Inscreva-se para os dois dias da conferência: https://mpago.la/1xrS9m6

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Aibel entrega os módulos do FPSO Bacalhau

Módulos, fabricados pela norueguesa Aibel, para uma embarcação flutuante, de produção, armazenamento e descarga (FPSO) estão a caminho de Singapura. Após a conclusão, este FPSO funcionará em um campo operado pela Equinor no Brasil.

Aibel recebeu um contrato de design de engenharia inicial (FEED) para o projeto Bacalhau pela MODEC no início de 2020. Em janeiro de 2021, os dois participantes assinaram um contrato de engenharia, aquisição e construção (EPC), abrangendo engenharia de detalhe, aquisição em massa, e construção dos módulos topside do FPSO Bacalhau .

O projeto foi gerenciado e executado no escritório da Aibel em Cingapura, com assistência do escritório de engenharia da empresa na Tailândia, enquanto as atividades de construção ocorreram no estaleiro em Laem Chabang, na Tailândia.

Os módulos, que saíram do estaleiro tailandês da Aibel no dia 23 de janeiro de 2024, estão agora a caminho de Singapura, onde serão instalados a bordo do FPSO Bacalhau. De acordo com Aibel, 22 mil toneladas de módulos foram projetadas e construídas como parte deste projeto, tornando-o “o maior projeto” que a empresa já entregou na Tailândia.

Com capacidade de produção de 220 mil barris por dia, o FPSO Bacalhau será implantado no campo de Bacalhau , operado pela Equinor , situado em duas licenças, BM-S-8 e Norte de Carcará, na região do pré-sal da Bacia de Santos. offshore do Brasil. O FPSO concluído será entregue pela MODEC do Japão à Equinor da Noruega, como um dos maiores FPSOs do mundo.

A Equinor tomou a decisão final de investimento (FID) para o projeto Bacalhau de US$ 8 bilhões em junho de 2021. Poucos dias depois, a MODEC confirmou oficialmente a adjudicação do contrato com a Equinor para entregar a engenharia, aquisição, construção e instalação do FPSO Bacalhau. A embarcação marca a primeira aplicação do casco M350 da empresa japonesa , um casco recém-construído de próxima geração para FPSOs.

A MODEC fechou vários contratos para o FPSO Bacalhau, incluindo o do Estaleiro Keppel em fevereiro de 2022 para a instalação e integração de módulos topside a bordo do FPSO. Além disso, a empresa contratou a Inprocess em abril de 2022 para o fornecimento de uma nova solução emulada de simulador de treinamento de operador (OTS) para a embarcação.

O player japonês também entregou um contrato ao Grupo Axess para a revisão do projeto e certificação de dispositivos de elevação do casco e módulos selecionados na China. Em maio de 2023, a Dalian Shipbuilding entregou oficialmente o FPSO Bacalhau .

O empreendimento Bacalhau será composto por 19 poços submarinos vinculados a este FPSO, com 364 metros de comprimento, 64 metros de largura e 33 metros de profundidade, calado projetado de 22,65 metros e área de convés de 17.400 metros quadrados – equivalente a três poços padrão. campos de futebol.

Com base nas estimativas da Equinor e dos seus parceiros, as reservas recuperáveis ​​de Bacalhau – incluindo a área de Bacalhau Norte – são superiores a dois mil milhões de barris de petróleo equivalente (boe). O primeiro óleo está previsto para 2025.

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O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.

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Novo CEO assumindo as rédeas da SBM Offshore

A operadora holandesa de FPSO SBM Offshore divulgou a saída de seu atual CEO (CEO) e presidente do conselho de administração, juntamente com a nomeação de seu sucessor.

Após 12 anos na função de CEO e Presidente do Conselho de Administração da SBM Offshore, Bruno Chabas decidiu não buscar um quarto mandato ao final de seu mandato atual, em 12 de abril de 2024. Como resultado, o conselho fiscal da empresa tomou decidiu nomear Øivind Tangen , atual Chief Operating Officer (COO) e membro do conselho de administração, como CEO e presidente do conselho de administração a partir da mesma data, após a assembleia geral anual do jogador holandês.

Chabas destacou: “Foi um grande privilégio servir a empresa como CEO nos últimos 12 anos, onde tive a honra de liderar uma equipe de pessoas dedicadas que me apoiaram na transformação e na reviravolta desta organização. Hoje, o grupo tem visão, propósito e estrutura bem estabelecidos, com uma posição de liderança no mercado e fortes perspectivas de crescimento no setor.

“Estou especialmente orgulhoso de que a SBM Offshore tenha uma equipe de liderança que torna possível uma sucessão interna; Estou extremamente satisfeito por transferir as minhas responsabilidades para Øivind, que, tenho certeza, guiará com sucesso a empresa para atingir as suas ambiciosas metas de transição energética.”

Tangen, que ingressou na SBM Offshore há 21 anos, é COO e membro do conselho de administração desde 2022. Antes disso, como membro do comitê executivo, ele era responsável pela frota de FPSO da SBM Offshore. Após 12 de abril de 2024, o conselho de administração continuará como um conselho composto por duas pessoas, composto pelo CEO, Tangen, e pelo Diretor Financeiro (CFO), Douglas Wood . Chabas atuará como consultor da empresa para facilitar uma transição tranquila durante 2024.

Tangen sublinhou: “É uma grande honra ter sido escolhido como sucessor de Bruno no cargo de CEO e Presidente do conselho de administração da SBM Offshore. Bruno está entregando uma empresa que está em uma posição muito forte e é com grande entusiasmo que me comprometo a trabalhar com toda a equipe da SBM para continuar a entregar com sucesso a estratégia da empresa para os próximos anos.”

Como o conselho de supervisão vê Tangen como “um excelente sucessor” com as capacidades e experiência certas para garantir a continuação bem-sucedida dos negócios da SBM Offshore, Roeland Baan , presidente do conselho de supervisão, explicou: “Øivind demonstrou forte liderança e habilidades pessoais em sua funções atuais e anteriores. Sua vasta experiência em todas as áreas de nossos negócios principais permitirá que ele seja um CEO eficaz, liderando a SBM Offshore no futuro.”

Recentemente, o player holandês conseguiu um contrato para realizar engenharia e design front-end (FEED) para um FPSO, que se destina a trabalhar no sexto projeto de desenvolvimento de petróleo em águas profundas da ExxonMobil no bloco Stabroek, na costa da Guiana.

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ABB e MODEC apoiam o crescimento do Mercado sul-americano de FPSO

A Offshore Frontier Solution Pte Ltd em Cingapura – uma joint venture entre a MODEC e a Toyo Engineering Corporation – concedeu à ABB o contrato para fornecer um sistema elétrico completo e soluções digitais associadas em um navio flutuante de produção, armazenamento e descarga (FPSO) da ExxonMobil para o campo petrolífero sul-americano de Uaru.

O FPSO offshore, denominado Errea Wittu, será operado a, aproximadamente, 200 quilômetros da costa da Guiana. Esse é o quinto FPSO da ExxonMobil na Guiana e combinará o desenvolvimento dos recursos Snoek, Mako e Uaru no bloco Stabroek. Com previsão de entrada em operação até 2026 e capacidade inicial de produção de 250 mil barris de petróleo por dia, o navio também terá capacidade associada de tratamento de gás de 540 milhões de pés cúbicos padrão por dia.

A ABB fornecerá um sistema elétrico de superfície e de casco para a embarcação por meio de uma subestação modular, O ABB eHouse pré-construída. O sistema reduz a exposição a riscos e custos ao comissionar, instalar e testar todos os sistemas elétricos no estaleiro, antes da implantação offshore, e permite velocidade mais rápida para o mercado. Além disso, a empresa fornecerá soluções de gestão de energia que servirão para otimizar a eficiência energética e a disponibilidade de ativos de todos os equipamentos elétricos fornecidos.

O pedido, registrado no segundo trimestre de 2023, marca a décima quarta colaboração entre a ABB e a empresa de engenharia, aquisição e construção MODEC em desenvolvimentos de FPSOs na América do Sul.

Estima-se que o mercado global de FPSO atinja US$ 20 bilhões em 2027, de acordo com um relatório da The Insight Partners . A Guiana perde apenas para o Brasil em número de novos projetos de FPSO programados para iniciar operações e, de acordo com a Rystad Energy, deverá produzir 1,7 milhão de barris de petróleo por dia até 2035, o que a tornaria o quarto maior produtor de petróleo offshore do mundo.


(Foto: Divulgação)

“O mercado de FPSO na América do Sul está crescendo exponencialmente, impulsionado pelo fato de que plataformas flutuantes são uma solução mais econômica, rápida, móvel e sustentável para plataformas tradicionais”, afirmou Brandon Spencer, presidente da ABB Energy Industries. “A Guiana está na vanguarda deste crescimento e estamos entusiasmados em contribuir com nossa tecnologia para ajudar a levar ao mercado este quinto desenvolvimento da ExxonMobil na Guiana de forma rápida e eficiente. Como resultado, o país já está vendo os benefícios para seu PIB, com o governo anunciando investimentos significativos no setor da saúde, educação e infraestruturas críticas.”

O relatório Energy Transition Equation da ABB para o setor offshore de petróleo e gás fornece insights sobre como os operadores de FPSO podem reduzir as emissões de carbono em até 320.000 toneladas por local a cada ano através da aplicação de eletrificação, automação e tecnologias digitais, que permitem uma mudança para operações com tripulação mínima.

ABB’s Process Automation é líder em automação, eletrificação e digitalização para processos e indústrias híbridas. Oferecemos um amplo portfólio de produtos, sistemas e soluções ponta a ponta, incluindo nosso sistema de controle distribuído (DCS) número 1 do mercado, softwares, produtos para nichos industriais específicos e sistemas de instrumentação e analítica. Como uma das principais empresas do mercado global, desenvolvemos com base em profundo conhecimento e expertise, time diversificado e presença global, e somos dedicados a ajudar nossos clientes a impulsionar sua competitividade, aumentando seu retorno e possibilitando uma operação segura, inteligente e sustentável. go܂abb/processautomation

ABB é uma empresa líder global em tecnologia que impulsiona a transformação da sociedade e da indústria para um futuro mais produtivo e sustentável. Ao conectar software ao seu portfólio de eletrificação, robótica, automação e soluções de acionamentos, motores e geradores, a ABB expande os limites da tecnologia para levar o desempenho a novos níveis. Com uma história de excelência que remonta a mais de 130 anos, o sucesso da ABB é impulsionado por cerca de 105.000 funcionários talentosos em mais de 100 países.

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Lula e Jean inauguram nova fase do refino no Brasil

Na RNEST, o presidente Lula e o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, celebraram a retomada de investimentos na refinaria, que vai aumentar a produção de diesel e contribuir para a autossuficiência de combustíveis no País

Em sua primeira visita a uma unidade da Petrobras desde que assumiu seu terceiro mandato à frente da presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva foi recebido pelo presidente da companhia, Jean Paul Prates, na Refinaria Abreu e Lima (RNEST), em Ipojuca, em Pernambuco, para um momento histórico: a retomada das obras na mais moderna refinaria do país. Mais do que ampliar a capacidade de produção da unidade, o evento marca o retorno dos investimentos da Petrobras em refino, que poderão contribuir, de forma rentável, para tornar o país autossuficiente na produção de combustíveis.

Nos próximos cinco anos, a Petrobras vai investir US$ 17 bilhões (R$ 84 bilhões) em projetos de refino, transporte e comercialização em diversas unidades do Brasil para ampliar sua capacidade de produção de diesel e aumentar gradualmente a oferta de produtos para mercado de baixo carbono. A obra na RNEST, que estará pronta em 2028 e gerará 30 mil empregos diretos e indiretos, ampliará a capacidade da refinaria pernambucana em processamento de petróleo de 100 mil para 260 mil barris por dia e acrescentará mais de 13 milhões de Diesel S10 (de baixo teor de enxofre) por dia à capacidade de produção nacional.


(Foto: Divulgação)

Na cerimônia, ao lado de trabalhadores da RNEST, da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, dos ministros Luciana Santos (Ciência, Tecnologia e Inovação); André de Paula (Pesca e Aquicultura) e Sílvio Costa Filho (Portos e Aeroportos), parte da diretoria da Petrobras e outras autoridades, Lula e Jean falaram da importância da refinaria para o Nordeste e para o Brasil.

Para o presidente Lula, 2023 foi um ano de muito trabalho, principalmente de base, no qual o país voltou a investir. “O primeiro ano (2023) foi um ano de limpar o terreno e de plantar coisas novas, este ano (2024) é o ano da colheita e a primeira árvore frondosa que nós estamos colhendo é recuperação da RNEST”, comemorou Lula.


(Foto: Divulgação)

O presidente Jean Paul Prates reforçou a importância da RNEST e destacou o seu potencial para o futuro. “Essa será a segunda maior refinaria brasileira e a mais moderna e mais nova de todo o continente americano. Essa é também uma refinaria de adaptação para o futuro. Vamos começar a fazer diesel com conteúdo renovável, um diesel de origem vegetal. Essa é a refinaria de 100 anos, que não vai acabar junto com o petróleo. Petróleo pode acabar, mas a RNEST não acaba”. Jean lembrou que a refinaria completa 10 anos de operação este ano.

Na ocasião também foi lançado o Programa Autonomia e Renda, da Petrobras, que oferecerá cursos de capacitação profissional a pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica.


(Foto: Divulgação)

Para Jean, também é papel da Petrobras contribuir com a sociedade de outras formas, como na formação de novos profissionais. “Vamos oferecer cursos de capacitação para suprir as demandas do setor como um todo. Serão quase 20 mil vagas para os mais variados cursos em diversos estados onde a Petrobras mantém operações, 7.205 apenas aqui em Pernambuco, com oferecimento de bolsa-auxílio no valor de R$ 660 mensais (R$ 858 mensais para mulheres com filho até 11 anos). O objetivo é qualificar pessoas, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade social ou desempregadas, para atuação na indústria de energia brasileira”, adiantou, Prates.


(Foto: Divulgação)


(Foto: Divulgação)


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Petrobras inicia medições e estudos eólicos no pré-sal

Pesquisa fornecerá avanços científicos em análise de dados para subsidiar eventuais projetos de eólica offshore no campo de Búzios e Mero.

A Petrobras, Shell Brasil, TotalEnergies, CNPC e CNOOC e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) iniciaram uma série de medições eólicas em alto-mar, na região do pré-sal. A coleta dos primeiros dados acontece no Campo de Búzios, na Bacia de Santos e, este ano, será ampliada para o Campo de Mero. O objetivo é coletar dados inéditos e de alta qualidade sobre o comportamento dos ventos da região para subsidiar futuros projetos de eólica offshore no pré-sal. A pesquisa faz parte do Projeto Ventos de Libra, um investimento de R$ 8 milhões que prevê o desenvolvimento de tecnologia para realização de estudos e criação de metodologias de análise de ventos, além de avaliar a viabilidade técnica de instalações eólicas na área.

A Petrobras é hoje a empresa com maior potencial em projetos de geração eólica offshore em estudos do país, em capacidade protocolada junto ao Ibama, além de apostar em pesquisa e desenvolvimento para viabilizar projetos inovadores em eólica offshore. Uma das propostas promissoras é o Ventos de Libra, que busca avaliar o potencial de integração entre sistemas eólicos offshore e projetos de produção de petróleo na região do pré-sal.

“Trata-se de mais uma iniciativa com viés de desenvolvermos conhecimento e capacitação no segmento de eólicas offshore, de grande potencial no Brasil, desta vez com envolvimento de importantes parceiros no pré-sal e do setor acadêmico, representado por instituições de renome, destaca o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.

Redução de riscos para instalação de projetos eólicos

Os dados de vento são essenciais para o dimensionamento estrutural das turbinas eólicas e a caracterização do regime de ventos de uma região.  Mas a pesquisa vai além. O projeto busca desenvolver avanços científicos em modelagem do vento, metodologia de medição de dados, aprimoramento de modelos, redução de incertezas e riscos para implantação de projetos eólicos flutuantes em regiões de águas ultra profundas.  Os resultados irão subsidiar as próximas etapas de desenvolvimento, visando a avaliação de implantação de turbinas eólicas associadas a sistemas de produção de óleo e gás na região.

“As tecnologias empregadas nesse projeto multidisciplinar serão capazes de avaliar o potencial eólico offshore na região do pré-sal e contribuir para a elevação do padrão tecnológico nacional,” avalia o diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Joelson Mendes. “Os projetos eólicos offshore consistem em um grande desafio científico e tecnológico, ampliado pelas condições que se apresentam na região do pré-sal, a cerca de 200 km da costa, em profundidades d´água de até 2 mil metros”, observa.

O diretor de Transição Energética e Sustentabilidade, Maurício Tolmasquim, ressalta que “projetos desta natureza podem indicar potenciais caminhos para continuarmos avançando na descarbonização das nossas atividades, em linha com o que já anunciamos no nosso Plano Estratégico”.

Avaliação do potencial eólico

A estação de medição de ventos foi instalada no navio-plataforma P-75, que é do tipo FPSO (unidade flutuante que produz, armazena e transporta petróleo), no bloco de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos. A tecnologia consiste em um sistema de medições de sensoriamento remoto do tipo Lidar (Light Detection and Ranging). O equipamento dispõe ainda de outros sensores para fornecer subsídios aos estudos de aprimoramento dos métodos de medição de dados eólicos offshore. Os dados serão acumulados e transmitidos diretamente do FPSO P-75 para o Centro de Pesquisas, Desenvolvimento e Inovação da Petrobras, o Cenpes, e serão avaliados por um período de 3 anos. No projeto está prevista a instalação de mais um equipamento, este ano, em outra plataforma do pré-sal, no Campo de Mero.

“As campanhas de medição não são novidade para a Petrobras. Há uma década a empresa iniciou estudos de viabilidade para implantação da atividade eólica offshore, com a instalação da primeira torre anemométrica, capaz de medir características do vento, no mar do Brasil em uma plataforma instalada em águas rasas no litoral do estado do Rio Grande do Norte”, lembra o diretor de Engenharia e Tecnologia e inovação da Petrobras, Carlos Travassos. Já as primeiras medições no campo de Mero, se deram em 2019, em caráter de teste curto, a bordo do FPSO Pioneiro de Libra.

Projeto multidisciplinar

O projeto Ventos de Libra é liderado por duas mulheres: a engenheira Cristiane Lodi, que coordena o projeto pela Petrobras e pelo consórcio de Libra*, e a professora Adriane Prisco Petry, da UFRGS, que coordena o NIEPIEE (Núcleo de Integração de Estudos, Pesquisa e Inovação em Energia Eólica). O Núcleo, da UFRGS, inclui especialistas do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) e Universidade Federal do Rio Grande (FURG). Ao todo, a equipe multidisciplinar associada do NIEPIEE reúne cerca de 50 pesquisadores, além de especialistas do Centro de Pesquisas, Desenvolvimento e Inovação da Petrobras, o Cenpes.

O Consórcio de Libra é operado pela Petrobras (38,6%) em parceria com a Shell Brasil (19,3%), TotalEnergies (19,3%), CNPC (9,65%), CNOOC (9,65%) e Pré-Sal Petróleo S.A. – PPSA (3,5%), que exerce papel de gestora do Contrato de Partilha de Produção, no Consórcio de Libra, e representa a União na área não contratada.

2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.

Venha iluminar o caminho conosco e ser uma parte integral de um evento marcante e alinhe sua marca aos líderes e pioneiros do setor.

Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável.

Garanta a sua participação! Será um prazer receber você neste evento memorável.

Seja um Patrocinador ou Expositor: fpsosseminario@revistaoilegasbrasil.com.br

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Acesse o site do evento e veja como foi a 1ª edição: https://fpsosexpor.com.br/

Nos vemos no Rio! 🇧🇷

Petrobras alcança resultado histórico anual na taxa de queima em suas unidades de processamento de gás natural

Resultados contribuem para a redução das emissões operacionais de gases de efeito estufa da companhia.

A Petrobras alcançou em 2023 o melhor resultado histórico anual na taxa de queima de gás em tocha nas unidades de Processamento de Gás Natural vinculadas à Diretoria de Processos Industriais e Produtos da companhia, atingindo a marca de 0,16%. O indicador mede o percentual de queima de gás em relação à produção total das unidades.

O resultado traduz os esforços da empresa pela busca de operações com maior eficiência e menores emissões de gases de efeito estufa (GEEs), contribuindo com os objetivos estratégicos da Companhia, na busca constante pela excelência operacional, uma das frentes do nosso Programa Carbono Neutro, com impacto positivo ao meio ambiente e às pessoas.

Entre 2017 e 2023, houve uma redução de 78% no indicador, passando de 0,72% para 0,16%, evidenciando a consistência na queda histórica. Estima-se que essa melhoria ao longo do período seja correspondente a 971 mil toneladas de CO2 equivalente que deixaram de ser emitidas, considerando como referência as taxas do primeiro ano do período. Vale ressaltar que a capacidade total de processamento das plantas que passam por essa aferição é de 65,2 milhões de m3/dia.

Para o diretor de Processos industriais e Produtos da Petrobras, William França, o resultado alcançado reflete a integração entre a equipe técnica e os objetivos estratégicos da companhia. “Temos consciência do empenho da Petrobras em atingir níveis de excelência em sua performance, mas o alcance de uma marca assim também demonstra o quanto é importante para nós o que hoje é um dos principais objetivos da empresa, de promover uma transição energética justa”, comemora França.

O Diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras, Maurício Tolmasquim, ressaltou que a Petrobras reduziu em 39% suas emissões de gases de efeito estufa (GEE) entre 2015 e 2022. “Medidas de ganhos de eficiência das operações como essa são fundamentais para atingirmos nossos compromissos de redução de emissões de forma mais efetiva e com menores custos”, comenta Tolmasquim.

Sobre a Tocha

A tocha, ou flare, não é uma unidade operacional, mas sim um importante sistema de segurança da unidade de processamento de gás. Sua função é evitar o descarte de gases inflamáveis ou tóxicos para a atmosfera, realizando a queima segura desses compostos.

Descarbonização das operações e investimentos em baixo carbono

A Petrobras tem um conjunto de metas de redução de emissões para médio e longo prazo (2025 e 2030), que envolvem 100% de suas atividades (escopos 1 e 2). Além de meta para redução de 30% das emissões absolutas operacionais em 2030 (base 2015), a Petrobras ambiciona neutralizar as emissões operacionais de gases de efeito estufa nas atividades em território brasileiro sob seu controle até 2050.

Recentemente, a Petrobras anunciou o Plano Estratégico 2024-2028, tendo como um dos principais direcionadores, preparar a empresa para um futuro mais sustentável, na busca por uma transição energética justa e segura no país, conciliando o foco atual em óleo e gás com a busca pela diversificação de portfólio em negócios de baixo carbono.

2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil

O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.

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Ampliação da RNEST vai gerar 30 mil empregos durante as obras e 13 milhões de litros de Diesel S10 por dia quando concluída

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, participam da cerimônia de retomada de investimentos na refinaria pernambucana.

Geração de cerca de 30 mil empregos diretos e indiretos e um acréscimo de cerca de 13 milhões de litros de Diesel S10 (de baixo teor de enxofre) por dia à capacidade de produção nacional. Esses são os números que a Petrobras e o governo federal projetam para a Refinaria Abreu e Lima (RNEST), na cidade de Ipojuca, em Pernambuco, com a confirmação da ampliação da unidade. A cerimônia de retomada de investimentos acontece nesta quinta-feira (18/01), com presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, do presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, além de representantes da Casa Civil, do Ministério de Minas e Energia (MME) e outras autoridades. Na ocasião também será lançado o Programa Autonomia e Renda, da Petrobras.

O investimento no Projeto RNEST está previsto no Plano Estratégico 2024-28+ da Petrobras e faz parte do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal. Já em fase de contratação, a construção do Trem 2 da refinaria pernambucana tem data para finalização em 2028, quando ela passará a ter capacidade para processar 260 mil barris de petróleo por dia. As obras do Trem 2 estão previstas para o segundo semestre de 2024.

Além da conclusão do Trem 2, o Projeto RNEST prevê a construção da primeira unidade SNOX do refino brasileiro, que será responsável por transformar óxido de enxofre (SOx) e óxido de nitrogênio (NOx) em um novo produto para comercialização. As obras desta parte já estão em andamento e a unidade começa a operar em 2024. Ainda esse ano também começam as obras para a ampliação da produção do Trem 1 (Revamp), que proporcionará aumento de carga, melhor escoamento de produtos leves e maior capacidade de processamento de petróleo do pré-sal. A expectativa de conclusão do Revamp (ampliação) do Trem 1 é no primeiro trimestre de 2025.

Segundo o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, os investimentos da Petrobras em refino, a exemplo da retomada das obras da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), poderão contribuir, de forma rentável, para tornar o país autossuficiente na produção de combustíveis, reduzindo a demanda por importação. “Considerando todos os projetos previstos de adequação e o aprimoramento do parque industrial e da cadeia de abastecimento e logística, a Petrobras estima um aumento de produção de diesel da ordem de 40% nos próximos anos”, adiantou Prates.

Nos próximos cinco anos, a Petrobras vai investir US$ 17 bilhões em projetos de refino, transporte e comercialização no Brasil para ampliar sua capacidade de produção de diesel e aumentar gradualmente a oferta de produtos para mercado de baixo carbono.

Sobre a RNEST

Localizada no Complexo Industrial Portuário de Suape, a RNEST tem relevância estratégica para a região e o país. “Esta refinaria é o principal hub da Petrobras nas Regiões Norte e Nordeste e tem fácil acesso por cabotagem aos mercados consumidores. Com a implantação do Trem 2, a Petrobras contribuirá para expandir a capacidade de refino nacional, viabilizando o aumento da produção de derivados como gasolina, GLP, nafta, mas principalmente diesel de baixo teor de enxofre (diesel S10), em atendimento às demandas do mercado, reduzindo a demanda por importação”, explicou o presidente Jean Paul Prates.

A Refinaria Abreu e Lima (RNEST) iniciou suas operações em 2014 com o primeiro conjunto de unidades (Trem I), 34 anos depois de construída a última refinaria da Petrobras. É a mais moderna refinaria já construída pela companhia e contribui para atender a demanda nacional por derivados de petróleo. Dentre todas as refinarias brasileiras, a RNEST apresenta a maior taxa de conversão de petróleo cru em diesel (70%), combustível essencial para a circulação de produtos e riquezas do país.

A unidade conta com avançadas tecnologias de refino e com o maior nível de automação. Sua concepção foi projetada para atender a diretrizes de categoria internacional e contempla tecnologias que respeitam o meio ambiente, com destaque para o alto nível de confiabilidade e desempenho, atendimento à qualidade dos produtos, baixo custo de manutenção, baixo consumo energético, uso otimizado de água e a máxima segurança operacional.

Programa Autonomia e Renda

Lançado agora pela Petrobras, o Programa Autonomia e Renda oferecerá cursos de capacitação profissional, nas modalidades de formação inicial continuada (FIC) e cursos técnicos, a pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica. A primeira fase do Programa conta com parceria do SESI-SENAI e Institutos Federais de Tecnologia, Ciência e Inovação.

Alinhado com as diretrizes do Programa Capacita PAC, do governo federal, o Autonomia e Renda, da Petrobras, tem como objetivo a capacitação profissional de pessoas em situação de vulnerabilidade social e pessoas sem vínculo formal de trabalho. Além disso, serão priorizados os seguintes grupos minorizados: mulheres, pessoas negras, pessoas com deficiência e refugiados. Os selecionados serão treinados para atuação no setor de Energia, em localidades da área de abrangência das operações da Petrobras e com vistas a contribuir com a implementação do Plano Estratégico 2024 – 2028+.

Os estados a serem atendidos na primeira fase do Programa são Pernambuco, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, sendo que 37% das vagas serão destinadas para Pernambuco.

Serão ofertadas mais de 19 mil vagas nos estados abrangidos, entre cursos FIC no SENAI e nos Institutos Federais (IFs), além de vagas para cursos técnicos, também no SENAI e nos IFs.

Os participantes contemplados nos processos seletivos a serem realizados pelo SENAI e IFs irão receber bolsa-auxílio no valor de R$ 660 mensais durante o período em que estiverem realizando os cursos. Para as mulheres com filho (s) até 11 anos a bolsa auxílio será no valor de R$ 858 mensais.

Além da bolsa-auxílio, a iniciativa ainda apresenta como diferenciais: reforço de Português e Matemática para melhoria da escolaridade; conteúdo obrigatório de Segurança, Meio Ambiente Saúde (SMS) para fortalecer a segurança nas obras e operações, acompanhamento psicossocial e oferta de cursos para o desenvolvimento de competências socioemocionais e pessoais.

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