Operação no poço Pitu Oeste, na Margem Equatorial, iniciará ainda este mês
Chegou ao estado do Rio Grande do Norte, o navio-sonda da Petrobras que ficará responsável pela perfuração do poço de Pitu Oeste, na Margem Equatorial. A embarcação saiu do Rio de Janeiro no dia 6 de dezembro e começará a operar ainda este mês na concessão BM-POT-17. A licença para perfuração de poços exploratórios, em águas profundas da Bacia Potiguar, foi dada pelo IBAMA, em outubro de 2023.
O primeiro poço será perfurado a 52 km da costa. Com a pesquisa exploratória, a companhia pretende obter mais informações geológicas da área para avaliar a viabilidade econômica e a extensão da descoberta de petróleo realizada em 2013 no poço de Pitu. Não há produção de petróleo nessa fase.
“Esse é um grande momento para a Petrobras. Estamos confiantes no potencial dessa faixa do litoral brasileiro, muito promissora e fundamental para garantirmos a segurança energética do país. Vamos fazer com toda a segurança, seriedade e transparência que priorizamos em todos os nossos projetos”, disse o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.
De acordo com o Plano Estratégico 2024-2028 da companhia, serão investidos US$ 3,1 bilhões em atividades exploratórias na Margem Equatorial. No âmbito da mesma licença ambiental, a Petrobras planeja perfurar o poço Anhangá, na concessão POT-M-762, a 79km da costa do estado do Rio Grande do Norte e próximo ao poço Pitu Oeste.
Pitu Oeste será o terceiro poço da concessão BM-POT-17 e a previsão é de que a sua perfuração dure de 3 a 5 meses. O último poço dessa concessão foi perfurado em 2015. A sonda contratada pela Petrobras estava na Baía de Guanabara para limpeza de casco e abastecimento.
2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil
O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.
Venha iluminar o caminho conosco e ser uma parte integral de um evento marcante e alinhe sua marca aos líderes e pioneiros do setor.
Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável.
Garanta a sua participação! Será um prazer receber você neste evento memorável.
Utilizando sensores de alta precisão e sua capacidade de fornecer dados precisos para garantir segurança e eficiência em operações críticas, o sistema de monitoramento de colunas de perfuração e completação tornou-se uma realidade em operações offshore, garantindo a integridade dos equipamentos e a proteção do meio ambiente. O sistema foi projetado para operar em condições desafiadoras de águas rasas e profundas, onde a coleta de dados precisa ser ininterrupta. Além disso, o sistema de monitoramento oferece redundância de dados para garantir que informações críticas possam ser transmitidas, mesmo em situações adversas.
O sistema completo é composto por uma série de sensores estrategicamente posicionados que monitoram continuamente uma ampla gama de variáveis operacionais críticas. Esses sensores incluem vários elementos, como o Sensor de Movimento da Plataforma, que mede o movimento da plataforma em todas as direções, incluindo heave, pitch, roll, surge e sway. Além disso, o sistema monitora os ângulos das juntas flexíveis superiores e inferiores, a tensão nos tensionadores, os deslocamentos das juntas deslizantes e o momento fletor acima dos conectores do poço.
A comunicação eficiente e a transmissão confiável de dados são essenciais para o bom funcionamento do sistema, portanto, a parceria Wood e 4Subsea levou ao desenvolvimento de um modelo que representa um salto tecnológico significativo na indústria offshore, onde as operações são complexas e exigem vigilância constante. Este sistema vai além da mera recolha de dados, pois, ao funcionar de forma integrada e contínua, fornece informações cruciais para a tomada de decisões em tempo real, essenciais para a segurança das operações e a proteção do ambiente.
Ao monitorar os movimentos da plataforma, ângulos críticos e tensões, o sistema permite que os operadores avaliem a integridade do equipamento e tomem medidas imediatas em caso de desvios de segurança. Além disso, a capacidade de medir o momento fletor no elemento do poço é essencial para evitar vazamentos ou danos às estruturas submarinas, o que pode ter consequências graves. Um papel fundamental neste desenvolvimento é desempenhado pelo software Optima™ da Wood, que transforma uma quantidade impressionante de dados brutos em informações valiosas, permitindo a tomada de decisões em tempo real durante as operações.
Em relação ao arranjo do sistema fornecido pela 4Subsea, ele é composto por sensores de última geração, como o SMS Gateway™ Platform Motion Sensor, que mede os movimentos da plataforma, incluindo heave, pitch, roll, surge e sway. Além disso, o sensor de movimento SMS Ex-Rated é usado para monitorar o ângulo e a direção das juntas flexíveis superiores e inferiores.
Para medir o momento fletor na cabeça do poço, o Optima™ RMS (Riser Management System) da Wood utiliza o kit de sensor SMS Strain™, que é instalado no flange API do BOP (Blowout Preventer). Isto garante que qualquer sobrecarga ou tensão excessiva seja detectada e monitorada em tempo real. O sistema também incorpora um módulo elétrico submarino para conectar os sensores de movimento e tensão ao umbilical MUX (Multi-Plex) fornecido pela empresa. Além disso, um conector submarino é usado para conectar os sensores de tensão na parte inferior à parte superior do BOP, garantindo uma comunicação contínua e confiável. Em casos de falha na transmissão primária de dados, existe um sistema de redundância inteligente, o modem ROV SMS MagicHand™, que permite a recuperação de dados através de um veículo operado remotamente (ROV). Além disso, os sensores possuem baterias eficientes que fornecem armazenamento de dados de backup por até 12 meses em caso de falha de energia ou falha contínua na transmissão de dados.
O sistema permite ainda o armazenamento de dados na nuvem através do 4insight®, permitindo a visualização de todas as informações e dados brutos. Os parâmetros e cargas registrados estão disponíveis para acesso a bordo da unidade e, se necessário, online, permitindo que as equipes em terra monitorem as operações no mar. O sistema é referenciado ao horário global (UTC) para garantir a sincronização de todos os dados registrados. Os dados de carga nos equipamentos do poço são compatíveis, garantindo uma análise de dados precisa e segura.
O software Optima™ é o cérebro por trás do sistema, combinando os dados coletados com um modelo estrutural de última geração do poço e do riser de perfuração para processar e interpretar os dados. Ao fazer isso, a solução estabelece limites operacionais, alertas e alarmes para manter as operações seguras, além de fornecer uma interface para visualização de dados em tempo real.
Recentemente, foi concedido um prêmio durante a Offshore Technology Conference (OTC) pelo uso da combinação de âncoras em Blowout Preventers (BOP) com análise de colunas em tempo real. Este prémio ilustra o interesse do mercado em soluções que acrescentem benefícios económicos e de segurança às operações de perfuração e completação offshore, em particular, de acordo com o comunicado oficial da conferência, esta conquista permitiu a utilização de unidades de perfuração posicionadas dinamicamente, substituindo unidades ancoradas tradicionalmente utilizadas para as operações em baixas profundidades. Nesse sentido, a Wood e a 4Subsea estão trabalhando neste desenvolvimento, tentando eliminar as restrições de profundidade da água associadas às condições ambientais para o uso de unidades operadas em posicionamento dinâmico.
“Os Sensores de Monitoramento Inteligente da 4Subsea tratam de soluções práticas para desafios offshore complexos. Eles fornecem insights importantes que geram economia de custos, aumentam a longevidade dos ativos e apoiam operações sustentáveis. Nosso foco é fornecer benefícios tangíveis aos nossos clientes, garantindo que suas operações sejam lucrativas e seguro.” – Marcio Alencar – Country Chief da 4Subsea.
A aplicação do sistema de monitoramento contínuo não se limita apenas à indústria de petróleo e gás. Com a crescente transição para fontes de energia mais limpas, como a energia eólica offshore, a capacidade de monitorar movimentos e cargas nos equipamentos, compreendendo as condições ambientais das operações, torna-se ainda mais crítica para o caminho para a descarbonização. O sistema pode desempenhar um papel fundamental na avaliação das condições submarinas para projetos de energias renováveis, contribuindo para a expansão deste setor em direção a um futuro mais sustentável.
2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil
O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.
Venha iluminar o caminho conosco e ser uma parte integral de um evento marcante e alinhe sua marca aos líderes e pioneiros do setor.
Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável.
Garanta a sua participação! Será um prazer receber você neste evento memorável.
Empresa se tornará operadora dos ativos e ampliará sua produção e presença na Bacia de Santos.
A Enauta, uma das principais empresas brasileiras independentes de óleo e gás do país, fechou contrato com a Petrobras para a aquisição de 100% dos campos de petróleo e gás de Uruguá e Tambaú, na Bacia de Santos, por US$ 10 milhões. A transação inclui a infraestrutura de transporte de gás que os conectam até o campo de Mexilhão.
Do valor total, US$3 milhões serão desembolsados na assinatura dos contratos. Outros US$7 milhões, na conclusão da operação.
A aquisição abre uma nova frente de negócios para a Enauta: o desenvolvimento de campos maduros, com a possibilidade de revitalização da produção, que ganhará com a operação focada de uma das principais companhias brasileiras independentes e que possui sinergias operacionais na região.
O negócio representa um marco na diversificação de negócios da companhia. “A Enauta fez a aquisição de um conjunto de ativos aos quais pode agregar valor, ampliando seu portfólio. A sua localização na Bacia de Santos, perto de Atlanta e Oliva, permite a criação de um cluster operacional e a captura de sinergias”, afirma o CEO, Décio Oddone.
Aquisição do FPSO Cidade de Santos – Uruguá e Tambaú produzem petróleo e gás natural por meio do FPSO Cidade de Santos, também adquirido pela Enauta junto à Modec. O valor total da transação é de US$48,5 milhões, sendo US$7,2 milhões desembolsados na assinatura do contrato, com o saldo no momento do fechamento. A operação está diretamente relacionada à aquisição dos campos de Uruguá e Tambaú.
A unidade possui capacidade de produção de 25 mil barris de óleo e 10 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia, além de poder estocar 700 mil barris.
Em relação às aquisições, Décio Oddone afirma que a empresa vem trabalhando com afinco para buscar oportunidades que permitam o aumento da produção e da geração de caixa. Esses negócios estão alinhados com a estratégia de concretizar aquisições a preços competitivos, com disciplina financeira, buscando melhorar a alocação de capital e o retorno para os acionistas.
Os campos estão localizados a cerca de 80 km a oeste da locação do FPSO Atlanta e a cerca de 65 km do campo de Oliva, otimizando o compartilhamento de recursos e logística, trazendo ganhos para a Companhia em estratégia e escala;
Em 2023, os campos registraram produção média diária de 5,4 mil barris de petróleo e 353 mil metros cúbicos de gás natural, com pico de produção de 15 mil barris de petróleo em 2015 e de 2,65 milhões de metros cúbicos de gás natural em 2016. Nos últimos cinco anos, a produção média foi de aproximadamente 7,4 mil barris de óleo equivalente por dia.
Infraestrutura – A infraestrutura de escoamento de gás natural inclui duto de 178 km com capacidade de 10 milhões de metros cúbicos denominado Uruguá-Mexilhão, que conecta o FPSO Cidade de Santos ao ramal de Mexilhão da Rota 1 e à unidade de processamento de gás natural de Caraguatatuba.
As aquisições são fruto também do desempenho da área financeira da Companhia, que buscou maior proximidade com os agentes de mercado, estruturou emissões de debêntures e avançou em medidas para redução de custos.
A conclusão das transações está sujeita à satisfação de condições precedentes, dentre elas a capacidade operacional da plataforma e a aprovação dos órgãos competentes.
2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil
O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.
Venha iluminar o caminho conosco e ser uma parte integral de um evento marcante e alinhe sua marca aos líderes e pioneiros do setor.
Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável.
Garanta a sua participação! Será um prazer receber você neste evento memorável.
Operação deve incrementar a produção da companhia em 8 mil barris de óleo equivalente por dia
A Enauta, uma das principais empresas independentes de óleo e gás do país, anunciou a compra de 23% dos campos de petróleo e gás de Abalone, Ostra e Argonauta, que integram o Parque das Conchas, na Bacia de Campos. A fatia representa a totalidade da participação detida pela Qatar Energy Brasil. A transação tem um valor total de US$ 150 milhões, sendo US$15 milhões desembolsados na sua assinatura e o saldo, ajustado ao fluxo de caixa do período, pago em três parcelas após a sua aprovação pelas autoridades.
O Parque das Conchas tem participação de 50% da Shell, que é a operadora, e de 27% da indiana ONGC. A produção está distribuída entre 25 poços produtores conectados à plataforma afretada FPSO Espírito Santo. Os campos têm período de concessão previsto atualmente para 2032. A produção atual é de cerca de 35 mil barris de óleo equivalente por dia e média de 28 mil barris de óleo equivalente por dia no primeiro semestre de 2023. A participação da Enauta corresponde a cerca de 8 mil barris de óleo equivalente.
O CEO da empresa, Décio Oddone, ressalta que a Enauta é a única empresa brasileira independente do setor que desenvolve do zero um projeto de grande porte em águas profundas, que é o Sistema Definitivo de Atlanta. “Não tenho dúvidas de que podemos aproveitar a capacitação que temos hoje, neste novo ativo. O Parque das Conchas oferece complementaridade ao Polo de Atlanta na comercialização de petróleo em termos de qualidade e logística, nas tecnologias aplicadas na produção, assim como sinergias nas oportunidades de expansão previstas para os próximos anos”, completa Oddone.
A aquisição faz parte da estratégia da Enauta para expansão de seu portfólio com custos de produção competitivos, ampliando a eficiência de alocação de capital e o retorno sobre o capital empregado ajustado ao risco.
A conclusão da negociação está sujeita a condições precedentes, em especial, a aprovação do Conselho de Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Na semana passada, a Enauta já havia anunciado a compra dos campos de Uruguá e Tambaú, na Bacia de Santos, do FPSO Cidade de Santos e da infraestrutura de escoamento de gás. Segundo Oddone, essas aquisições vão aumentar a escala e diversificar as operações da Companhia, representando passos importantes na ampliação do portfólio da Enauta e na geração de valor para os seus acionistas.
2ª Edição do Maior evento sobre FPSOs do Brasil
O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.
Venha iluminar o caminho conosco e ser uma parte integral de um evento marcante e alinhe sua marca aos líderes e pioneiros do setor.
Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável.
Garanta a sua participação! Será um prazer receber você neste evento memorável.
MATÉRIA DE CAPA: Petroleiras vão às compras por Flávia Vaz
ENTREVISTA EXCLUSIVA: Daniel Moura, CEO e um dos cofundadores da Pix Force – Pix Force – A força das inteligências que se aliam por Julia Vaz;
ARTIGO: Combustíveis na reforma tributária por Edison Carlos Fernandes, doutor em Direito pela PUC/SP, professor da FGV e sócio do Fernandes, Figueiredo, Françoso e Petros Advogados;
Plataforma P-32 da Petrobras adquirida pela Gerdau chega ao Estaleiro Rio Grande para ser desmantelada;
OceanPact assina contrato de R$ 485 milhões com a Petrobras para inspeções de ancoragem de FPSOs por três anos;
Sonda Hunter Queen faz sua primeira operação no Brasil;
Prysmian ganha contrato de € 100 milhões com a Petrobras;
Delegação brasileira visita FPSO da Yinson em obras de conversão em Dubai;
EPIC/Unicamp renova parceria com a Equinor;
Petrobras conclui leilão de venda da plataforma P-33 com destinação sustentável;
Navio-sonda que fará a perfuração de poço da Petrobras na Margem Equatorial segue para o Rio Grande do Norte;
MODEC contrata Seatrium para projeto de fabricação de módulos topside de FPSO em Angra dos Reis no Rio de Janeiro;
SLB inaugura obras de expansão de sua base operacional de Fluidos de Perfuração no Porto do Açu;
Prefeitura do Rio e Ocyan assinam parceria público-privada que beneficiará Casa da Juventude do Centro;
Petrobras contrata PXGEO para mais um trabalho de pesquisa no país;
FPSO Pioneiro de Libra completa seis anos de produção;
Gerdau vence leilão para desmantelamento sustentável da plataforma P-33 da Petrobras.
Clique aqui e veja também, nossas edições anteriores.
Mais de 200 empregos serão gerados no processo, que levará um ano para desmontar 44 mil toneladas da embarcação; sucata gerada será utilizada na produção de aço da Gerdau no estado.
A plataforma P-32 chegou ao Estaleiro Rio Grande, onde será desmantelada ao longo dos próximos 12 meses. A embarcação, que fazia parte do sistema de produção da Petrobras e foi arrematada em leilão pela produtora de aço Gerdau em julho, é a maior unidade marítima a passar por esse processo no país, em um novo modelo de destinação sustentável da petrolífera.
A operação para a chegada a P-32 foi bastante complexa, envolvendo mais de 50 profissionais, entre pessoas a bordo da embarcação, dos navios de praticagem e equipes em solo. Foram necessários mais de dois meses de preparação para realizar a movimentação, que contou com a participação da Portos RS, da Marinha do Brasil e da Praticagem da Barra.
“É um trabalho extremamente complexo. Estamos falando de uma plataforma com mais de 40 mil toneladas, exigindo muito rigor para que tudo ocorresse de forma segura. Agradecemos muito a parceria de todos os órgãos que fizeram parte dessa movimentação”, celebra Ricardo Ávila, diretor operacional da Ecovix, proprietária do Estaleiro.
FIMI Drone Camera
A P-32 ocupará boa parte do dique seco do local, que é o maior da América Latina. Durante os próximos 30 dias, a unidade começará a ser preparada para o início efetivo do corte das estruturas, que acontecerá com o dique vazio.
Reciclagem verde
A P-32 é a primeira unidade da Petrobras a seguir o novo modelo de reciclagem sustentável de plataformas da Petrobras, que acompanha todas as etapas do trabalho, desde o recebimento até a destinação final dos resíduos. “Esse modelo pioneiro reforça o compromisso internacional da empresa com a sustentabilidade e a transição energética justa. Além disso, o marco representa a criação de novas oportunidades para a cadeia econômica nacional, gerando valor para a sociedade”, afirma o diretor de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras, Carlos Travassos.
A plataforma foi adquirida em leilão pela Gerdau, maior empresa brasileira produtora de aço, que contratou a Ecovix para o desmantelamento. Na parceria estabelecida, a desmontagem das estruturas ocorrerá no estaleiro. Na sequência, a Gerdau utilizará a sucata metálica gerada como matéria-prima para produção de aço em sua unidade de Charqueadas (RS). Outros materiais serão enviados para descarte seguro e correto, com praticamente 100% da unidade sendo reciclada.
A Gerdau é a maior recicladora de sucata metálica da América Latina, transformando mais de 11 milhões de toneladas de material em aço anualmente, e cerca de 71% do aço produzido pela companhia é proveniente do processo de reciclagem. “Essa iniciativa é pioneira na indústria brasileira do aço e contribuirá para que a empresa siga sendo uma referência na produção de aço com baixa pegada de carbono. Uma das fontes de geração de sucata metálica é o desmantelamento de plataformas como a P-32 e de navios, o que permite com que um volume importante destes materiais seja retirado dos mares brasileiros e transformados em novos produtos de aço, uma vez que o aço é um item infinitamente e 100% reciclável”, afirma Carlos Vieira, diretor de matéria-prima e florestas da Gerdau.
Retomada consistente
O trabalho coroa os esforços de retomada da Ecovix que, nos últimos anos, vem diversificando suas atividades, com destaque para os reparos de embarcações. Vários trabalhos foram realizados desde 2021, com destaque para a sonda ODN I, da Foresea, que mobilizou mais de 700 pessoas neste ano.
“Estamos avançando de forma muito responsável, levando nossa expertise para diversos setores da área naval e contribuindo para a geração de empregos e renda para todo o Sul do Rio Grande do Sul”, enfatiza Robson Passos, diretor-presidente do Grupo Ecovix.
Para o desmantelamento da P-32, serão mais de 200 postos de trabalho gerados, com possibilidade de ampliação nos próximos meses.
FIMI Drone Camera
P-33 chegará em 2024
A P-32 chega a Rio Grande no momento em que foi anunciado mais um avanço na estratégia da reciclagem da Gerdau: a empresa venceu, no fim de novembro, o leilão da plataforma P-33, que também será desmantelada no Estaleiro Rio Grande.
A embarcação, que era utilizada no Campo de Marlim, na Bacia de Campos, tem aproximadamente 337m de comprimento, 54,5m de largura e cerca de 45 mil toneladas. A Gerdau utilizará a sucata metálica gerada como matéria-prima para a produção de aço na unidade industrial de Charqueadas (RS), enquanto outros materiais, não metálicos, serão descartados corretamente, alcançando praticamente 100% de reciclagem da unidade.
A P-33 deve chegar ao estaleiro em meados de 2024 e, assim como na P-32, o desmantelamento levará cerca de um ano, com a geração de 200 empregos. “São notícias muito positivas, que dão um novo impulso ao Polo Naval do Rio Grande, trazendo ótimas perspectivas para toda a região”, comemora o prefeito do Rio Grande, Fábio Branco.
2ª Edição do Maior evento de FPSOs do Brasil
O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.
Venha iluminar o caminho conosco e ser uma parte integral de um evento marcante e alinhe sua marca aos líderes e pioneiros do setor.
Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável.
Garanta a sua participação! Será um prazer receber você neste evento memorável.
No 4º ciclo da Oferta Permanente de Concessão realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), no Rio de Janeiro, a Shell Brasil Petróleo Ltda (Shell), subsidiária da Shell plc, arrematou 29 blocos na Bacia de Pelotas, 26 em parceria com a Petrobras (operadora) e três em consórcios formados com a Petrobras (operadora) e a CNOOC Petroleum. O bônus de assinatura total será de aproximadamente R$ 171 milhões, dos quais R$ 51 milhões são referentes à participação de 30% da Shell nesses projetos.
Com 110 anos de presença no Brasil, a Shell foi a primeira empresa internacional a produzir petróleo em escala comercial no país após o fim do monopólio estatal no final dos anos 1990. Com as aquisições desses novos blocos, a Shell terá participação em 68 contratos de óleo e gás no Brasil.
2ª Edição do Maior evento de FPSOs do Brasil
O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.
Venha iluminar o caminho conosco e ser uma parte integral de um evento marcante e alinhe sua marca aos líderes e pioneiros do setor.
Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável.
Garanta a sua participação! Será um prazer receber você neste evento memorável.
A Yinson Production, uma subsidiária da empresa de infraestrutura e tecnologia de energia Yinson Holdings, com sede em Kuala Lumpur, recebeu dignitários do Brasil, que visitaram um navio flutuante de produção, armazenamento e transferência (FPSO), destinado a trabalhar no campo da Enauta no Brasil.
No início de dezembro de 2023, vários dignitários – Rui Costa, Chefe de Gabinete da Casa Civil, Alexandre Silveira, Minas e Energia, e Silvio Costa Filho de Portos e Aeroportos – foram dar uma olhada no FPSO Atlanta da Yinson, que está atualmente sendo convertido no Dubai Drydocks World. Após a conclusão, a embarcação será implantada no campo da Enauta em Atlanta e operada na Classe ABS.
“A Yinson Production teve a honra de receber os delegados, pois a visita é um reconhecimento positivo da importância do projeto para o Brasil e para os setores envolvidos. Estamos ansiosos pela próxima fase do projeto e pela chegada do FPSO ao campo de Atlanta”, disse o player malaio.
A Yinson Production explica que a delegação foi orientada pela gerente do site do FPSO Atlanta da Enauta, Maria Eduarda Pessoa, juntamente com o gerente de projetos do FPSO Atlanta, Scott Bendiksen, e a gerente de operações do FPSO Atlanta, Helene Stefanac Walther.
Décio Oddone , presidente da Enauta, comentou: “A visita da delegação governamental nos honra muito e é um reconhecimento da importância do projeto para o setor e para o Brasil, contribuindo para a geração de empregos e renda”.
Segundo Enauta, importantes equipamentos estão sendo fabricados no Brasil e serão instalados quando a unidade chegar ao país. A nova embarcação deverá chegar ao campo de Atlanta no primeiro trimestre de 2024 e fará parte da Fase I de desenvolvimento de Atlanta.
Em julho de 2023, a Enauta revelou a intenção de Yinson de comprar o FPSO Atlanta por meio da compra da totalidade das ações da AFPS, proprietária do navio. O player brasileiro assinou contrato com a Yinson para a conversão da unidade de produção existente – adquirida em fevereiro de 2022 – para que o FPSO pudesse ser utilizado para o Full Development System (FDS) do campo de Atlanta nos mesmos termos especificados na carta de intenções (LoI) de dezembro de 2021 .
Prevê-se que este FPSO esteja totalmente operacional em meados de 2024, com seis poços de produção. Com capacidade para processar 50 mil barris de petróleo por dia, o FPSO Atlanta tem capacidade para 140 mil barris de água por dia, 20 MW de geração de energia e 1,6 milhão de barris de petróleo em capacidade de estoque.
O campo de Atlanta produz desde 2018 por meio de Sistema de Produção Antecipada (EPS), composto por três poços interligados ao FPSO Petrojarl I. Após a recente recertificação, este FPSO deverá continuar a operar no campo até a entrada do FDS em 2024 com seis poços, chegando a dez poços em 2029.
Localizado no bloco BS-4, na Bacia de Santos , em lâmina d’água de 1.500 metros, o campo de Atlanta é operado pela Enauta Energia, subsidiária integral da empresa, que também detém 100% de participação neste ativo.
2ª Edição do Maior evento de FPSOs do Brasil
O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.
Venha iluminar o caminho conosco e ser uma parte integral de um evento marcante e alinhe sua marca aos líderes e pioneiros do setor.
Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável.
Garanta a sua participação! Será um prazer receber você neste evento memorável.
Equipamento adquirido pela PRIO conclui intervenção em Frade, campo que passou por importante campanha de revitalização em 2023, e irá operar em Wahoo em breve.
A sonda semissubmersível de sexta geração Hunter Queen, que faz parte dos ativos da PRIO desde julho de 2022, concluiu sua primeira operação este mês no campo de Frade. O equipamento tem capacidade de perfurar em lâmina de água de até 3 mil metros e poços de até 10 mil, podendo realizar também operações de manutenção e melhorias que sejam necessárias em todos os campos offshore da companhia. “A primeira operação da sonda foi um sucesso. Concluímos uma intervenção no poço MUP3B em Frade, um passo importante na viabilização de mais um poço produtor no campo”, explica Leandro Brandão, gerente de Ativos de Projetos da PRIO.
A aquisição do equipamento fez parte da estratégia de eficiência da companhia, além de elevar o nível de segurança dos colaboradores e a preservação do meio ambiente, por possuir tecnologias mais modernas e eficazes. O ativo, além de contar com tecnologia de ponta, segue o padrão de qualidade de todas as operações da PRIO no que tange ambientação, padrão de cozinha, sistemas de reaproveitamento de recursos, conforto das acomodações e ambiente comuns e academia nova para colaboradores e terceiros.
“A sonda será utilizada em todos os nossos campos a partir de agora, seja para perfuração ou manutenção de poços e da produção. Ela terá um papel estratégico no início da operação do campo de Wahoo, que tem prevista a perfuração de quatro poços produtores e dois injetores a ser iniciada no primeiro semestre de 2024”, conta Francisco Francilmar Fernandes, diretor de Operação da companhia. “A compra do equipamento foi uma decisão importante que nos apoiará com estabilidade, autonomia e flexibilidade em nossa operação, nos protegendo também das flutuações do mercado”, complementa o diretor.
Saiba mais sobre o campo de Frade, onde a sonda está
O campo de Frade acabou de passar pela 2° fase da campanha de revitalização concluído também em novembro, e registrou um aumento de produção de mais de 250% desde sua aquisição. Como resultado da iniciativa, foi possível diminuir 70% da emissão de dióxido de carbono (CO2) e ampliar em até 30% o fator de recuperação desse ativo. Entre as iniciativas que viabilizaram esse aumento estão a alta performance e segurança das operações de construção dos novos poços, a otimização da instalação dos equipamentos do sistema submarino, revamp no sistema de injeção de água e melhorias no gerenciamento dos reservatórios. No momento, ele está passando por mais alguns estudos que poderão definir uma nova onda de revitalização.
A produção média deste campo no último trimestre foi de 56,6 kbpd e ele é responsável por 55% da produção da PRIO. Em 2024, este campo será interligado via 35km de tie-back com o novo ativo de Wahoo, que tem potencial estimado em 40kbbl/d.
Prazer, PRIO
Somos a maior empresa independente de óleo e gás do Brasil, pioneira na recuperação e aumento da vida útil de campos em produção. Criada em 2015 e com ativos localizados na Bacia de Campos, temos foco na excelência e na busca por eficiência operacional, priorizando a segurança das operações e o zelo com as pessoas e com a preservação do meio ambiente.
Carioca, a PRIO tem um propósito que supera o O&G: extraímos o melhor da nossa energia para transformar o mundo em um lugar mais eficiente. Além disso, buscamos transformar a sociedade por meio do incentivo ao esporte, à cultura e à preservação do meio ambiente.
2ª Edição do Maior evento de FPSOs do Brasil
O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.
Venha iluminar o caminho conosco e ser uma parte integral de um evento marcante e alinhe sua marca aos líderes e pioneiros do setor.
Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável.
Garanta a sua participação! Será um prazer receber você neste evento memorável.
A Prysmian garantiu um contrato no valor de mais de € 100 milhões com a Petrobras para o fornecimento de umbilicais e tubos de aço.
Pelo contrato, a Prysmian fornecerá 170 quilômetros de umbilicais eletro-hidráulicos em águas profundas e os serviços especializados offshore e logísticos relacionados.
Os tubos de aço para águas profundas e os umbilicais termoplásticos serão projetados, produzidos, testados e entregues no período 2024-2027 pelo Centro de Especialidades Offshore de excelência para tecnologias dinâmicas da Prysmian em Vila Velha, Brasil.
“Este prêmio confirma a confiança mútua e o relacionamento de longa data entre a Petrobras e o Grupo Prysmian, pois é o mais recente de vários projetos desenvolvidos para a empresa de energia brasileira”, disse Detlev Waimann, CCO Projetos BU do Prysmian Group. “Este contrato destaca ainda mais o caminho conjunto empreendido para uma utilização mais segura e eficiente dos recursos.”
A Prysmian afirmou ainda que nos últimos anos investiu na expansão de seus ativos industriais na planta de Vila Velha e em suas opções de entrega logística, bem como em todo o seu processo de geração de valor ponta a ponta, desde a modelagem de P&D até serviços offshore, para melhor atender às necessidades dos clientes, oferecendo soluções de cabos tecnologicamente avançadas.
A empresa italiana assinou recentemente um contrato no valor de cerca de 850 milhões de euros para fornecer os sistemas de cabos para o projeto de desenvolvimento da rede Eastern Green Link 1 (EGL1) entre a Escócia e a Inglaterra.
2ª Edição do Maior evento de FPSOs do Brasil
O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.
Venha iluminar o caminho conosco e ser uma parte integral de um evento marcante e alinhe sua marca aos líderes e pioneiros do setor.
Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável.
Garanta a sua participação! Será um prazer receber você neste evento memorável.