OceanPact assina contrato de R$485 milhões com a Petrobras para inspeções de ancoragem de FPSOs por três anos

Embarcação MPSV Austral Abrolhos está mobilizada com ROV capaz de realizar operações complexas em profundidades de até 3 mil metros de profundidade.

A OceanPact, empresa brasileira que desenvolve e implanta soluções nas áreas de meio ambiente, serviços submarinos e apoio logístico e engenharia, venceu um processo licitatório e assinou contrato com a Petrobras para realizar as inspeções de ancoragem de FPSOs e plataformas semi-submersíveis da companhia até 2026.

O contrato de aproximadamente R$ 485 milhões, resultado de processo competitivo ganho pela proposta da OceanPact, prevê a inspeção dos sistemas de ancoragem de plataformas, totalizando cerca de 1.500 quilômetros de linhas de amarração e 600 elos.

Tanto a inspeção quanto a limpeza dos sistemas são requisitos regulatórios exigidos pelas sociedades classificadoras e servem como um dos mecanismos de controle de segurança operacional das plataformas.

A embarcação que será usada pela OceanPact para essa atividade será o Austral Abrolhos, um MPSV (Multi Propose Support Vessel) que estará mobilizado com o veículo de operação remota, ROV (Remotely Operated Vehicle) do tipo Work Class. Além de ser construído para operações submarinas e possuir um guindaste para atividades de até 2.000 metros de profundidade, o Austral Abrolhos possui capacidade para transportar água, óleo diesel, fluidos de perfuração, peças e componentes, dentre outros insumos destinados às plataformas. A embarcação também é equipada com equipamentos de resposta a emergência.

Já este ROV Work Class, fabricado pela norueguesa Kystdesign, é equipado com sistemas de câmera de alta resolução, diversos sensores e ferramentas, e opera em até 3.000 metros de profundidade.

Fundada em 2007, a OceanPact oferece serviços para estudo, proteção, monitoramento e uso sustentável do mar, do litoral e dos recursos marinhos para clientes de diversos setores da economia, como energia, mineração, telecomunicações, portuário e navegação, com destaque para o setor de óleo e gás.

2ª Edição do Maior evento de FPSOs do Brasil

O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.

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EPIC/Unicamp renova parceria com a Equinor

Outra linha de pesquisa será criada, além das três já existentes, para o desenvolvimento de projetos de P&D que otimizem a eficiência e produção do petróleo em reservatórios brasileiros offshore. 

O EPIC (Centro de Inovação em Produção de Energia) renovou sua parceria com a Equinor por mais cinco anos para a realização de projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). Trata-se de um centro de pesquisas em energia, sediado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), cujo objetivo é desenvolver soluções inovadoras para otimizar a eficiência e produção do petróleo em reservatórios brasileiros offshore do pré-sal e do pós-sal.

A Equinor e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), junto à Unicamp, apoiam e colaboram no desenvolvimento de pesquisas no centro. No total, serão investidos cerca de R$ 102,5 milhões no programa ao longo de 10 anos, sendo o investimento compartilhado entre Equinor (R$ 70 milhões) e Fapesp (R$ 32,5 milhões), com a contrapartida da Unicamp.

O EPIC conta com a apoio do Centro de Estudos de Energia e Petróleo (CEPETRO) e de várias unidades parceiras da Unicamp (Faculdade de Engenharia Mecânica; Instituto de Geociências; Instituto de Computação; Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo; Faculdade de Tecnologia; Centro de Estudos de Energia e Petróleo), além da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).

Em 2019, o EPIC iniciou a primeira fase da parceria com a Equinor desenvolvendo atividades focadas em três linhas de pesquisa: Otimização da Produção utilizando Modelos de Simulação de Reservatórios; Otimização da Produção – Elevação Artificial e Garantia de Fluxo; e Caracterização e Modelagem Geológica. “Nesta segunda fase, será criada uma nova linha pesquisa com o objetivo de integrar os projetos das demais”, afirma o diretor científico do EPIC, Denis Schiozer.

“Os primeiros cinco anos do EPIC geraram uma série de resultados de grande relevância para a Equinor e para o setor. Os projetos atingiram diferentes níveis de prontidão tecnológica e agora o objetivo é fazer com que os mais relevantes alcancem o TRL 4”, ressalta Juliana Finoto Bueno, coordenadora e membro do Comitê Executivo do Programa EPIC.

“A Equinor considera extremamente importante a geração de conhecimento e soluções através do desenvolvimento de competência qualificada em parcerias com universidades, fornecedores e colaboradores internacionais. Através das diferentes perspectivas oferecidas por essas colaborações, podemos promover discussões produtivas e encontrar soluções inovadoras para os desafios do setor”, afirma Andrea Achoa, gerente de P,D&I da Equinor Brasil.

Desde a década de 1970, a Equinor tem feito parcerias com universidades na Noruega e em outros países onde atua, com foco em atividades estratégicas para ambas as partes. No Brasil, a empresa vem construindo relacionamentos sólidos com universidades e pesquisadores, sendo que o programa com o EPIC é o maior do país.

O Centro de Estudos de Energia e Petróleo (CEPETRO) é um centro de pesquisa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com mais de 35 anos de história, focado em petróleo, gás, energias renováveis e transição energética. Instalado, atualmente, em cinco prédios com mais de 5 mil metros quadrados de área, possui dez laboratórios próprios e conta com mais de 350 pesquisadores. Além de executar projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D), o CEPETRO presta serviços técnicos e de consultoria, forma recursos humanos altamente qualificados e promove a disseminação do conhecimento. Seus projetos de P&D são financiados por empresas, fundações e agências governamentais de fomento à pesquisa. O CEPETRO é um dos maiores captadores de recursos via cláusula de PD&I da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

2ª Edição do Maior evento de FPSOs do Brasil

O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono. À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.

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Petrobras conclui leilão de venda da plataforma P-33 com destinação sustentável

Unidade da Bacia de Campos é a segunda a seguir novo modelo de reciclagem de embarcações.

Foi concluído o leilão de venda da plataforma P-33. A unidade da Bacia de Campos será a segunda a seguir o novo modelo de destinação sustentável de embarcações da Petrobras, assim como aconteceu com a P-32. A empresa vencedora foi a GERDAU S/A, em parceria com o estaleiro ECOVIX.

O edital de venda, que teve como foco o mercado nacional, reafirma o compromisso da Petrobras com as melhores práticas ASG (Ambiental, Social e Governança) da indústria mundial. A reciclagem de mais essa unidade no país amplia a oportunidade do Brasil se firmar no segmento de reciclagem sustentável de embarcações como um player mundial, com consequente efeito multiplicador para a economia e a indústria nacional.

Em 2024, a Petrobras seguirá sua trajetória em busca de se tornar uma empresa de referência global em descomissionamento, com foco em sustentabilidade, segurança e respeito ao meio ambiente e às pessoas, reforçando o seu compromisso com a transição energética justa.

Após a quitação do lance vencedor, a GERDAU S/A apresentará o plano de reciclagem da plataforma, incluindo todas as etapas, do recebimento da unidade até a destinação final dos resíduos. A execução do plano será acompanhada de perto pela Petrobras, a fim de garantir o cumprimento de práticas de segurança, meio ambiente, saúde e responsabilidade social, de forma sustentável e auditável, ao longo de todo o processo.

O estaleiro ECOVIX possui licença de operação para a atividade de desmontagem e plano de contingência e emergência para garantir as melhores práticas de segurança do trabalho.

Projeto de Revitalização de Marlim e Voador

A plataforma P-33 é uma das dez unidades que produziam nos campos de Marlim e Voador, na Bacia de Campos, e estão sendo substituídas pelos novos FPSO Anna Nery e Anita Garibaldi, que compõem o Projeto de Revitalização dos campos. As duas novas plataformas têm capacidade de produzir, em conjunto, até 150 mil barris por dia (bpd).

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Navio-sonda que fará a perfuração de poço da Petrobras na Margem Equatorial segue para o Rio Grande do Norte

Perfuração do poço Pitu Oeste, na Bacia Potiguar, iniciará ainda em dezembro.

O navio-sonda responsável pela perfuração do poço de Pitu Oeste partiu ontem (05/12) do Rio de Janeiro em direção à locação no Rio Grande do Norte. A perfuração, prevista para começar ainda em dezembro na concessão BM-POT-17, marcará o retorno da Petrobras à Margem Equatorial, que se estende do Rio Grande do Norte ao Amapá ao longo da costa brasileira.

A Petrobras recebeu do IBAMA, em outubro de 2023, a licença de operação para perfuração de poços exploratórios, em águas profundas da Bacia Potiguar, na Margem Equatorial brasileira, conforme relatado em nota publicada na Agência Petrobras de Notícias: https://agencia.petrobras.com.br/pt/negocio/petrobras-obtem-licenca-ambiental-para-perfuracao-na-bacia-potiguar-na-margem-equatorial-brasileira-02-10-2023/

No âmbito da mesma Licença ambiental, a Petrobras planeja perfurar o poço Anhangá, na concessão POT-M-762, a 79km da costa do estado do Rio Grande do Norte e próximo ao poço Pitu Oeste.

“Em nosso Plano Estratégico 2024-2028 está previsto o investimento de US$ 3,1 bilhões em investimentos em atividades exploratórias na Margem Equatorial. Esse esforço já dá a medida da confiança em que depositamos no potencial dessa faixa do litoral brasileiro, muito promissora e fundamental para garantirmos a segurança energética do país”, explicou Jean Paul Prates, presidente da Petrobras.

Pitu Oeste será o terceiro poço da concessão BM-POT-17 e a previsão é de que a sua perfuração dure de 3 a 5 meses. O último poço dessa concessão foi perfurado em 2015. A sonda contratada pela Petrobras estava na Baía de Guanabara para limpeza de casco e abastecimento.

“O poço de Pitu Oeste significa a retomada de nossas atividades na Margem Equatorial e uma campanha exploratória na qual acreditamos, pois expandirá ainda mais as atividades da Petrobras para o nordeste e o norte e ajudará a financiar a nossa transição energética”, declarou Joelson Falcão Mendes, diretor de Exploração e Produção da Petrobras.

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Petrobras lança novo canal de negócios

Novo portal foi apresentado aos clientes em evento no Rio de Janeiro.

Fazer negócios com a Petrobras vai ficar mais fácil. Nesta sexta-feira (01/12), a empresa apresentou, no Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (Cenpes), o seu novo canal de relacionamento para negócios. O Canal Cliente Petrobras é o portal de comércio eletrônico onde os clientes podem realizar e acompanhar todo o processo comercial, operacional e financeiro.

A ferramenta oferece diversos serviços, como notas fiscais eletrônicas, títulos em cobrança, saldo e movimentações financeiras, pedidos e alterações, agendamento e acompanhamento de entregas (rodoviárias, dutoviárias, marítimas), certificados de qualidade de produto, informações de preços, condições gerais de venda, relatórios de pedidos e retiradas de produtos, entre outros.

O novo canal usa tecnologia de inteligência artificial, chatbot e outras facilidades em nuvem. O objetivo é garantir maior agilidade aos processos de marketing, vendas e atendimento ao cliente. Segundo o diretor de Comercialização, Logística e Mercados da Petrobras, Claudio Schlosser, a ferramenta vai permitir uma maior integração de sistemas e processos, além de trazer mais transparência, rastreabilidade e facilidades para a jornada do cliente: “Estamos investindo para uma melhor gestão comercial e atuação no mercado. O novo canal aprimora a capacidade analítica e a qualidade das decisões e, para o usuário, proporciona uma melhor experiência e praticidade”.

Para gerir seus clientes no novo canal, a Petrobras contratou a Plataforma 360 da Salesforce, líder mundial em CRM.  “Como uma das maiores empresas de energia do mundo, a Petrobras lança um canal escalável para prover uma melhor experiência com o cliente. A inteligência artificial preditiva da Salesforce, já contribui com a classificação dos chamados, ajudando os agentes a resolverem os pedidos dos clientes mais rapidamente”, aponta Carlos Cotrim, vice-presidente de vendas da Salesforce.

O canal pode ser acessado aqui.

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Petrobras instala sensor para medições de vento no campo de Pescada (RN)

Os litorais do Ceará e do Espírito Santo também receberão equipamentos para avaliação do potencial de instalação de projetos eólicos.

A Petrobras instalou um sensor LiDAR (Light Detection and Ranging) na plataforma PPE-1A, no campo de Pescada (RN). Essa foi a segunda plataforma do estado a receber o equipamento, capaz de medir a velocidade e a direção do vento, entre outras variáveis meteorológicas. Os estudos são essenciais para a implantação de projetos eólicos offshore, e a empresa pretende instalar ao todo seis LiDARs nos estados do Rio Grande do Norte, Ceará e Espírito Santo. O sensor óptico LiDAR utiliza feixes de laser para medir a velocidade e direção do vento, de 10 a 300 metros de altura, gerando dados compatíveis ao ambiente de operação das turbinas eólicas.

“Instalar sensores em nossas plataformas agiliza e diminui os custos para o mapeamento do potencial eólico da região definida. Os dados obtidos com essas campanhas, por sua vez, auxiliarão a tomada de decisão sobre a implantação de projetos”, afirma o diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras, Maurício Tolmasquim.

Os sensores LIDAR serão alimentados por módulos fotovoltaicos ou pelos sistemas de energia próprios das plataformas.

“Os equipamentos integram novas campanhas de medição eólica, que serão realizadas, em águas rasas, ao longo de três anos. Os dados, que já começaram a ser coletados, são enviados ao nosso Centro de desenvolvimento de Pesquisas e Inovação, o Cenpes, a fim de   permitir uma avaliação detalhada de diferentes áreas do país com alto potencial para desenvolvimento de parques eólicos offshore”, analisa o diretor de Engenharia Tecnologia e Inovação, José Carlos Travassos.

Pesquisas

A plataforma de Pescada (PPE1-A), do tipo jaqueta fixa, situada em lâmina d’água de 16 m e a cerca de 28 quilômetros do litoral, foi a segunda plataforma a receber o sensor. A primeira da série foi a plataforma fixa PAG-2, no campo de Agulha, no final de agosto.

Também está em curso, desde 2020, uma campanha de medição por LiDAR na Plataforma de Rebombeio Autônoma  (PRA-1), na Bacia de Campos. A PRA-1 está instalada em local com cerca de 100 m de profundidade, a 90 km do litoral. As medições na PRA-1 permitirão aprimorar o conhecimento das características de longo prazo do vento, em uma região com muitas sinergias com as atividades de Exploração e Produção da companhia.

Simultaneamente, a Petrobras aperfeiçoa uma tecnologia inédita no Brasil para medição de ventos, desenvolvida pelo seu centro de pesquisas, a Boia Remota de Avaliação de Ventos Offshore (Bravo), fruto de parceria com o SENAI/ISI-ER e SENAI/ISI-SE.

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MODEC contrata Seatrium para projeto de fabricação de módulos topside de FPSO em Angra dos Reis no Rio de Janeiro

O Estaleiro BrasFELS, membro da Seatrium Limited, com sede em Cingapura, antiga Sembcorp Marine Ltd antes da fusão com a Keppel Offshore & Marine Limited, ganhou um contrato com a Offshore Frontier Solutions Pte. Ltd, uma empresa do Grupo MODEC, para realizar partes da fabricação de módulos topside de uma embarcação flutuante de produção, armazenamento e descarga (FPSO) para um projeto de gás e condensado do pré-sal operado pela Equinor.

De acordo com Seatrium, a fabricação dos módulos topside do FPSO é para o projeto Raia, que é operado pela Equinor em nome do consórcio, e marca a oitava colaboração de projeto entre BrasFELS e MODEC, refletindo a parceria de longa data que as duas organizações têm desfrutado por mais de uma década.

Marlin Khiew, vice-presidente executivo de Petróleo e Gás (Américas), Seatrium, comentou: “Temos o prazer de fazer parceria com a MODEC em mais um projeto de fabricação de módulos topside de FPSO, afirmando a posição da Seatrium como um player global líder em novas construções e conversões de FPSO. Ao longo dos anos, aproveitamos nossa profunda experiência em engenharia, presença em pátios internacionais e forte histórico para entregar mais de 260 unidades de produção flutuantes (FPU) e conversões e novas construções de FPSO, solidificando nossa liderança de mercado neste segmento de produtos.”

Além disso, o escopo de trabalho do FPSO compreende a fabricação de três módulos: unidade de recuperação de vapor/flare knockout (VRU/ FLARE KO), separação e estabilização de óleo, e circulação da linha de fluxo e sistemas de medição e utilidades. O projeto será executado pelo estaleiro BrasFELS da Seatrium, localizado em Angra dos Reis, Rio de Janeiro, e tem início previsto para o primeiro trimestre de 2024.

Quando concluído, o FPSO terá capacidade para processar 126 mil barris de petróleo por dia (bopd) e 16 milhões de metros cúbicos de gás por dia, com capacidade de armazenamento de 2 milhões de barris de petróleo bruto. Este FPSO será implantado na gigantesca área do pré-sal na parte sul da Bacia de Campos, a aproximadamente 200 quilômetros da costa do Rio de Janeiro. O primeiro projeto entre BrasFELS e MODEC foi a fabricação e integração de módulos topside para o FPSO Cidade de São Paulo, em fevereiro de 2011.

Este anúncio ocorre depois que a Saipem divulgou dois novos contratos offshore no valor de aproximadamente US$ 1,9 bilhão para trabalhos nas Américas. Um desses acordos é com a Equinor para o desenvolvimento do campo Raia. Graças à premiação, o navio lançador de dutos da Saipem – Castorone – irá trabalhar no Brasil.

Em setembro de 2023, a Equinor apresentou à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) as declarações de comercialidade e planos de desenvolvimento de dois campos de gás natural – Raia Manta e Raia Pintada – na concessão BM-C-33. A gigante norueguesa, como operadora, detém uma participação de 35% neste bloco enquanto a Repsol Sinopec Brasil e a Petrobras detêm 35 e 30% de participação, respectivamente.

Além disso, o conceito de desenvolvimento selecionado abrange um FPSO capaz de processar gás e óleo/condensado para atender às especificações de vendas sem processamento adicional em terra. O início do projeto está previsto para 2028. Este deverá ser o primeiro projeto do Brasil a tratar o gás offshore e ser conectado à rede nacional sem processamento adicional onshore.

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Petrobras contrata PXGEO para mais um trabalho de pesquisa no país

A PXGEO ganhou um novo contrato com a Petrobras para uma pesquisa 4D OBN.

Este levantamento deverá ser adquirido em lâminas d’água de até 2.200 m com duração aproximada de 7 meses.

Segundo a PXGEO, o levantamento 4D OBN será realizado na Bacia de Santos.

Isso ocorre meses depois que a empresa garantiu um levantamento 3D OBN na Bacia de Campos em lâmina d’água de 2.300 metros.

A empresa também conquistou em março de 2023 contrato com o consórcio Sépia para realização de levantamento OBN na Bacia de Santos.

Além disso, a PXGEO fez recentemente um pedido à Saab para a entrega de mais de 20 veículos subaquáticos autônomos (AUVs) por um valor de aproximadamente 53,3 milhões de euros.

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FPSO Pioneiro de Libra completa seis anos de produção

Primeira embarcação a realizar Teste de Longa Duração e Sistemas de Produção Antecipada no campo de Mero, no pré-sal, ativo da Altera&Ocyan deve produzir 120 milhões de bbl até 2029. 

O FPSO Pioneiro de Libra (PDL), ativo da joint-venture Altera&Ocyan, acaba de completar seis anos de operação, no mesmo ano em que o Pré-sal brasileiro celebra dezessete anos de sua descoberta. Desde o primeiro óleo, em 2017, o navio-plataforma, responsável pelo Teste de Longa Duração (TLD) e pelos Sistemas de Produção Antecipada (SPA) no bloco de Libra, já produziu mais de 68 milhões de bbl de óleo.

Ao longo do período, o FPSO Pioneiro de Libra processou 4.6 bilhões m3 de gás, dos quais parte foi consumido na unidade de produção e o restante reinjetado no reservatório. Atualmente, o PDL vem alcançando recordes, atingindo a taxa de produção diária de mais de 50 mil bbl/dia e uma eficiência operacional anual de acima de 98%, próximo ao recorde de 99.85%, registrado em 2020. Além disso, a unidade registrou 1.744 dias sem a ocorrência de acidentes com afastamento, o que reforça o comprometimento da Altera&Ocyan com os mais rígidos padrões de segurança.

Marcelo Marques Nunes, diretor-geral da Altera&Ocyan, destaca a intensidade e complexidade das operações que ocorrem ininterruptamente, incluindo os períodos de manutenção programada: “Operar com inúmeras atividades simultâneas, envolto por diferentes fontes de energia e sob os mais elevados padrões normativos, representam um desafio constante, que nos exige atitude, precisão e resiliência”. Para superar os desafios inerentes à gestão offshore, o executivo destaca que a companhia reuniu uma equipe de profissionais altamente qualificados, que contribuem para o sucesso do PDL.

Para Thales Moran, gerente de Operações do FPSO Pioneiro de Libra, a embarcação se prepara para escrever um novo capítulo de conquistas: “É uma honra fazer parte da equipe do FPSO Pioneiro de Libra e, de forma tão significativa, contribuir para a história do Pré-sal brasileiro, um marco que impulsionou o país e a produção de óleo e gás”, reforça Moran.

Em 2023, a Altera&Ocyan implementou um programa abrangente de Planejamento, Manutenção & Integridade, além de iniciativas de otimização de processos, mapeamento de riscos operacionais e uso da escuta ativa para se obter precisão na tomada de decisão. Para 2024, a companhia quer aperfeiçoar a cultura de alta performance e disciplina operacional, com segurança, integridade e foco nas pessoas.

O navio-plataforma é a primeira embarcação a produzir no Campo de Mero, no Bloco de Libra, uma das maiores reservas do pré-sal brasileiro, localizado em águas ultra profundas na Bacia de Santos, a cerca de 190 km da costa do estado do Rio de Janeiro, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A unidade faz parte de um programa robusto do Bloco de Libra, que visa a obter informações para definir a melhor estratégia de desenvolvimento de toda a área.

O cliente Consórcio de Libra, com a Petrobras como operadora. realiza Testes de Longa Duração (TLD) e Sistemas de Produção Antecipada (SPA) para obtenção de dados robustos e confiáveis sobre o reservatório. Inicialmente o FPSO Pioneiro de Libra foi instalado na região de Mero 2 na porção Central do campo e, em 2021, realocado para a região de Mero 4 na porção Norte, onde se encontra atualmente. O navio-plataforma conta com um sistema de ancoragem do tipo Turret, que facilita as mudanças de locação e reforça a versatilidade do ativo.

Desde a produção do primeiro óleo, estima-se que o FPSO Pioneiro de Libra tenha contribuído para a geração de mais de 2 mil empregos diretos e indiretos, em regime onshore e offshore.

Reconhecimento em inovação e sustentabilidade

Pioneiro no campo de Mero, o ativo também se destaca em tecnologia e inovação, onde recebeu, em 2019, através da Petrobras, um dos mais renomados prêmios da indústria de petróleo e gás, concedido pela edição brasileira da Offshore Technology Conference (OTC Brasil): o Distinguished Achievement Awards. O reconhecimento foi dado pelo conjunto de inovações implantadas para o Teste de Longa Duração (TLD), no pré-sal da Bacia de Santos.

O FPSO Pioneiro de Libra tem sido também um celeiro do Programa Ocyan Waves, que fomenta parcerias contínuas com startups. Dentre as principais, destacam-se iniciativas de digitalização de checklists e inspeções regulatórias; a integração de dados do sistema SCADA para monitoramento em tempo real das operações e, mais recentemente, a aplicação de tecnologia não intrusiva e sensoriamento para detecção de vazamento de válvulas de gás.

No âmbito da sustentabilidade, em 2023, o FPSO Pioneiro de Libra realizou o alinhamento do segundo banco de membranas para remoção de gás carbônico, propiciando a redução da emissão de até 12 mil toneladas de CO2 por ano na atmosfera.

Ainda no mesmo ano, a unidade tornou-se autossuficiente na produção de água potável para uso industrial, através do retrofit da unidade de produção de água por osmose reversa, aumentando a capacidade de geração original de 50 para 480 m3 por dia.

Destaca-se também a operação pioneira com uso de “óleo morto”, produzido pelo poço produtor e estocado em um tanque de carga para utilização em operações de bull heading, em substituição ao uso convencional de óleo diesel.

Parceria Altera&Ocyan

O FPSO Pioneiro de Libra é propriedade da joint venture entre a empresa brasileira Ocyan e a empresa com raízes norueguesas Altera Infrastructure (50/50) e tem contrato a serviço do consórcio de Libra, que opera o campo unitizado de Mero, formado pelas empresas Petrobras (Operadora, com 38,6%), TotalEnergies (19,3%), Shell Brasil (19,3%), CNPC (9,65%), CNOOC (9,65%) e Pré-Sal Petróleo (PPSA) (3,5%), como representante da União na área não contratada.

A construção do PDL foi iniciada no final de 2014 no estaleiro Jurong, em Cingapura. Ao longo de pouco mais de dois anos, aproximadamente quatro mil pessoas foram envolvidas no projeto, incluindo as atividades no estaleiro, com mais de 19 milhões de homens/horas trabalhadas, sem registro de nenhum acidente de trabalho com afastamento. A parceria com a Altera Infrastructure foi iniciada em 2011 com o projeto de construção do FPSO Cidade de Itajaí, com capacidade de produção de 80 mil bbl/dia.

Dados técnicos do FPSO Pioneiro de Libra:

• O FPSO (Floating Production Storage and Offloading) é um tipo de navio utilizado pela indústria de óleo & gás para a produção, armazenamento e escoamento da produção por navios aliviadores e/ou gasodutos.
• Operação: 12 anos de contrato de afretamento e serviço com a Petrobras – Teste de Longa Duração e Sistemas de Produção Antecipada no Bloco de Libra
• Local de operação: Bacia de Santos
• Capacidade de produção: 50.000 bbl/dia e compressão e reinjeção de 4,000,000 Sm3/dia de gás associado
1. Profundidade para operação: Lâmina d´água de até 2.400 metros.

2ª Edição do Maior evento de FPSOs do Brasil

O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono.

À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.

Venha iluminar o caminho conosco e ser uma parte integral de um evento marcante e alinhe sua marca aos líderes e pioneiros do setor.

Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável.

Garanta a sua participação! Será um prazer receber você neste evento memorável.

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Inscreva-se para os dois dias da conferência: https://lnkd.in/dGGtxxMF

Acesse o site do evento e veja como foi a 1º edição: https://fpsosexpor.com.br/

Nos vemos no Rio! 🇧🇷

Yokogawa América do Sul celebra 50 anos de atividades no Brasil e na América do Sul com soluções inovadoras rumo às operações autônomas

Empresa pretende dobrar vendas na região até 2026.

A Yokogawa América do Sul, subsidiária da Yokogawa Electric Corporation, multinacional japonesa fornecedora de soluções de automação industrial, comemora um importante marco na sua história: 50 anos de atuação no Brasil e na América do Sul. Fundada em Tóquio em 1915, a Yokogawa é reconhecida mundialmente por fornecer soluções avançadas de medição, controle e informação para clientes em diversos setores industriais, com uma rede global de 129 empresas em 60 países.

Rumo às Operações Autônomas

A Yokogawa América do Sul está comemorando 50 anos de história com um extenso portfólio de soluções e tecnologias inovadoras em medição e controle para a indústria, visando um futuro brilhante rumo as operações autônomas. A empresa está focada em expandir seus negócios nos setores farmacêutico e de alimentos e bebidas com novas soluções e dobrar as vendas na região até o ano fiscal de 2026.

De acordo com o presidente e CEO, Marco Figueira, nos últimos anos foi possível observar novas tendências de mercado de acordo com cada segmento e o aumento significativo nas buscas por novas soluções. Em um modo geral, soluções tecnológicas que visam a transformação digital e manufatura inteligente, incluindo inteligência artificial, serviços remotos e em nuvem, robótica, sensores inteligentes e cibersegurança tiveram um aumento na procura entre os principais clientes, principalmente para projetos de novas plantas industriais. A busca por serviços de consultoria, dos quais a Yokogawa passou a entregar para o mercado após a aquisição da KBC, também passou a fazer parte dessa tendência de mercado por novas soluções.

“Além dos nossos tradicionais serviços, prestamos consultoria para melhorar o desempenho de nossos clientes em indústrias tradicionais como de óleo e gás, petroquímica e química, com foco principalmente em soluções de otimização energética e redução de emissões de gases. Também estamos investindo fortemente na entrega de serviços em nuvem para apoiar a área operacional das plantas, com monitoramento e diagnóstico preventivo de falhas remotas de equipamentos, utilizando soluções para transformação digital como Sushi Sensor, uma solução sem fio para IoT industrial, e soluções wireless”, explica Figueira.

Para atender as indústrias diante desse cenário, a Yokogawa continuará abordando atividades focadas na inovação com a aplicação eficaz de tecnologias digitais, possibilitando a transição para operações autônomas.

Soluções de monitoramento de barragens e florestas/culturas por satélite, analisadores de imagens de partículas, soluções em nuvem e negócios recorrentes que minimizam os custos iniciais para os clientes também são potenciais importantes para a região.

50 Anos de excelência em automação industrial

No Brasil, a Yokogawa iniciou suas atividades em 1973, trazendo tecnologia japonesa de ponta para o mercado nacional. Desde então, a empresa tem sido pioneira no fornecimento de soluções de automação industrial, incluindo instrumentação de teste, medição e controle de processos industriais. Ao longo dos anos, a Yokogawa expandiu sua atuação pela América do Sul, consolidando-se como sede regional em 1995. Hoje, concentra no Brasil a fabricação de medidores elétricos, linhas de instrumentação, sistemas de controle de processos, engenharia, treinamento de clientes e laboratório de calibração.

Atualmente possui uma área de mais de 8.000m² em Alphaville, São Paulo, incluindo planta de produção, escritório comercial e administrativo, setor de estoque, além de áreas de engenharia de sistemas, assistência técnica, manutenção e facilities. Na América do Sul, a empresa também possui escritórios na Argentina, Chile, Colômbia e Peru.

Contribuições para a Indústria Brasileira

A Yokogawa tem desempenhado um papel fundamental no avanço da indústria brasileira, fornecendo soluções de medição, controle e informação para diversos setores, incluindo petróleo e gás, químico, petroquímico, siderúrgico, energia, papel e celulose, saneamento, entre outros.

Em linha com os seus três objetivos para a sustentabilidade, a empresa agora atende clientes através dos seus negócios de Energy & Sustainability, Materials, Life e Y-Products, e nos últimos anos expandiu suas operações para setores emergentes, como energia renovável, farmacêutico e alimentos e bebidas.

Grandes empresas do setor de celulose e papel como Bracell, Eldorado, Suzano, Cenibra e Klabin possuem em suas fábricas a tecnologia de medição e controle da Yokogawa. A empresa possui um centro interno de excelência focado em atender as mais diversas demandas de automação industrial do segmento, desde grandes e complexos projetos de CAPEX até projetos de OPEX e manutenção, com gestão comercial dedicada para centralizar todas as demandas, área de preparo para montagem de gabinetes e painéis e uma equipe completa de especialistas da Yokogawa para atendimento, engenharia, logística e serviços, garantindo qualidade durante todo o ciclo de vida da planta do cliente.

Compromisso com a Sustentabilidade

A Yokogawa estabeleceu “Três objetivos” para alcançar uma sociedade sustentável até 2050 em relação a emissões líquidas zero, bem-estar e uma economia circular, e definiu metas ambiciosas em seis áreas nas quais pode contribuir para esses objetivos através dos seus negócios. A empresa também está comprometida em reduzir o consumo de energia e as emissões em suas operações locais. As diversas iniciativas ESG que a empresa tem vindo a tomar estão no seu Relatório de Sustentabilidade.

Crescimento Durante a Pandemia e Além

Mesmo durante o período desafiador da pandemia da COVID-19, a Yokogawa América do Sul registrou um crescimento significativo em relação a 2019. A empresa adaptou-se rapidamente às novas exigências do mercado, implementando modelos de trabalho remoto e prestando suporte remoto aos clientes. As indústrias de papel e celulose e petroquímica foram algumas das áreas que apresentaram crescimento durante a pandemia e contribuíram para o bom resultado da empresa no período.

Sobre a Yokogawa

A Yokogawa fornece soluções avançadas nas áreas de medição, controle e informação para clientes em uma ampla gama de indústrias, incluindo energia, produtos químicos, materiais, produtos farmacêuticos e alimentos. A Yokogawa aborda as questões dos clientes relativas à otimização da produção, dos ativos e da cadeia de abastecimento com a aplicação eficaz de tecnologias digitais, permitindo a transição para operações autônomas.

Fundada em Tóquio em 1915, a Yokogawa continua a trabalhar em prol de uma sociedade sustentável através dos seus mais de 17.000 funcionários numa rede global de 129 empresas espalhadas por 60 países.

2ª Edição do Maior evento de FPSOs do Brasil

O mercado de FPSOs está aquecido e em expansão, à crescente demanda de projetos no país impulsiona a realização da 2ª edição do evento: Brasil – Epicentro Global de FPSOs, no Rio de Janeiro – que acontece nos dias 17 e 18 de junho de 2024. O evento contará com os principais tomadores de decisão que se reúnem para impulsionar a atividade e apoiar a transformação digital dos FPSOs enquanto reduz a pegada de carbono.

À medida que a maré do progresso se eleva, sua organização pode ser a onda que impulsiona a inovação na indústria de FPSOs.

Venha iluminar o caminho conosco e ser uma parte integral de um evento marcante e alinhe sua marca aos líderes e pioneiros do setor.

Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável.

Garanta a sua participação! Será um prazer receber você neste evento memorável.

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Seja um Expositor: expositor@fpsosexpor.com.br

Inscreva-se para os dois dias da conferência: https://lnkd.in/dGGtxxMF

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