Petrobras vai investir R$ 3,5 bilhões na Bahia nos próximos anos

Companhia inaugura Universidade Corporativa em Salvador e prevê mais investimentos em patrocínios culturais, sociais e ambientais e novos poços no estado.

Quando esteve na Bahia, em março, na sua primeira passagem pelo estado como presidente da Petrobras, Jean Paul Prates garantiu que a companhia ficaria no Nordeste e ainda iria reforçar os investimentos locais. Na sexta-feira (06/10), em cerimônia na Casa Baluarte, no antigo bairro do Santo Antônio Além do Carmo, em Salvador, além de celebrar o aniversário de 70 anos da maior empresa brasileira, o presidente reforçou a promessa, anunciou investimentos de R$ 3,5 bilhões no estado nos próximos anos, a perfuração de 35 poços e a inauguração do polo da Universidade Petrobras na Torre Pituba, na capital baiana, no próximo dia 11/10.

Em seu discurso, Prates reafirmou o compromisso de fortalecer a atuação regional da Petrobras, tanto na produção, quanto em outras atividades, a exemplo da Gerência de Comunicação Digital que ficará em Salvador. “Como disse antes, a Petrobras fica na Bahia. Ampliaremos os investimentos regionais em patrocínios culturais, sociais e ambientais, seguiremos produzindo petróleo aqui e vamos intensificar pesquisas científicas locais. Vamos não só retomar a Universidade Petrobras na Bahia, como vamos priorizar o retorno das equipes regionais para transformação da realidade local”, garantiu.

No evento, que também teve as presenças da diretoria executiva da Petrobras, do vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior, do senador Jaques Wagner, entre outras autoridades governamentais, empregados, entidades sindicais e parceiros convidados, o presidente da Petrobras apontou ainda para onde a empresa deve seguir nos próximos anos. “Ainda estamos no primeiro ano de uma gestão que acredita na perenidade da Petrobras e no seu papel como protagonista do desenvolvimento nacional. Nesse caminho, temos o compromisso de conduzir o Brasil à transição para uma matriz energética mais ampla e sustentável, com justiça energética e justiça social para todas e todos”, destacou Prates.

Em vídeos e participações artísticas de nomes como Ilê Aiyê, Lazzo, Balé Folclórico da Bahia, a atleta do Time Petrobras BGirl e rodas de capoeira, a cerimônia contou a história do petróleo e da empresa, misturou passado e futuro e as expectativas de longevidade produtiva. Do alto do Santo Antônio Além do Carmo, o pôr-do-sol iluminava a Cidade Baixa, distante pouco mais de 6 km do bairro do Lobato, de onde jorrou o primeiro petróleo brasileiro na década de 1930, Prates lembrou do potencial da Petrobras para o desenvolvimento do país.

Para ele, a Petrobras chega aos 70 anos com uma missão tão firme quanto em sua fundação. Assim como em 1953, é uma companhia que protagoniza mudanças e transformações fundamentais para a nação. “A sociedade exige, cada vez mais, uma variedade de fontes energéticas que possibilite a redução das emissões de carbono e um equilíbrio ambiental fundamental para o futuro do planeta. O Nordeste tem essa vocação para as energias renováveis, como solar, eólica e de hidrogênio”, disse o presidente Jean Paul Prates.

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Petrobras investe R$ 279 milhões em parada programada de manutenção na Reduc

Serviços na Refinaria Duque de Caxias, na baixada Fluminense (RJ), devem gerar cerca de 2.300 postos.

A Petrobras iniciou, no último dia (02/10), parada de manutenção em seis unidades de Produção de Lubrificantes (Trem 1) da Refinaria Duque de Caxias (Reduc). A companhia está investindo R$ 279 milhões, previstos no Plano Estratégico 2023-27, com o objetivo de preservar a integridade dos equipamentos e a segurança, restabelecer as capacidades operacionais e aumentar a eficiência no processo produtivo, melhorando o desempenho global da refinaria.

Segundo o gerente geral da refinaria, Luís Cláudio Michel, “o objetivo principal é garantir a segurança das pessoas e a confiabilidade dos ativos, assim como tornar a produção mais eficiente, inclusive com ganhos ambientais, em linha com o Plano Estratégico da Petrobras”.

Com duração de, aproximadamente, dois meses, serão realizados serviços de manutenção, inspeção e substituição de peças e equipamentos em unidades de produção de lubrificantes, atendendo a todos os requisitos em relação à segurança das pessoas envolvidas e ao meio ambiente. Para isso, foram contratadas empresas especializadas que atuarão nas frentes de trabalho, gerando cerca de 2.300 postos de trabalho temporários, dos quais cerca de 92% ocupados por de mão de obra da região.

De acordo com o diretor de Processos Industriais e Produtos da Petrobras, William França, “a Petrobras investe hoje no refino para aperfeiçoar a eficiência e a capacidade operacional dos ativos, pensando também no amanhã. A modernização dos equipamentos é condição para o desempenho global das refinarias”.

Contratos de abastecimento não serão afetados

A Reduc tem capacidade para processar, diariamente, 38 milhões de litros de petróleo e é responsável por cerca de 80% da produção nacional de lubrificantes. A parada programada de manutenção não afetará o abastecimento desses produtos ao mercado. “Além de contarmos com um segundo bloco de produção de lubrificantes que continuará operando durante a manutenção no Trem 1, nosso planejamento sempre prevê a formação de estoques prévios às paradas e, durante a sua realização, atuamos de forma integrada com as áreas comercial e de logística para garantir o atendimento aos nossos clientes”, conclui o gerente geral da refinaria, Luís Cláudio Michel.

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MODEC investe em tecnologia e inovação

Felipe Baldissera, diretor da MODEC e da Shape, participou de painel durante a Rio Innovation Week, no Rio de Janeiro.

A MODEC, líder global em soluções de produção offshore de petróleo e gás, marcou presença na terceira edição da Rio Innovation Week, maior evento de tecnologia e inovação da América Latina, realizada no Pier Mauá, no Rio de Janeiro. O diretor da MODEC e vice-presidente de energia da Shape, Felipe Baldissera, foi um dos painelistas no Energy Hub Summit, no painel “Desafios e Oportunidades no Setor de Óleo e Gás”.

O Energy Hub Summit foi o palco para discussões aprofundadas sobre o papel do óleo e gás no futuro da matriz enérgica, as mudanças e avanços tecnológicos nessa indústria e à transição para fontes de energia renováveis e alternativas. Os painelistas destacaram a importância crítica de abordar esses desafios de forma inovadora e colaborativa para impulsionar a sustentabilidade no setor.

“A indústria de óleo e gás seguirá importante no mix energético nas próximas décadas, porém, com uma constante transformação de foco estratégico, não sendo mais um mercado de commodities clássico com foco em menores custos e maior produção. Além de ter o menor custo para a extração de petróleo, as empresas precisam reduzir emissões, serem mais sustentáveis, além de um contínuo foco em eficiência operacional, uso de recursos e segurança. Como chegamos a esse objetivo? Por meio da aplicação de tecnologia, inovação contínua e colaboração”, afirmou Baldissera.

O executivo mostrou como a empresa vem trabalhando constantemente com inovação nas suas operações.

“Há mais de seis anos, a MODEC em parceria com a Shape Digital, investe no uso de inteligência artificial em suas operações, antes mesmo da hype mais recente de generative AI. Nosso foco sempre foi muito centrado em ganho de performance, redução de falha dos equipamentos e aumento de segurança operacional. O uso de dados e AI segue continuamente expandindo e evoluindo, cada vez com resultados melhores. Menos falhas e maior controle e gestão operacional significa menor custo, menos manutenção corretiva, menor demanda de recursos offshore e logística, maior segurança para nossas equipes, além de uma operação mais sustentável naturalmente.”, disse.

Para o executivo, a participação da MODEC na Rio Innovation Week reflete o compromisso da empresa em promover a inovação e o desenvolvimento sustentável no setor de óleo e gás. “Foi possível mostrar o que temos feito e a forma que temos navegado as demandas da indústria e da sociedade, investindo em novas tecnologias e inovação. É muito importante participar de um evento central e cada vez mais relevante. O Brasil é um país com tantas potencialidades e o Rio de Janeiro é um polo potencial de tecnologia e inovação”, afirmou Baldissera.

O executivo da MODEC ressaltou a resposta positiva do público presente, que lotou o espaço durante o painel.

“Tivemos uma resposta muito positiva e uma interação muito boa do público. As pessoas querendo ouvir mais do que falamos no painel e querendo se conectar à MODEC, é uma demonstração da relevância que temos nesse mercado”, afirma Baldissera, que completou: “Estamos sempre trabalhando para seguir na vanguarda, pensando fora da caixa, pensando à frente, para seguir desenvolvendo nosso negócio cada vez melhor e expandir para outros soluções”, finalizou.

Sobre a MODEC 

A MODEC é líder global no segmento de construção, afretamento e operação de plataformas para produção de óleo e gás. Com mais de 50 anos de história e quase duas décadas em mares brasileiros. Atualmente, a MODEC opera 14 plataformas de Petróleo e Gás e possui outras duas unidades em construção para o país. São mais de 3,000 empregados atuando no Brasil.


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Bureau Veritas inspeciona volume recorde de combustível no Porto do Itaqui, Maranhão

Em apenas cinco dias, Grupo atestou a qualidade de 135 mil toneladas de diesel S10 e supervisionou o descarregamento do combustível para tanques de terra e outros três navios.

O Bureau Veritas, líder mundial em testes, inspeções e certificações (TIC), inspeciona volume recorde de combustível no Porto do Itaqui, em São Luís, no Maranhão. O Grupo foi responsável por atestar a qualidade de mais de 135 mil toneladas de diesel S10, produzido nos Emirados Árabes e transportado para o Brasil no petroleiro Zumbi dos Palmares. Devido à dimensão da carga, o conteúdo precisou ser distribuído entre o terminal do porto e outras três embarcações, demandando operação logística três vezes maior que o habitual.

“Esta foi uma operação inédita para o Porto do Itaqui e exigiu um alto nível de planejamento. Como o Bureau Veritas atua em outros 14 grandes portos brasileiros, nossa equipe foi capaz de executar a inspeção de todos os tanques dos navios e tanques de terra e também a supervisão de quatro descargas simultâneas, com máxima eficiência e segurança”, afirma Guilherme Cauduro, diretor de Agronegócios, Food & Commodities do Bureau Veritas.

O Grupo atuou por cinco dias ininterruptos para atestar a qualidade e o volume comercializado na maior importação de diesel da história do Norte | Nordeste brasileiro. Em operações corriqueiras nos portos da região, a carga inspecionada costuma ser de 40 a 50 mil toneladas, e demanda cerca de três dias para ser finalizada. O Bureau Veritas concluiu em apenas cinco dias, a análise e descarga das 135 mil toneladas transportadas pelo Zumbi dos Palmares, o equivalente a 1,7% das importações do combustível em 2023.

As amostras coletadas de cada um dos 13 tanques do petroleiro foram analisadas nos próprios laboratórios do Bureau Veritas, em São Luís e Santos, seguindo os critérios estabelecidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Entre os aspectos verificados, estão densidade, octanagem, teor de enxofre, transparência e impurezas. À medida que os laudos eram emitidos, atestando a qualidade informada, iniciou-se o processo de descarga do combustível. Parte do combustível, 55 mil toneladas, foi armazenado nos terminais do próprio Porto de Itaqui, enquanto os navios Pine Meadow, Endless Summer e Sergio Buarque de Holanda, receberam 40 mil, 11 e 18 mil toneladas, respectivamente.

O Porto do Itaqui é um dos mais importantes do Brasil, com localização estratégica para os mercados de origem e de destino, como Europa, América do Norte e Canal do Panamá. O Bureau Veritas atua no Porto do Itaqui há mais de 20 anos, sendo responsável por inspecionar embarque e desembarque de diferentes commodities, como grãos, minérios, fertilizantes, combustíveis e gás natural.

Sobre o Grupo Bureau Veritas

Com receita global de 5,7 bilhões de euros, o Bureau Veritas é líder mundial em Teste, Inspeção e Certificação (TIC). Fundado em 1828, o Grupo está presente em 140 países, atendendo mais de 400 mil clientes. São 80 mil colaboradores localizados em mais de 1.600 escritórios e laboratórios pelo mundo, sendo mais de 6 mil profissionais no Brasil. O Bureau Veritas oferece um portfólio completo de serviços e soluções inovadoras para garantir que ativos, produtos, infraestrutura e processos atendam aos padrões e regulamentações de qualidade, saúde e segurança, proteção ambiental e responsabilidade social.

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Petrobras comemora 70 anos com evento na Bahia

Como parte das comemorações dos 70 anos da Petrobras, o presidente da maior companhia brasileira, Jean Paul Prates, e a diretoria executiva realizam cerimônia na Bahia, estado onde foi descoberta a primeira jazida de petróleo do país. O evento acontece na próxima sexta-feira (06/10), às 17h, na Casa Baluarte, no Santo Antônio Além do Carmo, em Salvador. O evento contará ainda com a divulgação do vídeo da campanha dos 70 anos da companhia, apresentações artísticas e a participação de funcionários que fizeram parte da trajetória da empresa, além de autoridades.

SERVIÇO:
Comemoração dos 70 anos da Petrobras
Data: 6 de outubro, sexta-feira
Horário: 17h
Local: Casa Baluarte
Endereço: Ladeira do Baluarte, 20, Santo Antônio Além do Carmo, Salvador

Credenciamento:
Profissionais de imprensa interessados em acompanhar o evento devem informar veículo, nome, RG, CPF, e-mail e telefone para imprensa@petrobras.com.br com o assunto CREDENCIAMENTO PETROBRAS 70 ANOS NA BAHIA até 12h de quarta-feira (04/10).

SEMINÁRIO: BRASIL – EPICENTRO GLOBAL DE FPSOs – 1º Simpósio Nacional sobre plataformas flutuantes de produção (FPSOs). O evento organizado pela Revista digital Oil & Gas Brasil e apoio da AIF Consulting Partners será realizado na vibrante cidade do Rio de Janeiro. Nos dias 30 e 31 de outubro de 2023 na Ventura Corporate Tower, no Rio de Janeiro!

📣 Este evento reunirá expoentes da indústria que estão à frente na prestação de serviços integrados Floating Production Storage and Offloading (FPSO), incluindo líderes de mercado como Modec, SBM, Ocyan, Yinson e BW Offshore.

📣 Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável. Verifique em anexo a programação do evento e a lista de temas que serão abordados.

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Estatal instala monumento em Macaé em comemoração aos seus 70 anos

Equipamento fundamental em atividades submarinas, a árvore de natal molhada é um símbolo do pioneirismo da Bacia de Campos na exploração de águas profundas.

Como parte das comemorações pelos seus 70 anos, a Petrobras inaugurou um monumento no Trevo da Rodovia Amaral Peixoto, na Praia Campista, próximo à Base Imbetiba, onde funciona a maior parte dos escritórios e atividades operacionais da companhia em Macaé, estado do Rio de Janeiro.

Participaram do descerramento o Gerente Geral da Unidade de Negócio de Exploração e Produção da Bacia de Campos, Alex Murteira Célem; o prefeito de Macaé, Welberth Rezende, entre outras autoridades.

Em seu discurso, o Gerente Geral da unidade destacou o simbolismo deste monumento, uma vez que o equipamento era utilizado no Campo de Marlim, um dos primeiros a passarem pelo projeto de revitalização. “Amanhã a Petrobras completa 70 anos e Bacia de Campos sempre foi pioneira nas inovações para a nossa indústria no Brasil. O Campo de Marlim, de onde foi extraído esse equipamento, é extremamente importante, porque nele a gente desenvolveu as principais tecnologias presentes hoje. Aqui em Macaé está um dos principais polos tecnológicos e essa energia de vocês está simbolizada nesse monumento”, disse.

Já o prefeito de Macaé, Welberth Rezende falou da importância da Petrobras no desenvolvimento econômico e social do município e agradeceu pelas décadas de parceria entre a estatal e o município. “Se Macaé hoje vive esse momento de pleno desenvolvimento é porque, lá trás, a Petrobras tomou a decisão estratégica de investir aqui. Se passamos de uma bucólica vila de pescadores para a cidade sede dos principais investimentos do Estado, tudo isso devemos à Petrobras. Esse momento é o símbolo da resiliência e trabalho de uma empresa que tanto fez pela gente e tanto faz pelo Brasil. Que venham mais 70 anos! “, disse.

Árvore de Natal Molhada

Esse equipamento submarino simboliza a expansão das fronteiras da Petrobras, pois representa o início da exploração em águas profundas, cujo marco ocorreu na Bacia de Campos no campo gigante de Marlim.

Esta árvore de natal molhada foi instalada em novembro de 2001, no poço 7-MRL-104D-RJS. O poço teve pico de produção de 17,5 mil barris por dia, alcançando uma produção acumulada de 40,2 milhões de barris.

O campo de Marlim foi descoberto em 1985. O piloto de produção e seu desenvolvimento tiveram início em 1991, chegando a ter 10 unidades operando simultaneamente. Este ano, algumas dessas unidades estão sendo substituídas pelos FPSOs Anna Nery e Anita Garibaldi, um grande marco na revitalização do campo dessa empresa desbravadora.

Marlim é um dos campos com maior produção acumulada da companhia. Várias tecnologias e inovações foram testadas e implementadas ao longo da trajetória desse campo, levando à Petrobras a ganhar alguns prêmios OTC (Offshore Technology Conference), o Oscar da indústria de petróleo e gás.

A árvore de natal molhada (ANM) é um sistema complexo, seguro e inteligente de válvulas, instalado no leito marinho, em poços submarinos. Ela tem esse nome devido à sua aparência ramificada, com várias válvulas, conexões e tubulações que se assemelham a uma árvore de natal decorada, com enfeites. Sua função principal é controlar o fluxo de petróleo ou gás natural a partir do poço submarino.

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Petrobras obtém licença ambiental para perfuração na Bacia Potiguar, na Margem Equatorial brasileira

Poço a ser perfurado permitirá melhor avaliação da viabilidade e da extensão de descoberta realizada na mesma área em 2013.

A Petrobras recebeu, a licença ambiental do Ibama para perfuração de dois poços exploratórios no bloco marítimo BM-POT-17, em águas profundas da Bacia Potiguar, na Margem Equatorial brasileira. O primeiro poço será perfurado a 52 km da costa.

A perfuração está prevista para ser iniciada nas próximas semanas, após a chegada da sonda na locação. Com a pesquisa exploratória, a companhia pretende obter mais informações geológicas da área para avaliar a viabilidade econômica e a extensão da descoberta de petróleo realizada em 2013 no poço de Pitu. Não há produção de petróleo nessa fase.

“Estamos muito otimistas e entusiasmados com a retomada de novos projetos pela Petrobras. A Margem Equatorial brasileira apresenta expressivo potencial petrolífero e será fundamental para o futuro da companhia, garantindo a oferta de petróleo necessária para o desenvolvimento do país e financiamento da transição energética”, disse Jean Paul Prates.

A Petrobras atendeu a todos os requisitos e procedimentos solicitados pelo IBAMA, em cumprimento e zelo pelo rigor que esse tipo de licenciamento ambiental exige. Como última etapa de avaliação, a companhia realizou, entre os dias 18 e 20/9, um simulado in loco, denominado Avaliação Pré-Operacional (APO), por meio do qual o Ibama comprovou a capacidade da Petrobras de dar resposta imediata e robusta a um evento acidental envolvendo vazamento de petróleo.

A companhia não realizava uma Avaliação Pré-Operacional desde 2013, quando obteve a primeira licença para a mesma área, em Pitu. “Durante esse exercício simulado, pudemos demonstrar a atuação de todos os recursos informados ao Ibama durante o processo de licenciamento ambiental. Ao longo de uma década, evoluímos muito e aprimoramos continuamente nossa capacidade de resposta a emergências. Estamos ainda mais bem preparados para atuar na resposta e muito seguros também da nossa atuação na prevenção a acidentes, para evitar que esses recursos precisem ser utilizados”, informou Flaubert Machado, gerente Executivo de Saúde, Meio Ambiente e Segurança da Petrobras.

No total, foram mobilizadas mais de 1000 pessoas, quatro aeronaves, cinco ambulâncias, 70 veículos terrestres e mais de 60 embarcações para as ações de simulação de contenção e recolhimento de petróleo, proteção costeira e de monitoramento, resgate e atendimento à fauna.

Para comprovar a robustez de seus recursos para atendimento à fauna, a Petrobras colocou em ação, durante a APO, mais de 80 profissionais, incluindo biólogos e veterinários, além de 300 agentes ambientais, mais de 30 forças-tarefas atuando no mar e nas praias, nove embarcações dedicadas ao monitoramento e tratamento de animais, além de unidades de recepção e estabilização de fauna ao longo das praias.

Como parte do plano de atendimento à fauna proposto ao IBAMA, a companhia dispõe de um Centro de Reabilitação e Despetrolização de Fauna (CRD), em Caucaia, no Ceará. O Centro permanecerá em prontidão durante toda a operação da Petrobras na região.

A companhia aplicará na Bacia Potiguar e nas demais bacias da Margem Equatorial toda sua expertise técnica, adquirida ao longo de 70 anos de liderança no setor de óleo e gás brasileiro. “Nossa jornada ao longo das últimas décadas comprova que a Petrobras reúne todas as condições técnicas e econômicas para tornar essa nova fronteira uma realidade – a exemplo dos resultados que alcançamos em águas profundas e ultra profundas de outras bacias, que consolidaram nossa liderança mundial nesse segmento”, declarou Joelson Mendes, diretor de Exploração e Produção da Petrobras.

A companhia está preparada para atuar na região com os mais rigorosos padrões de segurança e planos de resposta para atendimento a situações de emergência. Somente na Margem Equatorial, há quatro Centros de Defesa Ambiental (CDAs), localizados no Pará, Maranhão, Ceará e Rio Grande do Norte; além de outros nove CDAs, bases avançadas e centros de resposta à emergência, distribuídos pelo restante do Brasil. Todas essas estruturas estão devidamente equipadas para pronta resposta em caso de eventos acidentais envolvendo vazamento de óleo no mar.

Margem Equatorial

A Bacia Potiguar abrange porções marítimas dos estados do Rio do Grande do Norte e do Ceará e é parte da chamada Margem Equatorial brasileira, que se estende entre os estados do Amapá e do Rio Grande do Norte. A região é considerada uma das mais novas e promissoras fronteiras mundiais em águas profundas e ultra profundas.

Descobertas recentes anunciadas em regiões contínuas a essas fronteiras, especialmente nos vizinhos Guiana e Suriname, indicam relevante potencial de produção de petróleo para a Margem Equatorial brasileira.

As novas fronteiras brasileiras são essenciais para a garantia da segurança e soberania energética nacional, num contexto de transição energética e economia de baixo carbono.

O projeto de avaliação da descoberta de Pitu, na Bacia Potiguar, está previsto no atual Plano Estratégico da Petrobras, para o período entre 2023 e 2027. A companhia pretende perfurar 16 poços exploratórios na Margem Equatorial, em cinco anos. O investimento previsto para a região é de cerca de 3 bilhões de dólares, direcionado para projetos de pesquisa e investigação do potencial petrolífero da região.

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Ocyan assina parceria tecnológica com a ConditionAll

Acordo visa comercialização e implementação de tecnologias no país.

A Ocyan formalizou este mês um TCA (Technology Cooperation Agreement) com a startup norueguesa ConditionAll visando acordo de parceria tecnológica exclusiva no Brasil. Ocyan vai atuar na comercialização e implementação da tecnologia que envolve conjunto de produtos e sensores para monitoramento contínuo de válvulas em ativos no país, tanto em embarcações quanto plantas industriais.

“Estamos avançando em mais um passo na área de serviços digitais, consolidando a Ocyan no mercado como uma empresa que provê soluções digitais e de tecnologia para indústria. Pretendemos expandir os negócios digitais através de parcerias com startups e empresas de tecnologia”, comemora Rodrigo Chamusca, gerente executivo de Negócios Digitais e Tecnologia.

A tecnologia prevê também soluções portáteis para testes de estanqueidade por emissão acústica e testes de aceitação de fábrica (FAT). As soluções são integradas em um software de análise de dados e algoritmos de predição de falhas aplicados para garantir a integridade desses equipamentos críticos.

“Todo esse sistema de monitoramento de  válvulas vai permitir identificação preventiva de falhas e vazamentos, a redução do tempo de teste em  campo, e exposição de pessoas ao risco de alta pressão, melhorando a segurança, o tempo de disponibilidade do ativo;, o que possibilitará benefícios ambientais e financeiros para a indústria”, complementa o executivo.

Para a ConditionAll, essa parceria é satisfatória. “Estamos felizes de formalizar este acordo de cooperação com a Ocyan. O Brasil é um mercado importante para nós, pois vemos um impulso para a digitalização e foco na redução das emissões de CO2. Nosso objetivo é contribuir para uma produção mais segura, limpa e eficiente, trazendo a digitalização de válvulas. Na Ocyan, vemos um parceiro forte, voltado para o futuro e com foco na construção de expertise, ansiosos para trabalhar juntos”, destaca Grethe Løkkås, diretora de Marketing da ConditionAll

Waves Challenge

Este acordo ratifica a parceria entre as empresas, iniciada desde 2021 no Ocyan Waves Challenge, quando a ConditionAll desenvolveu o projeto piloto de monitoramento de válvulas, cujo teste foi no FPSO Pioneiro de Libra.

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Petrobras assina contrato com Porto do Açu (RJ) para impulsionar o descomissionamento sustentável de plataformas

Acordo prevê serviços de apoio às unidades de produção, antes da destinação final.

A Petrobras assinou contrato com o Porto do Açu (RJ) para apoio ao descomissionamento de plataformas de produção de petróleo e gás. O acordo prevê disponibilização de cais para acostamento temporário das unidades de produção em descomissionamento, até a definição da destinação final da unidade, de acordo com as melhores práticas internacionais de reciclagem verde e sustentabilidade (ASG).

Com duração de três anos, o contrato com o Porto do Açu, localizado na cidade de São João da Barra (RJ), também determina a prestação de serviços de apoio às unidades, disponibilização de energia elétrica, entre outros.

O descomissionamento consiste em um conjunto de atividades associadas à interrupção definitiva das operações de uma plataforma. Trata-se de um processo natural dentro do ciclo produtivo da indústria de óleo e gás. A Petrobras destinará U$ 9,8 bilhões para atividades de descomissionamento, de acordo com o seu Planejamento Estratégico 2023-2027.

A companhia prevê descomissionar 26 plataformas nos próximos cinco anos. Dentro das atividades de descomissionamento estão previstas as atividades de tamponamento definitivo de poços, limpeza e destinação dos sistemas submarinos e plataformas.

Destinação sustentável da P-32

A Petrobras concluiu em julho o leilão de venda da plataforma P-32, a primeira plataforma para a qual será adotado o modelo de destinação sustentável, adotado pela companhia.  A empresa vencedora foi a GERDAU S.A, em parceria com o estaleiro ECOVIX.  A P-32, atualmente na Bacia de Campos sairá da locação diretamente para o estaleiro da ECOVIX, onde será realizada a reciclagem da embarcação.

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Petrobras e Vale assinam acordo para desenvolvimento de soluções de baixo carbono

Iniciativa será relevante para alavancar transição energética no país. Parceria prevê desenvolvimento de oportunidades em combustíveis sustentáveis e em captura e armazenamento de CO2.

A Petrobras e a Vale assinaram, protocolo de intenções para o desenvolvimento de soluções de baixo carbono, aproveitando o expertise técnico e a sinergia das duas empresas.  A parceria prevê a avaliação de oportunidades conjuntas de descarbonização, abrangendo o desenvolvimento de iniciativas em combustíveis sustentáveis – como hidrogênio, metanol verde, biobunker, amônia verde e diesel renovável – e de tecnologias de captura e armazenamento de CO2. O acordo terá duração de dois anos.

A cerimônia de assinatura aconteceu no edifício-sede da Petrobras no Rio de Janeiro, e contou com a presença dos presidentes da companhia, Jean Paul Prates, e da Vale, Eduardo Bartolomeo. A parceria prevê também avaliação de potenciais acordos comerciais para fornecimento de combustíveis de baixo carbono produzidos pela Petrobras para consumo nas operações da Vale.

Alavanca para a transição energética

A parceria da Petrobras com a Vale será estratégica para impulsionar a transição energética no país. “São as duas maiores empresas brasileiras unindo forças em torno de um propósito comum: desenvolver as mais modernas soluções para reduzir as emissões de gases de efeito estufa”, disse o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates. “Vamos potencializar a capacidade produtiva, a estrutura logística e expertise tecnológico, desses dois gigantes nacionais, para alavancar a produção e o fornecimento de combustíveis mais eficientes e sustentáveis. É o que podemos chamar de pulo do gato para materializarmos a nossa estratégia de descarbonização, criando demanda e escala para soluções de baixo carbono”, complementou ele.

“O Brasil tem todas as condições de liderar o desenvolvimento em larga escala de soluções de baixo carbono e combustíveis renováveis, como o hidrogênio verde e o metanol verde. A Vale tem um firme compromisso de reduzir sua pegada de carbono e, portanto, quer ser protagonista desta jornada, alavancando ações relevantes para a transição energética no Brasil.  Este acordo com a Petrobras se insere perfeitamente nesse contexto”, disse o CEO da Vale, Eduardo Bartolomeo.

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