Petrobras assina memorando de entendimento com TotalEnergies e Casa dos Ventos para avaliação de oportunidades em energias renováveis

Empresas irão estudar oportunidades de negócios em eólica onshore e offshore, além de energia solar e hidrogênio.

A Petrobras assinou, memorando de entendimento não vinculante com a TotalEnergies e Casa dos Ventos para avaliar projetos em energias renováveis no Brasil. O objetivo é desenvolver estudos conjuntos para avaliar oportunidades de negócios em eólica onshore, eólica offshore, solar e hidrogênio de baixo carbono no país, utilizando os expertises de cada empresa. A assinatura do acordo aconteceu na sede da Petrobras no Rio de Janeiro e contou com a presença do presidente da companhia, Jean Paul Prates; do CEO da TotalEnergies, Patrick Pouyanné;  e do presidente da Casa dos Ventos, Mario Araripe.

“A Petrobras dá mais um passo relevante em direção à transição energética justa e inclusiva com esse novo acordo com a TotalEnergies e a Casa dos Ventos, dois pesos-pesados em energias renováveis. Nosso propósito é atuar em conjunto com grandes players para deslanchar investimentos em negócios de baixo carbono, encorpando o cenário de pesquisa tecnológica e novos negócios no país. Caso sejam viáveis e venham a ser implementados, essas iniciativas irão contribuir decisivamente para o aumento da oferta de energias renováveis no mercado brasileiro”, disse o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.

A Petrobras e a TotalEnergies são parceiras em ativos importantes de exploração e produção no Brasil, tais como Mero, Iara, Atapu e Sépia entre outros, além de manterem parceria estratégica no país na área de pesquisa e desenvolvimento vigente desde 2017. “A extensão dessa parceria para a área de renováveis é um passo natural e se encaixa na estratégia de ambas as empresas de avançar na transição energética justa. A Casa dos Ventos por sua vez, agrega sua expertise no desenvolvimento de projetos de geração eólica e solar onshore no mercado brasileiro.”, complementou Prates.

Petrobras: tradição em operações offshore e vasto acervo de dados

A Petrobras é a maior empresa de energia do Brasil e possui capacidade técnica reconhecida em diversas áreas. Suas operações offshore atuais poderão gerar sinergias importantes para os futuros projetos de eólica offshore, por exemplo. Além disso, a Petrobras possui um acervo importante de dados e informações da costa brasileira com potencial de acelerar o desenvolvimento de projetos offshore.

O acordo tem duração de dois anos. Durante esse período, serão avaliadas oportunidades de investimento conjunto em eólica onshore e offshore, além do hidrogênio e solar, em linha com os direcionadores do Plano Estratégico da Petrobras já divulgados, que buscam a diversificação em negócios de baixo carbono, preferencialmente por meio de parcerias que permitam compartilhar riscos e expertise. Caso essas oportunidades se mostrem viáveis e sejam do interesse de todas as partes, novos acordos vinculantes deverão ser firmados para que os investimentos possam ser feitos.

SEMINÁRIO: BRASIL – EPICENTRO GLOBAL DE FPSOs – 1º Simpósio Nacional sobre plataformas flutuantes de produção (FPSOs). O evento organizado pela Revista digital Oil & Gas Brasil e apoio da AIF Consulting Partners será realizado na vibrante cidade do Rio de Janeiro. Nos dias 30 e 31 de outubro de 2023 na Ventura Corporate Tower, no Rio de Janeiro!

📣 Este evento reunirá expoentes da indústria que estão à frente na prestação de serviços integrados Floating Production Storage and Offloading (FPSO), incluindo líderes de mercado como Modec, SBM, Ocyan, Yinson e BW Offshore.

📣 Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável. Verifique em anexo a programação do evento e a lista de temas que serão abordados.

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Petrobras lança primeira gasolina carbono neutro do mercado brasileiro

Companhia vai compensar com créditos de carbono as emissões de gases de efeito estufa do ciclo de vida da Gasolina Petrobras Podium.

A Petrobras lançou, a nova Gasolina Petrobras Podium carbono neutro, a primeira do mercado brasileiro a ter suas emissões de gases de efeito estufa (GEEs) totalmente compensadas. Como parte da estratégia de fortalecer seu posicionamento na transição energética, a companhia irá compensar as emissões GEEs da Gasolina Podium em todo o ciclo de vida do produto, por meio de créditos de carbono gerados por ações de preservação ou de recuperação florestal de biomas nacionais.

Além de ser o primeiro combustível carbono neutro no país, a Gasolina Petrobras Podium tem o menor teor de enxofre do mercado e a maior octanagem de fábrica, o que melhora o desempenho do veículo e, também, colabora para a eficiência do transporte e para uma menor emissão de GEEs. “O lançamento da nova Gasolina Petrobras Podium carbono neutro impulsiona, ainda mais, nossa estratégia de ofertar combustíveis mais sustentáveis, modernos e eficientes. A nova gasolina antecipa o futuro para esse mercado” afirma o diretor de Comercialização e Logística da Petrobras, Claudio Romeo Schlosser.

Neutralizando emissões em todas as etapas do ciclo de vida do combustível

A neutralização, via aquisição e aposentadoria de créditos de carbono, tem o objetivo de compensar as emissões de GEEs. A Petrobras mensurou os GEEs emitidos da Gasolina Petrobras Podium que sai de sua refinaria pela metodologia de Avaliação do Ciclo de Vida (ACV), com foco no impacto potencial de aquecimento global, e passou essa avaliação por revisão crítica de um painel de especialistas da consultoria ACV Brasil.

A Gasolina Petrobras Podium que chega ao usuário final terá suas emissões previamente compensadas antes da venda do produto ao consumidor. O combustível teve suas emissões determinadas, envolvendo extração e produção das matérias-primas, transportes, processamentos, distribuição e uso final. Dessa forma, a determinação de GEEs considerou todas essas etapas dos produtos que compõe o combustível, ou seja, da gasolina efetivamente produzida pela Petrobras e, também, do etanol anidro adicionado à gasolina.

Para o diretor de Transição Energética e Sustentabilidade, Maurício Tolmasquim, “a Petrobras já reduziu em cerca de 40% suas emissões de GEEs desde 2015. Além disso, anunciamos, recentemente, a intenção de ampliar investimentos em renováveis e soluções de baixo carbono. A aquisição de créditos de carbono é complementar e permite ofertar produtos mais sustentáveis, enquanto apoiamos a descarbonização no Brasil, já que a rubrica de mudança de uso da terra é a mais relevante do nosso inventário nacional. O Brasil apresenta uma das matrizes energéticas mais descarbonizadas do mundo”.

Investimento na preservação da Floresta Amazônica

A Petrobras entrou, recentemente, no mercado voluntário de créditos de carbono ao adquirir 175 mil créditos gerados por ações de preservação da Floresta Amazônica. Cada crédito representa uma tonelada de CO2 equivalente, totalizando 175 mil toneladas de GEEs neutralizadas. Esses créditos correspondem à preservação de uma área de 570 hectares ou 800 campos de futebol.

Excelência e inovação disponíveis exclusivamente nos Postos Petrobras

A Gasolina Petrobras Podium, lançada há mais de 20 anos, sempre foi referência no mercado por estar à frente em tecnologia e inovação. Além da compensação de emissões de GEEs e da redução no teor de enxofre, a Petrobras investiu em tecnologia para o aumento da octanagem (RON de 101 para 102, no mínimo) do combustível. Trata-se da melhor octanagem de fábrica, obtida com as mais nobres correntes dos avançados processos de refino da Petrobras, sem a necessidade de aditivos melhoradores de octanagem, uma gasolina voltada a motores modernos que aproveitam uma gasolina de qualidade.

Segundo Vanessa Gordilho, vice-presidente de Negócios, Produtos e Marketing da Vibra, a empresa tem o compromisso de apoiar a transição energética. “Ter a Gasolina Petrobras Podium carbono neutro em nossos postos é um passo importante nesta missão. Nosso time trabalha visando a evolução, buscando sempre embarcar tecnologia e inovação em nossos produtos. Vamos continuar expandindo a nossa presença e oferta da nova Podium em novas regiões e praças para que os clientes de todo o país tenham acesso a produtos com mais benefícios e atributos”.

A nova Gasolina Petrobras Podium, desenvolvida no Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), traz consigo o histórico de pioneirismo e passa, agora, a ser a única carbono neutro, mantendo o máximo desempenho. Produzida, atualmente, na Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), em Cubatão (SP), a nova Gasolina Petrobras Podium está disponível, exclusivamente, nos Postos Petrobras selecionados das principais cidades do país.

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Foresea assina contrato com a Petrobras para operar a sonda Norbe VIII e apresenta balanço

A empresa também elevou o uptime operacional para 98,7%.

A Foresea, líder no setor de perfuração offshore no Brasil, acaba de fechar novo contrato com a Petrobras para operar o navio-sonda de 6ª geração Norbe VIII. O negócio tem duração de três anos e foi assinado no último dia 15 de setembro. A novidade chega na mesma semana em que a empresa divulga um lucro líquido de US$ 99,9 milhões, referente às suas operações no primeiro semestre de 2023.

“Os números são resultado da experiência das nossas equipes e do compromisso com a segurança e a excelência operacional. Temos o orgulho de anunciar que, com esse novo contrato para a Norbe VIII, conseguimos um acréscimo de aproximadamente US$ 450 milhões à nossa carteira de contratos (backlog). A Foresea agora tem sua frota totalmente contratada até dezembro de 2024 e seguimos trabalhando para crescer”, destaca Rogério Ibrahim, CEO da Foresea.

O CEO da Foresea ressalta ainda que, com esses resultados, a empresa consolida sua liderança e se posiciona de forma bastante favorável para aproveitar as oportunidades decorrentes do crescimento do setor de óleo e gás no Brasil e no mundo.

“Temos uma das maiores carteiras de contratos no Brasil, o desempenho operacional mais bem avaliado do mercado com operações eficientes e inovadoras, robustez financeira e estrutura de capital vantajosa que nos permite investimentos e crescimento com novos contratos”, completa Ibrahim.

Construída em 2011, a Norbe VIII é uma plataforma de perfuração com posicionamento dinâmico em uma lâmina d’água de até 3.000 metros, capaz de perfurar poços de até 12.195m. Foi a primeira sonda de perfuração de águas ultraprofundas a oferecer no Brasil a solução de perfuração em lâmina d’água abaixo de 500 metros com posicionamento dinâmico, sem uso de ancoragem.

Robustez financeira
Com os resultados obtidos nos seis primeiros meses do ano, a Foresea elevou de 98,2% para 98,7% o uptime operacional de sua frota. Além do lucro líquido de quase US$ 100 milhões, um destaque importante das Demonstrações Financeiras da empresa é a sua nova sólida estrutura de capital, com uma relação Dívida Líquida/Patrimônio Líquido de 8%/92% decorrente da reestruturação financeira que enxugou a dívida da antiga Unidade de Negócio de Perfuração em US$ 2,4 bilhões.

Já a Receita Operacional Líquida foi de US$ 176 milhões, com um EBITDA (lucro contabilizado antes de juros, impostos, depreciação e amortização) que atingiu US$ 45 milhões.

“A nova estrutura de capital permitiu-nos receber classificações positivas da Moody’s (B2) e da S&P (B+). E o excelente desempenho operacional e a nossa boa posição em termos de carteira de encomendas permitem-nos ter acesso aos mercados de capitais e ter a flexibilidade necessária para crescer”, ressalta Patrícia Ruiz, CFO da Foresea.

Sobre a Foresea

A Foresea é uma empresa focada em oferecer soluções em perfuração offshore e conta com frota própria formada pelas sondas ODN I, ODN II, Norbe VI, Norbe VIII e Norbe IX, todas com contratos ativos. A empresa possui certificação internacional de qualidade e eficiência APIQ2 para toda a sua frota e detém o maior índice de uptime operacional do mercado (98,7%).

Atua em águas profundas e ultraprofundas para a indústria de Óleo e Gás upstream offshore no Brasil e no exterior. Entre seus principais valores estão a alta performance operacional alcançada com respeito à segurança dos integrantes e meio ambiente, bem como parceria e confiança dos clientes. A companhia atua respeitando os princípios de ESG e segue as mais rigorosas práticas ambientais, sociais e de governança.

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Edição de Setembro no ar!

A edição de setembro, já está disponível.

Clique aqui e acesse a edição completa. Lembrando que não precisa de login/senha, acesso rápido e sem burocracia. (Compartilhem).

Baixe o PDF da edição: (Clique aqui)

  • MATÉRIA DE CAPA: FPSOs são a linha de frente da indústria offshore por Julia Vaz;
  • ENTREVISTA EXCLUSIVA: Leonardo Montalvão, CEO da Geowellex – Quando a geologia é hightech por Flavia Vaz;
  • PERFIL EMPRESA: METALINOX COGNE AÇOS INOXIDÁVEIS ESPECIAIS – Superior Qualidade com a resistência à corrosão do aço inoxidável
  • ARTIGO: – O momento decisivo para o Brasil como player no segmento de Petróleo e Gás – a exploração na Margem Equatorial Por André Cabral de Souza e Ronaldo Gomes Carmona;
  • BW Energy adquiri os campos de Golfinho e Camarupim na Bacia do Espírito Santo;
  • Orguel usa realidade virtual e realidade aumentada para oferecer novas soluções de engenharia;
  • Seis supercomputadores da Petrobras estão entre os mais ecoeficientes do mundo;
  • BP contrata navio-sonda e jack-up Valaris para trabalhos no Brasil e na Indonésia;
  • Petrobras renova medições de vento no mar para gerar energia renovável;
  • Petrobras faz sua primeira compra de créditos de carbono;
  • Petrobras instalará 11 novas plataformas no pré-sal até 2027;
  • Transpetro se torna referência no mercado com guias de orientação para o ambiente de trabalho seguro e diverso;
  • Petrobras assina contrato com Porto do Açu – RJ para impulsionar o descomissionamento sustentável de plataformas;
  • Petrobras atinge 97,3% de fator de utilização de suas refinarias em agosto;
  • Pré-sal avança em direção à descarbonização;
  • Pré-sal gera legado inédito para ciência brasileira;
  • Pré-sal da Petrobras responde por mais de 1/3 da produção da América Latina;
  • Saipem mantém cronograma para venda de FPSO no Brasil;
  • Petrobras assina acordos com grandes empresas chinesas;
  • Petrobras assina acordo com bancos chineses;
  • Equinor investirá cerca de R$ 42 milhões no Brasil em parceria de P&D com CNPEM, Unicamp e UFSC;
  • Presidente da Petrobras debate transição energética em encontro internacional do setor de O&G;
  • Unidade da Petrobras em Caraguatatuba alcança maior proporção histórica de processamento de gás do pré-sal;
  • Petrobras dá posse ao novo gerente geral da Refinaria Presidente Bernardes;
  • Petrobras esclarece sobre o projeto do novo FPSO para os Campos de Barracuda e Caratinga.

Clique aqui e veja também, nossas edições anteriores.

FPSO Sepetiba chega ao Brasil para iniciar a produção até o fim deste ano

Plataforma passará por procedimentos técnicos e legais antes de seguir para a locação no campo de Mero, no pré-sal da Bacia de Santos

O navio-plataforma FPSO Sepetiba chegou na sexta-feira (8/9) ao Brasil, vindo da China. A unidade é do tipo FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência, da sigla em inglês) e passará por procedimentos legais e técnicos antes de seguir para o campo de Mero, no bloco de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos.

O FPSO terá capacidade de produzir, diariamente, até 180 mil barris de petróleo e 12 milhões de metros cúbicos de gás. A previsão é que entre em operação no quarto trimestre deste ano.

Foto: FPSO Sepetiba – Divulgação

A unidade foi afretada pela Petrobras junto à SBM, também responsável por sua construção. Será o segundo FPSO definitivo a ser instalado no campo de Mero, terceiro maior campo em volume de óleo in place (VOIP), de um total de quatro sistemas. As quatro unidades juntas terão capacidade de produzir até 720 mil barris de óleo por dia.

O campo unitizado de Mero é operado pela Petrobras (38,6%), em parceria com a Shell Brasil (19,3%), TotalEnergies (19,3%), CNPC (9,65%), CNOOC (9,65%) e Pré- Sal Petróleo S.A – PPSA (3,5%), representante da União na área não contratada.

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BP contrata navio-sonda e jack-up Valaris para trabalhos no Brasil e na Indonésia

A Valaris garantiu um novo contrato e extensão para um navio-sonda e uma plataforma auto-elevatória, que realizarão operações de perfuração no Brasil e na Indonésia, respectivamente.

O proprietário da plataforma revelou um novo contrato e extensão para duas plataformas em sua frota, com uma carteira de contrato associada de aproximadamente US$ 65 milhões, que foram concedidos após a emissão do relatório de status da frota da empresa em 1º de agosto de 2023. De acordo com a empresa, a carteira de contratos exclui pagamentos fixos, como taxas de mobilização e reembolsos de capital.

A BP entregou um contrato de um poço para o navio-sonda Valaris DS-15 , que deverá iniciar sua nova missão offshore no Brasil no final do primeiro trimestre ou início do segundo trimestre de 2024, em continuação direta do programa atual da plataforma, com a TotalEnergies. O negócio, no valor de cerca de US$ 33 milhões, tem duração estimada de 80 dias. Exclui pagamentos que o perfurador offshore receberá pela mobilização e quaisquer serviços adicionais.

De acordo com Valaris, espera-se agora que a opção com preço exercido com a TotalEnergies no Brasil para este navio-sonda seja realizada em continuação direta do contrato com a BP. O período de opção da plataforma com a gigante francesa deverá começar no final do segundo trimestre ou início do terceiro trimestre de 2024 e tem duração estimada de 100 dias. A taxa diária de operação é de cerca de US$ 254.000.

O  navio-sonda Valaris DS-15,  construído em 2014 , é do projeto GustoMSC P10000. Foi construído na Hyundai Heavy Industries. A plataforma é capaz de operar em lâminas d’água de até 12.000 pés e pode acomodar 210 pessoas. A profundidade máxima de perfuração do navio-sonda é de 40.000 pés.

Além disso, uma opção de cinco poços foi exercida pela BP Indonésia para a moderna plataforma autoelevatória Valaris 106 . O período de opção deverá começar em janeiro de 2024, em continuação direta do programa firme existente, e tem uma duração estimada de 365 dias.

Valaris explica que a taxa diária de operação é de US$ 85.000 a partir de 6 de janeiro de 2024 e aumentará para US$ 95.000 a partir de 6 de janeiro de 2025. Espera-se que a plataforma fique fora de serviço por cerca de 90 dias para manutenção planejada durante o segundo e terceiro trimestre de 2024.

A plataforma jack-up Valaris 106 construída em 2005 tem o design KFELS MOD VB. A profundidade máxima de perfuração da plataforma é de 30.000 pés e pode acomodar 120 pessoas.

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O novo software de engenharia da Emerson acelera a modernização da planta usando inteligência artificial

O REVAMP simplifica e acelera a transição para uma arquitetura de automação moderna, reduzindo os custos de capital em até 15%.

A Emerson (NYSE: EMR), líder global em tecnologia e software, está ajudando os clientes a fazer a transição mais rápida e eficiente da tecnologia obsoleta para a moderna arquitetura de automação DeltaV™ que moderniza e digitaliza as operações. A solução de software avançada REVAMP da Emerson usa computação na nuvem e inteligência artificial (IA) para automatizar até 70% da configuração do sistema, reduzir erros e o trabalho de conversão manual e diminuir os custos de capital em até 15%.

“Muitas vezes, os projetos de modernização surpreendem as equipes no final do processo, com trabalhos complicados e imprevistos e erros de conversão manual”, disse Claudio Fayad, Vice-presidente de tecnologia de negócios de sistemas e soluções de processos da Emerson. “O REVAMP da Emerson ajuda as equipes de engenharia de projeto a modernizar seus sistemas com mais facilidade, dentro do prazo e do orçamento, ao mesmo tempo em que minimiza erros e interrupções na produção”.

Em geral, as organizações que buscam modernizar os sistemas de controle e de segurança começam com códigos de décadas atrás, que devem ser transferidos para o software atual. Converter e documentar manualmente esse código é um processo árduo, que aumenta drasticamente os requisitos de tempo e capital para tais projetos.

O software avançado REVAMP da Emerson combina uma extensa base de conhecimento em projetos de modernização semelhantes, com a biblioteca de experiência da Emerson para desenvolver e atualizar continuamente modelos de IA. Cada sistema de controle modernizado retroalimenta o software REVAMP, criando algoritmos de aprendizagem que se tornam cada vez mais inteligentes e mais rápidos na conversão do código obsoleto.

A IA aplicada no REVAMP informa as equipes de projeto sobre os requisitos de engenharia antes mesmo de os projetos de migração começarem, facilitando o planejamento. O mecanismo de IA analisa arquivos nativos dos sistemas distribuídos de controle existentes, sistemas instrumentados de segurança ou backups de controladores lógicos programáveis, ao mesmo tempo em que usa uma biblioteca global de milhares de projetos bem-sucedidos para classificar, selecionar e automatizar tarefas de engenharia. O projeto de modernização é totalmente documentado de forma automática e partes significativas podem ser geradas no sistema de controle DeltaV, habilitando os recursos mais recentes e usando padrões modernos.

As equipes de projeto da Emerson em todo o mundo têm acesso às funcionalidades e bibliotecas mais recentes desta ferramenta segura e nativa na nuvem. E com o machine learning integrado, as bibliotecas crescem e melhoram à medida que os projetos se tornam mais eficientes ao longo do tempo.

Sobre a Emerson

Emerson (NYSE: EMR) é uma empresa global de tecnologia e software que fornece soluções inovadoras para os clientes dos mercados industrial, comercial e de consumo. Por meio de seu portfólio de automação que é líder de mercado, além da sua participação majoritária na AspenTech, a Emerson ajuda fabricantes híbridos, de processo e discretos na otimização de suas operações, na proteção de seus funcionários, na redução de emissões e na realização de metas de sustentabilidade. Para mais informações, visite Emerson.com.

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Fluid Feeder produz lavadores de gases para estações de tratamento e indústrias

O sistema de exaustão e neutralização de gases visa tratar gases em geral em caso de vazamentos, como também controle de odores em tratamento de esgoto.

Empresa da área de equipamentos e serviços para tratamento de água e efluentes, certificada pelo ISO 9001:2015, a Fluid Feeder segue aumentando a participação no mercado com novos produtos e soluções. Atualmente, a companhia ampliou a produção de lavadores de gases com solução química neutralizante para as estações de tratamento de água (ETA’s) e de esgoto (ETE’s), assim como para as indústrias.

 Conhecidos como lavadores de gases, o sistema de exaustão e neutralização de gases da Fluid Feeder é projetado e fabricado de acordo com normas brasileiras e internacionais (ABNT, Abiclor, CETESB, Chlorine Institute e ANSI), o que visa oferecer segurança operacional e ambiental em processos que liberam gases tóxicos ou perigosos, que se fazem presentes em indústrias e estações de tratamento.

 Assim como o gás cloro utilizado no tratamento de água, esse sistema de exaustão e neutralização de gases pode ser utilizado em situações emergenciais, ou seja, em casos de vazamento de gases tóxicos, explica o diretor técnico da companhia, Francisco Carlos Oliver, observando que “essa aplicação também pode ser usada no controle de odores, sendo muito comum a presença de gás sulfídrico e amônia emanados no tratamento de esgotos”.

O empresário acrescenta ainda que os lavadores de gases podem ser utilizados em todo local onde haja armazenamento e manuseio de cloro gás, além de liberação de odores, tanto em serviços públicos como privados. “O princípio da operação do lavador de gases consiste na exaustão do ar contaminado, através dos dutos de condução até a torre de neutralização do lavador, onde esse ar toma contato intenso com a solução neutralizante na torre/câmara de enchimento” – explica tecnicamente – e conclui: “A Fluid Feeder investe na procura do melhor produto e da solução mais eficiente que atendam as demandas do mercado”.

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Petrobras dá posse ao novo gerente geral da Refinaria Presidente Bernardes

Petrobras dá posse ao novo gerente geral da Refinaria Presidente Bernardes.

A Petrobras realizou em 5 de setembro, em Cubatão (SP), a cerimônia de posse do novo gerente geral da Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), Fernando Tadeu de Castilho

Participaram do evento o diretor de Processos Industriais e Produtos, Wiliam França, representantes dos poderes Executivo e Legislativo municipal; autoridades civis e militares; representantes de empresas prestadoras de serviço e de sindicatos, além de representantes dos projetos patrocinados pela Petrobras em Cubatão.

O gerente geral da RPBC discorreu sobre projetos na refinaria para o desenvolvimento de uma nova geração de combustíveis sustentáveis e ressaltou a importância de realizar ações em parceria com vários setores da sociedade. “Entendo que para dar conta de todos esses desafios precisamos investir na força do coletivo. Como vocês puderam perceber com os exemplos de alguns projetos que mencionei, iremos investir ainda mais no desenvolvimento de nossa região.”, disse Tadeu.

O diretor de Processos Industriais e Produtos, Wiliam França, salientou a importância da retomada dos investimentos em refino: “Estamos preparando a Petrobras para o agora e para o futuro, para ser uma empresa com forte atuação nacional e diversificada em energia, no caminho de uma transição energética justa. Os investimentos que estamos fazendo em refino preservam a rentabilidade e a sustentabilidade financeira, com segurança, respeito ao meio ambiente e atenção às pessoas.”, afirmou William.

Até 2027, serão investidos na RPBC cerca de R$ 3,99 bilhões em projetos de eficiência energética, rentabilidade, segurança e meio ambiente. A RPBC terá a primeira unidade do país inteiramente dedicada à produção de diesel 100% renovável e de bioquerosene de aviação (BioQAV), um tipo de combustível sustentável.

Fernando Tadeu de Castilho é engenheiro mecânico formado pela Escola Federal de Engenharia de Itajubá, em Minas Gerais, e ingressou na Petrobras em 1987, na Revap (SP), onde trabalhou em diversas áreas, como Manutenção, Produção e Empreendimentos, exercendo funções gerenciais desde 1993. Atua como gerente geral desde 2010, tendo uma passagem pela diretoria de Gás e Energia.  Exerceu funções de gerente geral nas Fábricas de Fertilizantes Nitrogenados – Fafens de Sergipe, Mato Grosso do Sul e Bahia, e no Refino nas Refinarias de Capuava (Recap), São josé dos Campos (Revap) e Sede na área de Ativos e Confiabilidade.

Pós-graduado em Gestão de Pessoas (FAAP) e Soldagem (UFRJ), Tadeu ainda tem curso de Extensão de Gerenciamento de Projetos (FGV) e MBA em Administração de Negócios (USP). Atualmente participa do MBA para executivos da Fundação Dom Cabral.

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Seis supercomputadores da Petrobras estão entre os mais ecoeficientes do mundo

Ranking Green 500 destaca equipamentos que aliam eficiência energética e alta potência.

Seis supercomputadores da Petrobras estão entre os mais ecoeficientes do mundo, segundo o ranking global da Green 500 – lista que destaca os equipamentos que combinam alta potência com maior eficiência energética. As supermáquinas da Petrobras aparecem na listagem como as seis primeiras da América Latina. Uma das mais recentes, o Gaia, entrou em operação em agosto no Centro de Pesquisas Desenvolvimento e Inovação da empresa (Cenpes). Com capacidade de processamento de 7,7 Petaflops FP64, equivalente a 1,5 milhão de celulares ou 40 mil laptops, o supercomputador, destinado exclusivamente à pesquisa, tem consumo energético de 574 KW, equivalentes ao de uma cidade de 2.400 habitantes, como Embaúba (SP).

O Gaia é usado para desenvolver e aperfeiçoar tecnologias ligadas à geofísica, que poderão ser aplicadas tanto em campos do pré-sal quanto em novas fronteiras exploratórias. O objetivo é aprimorar ferramentas de processamento de imagens sísmicas – técnica que produz imagens tridimensionais do interior da terra – para obter reproduções em altíssima definição das camadas de rochas em subsuperfície.

“Mais que um reconhecimento, integrar a lista dos supercomputadores mais ecoeficientes do mundo é a comprovação de que estamos no caminho certo da eficiência energética, combinando desempenho operacional com baixo consumo de energia. Estamos orgulhosos desse resultado e focados em avançar cada vez mais nesse trabalho de incorporar tecnologia de alto desempenho aos nossos processos produtivos, gerando dados cada vez mais confiáveis e eficientes”, disse o diretor de Engenharia, Tecnologia e Inovação, Carlos Travassos.

O Gemini, que também entrou em operação em agosto, tem seus 3,9 Petaflops FP64 voltados para processamento geofísico e desenvolvimento de novos algoritmos.

Outro supercomputador que entrou em produção é o Albacora, que recebeu o nome em comemoração aos 35 anos de produção do primeiro campo gigante da Petrobras. Junto com o Cazarin – em memória à geóloga Caroline Cazarin, referência técnica na companhia -, totaliza cerca de 500 servidores, 30 mil cores de processamento e 130 terabytes de memória RAM. Ambos serão utilizados no processamento geofísico e na construção dos modelos de simulação de fluxo e geomecânico dos reservatórios.

Liderança da Petrobras em computação de alto desempenho

Entraram no Green500 ainda os supercomputadores já em operação Pégaso, Dragão, Fênix e Atlas. O Pégaso é considerado o maior da América Latina em capacidade de processamento e em ecoeficiência. O resultado endossa a liderança da companhia em computação de alto desempenho (HPC). A máquina tem poder de processamento equivalente à soma de seis milhões de telefones celulares ou de 150 mil laptops modernos.

O Dragão entrou em operação em 2021 com 200 terabytes de memória RAM (Random Access Memory), rede de 100 gigabits por segundo, e milhões de processadores matemáticos. A capacidade de processamento do supercomputador equivale a quatro milhões de celulares smartphones ou cem mil laptops modernos. A máquina é uma importante aliada da companhia para aumentar ainda mais a performance do processamento de dados geofísicos, reduzindo riscos geológicos e operacionais, além de dar suporte a projetos estratégicos da empresa.

Por fim, Fênix e Atlas, os mais antigos, têm juntos a capacidade de processamento equivalente a de 2,5 milhões de smartphones ou 67 mil laptops novos.  Os dois, que estão em quinto e sexto lugares, respectivamente, na lista de supercomputadores mais ecoeficientes da América Latina, são responsáveis pelo processamento de dados geofísicos gerados durante as atividades de exploração e de desenvolvimento da produção de óleo de gás.

Algoritmos complexos

Tanto poder de processamento é necessário para criar as imagens representativas do fundo do mar, onde estão as camadas geológicas e, é claro, os reservatórios de petróleo. As imagens sísmicas, fundamentais para as descobertas de óleo e gás, cobrem centenas de quilômetros quadrados e chegam a milhares de metros de profundidade.

Por isso os algoritmos que as processam envolvem equações matemáticas complexas, com um volume imenso de dados, gerando imagens que geólogos e geofísicos possam interpretar. O volume de dados referente a um único projeto sísmico pode chegar a ter dezenas de terabytes, mais que a capacidade dos HDs de um computador de mesa atual.

SEMINÁRIO: BRASIL – EPICENTRO GLOBAL DE FPSOs – 1º Simpósio Nacional sobre plataformas flutuantes de produção (FPSOs). O evento organizado pela Revista digital Oil & Gas Brasil e apoio da AIF Consulting Partners será realizado na vibrante cidade do Rio de Janeiro. Nos dias 30 e 31 de outubro de 2023 na Ventura Corporate Tower, no Rio de Janeiro!

📣 Este evento reunirá expoentes da indústria que estão à frente na prestação de serviços integrados Floating Production Storage and Offloading (FPSO), incluindo líderes de mercado como Modec, SBM, Ocyan, Yinson e BW Offshore.

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