Petrobras dá posse ao novo gerente geral do Polo Gaslub Itaboraí

O Polo Gaslub, em Itaboraí, no Rio de Janeiro, tem um novo gerente geral. Foi realizada na quarta-feira (16/8) a cerimônia de posse do novo gerente geral da unidade, Candido Luis Queiroz da Silva. Estiveram presentes o diretor de Processos Industriais e Produtos, Wiliam França, o prefeito de Itaboraí, Marcelo Delaroli, entre outras autoridades.

O diretor de Processos Industriais e Produtos, Wiliam França ressaltou durante a ocasião a retomada da companhia em investimentos no refino. “Estamos vivendo uma virada de chave na área de refino na companhia e o Gaslub é um projeto extremamente importante que vai contribuir para a petroquímica, para o refino, para o gás e para a demanda de gás nacional.”, afirmou William.

O novo gerente geral da Gaslub lembrou da importância da unidade para a região e para o estado do Rio de Janeiro.

“Nosso objetivo é produzir Biocombustíveis, lubrificantes de Grupo II, Diesel S-10, QAV, Nafta, GLP e Gás Natural, além de avaliar outras oportunidades que agreguem valor para a Petrobras, incluindo a Petroquímica. Tudo isso promoverá o desenvolvimento social e econômico da região e do Rio de Janeiro, em linha com a visão da Petrobras de diversificação em negócios de baixo carbono e geração de valor”, afirmou Candido.

Candido Luis Queiroz da Silva ingressou na Petrobras em 1985. Antes de ser nomeado como gerente geral da Gaslub, Candido exercia, desde 2019, o cargo de gerente geral no Refino. Na Petrobras, desenvolveu carreira gerencial desde 1994. Atuou principalmente em áreas de operação e manutenção ligadas ao refino, utilidades e em Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS).

Candido é formado em Engenharia Elétrica pela Universidade Veiga de Almeida e Engenharia de Segurança do Trabalho pela Universidade Federal Fluminense. E possui mestrado em Sistema de Gestão pela Universidade Federal Fluminense.

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Presidente da Petrobras debate transição energética em encontro internacional do setor de O&G

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, participou na última quarta-feira (23/8), em Genebra, na Suíça, do CEO Oil and Gas Governors Meeting, evento que reuniu os principais líderes mundiais do setor. Coordenado pelo Fórum Econômico Mundial, o encontro abordou dois temas principais: transição energética na COP 28 e o compromisso da indústria em relação à meta de redução das emissões (net zero).

Além do Oil and Gas Governors, também foi realizada, em paralelo, reunião da Oil and Gas Climate Initiative (OGCI), iniciativa que busca alinhar as empresas de energia às ambições do Acordo de Paris. Ao longo dia, executivos debateram e analisaram a proposta da indústria de óleo e gás para a COP28, com foco na aceleração da descarbonização do setor.

Durante sua participação no evento, Prates destacou ser crucial a conscientização das pessoas em relação à essencialidade na contribuição de petróleo na economia, questão que já está praticamente consolidada junto aos formadores de opinião, mas que ainda demanda reforço. O presidente da Petrobras salientou que a maior parte das empresas tem praticado investimentos de mitigação máxima dos seus efeitos, especialmente por meio de atividades de descarbonização.

De acordo com o presidente da Petrobras, o grande desafio para a COP 28 é reverter o entendimento geral de que a indústria de óleo e gás é vilã do processo global de transição energética.

“Precisamos entender que a indústria não é apenas parte do problema, mas também da solução. Não há transição energética justa, não há transição ecológica, sem o engajamento da indústria do petróleo. Nossa indústria é essencial para a transição energética por contar com tecnologia de ponta, pessoal qualificado, capilaridade junto a economias de vários países e perfis, e escala para promover a transformação necessária”, reforçou Prates.

Na avaliação do presidente da Petrobras, o evento foi extremante produtivo, levantando discussões relevantes ao setor. Entre os pontos consenso pré-acordados no encontro está a proposta de um alinhamento mais enfático do setor de óleo e gás no apoio ao Acordo de Paris.

“É necessário que, até a COP 28, a indústria de óleo e gás em transição faça uma afirmação cabal de compromisso com os objetivos do Acordo de Paris, declarando que vai trabalhar ativamente tanto junto aos seus fornecedores como seus consumidores em prol desses objetivos”, destaca Prates.

O presidente Jean Paul Prates é membro do steering committee do OGCI, ao lado de outros 11 executivos globais do setor – Wael Sawan (Shell), Patrick Pouyanné (TotalEnergies), Anders Opedal (Equinor), Bernard Looney (BP), Darren Woods (ExxonMobil), Michael Wirth (Chevron), Dai Houliang (CNPC), Amin Nasser (Saudi Aramco), Josu Jan Imaz (Repsol), Vicki Hollub (Occidental Petroleum) e Claudio Descalzi (Eni).

O evento em Genebra reuniu mais 30 executivos e autoridades de diversos países, como Sultan Ahmed Al Jaber, ministro de Indústria e Tecnologia dos Emirados Árabes e futuro presidente designado da COP 28. Além da Petrobras, o evento contou com a participação de altos executivos da Galp, Technip Energies, Shell, Total Energies, Basf, Kuwait Petroleum, entre outras empresas.

Prates também salientou que é preciso atentar para o risco de que as exigências de transformações agravem problemas sociais e econômicos, como inflação estrutural, preços conjunturalmente altos de acesso às fontes energéticas, e, no limite, fome.

“As metas de descarbonização e os princípios da transição energética não devem ser compreendidos como uma imposição que ameace a sobrevivência de qualquer um, especialmente das populações mais frágeis. São, em sentido inverso, um chamado à liderança das maiores empresas para que contribuam com uma mudança decisiva em defesa da preservação da vida do nosso planeta. Quando chamados a agir, devemos dar o exemplo, entendendo que as realidades socioeconômicas locais vão ditar cronogramas diferentes nesse processo”, defende Jean Paul Prates.

Além de participar do evento, Prates se reuniu com o chairman do comitê executivo do OGCI, Bjorn Otto Sverdrup. O presidente da Petrobras também se encontrou com o fundador do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab.

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Unidade da Petrobras em Caraguatatuba alcança maior proporção histórica de processamento de gás do pré-sal

Até atingir marca de 73%, em julho, incremento gradativo permitiu ganhos significativos de gás natural e GLP nos últimos anos

Durante o último mês de julho, a Unidade de Processamento de Gás de Caraguatatuba (UTGCA), pertencente à Petrobras, atingiu a maior proporção histórica diária de processamento na camada do pré-sal, alcançando 73%.

No mês em que a marca foi atingida, a UTGCA recebeu 13,3 milhões de m3/d de gás não processado, ofertando ao mercado 12,7 milhões m3/d de gás natural especificado.

As unidades de processamento recebem um gás não comercializável proveniente de plataformas marítimas. Após o tratamento na unidade de processamento, esse gás se torna três produtos: Gás Natural, porção mais leve da mistura; GLP (gás de botijão); e o C5+, porção mais pesada, sendo um produto intermediário cujo processamento é finalizado na Refinaria REVAP do sistema Petrobras, em São José do Campos (SP).

O projeto inicial da UTGCA previa apenas o processamento de gás proveniente de poços do pós-sal, usualmente denomidado de “gás pobre” por ter uma alta concentração de metano, principal componente do gás natural comercializado no Brasil. Com o início da exportação de gás das plataformas do pré-sal, a unidade foi adequada para permitir uma mistura dos gases na ordem de 50% para gás rico (pré-sal) e 50% para gás pobre (pós-sal).

Após a autorização especial 836/2020, da Agência Nacional do Petróleo (ANP), que flexibilizou o limite mínimo no teor de metano de 85% para 80% na especificação do gás natural, e a realização de melhorias operacionais, a unidade conseguiu elevar essa proporção, permitindo um maior processamento de gás rico e o alcance da marca histórica.

O Diretor de Processos Industriais e Produtos da Petrobras, Willian França, comemora os ganhos nos últimos anos. “O aumento da proporção de gás do pré-sal no processamento da unidade, desde a concessão da autorização especial da ANP, trouxe importantes benefícios para a produção”, comemora França. “De novembro de 2020 a julho de 2023, as iniciativas implementadas na Unidade de Caraguatatuba permitiram um ganho de aproximadamente 2,4 bilhões de m³ de gás natural e 617 mil m³ de GLP”, completa.

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Petrobras dá posse ao novo gerente geral da Refinaria Henrique Lage

Alexandre Coelho Cavalcanti assume o comando da Revap, em São José dos Campos (SP)

A Petrobras realizou, nesta quinta-feira, 24 de agosto, em São José dos Campos (SP), a cerimônia de posse do novo gerente geral da Revap, Alexandre Coelho Cavalcanti.  Participaram do evento o diretor de Processos Industriais e Produtos, Wiliam França, representando o presidente da companhia, Jean Paul Prates; representantes dos poderes Executivo e Legislativo municipal; autoridades civis e militares; representantes de empresas prestadoras de serviço e de sindicatos, além de lideranças comunitárias.

O gerente geral Alexandre Coelho Cavalcanti destacou a importância da Revap, que é responsável por fornecer cerca de 12% da demanda nacional de combustíveis e de 80% do abastecimento de Querosene de Aviação (QAV), por meio de dutos do aeroporto de Guarulhos, o maior da América Latina.

“Aqui produzimos um cimento asfáltico mais sustentável, o CAP Pro AP (Cimento Asfáltico de Petróleo de Alta Penetração), que diminui as emissões de gases do efeito estufa, integrando uma nova geração de produtos mais sustentáveis da companhia, em linha com a transição para o futuro de baixo carbono. Vamos também ampliar a produção, na Revap, de diesel S-10, combustível com baixo teor de enxofre, mais moderno e sustentável, de maior valor agregado e com menor impacto ao meio ambiente”, ressaltou Coelho.

O diretor de Processos Industriais e Produtos, Wiliam França, aproveitou a ocasião para falar sobre os investimentos da área e reforçar a participação do refino na estratégia da companhia. “A Petrobras está preparando as refinarias para assumirem um papel relevante em direção à transição energética justa, com investimentos em eficiência no consumo de energia e na redução da pegada de carbono das operações e dos nossos produtos”, destacou William.

Alexandre Coelho Cavalcanti ingressou na Petrobras em 1987. Antes de ser nomeado como gerente geral da Revap, Coelho exercia, desde fevereiro de 2022, o cargo de gerente geral da Reduc. Na Petrobras, desenvolveu ampla carreira gerencial desde 2004, principalmente, em áreas ligadas ao refino. Iniciou na Reduc, onde atuou como gerente setorial de Movimentação de Lubrificantes (2004-2007), em seguida assumiu a gerência de Transferência e Estocagem (2007-2009) e a gerência de Produção de Combustíveis (2009-2013). Em 2013, começou sua carreira na função de gerente geral, inicialmente, na FAFEN-MS (2013-2014) e FAFEN-SE (2014-2018). No período de 2018 a 2020, esteve à frente da RLAM e, em 2020, retornou à Reduc, então como gerente geral.

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Petrobras esclarece sobre o projeto do novo FPSO para os Campos de Barracuda e Caratinga

Em relação ao novo projeto de plataforma do tipo FPSO para os campos de Barracuda e Caratinga, a Petrobras esclarece que a unidade é uma das seis já previstas dentro do Programa de Renovação da Bacia de Campos. Os dois primeiros FPSOs – Anita Garibaldi e Anna Nery – começaram a produção de óleo em 2023.

Dentro da governança da Petrobras, em fases de evolução de maturidade do projeto, foi definido em setembro de 2022 pela de contratação de um FPSO afretado, e a partir dessa definição foram estabelecidas as bases para a estratégia da contratação.  Cumpre esclarecer os campos de Barracuda e Caratinga fazem parte da chamada Rodada Zero da ANP, onde não há exigência legal de conteúdo local. A Petrobras cumpre as exigências de conteúdo local, bem como todas as normativas pertinentes, estabelecidas pela ANP nos contratos de Concessão e Partilha de Produção para a contratação de todas as suas unidades de produção.

É importante destacar que o cancelamento do processo licitatório teria consequência direta de atraso do projeto, com prejuízo para a Petrobras e para o Brasil, com o respectivo diferimento ou perda de rendas oriundas de tributos e royalties. Adicionalmente, inviabilizaria o atendimento dos compromissos assumidos com a ANP em termos extensão da concessão.

A Petrobras entende ainda que há um desafio expressivo já posto para a indústria nacional. A demanda de fabricação de módulos de FPSO previstos na carteira de projetos da companhia, para entrada em operação até 2028, supera a demanda histórica da indústria naval, considerando o atendimento ao conteúdo local previsto nos contratos de concessão, partilha e cessão onerosa. Para além disso, a empresa identifica um valor na disponibilidade de uma cadeia local de fornecedores de bens e serviços, incluindo manutenção e descomissionamento, aptos a atender à demanda da empresa com preços competitivos, inclusive assegurando maior resiliência no cumprimento de seu Planejamento Estratégico num cenário de rearranjo geográfico de cadeias produtivas globais.

Portanto, a Petrobras reconhece a necessidade de apoio à indústria local para atendimento a essa carteira e a empresa está em diálogo constante com governo, entidades de classe e fornecedores, através de grupos de trabalho que foram criados em 2023. Através desses grupos, estão sendo elaboradas de forma conjunta, medidas necessárias para que a indústria nacional possa gerar emprego e renda para o país e possa atender aos prazos requeridos pelos projetos da Petrobras.

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Edição de Agosto no ar!

Prezado (a) leitor (a),

A edição de agosto, já está disponível.

Clique aqui e acesse a edição completa. Lembrando que não precisa de login/senha, acesso rápido e sem burocracia. (Compartilhem).

Baixe o PDF da edição: (Edição de Agosto23)

  • MATÉRIA DE CAPA: O Onshore quer mudar de Patamar por Julia Vaz;
  • ENTREVISTA EXCLUSIVA: Kátia Venâncio Silva, analista de Projetos na Measure Offshore – Situações críticas incentivam inovação e transformação por Flavia Vaz;
  • ARTIGO – Auditorias em Sistemas de Medição: Avaliação da conformidade na fiscal e transferência de custódia por Carlos Eduardo Ribeiro de Barros Barateiro, Claudio Makarovsky e Faesa Ornellas;
  • MODEC confirma entrega do 16º FPSO para o setor de petróleo e gás do Brasil;
  • Campo de Búzios atinge produção acumulada de 1 bilhão de barris de óleo equivalente;
  • Plataforma Anita Garibaldi entra em produção na Bacia de Campos;
  • Petrobras pretende retomar operação em fábrica de fertilizantes no Paraná;
  • Petrobras investirá mais de R$ 300 bilhões no Novo PAC;
  • Yinson obtém US$ 230 milhões em financiamento para FPSO Maria Quitéria;
  • TechnipFMC quebra recordes de pedidos e espera atingir US$ 9 bilhões em 2023;
  • Petrobras lança programa inédito para bolsistas e investirá em capacitação de toda cadeia de inovação;
  • Bristow Group reforça presença no Brasil com o lançamento de duas novas bases de operação;
  • Auditorias em Sistemas de Medição: Avaliação da conformidade na fiscal e transferência de custódia;
  • Presidente da Petrobras participou da posse de diretoria da Coppe/UFRJ;
  • CRP Subsea fecha contrato no Brasil;
  • Yinson compra FPSO destinado a campo de petróleo no Brasil;
  • Acelen reduzirá em 30% a geração de resíduos na Refinaria de Mataripe;
  • Weatherford assina contrato de cinco anos com a Petrobras;
  • Estatal testa robô especializado em entregas de amostras em seu centro de pesquisas;
  • Petrobras registra novo recorde trimestral de produção no pré-sal;
  • Porto do Açu e Toyo Setal firmam parceria para desenvolvimento conjunto de planta de fertilizantes nitrogenados;
  • Petrobras assina contrato com a Comgás no valor de R$ 56 bilhões;
  • 3R Petroleum inicia venda de gás natural no mercado livre do Espírito Santo;
  • Petrobras aumenta processamento no refino e bate recordes de produção.

Clique aqui e veja também, nossas edições anteriores.

Capa

Pier Mauá recebe sexta edição da Shell Eco-marathon Brasil

Competição acadêmica de eficiência energética reúne centenas de jovens universitários do Brasil e América Latina.

A Shell Eco-marathon Brasil, uma das maiores competições acadêmicas de eficiência energética do mundo, chega novamente ao Rio de Janeiro para premiar equipes de jovens universitários do Brasil e América Latina, que projetarem e construírem protótipos de veículos ultra eficientes em termos de energia. Nesta sexta edição da etapa brasileira, os automóveis desenvolvidos pelos estudantes vão concorrer em três categorias: Combustão Interna (gasolina, etanol e diesel), Bateria Elétrica e Hidrogênio, categoria de estreia na maratona, que promete trazer ainda mais inovação e tecnologia para o desenvolvimento do combustível do futuro. Neste ano, também é esperado um aumento de veículos de Conceito Urbano – com aparência mais próxima aos carros de passeio -, apresentando novas tendências de mobilidade. Os treinos e a competição acontecerão entre os dias 30/08 e 01/09, no Armazém 4 do Pier Mauá, no Rio de Janeiro.

SEM BR 2022, Brazil Team EIFCHAR, race number 315, from Instituto Federal Sul-rio-grandense Charqueadas, Brazil, competing in the Battery Electric category with their vehicle, during day 1 of Shell Eco-marathon Brazil 2022 at Pier Maua, 22, august , 2022, Rio de Janeiro, Brazil, Fernando Souza

Para serem avaliados, os veículos passarão por inspeção técnica e deverão percorrer um circuito de cerca de 10 km com o mínimo de combustível possível. A equipe vencedora será a que fizer a maior distância com a menor quantidade de energia. Em 2022, a equipe Pato a Jato, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), unidade de Pato Branco, se consagrou tetra campeã na categoria de Combustão Interna, com o resultado de 619km/litro de etanol. Na categoria de Bateria Elétrica, o campeonato premiou a equipe Milhagem, da Universidade Federal de Minas Gerais, que completou o circuito com uma eficiência energética de 312 km/kWh.

SEM BR 2022, Brazil Team Pe Vermelho Racing Team, race number 18, from Universidade Tecnológica Federal do Paraná Medianeira, Brazil, competing in the Internal Combustion Engine category with their vehicle, during day 2 of Shell Eco-marathon Brazil 2022 at Pier Maua, Tuesday, august 23, 2022, Rio de Janeiro, Brazil, João Laet

Nesta edição, a Shell Eco-marathon vai reunir 39 equipes, com mais de 300 estudantes de todas as regiões do Brasil e de países como Argentina, Bolívia, Colômbia, México e Peru.

Veja o vídeo e as fotos (abaixo) do evento do ano passado.

Para mais informações, acesse o site.

CREDENCIAMENTO
Os jornalistas interessados na cobertura do evento devem enviar um e-mail com dados da equipe para assessoria-shell@edelman.com e imprensa@shell.com até o dia 28/08.

SERVIÇO
Evento:
Shell Eco-marathon Brasil
Data:
De 30/08 a 01/09
Local:
Pier Mauá – Armazém 4. Avenida Rodrigues Alves, 10. Centro/RJ
Hora:
9h às 18h
Programação:
Dias 30/08 –
Treino das equipes
Dia 31/08 – Primeiro dia de competição
Dia 01/09
– Segundo dia de competição e cerimônia de premiação

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MODEC confirma entrega do 16º FPSO para o setor de petróleo e gás do Brasil

A MODEC, confirmou que uma nova embarcação flutuante de armazenamento e descarga (FPSO) alcançou seu primeiro petróleo após iniciar um afretamento de 25 anos no pré-sal da Bacia de Santos para a gigante estatal de energia do país, a Petrobras.

A confirmação da MODEC sobre a obtenção do primeiro óleo do FPSO Anita Garibaldi MV33 ocorre após a Petrobras anunciar em 16 de agosto de 2023 a entrada em produção do FPSO Anita Garibaldi, segunda unidade desde maio de 2023, a operar no pós-sal e pré -sal dos  campos de Marlim  e  Voador. O primeiro dos dois FPSOs que fazem parte desse projeto foi o FPSO  Anna Nery , que  entrou em operação  em maio de 2023.

Soichi Ide, Presidente e CEO da MODEC Offshore Production Systems (Cingapura), comentou: “Este é o 14º projeto da MODEC em parceria com a Petrobras. Temos o orgulho de entregar o FPSO Anita Garibaldi MV33, que terá um papel fundamental no projeto de revitalização da Petrobras na Bacia de Campos.”

Implantado para operações de produção no campo de Marlim, na Bacia de Campos, na costa do Brasil, o FPSO Anita Garibaldi é arrendado por um contrato de afretamento de 25 anos para a Petrobras. A MODEC diz que este é um dos seus afretamentos mais longos até o momento e destaca que esta embarcação é sua 16ª unidade FPSO/FSO entregue ao setor brasileiro de petróleo e gás.

Jean Paul Prates, presidente da Petrobras, comentou: “A implantação das novas plataformas no campo de Marlim neste ano representa maior longevidade para nossas operações na Bacia de Campos, cuja produção aumentará significativamente com a entrada do FPSO Anita Garibaldi.

“Este projeto de revitalização da bacia representa mais um aprendizado para nós, além de uma oportunidade de contribuir ainda mais para o desenvolvimento da região e da indústria local de bens e serviços que nos atende.”

Enquanto a MODEC era responsável por sua engenharia, aquisição, construção e mobilização, incluindo equipamentos de processamento topsides, bem como casco e sistemas marítimos, a SOFEC, uma empresa do grupo MODEC, era responsável pelo projeto e aquisição do sistema de ancoragem para o FPSO.

“Entregar um FPSO para substituir as instalações de produção existentes no campo foi um desafio em termos de projeto e engenharia. A pandemia de COVID-19 também trouxe desafios inesperados e sem precedentes. No entanto, estamos orgulhosos de ter entregado o projeto com segurança através do trabalho árduo, solidariedade e inovação das equipes”, acrescentou Ide.

Ancorado a cerca de 150 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, em lâmina d’água de aproximadamente 670 metros, o FPSO Anita Garibaldi tem capacidade para processar 80 mil barris de petróleo bruto e 7 milhões de metros cúbicos de gás por dia e tem capacidade de armazenamento de até 1 milhão de barris de petróleo bruto.

Com um peso total total de mais de 40.000 toneladas, o MODEC destaca que o topside é o maior que instalou até o momento. Este FPSO também é o primeiro da empresa a utilizar o conceito de tanque de separação usando os tanques de óleo de carga da embarcação para lidar com grandes volumes de água produzida (até 270.000 barris por dia) no processo de separação óleo/água.

Espera-se que o projeto de revitalização de Marlim e Voador, juntamente com projetos complementares de desenvolvimento e projetos de revitalização de outros campos, contribua para aumentar a produção da Bacia de Campos de cerca de 565.000 boed para 920.000 boed em 2027.

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Petrobras paga R$ 118,7 bilhões em tributos e participações governamentais no 1º semestre de 2023

Nos últimos 12 meses, a Companhia recolheu R$ 248 bilhões aos cofres públicos, gerando retorno expressivo para a sociedade.

A Petrobras recolheu, no primeiro semestre de 2023, o total de R$ 118,7 bilhões em tributos e participações governamentais (PGOV) aos cofres públicos. Para a União foram pagos R$ 47,7 bilhões em tributos, que somados aos R$ 30,1 bilhões pagos em PGOV, totalizam R$ 77,8 bilhões. Para os estados, foram recolhidos R$ 40,2 bilhões, enquanto que, para os municípios, foi recolhido R$ 0,7 bilhão. Assim, mais uma vez, a Petrobras segue como uma das maiores pagadoras de tributos e participações governamentais do Brasil, gerando retorno expressivo para a sociedade. Esses dados constam no Relatório Fiscal do 1º Semestre de 2023, divulgado recentemente pela Petrobras.

Do montante total recolhido no primeiro semestre, R$ 60,54 bilhões foram provenientes de tributos próprios decorrentes de nossas operações; R$ 30,12 bilhões de participações governamentais e R$ 28,03 bilhões de tributos retidos de terceiros, uma vez que a companhia possui incumbência legal de recolhimento por toda a cadeia produtiva, na figura de substituta tributária.

“Esses números mostram a responsabilidade fiscal da Petrobras e a importância de nossas atividades para a economia brasileira. Tanto por meio do pagamento de tributos, de investimentos, como pela geração de empregos, a Petrobras irá seguir, cada vez mais, contribuindo com o nosso país”, destacou Jean Paul Prates, presidente da Petrobras.

Houve uma diminuição de 20,5% no valor recolhido do primeiro semestre, se comparado com o mesmo período do ano anterior, justificada principalmente pela redução em ICMS, Participações Governamentais, PIS e COFINS.

Adicionalmente, o Governo Federal promulgou, em fevereiro de 2023, a Medida Provisória 1.163/2023, instituindo a alíquota de 9,2% do imposto sobre a exportação de petróleo cru, em caráter temporário, cuja vigência foi encerrada em 28/06/2023. No primeiro semestre de 2023 foi pago R$ 0,9 bilhão de imposto de exportação de petróleo.

Somente no último trimestre, foram pagos R$ 56,1 bilhões em tributos e participações governamentais pela Petrobras. No acumulado dos últimos quatro trimestres, a Petrobras recolheu o expressivo montante R$ 248 bilhões.

No que se refere aos tributos estaduais, o relatório fiscal apresenta um panorama geral do ICMS recolhido pela Petrobras e sua relevância contributiva em comparação ao total arrecadado de ICMS por cada estado. No Estado de São Paulo, maior economia do país, o recolhimento foi de R$ 9,68 bilhões no 1º semestre de 2023, o que representa mais de 10% do total arrecadado em todo o estado, segundo dados do boletim de arrecadação do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

Para acessar o Relatório Fiscal do 1º Semestre de 2023 na íntegra, clique aqui.

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Petrobras testa tecnologia inédita de eólica offshore em parceria com USP e UFRJ

Companhia avalia com USP performance de sistema eólico flutuante testado em Laboratório de Tecnologia Oceânica da COPPE/UFRJ.

A Petrobras testou a performance de um modelo de tecnologia eólica offshore inédita no Brasil, desenvolvido em parceria com a Escola Politécnica da USP, em mais um passo relevante em direção à transição energética. O objetivo dos testes foi avaliar o desempenho de um sistema eólico flutuante em escala reduzida – composto por um aerogerador apoiado em uma estrutura semissubmersível de quatro colunas – posicionado no tanque do Laboratório de Tecnologia Oceânica da COPPE/UFRJ. O cenário de aplicação reproduziu as condições ambientais e de mar típicas do pré-sal da Bacia de Santos, onde a tecnologia poderá ser implementada em etapa posterior, se comprovada sua viabilidade técnica e econômica.

Em escala real, a capacidade de cada sistema flutuante será de até 15 MW, o que representa de 10% a 30% da energia elétrica necessária para abastecer uma plataforma do pré-sal. Em uma aplicação offshore, os pesquisadores analisam o cenário de conexão do equipamento de geração eólica à plataforma ou a um sistema submarino – posicionado em águas profundas – por meio de um cabo elétrico (chamado umbilical elétrico) para prover a energia elétrica de baixo carbono para ativos de produção de petróleo e gás.

Parceria com universidades brasileiras

“Unimos forças com a USP e UFRJ, duas das mais importantes universidades brasileiras, para testar uma tecnologia 100% nacional, de eólica offshore, capaz de reduzir as emissões em nossas plataformas do pré-sal. Esse projeto demonstra a importância das parcerias da Petrobras com a academia para impulsionar o movimento de transição energética no país, com grande potencial de deflagrar uma onda de inovação sem precedentes no Brasil”, disse o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.

O teste analisou o comportamento do sistema flutuante eólico diante das condições ambientais extremas do pré-sal, localizado em profundidades acima de 2 mil metros. “Com os resultados do teste, vamos comparar essa iniciativa com outras opções para descarbonização das operações de exploração e produção da Petrobras, no que diz respeito ao suprimento energético das plataformas. Vamos considerar as melhores alternativas em termos de custos para atender às nossas metas de descarbonização dentro das mais rigorosas condições técnicas, ambientais e de segurança”, frisou o diretor de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras, Carlos Travassos.

A eólica offshore é uma das apostas da Petrobras para desenvolver soluções de baixo carbono no horizonte de seu Planejamento Estratégico. “Esse projeto demonstra como a questão da transição energética é transversal na Petrobras e está entre suas prioridades. Trata-se de uma iniciativa que envolve nosso Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes) e a nossa área de Exploração e Produção, em nosso principal ambiente de produção, o pré-sal, que trará informações relevantes para a avaliação das oportunidades em eólica offshore” disse o Diretor de Transição Energética da Petrobras, Maurício Tolmasquim.

Laboratório Oceânico – COPPE

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