Mais um FPSO colocado em produção no Brasil

O FPSO Anita Garibaldi MV33 chegou ao Brasil em janeiro de 2023, onde estava previsto seu comissionamento final em um estaleiro no estado do Espírito Santo. A embarcação saiu do estaleiro DSIC Marine Yard, na cidade de Dalian, na China, e embarcou para o Brasil em 6 de outubro de 2022. O FPSO foi construído pela MODEC.

Segundo a Petrobras, o FPSO Anita Garibaldi entrou em produção em 16 de agosto de 2023, sendo a segunda unidade desde maio de 2023, que vai operar no pós-sal e pré-sal dos campos de Marlim e Voador. O primeiro dos dois FPSOs que fazem parte desse projeto, que entrou em operação em maio de 2023, foi o FPSO Anna Nery.

Esses dois FPSOs estão planejados para serem conectados a 75 poços para estender a produção dos depósitos dos campos até 2048. As duas FPSOs têm capacidade conjunta de produção de até 150 mil barris de óleo por dia (bpd) e capacidade de processamento de até 11 milhões de m³ de gás. As embarcações substituirão nove plataformas que operavam na Bacia de Campos: P-18, P-19, P-20, P-26, P-32, P-33, P-35, P-37 e P-47, que será desativada.

Jean Paul Prates, CEO da Petrobras, comentou: “As plataformas Anita Garibaldi e Anna Nery, que também começaram a operar em 2023, serão fundamentais para aumentar a longevidade da Bacia de Campos e expandir sua produção. Paralelamente, estão equipadas com tecnologias de ponta para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, aliando eficiência e descarbonização.”

Com capacidade para produzir até 80 mil barris de óleo por dia (bpd), o FPSO Anita Garibaldi pode processar até 7 milhões de m3 de gás por dia. Ao reduzir o número de plataformas em operação nos dois campos, as emissões de gases de efeito estufa serão reduzidas em mais de 50%.

Espera-se que o projeto de revitalização de Marlim e Voador, juntamente com projetos complementares de desenvolvimento e projetos de revitalização de outros campos, contribua para aumentar a produção da Bacia de Campos de cerca de 565.000 boed para 920.000 boed em 2027.

“Depois de mais de 40 anos desde que começou a produzir, a Bacia de Campos continua se renovando e desempenhando um papel estratégico para o país, lançando novos projetos e gerando novas oportunidades”, acrescentou Prates.

SEMINÁRIO: BRASIL – EPICENTRO GLOBAL DE FPSOs – 1º Simpósio Nacional sobre plataformas flutuantes de produção (FPSOs). O evento organizado pela Revista digital Oil & Gas Brasil e apoio da AIF Consulting Partners será realizado na vibrante cidade do Rio de Janeiro. Nos dias 30 e 31 de outubro de 2023 na Ventura Corporate Tower, no Rio de Janeiro!

📣 Este evento reunirá expoentes da indústria que estão à frente na prestação de serviços integrados Floating Production Storage and Offloading (FPSO), incluindo líderes de mercado como Modec, SBM, Ocyan, Yinson e BW Offshore.

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Subsea7 nomeia Yann Cottart como vice-presidente no Brasil

Em linha com a estratégia de se consolidar como líder global em seu segmento, a Subsea7 anunciou a nomeação de Yann Cottart como vice-presidente no Brasil.

Com uma trajetória de sucesso na Subsea7 desde 2005, Cottart ocupou vários cargos em gerenciamento de projetos, depois como gerente geral (Managing Director) da Nigéria e, mais recentemente, como vice-presidente do Oriente Médio.

Cottart é engenheiro mecânico, com mestrado na mesma área, e acumula 20 anos de experiência na indústria de serviços de energia, principalmente no setor de construção offshore.

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Petrobras investirá mais de R$ 300 bilhões no Novo PAC

Companhia é a estatal que mais fará investimentos no programa

Na cerimônia de lançamento do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, na última sexta-feira (11), o ministro da Casa Civil, Rui Costa e o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, anunciaram que a companhia irá investir R$ 323 bilhões no programa nos próximos quatro anos. Entre diferentes fontes contribuidoras, somente o valor aplicado pela Petrobras equivale a 17% do total de R$1,7 trilhão disponibilizados pelo Novo PAC Desenvolvimento e Sustentabilidade.

“Toda mudança histórica nasce de um sonho, e o sonho do povo brasileiro é de uma vida melhor: com menos desigualdade, com oportunidade de empreender ou conseguir um emprego. As novas gerações querem estabilidade sem ameaça de crise ambiental. Com o PAC, vamos colocar toda a capacidade do Estado a serviço dos sonhos da sociedade, unindo setores para liberar o potencial do Brasil. Nessa nova edição, queremos um crescimento correto e acelerado, mas também sustentável”, afirmou o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, presente no evento.

Além dos aportes da Petrobras, a maior investidora individual, também contribuirão para o fundo do Novo PAC o próprio governo federal, outras estatais, e a iniciativa privada, por meio de parcerias público-privadas e concessões. Os recursos serão usados para concluir obras em todo o país e, em um segundo momento, realizar obras pleiteadas pelos estados e Ministérios, priorizando as de maior impacto econômico.

“As responsabilidades fiscal e ambiental serão um importante pilar do novo programa, mas o social continua sendo nossa prioridade. Acima de tudo o foco é cuidar do social, cuidar de gente, cuidando de todas as responsabilidades ao mesmo tempo”, frisou Rui Costa.

Também estiveram presentes no evento o vice-presidente Geraldo Alckmin, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, entre outras autoridades. Silveira destacou que o Brasil já tem seu trabalho de transição energética reconhecido internacionalmente, assim como a contribuição da Petrobras.

“O mundo nos enxerga – e seremos, com certeza – o grande protagonista das energias limpas e renováveis do planeta, liderando o sul global. Mostramos que é possível equilibrar desenvolvimento econômico com sustentabilidade. Internamente, com o apoio da Petrobras, queremos aumentar a oferta de gás para ajudar o país a se industrializar e, consequentemente, gerar emprego e renda para combater as desigualdades”, disse Alexandre Silveira.

A Petrobras poderá ainda ampliar os investimentos e aplicá-los também em manutenção e recuperação de ativos.

“A contribuição da Petrobras ao PAC é singular, significativa e revigorante. Mostra que estamos de volta: o PAC voltou, a Petrobras voltou, o Brasil voltou. Os R$300 bilhões vão impulsionar 47 projetos nossos – desde a revitalização dos campos e plataformas do pré-sal até a transformação das nossas refinarias em biorrefinarias. Nossa aliança com o PAC é um efeito multiplicador das nossas atividades em todo o país. Reforço, a todos os ministérios, que estamos abertos a apoiá-los, pois a Petrobras tem o senso de responsabilidade, do seu dever, como empresa estatal, de ser parceira do Brasil”, declarou Jean Paul Prates.

O novo PAC irá financiar projetos e obras em nove eixos: transporte eficiente e sustentável; cidades sustentáveis e resilientes; água para todos; educação, ciência e tecnologia; saúde; infraestrutura social inclusiva; transição e segurança energética; inclusão digital e conectividade; e inovação para a indústria da defesa.

Investimentos Petrobras

O Plano Estratégico (PE) 2023-2027 da Petrobras serviu como norteador para eleger os projetos prioritários da companhia que receberão os investimentos do novo PAC. Foram selecionados 47, sendo um deles o fundo de descarbonização, e outros poderão ser incorporados à medida que atingirem maturidade, especialmente após aprovação do novo PE 2024-2028.

Liderando a carteira do PAC estão 19 novos sistemas de produção da Exploração e Produção, abrangendo as bacias de Campos e Santos, e outros dois para o Sergipe Águas Profundas (SEAP). Em relação às novas fronteiras exploratórias em desenvolvimento, estão previstos nove poços pioneiros na Margem Equatorial, no norte do país. Na logística de escoamento da produção, destacam-se o Programa Integrado Rota 3, que irá permitir o escoamento do gás do pré-sal da Bacia de Santos, e o gasoduto de SEAP I e II.

Já o Refino terá foco no aumento do volume e qualidade dos produtos: na RNEST, em Pernambuco, haverá ampliação da capacidade de processamento para 260 mil barris por dia; e na Replan e na Revap, ambas em São Paulo, melhoria do Diesel S-10 produzido.

Há ainda a frente de desenvolvimento de um programa de construção de 25 navios em estaleiros brasileiros. Outros 11 navios para operações de cabotagem de petróleo e derivados serão afretados.

Uma das tendências do Novo PAC e meta atual da Petrobras, no eixo da transição energética está prevista uma planta de biorrefino dedicada à produção de bioquerosene de aviação e diesel renovável, além de coprocessamento de óleo vegetal em outras unidades. A produção de derivados petroquímicos, fertilizantes e combustíveis com menor pegada de carbono ou origem inteiramente renovável também terá vez. Um exemplo prático disso é o reposicionamento que a Petrobras estuda para a Refinaria Riograndense (RPR) como a primeira biorrefinaria do Brasil.

Projetos de descarbonização são outro destaque no portfólio da Petrobras no Novo PAC, inclusive numa visão mais ampla que a produção ou refino. Novos negócios, como hidrogênio sustentável e captura e estocagem de carbono (CCUS), tecnologias inovadoras em ascensão no mercado, também receberão investimentos.

Também foi definido um modelo verde para destinação de 26 plataformas a serem descomissionadas, nos próximos cinco anos, visando sustentabilidade, segurança e cuidado com pessoas e meio ambiente. O objetivo é que a companhia se torne referência global nessa atividade.

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Petrobras pretende retomar operação em fábrica de fertilizantes no Paraná

Volta da operação da Araucária Nitrogenados (ANSA) deve ser pautada na diretoria e no Conselho de Administração.

Em visita à Refinaria Getúlio Vargas (REPAR) e à ANSA, unidades da Petrobras no Paraná, nesta segunda-feira (14/08), o presidente da companhia, Jean Paul Prates, afirmou que está em fase final de estudos a retomada da produção de fertilizantes na Araucária Nitrogenados (ANSA), subsidiária da Petrobras.

Após a finalização dos estudos de viabilidade técnica e financeira, o tema deve passar ainda pela Diretoria Executiva e pelo Conselho de Administração da empresa. A fábrica está desativada desde 2020 e, após investimentos e adequações para atender às normas regulatórias, poderá voltar a operar no primeiro semestre de 2024.

No evento, estiveram presentes, além do presidente da Petrobras e de representantes da diretoria da empresa, a deputada federal Gleisi Hoffmann e os deputados federais Zeca Dirceu, Tião Medeiros, e Geraldo Mendes, outras lideranças políticas estaduais e federais, além de representantes sindicais.

De acordo com o presidente Jean Paul Prates, o setor de fertilizantes tem importância estratégica para a Petrobras e para o país: “O Brasil é um grande produtor de commodities agropecuárias, porém, dependente de fertilizantes de origem estrangeira. Esse mercado vem enfrentando muitos desafios no mundo todo. A Petrobras tem interesse em investir na reativação da ANSA por conta da sinergia da unidade com a Repar. Além de reduzir a dependência do país em relação à importação do produto, com a operação, vamos gerar emprego e renda”.

A ANSA tem capacidade de processar cerca de 1,9 mil toneladas por dia de ureia e 1,3 mil toneladas por dia de amônia, usadas na produção de fertilizantes agrícolas, além de outros setores. A matéria-prima usada na unidade é o resíduo asfáltico, que pode ser obtido na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), também localizada na cidade de Araucária (PR).

Para o diretor de Processos Industriais e Produtos da Petrobras, William França, a Petrobras dá mais um passo importante ao retomar os estudos para colocar novamente a ANSA em operação: “Nossas decisões são pautadas em análises criteriosas de viabilidade técnica e financeira. Desde a hibernação da fábrica, os trabalhadores dos municípios do entorno estão sofrendo com o desemprego causado pela falta de oportunidades na região. Ao investir na retomada da produção na ANSA, estaremos demonstrando a capacidade da Petrobras em fornecer produtos de valor estratégico para o país, com total segurança operacional e ambiental, além de contribuir para o desenvolvimento regional”.

REPAR é unidade de referência no refino da Petrobras

O presidente Jean Paul Prates aproveitou a visita para confirmar que a Petrobras, com a Repar, permanece no Paraná. A Repar é referência em inovação e técnica, representa 14% das vendas da Petrobras e o polo de Araucária é o segundo maior em faturamento da empresa. O perfil de produção é de 49% diesel e 27% gasolina. Isto é, a Repar converte quase 80% do seu processamento em diesel e gasolina.

Além disso, a Petrobras prevê aumentar em 146% sua capacidade de produção de diesel com conteúdo renovável (Diesel R), após ter recebido autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para operar mais uma unidade de produção desse combustível na REPAR.

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ANP debate garantias de descomissionamento em workshop

O objetivo foi esclarecer ao mercado e à sociedade sobre critérios mínimos de aceitabilidade e procedimentos de aporte da garantia financeira que assegura o descomissionamento de instalações de produção em campos de petróleo e gás natural.

A ANP realizou  o Workshop de Garantias de Descomissionamento, evento virtual com transmissão pelo canal da ANP no YouTube. O objetivo do evento foi esclarecer ao mercado de óleo e gás, ao mercado financeiro e à sociedade sobre critérios mínimos de aceitabilidade e procedimentos de aporte da garantia financeira que assegura o descomissionamento de instalações de produção em campos de petróleo e gás natural (como plataformas).

Na abertura do workshop, o Diretor da ANP Fernando Moura lembrou que a Resolução ANP nº 854/2021, que regulamenta as garantias de descomissionamento, estabeleceu um prazo de transição até 2/10/2023 para adequação do mercado. Assim, todos os campos em produção no Brasil precisarão entregar essas garantias até essa data. A exceção foram os campos que passaram por cessão de contratos, que precisaram apresentar a garantia no ato da cessão, mesmo durante o período de transição.

“Em decorrência disso, a ANP já recebeu mais de R$ 7 bilhões em garantias, em 192 campos já segurados. Para 2023, a ANP espera receber cerca de R$ 83 bilhões em garantias de descomissionamento de instalações. Atualmente, o Brasil conta com 444 campos em produção, sendo 287 maduros, com um custo total de descomissionamento estimado de R$ 224 bilhões”, destacou o Diretor.

O descomissionamento é o conjunto de atividades associadas à interrupção definitiva da operação das instalações, ao abandono permanente e arrasamento de poços, à remoção de instalações, à destinação adequada de materiais, resíduos e rejeitos, à recuperação ambiental da área e à preservação das condições de segurança de navegação local.

Esta atividade é uma obrigação contratual, e é realizada ao final da vida produtiva do campo, quando a produção já não é suficiente para sustentar os custos de operação.

O descomissionamento requer que os contratados realizem gastos, exatamente em um momento em que o campo já não apresenta retorno financeiro. Por isso, os contratos para exploração e produção de petróleo e gás natural determinam, além da própria obrigação de conduzir o abandono e a desativação das instalações, a obrigação apresentar garantias financeiras para assegurar os recursos necessários para este fim.

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Confirmação de Palestrante no Seminário BRASIL – EPICENTRO GLOBAL DE FPSOs

🌐 Com grande satisfação, anunciamos a participação de um grande nome da indústria de FPSO no nosso Simpósio FPSOs, que ocorrerá nos dias 30 e 31 de outubro de 2023 no Ventura Corporate Tower, no Rio de Janeiro!

🔸 Victor Venâncio, Diretor de Soluções Digitais da Samson Group para a América Latina, irá enriquecer nossas discussões com seu conhecimento e compreensão prática do setor.

🌐 Este será um evento imperdível para todos os profissionais do setor FPSO.

🌐 Garanta a sua participação e junte-se a nós para essas conversas enriquecedoras!

🔸 Inscrições (vagas limitadas): lnkd.in/e4qYfeAm ou pelo e-mail: fpsosseminario@revistaoilegasbrasil.com.br

🌐 Nos vemos no Rio! 🇧🇷

#FPSO #RioDeJaneiro #BRASILEPICENTROGLOBALDEFPSOs

Petrobras vai investir US$ 18 bilhões na Bacia de Campos até 2027

A Petrobras vai investir US$ 18 bilhões no seu plano de renovação da Bacia de Campos até 2027, com a previsão de instalação de seis novas unidades estacionárias de produção (UEPs) e mais de 200 novos poços. O plano da empresa foi apresentado pelo gerente-executivo de Águas Profundas, Paulo Marinho, durante o painel “Oportunidades de Investimento no Espírito Santo”, na MEC Show 2023, Feira da Metalmecânica e Inovação Industrial do estado.

“A gente vive um momento importante em que a companhia fincou pé na transição energética justa. Exemplo disso é a chegada do FPSO all-eletric Maria Quitéria, no campo de Jubarte, aqui no Espírito Santo, em 2025. Com essa unidade, primeira da frota a contar com a tecnologia de ciclo combinado, deixaremos de emitir mais de 5 milhões de toneladas de CO2 ao longo da operação da UEP. Adicionalmente, estudamos a possibilidade de implantação de energia eólica offshore no estado”, informou o executivo.

O plano prevê ainda a revitalização da estrutura de oleodutos e gasodutos e a ampliação da rede de malhas óticas. Paulo Marinho ressaltou ainda a trajetória da Petrobras no estado.

“O Espírito Santo é o terceiro produtor de óleo e gás do país. Aqui, foi perfurado o primeiro poço marítimo; aqui, foi realizada a primeira produção de petróleo no pré-sal, em 2008.  Apesar de estarmos há mais de 40 anos na Bacia de Campos, continuamos na busca de petróleo novo, com atividades em novos blocos exploratórios e buscando sinergia com as instalações existentes”, concluiu.

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Três Especialistas, Um objetivo: Descomissionar com Excelência

O Descomissionamento de campos e instalações para produção de petróleo e gás natural será um dos principais setores em expansão no Brasil nos próximos anos. Consultoria recém criada por três especialistas de peso, Mauro Destri, Guilherme Mercês e José Mauro Coelho, estima que esse mercado será responsável por investimentos da ordem de R$ 52 bilhões até 2026. O tema passa pela identificação desses ativos, desenho de arcabouço tributário e regulatório ainda incipientes ou até inexistente, bem como questões ambientais e portuárias. Todas essas questões deverão ser levadas em consideração por empresas do setor de O&G que pretenderem participar dos “Bid” bilionários que serão lançados nos próximos anos. A concorrência entre os estados, especialmente os portos, também será grande.

Nossa Consultoria reúne especialistas com as diversas expertises necessárias para a gestão de um projeto / processo de Descomissionamento, desde a identificação da necessidade de descomissionar o campo, até o desmantelamento e descarte final, passando por todas as lides com órgãos reguladores.

 

SLB destaca benefícios das operações remotas em palestra no Macaé Offshore Innovation

Gerente de TI Brasil da SLB, Eliel Rocha ressaltou o papel da tecnologia na produtividade e sustentabilidade do setor e falou sobre os desafios da conectividade no pré-sal.

Operação de bombas submarinas, monitoramento de reservatórios, perfilagem em tempo real, perfuração de poço direcional, gerenciamento de dados e análises. Todas estas atividades já são executadas de forma remota pela SLB, graças ao avanço da tecnologia e da digitalização no setor de óleo e gás. O gerente de TI Brasil da SLB, Eliel Rocha, falou sobre o assunto no Macaé Offshore Innovation, evento que reuniu empresários, gestores e startups em Macaé (RJ), no início do mês, e teve como tema a “Infraestrutura de Tecnologia no O&G”.

“Antes utilizada apenas para acessar a internet a bordo, hoje a conectividade desempenha um papel fundamental no offshore, quase o negócio principal. As operações realizadas de forma remota trazem inúmeros benefícios, como o aumento da produtividade e sustentabilidade. Reduzindo a logística, diminuímos também as emissões de carbono, contribuindo com a questão ambiental”, destacou Eliel.

Para dar uma dimensão de como a digitalização mudou toda a dinâmica da operação no campo, Eliel destacou o papel do engenheiro de operações remotas, que, hoje, atua no poço fazendo todo o trabalho que antes era feito por engenheiros que precisavam ficar a bordo esperando uma operação iniciar. “Agora, este engenheiro é acionado somente quando a operação realmente vai começar, e fazendo tudo remotamente, descendo e subindo as ferramentas do poço”, explicou.

De acordo com o gerente, as operações remotas permitem ainda trabalhar com talentos que estão em outros países, aumentando a eficiência e diminuindo custos ao reduzir o número de pessoas na plataforma. “A segurança é outro aspecto que ganha força com o monitoramento remoto. Precisamos estar muito atentos para que não haja nem uma gota de vazamento de óleo no mar, e, com uma tecnologia de ponta, conseguimos um grau maior de assertividade”, comentou.

Para o diretor geral da SLB, Bruno Alves, performance e tecnologia fazem parte dos valores da SLB, junto de pessoas, por isso, a importância da participação da empresa no evento. “Além de estreitarmos relacionamento com as empresas locais, temos a oportunidade de apresentar nossa expertise e de compartilhar conhecimento sobre um assunto tão importante para o futuro da indústria de óleo e gás. Certamente, a tecnologia será um fator de alavancagem para as metas que ambicionamos, ao proporcionar operações mais eficientes, com redução de custos, maior segurança e menos emissões de carbono. O Net Zero que a SLB pretende atingir até 2050 vai depender muito da evolução das tecnologias de digitalização das operações e uso de inteligência artificial”, comentou.

Desafios para o futuro

Para o gerente da SLB, o maior desafio está na digitalização das operações do pré-sal, que atualmente conta somente com o satélite como meio de conexão. “Para atuar em águas profundas precisamos de respostas rápidas, com menos de um segundo de latência (tempo de resposta de um pacote de dados). Neste sentido, a SLB conta com uma área exclusiva para o desenvolvimento de tecnologias digitais, o INNOVATION FACTORI. Estamos desenvolvendo um projeto de digital twins, que é como espelhar a unidade marítima dentro do escritório. Todo o comando será feito por ali”, argumentou.

Segundo Eliel, a tecnologia de digital twin em tempo real vai proporcionar o monitoramento remoto das operações do FPSO, permitindo a detecção precoce de falhas e manutenção preditiva. Desta forma, tem-se um ganho de eficiência e segurança das operações, o que gera redução de custos e aumento da vida útil das operações.

Outra meta que está sendo perseguida é a do uso de inteligência artificial para flares (queima controlada de resíduos), o que vai reduzir o desperdício de gás e minimizar o impacto causado pelas queimas. “Com o monitoramento em tempo real, temos um controle maior na detecção de vazamentos e falhas, com ganhos operacionais e ambientais”, concluiu.

Sobre o evento

Organizado pela HDI – Habitat da Inovação, o Macaé Offshore Innovation foi realizado pelo segundo ano consecutivo, reunindo empresários, gestores das empresas que atuam no setor (operadores, EPCistas, grandes e pequenos fornecedores de bens e serviços) e startups que debateram a Infraestrutura de Tecnologia no O&G.

A novidade deste ano foi a parceria com a FIRJAN para o lançamento da 8ª edição do Anuário do Petróleo no Rio 2023, apresentando a publicação que traz uma visão panorâmica sobre os macrotemas de Exploração, Produção, Abastecimento e Reflexos Socioeconômicos do mercado de Petróleo e Gás no Rio de Janeiro.

Sobre a SLB
Há mais de 75 anos no Brasil, a SLB é uma empresa global de tecnologia que impulsiona a inovação energética para um planeta equilibrado. Com presença global em mais de 100 países e funcionários representando quase o dobro de nacionalidades, trabalhamos todos os dias para descarbonizar petróleo e gás e desenvolver novas tecnologias de energia escaláveis ​​para acelerar a transição energética. Saiba mais no site da SLB.

Sobre o palestrante
Pós-graduado em Engenharia de Petróleo pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense, graduado em Engenharia Industrial pela Universidade Salgado de Oliveira e, também, em Engenharia Eletrônica e de Telecomunicações pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense, Eliel Rocha ingressou na SLB em 2001. Atualmente, ocupa o cargo de Gerente de TI Brasil na companhia. Nessa posição, ele lidera as operações de TI, fornecendo suporte para 4000 funcionários, sendo responsável por áreas como suporte a usuários, aplicativos de negócios, servidores de infraestrutura, segurança da informação, conectividade e suporte a operações remotas.

Confirmação de Palestrante no Seminário BRASIL – EPICENTRO GLOBAL DE FPSOs

🌐 Com grande satisfação, anunciamos a participação de um grande nome da indústria de FPSO no nosso Simpósio FPSOs, que ocorrerá nos dias 30 e 31 de outubro de 2023 na Ventura Tower, no Rio de Janeiro!

🔸 Alberto Raposo, Head de Oil & Gas do Instituto TECGRAF/PUC-RIO e Professor do Departamento de Informática da PUC-RIO, irá enriquecer nossas discussões com seu conhecimento e compreensão prática do setor.

🌐 Este será um evento imperdível para todos os profissionais do setor FPSO. Consulte a programação do evento em anexo para mais detalhes.

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🔸 Inscrições (vagas limitadas): lnkd.in/e4qYfeAm ou pelo e-mail: fpsosseminario@revistaoilegasbrasil.com.br

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