Enauta conclui mais um poço em sua campanha de perfuração e segue para o último

A Enauta concluiu a perfuração e conclusão de outro poço em seu programa de perfuração. Além disso, a empresa iniciou as atividades de perfuração no último poço desta campanha de perfuração.

Em novembro de 2022, a Enauta iniciou a perfuração de seu primeiro poço, o 7-ATL-5H-RJS, nesta campanha de perfuração no campo de Atlanta . O investimento estimado para o poço é de US$ 75 milhões – incluindo a interligação com o FPSO Petrojarl I. Segundo a empresa, o poço estava previsto para entrar em operação no primeiro trimestre de 2023.

A empresa pretendia perfurar dois poços adicionais e conectá-los ao Full Development System (FDS) do campo de Atlanta, previsto para meados de 2024, a fim de otimizar os investimentos com os contratos assinados em fevereiro de 2022 .

Em março de 2023, a Enauta confirmou o óleo em uma nova seção do reservatório, denominada acumulação Atlanta NE, localizada dentro da área do campo de Atlanta, que está atualmente em desenvolvimento. A empresa informou na altura ter concluído a perfuração e perfilagem do poço 9-ATL-8DP, identificando petróleo com excelentes propriedades petrofísicas numa secção de 57 metros (profundidade medida).

Enquanto o óleo NE de Atlanta foi originalmente identificado no poço 9-SHEL-19D-RJS, perfurado em 2006, o novo poço visava coletar dados adicionais da acumulação simultaneamente com a perfuração do poço de produção 7-ATL-7HA-RJS de Atlanta, que faz parte da campanha de seis poços produtores da Fase I do Full Development System (FDS) de Atlanta.

Em atualização de 7 de agosto de 2023, a Enauta explicou que concluiu a perfuração e conclusão do poço de produção 7-ATL-6H-RJS no campo de Atlanta dentro do cronograma e do orçamento. A conclusão do poço 7-ATL-7HA-RJS, último dos poços produtores previstos para a Fase 1 de Atlanta, está prevista para o terceiro trimestre de 2023.

“A conclusão de todos os poços de produção da Fase I de Atlanta é um marco importante na redução dos riscos associados ao projeto e no aumento do potencial de capacidade de produção para 50.000 bbl de óleo por dia, quando o FPSO Atlanta iniciar a produção em meados de 2024”, destacou a empresa.

O FPSO Petrojarl I será substituído em 2024 por um navio denominado FPSO Atlanta – atualmente em conversão no Dubai Drydocks World – que será implantado no campo de Atlanta e operado sob Classe ABS , após a conversão. Espera-se que o FDS entre em operação com seis poços em meados de 2024 e alcance dez poços em 2029 .

Localizado no bloco BS-4, na Bacia de Santos , em lâmina d’água de 1.500 metros, o campo de Atlanta é operado pela Enauta Energia, subsidiária integral da empresa, que também detém 100% de participação neste ativo. O campo está produzindo desde 2018.

SEMINÁRIO: BRASIL – EPICENTRO GLOBAL DE FPSOs – 1º Simpósio Nacional sobre plataformas flutuantes de produção (FPSOs). O evento organizado pela Revista digital Oil & Gas Brasil e apoio da AIF Consulting Partners será realizado na vibrante cidade do Rio de Janeiro. Nos dias 30 e 31 de outubro de 2023 na Ventura Corporate Tower, no Rio de Janeiro!

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📣 Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável. Verifique em anexo a programação do evento e a lista de temas que serão abordados.

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joint venture Aker Solutions, Subsea 7 e SLB recebe sinal verde

Aker Solutions, Subsea 7 e SLB obtiveram todas as aprovações regulamentares necessárias das autoridades de concorrência para o estabelecimento de uma joint venture (JV) submarina.

“Estamos agora um grande passo mais perto do dia 1 para a próxima empresa submarina de classe mundial que a Aker Solutions está estabelecendo junto com a SLB e a Subsea7. Todas as aprovações regulatórias necessárias já estão em vigor”, informou a Aker Solutions em 4 de agosto.

Após autorização das autoridades antitruste no Brasil, as partes obtiveram todas as aprovações/autorizações regulatórias necessárias para fechar as transações, incluindo autorizações necessárias em Angola, Moçambique, Austrália, Noruega, Reino Unido e Estados Unidos

As três empresas planejam reunir experiência em design de engenharia e domínio de reservatórios profundos, produção submarina e portfólios de tecnologia de processamento, escala e capacidades de fabricação e um conjunto abrangente de soluções de vida útil para clientes em todo o mundo.

De acordo com a Aker Solutions, a joint venture é considerada um marco na economia da produção submarina, ajudando os clientes a liberar reservas, reduzir o tempo para o primeiro óleo, reduzir os custos de desenvolvimento e atingir as metas de descarbonização.

Os sócios continuarão trabalhando para satisfazer as condições restantes para o fechamento e esperam que a transação seja concluída e a nova empresa inicie as operações o mais cedo possível no quarto trimestre de 2023.

Para lembrar, Aker Solutions, Schlumberger e Subsea 7 firmaram acordos para formar a joint venture no verão passado, que compreenderá os negócios submarinos da SLB e Aker Solutions, com a Subsea 7 adquirindo 10% da joint venture.

O Conselho de Administração da joint venture será composto por três representantes da SLB, dois da Aker Solutions e um da Subsea 7. Os negócios combinados terão aproximadamente 9.000 funcionários globalmente.

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Yinson obtém US$ 230 milhões em financiamento para FPSO Maria Quitéria

A Yinson Production, subsidiária da empresa de infraestrutura e tecnologia de energia com sede em Kuala Lumpur, Yinson Holdings, garantiu um empréstimo de $ 230 milhões em relação a uma embarcação FPSO em construção, que será implantada no Brasil.

Este financiamento é para o FPSO Maria Quitéria , que será implantado no projeto integrado Parque das Baleias, localizado no campo de Jubarte, operado pela Petrobras, no norte da Bacia de Campos, a cerca de 80 quilômetros da costa de Anchieta, Espírito Santo, Brasil. O campo tem lâmina d’água de aproximadamente 1.300 metros e foi descoberto em 2001. A área do Parque das Baleias é formada pelos campos de Jubarte, Baleia Anã , Cachalote , Caxaréu , Pirambú e Mangangá .

O empréstimo de US$ 230 milhões obtido por Yinson foi estruturado e organizado pela Global Infrastructure Partners (GIP), uma gestora independente de fundos de infraestrutura com aproximadamente US$ 100 bilhões em ativos sob gestão. Isso marca a primeira transação entre a Yinson Production e a GIP. É também o primeiro financiamento do GIP de uma embarcação flutuante, de produção, armazenamento e descarga.

Comentando sobre o fechamento deste empréstimo, Markus Wenker, Diretor Financeiro da Yinson Production, comentou: “Estamos muito satisfeitos por ter concluído esta transação e agradecemos a GIP e seus parceiros por sua confiança em nós. Esta transação mostra a força da Yinson Production em atrair capital altamente sofisticado e sua capacidade de ampliar sua base de financiamento além da Ásia.

“Estamos entusiasmados em continuar desenvolvendo essa parceria e aumentando ainda mais nossa rede de credores e investidores globalmente para explorar novas oportunidades no mercado de FPSO e criar valor para nossos acionistas.”

A Yinson Production conquistou o fornecimento, operação e manutenção do FPSO Maria Quitéria pela Petrobras em fevereiro de 2022. Na época, o negócio representou a segunda adjudicação de projeto da Yinson com a Petrobras e a terceira adjudicação de projeto no Brasil, em linha com os planos do grupo de ampliar sua presença no país.

A empresa explica que a construção do FPSO está quase 70% concluída em junho de 2023, o que está de acordo com o cronograma do projeto, portanto, o FPSO está a caminho de atingir o primeiro óleo no segundo semestre de 2024. O FPSO A Maria Quitéria tem capacidade de produção de 100 mil barris de óleo e cinco milhões de Sm 3 de gás por dia.

De acordo com Yinson, o empréstimo de US$ 230 milhões demonstra a atratividade e as robustas perspectivas de investimento da indústria de FPSO no mercado global de infraestrutura de energia, bem como a Yinson Production como “um dos principais proprietários e operadores independentes de FPSOs em todo o mundo”. O GIP juntou-se ao financiamento do empréstimo por outros investidores, incluindo a Gramercy Funds Management.

Jon Plavnick, Diretor Gerente de Crédito da GIP, afirmou: “Estamos orgulhosos de fazer parceria com a Yinson Production em conexão com este financiamento para o FPSO Maria Quitéria. Esta transação destaca a capacidade da GIP Credit de fornecer uma solução de capital confiável e flexível para o FPSO Maria Quitéria durante seu processo de conversão em Xangai e suas eventuais operações de afretamento a tempo no Brasil.

“Acreditamos que esse investimento demonstra ainda mais a capacidade da GIP de fornecer soluções de capital personalizadas para empresas de infraestrutura de primeira linha globalmente.”

Recentemente, Yinson expandiu sua frota de FPSO com destino ao Brasil adquirindo um FPSO destinado a trabalhar no campo de petróleo da Enauta no Brasil. Prevê-se que este FPSO esteja totalmente operacional em meados de 2024 com seis poços de produção.

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Petrobras lança programa inédito para bolsistas e investirá em capacitação de toda cadeia de inovação

A proposta é integrar formação acadêmica e empreendedorismo.

A Petrobras ampliará o programa de bolsas acadêmicas, passando a investir na capacitação de toda cadeia de inovação, desde a formação de mão de obra até a preparação de fornecedores, por meio de um programa integrado de formação em empreendedorismo. Inédita, a proposta visa impulsionar o ecossistema nacional. A previsão é de que, no horizonte de 5 anos, sejam concedidas 4 mil bolsas de estudo, criadas 400 novas empresas de base tecnológica nacionais e desenvolvidos mais de 100 novos fornecedores para a indústria.

“A Petrobras tem um profundo conhecimento da malha de desenvolvimento tecnológico do país e sempre foi uma grande impulsionadora da economia brasileira. O ponto forte desse programa é o investimento integrado em um processo único, que tem início na concessão de bolsas acadêmicas, focadas nos temas de interesse para desenvolvimento tecnológico, e se estende até o suporte na criação e consolidação de novas empresas de base tecnológica para provimento de soluções inovadoras para a indústria”, avalia o presidente da Petrobras Jean Paul Prates.

O programa visa a aceleração da maturidade de tecnologias com alto potencial de aplicação, aumento da capacidade de resposta, inovação, competitividade e robustez do mercado nacional – empresas  e profissionais – na entrega de soluções tecnológicas. Ele irá somar-se às outras iniciativas voltadas para o desenvolvimento do ecossistema de inovação mantidas pela Petrobras: o Programa de Formação de Recursos Humanos da ANP (PRH-ANP) e o Petrobras Conexões para Inovação.

O PRH-ANP financia a concessão de bolsas acadêmicas, revertendo, com quitação antecipada, parte da sua obrigação de investimento em P&D,I da companhia em benefício educacional à sociedade, promovendo a formação e capacitação de futuros profissionais da área. O Conexões para Inovação conecta a companhia com todo o ecossistema inovador, desde startups, universidades, Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) até empresas. Dividido em módulos, reúne as diferentes formas de desenvolver, testar ou comercializar tecnologias com a Petrobras.

“Acreditamos que lançar um programa integrado que contemple a formação e inclua a visão de empreendedorismo e o desenvolvimento de fornecedores, irá enriquecer o ecossistema de fornecedores nacionais, criando um círculo virtuoso e inédito nesse setor”, afirma o diretor de Tecnologia e Engenharia da Petrobras José Carlos Travassos.

“Uma vez em que o programa esteja em pleno funcionamento e maturidade, estimamos ter, anualmente, em torno de 1.000 bolsas acadêmicas ativas, distribuídas por cerca de 50 temas de interesse da Petrobras, e com um mínimo de 30 desafios tecnológicos em desenvolvimento por novos empreendedores de base tecnológica, com maturidades diversas, distribuídas entre as fases de pré-incubação; pré-aceleração; e capacitação para desenvolvimento de fornecedores, calcula a gerente executiva do Centro de Pesquisa da Petrobras (Cenpes), Maíza Goulart.

O programa será dividido em módulos e não é obrigatório ter participado de um deles para ingressar no outro. O processo se dará mediante avaliação dos gestores. A capacitação da cadeia de inovação prevê desde a concessão de bolsas acadêmicas, capacitação em gestão de inovação e empreendedorismo; pré-incubação de empresas; pré-aceleração de novas empresas de base tecnológica e capacitação para desenvolvimento de fornecedores.

Para gerir o novo programa de empreendedorismo, a Petrobras abriu seleção de parceiros para conceber, gerir e executar o novo programa, que visa não só formar mão de obra mas empreendedores que queiram transformar o resultado de pesquisas em negócios. A oportunidade está aberta e receberá propostas até a próxima sexta-feira (4/8). Todas as informações estão disponíveis neste endereço: Competitividade (petrobras.com.br).

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TechnipFMC quebra recordes de pedidos e espera atingir US$ 9 bilhões em 2023

A TechnipFMC recebeu US$ 4,1 bilhões em pedidos de entrada submarina no segundo trimestre de 2023, um aumento de 62,2% em comparação com o primeiro trimestre de 2023 e um aumento de 113,4% em comparação com o mesmo período de 2022. Recordes foram estabelecidos para o desenvolvimento submarino de campo completo iEPCI da empresa e execução de projetos integrados e sistema de produção submarina Subsea 2.0.

A receita total da TechnipFMC no segundo trimestre foi de US$ 1.972,2 milhões, enquanto a perda de operações contínuas foi de US$ 87,2 milhões. A receita ajustada de operações contínuas foi de US$ 44 milhões e o EBITDA ajustado, que exclui encargos e créditos antes dos impostos, foi de US$ 205,9 milhões.

A carteira de pedidos total da empresa aumentou 25% sequencialmente, para US$ 13,3 bilhões.

“Nossos resultados do segundo trimestre refletem o forte desempenho operacional e a entrega contínua de nossos compromissos financeiros ”, disse Doug Pferdehirt, presidente e CEO da TechnipFMC. “Colocamo-nos estrategicamente numa posição muito diferenciada. Mais de 90% do total de pedidos e receita da empresa são gerados fora do mercado de terras da América do Norte.

“Estamos mudando fundamentalmente a maneira como operamos nossos negócios para garantir a criação de maior valor para todas as partes interessadas. Isso está sendo claramente reconhecido pelo mercado, com o trimestre representando o maior nível de atividade de entrada para iEPCI e Subsea 2.0 na história de nossa empresa.”

O segmento submarino da empresa registrou receita de US$ 1.618,4 milhões, um aumento de 16,6% em relação ao primeiro trimestre, devido em grande parte ao aumento da atividade de projetos na América do Sul, Mar do Norte e Golfo do México. O EBITDA ajustado foi de US$ 233,8 milhões, um aumento de 64,8%.

O lucro operacional do segmento foi de US$ 153,4 milhões, um aumento de 129,6% em relação ao primeiro trimestre. De acordo com o relatório financeiro, esse aumento deveu-se principalmente a receitas mais altas, melhores margens na carteira de pedidos e maior atividade de instalação e serviços.

A expectativa para o ano inteiro de pedidos submarinos foi revisada para cima e deve chegar a US$ 9 bilhões.

“Os pedidos submarinos incluíram seis projetos integrados, incluindo a concessão direta de nosso maior iEPCI até o momento, um contrato da Equinor para o desenvolvimento do BM-C-33 no Brasil. No acumulado do ano, o iEPCI foi responsável por mais de 50% de nossa entrada de pedidos. Continuamos esperando que o iEPCI alcance sua maior entrada de todos os tempos em 2023, possibilitado por um nível recorde de atividade do iFEED que frequentemente se converte em prêmio direto”, disse Pferdehirt .

“A entrada submarina no primeiro semestre do ano totalizou US$ 6,7 bilhões, dando-nos confiança para aumentar nossa perspectiva para o ano inteiro. Agora esperamos que os pedidos cheguem a US$ 9 bilhões em 2023. Prevemos que 70% desses pedidos virão de uma combinação de iEPCI, serviços submarinos e todos os outros prêmios diretos, destacando a qualidade de nossa entrada.”

A Surface Technologies registrou receita de US$ 353,8 milhões, um aumento de 7,3% em relação ao primeiro trimestre, impulsionada principalmente pela maior atividade no Oriente Médio e América do Norte, e lucro operacional de US$ 25,7 milhões, um aumento de 14,7%.

O EBITDA ajustado do segmento foi de $ 46,9 milhões, um aumento de 16,4% em relação ao primeiro trimestre. De acordo com a TechnipFMC, os resultados aumentaram em grande parte devido ao aumento da receita e ao melhor desempenho operacional.

Para lembrar, a TechnipFMC relatou pedidos de entrada para o ano inteiro de US$ 8,1 bilhões para 2022 , um aumento de 20% em relação a 2021, impulsionado por US$ 6,7 bilhões em pedidos do segmento submarino.

“O cenário do mercado continua muito forte. O pipeline FEED continua a se expandir, com mais projetos em estágios avançados avançando para a decisão final de investimento. Nossa lista de oportunidades submarinas, que destaca os projetos disponíveis nos próximos 24 meses, continua robusta. A visibilidade de longo prazo também está melhorando, com clientes garantindo capacidade para projetos que se estendem até 2030. Esses são alguns dos muitos sinais tangíveis que sustentam nossa visão de que este será um ciclo de mercado estendido”, concluiu Pferdehirt.

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Petrobras registra novo recorde trimestral de produção no pré-sal

Relatório Operacional mostra ainda que volume de gasolina e diesel produzidos no 2T23 também cresceu

A Petrobras bateu novo recorde trimestral de produção no pré-sal, de abril a junho, chegando a 2,06 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed). Isso representou 78% da produção total da companhia e superou o recorde anterior de 2,05 milhões de boed, registrado no primeiro trimestre.  Os dados constam do Relatório de Produção e Vendas do 2T23.

A produção média de óleo, LGN e gás natural, por sua vez, teve leve redução (1,5%) no último trimestre se comparada com o 1T23, alcançando 2,64 milhões de boed. Isso se deu, principalmente, por conta de paradas e manutenções, além do declínio natural de campos maduros e de desinvestimentos.

Esses efeitos, entretanto, foram parcialmente compensados pelo ramp-up da P-71, no campo de Itapu, e pelo início de produção, em maio, dos FPSOs Almirante Barroso, no campo de Búzios, e Anna Nery, no campo de Marlim, além de novos poços de projetos complementares, na Bacia de Campos. A segunda unidade do projeto de revitalização de Marlim e Voador, o FPSO Anita Garibaldi, já concluiu as atividades de ancoragem e tem entrada em operação prevista para o terceiro trimestre deste ano.

“A implantação dos FPSOs Anna Nery e Anita Garibaldi proporciona a continuidade operacional dos campos de Marlim e Voador, com a expectativa de aumento de 20% da produção e redução de 60% de emissão de gases de efeito estufa, em relação a 2018, quando as nove unidades estavam em operação em Marlim, além de abrir uma importante frente de aprendizados e conhecimentos para outros projetos de revitalização”, comentou Carlos Travassos, diretor de Engenharia, Tecnologia e Inovação. “Búzios é o maior campo em águas profundas do mundo. As plataformas instaladas no campo registraram, em junho, a produção média operada de óleo e LGN de 635 mil barris por dia (Mbpd). Temos ainda mais seis unidades já contratadas em implantação, elevando para 11 o número de plataformas em operação no campo até 2027“, completou Joelson Mendes, diretor de Exploração e Produção.

Fator de utilização
O fator de utilização (FUT) das unidades de refino da Petrobras atingiu 93% no 2T23, sendo que em junho alcançou 95%, maiores resultados desde 2015. Os expressivos números foram obtidos mesmo com paradas programadas de manutenção na RPBC, REFAP, REDUC e REPLAN, respeitando os requisitos de segurança, meio ambiente e saúde. A produção de diesel, gasolina e QAV representou 67% da produção total no 2T23, mantendo o elevado patamar do 1T23.

Gasolina
O Relatório mostra ainda que a produção de gasolina teve aumento de 7,4% no segundo trimestre, em comparação com o anterior, acompanhando o desempenho de mercado e o maior aproveitamento da capacidade operacional das refinarias. Em junho, a produção de gasolina foi de 421 mil barris ao dia (bpd), melhor resultado desde 2014.

As vendas de gasolina no 2T23 registraram crescimento de 4,8%, em relação ao primeiro trimestre. Foram as maiores registradas para o mesmo período nos últimos seis anos, mesmo com o desinvestimento de algumas refinarias. Em relação ao segundo trimestre do ano passado, as vendas cresceram 15,7%. Isso ocorreu, principalmente, por conta do ganho de participação da gasolina sobre o etanol hidratado no abastecimento dos veículos flex, bem como do aumento do mercado ciclo Otto.

Diesel
A produção de diesel também cresceu no último trimestre: 9,7% em relação ao primeiro trimestre. O diesel S10, menos poluente e com menor impacto ambiental, teve recorde mensal de 442 mil bpd em junho. Os resultados são fruto de constantes melhorias operacionais, otimização de processos e controle da produção, com objetivo de atender à demanda crescente do derivado.

Como reflexo do avanço do programa BioRefino na estratégia de transição energética para mercado de baixo carbono, foi produzido em abril um novo lote de 5,8 milhões de litros de Diesel R5 (diesel com 5% de conteúdo renovável). Esse volume é suficiente para abastecer até 19.300 ônibus convencionais, com potencial redução de emissões de cerca de 610 toneladas de gases de efeito estufa.

As vendas de diesel foram 0,8% maiores no 2T23 em relação ao 1T23, com volume de produção equiparado ao volume de vendas. O aumento das vendas é explicado, principalmente, pela sazonalidade de consumo, usualmente mais fraca no primeiro trimestre de cada ano devido à redução da atividade econômica, o que foi parcialmente atenuado pelo aumento do teor de mistura obrigatória de biodiesel a partir de abril de 2023.

Controle de emissões

Outro dado do Relatório de Produção e Vendas é relacionado ao resultado das iniciativas de eficiência energética e controle de emissões nas refinarias. Em junho, foi registrada a melhor marca para o IGEE (Intensidade de Emissão de Gases do Efeito Estufa) desde 2019, ano em que iniciou a medição, alcançando o valor de 36,7 kg CO2 por carga equivalente de refino. Neste período houve uma redução da emissão de gases do efeito estufa equivalente a mais de 93.000 ônibus urbanos circulando cinco dias por semana, por 200 km por dia.

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Petrobras amplia produção de diesel com baixo teor de enxofre na Reduc

Investimentos de cerca de R$ 225 milhões permitiram aumentar capacidade de produção do diesel S-10 em 4,5 milhões de litros/dia.

Desde sábado (29/07), a Petrobras passou a contar com duas unidades que têm capacidade produzir 100% de diesel S-10 na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), no Rio de Janeiro. Com isso, a refinaria quase dobra o potencial de fornecimento desse combustível, de 5 milhões de litros por dia para 9,5 milhões de litros por dia.

O início da fase de execução das obras ocorreu em março de 2020 e indicava a partida da unidade em setembro de 2023. Porém, mesmo com as dificuldades decorrentes da pandemia, a unidade entrou em produção antes do previsto. Durante as obras, foram gerados mil empregos diretos e indiretos.

A partida da unidade aconteceu após o término de uma parada programada de manutenção, permitindo à companhia concluir as adequações necessárias para capacitá-la a produzir o combustível com baixo teor de enxofre (apenas 10 ppm), visando atender especificações do mercado local e internacional, além de requisitos ambientais. As intervenções realizadas na unidade de hidrotratamento da Reduc atenderam a todos os requisitos em relação à segurança e saúde das pessoas e ao meio ambiente, sendo planejadas de forma a não impactar o atendimento ao mercado durante a sua execução.

O diesel S-10 é um produto mais moderno e sustentável, de maior valor agregado e com menor impacto ao meio ambiente. Além do baixo teor de enxofre, esse combustível tem maior nível de cetano, índice que mede a qualidade de ignição. O S-10 também proporciona impactos positivos na redução de emissões de material particulado e de óxidos de nitrogênio.

De acordo com o diretor de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras, Carlos Travassos, “a Petrobras está investindo em projetos e produtos que geram ganhos ambientais para toda a sociedade. A ampliação da produção de diesel S-10 na Reduc representa o cumprimento de um marco importante e reafirma o compromisso da companhia com o atendimento ao mercado e com o respeito ao meio ambiente”.

Segundo o diretor de Processos Industriais e Produtos da Petrobras, William França, a modernização do parque de refino e a expansão da capacidade de produção de diesel S-10 é fundamental para aumentar a disponibilidade de derivados mais sustentáveis: “A substituição da produção de diesel S-500 por S-10 é de relevância estratégica para a companhia, além de ser positiva para o país, pois amplia a oferta de um derivado menos poluente e com baixo impacto ambiental para atendimento ao mercado brasileiro”.

Com investimento de quase R$ 225 milhões, este é o primeiro projeto concluído do chamado phase-out de diesel S-500, que irá adequar toda a produção de diesel rodoviário da Petrobras para o S-10.

Além da Reduc, também estão previstas as adaptações em unidades existentes nas refinarias Revap e Rnest (1º trem); construção das novas unidades de hidrotratamento na Replan e Rnest (2º trem); e estudos de novas unidades na Repar, Regap, Refap e Revap, que terão potencial de adicionar 300 mil barris por dia na produção de diesel S-10 no Brasil até 2028.

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Subsea7 oferece diversas vagas de emprego para início imediato no Rio de Janeiro

Com possibilidade de atuação onshore e offshore, os níveis de escolaridade para ocupar os cargos disponíveis vão do ensino médio ao ensino superior.

A Subsea7, líder global na entrega de projetos e tecnologia offshore para o setor de energia, abriu diferentes oportunidades de emprego para início imediato na capital carioca. Com o objetivo de atrair novos talentos para a indústria de óleo e gás, os cargos disponíveis abrangem uma ampla faixa de escolaridade, desde o ensino médio até o ensino superior. Pessoas com Deficiência (PcDs) também podem se inscrever e participar do processo seletivo.

Entre as vagas disponíveis estão: Gerente de Operações, Coordenadora(o) de Operações, Analista de Planejamento Estratégico Sr., Engenheira(o) de Operações, Engenheira(o) Sr. – Installation Analysis, Engenheira(o) Instalação, Piloto(a) de ROV, Operadora(o) de Convés, Encarregada(o) de Convés, Técnico Elétrica Offshore, entre outras.

Para obter mais detalhes sobre os pré-requisitos e efetuar a candidatura, os interessados devem acessar a página: link. Além da remuneração salarial, os candidatos selecionados terão benefícios como vale-alimentação, vale-refeição, plano de saúde, plano odontológico, seguro de vida e Gympass. As inscrições serão encerradas assim que as vagas forem preenchidas.

Lista de cargos disponíveis:

Onshore:

Gerente de Operações – link

Coordenadora(o) de Operações – link

Engenheira(o) de Operações II – link

Engenheira(o) Sr. – Installation Analysis – link

Engenheira(o) Instalação – link

Analista de Planejamento Estratégico Sr. – link

Offshore:

Piloto(a) de ROV – link

Operadora(o) de Convés – link

Encarregada(o) de Convés – link

Técnico Elétrica Offshore – link

Bristow Group reforça presença no Brasil com o lançamento de duas novas bases de operação

A empresa agora possui 15 helicópteros engajados em contratos no Brasil, atendendo a grandes clientes do mercado de O&G.

O Bristow Group Inc. (NYSE: VTOL), líder global em soluções inovadoras e sustentáveis de voo vertical, através de sua subsidiária Brasileira Bristow Táxi Aéreo, abriu duas novas bases operacionais no país para dar suporte à sua crescente e diversificada base de clientes. Isso eleva o número total de bases da empresa no Brasil para cinco, enquanto a frota local de helicópteros deve chegar a 18 até meados de agosto deste ano. Atualmente, a Bristow conta com cerca de 300 funcionários.

As novas bases estão localizadas no Aeroporto Eurico de Aguiar Salles, em Vitória, Espírito Santo, e em Farol de São Thomé, no Rio de Janeiro. Elas se somam às demais bases de apoio atualmente operadas pela Bristow, que incluem os aeroportos de Cabo Frio, Macaé e Jacarepaguá.

“Como braço brasileiro do maior fornecedor de serviços de transporte offshore do mundo, estamos orgulhosos de aumentar nossas operações locais e continuar a fornecer o serviço seguro e confiável pelo qual a Bristow é conhecida há muito tempo no Brasil. Essas novas bases em Vitória e Farol de São Thomé nos permitem atender melhor nossos clientes e cumprir nossos mais novos compromissos no Brasil”, afirma Marcos Toledo, Area Manager da companhia no Brasil. “Em dois anos, a Bristow passou de seis para 15 helicópteros dedicados na região.”

Com mais de 50 anos de operações no País, com centenas de milhares de horas de voo executadas, a Bristow no Brasil oferece soluções de aviação offshore para atividades de sísmica, exploração, desenvolvimento e produção de O&G. A Bristow também fornece cobertura aeromédica e voos fretados para toda a cadeia de suprimentos de Petróleo & Gás na região.

Sobre o Grupo Bristow

O Bristow Group Inc. é o principal fornecedor global de soluções de voo vertical, sendo reconhecido pelas suas ações de inovação e sustentabilidade. A Bristow fornece principalmente serviços de aviação para uma ampla base de empresas de energia offshore e entidades governamentais. Os serviços de aviação da empresa incluem transporte de pessoal, busca e resgate (“SAR”), evacuação médica, transporte de asa fixa, sistemas não tripulados e serviços de helicóptero ad hoc. Atualmente, a Bristow tem clientes na Austrália, Brasil, Canadá, Chile, Caribe Holandês, Ilhas Falkland, Índia, México, Holanda, Nigéria, Noruega, Espanha, Suriname, Trinidad, Reino Unido (“U.K.”) e Estados Unidos (“U.S.”).

Shell abre oportunidades de estágio para estudantes do Rio de Janeiro e São Paulo

As inscrições vão até o dia 31 de julho e devem ser feitas pelo site da companhia.

A Shell abriu novas oportunidades de estágio para universitários do Rio de Janeiro e São Paulo. As vagas estão disponíveis em diversos campos de atuação. As inscrições podem ser feitas pelo site até o dia 31 de julho.

As vagas do Rio de Janeiro são para estudantes dos cursos de Direito, Psicologia, Ciências Sociais, Contabilidade, Comunicação, Economia, Relações Internacionais, Administração, Engenharia Química, Engenharia de Petróleo, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Engenharia Ambiental, Engenharia Naval, Geofísica e Biologia. Os candidatos de São Paulo devem estar cursando Economia, Administração, Relações Internacionais ou Engenharia de Produção.

O estágio terá duração de até dois anos, com quatro horas de dedicação diárias. Para concorrer a uma das vagas, o candidato precisa estar com matrícula ativa na universidade por pelo menos mais um semestre, após o período de estágio.

Na Shell, o estagiário trabalhará com profissionais experientes em diferentes desafios e terá a oportunidade de desenvolver suas habilidades e crescer num ambiente que valoriza a honestidade, a integridade e o respeito pelo outro.

Para mais informações sobre o Programa de Estágio, os candidatos podem acessar o Shell Careers: Estágio Regular | Shell Brasil