Campo de Búzios atinge produção acumulada de 1 bilhão de barris de óleo equivalente

Resultado foi alcançado cinco anos após início de produção do campo.

A Petrobras informa que o campo de Búzios, o maior do mundo em águas ultraprofundas, atingiu, em junho, a produção acumulada de 1 bilhão de barris de óleo equivalente (boe), passados apenas cinco anos desde que o ativo iniciou sua operação. Esse resultado se deve à alta produtividade por poço em Búzios, à evolução do conhecimento acumulado nos campos do pré-sal e à utilização de tecnologias de última geração desenvolvidas para ampliar a eficiência dos reservatórios.

Atualmente o campo de Búzios opera com cinco plataformas, todas do tipo FPSO (sistema flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo): P-74, P-75, P-76, P-77 e Almirante Barroso, que entrou em produção neste ano. O Plano Estratégico da Petrobras prevê a instalação de mais seis unidades em Búzios até 2027, quando a expectativa é que a capacidade instalada do ativo alcance 2 milhões de barris de óleo por dia.

“Atingir essa marca de 1 bilhão de barris de óleo equivalente em apenas cinco anos, num único campo, nos enche de orgulho. É a comprovação do alto nível de qualificação do nosso corpo técnico, da ampliação da nossa curva de aprendizado no pré-sal e do quanto avançamos na produção desse ativo nos últimos anos. E as perspectivas para o futuro são promissoras: vamos colocar em produção outras seis plataformas equipadas com tecnologias de última geração para redução de emissões de CO2, até 2027” ressaltou o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.

Trajetória bem-sucedida

O campo de Búzios começou a operar em 2018 e coleciona resultados positivos. Localizado a 180 km da costa, em lâminas d´água que chegam a mais de 2 mil metros de profundidade, o ativo concentra os poços mais produtivos do país. Para se ter ideia, a espessura de seu reservatório tem a mesma altura que o Pão de Açúcar – e sua extensão corresponde a mais que o dobro que a Baía de Guanabara.

A Petrobras ganhou o Prêmio da OTC (Offshore Technology Conference), considerado o mais importante da indústria offshore, em 2021, pelo conjunto de tecnologias desenvolvidas para tornar viável a produção em Búzios. As soluções de última geração ali empregadas aumentaram a eficiência do campo, impulsionaram sua produção, além de reduzir custos de forma consistente.

Presidente da Petrobras participou da posse de diretoria da Coppe/UFRJ

Acordos de cooperação entre as instituições somam R$ 559 milhões

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, participou,  da cerimônia de posse da nova diretoria do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A engenheira especialista em mudanças climáticas Suzana Kahn assumiu a Diretoria da instituição pelo próximo mandato 2023-2027, ao lado de Marcello Campos, nomeado Vice-Diretor da Coppe.

“Todos nós sabemos o quanto a Coppe é parceira de longa data da Petrobras. Nossas histórias são indissociáveis e, em grande medida, nossos profissionais também. Nossas instituições olham para o futuro e colaboram para construí-lo. Temos 135 acordos de cooperação vigentes, no valor de R$ 559 milhões. Os números, no entanto, não capturam nem de longe todo o valor que esse trabalho conjunto representa para a Petrobras, para a universidade e para a engenharia brasileira”, destacou o presidente Jean Paul Prates.

Entre os termos de cooperação tecnológica firmados entre a Petrobras e a Coppe, estão o Desenvolvimento de Sistemas de Inteligência em Descomissionamento de Instalações Submarinas de Produção de Óleo e Gás e o Gerenciamento de Informações com Inteligência Artificial (R$ 28 milhões); as Ferramentas Experimentais para Inovação em Projetos e Operações Offshore (R$ 15,6 milhões); e, o Projeto e Planejamento de Inspeções de Linhas de Ancoragem Baseados em Confiabilidade (R$ 11 milhões).

A Coppe deve reforçar sua vocação de ser um espaço de discussão dos problemas da sociedade e de batalhar por investimentos públicos e privados pela ciência, tecnologia e inovação e, não à toa, está aqui o presidente da Petrobras, a maior parceira da Coppe ao longo da nossa história”, afirmou a nova diretora do Coppe/UFRJ, Suzana Kahn.

Também participaram da cerimônia de posse da Coppe, o diretor de Transição Energética da Petrobras, Maurício Tolmasquim, o reitor da UFRJ, Roberto Medronho, a vice-reitora, Cássia Curan Turci, a diretora da ANP, Symone Araújo, entre outros.

BRASIL EPICENTRO GLOBAL DE FPSOs – Seminário Nacional sobre plataformas flutuantes de produção (FPSOs)

📣 Estamos muito felizes em anunciar que o Simpósio BRASIL – EPICENTRO GLOBAL DE FPSOs – Seminário Nacional sobre plataformas flutuantes de produção (FPSOs) ocorrerá nos dias 30 e 31 de outubro de 2023 na Ventura Tower no Rio de Janeiro!

📣 Este evento reunirá expoentes da indústria que estão à frente na prestação de serviços integrados Floating Production Storage and Offloading (FPSO), incluindo líderes de mercado como Modec, SBM, Ocyan, Yinson e BW Offshore.

📣 Prepare-se para discussões aprofundadas, troca de conhecimentos e networking inestimável. Verifique em anexo a programação do evento e a lista de temas que serão abordados.

📣 Garanta a sua participação! Será um prazer receber você neste evento memorável.

📣 Inscrição: (Vagas limitadas): Clique aqui

📣 Nos vemos no Rio! 🇧🇷

📣  Patrocínios: fpsosseminario@revistaoilegasbrasil.com.br

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#FPSO #RioDeJaneiro #Simposio

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CRP Subsea fecha contrato no Brasil

A CRP Subsea, com sede na Inglaterra, parte da AIS, garantiu um contrato com uma “empresa de tecnologia de energia” para o fornecimento de módulos de flutuação distribuídos (DBMs) para um campo de petróleo em águas profundas no Brasil.

Sob o contrato descrito como “major”, a CRP Subsea entregará 333 DBMs que serão usados ​​em três risers flexíveis de produção que transportam petróleo das instalações submarinas para a unidade de flutuação acima no projeto situado no
pré-sal da Bacia de Santos.

As obras de engenharia do projeto já começaram, com entrega final prevista para o final deste ano. As soluções serão fabricadas nas instalações da CRP Subsea no noroeste da Inglaterra.

De acordo com a empresa, ao manter uma configuração de onda preguiçosa cuidadosamente projetada, os DBMs reduzirão a tensão máxima exercida na unidade flutuante, de produção, armazenamento e descarga (FPSO). Será empregado um grampo interno compatível de alta capacidade, projetado para fornecer uma pressão de fixação circunferencial uniforme controlada, que deve manter a posição dos DBMs e eliminar o risco de danos à tubulação, prolongando assim a vida útil do campo.

“Estamos extremamente satisfeitos por termos sido selecionados para este importante projeto. Nossa tecnologia de braçadeira interna líder de mercado continua a ser a solução preferida para minimizar o risco de instalação e garantir a operação confiável de risers flexíveis em águas profundas”, disse James Harrison, gerente de contas principais da CRP Subsea.

“A urgência dos requisitos de entrega associados a este contrato destaca a confiança de nossos clientes em nossa capacidade de entregar produtos de qualidade no prazo. Antecipamos ansiosamente futuras colaborações e a oportunidade de contribuir para mais projetos.”

A AIS adquiriu a CRP Subsea, anteriormente Trelleborg Offshore UK, no final de 2022 como parte de sua estratégia de crescimento e com o objetivo de expandir sua gama de ofertas submarinas.

Falando sobre outras notícias relacionadas à empresa, a CRP Subsea garantiu em abril um contrato para fornecer serviços de proteção de cabos para um projeto de cabo submarino HVDC offshore nos Emirados Árabes Unidos no Golfo Pérsico.

Além disso, a empresa do Reino Unido anunciou no mesmo mês que entregou reforços dinâmicos de curvatura à ECOnnect Energy da Noruega, que serão usados ​​para um sistema de transferência de GNL sem cais.

Acelen reduzirá em 30% a geração de resíduos na Refinaria de Mataripe

Parceria estratégica com indústrias permitirá redução de 7.200 toneladas de resíduos/ano, promovendo a economia circular. Meta é alcançar aterro zero em 2024, em linha com estratégia ESG da empresa, que tem a integridade ambiental como um dos temas prioritários.

A Acelen vai reduzir cerca de 30% (7.200 toneladas) da geração de resíduos nas operações da Refinaria de Mataripe este ano, tendo como meta eliminar completamente a destinação de materiais para aterros sanitários em 2024. A iniciativa marca o pioneirismo da empresa na implementação da visão do resíduo como parte integrada da cadeia produtiva, adicionando desenvolvimento tecnológico na sua gestão. Tal visão se soma a uma série de medidas para diminuir de forma contínua o impacto ambiental e a pegada de carbono nas operações da planta industrial, visando um refino mais sustentável.

O processo de redução da geração de resíduos teve início a partir da análise do perfil de materiais gerados na operação da refinaria, em que foram identificadas diversas oportunidades, desde otimização na utilização de recursos até o melhor aproveitamento e aplicação. Cada medida implementada agrega valor ao promover a circularidade, considerando o tripé da sustentabilidade: ambientalmente seguro, socialmente responsável e economicamente viável.

Algumas das iniciativas de maior impacto têm como premissa o reaproveitamento de materiais antes destinados como resíduo, para os quais foi identificado potencial para serem transformados em matéria-prima ou coprodutos para uso em outras indústrias. As possibilidades de reaproveitamento sustentável vêm sendo mapeadas e avaliadas parcerias estratégicas com indústrias-chave de diferentes setores, como petroquímico, metalúrgica, cimenteiro e de pavimentação, para buscar a melhor aplicação para os coprodutos que estão sendo especificados.
“Os avanços para uma menor pegada ambiental refletem o investimento robusto, consistente e bem-sucedido na refinaria, como parte da estratégia ESG voltada à integridade ambiental, um dos nossos temas prioritários, com melhor gestão do uso da água, efluentes, resíduos e circularidade. Estamos colhendo os frutos de um trabalho focado no uso de tecnologias inovadoras, a partir do conceito de indústria 4.0 implementado na nossa refinaria, para reduzirmos os impactos da nossa operação”, ressalta o vice-presidente de Operações da Acelen, Celso Ferreira.

Sobre Acelen
A Acelen é a empresa de energia proprietária da Refinaria de Mataripe e seus ativos logísticos na Bahia. Em seu primeiro ano, anunciou investimentos expressivos na ordem de R$ 1.1 bilhão em eficiência operacional e aumento da capacidade de produção em 22%, equivalente a 290 mil barris de petróleo/dia. A companhia já representa cerca de 14% da capacidade total de refino do Brasil. Também é líder na comercialização de parafina na América Latina e maior exportadora do estado baiano.
Norteada pelos pilares de excelência operacional, geração de oportunidades e respeito às pessoas e ao meio ambiente, a empresa investe também em um centro de formação próprio, cursos de capacitação, tecnologias, segurança, pesquisa em inovação, iniciativas sociais e sustentabilidade, mantendo a continuidade e ampliação do abastecimento do mercado nacional e internacional de derivados de petróleo de forma segura e transparente. Saiba mais em acelen.com

1º SEMINÁRIO BRASIL EPICENTRO GLOBAL DE FPSOs – 1st SEMINAR BRAZIL GLOBAL EPICENTER IN FPSOs

Apresentação:

Entenda por que os FPSOs são o futuro da Indústria de Óleo e Gás. Convidamos você para o 1º SEMINÁRIO: BRASIL – EPICENTRO GLOBAL DE FPSOs. O futuro do setor já está aqui e você não pode ficar de fora!

É com grande satisfação que anunciamos o 1º SEMINÁRIO: BRASIL – EPICENTRO GLOBAL DE FPSOs. O evento organizado pela Revista digital Oil & Gas Brasil e apoio da AIF Consulting Partners será realizado na vibrante cidade do Rio de Janeiro nos dias 30 e 31 de Outubro de 2023.

O Brasil está à frente no cenário mundial de plataformas flutuantes de produção (FPSOs), com crescimento consistente e robusto. O mercado brasileiro continua a atrair investimentos significativos das principais operadores internacionais e Petrobras, e a expectativa é de que essa tendência se mantenha nos próximos anos.

Esse seminário foi idealizado para servir como um espaço de troca de conhecimentos, atualizações e discussões sobre as questões mais relevantes do mercado de petróleo e gás no Brasil, evidenciando a sua importância estratégica no panorama global. Os temas abordados foram cuidadosamente selecionados para atender às necessidades dos profissionais e empresas atuantes nesse setor.

Durante o seminário, serão explorados os seguintes tópicos:

  • Legislação: Uma visão aprofundada sobre as leis que regem o setor de FPSOs no Brasil.
  • Estudos de Caso: Análises detalhadas de projetos de FPSOs bem-sucedidos, oferecendo insights valiosos e práticas recomendadas.
  • Evolução Técnica: Revisão dos avanços técnicos mais recentes no campo de FPSOs e como estão moldando a indústria.
  • Tecnologia: Discussão sobre as tecnologias emergentes que estão revolucionando o setor de FPSOs.
  • Palestras: Apresentações de especialistas sobre temas atuais que afetam a indústria de FPSOs no Brasil e no mundo.

Venha se juntar a nós nesse encontro enriquecedor e oportuno, para explorar o futuro da indústria de FPSOs no Brasil – o coração pulsante deste setor em expansão global.

Data do início: 30 de outubro de 2023
Data do Fim: 31 de Outubro de 2023
Horário: 8h às 18h
Local: Ventura Corporate Tower, Av. República do Chile, 330 – Centro, Rio de Janeiro – RJ
Realização: Revista digital Oil & Gas Brasil  Apoio: AIF Consulting Partners

Capacidade: 160 pessoas

Público alvo: CEOs, Diretores, Gerentes, Supervisores, Engenheiros, Técnicos e Acadêmicos.
Àrea de atuação: petróleo, gás, energia, petroquímica, indústria naval e offshore.

Patrocínios: fpsosseminario@revistaoilegasbrasil.com.br

Inscrição: Clique aqui

Acesse: https://revistaoeg.tramacriacoes.com.br/seminarios/

English version

Presentation:

Understand why FPSOs are the future of the Oil and Gas Industry. We invite you to the 1st
SEMINAR: BRAZIL – GLOBAL EPICENTER IN FPSOs. The future of the sector is already here
and you cannot miss it!

It is with great satisfaction that we announce the 1st SEMINAR: BRAZIL – GLOBAL EPICENTER
IN FPSOs. The event organized by the digital magazine Oil & Gas Brasil and supported by AIF
Consulting Partners will be held in the vibrant city of Rio de Janeiro on the 19th and 20th of October
2023.

Brazil is at the forefront of the world scene of floating production platforms (FPSOs), with consistent
and robust growth. The Brazilian market continues to attract significant investments from the main
international operators and Petrobras, and the expectation is that this trend will continue in the
coming years.

This seminar was designed to serve as a space for exchanging knowledge, updates and discussions
on the most relevant issues in the oil and gas market in Brazil, highlighting its strategic importance in
the global scenario. The topics addressed were carefully selected to meet the needs of professionals
and companies operating in this sector.

During the seminar, the following topics will be explored:

Legislation: An in-depth look at the laws governing the FPSO industry in Brazil.
Case Studies: Detailed analyzes of successful FPSO projects, offering valuable insights and best
practices.
Technical Evolution: Review of the latest technical advances in the field of FPSOs and how they
are shaping the industry.
Technology: Discussion on the emerging technologies that are revolutionizing the FPSO industry.
Lectures: Presentations by experts on current issues that affect the FPSO industry in Brazil and
worldwide.

Come join us for this enriching and timely gathering to explore the future of the FPSO industry in Brazil – the beating heart of this booming global industry.

Start date: October 30, 2023
End Date: October 31, 2023
Hours: 8am to 6pm
Location: Ventura Corporate Tower, Av. República do Chile, 330 – Centro, Rio de Janeiro – RJ
Production: Oil & Gas Brasil digital magazine Support: AIF Consulting Partners
Registration and Sponsorships by email: fpsosseminario@revistaoilegasbrasil.com.br
Capacity: 160 people
Target Audience: CEOs, Directors, Managers, Supervisors, Engineers, Technicians and
Academics.
Area of expertise: oil, gas, energy, petrochemicals, shipbuilding and offshore industry.

Sponsorships: fpsosseminario@revistaoilegasbrasil.com.br

Registration: Click here

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IBP promove Rio Pipeline com debate sobre expansão da infraestrutura de dutos

Warm up será nesta quinta-feira, 20, e reunirá executivos do setor no país, que vão discutir o impacto positivo da abertura do mercado de gás natural na atração de investimentos e no fomento à cadeia de fornecedores.

O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) vai promover, nesta quinta-feira, dia 20 de julho, em sua sede, no Centro do Rio, um warm up para debater o impacto positivo da abertura do mercado de gás natural na atração de investimentos e no fomento à cadeia de fornecedores, entre outros temas importantes do segmento dutoviário.

Roberto Ardenghy, presidente do IBP; Idarilho Nascimento, diretor de Relações Institucionais na Tenaris e Chair do Comitê Organizador da Rio Pipeline 2023; Wong Loon, Chair do Comitê Estratégico da Rio Pipeline 2023; e Sylvie D’Apote, diretora-executiva de Gás Natural do IBP, participarão do encontro, que irá apontar os tópicos relevantes que estarão presentes na edição deste ano da Rio Pipeline.

A Rio Pipeline é o principal fórum de discussão sobre o mercado de dutos no Brasil, com especialistas de diversas partes do mundo para debater as perspectivas do segmento, as oportunidades do mercado e as tecnologias desenvolvidas pelas empresas. De 8 a 10 de agosto, o evento contará com debates técnicos e de alta relevância para o setor sob o tema “Conhecimento e Energia para um novo mercado”.

Os debates do warm up, que é aberto ao público, acontecem em um momento de perspectivas promissoras para o setor dutoviário, tanto no transporte de gás natural como no de combustíveis. “Existe a expectativa de expansão do setor de gás natural com a entrada de novos agentes, maior competição e atração de novos investimentos. Neste cenário, novas demandas do mercado de gás natural tendem a impulsionar a expansão da infraestrutura dutoviária no país, estabelecendo uma nova dinâmica comercial, com efeitos multiplicadores na cadeia de fornecedores e na economia nacional”, ressalta Roberto Ardenghy, presidente do IBP.

Os interessados em participar do warm up para saber mais sobre a preparação para esta edição da Pipeline, como será o retorno do modelo presencial e mais detalhes do segmento de dutos poderão se inscrever clicando aqui. Há limite de vagas para esta iniciativa na sede do IBP.

A edição 2023 da Rio Pipeline conta com patrocínio master da Petrobras; o patrocínio platinum da Transpetro, NTS e TBG; o patrocínio ouro da Tenaris; patrocínio bronze da PRIO; patrocínio cobre da GERDAU, Álvaro Aguiar Engenharia, Solar Turbines, Tory Tech; patrocínio Premium Arena da DNV; patrocínio Special Arena da Geogas, Rosen e TDW. Além disso, o evento conta ainda com o apoio do Governo Federal.

Serviço

Local: IBP – Avenida Almirante Barroso, 52 / 26º andar

Horário: Palestra: 18h às 19h

Coquetel: 19h às 20h

Inscrições para o warm up: clique aqui.

Mais informações: clique aqui e saiba mais sobre a Rio Pipeline

Weatherford assina contrato de cinco anos com a Petrobras

A Weatherford International, empresa de serviços de campos petrolíferos dos EUA, garantiu um contrato de longo prazo com a Petrobras para a prestação de serviços de intervenção offshore no Brasil.

Ao anunciar o contrato de cinco anos, a Weatherford explicou que realizou serviços de intervenção no Brasil por mais de 20 anos em estreita cooperação com a Petrobras para desenvolver “ uma oferta abrangente” para abordar a intervenção e comissionamento submarino. O player dos EUA fornecerá sua solução de digitalização, a plataforma de otimização de construção de poços Centro, em uma tentativa de aprimorar ainda mais essa oferta.

Girish Saligram , presidente e CEO da Weatherford, comentou: “Estamos muito satisfeitos com o resultado do processo de licitação com a Petrobras. Nossa longa história de colaboração para estender a vida produtiva dos ativos da Petrobras e reduzir o tempo improdutivo será aprimorada ainda mais por meio de nossa oferta de digitalização de ponta. Estamos ansiosos para um projeto de sucesso e continuar nosso trabalho juntos.”

Este acordo ocorre semanas depois que a Weatherford ganhou um contrato de três anos com a Aramco da Arábia Saudita para a prestação de serviços de perfuração.

Yinson compra FPSO destinado a campo de petróleo no Brasil

A operadora brasileira de petróleo e gás Enauta recebeu uma carta da malaia Yinson, por meio de sua subsidiária Yinson Bouvardia Holdings, notificando sobre o exercício de uma opção de aquisição de um FPSO, que operará em seu campo de petróleo offshore no Brasil. Esta ação inicia o contrato de afretamento do FPSO.

Segundo a Enauta, a aquisição do FPSO Atlanta pela Yinson se dará por meio da compra da totalidade das ações da AFPS, proprietária da embarcação. A empresa brasileira vê o exercício da opção como “um marco importante” para reduzir o risco do pleno desenvolvimento do campo de Atlanta , confirmando o estágio de quase conclusão do FPSO Atlanta, em linha com seu cronograma e orçamento.

Além disso, o exercício da opção implica uma redução no investimento líquido da Enauta no FPSO até a conclusão de aproximadamente US$ 100 milhões. A aquisição deste FPSO pela Yinson reflete um valor de $ 465 milhões para AFPS, dos quais $ 86 milhões são pagos em dinheiro e pagamentos diferidos EPCI e $ 379 milhões em financiamento de 15 anos concedido a Yinson.

A Enauta confirma que o exercício da opção dá início aos contratos de afretamento, operação e manutenção do FPSO por 15 anos, com possível prorrogação por cinco anos. Este contrato reflete um valor total de US$ 2 bilhões por 20 anos contados a partir do início da produção da embarcação.

Já em janeiro de 2022, a Enauta firmou  contrato de compra do FPSO  OSX-2  para o Sistema Definitivo (DS) do campo de Atlanta e este contrato de compra foi  fechado no mês seguinte. Esta embarcação foi convertida em 2013 na classe ABS para operar no  campo de Waimea  no Brasil, mas nunca iniciou as operações.

O jogador brasileiro assinou um contrato firme com Yinson para a conversão da unidade de produção existente, para que o FPSO fosse usado para o  Full Development System (FDS) de Atlanta  – aprovado em fevereiro de 2022 – nos mesmos termos especificados na  Carta de Intenções (LoI) a partir de dezembro de 2021 .

Em maio de 2022, Yinson contratou  a Drydocks World Dubai  para a conversão, serviços de extensão de vida e reforma do FPSO Atlanta. Espera-se que o FPSO atualizado seja entregue no terceiro trimestre de 2023 à Enauta. Após a conversão, o FPSO passará a  operar na Classe ABS  e será implantado no campo de Atlanta.

Além disso, prevê-se que o FPSO esteja totalmente operacional em meados de 2024 com seis poços de produção. O FPSO Atlanta tem capacidade para processar 50.000 barris de óleo por dia, 140.000 barris de água por dia, 20 MW de geração de energia e 1,6 milhão de barris de óleo em capacidade de estoque.

O campo de Atlanta está produzindo desde 2018 por meio de um Sistema de Produção Antecipada (EPS), englobando três poços conectados ao FPSO  Petrojarl I. Após recente recertificação , espera-se que este FPSO continue operando no campo até a entrada do  Sistema de Desenvolvimento Pleno em 2024 com seis poços, chegando a dez poços em 2029. 

Localizado no bloco BS-4, na  Bacia de Santos , em lâmina d’água de 1.500 metros, o  campo de Atlanta  é operado pela Enauta Energia, subsidiária integral da empresa, que também detém 100% de participação neste ativo.

Petrobras prepara nova fase do Canal de Acolhimento a vítimas de assédio sexual

A Petrobras vai iniciar em agosto a segunda fase do Canal de Acolhimento a vítimas de assédio sexual na companhia. Com isso, de forma complementar ao tratamento e à investigação da denúncia, uma equipe multidisciplinar especializada estará disponível para escuta e atendimento das pessoas afetadas pela violência no trabalho nas instalações da Petrobras. Essa fase é uma evolução à etapa inicial do projeto, lançada em maio, quando foram abertos canais voluntários de atendimento online, telefônico e presencial.

“Esse novo momento do projeto é voltado para atender especialmente à demanda de trabalhadoras e trabalhadores que não se sentem à vontade para detalhar informações ou procurar os canais inicialmente já existentes. Às vezes a vítima não quer relatar dados concretos para a investigação do abuso, mas isso não quer dizer que ela não precise de acolhimento. A equipe vai atuar numa perspectiva de saúde, com sigilo profissional”, explica a gerente geral de Saúde da Petrobras, Lilian Monteiro Ferrari Viterbo.

Segundo Lilian, a nova fase vai incluir ainda uma intervenção no ambiente de trabalho, que é afetado de uma maneira geral quando ocorrem situações de violência:

“Depois de identificar e acolher a vítima do ponto de vista de saúde, além de dar o suporte quanto à utilização dos canais existentes, faremos intervenções coletivas relacionadas à saúde biopsicossocial em ambientes impactados pela violência no trabalho. Abordar as pessoas que estão nesse ambiente, gestores, pares, para promovermos ambientes saudáveis e psicologicamente seguros”, afirmou Lilian.

O Canal de Acolhimento faz parte do Programa Petrobras Contra a Violência Sexual, um dos resultados do Grupo de Trabalho (GT) instituído pela empresa em abril de 2023, quando se tornaram públicos relatos de inaceitáveis casos de violência sexual ocorridos na companhia nos últimos anos. O programa, lançado em maio, centraliza e acompanha a execução de todas as ações de combate ao assédio, à importunação e à violência sexual em curso ou a serem implementadas pela empresa.