Ecovix e Gerdau vencem leilão e farão descomissionamento da plataforma P-32

Estrutura será desmantelada no Estaleiro Rio Grande, enquanto a produtora de aço usará a sucata metálica como matéria-prima em seu processo produtivo.

Foi encerrado no útimo dia (7/7) o leilão da plataforma P-32, unidade do sistema de produção que foi utilizada pela Petrobras na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro. A proposta vencedora foi feita pela Ecovix, proprietária do Estaleiro Rio Grande, e pela Gerdau, maior empresa brasileira produtora de aço, que unirão forças para os trabalhos de descomissionamento da estrutura.

Na parceria estabelecida entre as duas empresas, a Ecovix receberá a plataforma no Estaleiro Rio Grande, maior dique seco da América Latina, onde ocorrerá o desmantelamento das estruturas, em trabalhos que devem se estender por 12 meses. Na sequência, a Gerdau utilizará a sucata metálica gerada como matéria-prima para produção de aço em suas usinas de Charqueadas (RS) e Sapucaia do Sul (RS). Outros materiais serão enviados para descarte seguro, com praticamente 100% da unidade sendo reciclada.

A previsão é de que os trabalhos de desmantelamento se iniciem entre 90 e 120 dias após o leilão desta sexta. Em Rio Grande, a expectativa é da geração de 250 vagas de emprego para o processo. “Essa será a maior unidade marítima já desmantelada no Brasil e um marco para inserir o país e a Petrobras no processo de reciclagem verde e responsável”, celebra Robson Passos, diretor-presidente do Grupo Ecovix.

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Nos últimos anos, a empresa vem diversificando suas atividades, com destaque para os reparos de embarcações — foram sete desde a retomada dos serviços navais, em 2021. Neste momento, está no dique a sonda ODN I, da Ocyan, que passa por revisão geral nos sistemas, pintura, manutenção, serviços de tubulação, entre outros. “A vitória no leilão é, também, uma grande oportunidade para a Ecovix reforçar sua atuação no desmantelamento — existem 26 outras unidades a serem desmobilizadas pela Petrobras”, enfatiza Robson.

A Gerdau é a maior recicladora de sucata metálica da América Latina, transformando mais de 11 milhões de toneladas do material em aço anualmente, e cerca de 71% do aço produzido pela companhia é proveniente do processo de reciclagem. “Essa iniciativa é pioneira na indústria brasileira do aço e contribuirá para que a empresa siga sendo uma referência na produção de aço com baixa pegada de carbono. Uma das fontes de geração de sucata metálica é o desmantelamento de plataformas como a P-32 e de navios, o que permite com que um volume importante destes materiais seja retirado dos mares brasileiros e transformados em novos produtos de aço, uma vez que o aço é um item infinitamente e 100% reciclável”, afirma Carlos Vieira, diretor de matéria-prima e florestas da Gerdau.

Atualmente, a Gerdau possui uma das menores médias de emissão de gases de efeito estufa (CO₂e), de 0,89 t de CO₂e por tonelada de aço, o que representa aproximadamente a metade da média global do setor, de 1,91 t de CO₂e por tonelada de aço (worldsteel). Para 2031, a meta da Gerdau é diminuir as emissões de carbono para 0,83 t de CO₂e por tonelada de aço.


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“É uma excelente notícia para Rio Grande, que voltará a receber uma plataforma no Estaleiro. Estamos acompanhando esse processo desde o início, pois o desmantelamento é um mercado importante dentro da atividade naval”, comemorou o prefeito do Rio Grande, Fábio Branco.

Baker Hughes fecha acordo com a Modec de US$ 9 bilhões

A Baker Hughes, foi contratada pela MODEC para fornecer equipamentos de tecnologia de gás para uma embarcação flutuante de produção, armazenamento e descarga (FPSO), destinada a trabalhar no desenvolvimento de petróleo e gás recentemente sancionado pela Equinor na Bacia de Campos. Isso reduzirá a pegada de carbono do projeto.

De acordo com a Baker Hughes, ela recebeu um pedido significativo – a ser reservado no segundo trimestre de 2023 – da MODEC para fornecer equipamentos de tecnologia de gás para o projeto BM-C-33 no pré-sal na área de Campos, que está sendo desenvolvido pela Equinor com os parceiros: Repsol Sinopec Brasil e Petrobras.

Ganesh Ramaswamy, vice-presidente executivo de Tecnologia Industrial e Energética da Baker Hughes, comentou: “Este pedido é uma prova de nosso histórico estabelecido quando se trata de tecnologia para embarcações FPSO. Também fortalece nosso relacionamento com a MODEC e é um marco muito importante em nossa colaboração com a Equinor e seus parceiros.

“Estamos honrados que nossas soluções comprovadas contribuirão para reduzir a pegada de carbono do projeto, alinhando-se com a missão da Baker Hughes de levar a energia adiante, tornando-a mais sustentável e segura.”

Além disso, o pedido inclui equipamentos de turbomáquinas, incluindo geradores de turbina a gás LM2500 e tecnologia de gerador de turbina a vapor, para uma solução de geração de energia de ciclo combinado a ser instalada no FPSO BM-C-33 para reduzir a pegada de carbono do projeto, bem como engenharia de design de processo e equilíbrio da planta.

A gigante norte-americana explica que os ciclos combinados são “uma tendência importante” na indústria offshore de petróleo e gás, pois permitem a redução das emissões globais de carbono do FPSO. De acordo com isso, a empresa espera uma redução de mais de 20% nas emissões de carbono neste projeto em relação a FPSOs de ciclo aberto semelhantes com a mesma demanda de energia.

Além disso, a Equinor e seus parceiros esperam que o FPSO para o projeto BM-C-33 seja capaz de atingir uma meta de intensidade de carbono inferior a 6 kg/barril de óleo equivalente (boe) durante a vida útil do campo, enquanto a média global da indústria é 16 kg de CO 2 por barril. O FPSO está programado para entrega em 2027.

O acordo para este FPSO, que funcionará no cluster composto pelos campos Pão de Açúcar , Seat e Gávea no bloco BM-C-33 da Bacia de Campos offshore no Brasil, foi concedido ao MODEC em maio de 2023. A Equinor fez a final decisão de investimento para desenvolver o projeto contendo reservas recuperáveis ​​de gás natural e óleo/condensado acima de um bilhão de barris de óleo equivalente em 8 de maio de 2023.

Mayekawa do Brasil é recertificada na ISO 9001

A empresa fabricante de equipamentos e soluções para o segmento de Refrigeração Industrial recebeu pela sexta vez consecutiva a recomendação para a certificação do seu Sistema de Gestão da Qualidade, baseado na norma ISO 9001:2015.

Com o objetivo de alcançar máxima competência em seus processos e integrar clientes, colaboradores, fornecedores e parceiros, a Mayekawa do Brasil, multinacional japonesa, fabricante de sistemas para refrigeração industrial está apostando na qualidade integrada de ponta a ponta em suas operações. Para isso, ela vem fazendo frente na redução de custos, padronização de processos e melhoria da produtividade e, como resultado, acaba de conquistar a recertificação na norma internacional ISO 9001:2015.

A conquista da chancela se deu depois de um processo de auditoria, providenciado pela certificadora Bureau Veritas, líder global nos processos de certificação reconhecida pela capacidade de melhorar o desempenho, reduzir o risco e promover o desenvolvimento sustentável das empresas.

Na prática, essa certificação garante às empresas que contratam os serviços e/ou adquirem equipamentos da Mayekawa do Brasil um nível de máxima excelência em termos de competência e aptidão, uma vez que o certificado oferece a garantia de processos eficientes com o foco na melhoria contínua e na satisfação dos clientes. Em suma: as auditorias de terceira parte asseguram maior credibilidade à empresa: “pois exercem um trabalho de verificação ao atendimento dos requisitos solicitados, desse modo atestam as conformidades dos processos internos e revelam as oportunidades detectadas”, afirma o responsável pelo Sistema de Gestão Integrada da empresa, Cleber Santos Nery.

Processo de auditoria – Durante o processo de auditoria, o sistema de gestão da qualidade da Mayekawa do Brasil foi avaliado nos mais diversos processos, como: Vendas, Projeto, Engenharia, Suprimentos, Recebimento, Almoxarifado, Planejamento de Produção, Fabricação, Controle da Qualidade, Expedição, Assistência Técnica, Recursos Humanos, Gestão Integrada e Alta Direção. Mas, o destaque, a grande mudança nesta recertificação 2023, foi a criação do departamento de Sistema de Gestão Integrada, na Mayekawa, agregando os processos da Responsabilidade Social, Gestão da Qualidade, Meio Ambiente, Segurança e Saúde do Trabalho. “Nosso objetivo é sempre aumentar os padrões de exigência das avaliações. A manutenção da certificação, que se dá desde 2005, é mais uma prova do compromisso da Mayekawa com a segurança e a melhor experiência dos clientes e funcionários”, garante Nery.

Na visita da Bureau Veritas, foram observados os seguintes quesitos: o andamento dos processos de trabalho; a gestão da qualidade e a prestação de serviços; a infraestrutura do local; os indicadores de planejamento estratégicos, entre outras premissas necessárias para estar em conformidade com os requisitos exigidos pela norma ISO 9001:2015. O certificado tem validade de três anos. “A certificação ISO9001 é uma Norma Internacional com reconhecimento global, que amplia as relações comerciais em todo o mundo, pois garante que a empresa certificada possui um sistema de gestão da qualidade sólido e está na busca constante pela melhoria contínua e a satisfação dos clientes”, avalia Nery.

Ele acrescenta que a ISO 9001:2015 outorgada corrobora a responsabilidade, a autenticidade e o amadurecimento da empresa, a cultura organizacional e, principalmente, o foco na segurança em equipamentos e sistemas de refrigeração industrial desenvolvidos e fabricados pela Mayekawa do Brasil “É de fundamental importância sermos certificados pela ISO 9001:2015 pois, assegura a padronização dos processos, o cumprimento dos procedimentos com foco na qualidade dos produtos, satisfação do cliente, melhoria contínua, avaliação de riscos e oportunidades”, declara. O responsável pelo SGI da Mayekawa ainda destaca a importância do reconhecimento e o desenvolvimento do trabalho de toda a equipe para a conquista desse certificado: “Conquistamos pela primeira vez em 2005, e, agora, após 18 anos e seis recertificações, reafirmamos o nosso comprometimento nos processos voltados para a satisfação dos nossos clientes”, diz Nery.

ASME – Além da certificação ISO 9001:2015, a Mayekawa do Brasil também é certificada pela ASME, que é voltada para fabricação de vaso de pressão e caldeiras. O credenciamento é concedido pela American Society of Mechanical Engineers (Sociedade Americana de Engenheiros Mecânicos), em que as empresas necessitam adequar-se aos rigorosos padrões de qualidade por ela estabelecidos. A Norma ASME é aceita em 80 países e obrigatória nos EUA e Canadá. “O nível de exigências é muito técnico e exigiu grandes adequações aos processos de fabricação. A certificação ASME concedida pela primeira vez em 2007 a Mayekawa do Brasil possibilitou que elevássemos o nível da qualidade do nosso processo de fabricação de Vasos de Pressão, atendendo aos requisitos ASME e assegurando maiores controles e confiabilidade dos resultados esperados”, explica Nery, que acrescenta que o selo ASME tem a validade de 3 anos, “porém cada vaso fabricado tem um acompanhamento de um Inspetor autorizado pelo ASME no Brasil para conferir a conformidade do processo de fabricação”, diz.

Sobre a importância das certificações, Nery responde que a Mayekawa acompanha as mudanças e exigências de mercado globalizado, adequando-se aos requisitos que atendam e assegurem a confiança em seus processos, produtos e serviços. ” Adotamos as práticas mais atuais e exigidas pelo mercado internacional, implementando programas baseados na Gestão da Qualidade, Integridade (Compliance), Política de Privacidade, Soluções Sustentáveis, Sociais e de Governança Corporativa. Dessa forma, as certificações asseguram o controle e aprimoramento dos processos internos, o atendimento aos requisitos do cliente, os requisitos estatutários e regulamentares, amplia a melhoria dos processos, garante a qualidade dos produtos e serviços. É de fundamental importância pois, assegura a padronização dos processos, o cumprimento dos procedimentos com foco na qualidade dos produtos, satisfação do cliente, melhoria contínua com foco nos riscos e oportunidades”. No tocante ao impacto para o cliente final em fazer negócios com uma empresa certificada, Nery afirma que “a Mayekawa possui um processo de fabricação que assegura a qualidade e respeita todos os requisitos legais para a fabricação dos equipamentos e prestação de serviços. Desse modo, garantindo assim, uma maior segurança e confiabilidade em nossos equipamentos e serviços’, finaliza.

Quem é o Bureau Veritas? Fundado em 1828, o Bureau Veritas é um grupo internacional presente em 140 países, que se dedica a serviços de avaliação de conformidade e certificação, com mais de 400 mil clientes atendidos em todo o mundo. Em 1998, em função da grande demanda por certificações independentes de sistemas de gestão da qualidade, a corporação criou o Bureau Veritas Quality International, atual Bureau Veritas Certification, presente no mundo todo, com renome na prestação de serviços de auditoria e certificação.

3R Petroleum oferta gás no mercado livre no Espírito Santo

A 3R Petroleum assinou acordo com a Petrobras para processamento de gás na Unidade de Tratamento de Gás Natural de Cacimbas – UTGC, em Linhares, no Espírito Santo. O contrato prevê acesso à infraestrutura de processamento e torna possível ainda o acesso ao mercado de gás natural produzido pela 3R no Polo Peroá, na Bacia do Espírito Santo. O volume de gás produzido em Peroá em maio de 2023 foi de 650 mil m³/dia.

A 3R e a Petrobras também possuem contrato de compartilhamento de capacidade de processamento na Unidade de Tratamento de Catu, no município de Catu, na Bahia.

Mayekawa fornecerá sistema Hydrocarbon Dew Point Control Unit para as FPSO P-80 E P-83

A Mayekawa fornecerá o equipamento de refrigeração Hydrocarbon Dew Point Control Unit para as FPSO P-80 E P-83, que serão instaladas no campo de Búzios, na Bacia de Santos. Essas FPSOs fazem parte do projeto de exploração do pré-sal, que visa aumentar a produção de petróleo e gás natural com tecnologias de baixo carbono.

O equipamento da Mayekawa tem a função de resfriar e tratar o gás natural a bordo da FPSO, separando-o do óleo e dos contaminantes, como gases tóxicos e água oleosa. Esse processo é essencial para o processamento primário do petróleo extraído do reservatório.

A Mayekawa tem uma longa experiência em compressão de gases, URV, sistema de Dew Point Control e equipamentos para a indústria de Petroquímica, Óleo & Gás.

No Brasil, já foram fornecidos equipamentos para diversas plataformas, além de atuar em outras bacias petroleiras pelo mundo.

Durante quase um século, através dos seus projetos, a MAYEKAWA reforça sua liderança no mercado de refrigeração e Dew Point Control Offshore, garantindo eficiência, segurança e sustentabilidade na operação.

BP assina contrato de partilha de produção para o bloco de Bumerangue, na Bacia de Santos

Aconteceu hoje, 5 de julho de 2023, em Brasília, a cerimônia de assinatura do contrato de partilha de produção entre a bp e o Ministério das Minas e Energia (MME) para atividades de exploração de petróleo e gás natural no bloco Bumerangue, na Bacia de Santos, localizado no Polígono do Pré-Sal e áreas estratégicas. Estiveram presentes Efrain Pereira da Cruz, secretário-executivo do MME; Angelica Ruiz, head of country da bp Brasil e VP para America Latina; Cristiane Formosinho Conde, diretora técnica da Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA), e Rodolfo Henrique de Saboia, diretor geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

“Bumerangue consolida os planos de produção e exploração da bp no Brasil, concentrando esforços principalmente nas bacias de Campos e Santos, com foco no pré-sal. Com isso, miramos reservatórios de hidrocarbonetos resilientes para menor emissão de gás carbônico, mantendo o padrão de produtividade alto e reduzindo impactos”, afirma Angelica Ruiz. “Seguimos comprometidos com nosso plano de transição energética. Para nós, a exploração e produção de petróleo e as fontes renováveis caminham em paralelo e passam decisivamente pelo Brasil, principalmente considerando que o país se destaca em ambas as áreas de forma considerável”, conclui.

Em 16 de dezembro de 2022, a bp concorreu, como operadora, ao bloco em questão na primeira rodada da Oferta Permanente de Partilha da Produção (OPP). A companhia conquistou 100% de participação na licença de Bumerangue, sob o regime de partilha de produção.

Sobre a bp – A bp é líder no setor de energia e está presente em mais de 60 países. Em 2020, anunciou a sua ambição de ser neutra em carbono em 2050, ou antes, e de ajudar o mundo a atingir a mesma marca.

No Brasil, a bp está presente há mais de 50 anos e atua nos segmentos de exploração e produção de petróleo e gás natural, distribuição de combustíveis de aviação pela Air bp, lubrificantes por meio da Castrol, comercialização de energia com a bp Comercializadora de Energia, além de atuar via joint ventures em biocombustíveis e bioenergia (bp Bunge Bioenergia), tancagem e logística de combustíveis (Opla), energia solar (Lightsource bp), geração termoelétrica (GNA) e distribuição de combustíveis marítimos (NFX).

Measure Offshore empresa especialista em engenharia elétrica, naval e consultoria ambiental

Pelos atrativos naturais, a Região dos Lagos é considerada uma das mais belas do Brasil! Além disso, possui um grande potencial de desenvolvimento gerado pelo setor econômico da extração de petróleo e gás e demais indústrias que abrangem o mercado offshore da região.

A importância financeira da extração de petróleo e gás é tanta, que o setor é responsável por 30% do PIB de todo o Estado do Rio de Janeiro!

Com essa visão empreendedora a Measure Offshore Serviço de Engenharia Elétrica e Naval e Comercial do Brasil está abrindo suas portas em Tamoios, Segundo Distrito de Cabo Frio, no coração da rota do mercado offshore da Região dos Lagos.

“Measure” significa medir! E esse é o principal conceito da empresa, medir em unidades offshore, uma metodologia inovadora de serviços de calibração no qual a Measure Offshore atende a bordo ou em qualquer localização que seus clientes estejam situados.

Metodologia que facilita o trabalho e aumenta a segurança técnico-profissional de seus clientes, uma vez que não há necessidade do complexo e dispendioso deslocamento de equipamentos sensíveis e/ou de grande porte. A Measure Offshore vai até o cliente e dá todo suporte num único atendimento!

No setor da Engenharia Naval, a Measure Offshore oferece os serviços de calibração e manutenção para instrumentos de estações meteorológicas, geodesia e oceanografia (MRU Motion Sensor; VTS
– Vessel Trafic System).

A empresa opera com instruções para registro, certificação e homologação de helipontos para embarcações e plataformas marítimas, seguindo os padrões da NORMAM 27, estabelecida pela Marinha do Brasil para quem trabalha em águas jurisdicionais brasileiras.

A Measure Offshore atua ainda na Engenharia Clínica fazendo manutenção, medição, gerenciamento e implementação de equipamentos médico-hospitalares do setor offshore (navios, plataformas, barcos de lazer e turismo etc.) e de hospitais, UPAs, prontos socorros e demais estabelecimentos hospitalares das redes públicas e privadas.

São mais de 20 equipamentos médicos que a empresa é capaz de calibrar: desfibrilador, cardioversor, bomba infusora, oxímetros, balanças, esfigmomanômetros, fluxômetros de oxigênio, ventilador pulmonar, monitor multiparamétrico entre outros.

Além das atividades citadas, a Measure Offshore faz calibração para equipamentos de monitoramento ambiental, tais como analisadores de gases, separadores de partículas e centrífugas.

São importantes medições que contribuem para a segurança do tráfego marítimo e da vida humana nas instalações do movimentado universo do mercado offshore.

Petrobras, Sapura Marítima, Constellation, Ocyan e DOF Subsea são algumas das empresas clientes que atestam a qualidade técnico-profissional da Measure Offshore.

De um laboratório móvel que iniciou suas operações em 2019, a Measure Offshore faz sua mudança para a sede definitiva no dia 28 de junho e começa a operar de seu prédio próprio, situado na Avenida Independência, n° 4803, Tamoios, Cabo Frio
– RJ, na primeira semana de julho.

Embora pareça uma empresa relativamente nova, a frente da Measure Offshore está a recém-contratada Gerente de Projetos, Kátia Venâncio, com mais de 23 anos de expertise no setor offshore (foto acima), atuando desde vendedora de serviços e produtos até ampliar os horizontes profissionais e prospectar grandes clientes desse setor econômico, participando de feiras e conferências sempre no intuito de se atualizar dentro do mercado offshore.

Measure Offshore chegou para aperfeiçoar a medição de equipamentos, que vão tornar o universo Offshore muito mais seguro aos seus profissionais!

Petrobras contrata Nauticus para inspeção offshore com robô autônomo

Empresa dos Estados Unidos vai usar o robô submarino Aquanaut, totalmente elétrico e sem a necessidade de controle direto de um operador.

Nauticus Robotics, desenvolvedora de robôs autônomos usando inteligência artificial para coleta de dados e serviços de intervenção para a indústria oceânica, anunciou que assinou um contrato com a Petrobras para implantar o Aquanaut, o robô submarino autônomo da empresa, para apoiar as atividades offshore da empresa brasileira.

A Petrobras utilizará o Aquanaut nos campos de produção em alto mar, usando autonomia supervisionada para serviços de inspeção em campo. O contrato consiste em cerca de dois meses de inspeção submarina e é um dos maiores contratos desse tipo concedidos até hoje em todo o mundo.

O Aquanaut é totalmente elétrico e carrega uma série de sensores de percepção multiespectral que permitem que o robô detecte, classifique, inspecione e atue na infraestrutura submarina sem controle direto do operador. Esse método fornece reduções significativas de custos e emissões de gases de efeito estufa em relação aos métodos convencionais.

“A oportunidade de mercado para a Nauticus no offshore brasileiro é significativa, pois é uma das bacias de energia offshore mais ativas do mundo; temos o prazer de entrar neste mercado através de uma operadora de classe mundial”, disse o CEO da Nauticus, Nicolaus Radford.

Saipem arrecada US$ 1 bilhão para novas atribuições com Aramco e Petrobras

A Saipem, garantiu novos contratos, no valor de aproximadamente US$ 1 bilhão. O primeiro acordo é para as atividades offshore de engenharia, aquisição, construção e instalação (EPCI) no Oriente Médio, enquanto o segundo é para o desenvolvimento de drones subaquáticos no Brasil.

A gigante italiana fechou um novo contrato no Brasil com a Petrobras para o desenvolvimento e teste de uma solução robótica de inspeção submarina autônoma, que terá como base a frota de drones subaquáticos da gigante dos serviços petrolíferos, a partir do Flatfish AUV, bem como a qualificação de serviços autônomos relacionados baseados em drones, permitindo futuras opções de contrato de inspeção offshore no Brasil.

“Este contrato marca um marco fundamental para o programa inovador de robótica subaquática da Saipem e para a utilização em escala global de drones submarinos em projetos offshore em toda a cadeia de valor, e permite estender os novos recursos para o nível de prontidão tecnológica 8 (TRL8) alcançado em A frota de drones submarinos da Saipem. O potencial dessas tecnologias submarinas no domínio offshore é vasto, tanto para desenvolvimentos de petróleo e gás quanto para o segmento de mercado de renováveis”, destacou Saipem.

De acordo com o player de serviços petrolíferos, também foi selecionado para a concessão de um novo projeto offshore no Oriente Médio sob o contrato de longo prazo (LTA) existente com a Saudi Aramco e o escopo do trabalho envolve o EPCI de cinco plataformas e associados oleodutos, linhas de fluxo e cabos submarinos no campo de Marjan, na costa da Arábia Saudita, apresentando um esquema de fabricação inteiramente no Reino. Este campo está localizado no Golfo Pérsico, na costa leste da Arábia Saudita, e é um dos maiores campos de petróleo e gás da região.

A empresa explica que a eficácia do contrato está condicionada ao cumprimento das condições precedentes usuais. No entanto, a Saipem acredita que este acordo fortalece ainda mais seu relacionamento de longa data com a Saudi Aramco e seu posicionamento estratégico no Oriente Médio. Este acordo ocorre apenas alguns dias depois que o italiano ganhou um contrato de perfuração no Oriente Médio para a plataforma auto-elevatória Perro Negro 7.

Além disso, a empresa fechou outro contrato de plataforma no Mar Mediterrâneo para a plataforma semissubmersível Scarabeo 9. Essas recentes concessões de contratos ocorrem um mês depois que a empresa ganhou dois novos contratos offshore com um valor total de aproximadamente US$ 850 milhões.

Anker Schroeder lança manilhas para içamento pesado

A Anker Schroeder ASDO GmbH (ASDO), com sede em Dortmund, na Alemanha, lançou novas manilhas para içamentos pesados, com capacidade de 85 t a 1.500 t, nas linhas Heavy Duty (HD), Heavy Super (HS) e Heavy Polar (HP).  Manilhas grandes são fabricadas pela ASDO há 60 anos, mas esta é a primeira série a apresentar a marca ASDO em relevo no corpo. As cores corporativas, laranja e azul, serão utilizadas para o pino e uma cor única para a coroa de manilhas para diferenciar os três tipos: HD, padrão; SH, laranja; e HP, azul. É uma estratégia para orientar os usuários nos locais de uso desse acessório.

“Quando tiramos o aço aquecido do forno, ele brilha em laranja, e o azul é a cor de nosso macacão e representa nossa herança de engenharia desde a concepção em 1920. Produzimos manilhas de alta qualidade, começando desde a obtenção do material de melhor qualidade até o processo de forjamento com desperdício zero, terminando com a extensa inspeção e escopo de teste do produto final”, diz Ralf Römermann, diretor da ASDO.


Manilhas HD da ASDO, com capacidades entre 85 t e 1550 t

O lançamento foi bem recebido por usuários finais de empresas de guindastes, fabricantes de equipamentos submarionosa e de células de carga, além de empresas de EPCI no setor offshore. As manilhas frequentemente combinam com tecnologias de monitoramento de carga e equipamentos abaixo do gancho em aplicações de parques eólicos onshore e offshore. As entregas já estão destinadas aos principais mercados da América do Norte e América Latina, bem como à região da Ásia-Pacífico.

“Historicamente, raramente vendemos diretamente ao mercado, mas a clientes exclusivos, frequentemente fabricamos de acordo com requisitos específicos do projeto, como ancoragem para construção de portos”, diz Daniel Schroeder, diretor administrativo da ASDO.

Segundo ele, a ASDO possui alta capacidade de fabricação e processos para atender a alta demanda antecipada do setor de energia eólica offshore, mesmo com prazos de entrega curtos, em uma indústria que pode suportar gargalos na cadeia de suprimentos. “Para isso, aderimos aos princípios preservados em um século de história em forjamento pesado que abrange quatro gerações do que chamamos aqui na Alemanha, um negócio ‘ Mittelstand ‘ [sinônimo de estabilidade e resistência, apesar das mudanças econômicas e de mercado].”

Aprovação de tipo DNV

O fator de segurança das manilhas ASDO é totalmente avaliado pela análise interna de elementos finitos (FEA) e confirmado por testes físicos durante os processos de aprovação de tipo DNV (DNV-ST-0377 e DNV-ST-0378). As manilhas da empresa geralmente atendem ou excedem os requisitos de projeto e teste de todas as orientações, incluindo ASME B30.26-1 e Federal Specification RR-C-271. Elas também são marcadas com código de lote estampado e identificação única de série, bem como marcações em relevo a quente, incluindo limite de carga de trabalho (WLL), grau de aço e marca CE.

Nina Sverdlova , da área de pesquisa e desenvolvimento, lembr que a DNV é uma das sociedades de classificação mais amplamente referenciadas. “Para acessórios de içamento, eles estabelecem requisitos mínimos para projeto e fabricação, incluindo rastreabilidade de materiais, inspeção e práticas de teste. No entanto, em várias áreas, as manilhas ASDO excedem os requisitos da DNV.”

Ela explica que o DNV-ST-0377 fornece especificações para acessórios de içamento a bordo de um navio, para manuseio de carga dentro do navio offshore ou onshore. A DNV-ST-0378, por sua vez, aplica-se a equipamentos para manuseio de cargas, também fora da embarcação/unidade offshore, como em operações de instalação, incluindo projetos de turbinas eólicas em mar aberto. É importante ressaltar que a documentação da DNV fornece orientação para que o usuário entenda como aplicar, manter e inspecionar corretamente o equipamento.

As manilhas laranja e azul ASDO são fornecidas com um pino dividido para evitar que a porca gire além do ponto de segurança. O sistema anti-rotação em todas as manilhas fornecidas permite um manuseio mais fácil e melhor desempenho. Como a linha se concentra em manilhas de grande porte, ela possui olhais que são fáceis de usar em termos de manuseio do pino. Para ambientes altamente dinâmicos, estão disponíveis manilhas com sistema de porca travada, que protegem a porca da rotação. O pino antirrotação para todos os tamanhos pode ser especialmente útil para fornecedores de células de carga.

Boas-vindas offshore

O lançamento é apoiado pela publicação de um novo folheto, que foi levado para a Conferência de Tecnologia Offshore que ocorreu de 1 a 4 de maio no NRG Park em Houston, Texas. Nina Sverdlova , que visitou pessoalmente André Carrion, que gerencia a América Latina, durante o evento, disse: “Queríamos que o folheto e o site fossem, antes de mais nada, documentos de referência técnica. O feedback é que o mercado realmente precisa de um novo player de ponta, tanto em içamento quanto em ancoragem. Encontramos muitos clientes que nos conhecem há muitos anos e apreciamos que agora possamos oferecer nossas manilhas fabricadas na Alemanha diretamente no mercado. Também fomos solicitados a cotar manilhas especiais.”

A ASDO não planeja produzir manilhas menores (menos de 85 t WLL) como padrão. Por outro lado, a pedido, pode forjar manilhas até um diâmetro de arco de 330 mm.


Manilha ASDO com capacidade para 800t