Segurança e soberania energética são destaques do Diálogos Petrobras com o Poder Público

A segurança e a soberania energética nacional ganharam destaque na terceira edição do Diálogos Petrobras com o Poder Público. O evento aconteceu nesta quinta-feira (22), no auditório do Edibra, em Brasília, e contou com a presença de representantes das embaixadas da Argentina, Bolívia, Colômbia, Uruguai, Suriname, Cuba e Noruega. O Diálogos Petrobras é uma iniciativa com propósito de compartilhar conhecimento sobre diversos assuntos de interesse nacional.

Na abertura, o gerente-executivo de Relações Institucionais da Companhia, João Paulo Madruga, reforçou a importância do debate e citou as novas diretrizes da empresa e o trabalho direcionado para seis novos elementos para o Plano Estratégico 2024-2028. “A sustentabilidade é a mais importante de todos eles. Aproveito para agradecer o debate enriquecedor nessa manhã e informar que daremos seguimento à construção desse ambiente saudável e próspero para todos nós”, concluiu.

Diante das perspectivas da transição energética e seus impactos, Rafael Leone, gerente de Parcerias Estratégicas e Inteligência Competitiva da Petrobras, afirmou que as decisões tomadas pela empresa devem influenciar o cenário que encontraremos em 2050. “O futuro é incerto, porém algumas tendências estão se consolidando e temos que nos atentar a elas. As primeiras questões são a mudança climática e a transição energética no centro da agenda política internacional, seguidas pelo aumento da eficiência energética e eletrificação do transporte rodoviário”, explicou.

Em seguida, Leone abordou os compromissos ‘net zero’ (promessa de neutralidade das emissões de gases de efeito estufa) de 148 países e a importância da materialização das respostas políticas dessas nações diante do tema. Para ele, o trilema energético (segurança, sustentabilidade e acessibilidade) também é fundamental para uma transição energética justa. “Cada vez mais, crescimento econômico e consumo de energia estão se desassociando e tudo isso transformará a matriz energética mundial de forma significativa”, completou. Outros assuntos como a ampliação nos investimentos em baixo Carbono e a demanda por petróleo em cenários futuros também foram debatidos. “Por isso, a busca pela recomposição de reservas é peça chave na estratégia da Petrobras”, finalizou.

Já a coordenadora técnica de projetos exploratórios da Margem Equatorial brasileira, Mayara Martins Aquino, abordou a demanda de produção de petróleo e gás nos cenários alinhados ao Acordo de Paris, contextos viáveis para uma transição energética segura e soberana. “Reforçamos que a Petrobras, onde quer que atue, sempre pode e promove a proteção do meio ambiente e trabalha para causar impacto positivo à sociedade, em linha com seu valor primordial de respeito à vida, às pessoas e ao meio ambiente”, afirmou Mayara.

O Brasil como potência energética na nova geoeconomia global

No último ciclo de palestras, o professor Guilherme Casarões, da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, destacou os desafios e estratégias do Brasil no contexto geoeconômico mundial. “Podemos perceber uma influência cada vez maior da economia na maneira como os países se relacionam com base nos seus poderes nacionais. Vivemos um momento de desglobalização com o crescimento do nacionalismo e o acirramento de disputas comerciais e tecnológicas. Isso gera uma profunda instabilidade das cadeias globais de valor”, argumentou Casarões.

Para ele, as principais estratégias do Brasil para enfrentar esse cenário são alinhar as potencialidades como: matriz energética limpa associada à exploração sustentável; autossuficiência energética e segurança marítima; agronegócio, indústria e infraestrutura.

“O sucesso do Brasil como potência geoeconômica dependerá da articulação entre as dimensões agroalimentar, ambiental e energética, e a Petrobras é peça-chave da garantia de segurança energética sustentável para o futuro”, finalizou.

Projetos ambientais apoiados pela Petrobras conservaram aproximadamente 254 mil hectares de florestas

Relatório de Sustentabilidade da Petrobras, indica também queda de 39% nas emissões absolutas de gases do efeito estufa pela companhia

Os projetos ambientais apoiados pela Petrobras contribuíram para a recuperação ou conservação direta de cerca de 254 mil hectares de florestas localizadas nos biomas da Mata Atlântica, Amazônia, Caatinga e Cerrado. Para se ter ideia, essa área restaurada equivale a mais de duas vezes o município do Rio de Janeiro – ou, ainda, a cerca de 254 mil campos de futebol. Este é um dos resultados apresentados no Relatório de Sustentabilidade 2022, com informações sobre as principais atividades, iniciativas, práticas de gestão, indicadores e compromissos relacionados às questões ambientais, sociais e de governança (ASG) da companhia.  Em relação à descarbonização das operações, a redução absoluta de emissões de gases do efeito estufa em 39% é outro resultado destacado no documento.

“Esse trabalho de conservação e restauração nos biomas brasileiros reflete nosso compromisso com a garantia de um futuro sustentável para as próximas gerações e com a redução de emissões de gases de efeito estufa. Os projetos que apoiamos contribuíram para evitar as emissões de 2,3 milhões de toneladas/CO2 equivalente, considerando a remoção líquida e as emissões evitadas por ações que previnem o desmatamento”, disse o gerente executivo de Responsabilidade Social, José Maria Rangel.

Redução de emissões e compromisso de descarbonização

Entre 2015 e 2022, a Petrobras conseguiu reduzir em 39% suas emissões absolutas operacionais de gases de efeito estufa (GEE), com aumento da eficiência em emissões em todos os segmentos onde atua. Esta redução, alinhada com a ambição de zerar emissões absolutas operacionais até 2050, reforça o compromisso da empresa em expandir sua atuação em negócios de baixo carbono.

A atuação da Petrobras em negócios de baixo carbono se expande por meio do desenvolvimento de novos negócios em CCUS (carbon capture, utilisation and storage), energia renovável, hidrogênio e biorrefino. Ao mesmo tempo, a empresa também investe em soluções baseadas na natureza para a mitigação das mudanças climáticas, em especial a preservação e a ampliação de florestas.

Maior seleção pública da história da Petrobras

Em paralelo, a Petrobras abriu em 2023 a maior seleção pública para projetos socioambientais de sua história, com previsão de investir R$ 432 milhões em projetos sociais e ambientais. A iniciativa recebeu um número recorde de inscritos: foram mais de 400 inscrições, em sua maioria das regiões Norte e Nordeste.

Ações para preservação da fauna

Além dos projetos focados em restauração e conservação de florestas, a Petrobras apoia uma série de iniciativas para preservação da fauna. Já são 236 espécies da fauna monitoradas, estudadas ou protegidas, das quais 58 ameaçadas de extinção, incluindo a onça-parda, anta, tatu-bola, muriqui-do-sul, além de espécies de baleias, corais, aves, copeixes e tartarugas. Também há ações para preservar a biodiversidade vegetal, alcançando 402 espécies de flora em ações de proteção, monitoramento e pesquisa, bem como plantio e coleta de sementes para reflorestamento.

Na pesquisa científica, a carteira ambiental já soma mais de 540 pesquisadores participando das atividades, com mais de 300 publicações em artigos, livros, cartilhas e eventos técnicos e científicos.

Conservação da biodiversidade no oceano

Outra linha de atuação é a preservação dos ecossistemas costeiros e marinhos, áreas onde a Petrobras concentra maior parte da nossa atuação. A empresa investe há mais de 40 anos em projetos voltados para conservação e recuperação de ecossistemas e espécies costeiras e marinhas, com resultados que se refletem na recuperação de espécies ameaçadas, como a baleia-jubarte, cuja população vem aumentando nos últimos anos, e os meros.

Essa atuação também envolve ações de educação ambiental junto às comunidades que convivem com os ecossistemas marinhos, como pescadores, turistas, moradores de regiões costeiras, a pesquisa científica sobre espécies ameaçadas e a participação na elaboração e execução de políticas públicas para a conservação dos biomas marinhos, e também a sua atuação em rede, incentivando os projetos a potencializarem sua produção. Temos, por exemplo, a Rede Biomar, formada por projetos de conservação da biodiversidade marinha, e a Redágua, com foco em ações ambientais no entorno da Baía de Guanabara.

Atuação social

Além das ações voltadas para o meio ambiente, o Programa Petrobras Socioambiental também tem duas linhas de projetos sociais – Educação e Desenvolvimento Econômico Sustentável –que atendem comunidades na área de abrangência das atuações da empresa. Em 2022 esses projetos alcançaram a marca de 25 mil participantes formados através de iniciativas de educação para o mercado de trabalho ou ações de melhoria da qualidade do ensino, possibilitando aumento de renda para cerca de 1.100 participantes durante o período.

As iniciativas voltadas para crianças alcançaram mais de 7 mil participantes diretos – com um destaque especial para as ações atendendo à primeira infância (crianças de 0 a 6 anos) por meio de atividades educacionais e iniciativas para mobilização e aperfeiçoamento da rede de proteção aos direitos da criança e do adolescente em todas as regiões do Brasil.

O Relatório de Sustentabilidade completo pode ser conferido neste link.

Petrobras e BNDES assinam acordo de cooperação técnica

Objetivo da parceria é apresentar projetos inovadores nas áreas das duas empresas.

Os presidentes da Petrobras, Jean Paul Prates, e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, assinaram um Acordo de Cooperação Técnica para formação da Comissão Mista BNDES-Petrobras, voltada para as áreas de óleo e gás, com focos em pesquisa científica;  transição energética e descarbonização; desenvolvimento produtivo e governança. O objetivo é que, trabalhando juntas, as duas empresas colaborem para desenvolver a cadeia de fornecedores do setor de óleo e gás e fomentem a indústria nacional. As reuniões da Comissão Mista BNDES-Petrobras estão previstas para ocorrer bimensalmente, e o acordo tem vigência de até quatro anos. A cerimônia de assinatura do acordo ocorreu na sede do BNDES, no Rio de Janeiro.

A atuação do acordo se dará por meio de quatro grupos de trabalho temáticos, que irão identificar as oportunidades de negócio. A Subcomissão de Planejamento e Estudos vai incentivar pesquisa científica e estudos estratégicos para o desenvolvimento do país, e construir sinergias entre plano de investimentos da Petrobras e financiamento do BNDES. A Subcomissão de Desenvolvimento Produtivo e Inovação terá o propósito de fortalecer a cadeia de fornecedores do segmento de óleo e gás.

Já o foco da Subcomissão de Transição Energética e Descarbonização será fortalecer o biorefino, biofertilizantes, biodiesel e biogás, além de avaliar medidas operacionais que visem reduzir as emissões de carbono na cadeia de óleo e gás. Por fim, a Subcomissão de Governança irá prezar ações de Governança, integridade e transparência no setor de óleo e gás.

“A Petrobras e o BNDES têm o poder e a vocação para serem a força motriz da indústria nacional. A Comissão Mista BNDES-Petrobras é apenas mais um capítulo de uma parceria antiga. Mais uma vez, o BNDES e Petrobras têm a oportunidade de ajudar a formar os caminhos que o país irá trilhar nos próximos anos, agora focando em pesquisa científica, fontes de energia mais sustentáveis e integridade para fortalecer toda a cadeia de óleo e gás”, declarou o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.

O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destacou a importância da parceria para projetos de transição energética. “O BNDES tem hoje pouco mais de 7% das ações da Petrobras, que daria cerca de R$ 24 bilhões. A Petrobras é tão importante para nós que, em um ano e três meses, recebemos todo o capital que investimos, recebemos R$ 20,5 bilhões em dividendos em um ano. Mas mais importante que isso é que podemos financiar a inovação da Petrobras em transição energética”, concluiu.

Participaram também da cerimônia de assinatura, no Rio de Janeiro, os diretores da Petrobras de Engenharia, Tecnologia e Inovação, Carlos José Travassos;  Financeiro e de Relacionamento com os Investidores, Sérgio Caetano Leite; de Transição Energética e Sustentabilidade, Maurício Tolmasquim; de Logística, Comercialização e Mercados, Cláudio Schlosser; e de Processos Industriais e Produtos, William França. Pelo BNDES, os diretores do Financeiro e de Crédito Digital para MPMS, Alexandre Abreu; de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior, José Luiz Gordon; e Jurídico, Walter Baère; entre outros representantes.

SBM Offshore fecha financiamento de US$ 1,62 bilhão com 12 bancos para FPSO com destino ao Brasil

A SBM Offshore, concluiu o financiamento do projeto de uma embarcação flutuante de armazenamento e descarga (FPSO), destinada a trabalhar para a Petrobras no campo de Mero, na Bacia de Santos, por um total de quase US$ 1,62 bilhão, garantido por um consórcio de 12 bancos internacionais.

A SBM Offshore revelou que assinou o financiamento do projeto do FPSO Alexandre de Gusmão no valor total de US$ 1,615 bilhão com um consórcio de 12 bancos internacionais e cobertura de seguro de três agências internacionais de crédito à exportação (ECA).

De acordo com a empresa, o financiamento é composto por quatro linhas de crédito separadas com cerca de 6,6% do custo médio ponderado da dívida e um vencimento pós-conclusão de 14 anos, tanto para as linhas cobertas pela ECA quanto para a linha não coberta.

Com o projeto da embarcação incorporando o casco multiuso Fast4Wardnewbuild da SBM Offshore, o FPSO terá uma capacidade de processamento de 180.000 barris de petróleo e 12 milhões de metros cúbicos de gás por dia. Também terá uma intensidade estimada de emissão de gases de efeito estufa (GEE) na faixa de 8-12 kg CO2e/boe para os novos FPSOs construídos pela empresa, beneficiando-se de tecnologias proprietárias de redução de emissões.

O FPSO Alexandre de Gusmão será o quarto sistema definitivo a ser instalado no campo de Mero . Com base na declaração da empresa, a fabricação dos topsides e o casco Fast4Ward MPF para este FPSO estão progredindo com o primeiro óleo previsto para 2025.

Este FPSO pertence e é operado por empresas de propósito específico pertencentes a empresas afiliadas da SBM Offshore (55 por cento) e seus parceiros , a japonesa Mitsubishi Corporation (MC) e a Nippon Yusen Kabushiki Kaisha (NYK), que detêm 25 e 20 por cento de participação, respectivamente.

O FPSO será implantado no campo unitizado de Mero, localizado na Bacia de Santos, a aproximadamente 160 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, no Brasil, sob um contrato de arrendamento e operação de 22,5 anos com a Petrobras.

O campo é operado pela Petrobras (38,6%), em parceria com a Shell Brasil (19,3%), TotalEnergies (19,3%), CNPC (9,65%), CNOOC (9,65%) e Pré-sal Petróleo SA – PPSA (3,5 por cento), representando o governo na área não contratada.

Maersk será pioneira na primeira conversão de navio porta-contêineres para motor de metanol bicombustível

A.P. Moller – Maersk (Maersk) fará a adaptação de um navio para se tornar uma embarcação a motor bicombustível que pode ser movida a metanol e, portanto, capaz de navegar com metanol verde*, sendo a primeira na indústria naval a fazer essa conversão. O primeiro retrofit de motores deste tipo da indústria está programado para ocorrer em meados de 2024. A operação deve ser replicada em embarcações semelhantes, quando for realizada a inspeção programada, em 2027.

“Definimos uma meta ambiciosa para atingirmos zero emissões líquidas até 2040 em todas nossas atividades e assumimos um papel de liderança na descarbonização da logística. Adaptar motores para funcionar com metanol é uma parte importante de nossa estratégia. Com esta iniciativa, queremos abrir caminho para futuros programas de modernização escaláveis na indústria e, assim, acelerar a transição de combustíveis fósseis para combustíveis verdes. Por fim, queremos mostrar que os retrofits de motores a metanol podem ser uma alternativa viável à construção de novos navios”, disse Leonardo Sonzio, chefe de tecnologia e gerenciamento de frota da Maersk.

Maersk firmou um acordo com a MAN Energy Solutions (MAN ES) para realizar a conversão do motor da embarcação.

“Em 2021, encomendamos o primeiro navio porta-contêineres pronto para metanol do mundo, seguindo o compromisso com o princípio de encomendar apenas navios novos que possam navegar com combustíveis verdes. Ao mesmo tempo, exploramos o potencial de adaptar as embarcações existentes com motores bicombustíveis a metanol. Com a parceria da MAN ES, estamos agora prontos para demonstrar como pode ser feita a modernização de embarcações com motores bicombustíveis com capacidade para o uso de metanol”, afirma Leonardo Sonzio.

Além de almejar alcançar emissões líquidas zero até 2040, a Maersk também estabeleceu metas tangíveis de curto prazo para 2030 para garantir o alinhamento com o Acordo de Paris e a metodologia da iniciativa Science Based Targets (SBTi). Isso se traduz em uma redução de 50% nas emissões por contêiner transportado na frota da Maersk Ocean em comparação com 2020. Além disso, 25% do volume de contêineres será transportado com combustíveis verdes até 2030.

Projeto para o próximo ano
Substituir peças do motor e, assim, torná-lo capaz de funcionar com metanol é uma tarefa bastante complexa, mas representa apenas uma parte de uma operação de retrofit maior. Por exemplo, novos tanques de combustível, sala de preparação de combustível e sistema de abastecimento de combustível também fazem parte da modernização do navio para que ele possa usar metanol verde.

“Um processo detalhado de engenharia está em curso para o primeiro retrofit e a implementação de fato ocorrerá em meados de 2024. Enquanto isso, as discussões com os estaleiros em potencial estão em andamento”, explica Ole Graa Jakobsen, chefe de tecnologia de frota e responsável pelo projeto de retrofit na Maersk.

Maersk atualmente opera mais de 700 embarcações, das quais cerca de 300 são propriedade da empresa.

*Sobre os combustíveis verdes
Maersk define “combustíveis verdes” como combustíveis com emissões de GEE baixas ou muito baixas durante seu ciclo de vida em comparação com os combustíveis fósseis. Diferentes combustíveis verdes tingem diferentes níveis de redução ao longo do seu ciclo de vida dependendo do seu processo de produção. Por ‘baixo’ nos referimos a combustíveis com reduções de GEE de 65-80% em seu ciclo de vida em comparação com os combustíveis fósseis. Isso abrange, por exemplo, alguns modelos de biodiesel. ‘Muito baixo’ se refiere a combustíveis com taxa de redução de GEE de 80-95% em seu ciclo de vida em comparação com combustíveis fósseis. Para os biocombustíveis básicos como, por exemplo, o biodiesel para o transporte rodoviário, a economia mínima de GEE geralmente é medida por padrões como a Diretiva de Energia Renovável da União Europeia (RED, na sigla em inglês), e alinhamos nossos limites mínimos de redução para combustíveis de acordo com o RED. Para futuros combustíveis como o metanol, onde a Maersk está envolvida na concepção e desenvolvimento do projeto, nos esforçamos para alcançar reduções de GEE superiores aos limites legislativos.

Sobre A.P. Moller – Maersk

A.P. Moller – Maersk é uma empresa de logística integrada que trabalha para conectar e simplificar as cadeias de suprimentos de seus clientes. Como líder global na indústria naval, a empresa opera em mais de 130 países e emprega mais de 110.000 pessoas em todo o mundo. A Maersk pretende alcançar emissões líquidas zero até 2040 em todas suas atividades com novas tecnologias, novos navios e combustíveis verdes.

DP World dá início a projeto de eletrificação no terminal

Adoção de energia renovável faz parte de meta global para criação de um futuro mais sustentável das operações portuárias.

A DP World Santos, um dos maiores e mais modernos terminais privados multipropósito do país, está ampliando o uso de energia renovável em seus equipamentos, como parte de uma estratégia global para neutralizar as emissões de carbono até 2040. A primeira grande mudança, que já começou a ser implementada, é a substituição do combustível utilizado nos RTGs (guindaste utilizado para movimentação de contêineres), que passam a ser movidos por energia elétrica. A primeira máquina da frota foi adaptada e já está em funcionamento de forma 100% sustentável.

O projeto prevê a adaptação de um total de 22 equipamentos, que atualmente funcionam à base de diesel. A expectativa é que outras quatro máquinas sejam eletrificadas até o final de 2023 e o restante em 2024.

A tecnologia para a eletrificação do maquinário, proveniente da Alemanha, é uma das mais modernas do mundo, e já é usada em portos de países europeus e asiáticos. Ela funciona por meio de um conjunto com “braço elétrico”, alimentado por cabos e interligado a duas hastes. No terminal, oito eletrocentros serão instalados na retroárea para fornecer energia aos RTGs. Cada eletrocentro será capaz de alimentar quatro blocos da quadra de contêineres, com uma linha de rolagem de até 300 metros. O investimento total no projeto é de mais de 80 milhões de reais.

Com ela, o consumo de diesel do terminal será reduzido em até 60%. “A conversão dos RTGs vem para potencializar nossas práticas ESG, com destaque para a sustentabilidade. Além do cuidado com o meio ambiente e fatores climáticos, com esta mudança também esperamos benefícios para a operação, pois a tecnologia oferece baixo custo de manutenção, aumento de produtividade nos RTGs e melhoria na confiabilidade dos equipamentos”, explica Fábio Siccherino, Diretor-Presidente da DP World.

A eletrificação dos RTGs é parte de uma estratégia global de sustentabilidade, chamada “Nosso Mundo, Nosso Futuro”, que almeja um fluxo de comércio inteligente para criar um futuro melhor para todos. O projeto para a adoção de energia de fontes renováveis em todos os equipamentos portuários está em vigor nos 75 países em que o Grupo DP World atua. Atualmente, novos equipamentos adquiridos pelo Grupo já são alimentados por energia renovável. No ano passado, a DP World cortou as emissões diretas de carbono de suas operações globais em 5%, de acordo com seu último relatório ESG. O presidente e CEO do Grupo, Sultan Ahmed Bin Sulayem, anunciou que a empresa pretende investir até US$ 500 milhões para reduzir as emissões de CO² de suas operações em quase 700 mil toneladas nos próximos cinco anos.

Ações em prol do meio ambiente no Brasil

A estratégia “Nosso Mundo, Nosso Futuro” orienta e direciona a atuação responsável da DP World globalmente, reduzindo o impacto das atividades nas pessoas, nas comunidades e no meio ambiente. Ela está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).

No país, a DP World Santos vem realizando esforços para a sustentabilidade ambiental de suas atividades desde a fase de obras do terminal.

A empresa investiu mais de R$ 12 milhões em mais de 30 projetos voltados à fauna e flora da região e realizou o salvamento de mais de 35 mil plantas e sementes, com reaproveitamento da biomassa e resíduos vegetais e monitoramento de restingas e manguezais. Além disso, promoveu o monitoramento e o manejo da fauna terrestre presente na região onde o terminal foi construído, visando preservar as espécies em locais autorizados pelo Ibama e a conservação de mais de 50 hectares manguezal e restinga no entorno.

Em 2022, tornou-se o primeiro terminal portuário do Brasil a não destinar resíduos para aterros sanitários após a implementação do projeto Aterro Zero, que tem como objetivo reaproveitar todos os resíduos gerados no local, com destaque para os não-recicláveis, que se transformam em energia sustentável para atividades já existentes da indústria. Desde o início do projeto, mais de 479,40 toneladas de resíduos sólidos deixaram de ser enviadas a aterros sanitários.

Sobre a DP World Santos

A DP World Santos é a empresa responsável pela operação de um dos maiores e mais modernos terminais privados multipropósito do Brasil, instalado na margem esquerda do Porto de Santos (SP). Com investimentos de R$ 2,3 bilhões, proporciona mais de 1.400 empregos diretos e 5.000 indiretos.

Instalado em área estratégica com acesso por via marítima, rodoviária e ferroviária, o empreendimento conta com 1.100 metros de cais e uma área total de 845.000 m2 e capacidade de movimentação anual de 1,2 milhão de TEU (unidade equivalente a um container de 20 pés) e 3,6 milhões de toneladas de celulose. Mais informações no site.

Jean Paul Prates lança futuras instalações de centro de energia eólica offshore da Petrobras no Rio Grande do Norte

Sede da companhia em Natal será um dos principais polos do país em projetos para transição energética.

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates e o diretor de Transição Energética e Sustentabilidade, Maurício Tolmasquim, participaram na manhã da última segunda-feira (19/6) de evento de reinauguração do Edifício Sede Rio Grande do Norte (EDIRN) e do lançamento das instalações que funcionarão com hub de projetos de energia eólica da companhia em Natal. A governadora potiguar, Fátima Bezerra e outras autoridades do estado participaram da solenidade na sede local da empresa. A perspectiva é de que nos próximos anos, as instalações se tornem um dos principais centros de estudo e desenvolvimento de tecnologias voltadas para a instalação de parques eólicos offshore no país.

“Hoje, estamos dando um grande passo para que tenhamos aqui no estado um dos principais centros no país para estudo e desenvolvimento de projetos de eólica offshore. Esse é um renascimento da Petrobras no Rio Grande do Norte. Tenho absoluta convicção de que vamos escrever mais um capítulo de sucesso. Assim como no passado, a companhia teve uma trajetória brilhante nos campos de petróleo em terra; num futuro próximo, teremos aqui um dos principais polos de nossos projetos em energias renováveis”, afirmou Prates.

Logo no início da manhã, Jean Paul Prates se reuniu com a equipe da Petrobras no estado em uma solenidade para apresentar à força de trabalho a revitalização da sede no Rio Grande do Norte, que além de abrigar equipes de Transição Energética e Sustentabilidade, também passa a contar com espaço de trabalho para a alta administração da Petrobras. O presidente fez o hasteamento simbólico da bandeira da Petrobras, e conheceu as futuras instalações do hub de eólica offshore.

“O Rio Grande do Norte já possui grande força na geração de energia eólica em terra. Queremos aproveitar essa expertise, num intercâmbio de conhecimento para avançar nos projetos de eólica, tanto offshore como onshore. Ter esse hub em Natal será um diferencial para a Petrobras”, explicou o diretor Maurício Tolmasquim.

Após o encontro com a força de trabalho, o presidente da Petrobras também recebeu no EDIRN a governadora Fátima Bezerra, além de deputados estaduais , federais, prefeitos, reitores e representantes de instituições do Rio Grande do Norte. A governadora ressaltou a importância para o estado dos novos projetos que serão desenvolvidos pela Petrobras. “Esse é um momento histórico, que vai ficar marcado na trajetória da Petrobras no Rio Grande do Norte e Ceará, como o Dia do Fico. O presidente da companhia Jean Paul assumir o compromisso de permanecer significa mais desenvolvimento, mais empregos para o nosso estado, com projetos como a perfuração de Pitu e os de energia renovável, especialmente eólica offshore”, concluiu a governadora.

Petrobras obtém reconhecimento internacional por pioneirismo em captura e armazenamento de CO2 (CCUS)

Atualmente, as 22 plataformas que operam no pré-sal da Bacia de Santos são equipadas com a tecnologia de CCUS.

A Petrobras recebeu, em Varsóvia (Polônia), reconhecimento inédito concedido pela entidade global “Carbon Sequestration Leadership Forum” (CSLF), pela contribuição da companhia ao desenvolvimento da tecnologia de captura e armazenamento de CO2 (CCUS). É a primeira vez que uma empresa da América Latina obtém essa premiação, que destacou a relevância do projeto de CCUS para a indústria mundial, sua demonstração de segurança no armazenamento geológico, além da contribuição para o desenvolvimento das tecnologias requeridas para implantação de tais projetos.

No ano passado, a Petrobras bateu recorde mundial ao reinjetar 10,6 milhões de toneladas de CO2 nos reservatórios do pré-sal, o equivalente a 25% do total reinjetado pela indústria global em 2022, segundo o Global CCS Institute. Esse projeto, que associa o CCUS à recuperação avançada de petróleo (EOR – enhanced oil recovery), foi crucial para a Petrobras viabilizar a produção de petróleo com menor emissão por barril produzido (cerca de 40% menos emissões na produção do que a média mundial). Atualmente, as 22 plataformas que operam no pré-sal da Bacia de Santos são equipadas com o CCUS-EOR.

Coordenada pelo Departamento de Energia dos EUA, a CSLF é uma instituição multilateral, com participação em nível ministerial de 25 países e da Comissão Europeia. Seu objetivo é viabilizar técnica e economicamente projetos de captura e armazenamento de CO2 de relevância internacional para os diversos segmentos industriais, principalmente o de energia. Além disso, o CSLF promove a conscientização e defende a criação de ambientes legais, regulatórios, financeiros e institucionais favoráveis a essas tecnologias, estimulando a cooperação entre diferentes membros e projetos.

Projeto de importância global

“Esse reconhecimento confirma nossa contribuição na superação de desafios de relevância global relacionados à mitigação da mudança climática. Nosso projeto de CCUS é o maior do mundo em capacidade anual de reinjeção de CO2 e vamos usar toda essa experiência e conhecimento para desenvolver novas oportunidades no ambiente de transição energética, contribuindo para reduzir as emissões não só da Petrobras, mas do país como um todo”, disse o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.

Próximos passos

Desde o início do projeto CCUS, que começou como um piloto no campo de Tupi, a Petrobras já reinjetou 40,8 milhões tCO2 nos reservatórios do pré-sal. A meta é ampliar a capacidade anual de reinjeção e alcançar a marca de 80 milhões de toneladas de CO2 reinjetados até 2025.

A Petrobras estuda também implementar no Brasil projeto inédito de hub de captura e armazenamento geológico de CO2 (CCS) em parceria com outras empresas. O projeto consiste em criar uma infraestrutura de escoamento do CO2 a partir de locais de captura em instalações industriais – até seu armazenamento permanente feito em um reservatório abaixo do leito marinho.

Em fase de estudos, a previsão da companhia é instalar um projeto piloto de CCS no terminal de Cabiúnas, no Rio de Janeiro, com capacidade de capturar 100 mil toneladas de CO2 por ano. A implantação ainda depende de análises complementares. A iniciativa é o primeiro passo para a posterior implantação de hub de CCS em grande escala.

Fórum Técnico da CSFL

O fórum técnico da CSFL é composto por especialistas de classe mundial, reconhecidos por sua atuação nas áreas de captura, armazenamento e recuperação avançada de dióxido de carbono (CO2). Como critérios para a premiação, os pesquisadores avaliam se a iniciativa pode ou não ser caracterizada como um projeto de CCUS, se reúne as condições e características necessárias e se contribui efetivamente para o avanço da tecnologia de CCUS em um cenário de baixo carbono.

Para se ter ideia, os 26 membros do CSLF respondem por 60% da população mundial (são mais de 3,5 bilhões de pessoas) em seis continentes. Esse contingente responde, por sua vez, por 80% das emissões totais de dióxido de carbono (CO2).

Ipiranga inicia inscrições para seu programa de estágio

Por meio do “Ipiranga Talent”, empresa estimula a formação de jovens talentos e a diversidade, com 50% das vagas para pessoas pretas e pardas.

A Ipiranga inicia o segundo ciclo de inscrições em 2023 do seu programa de estágio, o Ipiranga Talent, a partir desta quarta-feira (21). É preciso estar cursando nível superior em qualquer área (bacharel, licenciatura ou tecnólogo) e ter formação prevista entre janeiro de 2024 e agosto de 2025. As inscrições devem ser realizadas por meio deste link.

O objetivo do programa é estimular e formar talentos para a empresa, além de promover mais diversidade, seguindo uma série de outras práticas com foco na pluralidade corporativa, já em andamento. Como ação afirmativa, serão destinadas 50% das vagas para pessoas pretas e pardas.

(Fotos: André Luiz Mello)

“Promover a diversidade significa ampliar nossa expertise nesse tema, fortalecer a perspectiva de troca de conhecimento e interagir com diferentes experiências e culturas. Tudo isso é essencial para o desenvolvimento de novas ideias e potenciais negócios em um momento que nossa indústria busca crescer de forma cada vez mais sustentável. Seguimos aprendendo e nos aperfeiçoando nessa jornada”, analisa Luciana Domagala, vice-presidente de Pessoas e Sustentabilidade da Ipiranga.

Jornada de desenvolvimento

O Ipiranga Talent oferece aos candidatos uma jornada de desenvolvimento para atuar nas áreas de Recursos Humanos, Comercial, TI, Operações, Finanças, Marketing, Jurídico e Planejamento. É necessário ter disponibilidade para atuação nestas cidades: Rio de Janeiro e Duque de Caxias (RJ); São Paulo, Cubatão, São Caetano do Sul, São José do Rio Preto e Paulínia (SP); Curitiba, Londrina e Araucária (PR); Porto Alegre e Canoas (RS), Itajaí (SC), Betim (MG), Campo Grande (MS), Goiânia (GO), Belém (PA) e Porto Velho (RO).

Durante o programa, os estagiários farão processos de imersão no negócio e na cultura da empresa, mentoria, treinamentos técnicos e comportamentais, atuação em projetos, interface com executivos, participação em ações sociais e acompanhamentos trimestrais. Os estagiários atuarão por 30 horas semanais durante seis meses, com possibilidade de renovação por até 18 meses.

(Fotos: André Luiz Mello)

Os benefícios oferecidos pela Ipiranga são: bolsa-auxílio compatível com o mercado, seguro de vida, plano de saúde, auxílio-alimentação; auxílio-transporte, Zenklub, Gympass, cursos online e uma trilha de desenvolvimento.

Sobre a Ipiranga

A Ipiranga está presente na jornada de mobilidade de milhões de brasileiros. São mais de 85 anos em operações de excelência e qualidade de combustíveis e atendimento ao consumidor, valorizando o relacionamento com clientes e o compromisso com a inovação e o futuro da mobilidade urbana. A Ipiranga possui um robusto portfólio de produtos aditivados, Ipimax e Ipimax Pro, que trazem tecnologia de ponta, garantindo mais rendimento. A Gasolina Ipimax Pro, direcionada para veículos de alta potência, além de aumentar o rendimento, melhora a performance. São 6,5 mil postos e mais de 4 mil grandes clientes que oferecem os produtos e serviços da Ipiranga. Reconhecida por diversos rankings e premiações de mercado, a Ipiranga tem as maiores marcas de franquias próprias dos segmentos de conveniência e troca de óleo e pequenos reparos, a AmPm e o Jet Oil, e conta com a exclusividade de um dos maiores programas de fidelidade do Brasil, o Km de Vantagens, com mais de 36 milhões de participantes. A Ipiranga é uma empresa comprometida com as agendas de diversidade e inclusão social, além de promover qualificação profissional, oportunidades para entrada de jovens no mercado de trabalho, voluntariado, iniciativas de carbono neutro e o Saúde na Estrada, um dos maiores projetos nacionais para cuidados e bem-estar do caminhoneiro. A empresa é signatária do Pacto Global e atua alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Oil States Brasil fecha contrato importante com a Petrobras

A Oil States Brasil celebra mais um importante contrato com a Petrobras para SERVIÇOS DE SOLDAGEM, INSPEÇÃO E USINAGEM EM TUBOS E ACESSÓRIOS POÇO DE PETRÓLEO e que terá duração até 2026.

O escopo do contrato engloba:

Soldagem de Tubos de 20”, 22”, 30”, 36” e 42” em conector ou alojador, e Qualificação, Execução e Inspeção de Soldagem,

Manutenção de conectores e acessórios

Execução / Limpeza e Verificação dos Biséis,

Verificação Dimensional dos Tubos

Projetos de Olhais de Içamento dos tubos de 30”e calços com aprovação de Terceira Parte e Adição de calços e olhais para elevação de carga e Adição de aletas

Serviço de Instalação do Martelo na Base Torpedo

Serviços de usinagem e cortes e Serviços de Caldeiraria,

Serviços de desmontagem, de inspeção, teste funcional, pintura e montagem de Equipamentos / Ferramentas

Líder mundial na indústria de soldagem, a Oil States possui know how incomparável e um time de especialistas próprio, incluindo Engenheiros de Soldagem, Engenheiros Metalúrgicos, Engenheiros Mecânicos, Inspetores de Soldagem e Soldadores com vasta experiência. Somos especializados no Desenvolvimento e Qualificação de Procedimentos e Soldadores em conformidade com as principais normas Internacionais e regulações Brasileiras (ASME, AWS, API, DNV, NACE, EN, ISO, ABNT e Petrobras), além de possuirmos uma extensa biblioteca de Especificações de Procedimentos de Soldagem (EPS) qualificadas para diversos projetos nacionais e internacionais, diversos Materiais Especiais (aços duplex, superduplex e outras ligas especiais) e diversos processos, como orbital Célula Robótica para PTAW (Stellite, Plasma, Hastelloy, Colmonoy), além de Soldagem de revestimento com CLAD (Inconel).

Este novo contrato é mais um resultado do Gerenciamento de Projetos com excelência na execução técnico-econômica, otimização de materiais e cronograma, garantia de qualidade e segurança, ofertado pela Oil States Brasil aos clientes, tanto para projetos no offshore, como no onshore.