Veolia Water Technologies & Solutions instala unidades móveis de dessalinização com bombas da Danfoss em plataformas petrolíferas offshore

Uma das maiores empresas do mundo em soluções para água e saneamento, a Veolia Water Technologies & Solutions Veolia WTS- tem ampliado sua atuação no segmento offshore no Brasil. Recentemente, a empresa assinou novo contrato para fornecimento e operação de Unidades Móveis de Tratamento para dessalinização de água por osmose reversa para plataformas petrolíferas nas Bacias de Campos (RJ), Santos (SP) e Espírito Santo (ES). Assim como no primeiro acordo, firmado cinco anos atrás, a empresa buscou as bombas de alta pressão da Danfoss para equipar os skids instalados nas plataformas.

Os skids, como são conhecidos, são as Unidades Móveis de Tratamento, responsáveis por fazer o processo de retirada de sais minerais da água e torná-la doce. A técnica de dessalinização por osmose reversa utiliza a pressão para filtrar a água, fazendo com que ela passe por uma série de membranas que removem o sal. Uma série de componentes e equipamentos formam uma unidade móvel, entre elas bombas de alta pressão, que são fundamentais na tecnologia de dessalinização.

“Eu diria que as bombas são como órgãos vitais, pois é partir delas que se dá energia (pressão) para passar a água no processo de reter o sal. É fundamental que as bombas operem sem falhas nem paradas e a longos intervalos, pois o equipamento funciona 24 horas, e com fácil manutenção. As bombas da Danfoss entregam exatamente esses atributos”, afirma Alan Oliveira, Gestor de contratos da Veolia Water Technologies & Solutions.

No contrato que deu origem à prestação deste serviço, a Veolia Water Technologies & Solutions forneceu e operou 7 Unidades Móveis de Tratamento finalizando em agosto de 2022. Já para o segundo contrato, iniciado em setembro de 2022, aumentou a frota para 20 skids. A água proveniente do processo de dessalinização é para uso interno. Importante destacar que as Unidades Móveis de Tratamento são montadas na planta da Veolia localizada na cidade de Sorocaba (SP).

Para se ter ideia da importância de ter equipamentos e componente altamente confiáveis, as unidades móveis funcionam 24 horas e durante 28 dias no mês. Cada uma delas tem capacidade de produzir 30 milhões de litros de água por ano.

Outro importante aspecto neste tipo de aplicação é a necessidade de o equipamento não exigir manutenção frequente, uma vez que é restrito e complexo o acesso de pessoas às plataformas marítimas. Essa é uma grande vantagem das bombas da Danfoss para dessalinização. “As bombas de pistão axial superam as bombas centrífugas e os estudos internos mostram que a tecnologia APP oferece taxas de eficiência de mais de 90% para obter os menores custos do ciclo de vida disponíveis”, afirma Anderson Ferreira, Engenheiro de Vendas da Danfoss, que complementa: “As bombas foram criadas especificamente para aplicações de osmose reversa de água do mar, por isso ela é a solução mais confiável e sustentável para dessalinização”.

O Gestor da Veolia corrobora com a afirmação de Ferreira ao afirmar que as bombas da Danfoss nunca apresentaram problemas. “Um projeto desta complexidade foi desenhado sob medida e exige equipamentos de alta confiabilidade e alta performance. A bomba é um dos protagonistas do sucesso da aplicação”, conclui Alan Oliveira.

Em fase de produção e montagem, as Unidades de Tratamento Móvel da Veolia WTS foram instaladas a partir de janeiro de 2023.

Grupo Orguel completa 60 anos como referência na construção civil e de olho em novas áreas de atuação

Empresa mineira, que registrou crescimento de 29% em 2022, aposta na inovação e na diversificação do mercado para seguir forte nos próximos anos.

Ao completar 60 anos de existência no último dia 14/6, o Grupo Orguel iniciou um novo ciclo de vida, pronto para seguir como uma referência de destaque no segmento de soluções de engenharia para a construção civil ao mesmo tempo em que se prepara para novos e grandes desafios: ser um player competitivo em um mercado com grandes obras de infraestrutura em áreas como óleo e gás, indústria, mineração e cadeia produtiva do agronegócio.

Para o presidente da Orguel, Sergio Guerra, a empresa pretende aproveitar o marco dos 60 anos não só para celebrar conquistas, que vêm desde os fundadores, mas seguir com a invenção do futuro da organização. “O planejamento estratégico que acabamos de fazer nos mostrou que o caminho passa por participação em obras mais sofisticadas e customização das demandas dos clientes, agregando mais valor aos produtos e serviços oferecidos”, afirma.

Mesmo em tempos difíceis como o período da pandemia do Covid-19, os negócios da Orguel continuaram de vento em popa, com crescimento bem acima da média nacional. Só em 2022 a empresa cresceu 29% e a previsão para este ano é de um incremento de 40% sobre o ano passado. “A Orguel é muito conhecida no setor de construção civil por estar entre os maiores players de locação de equipamentos do Brasil, mas para continuar crescendo sem ser afetada pelas oscilações desse mercado, que é cíclico, vamos expandir nossa atuação em setores que não dependem tanto da economia e das altas taxas de juros, como a cadeia de beneficiamento do agronegócio e a indústria de petróleo e gás”, explica o CEO.

Nos últimos anos, a empresa tem participado de grandes obras de infraestrutura por todo o país, oferecendo, aos seus clientes, diversas soluções de engenharia e equipamentos. Entre as principais obras estão: Ponte da Integração, na fronteira entre Brasil e Paraguai e que está prestes a ser inaugurada; reforma da Terceira Ponte, que liga os municípios de Vitória e Vila Velha, no Espírito Santo; novo estádio do Clube Atlético Mineiro (Arena MRV), em Belo Horizonte; Usina Hidrelétrica de Estreito, no Maranhão; e linha 5 do metrô de São Paulo, entre diversas outras.

A empresa que agora se prepara para um salto em novas áreas de atuação se consolidou ao longo da sua história em ser uma referência em locação de equipamentos e soluções de engenharia para os setores da indústria, edificação e infraestrutura. Entre os produtos oferecidos estão plataformas de acesso e elevação, geradores de energia, andaimes, escoramentos e fôrmas. Por meio da marca própria Mecan produz, na unidade de Vespasiano, andaimes e escoramentos, atuando em todo o território nacional.

Inovação para seguir crescendo

Nenhuma empresa continua forte no seu ramo de atuação após tantos anos tendo apenas um bom nome e reputação. Ciente disso, a Orguel sempre apostou na inovação de produtos e para seguir forte no mercado. Entre os produtos, o que chama mais atenção é o QuickDeck, plataforma suspensa que vem sendo empregada em grandes obras por todo o Brasil, como as já citadas Terceira Ponte, Ponte da Integração e Arena MRV.

O QuickDeck garante mais produtividade, segurança e agilidade na execução das obras. Suspensa por meio de correntes fixadas na própria estrutura do cliente, o equipamento pode ser configurado conforme a característica da obra, podendo assumir diferentes formatos e tamanhos, além de possuir alta capacidade de carga e ser muito estável, independente da altura. Desenvolvido por uma empresa norte-americana, o QuickDeck não tem concorrência no Brasil, sendo a Orguel única empresa a ter a autorização para produzi-lo e comercializá-lo no país.

Outro produto inovador é o Mecanfly, recentemente lançado no mercado, mas com tecnologia inteiramente desenvolvida pela própria empresa, no caso a marca própria Mecan. Plataforma móvel que serve para executar trabalhos de manutenção corriqueira, como pintura em teto ou reparos na rede elétrica, em uma altura de até 6 metros, o mecanfly tem como principal diferencial o sistema de acionamento, além de ser único no mercado nacional. Enquanto os concorrentes do mercado externo utilizam acionamento hidráulico, o equipamento da Mecan funciona de forma mecânica, o que torna sua manutenção mais barata quando comparada aos similares em operação, que exigem manutenção feita por mão de obra especializada.

Mercado externo

Com um crescimento tão significativo e produtos com grande potencial de mercado, a Orguel planeja também direcionar parte da sua produção para o exterior, principalmente países da América Latina e África. “Já estamos criando uma célula de comércio exterior na empresa e nossa ideia é começar esse processo a partir do segundo semestre desse ano”, afirma Sergio Guerra.

Vibra: Inscrições para startups lideradas por mulheres encerram dia 30

Programa lançado pela Vibra busca incentivar a presença feminina na tecnologia e impulsionar soluções disruptivas em áreas como transição energética, mobilidade, conveniência, varejo e meios de pagamentos.

A Vibra recebe até o dia 30 deste mês inscrições de startups lideradas por mulheres interessadas em participar do programa que visa colaborar no processo de transformar o cenário do mercado e abrir melhores oportunidades de trabalho para a força feminina no segmento de tecnologia. Por meio de seu Hub de Inovação, o Vibra Co.lab, a companhia está com sua primeira chamada aberta somente para startups lideradas por mulheres.

As inscrições se encerram no dia 30 deste mês. Podem se inscrever startups de todo o país. A iniciativa fará parte da Vibra Ventures, um Corporate Venture Capital, para investir em startups e scale-ups. O objetivo é impulsionar startups com liderança feminina, conectando-as com oportunidades no ecossistema e com a Vibra, oferecendo oportunidades de mentorias, provas de conceito, contratação e investimento em áreas como transição energética, mobilidade, conveniência, varejo, meios de pagamentos e outras ligadas aos segmentos de atuação da companhia

Serão três trilhas diferentes. A primeira será focada em empoderamento, com atividades de capacitação e inclusão, onde a empresa vai ajudar as mulheres a empreender, com mentoria, assistência jurídica, treinamento de pitchs, entre outras ações. A segunda é voltada para startups mais maduras e visa uma parceria com o Vibra Co.Lab, permitindo entrar na rota de inovação aberta, participar de pitchs, ter possibilidade de negócio e depois ser “amadrinhada” por uma executiva da Vibra ou de um parceiro. A terceira trilha é a rota de investimento por meio do Vibra Ventures, com foco em startups de energia, mobilidade, logística, fintechs e varejo.

“Além de impulsionar e buscar negócios, queremos também ter um papel de educar, auxiliando as empreendedoras. Estamos aqui para abrir portas e conectar, incentivar a inclusão defendendo a diversidade. O ecossistema está em evolução, mas a realidade assusta. Em 2020, apenas 2,2% do capital investido por CVCs foi feito em startups lideradas por mulheres. Precisamos mudar esse cenário e avançar,” destaca Vanessa Gordilho, vice-presidente de Negócios e Marketing da Vibra.

Segundo a plataforma de captação de investimentos Efund, a quantidade de mulheres à frente de startups em busca de investimentos quadruplicou em 2022, em comparação com 2021. No ano passado, 13,7% das startups que buscaram recursos eram lideradas por mulheres, ante apenas 3% em 2021.

A busca por elevar a participação feminina em todas as áreas é constante dentro da companhia. Em 2022, A Vibra superou a meta de admissão de 30% de mulheres, atingindo o índice de 38%. Para 2023, estabeleceu-se como meta ter 23% de mulheres na alta liderança (em cargos como gerente executiva, diretora e vice-presidente). Ao todo, a companhia conta em seu quadro de funcionários com cerca de 30% de mulheres.

Chamada aberta
As interessadas poderão se inscrever até o dia 30 de junho, pelo site do Vibra Co.lab. Para participar, é importante que a startup, além de ter liderança feminina, esteja em operação, e atue em áreas como Sustentabilidade & ESG, Mobilidade, LogTech, Indústria 4.0, RetailTech, Fintech, Insurtech, MarTech, HR Tech, Cybersecurity e Dados.

As startups inscritas passarão por uma avaliação com foco no alinhamento com a estratégia da Vibra. As empresas selecionadas terão a chance de conversar diretamente com executivos(as) da Vibra, bem como com o Fundo de Investimento da companhia. Esse diálogo proporcionará uma visão mais ampla do mercado, abrindo portas para feedbacks construtivos e a possibilidade de firmar parcerias, provas de conceito e estabelecer alianças estratégicas como possível investida do Vibra Ventures.

Sobre o Vibra Ventures
O Vibra Ventures, um Corporate Venture Capital, foi criado para investir em startups e scale-ups. A iniciativa visa oportunidades e tecnologias inovadoras complementares à área de atuação da companhia ou ainda novos negócios, produtos e serviços. Os investimentos serão feitos em linha com as melhores práticas do mercado e dentro da estratégia de crescimento e inovação da Vibra, que tem este tema como um pilar estratégico no plano de negócio. Tudo alinhado com o objetivo de disponibilizar para seus clientes uma plataforma multienergia, com a entrada de novas fontes limpas e renováveis, contribuindo para a transição energética e descarbonização dos negócios. O prazo de investimento será de cinco anos e prevê mais cinco para desinvestimento. Os aportes serão realizados em negócios em estágio inicial (Mix Seed) e mais estruturados (Series A), além de participação em cotas de outros fundos setoriais.

Sobre a Vibra
Líder no mercado brasileiro de distribuição de combustíveis e de lubrificantes, Vibra proporciona a melhor alternativa energética e de mobilidade a seus clientes, alinhada às melhores práticas de ESG do setor. No mercado automotivo, a Vibra detém a licença de uso da marca Petrobras, formando uma rede com 8,3 mil postos de combustíveis, em todo o País. As franquias da Vibra Energia para o segmento são as lojas de conveniência BR Mania e os centros de lubrificação automotiva Lubrax+. Com uma estrutura logística que garante sua presença em todas as regiões do país, a empresa conta com um portfólio de mais de 18 mil grandes clientes corporativos, em segmentos como aviação, transporte, indústrias, mineração, produtos químicos e agronegócio. Com a marca BR Aviation, a companhia possui cerca de 70% do mercado de aviação, abastecendo aeronaves em mais de 90 aeroportos brasileiros. Em lubrificantes, é líder de mercado com a marca Lubrax, top of mind, e possui a maior planta industrial para produção de lubrificantes da América Latina. Para mais informações sobre a Vibra, clique aqui.

FPSO Sepetiba zarpa

O FPSO Sepetiba, o terceiro Fast4Ward ® FPSO da SBM Offshore, partiu em 16 de junho de 2023 do estaleiro BOMESC, na China, após a conclusão bem-sucedida das fases de integração dos topsides e comissionamento onshore.

O FPSO iniciou seu trânsito para o campo de Mero, na Bacia de Santos, no litoral do Brasil, localizado a 180 quilômetros da costa do Rio de Janeiro. A SBM Offshore tem um contrato com a Petróleo Brasileiro SA (Petrobras) para o arrendamento e operação de 22,5 anos do FPSO Sepetiba. O primeiro óleo está previsto para o segundo semestre de 2023.

O FPSO terá capacidade para produzir até 180.000 barris de óleo por dia e tem capacidade de armazenamento de 1.400.000 barris de óleo.

Constellation fecha contrato com 3R Petroleum para sonda Alpha Star

Sonda vai operar nos campos de Papa-Terra e Malombe, nas Bacias de Campos e Espírito Santo.

A Constellation anunciou nesta segunda-feira, 12 de junho, um novo contrato com a 3R Petroleum para o afretamento da sonda semissubmersível Alpha Star. A sonda de perfuração vai operar nos campos de Papa-Terra e Malombe, nas Bacias de Campos e Espírito Santo, com início das atividades previsto para o terceiro trimestre de 2023. O escopo de trabalho incluirá a perfuração, completação e intervenção de poços em lâminas d’água de até 1.600 metros. O contrato tem duração de 14 meses.

A Alpha Star é uma sonda semissubmersível de posicionamento dinâmico, construída no ano de 2011, e capaz de perfurar em águas com profundidades de até 9.000 pés. A unidade tem uma capacidade de perfuração de poços de até 30.000 pés de profundidade, sendo equipada para operar em profundidades típicas do Pré-sal.

“É motivo de muito orgulho para a Constellation firmarmos nossa primeira colaboração com a 3R e, ao mesmo tempo, mantermos 100% de nossas unidades em operação. Estamos muito animados com este projeto, que marca a chegada de um novo cliente, e que reforça ainda mais o protagonismo do Brasil como um dos mercados offshore mais dinâmicos do mundo”, destaca Rodrigo Ribeiro, CEO da Constellation.

A recuperação dos preços do petróleo, avalia o executivo, tem impulsionado a retomada dos investimentos pelas empresas de exploração e produção e o consequente aumento da demanda pela prestação de serviços offshore. “Estamos cada vez mais preparados para atender a este crescimento, oferecendo operações seguras e confiáveis aos nossos clientes”, completa Ribeiro.

Sobre a Constellation

A Constellation é uma fornecedora líder de mercado de serviços de perfuração offshore e onshore de petróleo e gás. Com operações contínuas desde 1981, a companhia construiu uma reputação incomparável de excelência em serviços de perfuração offshore e onshore, obtendo as certificações ISO 9001, ISO 14001, ISO 45001 e API Spec Q2 por seus sistemas e registros de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança.

Sobre a 3R Petroleum

A 3R Petroleum é uma Companhia brasileira de capital aberto, listada no Novo Mercado da B3, focada na produção de óleo e gás em terra (onshore) e mar (offshore). O plano de negócios da 3R está baseado nos pilares Repensar, Redesenvolver e Revitalizar a operação de campos maduros, elevando as curvas de produção, com segurança, eficiência e responsabilidade social.”

CS Porto Aratu recebe equipamentos para primeira planta de hidrogênio verde brasileira em operação inédita no Porto de Aratu (BA)

Entre os dias 14 e 15 de junho, o TGSII operou o navio holandês “BBC Dakota” com peças para Unigel.

A CS Porto Aratu – empresa controlada pela CS Infra, do Grupo Simpar – realizou nesta semana uma operação de grande porte e inédita no Estado. O terminal TGSII no Porto de Aratu recebeu o navio “BBC Dakota” com peças para a primeira planta de hidrogênio verde do país pertencente a Unigel. A Companhia foi responsável por operacionalizar o recebimento dos equipamentos, desde o planejamento, descarga do navio e colocação sobre os veículos transportadores, além de adequar toda infraestrutura local para recepção das peças que em seguida foram transferidas para área do cliente.

Vindo do Porto de Roterdã, na Holanda, a chegada do navio marca a primeira operação de alta complexidade realizada no Porto de Aratu e importante passo para o desenvolvimento de energia limpa na região nordeste. “Estamos felizes em participar de um marco na história do porto e de nosso cliente. A operação foi fruto do empenho e expertise das equipes da CS Porto Aratu e da Unigel que tornaram viáveis o recebimento destes equipamentos que vão impactar na economia local e nacional”, afirma Marcos Tourinho, diretor presidente da CS Porto Aratu.

As peças foram descarregadas no terminal ATU 18, no Porto de Aratu, e nos próximos dias serão transportadas para a área onde será instalada a planta da Unigel, no Polo Petroquímico de Camaçari/BA.

Com um ano de operação no local, a CS Porto Aratu investiu mais de R$ 70 milhões em obras de melhorias e modernização nos terminais ATU-12 e ATU-18 do Porto de Aratu (BA). A companhia assumiu a gestão efetiva dos terminais em junho de 2022 e prevê até 2025 investir mais de R$ 700 milhões, além de gerar 200 novas vagas de emprego no local.

Sobre a CS Infra  

A CS Infra é uma empresa de gestão de concessões de longo prazo responsável pelas empresas Ciclus Ambiental, uma das maiores companhias da América Latina na área de gestão integrada e valorização de resíduos sólidos, CS Grãos do Piauí, responsável pela operação, manutenção e ampliação de 276,8 km da Rodovia Transcerrados (PI-397 e PI-262) que abrange cerca de 25 municípios, CS Aratu 12 e CS Aratu 18, responsáveis pela gestão dos terminais 12 e 18 do Porto de Aratu (BA); pela concessão do BRT da cidade de Sorocaba (SP); e a concessão do Mercado Municipal Miguel Sutil e Centro Histórico de Cuiabá (MT).

Sobre a Simpar  

Holding que controla sete empresas independentes – JSL, Movida, Vamos, CS Infra, CS Brasil, Automob e Banco BBC Digital. O grupo conta com mais de 44 mil colaboradores alinhados por uma Cultura forte e Valores que norteiam o jeito de ser e fazer da Companhia. Participante da carteira ISE da B3, a companhia possui modelo de gestão que produz resultados sustentáveis e aderência a rígidas práticas de ESG. Com atuação em todo território nacional e outros oito países da América do Sul, Europa e África, a Simpar é uma empresa listada na B3 desde 2010 (SIMH3). Saiba mais em: https://simpar.com.br.

Constellation tem sua principal base operacional totalmente movida por energia renovável

Empresa deixará de emitir cerca de 35 toneladas de CO2e por ano com 100% da energia elétrica consumida na unidade sendo proveniente da fonte renovável.

A Constellation, líder de mercado no Brasil em serviços de perfuração offshore e onshore de petróleo e gás, investiu na instalação de painéis solares em sua base de operações em Rio das Ostras (RJ). A base situa-se na Zona Especial de Negócios (ZEN) e ocupa aproximadamente 59.000 m². Ao todo, as 662 placas solares têm potência instalada de 260 kWp, com pico de 364.1 kWp, e ocupam uma área de cerca de 1,7 mil m2. O sistema entrou em operação na sexta-feira, 09/06. A produção anual estimada é de 526 mil kWh.
A unidade deixará de emitir cerca de 35 toneladas de CO2e (compreende gases de efeito estufa) por ano com 100% da energia elétrica consumida sendo proveniente de fonte renovável. A iniciativa está atrelada às metas corporativas de ESG da Constellation que visam à redução de emissões de gases de efeito estufa nas bases e nas unidades operacionais offshore.
Entre os objetivos relacionados à agenda climática da companhia estão a redução de 20% no consumo de diesel (escopo 3) por KWh demandado e a neutralização de 100% das emissões de gases de efeito estufa dos escopos 1 e 2 até 2030. As medidas vão ao encontro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.
“Esse novo ciclo de crescimento da indústria de óleo e gás, fundamental para sustentar a transição energética, exige que tenhamos um olhar ainda mais atento para a agenda ESG. Além da capacidade de entregar resultados, nossa missão é colaborar com um modelo produtivo com menos emissões de CO2, maior diversidade entre as equipes de trabalho e mitigação dos impactos socioambientais, sempre mantendo os mais altos padrões de segurança e de qualidade”, ressalta Rodrigo Ribeiro, CEO da Constellation.

Para a condução desse projeto, a Constellation optou por trabalhar com a empresa Shop Solar, de Rio das Ostras (RJ), com mão de obra regional, em linha com a visão estratégica da Constellation de gerar impacto positivo para as comunidades locais.

Equinor alcança produção de 110 mil barris diários em Peregrino

O campo de Peregrino, na Bacia de Campos, atingiu a produção de 110 mil barris de petróleo por dia (bpd) neste ano. A marca é a capacidade máxima de processamento do FPSO – Unidade Flutuante de Produção, Armazenamento e Transferência do ativo e foi alcançada por meio de investimentos em tecnologias e infraestrutura.

Peregrino é operado pela a Equinor (60%), que tem como parceira no campo a Sinochem (40%). Peregrino é o primeiro ativo da Equinor no Brasil e é o maior campo produtor operado pela companhia fora da Noruega. Desde 2011, ano do início da produção no campo, mais de 220 milhões de barris foram produzidos com segurança.

“Graças ao esforço e à dedicação de muitos profissionais, depois de sete meses de operação na Fase 2 de Peregrino, chegamos neste marco importante para a nossa companhia. Este campo conta a história da Equinor no Brasil e é muito gratificante testemunhar seu sucesso não só por aqui, mas também sua representatividade no portfólio global da empresa. Esse marco é também reflexo da maneira como aplicamos nossos pilares estratégicos na condução de nossas operações, assegurando a segurança de nossos funcionários, criando valor local e atuando para diminuir significativamente as emissões de nossas operações”, declara Veronica Coelho, presidente da Equinor no Brasil.

Após um extenso programa de manutenção, atualizações e reparos no FPSO e instalação de uma nova plataforma, a Peregrino C, em outubro de 2022 a Fase 2 do campo produziu seu primeiro óleo. A segunda fase estendeu a vida útil do ativo até 2040 e adicionará de 250 a 300 milhões de barris de óleo no campo, enquanto reduz pela metade as emissões de CO2 por barril ao longo da vida útil remanescente do ativo.

Iniciativas para aumento de recuperação

Em Peregrino, tecnologia e inovação são importantes aliadas para o aumento de recuperação de óleo dos reservatórios e contribuíram para o marco de 110 mil bpd. O campo conta com um plano estratégico de Increased Oil Recovery (IOR) – Recuperação Avançada de Petróleo, e oportunidades de otimizar e aumentar a produção são constantemente avaliadas.

“Na Equinor, temos como prioridade a segurança das pessoas e de nossas operações. Atingir a marca de 110 mil barris, após investirmos em tecnologias e passarmos por um profundo processo de aperfeiçoamentos no ativo é, sem dúvidas, operar com eficiência, segurança e de maneira mais sustentável”, afirma Raul Portella, vice-presidente de Operações da Equinor no Brasil.

Redução de 50% das emissões de carbono

Em setembro de 2022, a Equinor implementou seu projeto de importação de gás no campo de Peregrino, substituindo a utilização de diesel por gás natural como fonte energética das operações do campo. O gás é entregue por meio do gasoduto Rota 2, da Petrobras.

A iniciativa é capaz de evitar 100 mil toneladas de emissões de CO2 do campo por ano, cerca de metade das emissões por barril de petróleo produzido, por meio da redução de 80% em consumo de diesel.

Sobre a Equinor

A Equinor é uma empresa global de energia sediada na Noruega. É uma das maiores operadoras offshore do mundo, com atuação crescente em energias renováveis. Atua no Brasil desde 2001 com portfólio diversificado e robusto, que inclui ativos em óleo e gás, como Peregrino, Bacalhau e BM-C-33, além de ativos em energia solar: o Complexo Solar de Apodi, primeira planta solar do portfólio global da empresa e que está em operação desde 2018, no Ceará, e o projeto Mendubim, usina solar em construção no Rio Grande do Norte.

Petrobras assina contrato de comercialização para uso de robô inédito no país, desenvolvido em parceria com startup

Robô foi criado com especialistas do Centro de Pesquisas da Petrobras e recebeu três prêmios

A Petrobras assinou o primeiro contrato de cotitularidade de sua história com a startup Unidroid Robótica, para uso de um robô de combate a incêndio em unidades industriais. A máquina foi desenvolvida com apoio dos especialistas do centro de pesquisas da Petrobras, o Cenpes, e de profissionais da área de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS), por meio do programa de inovação da companhia. A assinatura desse novo instrumento contratual define os royalties sobre a exploração comercial e habilita a comercialização da tecnologia desenvolvida para a Petrobras, permitindo que a startup forneça este produto ao mercado.

“A assinatura desse contrato, que é um marco a ser celebrado, é a evidência objetiva que o processo de gestão da inovação adotado pela Petrobras associado às diversas conexões permitidas pelo nosso programa “Conexões com a inovação” é um caminho que traz robustez ao nosso processo decisório e ao mesmo tempo um canal de acesso amplo às ideias inovadoras, afirma Carlos Travassos, diretor de Engenharia, Tecnologia e Inovação”.

Com algumas adaptações, como o tipo de esteira e materiais utilizados, o robô, que inicialmente foi idealizado para atuar em ambientes industriais como refinarias, está em validação para operar em áreas offshore, como plataformas, e poderá ser usado para combate a incêndios em áreas urbanas e florestais. A implantação da tecnologia na Petrobras está prevista para o início de 2024.

“A Petrobras tem um papel importantíssimo no estímulo à inovação e desenvolvimento de pesquisas no país. Nos orgulhamos de ser a empresa brasileira que mais deposita patentes, com diversos prêmios nacionais e internacionais, e é fundamental que a gente compartilhe nossa expertise, contribuindo para o desenvolvimento de novos produtos e para que eles cheguem ao mercado e ganhem escala, movimentando a economia e beneficiando a sociedade”, afirma a gerente executiva do Cenpes, Maíza Goulart.

Tecnologia

A Unidroid Robótica foi selecionada no edital de 2020 do Programa Petrobras Conexões para Inovação – módulo Startups. O equipamento, resistente a altas temperaturas, possibilita acesso a locais onde não é possível o uso das unidades de combate a incêndio tradicionais e pode ser controlado a distância de até 300 metros, reduzindo a exposição dos brigadistas durante o combate às chamas. O robô também realiza monitoramento das atividades por meio de câmeras de alta definição e térmicas, que permite a visualização em 360° do cenário onde atua.

Case de sucesso

A CEO da startup, Fernanda Morelli, conta que o projeto recebeu um “upgrade tecnológico” devido às diversas interações com o corpo técnico da Petrobras. “Temos muito orgulho deste contrato com a Petrobras. Todos os nossos esforços valeram a pena porque sabemos do peso do nome Petrobras no mercado brasileiro e internacional. Ano passado, tivemos a oportunidade de participar da Gitex Dubai 2022 e ficou claro que a Petrobras é referência mundial em tecnologia”, afirma.

Segundo Fernanda, a assinatura do contrato viabilizou uma rodada de investimentos para que a empresa se estruture para início da operação industrial e abertura ao mercado.

“Com o sucesso do projeto, muitas portas estão se abrindo, tanto aqui no Brasil como no mercado internacional. Isso também nos proporcionou bastante exposição, inclusive ganhamos três prêmios com o produto desenvolvido neste edital: Prêmio Ibrachina 2022, que nos levou como expositores para a Gitex Dubai 2022; Prêmio Sebrae for Startups, e Prêmio da startup mais inovadora do setor, no Congresso de O&G 2020”, comemora.

Fernanda lembrou ainda o suporte de negócios recebido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), parceiro da Petrobras no módulo Startups, e está de olho nas próximas etapas. “Estamos muito ansiosos para iniciar a produção. Em seguida, focaremos na nossa estratégia em ganhar escala e abrir novos mercados”, antecipa.

Conexões para Inovação

O programa Petrobras Conexões para Inovação conecta a companhia com todo o ecossistema inovador, desde startups, universidades, Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) até empresas. O investimento direcionado às empresas contempladas com o programa visa atender demandas mapeadas na companhia e o desenvolvimento ágil de soluções com possibilidade de implantação na indústria de óleo e gás. Dividido em módulos, ele reúne diferentes formas de desenvolver, testar ou comercializar tecnologias com a Petrobras. No módulo startups, as empresas contam com a parceria dos especialistas da Petrobras para desenvolvimento do produto ou tecnologia e do Sebrae para desenvolvimento do modelo de negócios. Só no ano passado, foram lançados mais de 100 desafios por meio do portal do programa e firmadas mais de 60 novas parcerias, superando o valor de R$ 140 milhões em investimento contratado.

Edição de junho no ar!

Prezado (a) leitor (a),

A edição de junho, já está disponível.

Clique aqui e acesse a edição completa. Lembrando que não precisa de login/senha, acesso rápido e sem burocracia. (Compartilhem).

Baixe o PDF, clique no link: (Edição de Junho)

  • MATÉRIA DE CAPA: A construção naval e o setor de petróleo e gás por Ivan Leão, diretor da Ivens Consult;
  • ENTREVISTA EXCLUSIVA: Eduardo Costa, CEO da ouronova – Capacidade inventiva brasileira em exposição por Julia Vaz;
  • ARTIGO I – O papel da Garantia do Escoamento: da produção offshore à transição energética por Thiago Silva e João Carneiro do Comitê de Flow Assurance da SPE Brazil;
  • ARTIGO II – Os Gasodutos e Oleodutos: Uma perspectiva sobre a infraestrutura dutoviária no Brasil por Felipe Germini é o fundador e sócio-gerente da A|F Consulting Partners;
  • 3R Petroleum conclui a aquisição do Polo Potiguar;
  • OneSubsea assina contrato com a Petrobras para o fornecimento de 15 árvores de natal molhadas – ANMs – no Campo de Búzios;
  • Strohm assina contrato com a PRIO;
  • Ocyan passa por reestruturação, dando origem a novo player de perfuração;
  • FPSO Almirante Barroso começa a produzir no campo de Búzios;
  • Quatro gigantes de petróleo e gás fecham acordo para bloco de exploração no Brasil;
  • Entenda o que é a Margem Equatorial Brasileira e do que se trata o licenciamento solicitado ao Ibama;
  • Jean Paul Prates debate novas oportunidades do setor com presidente da Bolívia;
  • WEG fornece tintas para embarcação BGL 2 da Internacional Marítima;
  • Estaleiro chinês entrega novo FPSO gigante da MODEC destinado ao Brasil;
  • Petrobras investe R$ 600 milhões na maior campanha sísmica em águas ultraprofundas do mundo;
  • Mercado de petróleo e naval em Macaé – RJ conta com serviços de ponta em gases industriais;
  • Petrobras terá novos produtos para venda de Gás Natural;
  • Com tecnologia da Petrobras, Refinaria Riograndense se prepara para ser a primeira biorrefinaria no Brasil a processar matéria-prima 100% renovável;
  • Presidente da Petrobras inaugurou sistema de tratamento de gases na Refap;
  • FPSO Guanabara completa um ano de operação com recorde de produção;
  • Enauta encontra mais petróleo em área do campo de Atlanta;
  • FPSO Capixaba passará por reciclagem verde na Dinamarca;
  • Petrobras aproxima a venda de 22 campos terrestres e de águas rasas;
  • Petrobras informa sobre licenciamento do bloco FZA-M-59 no Amapá;
  • Digital oferece conectividade de qualidade à plataforma de petróleo em distância recorde;
  • Petrobras descobre hidrocarbonetos no pré-sal da Bacia de Santos;
  • FPSO Cidade de Itajaí reinicia produção após manutenção prolongada;
  • Shell e Petrobras contratam navios-sonda da Noble.

Clique aqui e veja também, nossas edições anteriores.

Capa