Petrobras alcança 3,14 milhões barris de óleo equivalente produzidos por dia no 3º trimestre de 2025

Produção média de óleo e gás cresceu 16,9% em 12 meses. Produção e venda de derivados também apresentaram desempenho sólido. Diesel teve crescimento de 12,2% nas vendas no trimestre.

No 3º trimestre de 2025 (3T25), a produção média de óleo, LGN e gás natural alcançou 3,14 MMboed (milhões barris de óleo equivalente por dia), 7,6% acima do 2º trimestre de 2025 e 16,9% acima do 3º trimestre de 2024, em função, principalmente, do atingimento do topo de produção (capacidade de projeto) do FPSO Almirante Tamandaré, no campo de Búzios, e aumento da capacidade de produção do FPSO Marechal Duque de Caxias, no campo de Mero.

Além disso, houve o ramp-up (aumento gradual de produção) dos FPSOs Maria Quitéria, no campo de Jubarte, Anita Garibaldi e Anna Nery, nos campos de Marlim e Voador, e Alexandre de Gusmão, no campo de Mero.

Também contribuíram para este aumento de produção o menor volume de perdas por paradas e manutenções e a maior eficiência operacional nas Bacias de Campos e Santos. A eficiência realizada nos primeiros 9 meses do ano, em relação a 2024, foi cerca de 3% maior, incluindo aumento em campos com produção bastante significativa, como Tupi e Búzios.

Neste trimestre, entraram em operação 11 novos poços produtores, sendo sete na Bacia de Campos e quatro na Bacia de Santos.

Em 25 de setembro, o FPSO Marechal Duque de Caxias atingiu a marca de 200 mil bpd, 20 mil bpd acima da sua capacidade nominal de projeto, conforme autorizado pelos órgãos competentes.

O FPSO Almirante Tamandaré, que entrou em produção em fevereiro deste ano, em Búzios, alcançou o topo de produção previsto de 225 mil bpd em 14 de agosto, com apenas cinco poços produtores e três meses de antecedência em relação ao cronograma inicial. Em 09 de outubro, a unidade atingiu a marca de 250 mil bpd, acima da sua capacidade nominal de projeto, conforme autorizado pelos órgãos competentes, tornando-se a plataforma de maior produção de petróleo da Petrobras e do Brasil.

O navio-plataforma P-78 chegou tripulado no dia 30 de setembro ao campo de Búzios, onde já iniciou as atividades de ancoragem. A plataforma é a sétima unidade a ser instalada no campo de Búzios, após a P-74, P-75, P-76, P-77, Almirante Barroso e Almirante Tamandaré. Sua capacidade de produção será de 180 mil barris de petróleo por dia, além de comprimir até 7,2 milhões de m³ de gás diários. O início da produção está previsto para o 4T25.

Neste trimestre, destacam-se alguns recordes de produção:

  • Produção total operada no 3T25: 4,54 milhões de boed (recorde anterior de 4,20 milhões de boed no 2T25).
  • Produção total própria no 3T25: 3,14 milhões de boed (recorde anterior de 3,02 milhões de boed no 4T19).
  • Produção total operada no pré-sal no 3T25: 3,88 milhões de boed (recorde anterior de 3,62 milhões de boed no 2T25).
  • Produção total própria no pré-sal no 3T25: 2,56 milhões de boed (recorde anterior de 2,41 milhões de boed no 2T25).
  • As plataformas do campo de Búzios romperam a marca de produção operada de 900 mil bpd de óleo em 07 de outubro.

Crescimento na produção e venda de derivados

No 3T25, as vendas de derivados apresentaram um sólido desempenho, alcançando o volume total de 1.804 Mbpd (mil barris por dia) comercializados no mercado interno. Destaque para as vendas de diesel que registraram um crescimento de 12,2%, com o diesel S10 respondendo por 67,8% do volume total comercializado no trimestre e alcançando 68,4% em setembro, estabelecendo recordes trimestral e mensal, respectivamente.

O trimestre também foi marcado pelo recorde das exportações de petróleo que alcançaram a marca de 814 Mbpd, acompanhando a maior produção de óleo pelo E&P.

No 3T25, o parque de refino reafirmou sua eficiência operacional e sustentou, mais uma vez, volumes expressivos de produção de derivados. O fator de utilização total (FUT) atingiu 94%, acima dos 91% registrados no trimestre anterior, refletindo o elevado aproveitamento das capacidades instaladas.

A produção de derivados alcançou 1.790 Mbpd, representando um crescimento de 3,5% em relação ao 2T25. A produção de derivados de alto valor agregado (diesel, QAV e gasolina) representou 69% do volume total no trimestre (68% no 2T25), reforçando a maximização de rentabilidade do parque.

Em relação ao perfil do petróleo processado, a participação de óleo do pré-sal na carga manteve-se elevada no trimestre, alcançando 69%. Este resultado está em linha com a estratégia da companhia de otimização do uso de correntes de maior valor agregado e menor intensidade de carbono.

Foi concluída, em 03 de outubro, a assinatura de cinco contratos de serviços para a construção das unidades que compõem o Projeto Refino Boaventura, marco na modernização do parque de refino. O projeto propiciará a integração entre a REDUC e o Complexo de Energias Boaventura, ampliando a produção de diesel S10 em 76 Mbpd, e de Querosene de Aviação (QAV) em 20 Mbpd. Além disso, o Boaventura possibilitará a produção de 12 Mbpd de lubrificantes Grupo II, agregando valor e competitividade ao portfólio.

A Petrobras consolidou relevantes avanços em sua trajetória de descarbonização e inovação no 3T25, com destaque para o segmento de combustíveis sustentáveis de aviação (SAF). Foi realizado teste de produção na REVAP e foi obtida a certificação internacional ISCC para a produção de SAF na REDUC, que já tem a autorização da ANP para a incorporação de até 1,2% de matéria-prima renovável na produção. A previsão é que a REDUC inicie a produção de SAF ainda em 2025, visando comercializar até 10 Mbpd do combustível sustentável. Essas iniciativas ampliam o portfólio de produtos de baixo carbono e reforçam o alinhamento da Petrobras aos compromissos assumidos pelas empresas de aviação com o CORSIA (Carbon Offsetting and Reduction Scheme for International Aviation) a partir de 2027, bem como às exigências da Lei do Combustível do Futuro.

No 3T25, a companhia avançou no mercado livre de gás natural, atingindo a marca de 6,5 MMm³/d de volume contratado nessa modalidade, um crescimento de 14% em relação ao 2T25. Esses resultados reafirmam a competitividade da carteira da Petrobras e destacam o compromisso com a alocação eficiente do gás natural.

Além disso, em agosto, as usinas termelétricas Ibirité e Termorio iniciaram a entrega antecipada da potência contratada no Leilão de Reserva de Capacidade de 2021, que estava prevista para julho de 2026. Com isso, foram disponibilizados 1,12 GW de potência ao operador nacional do sistema, para garantir a confiabilidade e flexibilidade do sistema elétrico diante da expansão das energias renováveis.

Esses dados estão presentes no relatório de produção e vendas da Petrobras, divulgado no último dia (24/10/2025). Clique aqui para ter acesso ao relatório completo.

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FPSO EXPO BRAZIL: Global Epicenter of FPSOs – Exhibition and Conference on floating production platforms

Date: May 19, 20, and 21, 2026.
Conference: 10:00 AM to 6:00 PM
Exhibition: 12:00 PM to 8:00 PM (Free admission for all industry professionals)
Location: ExpoRio Cidade Nova, Rio de Janeiro, Brazil (Antigo Expo Mag)
Visit the event website: https://fpsosexpor.com.br/

Petrobras conclui assinaturas de contratos para o Trem 2 da RNEST

Todos os nove contratos para a retomada da construção das unidades de processamento da refinaria pernambucana estão em dia, e parte das obras já estão mobilizadas. Ao todo, são mais de R$ 8,3 bilhões em investimentos, firmados em conformidade com a Lei nº 13.303/2016.

Petrobras segue firme para concluir o Trem 2 da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), localizada na cidade de Ipojuca, em Pernambuco. A companhia finalizou todas as assinaturas de contratos para a retomada da construção das unidades de processamento da refinaria, em processo conduzido com observância aos princípios de transparência, governança e integridade que regem as contratações da Petrobras. Ao todo, são nove contratos com empresas como a Consag, Tenenge, CPL, Possebon, Tecnosonda e Schneider Eletric, que somam mais de R$ 8,3 bilhões em investimentos. Este valor está previsto no Plano de Negócios 2025-2029 (PN 2025-2029).

A previsão de partida total do segundo trem da refinaria pernambucana está programada para acontecer até 2029, mas parte das obras já está andamento, com mais de dois mil e quinhentos empregos mobilizados. A estimativa é a geração de em torno de 30 mil empregos diretos e indiretos durante todo o processo de construção do Trem 2, que, quando pronto, vai acrescentar cerca de 13 milhões de litros de Diesel S10 (de baixo teor de enxofre) por dia à capacidade de produção nacional.

A RNEST é estratégica para o Brasil, pois é um hub poderoso da Petrobras nas regiões Norte e Nordeste. Os contratos para a retomada das obras do Trem 2 da refinaria demonstram o compromisso da empresa com o desenvolvimento do país e com a condução ética e responsável de seus processos de contratação, representam a expansão da capacidade de refino e viabilizam o aumento da produção de derivados para atender às demandas da sociedade e do mercado.

O investimento no Projeto RNEST está previsto no Plano de Negócios 2025-2029 da Petrobras e faz parte do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, em linha com as diretrizes de governança corporativa e sustentabilidade da companhia. Nacionalmente, a Petrobras está investindo US$ 19,6 bilhões até 2029 no segmento de refino, transporte e comercialização, petroquímica e fertilizantes.

Segundo a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, a companhia tem objetivos de expandir, adequar e diversificar o parque industrial, com monetização do petróleo nacional, na busca de aumentar a oferta de produtos de alta qualidade e baixo carbono.

“Os volumes reforçam a relevância da RNEST na ampliação da produção de derivados de maior valor agregado no parque de refino da Petrobras, promovendo ganhos em produtividade e contribuindo para o fornecimento de combustíveis com baixo teor de enxofre. Teremos investimentos rentáveis, que nos permitirão integração e diversificação dos negócios, com geração de valor na transição energética justa”, reforça a presidente Magda.

Sobre a Refinaria Abreu e Lima

A Refinaria Abreu e Lima (RNEST) iniciou suas operações em 2014, com o primeiro conjunto de unidades (Trem 1). É a mais moderna refinaria da Petrobras e contribui para atender à demanda nacional por derivados de petróleo. A unidade conta com avançadas tecnologias e tem o maior nível de automação do parque de refino da companhia.

Em março deste ano, foram concluídas as obras de modernização do Trem 1. Antes, em dezembro de 2024, a RNEST iniciou a operação da unidade SNOX, a primeira do tipo no refino brasileiro, responsável por reduzir emissões de óxido de enxofre (SOx) e óxido de nitrogênio (NOx) e por produzir ácido sulfúrico, um novo produto comercializado pela refinaria, que, além de rentável, contribuiu para a preservação do meio ambiente.

No total, as obras do Trem 2 da RNEST têm potencial de gerar aproximadamente 30 mil empregos diretos e indiretos. A previsão é que as unidades entrem em operação em 2029, consolidando mais uma entrega estruturada em conformidade com os padrões de governança e responsabilidade da Petrobras.

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Petrobras informa sobre resultado de leilão da ANP

Petrobras informa que adquiriu os dois blocos na Bacia de Campos para os quais apresentou oferta no 3º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha de Produção da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), obtendo êxito em 100% das propostas submetidas.

Petrobras adquiriu o bloco Jaspe em parceria com a Equinor Brasil Energia Ltda. O consórcio terá a Petrobras como operadora, com participação de 60%, em parceria com a Equinor (40%). A Petrobras também adquiriu integralmente o bloco Citrino.

A oferta do percentual do excedente em óleo a ser disponibilizado para a União foi o único critério adotado pela ANP para definir a proposta vencedora, já constando previamente no edital o valor fixo do bônus de assinatura.

O valor do bônus de assinatura a ser pago em março de 2026 pela companhia é de cerca de R$ 37 milhões. O quadro abaixo resume o resultado da participação da Petrobras no 3º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha de Produção da ANP:

A participação no 3º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha de Produção está alinhada à estratégia de longo prazo da Petrobras e fortalece seu perfil de principal operadora de campos de petróleo localizados em águas ultraprofundas, potencializando a recomposição de reservas para o futuro da companhia.

A Petrobras atuou de forma seletiva no leilão de forma a assegurar a incorporação de quase 2,3 mil km² em seu portfólio de áreas exploratórias.

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Petrobras prorroga inscrições para edital sobre soluções baseadas na natureza

Prazo vai até 11 de novembro para seleção que destinará R$ 21 milhões a projetos socioambientais em São Paulo e no Rio Grande do Sul.

A Petrobras prorrogou até 11 de novembro o prazo de inscrições para a seleção pública “Soluções Baseadas na Natureza para Adaptação e Resiliência Climática nas Cidades”. O edital vai destinar R$ 21 milhões a projetos socioambientais nos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul.

A iniciativa é inédita e direcionada ao enfrentamento das mudanças climáticas em áreas urbanas, com a intenção de fortalecer a resiliência de cidades e comunidades vulneráveis. O foco é apoiar infraestruturas verdes e azuis e tecnologias comunitárias que contribuam para mitigar impactos climáticos, restaurar ecossistemas e estimular a bioeconomia.

Serão priorizados projetos nas cidades de Canoas, Esteio, Porto Alegre, Gravataí, Viamão, Novo Hamburgo e São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. Em São Paulo, o edital abrange os municípios de Ubatuba, Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião, Bertioga e Guarujá. As propostas podem atuar de forma ampliada, além dos municípios priorizados, desde que na mesma bacia hidrográfica.

Segundo José Maria Rangel, gerente executivo de Responsabilidade Social da Petrobras, o edital amplia a atuação da companhia diante da crise climática. “Estamos estruturando uma frente dedicada a soluções baseadas na natureza, com potencial de gerar ganhos em conservação, restauração e resiliência urbana”, afirma.

A ação reforça o compromisso da Petrobras com investimentos socioambientais de impacto e com a adaptação das cidades a eventos climáticos extremos.

As inscrições devem ser feitas pelo sistema Bússola.

Mais informações sobre o edital podem ser conferidas no site da Petrobras.

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Perguntas e respostas sobre a perfuração em águas profundas do Amapá

Veja abaixo respostas para as principais perguntas sobre a perfuração em águas profundas do Amapá.

Quais são os próximos passos agora que o Ibama concedeu a licença para perfuração?

Após a concessão de licença pelo Ibama, a Petrobras iniciou na segunda-feira (20/10) a perfuração do poço, em águas profundas do Amapá, a 500 km da foz do rio Amazonas e a 175 km da costa, na Margem Equatorial brasileira. O trabalho deve durar aproximadamente cinco meses. Após esse prazo, os dados obtidos serão avaliados pela equipe técnica da Petrobras. Por meio dessa pesquisa exploratória, a companhia busca obter mais informações geológicas e avaliar a viabilidade econômica da área. Não há produção de petróleo nessa fase.

Como a Petrobras avalia o processo de licenciamento do Bloco FZA-M-59?

A Petrobras e o Ibama mantiveram o diálogo permanente em todas as etapas do processo. A companhia atendeu a todos os requisitos estabelecidos pelo Ibama, cumpriu integralmente o processo de licenciamento ambiental e respondeu a todos os pedidos de ajustes solicitados, inclusive após a Avaliação Pré-Operacional (APO). Ao longo dessas etapas, a Petrobras comprovou ao Ibama a sua capacidade técnica e a eficácia do plano de resposta à emergência e de atendimento à fauna propostos no processo de licenciamento.

O contrato de aluguel da sonda de perfuração NS-42, firmado pela Petrobras com a Foresea, segue vigente? Este será o equipamento utilizado na perfuração?

A Petrobras mantém ativa a estrutura e recursos humanos e físicos dedicados à perfuração do poço, incluindo o navio-sonda NS-42, que está pronto para iniciar a operação.

Qual é a reserva de petróleo estimada pela Petrobras na Bacia da Foz do Amazonas?

A Margem Equatorial, onde está localizada a Bacia da Foz do Amazonas, é uma região de nova fronteira exploratória. É o processo de pesquisa autorizado pelo Ibama que permitirá o levantamento dessas informações.

Além do poço Morpho, a Petrobras estuda outras perfurações no bloco FZA-M-59?  Quais serão os próximos passos de atuação da Petrobras na costa do Amapá?

A atividade exploratória na Margem Equatorial envolve a perfuração de mais de um poço. No caso do bloco FZA-M-59 a Petrobras avaliará os resultados após a perfuração do poço Morpho. Estão também em andamento o processo de licenciamento de perfuração nos blocos FZA-M-57, 86, 88, 125 e 127. Toda a infraestrutura disponibilizada para o bloco FZA-M-59, incluindo os Centros de Atendimento à Fauna em Belém e Oiapoque, estará disponível para utilização nos demais projetos desenvolvidos na Margem Equatorial.

Qual a importância para a Petrobras de abrir uma nova fronteira de atuação na Margem Equatorial?

A exploração de petróleo é essencial para evitar que o Brasil passe de autossuficiente para importador de petróleo a partir dos anos 2030.  O declínio natural da produção exigirá investimentos em exploração e produção de petróleo para que a demanda seja atendida. Para a Petrobras, conciliar o foco na exploração responsável de petróleo e gás com a expansão do portfólio de negócios de baixo carbono é o caminho mais eficaz para que o Brasil avance na transição energética justa sem comprometer sua soberania energética, seu desenvolvimento e sua competitividade internacional.

Como a Petrobras tem contribuído para uma transição energética justa?

A Petrobras está comprometida com uma transição energética justa, inclusiva e financeiramente viável. Esse compromisso está refletido no Plano de Negócios 2025–2029 da companhia, que prevê investimentos de cerca de 90 bilhões de reais direcionados a iniciativas de transição energética — um aumento de 42% em relação ao plano anterior, representando 15% do CAPEX total.

Esses investimentos englobam projetos em energias de baixo carbono, projetos para descarbonização das operações e Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, que permeiam todos os segmentos. A Petrobras está investindo em bioprodutos, com destaque para etanol, biodiesel, biometano e projetos de biorrefino e em novas fontes de energia de baixo carbono, como eólica, solar fotovoltaica e hidrogênio de baixa emissão de carbono.

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Foresea estende contratos das sondas ODN II e Norbe IX com a Petrobras

Negociação adiciona aproximadamente US$ 110 milhões ao backlog da companhia.

Líder no segmento de perfuração offshore no Brasil, a Foresea acaba de fechar com a Petrobras a extensão dos contratos dos navios sonda ODN II e Norbe IX.

O contrato da ODN II, que opera no campo de Morpho, no Amapá, foi prorrogado até março de 2026, com opção de extensão até junho do mesmo ano. Já o contrato da Norbe IX, que está em operação na Bacia de Santos, foi estendido até o final de novembro deste ano.

A extensão dos contratos adiciona aproximadamente US$ 110 milhões ao backlog da Foresea, atualmente em US$ 1,6 bilhão.

“Com a frota totalmente contratada e operacional, a Foresea reafirma seu compromisso com a excelência em padrões rigorosos operacionais e de segurança, ao mesmo tempo em que mantém foco na maximização de valor para todos os stakeholders”, diz o CEO da empresa, Rogério Ibrahim.

Sobre a Foresea

A Foresea oferece soluções em perfuração offshore e conta com frota própria formada pelas sondas ODN I, ODN II, Norbe VI, Norbe VIII e Norbe IX, todas com contratos ativos. A empresa possui certificação internacional de qualidade e eficiência APIQ2 para toda frota e detém o maior índice de uptime operacional do mercado.

Entre seus principais valores estão a alta performance operacional alcançada com respeito à segurança dos integrantes e meio ambiente, bem como parceria e confiança dos clientes. A companhia respeita os princípios de ESG e segue as mais rigorosas práticas ambientais, sociais e de governança. Mais informações: www.foresea.com.

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Em reestruturação da diretoria, BRAVA Energia anuncia Luiz Carvalho como novo CFO

O executivo tomará posse em novembro.

A BRAVA Energia anunciou, no último dia (23/10), que o Conselho de Administração aprovou a indicação de Luiz Carvalho como novo CFO da companhia. A posse de Carvalho ocorrerá durante o mês de novembro, após a conclusão de trâmites operacionais. A mudança passa pela reestruturação organizacional da BRAVA, que busca simplificar e otimizar processos, fortalecer a governança corporativa e aprimorar a integração entre as áreas corporativas e de negócios.

Luiz Carvalho é engenheiro de produção formado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e possui cursos de educação executiva em Harvard e Wharton, tendo liderado a análise do setor de Petróleo, Gás e Petroquímicos na América Latina por 13 anos, em passagens por BTG Pactual, UBS e HSBC.

Com experiência no setor desde 2004, foi reconhecido por vários anos consecutivos como o analista número 1 de Petróleo e Gás pela pesquisa da Institutional Investor, no Brasil e na América Latina. Antes de ingressar no mercado financeiro, adquiriu experiência na indústria de energia, com passagens pela Shell e Transocean, onde atuou nas áreas de distribuição de combustíveis e exploração e produção.

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Petrobras e PPSA assinam acordo de equalização do pré-sal de Jubarte

Petrobras, em continuidade ao comunicado divulgado em 23 de julho de 2025, informa que assinou com a PPSA (Pré-Sal Petróleo S.A.) o Acordo de Equalização de Gastos e Volumes (AEGV), decorrente do Acordo de Individualização da Produção (AIP) da Jazida Compartilhada do Pré-Sal de Jubarte.

O valor devido pela Petrobras à PPSA é de R$ 1,54 bilhão, a ser pago em parcela única até o fim de outubro. Deste total, R$ 1,47 bilhão já estava provisionado nas demonstrações contábeis do 2T25, conforme nota explicativa 17.4 relativa a Acordos de Individualização da Produção.

O processo de negociação para equalização entre a Petrobras (Jubarte) e os parceiros de Argonauta – Shell Brasil Petróleo Ltda., Enauta Petróleo e Gás Ltda. (Brava) e ONGC Campos Ltda. – está em andamento e será divulgado ao mercado após sua conclusão.

Conforme divulgado em 23 de julho de 2025, a aprovação do AIP do Pré-Sal de Jubarte pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) resultou na definição das participações proporcionais de cada uma das empresas na jazida compartilhada, da seguinte forma:

  • Petrobras 97,250%
  • Shell 0,430%
  • Brava 0,198%
  • ONGC 0,232%
  • União (representada pela PPSA) 1,890%

Esta nova configuração demanda a negociação do AEGV para reconciliar as receitas obtidas da produção de óleo e gás natural, os gastos incorridos com os investimentos, os gastos operacionais, os royalties e participações especiais, de forma proporcional às participações das partes na jazida compartilhada, conforme Resolução CNPE Nº 8/2016 e Resolução ANP Nº 867/2022. O período considerado compreende desde a assinatura do Contrato de Concessão do BC-60 (Jubarte), em 06/08/1998, até a data de 31/07/2025, dia anterior à data efetiva do AIP do Pré-Sal de Jubarte.

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BNDES, Petrobras e Finep selecionam a Valetec para gerir FIP de Transição Energética e Descarbonização

Fundo de investimento com capital alvo de R$ 500 milhões deve apoiar cerca de 15 micro, pequenas e médias empresas desenvolvedoras de tecnologias voltadas para transição energética e descarbonização.

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Petrobras e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) anunciaram, que a gestora Valetec foi selecionada em primeiro lugar na chamada pública para escolha de gestor para estruturação do Fundo de Investimento em Participações nos setores de Transição Energética e Descarbonização (FIP Transição Energética).

Em segundo lugar ficou o consórcio formado pela Ahead Ventures e Aecom e, em terceiro, a Lightrock. Com a finalização desta etapa, a proposta vencedora participará de rodada final de negociação das condições contratuais e do regulamento do Fundo, além das diligências legais.

“Avançamos em mais uma etapa, que representa um marco na atuação do BNDES em prol da descarbonização da economia brasileira. Estamos mobilizando o mercado de capitais para acelerar investimentos em tecnologias limpas, energias renováveis e soluções que garantam segurança energética ao país. Essa iniciativa reforça o compromisso do governo do presidente Lula com um futuro sustentável, competitivo e alinhado às metas climáticas globais”, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

“Transição energética e descarbonização são temas atuais, com grandes impactos no futuro e que serão prioritários nas discussões da COP30. Este edital teve recorde de propostas recebidas para gestão deste FIP e agora nossa expectativa é que os recursos sejam aplicados nestas temáticas tão relevantes, reforçando o apoio do FNDCT, Finep e MCTI, alinhados à missão 5 da NIB”, diz o presidente da Finep, Luiz Antonio Elias.

“A consolidação desta etapa de seleção da gestora do fundo representa mais um passo concreto da Petrobras e reforça seu papel na liderança da transição energética justa. Ao apoiar empresas inovadoras, aceleramos soluções sustentáveis que contribuem para o desenvolvimento do Brasil”, diz a diretora de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras, Angélica Laureano.

O edital, anunciado em junho de 2025, prevê que o fundo terá capital alvo de R$ 500 milhões, com um capital mínimo para início das operações de R$ 240 milhões. A BNDES Participações S.A. (BNDESPAR), subsidiária integral do BNDES, deverá comprometer, no mínimo, R$ 50 milhões, e, no máximo, R$ 125 milhões, limitado a 25% do fundo. A Petrobras deverá aportar até R$ 250 milhões, limitado a 49% do fundo, e a Finep, com recursos do FNDCT, deverá disponibilizar até R$ 60 milhões para o FIP. Além dos cotistas-âncora, o fundo tem potencial para receber aportes de outros investidores interessados nos setores-alvo.

O FIP Transição Energética tem como finalidade investir em cerca de 15 micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) brasileiras de base tecnológica que desenvolvam tecnologias, produtos e serviços voltados aos setores de transição energética. Dentre os setores alvo dos investimentos pelo fundo estão geração de energia renovável; armazenamento de energia e eletromobilidade; combustíveis sustentáveis; captura de carbono, utilização e estocagem (CCUS); e descarbonização de operações. O investimento se dará no Brasil e as empresas-alvo devem possuir ao menos soluções validadas e início de receitas recorrentes (de capital semente a empresas já em aceleração de crescimento).

Após a conclusão do processo de diligência e análise, o investimento no FIP será submetido à aprovação das alçadas competentes dos investidores âncoras, com aportes a serem realizados conforme as necessidades do fundo, que visa impulsionar a descarbonização, a transição e segurança energética no Brasil.

The 4th edition of Latin America’s largest event was dedicated to floating oil and gas production, storage, and offloading platforms (FPSOs).

Don’t miss the opportunity to participate!

FPSOs EXPO BRAZIL: Global Epicenter of FPSOs – Exhibition and Conference on floating production platforms

Date: May 19, 20, and 21, 2026.
Conference: 10:00 AM to 6:00 PM
Exhibition: 12:00 PM to 8:00 PM (Free admission for all industry professionals)
Location: ExpoRio Cidade Nova, Rio de Janeiro, Brazil (Antigo Expo Mag)
Visit the event website: https://fpsosexpor.com.br/

Petrobras obtém licença de operação para pesquisa exploratória em águas profundas do Amapá

Petrobras recebeu licença de operação do Ibama para a perfuração de um poço exploratório no bloco FZA-M-059, localizado em águas profundas do Amapá, a 500 km da foz do rio Amazonas e a 175 km da costa, na Margem Equatorial brasileira.

A sonda se encontra na locação do poço e a perfuração está prevista para ser iniciada imediatamente, com a duração estimada de cinco meses. Por meio desta pesquisa exploratória, a companhia busca obter mais informações geológicas e avaliar se há petróleo e gás na área em escala econômica. Não há produção de petróleo nessa fase.

“A conclusão desse processo, com a efetiva emissão da licença, é uma conquista da sociedade brasileira e revela o compromisso das instituições nacionais com o diálogo e com a viabilização de projetos que possam representar o desenvolvimento do país. Foram quase cinco anos de jornada, nos quais a Petrobras teve como interlocutores governos e órgãos ambientais municipais, estaduais e federais. Nesse processo, a companhia pôde comprovar a robustez de toda a estrutura de proteção ao meio ambiente que estará disponível durante a perfuração em águas profundas do Amapá. Vamos operar na Margem Equatorial com segurança, responsabilidade e qualidade técnica. Esperamos obter excelentes resultados nessa pesquisa e comprovar a existência de petróleo na porção brasileira dessa nova fronteira energética mundial”, disse Magda Chambriard, presidente da Petrobras.

Petrobras atendeu a todos os requisitos estabelecidos pelo Ibamacumprindo integralmente o processo de licenciamento ambiental. Como última etapa de avaliação, a companhia realizou, em agosto, um simulado in loco, denominado Avaliação Pré-Operacional (APO), por meio do qual o Ibama comprovou capacidade da Petrobras e a eficácia do plano de resposta à emergência. 

A companhia segue comprometida com o desenvolvimento da Margem Equatorial brasileira, reconhecendo a importância de novas fronteiras para assegurar a segurança energética do país e os recursos necessários para a transição energética justa.

The 4th edition of Latin America’s largest event was dedicated to floating oil and gas production, storage, and offloading platforms (FPSOs).

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Date: May 19, 20, and 21, 2026.
Conference: 10:00 AM to 6:00 PM
Exhibition: 12:00 PM to 8:00 PM (Free admission for all industry professionals)
Location: ExpoRio Cidade Nova, Rio de Janeiro, Brazil (Antigo Expo Mag)
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