FPSO Almirante Barroso começa a produzir no campo de Búzios

Plataforma será a quinta a produzir no ativo, para o qual contribuirá com até 150 mil barris diários.

A Petrobras iniciou a produção da plataforma, do tipo FPSO, Almirante Barroso, no campo de Búzios. O FPSO é uma unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência (da sigla em inglês), com capacidade de produzir diariamente até 150 mil barris de petróleo (bpd) e 6 milhões de m³ de gás. O Almirante Barroso contribuirá para a produção de óleo do campo de Búzios, cuja média atual é de 560 mil barris por dia, o equivalente a cerca de 17% da produção nacional.

“Búzios sintetiza o quanto o pré-sal é representativo para a produção da Petrobras, além de ser importante para a segurança energética do país. Até 2025 teremos a entrada de outras unidades e a produção do campo deve chegar próximo da marca de 700 mil barris por dia”, declarou o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.

O FPSO Almirante Barroso, unidade afretada junto à Modec, está localizado a 180 km da costa do Rio de Janeiro e opera sua produção em uma profundidade de água de 1900 metros. É a quinta plataforma a entrar em operação no campo de Búzios, onde já estavam em produção as unidades P-74, P-75, P-76 e P-77.

Búzios é o maior campo em águas profundas do mundo e o conceito atual de desenvolvimento contempla 11 plataformas. Atualmente, seis unidades estão em processo de construção (FPSO Almirante Tamandaré, P-78, P-79, P-80, P-82 e P-83). A Petrobras é a operadora do campo com 88,99% de participação na jazida compartilhada de Búzios, tendo como parceiras a CNOOC com 7,34% e a CNODC com 3,67%.

“Precisamos induzir investimentos para a indústria nacional”, disse Prates em evento no IBP

Presidente da Petrobras discute soluções para alavancar indústria brasileira com representantes do setor.

A Petrobras está comprometida em alavancar e recuperar a indústria nacional, ampliando investimentos em pesquisa, inovação e transição energética, em parceria com os demais agentes do setor de petróleo e gás.  O objetivo é impulsionar a economia brasileira, aumentando a geração de empregos e de renda, com o alicerce de uma política de Estado. Esses foram alguns dos destaques da fala do presidente da Petrobras Jean Paul Prates durante a abertura do seminário “Oportunidades para a Indústria Nacional”, promovido pelo IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás Natural), no último dia (1/06), na sede da entidade no Rio de Janeiro, que reuniu representantes do setor.

“Estamos saindo de duas fases diametralmente opostas que traumatizaram o setor de petróleo e gás. Aprendidas as lições, precisamos levantar a cabeça e seguir adiante, reabilitar empresas brasileiras experientes, reestruturar nossos estaleiros e voltar a induzir investimentos na indústria nacional”, disse Prates. A companhia está fazendo um amplo mapeamento da situação atual da cadeia produtiva brasileira e das oportunidades que se apresentam. “A Petrobras está gradualmente reabilitando as empresas que cumpriram seus períodos de quarentena punitiva e têm apresentado condições de voltar ao mercado”, complementou ele.

Para se ter ideia, a Petrobras vai investir US$ 78 bilhões no horizonte do seu Plano Estratégico 2023-2027, com previsão de colocar em operação 14 novas plataformas nos próximos cinco anos, multiplicando as oportunidades para a indústria nacional. Nesse movimento, Prates lembrou do desafio da transição energética para o setor. “Transição energética em empresa de petróleo e gás significa se transmutar completamente em pleno movimento. O desafio é multidimensional. Daqui a 30 anos, por exemplo, quantos fornecedores estarão habilitadas para essa transição?”, disse o presidente.

Em sua fala, Prates enfatizou a interdependência entre a Petrobras e a indústria e a necessidade de caminharem juntas para garantir o futuro do setor. “Para onde essas empresas vão e como a gente sinaliza demanda programada, já que somos mutuamente dependentes? Ao diagnosticar e propor a situação da indústria atual, já vamos tentar vaticinar como a gente deve atuar e projetar 40 anos para a frente. Dada a nossa interdependência, se a gente não tiver fornecedor daqui a 30, 40 anos, a gente simplesmente para de produzir”, complementou.

Descomissionamento e destinação verde de plataformas

Também participaram do evento o diretor de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras, Carlos Travassos, e o presidente da Transpetro, Sérgio Bacci. Travassos apresentou um panorama sobre as oportunidades geradas pelo processo de descomissionamento de plataformas operadas pela Petrobras, associadas à política de destinação verde dessas unidades.

“O descomissionamento gera oportunidades para alocação de mão de obra nos estaleiros nacionais e é uma atividade que pode convergir com a construção naval. É muito trabalho que temos pela frente: serão 26 unidades descomissionadas até 2027. E de 2028 a 2029, a previsão é descomissionar outros 27 sistemas. Em paralelo, serão mais de 650 mil toneladas de aço destinadas à reciclagem, reforçando o conceito de economia circular”, disse Travassos.

Além dos executivos da Petrobras e Transpetro, participaram do evento o secretário de Estado de Energia e Economia do Mar do Rio de Janeiro, Hugo Leal (PSD-RJ); o deputado Federal Alexandre Lindenmeyer (PT-RS); os presidentes do IBP, Roberto Ardenghy; da Shell Brasil, Cristiano Pinto da Costa; e da Abespetro (Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Petróleo ), Rodrigo Ribeiro. Também estiveram presentes representantes de estaleiros nacionais e outras entidades do setor como a Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) e Onip (Organização Nacional da Indústria do Petróleo).

O Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) foi representado por seu presidente, Ariovaldo Rocha, e vice-presidente, Maurício Almeida, que enfatizou a necessidade de uma política de estado para alavancar a indústria. “Nenhum estaleiro quer onerar a Petrobras indevidamente. Mas precisaremos de uma política de Estado para voltar a ser atrativos. Precisamos aprimorar nossas condições tributárias, logísticas, trabalhistas e de acesso a financiamento. Com isso teremos condições de competir com qualquer país”, afirmou Maurício Almeida.

A Abespetro defendeu que a retomada da indústria nacional precisa estar associada à exportação. Para Jean Paul Prates e Roberto Ardenghy, o evento abriu um canal de diálogo para a construção da retomada da indústria nacional.

MODEC comemora primeiro óleo do FPSO Almirante Barroso MV32

A MODEC anunciou que o FPSO Almirante Barroso MV32, implantado para operações de produção no campo de Búzios , na região do pré-sal da Bacia de Santos, iniciou seu afretamento por 21 anos com a Petrobras e alcançou o primeiro óleo produção em 31 de maio de 2023. Essa confirmação ocorre dias depois que a gigante estatal brasileira de energia anunciou o início da produção.

Soichi Ide, Presidente e CEO da MODEC Offshore Production Systems (Cingapura), comentou: “Este é o 13º projeto da MODEC com a Petrobras. Estamos felizes e orgulhosos em apoiar nosso parceiro de longa data em suas atividades de produção na crescente indústria de petróleo e gás do Brasil.”

O FPSO Almirante Barroso é o 15º navio FPSO/FSO que o player japonês entregou para o setor brasileiro de petróleo e gás e o oitavo para a região do pré-sal. A empresa foi responsável por sua engenharia, aquisição, construção e mobilização, incluindo equipamentos de processamento de topsides, bem como sistemas marítimos e de casco. A SOFEC, empresa do grupo MODEC, projetou e forneceu o sistema de amarração espalhada do FPSO.

Além disso, o FPSO Almirante Barroso MV32 iniciou sua navegação em direção ao Brasil em julho de 2022, após sua conversão de um transportador de petróleo muito grande (VLCC), entregue pela COSCO Shipping Dalian na China. A embarcação chegou em 5 de outubro de 2022 em Angra dos Reis para iniciar o comissionamento em um estaleiro local.

Ancorado a cerca de 180 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, em lâmina d’água de aproximadamente 1.900 metros, o FPSO é capaz de processar 150 mil barris de petróleo bruto por dia e 6 milhões de m3 de gás por dia. Esta é a quinta plataforma a entrar em operação no campo de Búzios, onde já estão em produção as unidades P-74, P-75, P-76 e P-77.

“O FPSO Almirante Barroso MV32 foi um projeto de alta complexidade executado quase inteiramente durante o pico da pandemia de COVID-19. As equipes da empresa nos diferentes países tiveram que adaptar suas formas de trabalho para superar desafios sem precedentes para entregar este projeto com segurança”, concluiu Ide.

A solução de defesa de perímetro aprimorada da Emerson simplifica a segurança de rede para sistemas de controle distribuído

O Emerson NextGen Smart Firewall oferece maior largura de banda, interface atualizada e fácil de usar, além de funções granulares para segurança de perímetro robusta e fácil de configurar

A Emerson, uma líder global em software e engenharia, está aprimorando a segurança de perímetro para o sistema de controle distribuído (DCS) DeltaV™ com seu novo Emerson NextGen Smart Firewall, um firewall de sistema de controle integrado específico, projetado para oferecer a todos os setores segurança de perímetro fácil de instalar e de manter. Construção mais resistente, largura de banda aumentada e acesso baseado em funções trazem aos usuários um maior desempenho e controle de acesso mais granular.

Os fabricantes precisam proteger suas redes sem a complexidade que, de outra forma, acrescentaria gastos administrativos às equipes de operação já saturadas de trabalho. O Emerson NextGen Smart Firewall apresenta uma interface de usuário fácil de usar e baseada na web, com tecnologia HTML5, além de menus de configuração fáceis de entender e regras de aplicação predefinidas para o DeltaV. A facilidade de uso ajuda os administradores e engenheiros de controle do DeltaV sem experiência em segurança ou em tecnologia da informação (TI) a criar conexões seguras para aplicações com DeltaV.

“Um elemento crucial na visão da Emerson quanto à arquitetura de automação sem limites é a conectividade segura entre sistemas na planta e em toda a empresa”, afirma Claudio Fayad, vice-presidente de tecnologia do negócio de soluções e sistemas de processo da Emerson. “O Emerson NextGen Smart Firewall apresenta configuração e interfaces intuitivas, a fim de dar às plantas acesso a uma gama muito maior de tecnologias: do controle à confiabilidade, à sustentabilidade e muito mais, sem precisar manter uma presença de TI dedicada.”

Conexões de Gigabit suportam desempenho aprimorado para aplicações que exigem maior banda larga. Construção resistente, adequada para ambientes de produção rigorosos. Os recursos avançados do Emerson NextGen Smart Firewall incluem:

  • Redes privadas virtuais: aumentam a flexibilidade e a segurança em redes geograficamente dispersas
  • Conversão de endereços de rede: protege os esquemas de IP de rede e conserva os endereços
  • Funções de usuários mais granulares: administradores possuem controle total, engenheiros podem adicionar ou modificar regras de aplicação e auditores possuem acesso do tipo apenas leitura para registros.

Para mais informações, acesse a página do DeltaV NextGen Smart Firewall.

Sobre a Emerson

Emerson é uma empresa global de tecnologia e software que fornece soluções inovadoras para os clientes dos mercados industrial, comercial e de consumo. Por meio de seu portfólio de automação que é líder de mercado, além da sua participação majoritária na AspenTech, a Emerson ajuda fabricantes híbridos, de processo e discretos na otimização de suas operações, na proteção de seus funcionários, na redução de emissões e na realização de metas de sustentabilidade. Para mais informações, visite Emerson.com.

Quatro gigantes de petróleo e gás fecham acordo para bloco de exploração no Brasil

Quatro players de petróleo e gás – a brasileira Petrobras, a QatarEnergy do Catar, a francesa TotalEnergies e a malaia Petronas – assinaram um contrato de partilha de produção (PSC) para um bloco de exploração offshore, que foi concedido durante o primeiro ciclo de área aberta do Brasil sob um regime de partilha de produção licitação realizada no Rio de Janeiro no ano passado.

QatarEnergy, TotalEnergies e Petronas conquistaram o contrato de partilha de produção, no primeiro ciclo da rodada de oferta permanente pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em dezembro de 2022. A Petrobras é a operadora desse bloco.

Em atualização na quarta-feira, 31 de maio de 2023, a Petrobras divulgou que assinou o PSC para o bloco em parceria com a TotalEnergies (30%), QatarEnergy (20%) e Petronas (20%).

Além disso, a Petrobras também assinou os contratos de partilha de produção do primeiro ciclo da rodada de ofertas permanentes, realizada por meio de sessão pública em 16 de dezembro de 2022, para os blocos Norte de Brava, onde a brasileira adquiriu o bloco na íntegra, e Sudoeste de Sagitário , bloco que foi adquirido com 60 por cento de participação em consórcio com a Shell (40 por cento).

Segundo a Petrobras, a assinatura desses contratos reafirma seu foco na exploração e produção de ativos rentáveis ​​e fortalece seu perfil como principal operadora de campos de petróleo localizados em águas profundas e ultraprofundas, potencializando a recomposição de reservas para o futuro.

Em comunicado separado, a TotalEnergies confirmou a assinatura do PSC para o bloco com seus co-empreendedores Petrobras, QatarEnergy e Petronas. Cobrindo uma área de 1.300 quilômetros quadrados, o bloco Água Marinha está localizado em lâmina d’água de cerca de 2.000 metros ao largo da costa do Rio de Janeiro, na prolífica Bacia de Campos ao sul do campo de Marlim Sul e a cerca de 140 km da costa. O programa de trabalho inclui a perfuração de um poço de exploração firme durante o período de exploração.

Kevin McLachlan , vice-presidente sênior de Exploração da TotalEnergies, comentou: “A assinatura do PSC expande nossa presença nesta área promissora do pré-sal da Bacia de Campos, ao lado de nossos três parceiros estratégicos, e estamos ansiosos para explorando o bloco e perfurando o prospecto Touro.

“O offshore brasileiro, com seus recursos materiais de baixo custo e baixa emissão, é uma área central para a empresa. Este bloco, juntamente com as duas concessões da bacia do sul de Santos obtidas em 2022, reforça ainda mais nosso portfólio de exploração nesta área de alto potencial.”

O portfólio brasileiro de exploração e produção da petrolífera francesa abrange dez ativos, dos quais quatro são operados. Em dezembro de 2021, a TotalEnergies, licitante na rodada da cessão onerosa, conquistou duas novas UAs não operadas nas unidades Atapu Surplus (22,5%) e Sépia Surplus (28%), que foram assinadas no final de abril de 2022.

Ao confirmar a assinatura do PSC, Mohd Redhani Abdul Rahman, vice-presidente de Exploração da Petronas, afirmou: “Este marco reforça o firme compromisso da Petronas em desenvolver e monetizar ativos na Bacia de Campos, para garantir maior alinhamento com nossa agenda de crescimento em um mercado em constante evolução paisagem energética.

“Continuaremos a colaborar estreitamente com a autoridade anfitriã e nossos parceiros para liberar o potencial de hidrocarbonetos do bloco.”

3R Petroleum é uma das três melhores empresas de óleo e gás do Brasil

Ranking inédito feito apenas com companhias do setor destaca a 3R, que conquistou pela segunda vez em dois anos o selo Great Place to Work

A 3R Petroleum foi reconhecida como uma das três melhores empresas de óleo e gás do Brasil pelo Ranking Melhores Empresas Para Trabalhar – GPTW. A companhia independente produtora de óleo e gás conquistou o prêmio na categoria “Cadeia de Valor, extração e distribuição”, sendo reconhecida pela segunda vez em dois anos pela Great Place To Work.

“Nesses dois anos, saltamos de um índice de adesão à nossa Pesquisa de Clima de 71% para 79%. Além disso, na área de Recursos Humanos da 3R Petroleum o trabalho tem como pilares a contratação de pessoas para serem desenvolvidas e o equilíbrio entre a oferta de benefícios e a qualidade de vida dos colaboradores”, acredita Camila Prista, Gerente de RH da 3R. Outros pontos que podem ser destacados são a diversidade e a multiculturalidade. Dos mais de 600 funcionários, 29% são mulheres e 7% são estrangeiros.

Qualidade de vida
Para se estar entre as melhores empresas para se trabalhar é preciso oferecer o melhor para que os funcionários se sintam bem. Assim, a área de Recursos Humanos da 3R Petroleum propõe iniciativas dedicadas à saúde física e mental dos colaboradores, assim como disponibiliza benefícios fixos e flexíveis, em que cada um escolhe onde e como usar o recurso. Uma das ações é o programa de saúde e bem-estar VIV3R, que foi lançado em 2022 para incentivá-los a adotar uma vida mais saudável e equilibrada a partir da prática de atividades físicas, apoio nutricional e psicológico. Além de aulas online e presenciais na sede da Companhia e nas bases operacionais, o programa abrange eventos externos, como atividades na praia e circuitos de corrida.

A série de benefícios e iniciativas dedicados à melhoria contínua da qualidade de vida não está restrita aos trabalhadores, mas também ao núcleo familiar. Um dos exemplos é o programa Auster, que disponibiliza orientação psicológica, nutricional e fisoterápica por telefone para o funcionário e seus dependentes.

WEG fornece tintas para embarcação BGL 2 da Internacional Marítima

A companhia forneceu mais de 11 mil litros de tintas garantindo resistência e durabilidade à embarcação.

A empresa Internacional Marítima é uma empresa brasileira líder em serviços de apoio marítimo e portuário, com mais de 35 anos no mercado e a mais de cinco anos utiliza as tintas WEG em sua frota.

A embarcação BLG 2, originalmente destinada ao lançamento de jaquetas de até 8000 t sendo reclassificada ao apoio de trabalhos em navegação oceânica, estará recebendo uma nova pintura de restauração e proteção em uma área de 9mil m² de costado, fundo e convés.

A WEG Tintas está fornecendo mais de 11mil litros de tintas para pintura da embarcação. São tintas de alta performance, que oferecem resistência e durabilidade.

Entre os produtos fornecidos à Internacional Marítima, contamos com o Shop primer da linha WEGZINC 401, o primer de acabamento epóxi WEGPOXI WET SURFACE 89 PW, tintas da linha WEG TIE COAT e a tinta anti-incrustante W-ECOLOFLEX SPC 200. Soluções ideais para aplicações marítimas.

“A WEG já tem uma longa parceria com a Internacional Marítima e os estaleiros do grupo foram um dos fatores determinantes para escolher as tintas WEG para esse grande projeto.” Richard Ferraz – Gestor Unidade INC (Indústria Naval Catarinense) de Navegantes.

Wilson Sons bate recorde de movimentação no Tecon Santa Clara

Terminal fluvial localizado em Triunfo, no Rio Grande do Sul, teve seu maior volume de carga transportado desde que começou a operar, em 2016

A Wilson Sons vem obtendo cada vez mais ótimos resultados com o Tecon Santa Clara, terminal de contêineres de navegação interior, localizado em Triunfo (RS). Em março, o Tecon Santa Clara registrou o maior volume movimentado desde o início de suas operações: 4.765 TEU (unidade correspondente a um contêiner de 20 pés), o equivalente a 2.539 contêineres. Percentualmente, representa um aumento de 5% em contêineres e de 15% em toneladas, em relação ao recorde anterior.

Este é o maior índice transportado de cargas no terminal desde outubro de 2016, quando a parceria entre Wilson Sons e Braskem reativou o Píer IV e retomou o transporte de carga pelo Rio Jacuí entre Triunfo e o Porto do Rio Grande. Até então, o maior volume havia sido em outubro de 2018 (4.510 TEU, 2418 contêineres ou 27.044 toneladas), 5,6% inferior ao novo recorde.

Localizado estrategicamente no Polo Petroquímico de Triunfo, o Tecon Santa Clara realiza o transporte multimodal de cargas de importação, exportação e cabotagem. Conta com duas barcaças e quatro escalas semanais no Tecon Rio Grande, levando a carga gaúcha para o mundo. Recentemente, a Wilson Sons ampliou em 33% a sua capacidade operacional com a inclusão da barcaça Guaíba de 160 TEU, em substituição da antiga de 120 TEU. “Além de gerar mais oportunidades comerciais para o mercado gaúcho, o incremento da navegação interior é um importante aliado no desenvolvimento de projetos logísticos mais sustentáveis, já que o uso do modal contribui para a redução na emissão de gases de efeito estufa”, comenta a diretora de Sustentabilidade da Wilson Sons, Monica Jaén.

Os bons resultados do Tecon Santa Clara ao longo de seus quase sete anos de operação se devem aos investimentos da Wilson Sons, que aposta na eficiência do modal hidroviário e valoriza sua pegada sustentável. Estudo realizado pela Wilson Sons mostrou que o transporte de contêineres via Tecon Santa Clara pode reduzir em mais de 80% a emissão de gases do efeito estufa se comparado com o transporte rodoviário. Em 2022, o Tecon Santa Clara foi destacado como um dos melhores do Brasil pelo Ministério da Infraestrutura no Prêmio Portos + Brasil, na categoria Movimentação de Contêineres em Terminais Privados.

Para Paulo Bertinetti, Diretor-Presidente do Tecon Rio Grande, o Tecon Santa Clara tem somado estes bons resultados devido à eficiência do terminal, que oferece serviços capazes de otimizar custos logísticos e gerar menor risco de acidentes e avarias para as cargas, além de promover uma logística sustentável. “Este resultado se deve a um dedicado trabalho da área comercial junto aos clientes do Rio Grande do Sul, enaltecendo todos os benefícios que o modal hidroviário oferece, como segurança, sustentabilidade, regularidade, por meio de quatro escalas semanais e competitividade. Desde 2016, quando retomamos a operação, desenvolvemos diversas estratégias para demonstrar ao mercado as vantagens da navegação interior e hoje temos muitos clientes satisfeitos com essa operação. Além disso, a eficácia do projeto é uma realidade, o foco dos clientes na redução de emissões de gases de efeito estufa cresce constantemente, nos permitindo almejar uma evolução sustentável da operação”, ressalta.

Ternium Brasil e Gás Verde anunciam novo contrato de fornecimento de biometano

A Ternium Brasil, uma das líderes na produção de aços planos na América Latina, e a Gás Verde, maior produtora de biometano na região, anunciam um novo acordo de fornecimento do biocombustível para utilização no processo produtivo. Com o contrato divulgado pelas companhias, em reunião no centro industrial de Santa Cruz, bairro da Zona Oeste do Rio de Janeiro.

O biometano é uma fonte de energia 100% renovável e reduz em 99,9% as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE). Produzido a partir de biogás de resíduos de aterros sanitários, o biometano pode ser utilizado no processo produtivo de indústrias e para abastecer veículos, em substituição a todo tipo de combustível fóssil, como o diesel, GLP, óleo combustível, gás natural e gasolina, por exemplo.

“A Ternium acredita que a sustentabilidade é o motor para o desenvolvimento e inovação. Em 2019, fomos a primeira empresa a utilizar o biometano na produção do aço. Agora, com o novo acordo, reforçamos o compromisso de usar o gás do lixo que beneficia empresas, sociedade, meio ambiente e a comunidade no entorno”, comenta o presidente da Ternium Brasil, Marcelo Chara.

O biometano fornecido pela Gás Verde à Ternium Brasil é produzido no Aterro Sanitário de Seropédica (RJ), considerado o maior da América Latina e é utilizado com eficácia no processo produtivo da siderúrgica. A Ternium é a primeira companhia do setor na América Latina a utilizar o biometano no processo produtivo.

“Nossa missão é ajudar as empresas a avançarem em suas jornadas NetZero. Temos um compromisso com a transição energética e temos a certeza de que o biometano é a opção mais eficiente, que elimina a necessidade de compensação, uma vez que reduz, de fato, as emissões das empresas”, avalia o CEO da Gás Verde, Marcel Jorand.

Sobre a Ternium Brasil
A Ternium Brasil é uma das líderes na produção de aços planos da América Latina. A usina, no distrito Industrial de Santa Cruz, operada pela Ternium desde 2017, tem capacidade de produção de cinco milhões de toneladas de placas de aço por ano, com alto nível de sofisticação que atende indústrias nos EUA, México, Brasil e Europa. A empresa possui cerca de 8 mil funcionários, sendo que mais de 60% são moradores da Zona Oeste do Rio de Janeiro. A Ternium investe mais de R$ 10 milhões por ano no desenvolvimento socioeconômico de Santa Cruz e região, por meio de projetos sociais, com foco em educação, que atendem a mais de 9 mil pessoas diretamente.

Sobre a Gás Verde
Maior produtora da América Latina, a Gás Verde produz e comercializa o biometano proveniente do biogás de aterros sanitários e, a partir de 2024 irá produzir o CO2 verde. Além disso, emite o CBIO, o crédito de descarbonização de acordo com as especificações da ANP e o BIORec, o certificado de rastreabilidade do biometano adquirido. A Gás Verde oferece soluções para um mundo sustentável ao apoiar o tratamento de resíduos e a transição efetiva das empresas para uma matriz energética mais limpa. A companhia faz parte do Grupo Urca Energia é uma holding de investimentos em energia inteligente e sustentável, formado também pelas empresas Eva Energia, Urca Trading e Urca Gás.

Legenda: Sentados ao centro, CEOs da Ternium Brasil (esquerda), Marcelo Chara, e da Gás Verde (direita), Marcel Jorand, reuniram os times para formalização do novo contrato (crédito: Divulgação Ternium/ Marco Antônio Teixeira)

 

CBO divulga Relatório de Sustentabilidade com destaque na redução de emissões

Agenda ESG também incluiu avanço em ações de diversidade e inclusão

Em um ano em que se consolidou como uma das maiores empresas do mundo no setor de apoio marítimo com o número de 44 embarcações, o Grupo CBO publicou o Relatório de Sustentabilidade de 2022 apontando avanços também na agenda ESG. Na área ambiental, a companhia contribuiu com uma redução nas emissões de Gases Efeito Estuda (GEE) de 746 tCO2e em 2022, o que foi obtido pela redução de consumo do diesel marítimo (674,6 tCO2e) e pela aquisição de 37 mil créditos de carbono certificados para compensar o consumo de combustível das embarcações.

A CBO desenvolveu iniciativas para diminuir o seu impacto relacionado às mudanças climáticas, com pesquisas de digitalização, hibridização e combustíveis marítimos alternativos e conversão de embarcações do tipo PSV (Platform Supply Vessel) para o modelo híbrido, com o uso de baterias. Um dos destaques é o programa Visão Verde CBO, que incentiva gestão sustentável de recursos e redução da geração de resíduos, o grupo passou a disseminar melhores práticas ambientais, com monitoramento mensal e divulgação dos resultados individuais para as embarcações.

“Atuamos pela implementação de projetos de eficiência ambiental e a conquista do Selo Ouro no Programa GHG Protocol confirma que estamos no caminho certo. Assumimos o compromisso público de compensar anualmente as emissões atmosféricas geradas pela queima de combustível das embarcações em contratos assinados a partir de setembro de 2021 por meio da compra de créditos de carbono. Até 2025, todas as embarcações terão suas emissões compensadas”, explica Marcos Tinti, CEO do Grupo CBO.

Pelo quarto ano consecutivo, o grupo recebeu a certificação do GPTW, com o aumento progressivo da pontuação ano a ano. Em 2022, a CBO avançou com o Comitê for all em uma série de iniciativas para promover a diversidade no ambiente de trabalho. O comitê, criado em 2020, é composto por um grupo de voluntários que debatem as ações necessárias para gerar avanços na diversidade e na inclusão.

Do Comitê, surgiram ações como a publicação do Glossário e o Censo da Diversidade, para maior entendimento da demografia da empresa e melhor direcionamento das ações. Outro destaque foi o lançamento da primeira turma do Projeto Pescar, voltado a pessoas com deficiência (PcDs). O projeto visa a inclusão de pessoas de baixa renda no mercado de trabalho e tem uma trajetória de sucesso na empresa.

“Queremos ser um Grupo capaz de gerar impacto positivo em tudo que realizamos, preservando e buscando alternativas para reduzir impactos ao meio ambiente, participando da construção de um mundo melhor e mais sustentável. Agradecemos a todos que participam dessa jornada conosco. Conheça mais sobre o nosso desempenho em 2022 em nosso Relatório de Sustentabilidade”, conclui Tinti. Confira aqui o novo relatório de sustentabilidade do Grupo CBO na íntegra.