Petrobras informa sobre desenvolvimento do bloco BM-C-33

A Petrobras informa que aprovou, em conjunto com seus parceiros Equinor e Repsol Sinopec Brasil, a decisão final de investimentos (Fase III) do bloco BM-C-33, operado pela Equinor, localizado no pré-sal da Bacia de Campos, no Estado do Rio de Janeiro. O bloco está distante da costa cerca de 200 Km e tem lâmina d’agua chegando até 2.900 m. No BM-C-33 foram descobertas 3 acumulações de gás e óleo/condensado: Pão de Açúcar, SEAT e Gávea.

O projeto baseia-se na produção por poços conectados a um FPSO (floating production, storage and offloading unit), com capacidade para processar óleo/condensado e gás produzidos e especificá-los para a venda. A transferência do óleo/condensado segue o modelo já adotado nos sistemas offshore e o gás natural será exportado para costa por meio de gasoduto submarino que se conectará à uma infraestrutura de recebimento localizada no Terminal de Cabiúnas – TECAB, e então se conectará à malha de transporte de gás.

A capacidade de processamento de óleo/condensado do FPSO será de 20.000 m3/dia e a capacidade de produção e exportação de gás será de 16 milhões de m3/dia, com vazão média de exportação de gás natural de cerca 14 milhões de m3/dia. A Expectativa é a recuperação de reservas de óleo e gás acima de 1 bilhão de barris de óleo equivalente (boe).

A entrada em operação está prevista para 2028. A parceria para o desenvolvimento desta concessão é composta por Equinor (35% – operadora do Bloco), Repsol Sinopec Brasil (35%) e Petrobras (30%).

Plataforma Anna Nery entra em produção na Bacia de Campos

Unidade faz parte do projeto de revitalização da bacia

O navio-plataforma Anna Nery entrou em produção neste domingo (7/5), na Bacia de Campos, dentro do projeto de revitalização dos dois campos de Marlim e Voador, que produzirá os reservatórios do pós-sal e o reservatório de Brava, localizado no pré-sal dos dois campos. A unidade tem capacidade para produzir até 70 mil barris de óleo e processar 4 milhões de m³ de gás, tudo isso diariamente.

“Esse é o maior projeto do mundo em recuperação de ativos maduros da indústria offshore. Por meio dele, vamos ampliar a produção, manter empregos e abrir uma importante frente de aprendizado e conhecimento para outros projetos similares em todo o Brasil”, destacou Jean Paul Prates, presidente da Petrobras.

A unidade Anna Nery do tipo FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência, da sigla em inglês) em conjunto com a Anita Garibaldi, também FPSO, compõe o primeiro grande projeto de revitalização de campos maduros da Bacia de Campos.

A implantação desses dois novos sistemas de produção, adequados ao formato de explotação de campos maduros, proporciona a continuidade operacional dos campos de Marlim e Voador, ampliando a produção para a média de 150 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), com manutenção de empregos e serviços de apoio, além de abrir uma importante frente de aprendizados e conhecimentos para outros projetos de revitalização.

O FPSO Anna Nery está ancorado em profundidade de água de 927 metros e interligado a 32 poços, com pico de produção previsto para 2025. O projeto de revitalização de Marlim e Voador contribuirá para a recuperação da produção da Bacia de Campos, atualmente em cerca de 560 mil boed. A projeção para a produção da bacia é de 900 mil de boed em 2027.

O nome da plataforma é uma homenagem à enfermeira baiana Anna Justina Ferreira Nery, que viveu entre 1814 e 1880 e é considerada pioneira no serviço de enfermagem no Brasil. Anna Nery atuou como enfermeira no atendimento a soldados brasileiros que lutaram na Guerra do Paraguai.

Petrobras divulga produção e vendas do 1º trimestre de 2023

No 1T23, a produção média de óleo, LGN e gás natural da Petrobras alcançou 2,68 MMboed, 1,1% acima do 4T22, em função, principalmente, do início do ramp-up da P-71, no campo de Itapu, no pré-sal da Bacia de Santos, da entrada de 8 novos poços na Bacia de Campos e de maiores eficiências de produção das plataformas.

A produção no pré-sal bateu novos recordes mensal de 2,13 MMboed, em fevereiro de 2023, e trimestral, de 2,05 MMboed, equivalente a 77% da produção total da Petrobras, ante 75% no 4T22. A produção total operada pela Petrobras atingiu 3,74 MMboed no trimestre, 1,1% acima do trimestre anterior.

Tivemos também, em fevereiro, recorde de produção mensal em uma plataforma do pré-sal no FPSO Guanabara, no campo de Mero, cuja média de produção de óleo atingiu 179 Mbpd.

“O atingimento de mais um recorde, desta vez apenas 10 meses após o 1º óleo da unidade e com 4 poços produtores, reforça o enorme potencial do campo de Mero, e é resultado da capacidade e comprometimento de nosso corpo técnico e de nossos parceiros para superar desafios”, afirma o diretor de Exploração e Produção, Joelson Mendes.

O FPSO Anna Nery está na locação e prestes a iniciar a operação no campo de Marlim, na Bacia de Campos. A unidade tem capacidade para produzir até 70 Mbpd e processar 4 MMm3 de gás natural por dia e será o primeiro FPSO do projeto de revitalização de Marlim e Voador a entrar em operação.

No 2T23, prevemos ainda o início de operação do FPSO Almirante Barroso. A unidade, com capacidade nominal de produção de óleo de 150 Mbpd, já está na locação, no campo de Búzios, com ancoragem finalizada e primeiro poço produtor interligado. Esta será a quinta unidade a entrar em operação no campo de Búzios.

O rendimento de diesel, gasolina e QAV no 1T23 atingiu 67% de participação na produção total, 1 p.p. acima do 4T22. As vendas de derivados no 1T23 ficaram em linha com o 1T22, apesar da conclusão da venda da REMAN em 30 de novembro de 2022.

O fator de utilização total (FUT) do parque de refino foi de 85% no 1T23, apenas 1 p.p. abaixo do 4T22, mesmo considerando as relevantes paradas programadas nas refinarias REVAP, REFAP e RPBC. As paradas da REFAP e RPBC foram as maiores paradas da história dessas refinarias, nas quais englobaram mais de 800 grandes equipamentos e contaram com a participação de mais de 10 mil pessoas no pico dos trabalhos. As paradas programadas realizadas garantem a confiabilidade e integridade das refinarias, além da implantação de projetos que aumentam a eficiência energética e a segurança dos processos.

Os resultados obtidos com a melhoria da eficiência operacional e os investimentos do programa RefTOP (Refino de Classe Mundial) contribuíram com a redução da Intensidade Energética de todo o parque atingindo 106,4 no 1T23, 1,4 abaixo do observado no 4T22, e com a redução da Intensidade de Emissões de Gases de Efeito Estufa (IGEE) para 37,7 kgCO2e/CWT, 0,2 kgCO2e/CWT a menos em relação ao 4T22.

Os óleos do pré-sal representaram 62% da carga processada no 1T23, 2 p.p. acima do 4T22 e contribuíram para a elevação do rendimento de derivados de alto valor agregado e redução de emissões.

Avançamos no desenvolvimento de produtos mais sustentáveis e eficientes, com a certificação do Diesel R na REPAR, o lançamento da nova gasolina Premium, a comercialização exclusivamente de óleo combustível com teor máximo de 1% de enxofre no mercado nacional e o início da comercialização do Ultra Low Sulfhur Marine Gas Oil. Adicionalmente, realizamos teste de pavimentação com asfalto CAP PRO, um novo produto que pode reduzir em até 35% o consumo de energia e até 65% as emissões dos Gases de Efeito Estufa, com previsão de início de vendas no segundo semestre.

As vendas de diesel S-10 no 1T23 representaram 63,3% das vendas totais de óleo diesel pela Petrobras, ultrapassando o registro do 4T22 de 60,3% e estabelecendo um novo recorde trimestral.

Terceira unidade da frota da Prosafe começa a trabalhar no Brasil

A Prosafe cumpriu seu cronograma anunciado anteriormente para o início das operações de sua terceira embarcação semissubmersível offshore no Brasil. Esta unidade está fornecendo suporte de segurança e manutenção para a Petrobras, uma gigante estatal brasileira de energia.

Em novembro de 2022, a Prosafe foi declarada vencedora de uma licitação lançada pela Petrobras para o fornecimento da unidade semissubmersível Safe Zephyrus , enquanto uma possível adjudicação do contrato e seu cronograma estavam sujeitos a um processo formal durante o qual outros licitantes tiveram a oportunidade de apelo.

Após o término desse prazo, um contrato com compromisso firme de 650 dias, avaliado em aproximadamente US$ 73 milhões – equivalente a US$ 112.500 por dia – foi concedido em dezembro de 2022. A unidade Safe Zephyrus estava prevista para iniciar a mobilização para o Brasil após a conclusão do seu contrato com a BP no Mar do Norte, após uma extensão contratual a partir de setembro de 2022.

Em uma atualização, a Prosafe confirmou que a embarcação semissubmersível Safe Zephyrus para suporte de segurança e manutenção havia, conforme planejado, embarcado no período de compromisso firme de 650 dias em 30 de abril de 2023 offshore no Brasil com a Petrobras.

Jesper K. Andresen , CEO da Prosafe, comentou: “A Prosafe estabeleceu uma meta de iniciar o contrato com a Petrobras em 1º de maio de 2023, e isso foi alcançado com sucesso no início. Este sucesso é uma prova das capacidades e foco da organização com a colaboração entre as unidades de negócios do Mar do Norte e do Brasil, e esperamos um período de contrato operacional bem-sucedido”.

De acordo com a empresa, os escopos de conformidade regulatória e contratual foram executados no caminho para e enquanto no Brasil em preparação para as operações, garantindo que a unidade Safe Zephyrus pudesse iniciar seu contrato com eficiência. Esta embarcação está se juntando a outras duas unidades offshore no Brasil, depois que a Prosafe ganhou algumas outras licitações com a Petrobras no ano passado, incluindo um contrato de quatro anos para o fornecimento do Safe Notos , bem como um contrato de quatro anos para o fornecimento do Safe unidade de euros .

O Safe Zephyrus , construído em 2016 , uma embarcação irmã do Safe Boreas , foi construído no estaleiro Jurong, em Cingapura, com o projeto GVA 3000E e está equipado com um sistema DP3 e um arranjo de amarração de 12 pontos. Esta embarcação possui uma grande área de convés aberto de mais de 1.000 m2 e dois guindastes de 50 toneladas.

Em relação às atividades recentes da Prosafe, vale destacar que a empresa está em busca de um novo Chief Executive Officer (CEO), já que o atual decidiu renunciar após mais de seis anos no cargo.

Danske Commodities expande atividades de trading para o Brasil

A Danske Commodities, empresa de trading da Equinor, anunciou o início de suas atividades no mercado de energia brasileiro, com as primeiras negociações já realizadas. Mostrando seu compromisso como participante do mercado no Brasil, a Danske Commodities também investiu R$ 288 milhões no capital social de suas operações recém-estabelecidas no país.

Ao conduzir as primeiras negociações no mercado de energia brasileiro, a Danske Commodities atinge um marco importante para sua estratégia de expansão global, marcando também sua entrada no mercado sul-americano.

“Estamos orgulhosos de anunciar que a Danske Commodities está oficialmente no mercado de energia brasileiro. A partir de nosso novo escritório em São Paulo, desenvolveremos nossos negócios tendo como bases nossos 20 anos de experiência em trading no mercado europeu de energia”, disse Jesper Tronborg, Vice-Presidente e Head de Trading Global & Desenvolvimento de Mercados da Danske Commodities.

Com a concretização das primeiras operações de trading de energia no Brasil, a empresa está se preparando para contribuir com a abordagem de sua proprietária, Equinor, voltada para o mercado de energias renováveis no país.

A Equinor adquiriu a Danske Commodities em 2019 para fortalecer a habilidade de capturar valor do portfólio renovável da empresa. A Danske é uma subsidiária da Equinor que opera sob seu próprio nome e marca, ao mesmo tempo em que colabora cada vez mais em atividades comerciais e operacionais relevantes para a multinacional de energia. A empresa de trading ajudará a gerenciar o crescente portfólio de energias renováveis da Equinor, que inclui investimentos na planta solar de Apodi, com capacidade de 162 MW, e no projeto solar de Mendubim, com capacidade de 531 MW.

“A Equinor conduz seus negócios no Brasil por mais de duas décadas e nós vemos o país como uma área relevante para crescimento seguro e sustentável a longo prazo. Estamos trabalhando para diversificar nossa oferta de energia com um portfólio robusto de óleo e gás e um posicionamento atrativo em renováveis. A presença da Danske Commodities no Brasil exerce um papel importante em nossa estratégia e ambição de sermos uma companhia líder na transição energética”, declarou Veronica Coelho, presidente da Equinor no Brasil.

A Danske Commodities investiu R$ 288 milhões no capital social de suas operações no Brasil, além de ter o respaldo financeiro da Equinor, que possui uma classificação de crédito Aa2 da Moody’s.

“A robustez financeira é fundamental em um mercado bilateral como o Brasil. Ao fazer esse investimento inicial em capital social, demonstramos nosso compromisso como participante do mercado no Brasil, que é o maior mercado de energia da América do Sul, com uma demanda de 70 GW”, disse Tronborg, que concluiu:

“A Danske Commodities entra no mercado de energia elétrica brasileiro com a visão de longo prazo de ser uma contraparte robusta e o braço de negociação de energia elétrica da Equinor.”

A Danske Commodities está presente em 40 mercados de energia em toda a Europa, Austrália, Estados Unidos e, agora, no Brasil.

Petrobras apresenta inovações para reduzir emissões nos projetos de petróleo e gás

Projetos eficientes no segmento de petróleo e gás são o caminho mais rápido para a criação de ecossistemas de energia de baixo carbono e para garantir a transição energética. Alguns deste projetos foram apresentados pelo diretor de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras, Carlos Travassos, no painel “Brazilian Energy Outlook: Strengthening the Offshore Activities”, durante a Offshore Technology Conference (OTC), maior evento da indústria mundial de petróleo e gás offshore, realizado esta semana em Houston, Texas.

Na ocasião, o diretor destacou que a Petrobras e o Brasil têm todas as condições para se tornarem líderes na produção de petróleo e gás com baixas emissões e alta rentabilidade, criando o caminho necessário para uma transição energética justa, inclusiva e segura, que atenda aos anseios da sociedade.

Um dos exemplos é o projeto de revitalização dos campos de Marlim, na Bacia de Campos (RJ). “Este é um grande exemplo de dupla resiliência: menos emissões e menores custos. Ao substituir as nove plataformas que operam hoje nos campos de Marlim e por dois novos FPSOs, vamos reduzir 60% das emissões de carbono e aumentar a produção destes campos em 20%”, adiantou Travassos. Ele ainda complementou que o FPSO Anna Nery, o primeiro do projeto de revitalização, está pronto para começar a produzir nos próximos dias e a segunda plataforma Anita Garibaldi está ancorando na locação para começar a produzir em breve.

Travassos mencionou também um conjunto de tecnologias que tornarão as atividades de exploração e produção de petróleo mais eficientes. Estas soluções vão reduzir em 15% as emissões nos processos de construção de poços, 18% nos processos de sistemas submarinos e 30% nos novos FPSOs (unidades flutuantes que produzem, armazenam e transferem petróleo).

Liderança em transição energética

Durante o painel, Travassos também mostrou que o Brasil reúne todas as condições favoráveis para o desenvolvimento de energia eólica offshore. Para se ter ideia, o potencial de geração estimado do país é de 700 GW em locações offshore com profundidades de até 50 metros – um volume que corresponde a mais de 30 vezes a capacidade de geração instalada hoje no mundo – segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), ligada ao Ministério das Minas e Energia (MME).

“Nós temos as condições e precisamos avançar em tecnologia, regulação e nos desafios de custo e infraestrutura”, complementou Travassos.

Por fim, o diretor reforçou que tanto a transição para baixo carbono como a segurança energética são demandas fortes da sociedade. “Por isso, a transição sustentável deve acontecer de forma compatível com as legítimas necessidades da sociedade”.

Pavilhão Brasil

O diretor de Transformação Digital, Carlos Augusto Barreto, participou da inauguração do Pavilhão Brasil na OTC, promovida pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). O espaço ocupa lugar de destaque na feira, reunindo executivos, fornecedores e especialistas do setor interessados em estabelecer novas parcerias e negócios com empresas brasileiras.

“A Apex Brasil está posicionada para ajudar a Petrobras na transição energética que é uma grande fase que nossa empresa está inaugurando”, destacou Barreto.

A PRIO, antiga PetroRio, está com vagas abertas para quem quer atuar no setor

A PRIO (antiga PetroRio) acaba de anunciar novas vagas para posições tanto offshore quanto onshore. A maior empresa independente de óleo e gás do Brasil e pioneira na recuperação e aumento da vida útil de campos maduros busca por profissionais que tenham interesse em trabalhar no setor. Desta vez, a empresa está buscando profissionais nas seguintes especialidades: Analista de Construção Sênior, Analista de Suprimentos Sênior, Engenheiro(a) de Reservatórios Pleno, Engenheiro de Manutenção — Sonda e Engenheiro de Operações – Sonda.

Algumas das oportunidades são para início imediato na sede da empresa, em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro, e outras para atuação offshore nos ativos da companhia na Bacia de Campos. Independentemente da área, a PRIO busca por profissionais criativos, ambiciosos e que desafiem o convencional, que sejam proativos, tenham autonomia e Interesse em participar de projetos, buscando por desenvolvimento em ambiente de alta performance, e dedicação à entrega de resultados.

Para as oportunidades CLT, há benefícios como: vale-alimentação, vale-refeição, vale-combustível, auxílio creche, auxílio inglês, plano odontológico e de saúde, academia, programa de saúde e bem-estar, seguro de vida, bônus, adesão ao plano de stock options etc.

As responsabilidades e atribuições de cada cargo, assim como os requisitos e qualificações exigidos, além de mais informações sobre o processo seletivo da PRIO podem ser consultados na página da empresa no link: Link

Caso não haja uma oportunidade compatível com seu perfil profissional específico, você pode se cadastrar no Banco de Talentos: Futuras Oportunidades.

Sobre a PRIO

A PRIO é a maior empresa independente de óleo e gás do Brasil, pioneira na recuperação e aumento da vida útil de campos em produção. Criada em 2015 e com seus ativos localizados na Bacia de Campos, a companhia tem foco na excelência e na busca por eficiência operacional, priorizando a segurança das operações e o zelo com a preservação do meio ambiente.

Carioca, a PRIO tem um propósito que supera o O&G, a empresa extrai o melhor da sua energia para transformar o mundo em um lugar mais eficiente. Além disso, busca transformar a sociedade por meio do incentivo ao esporte, à cultura e à preservação do meio ambiente. A companhia acabou de lançar um portal que recebe propostas de quem busca por apoio às suas iniciativas. Link

GAIA Global lança a versão 2.0 do primeiro sistema de Gerenciamento de Relacionamento com Parceiros (PRM) na OTC 2023

Primeiro sistema de gerenciamento de relacionamento com parceiros (PRM) desenvolvido especificamente para o setor de energia e indústrias marítimas. Uma abordagem disruptiva para seus canais de vendas globais, estreitar o relacionamento entre Fornecedores e Parceiros de Vendas.

A GAIA Global S.A está firmemente empenhada em criar algo diferente, que irá mudar de forma disruptiva a maneira como uma empresa fornecedora de tecnologia executa suas vendas internacionais e a estratégia de crescimento. A empresa está lançando a versão 2.0 da GAIA Global Platform na OTC, introdução de novos recursos que irão potenciar uma maior eficiência, segurança e transparência na as relações comerciais entre fornecedores e seus parceiros/agentes de vendas.

A versão anterior do GAIA foi pioneira em ferramentas PRM construídas especificamente para o mercado marítimo e de energia. A versão 2.0 da Plataforma Gaia fornece um novo conjunto de ferramentas incluindo 9 módulos – Gestão de Contratos, Gestão de Conformidade, Gestão de Oportunidades, Gestão de Comissões, Matching de Parcerias, Gestão de Marketing, Gestão de Contactos, Gestão de Produtos e Gestão da Comunicação – tudo voltado para a melhoria da experiência e eficiência do usuário.

“O Módulo de Marketing e o Módulo de Conformidade fornecem aos usuários uma ferramenta poderosa para estruturar, editar e compartilhar ações de marketing, com todos os seus canais parceiros, bem como, em um único local, acompanhar e acompanhar a documentação de conformidade de seu parceiro, permitindo riscos menores e maior segurança.” – Niclas Berntsson – CCO e Líder de Projeto.

“Depois de trabalhar no setor por mais de 20 anos, tanto como fornecedor quanto como parceiro de vendas, estou emocionado em ver uma plataforma comum que troca todas as informações necessárias no Fornecedor-Vendas Relacionamento com parceiros”, disse Jan Lomholdt, CEO da GAIA Global. “GAIA baseou sua nova versão em insumo do mercado, para torná-lo mais eficiente. Não tenho dúvidas de que, com esta ferramenta, as empresas pode aumentar a eficiência e reduzir o risco no comércio internacional, resultando em aumento de receitas e lucro para ambas as partes”.


(Foto: Jan Lomholdt, CEO da GAIA Global – divulgação)

Dentre os novos módulos da versão 2.0, podemos destacar o Marketing Management, um novo recurso que permite preparar eventos, campanhas e compartilhar com seus parceiros em tempo real tudo documentação relacionada. Outro recurso importante é o módulo de Gestão de Conformidade, o que permite que as partes se mantenham atualizadas sobre os certificados e toda a documentação relevante em relação aos regulamentos de conformidade. O sistema GAIA também fornece recursos de Melhores Práticas em Anti-Suborno e Corrupção, incluindo treinamento, para garantir continuamente a conformidade com esses regulamentos.

Sobre GAIA Global:

A GAIA Global pretende ser a ferramenta líder mundial de gestão de relacionamento com parceiros B2B entre fornecedores nas indústrias de energia e marítima e parceiros de vendas em todo o mundo. Com o Plataforma online GAIA Global você poderá fortalecer seus canais de vendas globais. Para mais informações, visite nosso website em www.gaia.global

OTC 2023: Petrobras destaca potencial da eólica offshore no Brasil

Companhia apresenta soluções inéditas de baixo carbono na OTC, maior evento da indústria offshore mundial

O Brasil reúne todas as condições favoráveis para liderar o desenvolvimento global de energia eólica offshore. Para se ter ideia, o potencial de geração estimado do País é de 700 GW em locações offshore com profundidades de até 50 metros – um volume que corresponde a mais de 30 vezes a capacidade de geração instalada hoje no mundo – segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), ligada ao Ministério das Minas e Energia (MME). Nesse cenário promissor, a Petrobras está avaliando, em parceria com a Equinor, a viabilidade técnico-econômica e ambiental de implementar sete projetos de eólica offshore cobrindo todo o litoral brasileiro.

Esses e outros destaques serão apresentados pela Petrobras na Offshore Technology Conference (OTC), mais importante evento da indústria de petróleo e gás offshore mundial, que acontece em Houston (EUA), de 1º a 4/05. Os executivos da companhia irão mostrar as principais tecnologias e soluções em desenvolvimento pela Petrobras – ou em avaliação – focadas em redução das emissões de gases de efeito estufa, além de apresentar as perspectivas de produção da empresa, a aposta em novas fronteiras e os investimentos programados para os próximos cinco anos.

Transição energética em foco

Hoje, (1/05), o Diretor de Engenharia, Tecnologia e Inovação, Carlos Travassos, participou do painel “Brazilian Energy Outlook: Strengthening the Offshore Activities”. Na ocasião, o executivo mostrou que o Brasil e a Petrobras seguem firmes na liderança mundial em produção em águas profundas e ultraprofundas – sendo que o petróleo do pré-sal é um dos que menos emitem gases de efeito estufa da indústria global. Além disso, o executivo abordou o papel do gás como combustível de transição no Brasil – e que a companhia investirá US$ 5,2 bilhões na ampliação de sua oferta, agregando uma capacidade de escoamento de 55 milhões de m3 nos próximos anos.

Ainda no dia 1/05, o gerente executivo de Reservatórios, Tiago Homem, integrou o painel “Finding Offshore CO2 Storage: Going Big and Moving Fast”. Em sua palestra, destacou que a Petrobras está avaliando o projeto pioneiro de hub de captura e armazenamento geológico de CO2 (o chamado hub de CCS) em parceria com outras empresas e integrando outras atividades produtivas. O objetivo é contribuir para redução das emissões de gases de efeito estufa no Brasil.

No dia seguinte (2/5), às 8h, o Diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Joelson Mendes, irá participar do painel “The evolving offshore frontiers”, em que falará sobre os investimentos em novas fronteiras como a Margem Equatorial – localizada em extensa área marítima que vai da costa dos estados do Amapá, no Norte do Brasil, ao Rio Grande do Norte, no Nordeste. Mostrará, também, que a Petrobras vem utilizando as mais sofisticadas tecnologias disponíveis – como inteligência artificial e algoritmos de última geração – para reduzir cada vez mais as incertezas geológicas, os riscos das atividades de E&P e a quantidade de poços perfurados em campos de nova geração. Como resultado, a companhia espera reduzir substancialmente as emissões de gases de efeito estufa de suas operações.

No dia 3/5, às 7h30, o Diretor de Transição Energética e Sustentabilidade, Maurício Tolmasquim, participará da Bratecc Annual Offshore Breakfast 2023, evento paralelo à OTC. No dia 4/5, às 12h30, Tolmasquim vai apresentar a palestra “New Perspectives for the Brazilian Energy Sector: The Renewables Drive”. Na ocasião, o executivo mostrará o avanço da transição energética no mundo, destacando que o Brasil tem alto potencial de geração renovável e a complementaridade entre as renováveis e a hidroeletricidade. Além disso, irá apresentar como a Petrobras está se preparando para a transição energética, ancorada nos investimentos programados pelo Plano Estratégico para o período de 2023 a 2027.

A programação completa da Offshore Technology Conference (OTC) 2023 está disponível no site do evento: Check Out the Schedule at a Glance for OTC 2023 (otcnet.org) . O credenciamento de imprensa é realizado pela organização da conferência em OTC Press Registration | OTC 2023 (otcnet.org).

Navio-plataforma Anita Garibaldi deixa estaleiro rumo à Bacia de Campos

Plataforma integrará o Projeto de Revitalização de Marlim e Voador

O navio-plataforma Anita Garibaldi saiu do estaleiro Jurong Aracruz, no Espírito Santo, ruma à Bacia de Campos. Com capacidade de produzir até 80 mil barris de petróleo por dia (bpd) e processar até 7 milhões de m3 de gás/dia, o FPSO Anita Garibaldi é estratégico para o Plano de Renovação da Bacia de Campos, voltado para a revitalização de ativos maduros operados pela companhia na região.

A unidade é uma plataforma do tipo FPSO (sistema flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo) será levada até a Bacia de Campos onde ocorrerá a sua ancoragem no campo, seguida da interligação aos dutos de produção da unidade (risers). O Anita Garibaldi foi construído e será operado pela Modec e integrará o Projeto de Revitalização de Marlim e Voador.

Projeto de Revitalização de Marlim e Voador

Em conjunto com o FPSO Anna Nery, o FPSO Anita Garibaldi compõe o Projeto de Revitalização dos Campos de Marlim e Voador. As duas novas plataformas têm capacidade de produzir, em conjunto, até 150 mil barris por dia(bpd), e substituem as nove unidades que serão descomissionadas. O FPSO Anita Garibaldi será interligado a 43 poços, com pico de produção previsto para 2026, e produzirá óleo dos reservatórios de pós-sal de Marlim e Voador e do reservatório de pré-sal de Brava.

As novas plataformas fazem parte da estratégia da Petrobras para a redução da pegada de carbono. Em Marlim e Voador, a companhia prevê reduzir em 60% as emissões de carbono associadas à produção, como reflexo da substituição das nove plataformas próprias que operam hoje nesses dois ativos pelos dois novos FPSOs, equipados com tecnologias para redução de emissões de gases de efeito estufa.

O Projeto de Revitalização de Marlim e Voador faz parte do Plano de Renovação da Bacia de Campos, que tem investimento previsto de R$ 18 bilhões no Plano Estratégico 2023-2027.