Vanessa Gordilho assume VP de Negócios e Marketing da Vibra

Vanessa Gordilho é a nova vice-presidente de negócios e marketing da Vibra. A executiva chega para transformar e extrair valor de verticais importantes da companhia como lubrificantes, combustíveis premium e aditivados, franquias, conveniência, programa de fidelidade e meios de pagamento. A chegada da executiva trouxe mudanças estruturais à Vibra. Toda a área de lubrificantes, responsável pela marca LUBRAX, passa a fazer parte desta vice-presidência. Ela substitui Leo Burgos, que ficou no cargo por três anos e quatro meses.

“Sou apaixonada por transformação e pelo impacto positivo que podemos causar na sociedade. Por isso, quando tive contato com a cultura da Vibra e de como essa distribuidora de combustíveis vem se transformando nos últimos anos, a identificação foi imediata”, diz Vanessa, que vai atuar com foco na geração de valor nos produtos e serviços oferecidos.

Nascida em Salvador, Vanessa Gordilho conta com vasta experiência nos setores de tecnologia, no mercado financeiro e empresas de meios de pagamento, no qual atuou por quase duas décadas auxiliando na transformação digital de negócios como Mastercard, Thalles e GetNet, do grupo Santander. Antes de chegar à Vibra, atuou como CEO na healthtech Qsaúde. Vanessa possui graduação em Comunicação e MBA nos EUA pela UCSD.

Sobre a Vibra

Líder no mercado brasileiro de distribuição de combustíveis e de lubrificantes, a Vibra Energia proporciona a melhor alternativa energética e de mobilidade a seus clientes, alinhada às melhores práticas de ESG do setor. No mercado automotivo, a Vibra é licenciada da marca Petrobras, formando uma rede com 8,3 mil postos de combustíveis, em todo o País. As franquias da Vibra Energia para o segmento são as lojas de conveniência BR Mania e os centros de lubrificação automotiva Lubrax+.

Com uma estrutura logística que garante sua presença em todas as regiões do país, a empresa conta com um portfólio de mais de 18 mil grandes clientes corporativos, em segmentos como aviação, transporte, comércio, indústrias, produtos químicos, mineração e agronegócio. Com a marca BR Aviation, a companhia abastece mais de 90 aeroportos brasileiros. Em lubrificantes, é líder de mercado com a marca Lubrax e possui a maior planta industrial para produção de lubrificantes da América Latina. Para mais informações, clique aqui.

Pesquisa da SHELL, SENAI CIMATEC e UNICAMP para produzir energia renovável a partir de Agave avança no Nordeste

Programa BRAVE vai desenvolver protótipos para mecanizar plantio, colheita e rotas industriais de processamento para o etanol

A Shell Brasil e o SENAI CIMATEC fecharam acordo de parceria nesta quinta-feira para iniciar nova fase do programa BRAVE (Brazilian Agave Development – Desenvolvimento de Agave no Brasil). O programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) tem como objetivo explorar o potencial do Agave como fonte de biomassa para a produção de etanol, biogás e outros produtos no sertão nordestino. A nova etapa do BRAVE prevê o desenvolvimento de tecnologias de mecanização para o plantio e a colheita (BRAVE Mec) e de processamento de diferentes espécies de Agave (BRAVE Ind). Ambas as frentes de atuação vão correr simultaneamente, ao longo de cinco anos.

A cerimônia de lançamento ocorreu em Conceição do Coité, município considerado ‘coração’ da região sisaleira da Bahia. Compareceram ao evento o vice-governador do estado, Geraldo Júnior; o gerente executivo do Senai CIMATEC, André Oliveira; o diretor da Agência de Inovação da UNICAMP, Renato Lopes, o presidente da FIEB, Ricardo Alban; o diretor da ANP, Daniel Vieira; e o gerente geral de Tecnologia e Inovação da Shell Brasil, Olivier Wambersie.

O SENAI CIMATEC se soma à parceria já firmada, desde novembro de 2022, entre a Shell e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para desenvolver soluções biológicas para aumento da produtividade do Agave (BRAVE Bio).

Com investimento de aproximadamente de R$ 100 milhões, o BRAVE é financiado pela Shell Brasil, utilizando recursos oriundos da cláusula de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e da EMBRAPII.

“Dentro da estratégia da Shell ‘Impulsionando o Progresso’ temos 4 pilares: gerar valor para acionistas, impulsionar vidas, respeitar a natureza e zerar emissão líquidas de carbono, e o BRAVE consegue entregar resultados em todos os pilares. É um projeto realmente diferenciado, inovador e transformacional” comenta Alexandre Breda, gerente de Tecnologia de Baixo Carbono da Shell Brasil.

Atualmente, a Shell Brasil investe cerca de R$ 600 milhões em projetos de Pesquisa & Desenvolvimento no país, sendo 30% dessa verba destinada a iniciativas para a transição energética, como é o caso do programa BRAVE.

BRAVE Mec     

O BRAVE Mec vai gerar soluções tecnológicas para processos que hoje são executados de forma manual ou utilizando implementos de baixo nível tecnológico. “No caso do plantio, vamos partir de um equipamento que já existe comercialmente e fazer adaptações para que funcione com as mudas de Agave. No caso da colheita, vamos desenvolver um equipamento específico para o Agave que será testado no campo experimental”, comenta Sindelia Azzoni, pesquisadora de Bioprocessos da Shell.

BRAVE Ind

O BRAVE Ind prevê desenvolver a rota de processamento do Agave para obtenção do etanol de primeira e segunda gerações, biogás, além de coprodutos.  “A nossa intenção é utilizar 100% do potencial do Agave, não só a fibra do sisal, para obter etanol de primeira e segunda gerações, visando a implantação de uma nova cadeia de negócios, explica André Oliveira, Gerente Executivo do SENAI CIMATEC.

Serão construídas plantas-piloto para validar o escalonamento dos processos dentro do SENAI CIMATEC Park, em Salvador.

SENAI CIMATEC Sertão

O CIMATEC Sertão é o novo campus do SENAI CIMATEC, que tem como objetivo o desenvolvimento de tecnologias de produção industrial para exploração do potencial do Semiárido da Bahia. A intenção é criar condições técnicas, econômicas, sociais e ambientais que fortaleçam o setor, com geração de emprego e renda para as comunidades locais, e sustentabilidade ambiental.

Uma das primeiras iniciativas do CIMATEC Sertão é o projeto BRAVE. A área desse campus será utilizada para testar e avaliar técnicas de adensamento e crescimento do Agave.

Presidente da Petrobras realiza visita técnica ao FPSO Anita Garibaldi

Plataforma está em finalização no Espírito Santo e integra o Projeto de Revitalização de Marlim e Voador

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, esteve ontem (14/04) a bordo do FPSO Anita Garibaldi, que está em processo de finalização – comissionamento, inspeções regulatórias e testes operacionais – no Estaleiro Jurong Aracruz, no Espírito Santo. A unidade tem previsão de saída do estaleiro nas próximas semanas e início de produção no segundo semestre de 2023.

Com capacidade de produzir até 80 mil barris de petróleo por dia (bpd) e processar até 7 milhões de m3 de gás/dia, a nova plataforma é estratégica para o Plano de Renovação da Bacia de Campos, voltado para a revitalização de ativos maduros operados pela companhia na região.

Durante a visita, Jean Paul destacou a importância da revitalização de Marlim para os objetivos da companhia. “Marlim é um ícone dos campos gigantes do pós-sal e a finalização da obra do FPSO Anita Garibaldi reitera ainda mais o protagonismo conferido pela Petrobras ao ativo e a outros projetos da Bacia de Campos. Depois de mais de três décadas do primeiro óleo do campo, estamos perto de inaugurar um robusto projeto de revitalização em Marlim, que contemplará também uma megaoperação de descomissionamento de plataformas e instalações. Todo esse trabalho capacitará ainda mais a Petrobras, reforçando a relevância da Bacia de Campos na carteira da Petrobras”, afirmou o presidente da Petrobras.

Também estiveram presentes os diretores Joelson Falcão Mendes, da área de Exploração e Produção, Carlos José Travassos do Nascimento, de Desenvolvimento da Produção, Carlos Augusto Burgos Barreto, de Transformação Digital e Inovação, e Clarice Coppetti, de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade. Os executivos acompanharam as atividades tanto na área industrial quanto no casario da plataforma, incluindo um almoço no refeitório da unidade.

No Estaleiro Jurong Aracruz também foram realizadas a construção de parte dos módulos, a integração e o comissionamento das plataformas P-68 e P-71, ambas do tipo FPSO e que estão em operação no pré-sal da Bacia de Santos.

Projeto de Revitalização de Marlim e Voador

Em conjunto com o FPSO Anna Nery, o FPSO Anita Garibaldi compõe o Projeto de Revitalização dos Campos de Marlim e Voador. As duas novas plataformas têm capacidade de produzir, em conjunto, até 150 mil barris por dia(bpd), e substituem as dez unidades que produziam estes campos. O FPSO Anita Garibaldi será interligado a 43 poços, com pico de produção previsto para 2026, e produzirá óleo dos reservatórios de pós-sal de Marlim e Voador e do reservatório de pré-sal de Brava.

O Projeto de Revitalização de Marlim e Voador faz parte do Plano de Renovação da Bacia de Campos, que tem investimento previsto de R$ 18 bilhões no Plano Estratégico 2023-2027.

Além de destacar o trabalho voltado aos campos maduros da Bacia de Campos, em especial a Marlim, Jean Paul Prates reforçou, durante a visita, a importância do Espírito Santo na estratégia e na carteira de ativos da Petrobras.  O Plano Estratégico 2023-2027 prevê a entrada em operação de 36 poços, a perfuração de cinco poços exploratórios, a aquisição de dados de reservatório e mais o início de produção do FPSO Maria Quitéria no projeto integrado do Parque das Baleias, em 2024.

“Precisamos recuperar a conexão da Petrobras com a vocação do Espírito Santo para a logística marítima e ferroviária e, também, revisitar o uso do edifício-sede de Vitória (EDIVIT) para atividades de processamento de dados exploratórios, guarda de testemunhos e amostras, interpretação e trabalhos de geologia e geofísica. Trabalhar a geologia e as ciências naturais a partir do EDIVIT me parece ser também um caminho rumo ao futuro energético e ambiental do Brasil, desde as fontes renováveis até a captura e armazenamento de CO2. As oportunidades são interessantes e a Petrobras fica no Espírito Santo”, declara Jean Paul Prates.

Petrobras informa sobre transferência do Polo Norte Capixaba

A Petrobras, em continuidade ao comunicado divulgado em 23/02/2022, informa que foi concluído o cumprimento de todas as condições precedentes, referente à transferência da totalidade de sua participação (100%) no conjunto de 4 concessões de campos de produção terrestres, com instalações integradas, localizadas no estado do Espírito Santo – ES, denominados conjuntamente de Polo Norte Capixaba, para a empresa Seacrest Petróleo SPE Norte Capixaba Ltda (Seacrest). A operação foi concluída com o pagamento à vista de US$ 426,65 milhões para a Petrobras, já com os ajustes previstos no contrato. O valor recebido hoje se soma ao montante de US$ 35,85 milhões pagos à Petrobras na ocasião da assinatura do contrato realizada em 23/02/2022. Além desse montante, é previsto o recebimento pela Petrobras de até US$ 66 milhões em pagamentos contingentes, a depender das cotações futuras do Brent. Com a conclusão da cessão, a Seacrest assume a condição de operadora dos campos do Polo Norte Capixaba e demais infraestruturas de produção. A presente divulgação está de acordo com as normas internas da Petrobras e com as disposições do procedimento especial de cessão de direitos de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos, previsto no Decreto 9.355/2018.
O Polo Norte Capixaba responde por 3,3% da produção da Petrobras no Estado do Espírito Santo, e sua transferência não impacta as demais atividades da Petrobras na região, onde a empresa mantém operações de importantes campos em águas profundas, com destaque para o Parque das Baleias, além de 7 áreas exploratórias. A Petrobras no Espírito Santo continua responsável pelo gerenciamento de 14 plataformas, 704 km de linhas, por meio da sede localizada no município de Vitória (EDIVIT). A Companhia mantém seus compromissos firmados no PE 2023-27 para o Estado do Espírito Santo, com destaque à implantação da plataforma Maria Quitéria no Parque das Baleias, a interligação de novos poços e um incremento da sua curva de produção até 2027. Além dos campos offshore, a Petrobras permanece com outras operações no estado, como as unidades de processamento de gás natural de Cacimbas (UTGC) e Sul Capixaba (UTGSUL) e o Terminal Aquaviário Barra do Riacho.
Sobre o Polo Norte Capixaba
O Polo Norte Capixaba compreende quatros campos terrestres: Cancã, Fazenda Alegre, Fazenda São Rafael e Fazenda Santa Luzia. O Terminal Norte Capixaba e todas as instalações de produção contidas no ring fence das quatro concessões também fazem parte do Polo, além da titularidade de alguns terrenos. A produção média do Polo Norte Capixaba no 1º trimestre de 2023 foi de aproximadamente 4,6 mil barris de óleo por dia (bpd) e 21,8 mil m³/dia de gás natural. A Petrobras é a operadora nesses campos, com 100% de participação.
Sobre a Seacrest
A Seacrest Petroleo Bermuda Limited (Oslo: SEAPT) é uma empresa independente de produção de petróleo e gás com um portfólio integrado de campos de produção terrestres e infraestrutura de exportação no Espírito Santo, Brasil. A Seacrest Petróleo SPE Norte Capixaba Ltda é uma subsidiária da Seacrest Bermuda Limited.

Wärtsilä realiza trabalho de operação e manutenção na P-63

A Wärtsilä foi escolhida para operar módulos de energia a bordo de uma embarcação flutuante de produção, armazenamento e descarga (FPSO). Além disso, a empresa assinou um contrato de manutenção otimizada de longo prazo com a 3R Petroleum.

A Wärtsilä revelou que operaria – em nome da proprietária, 3R Petroleum – os módulos de potência a bordo do FPSO P-63, que funciona no campo petrolífero Papa Terra, localizado em lâmina d’água de 1.200 metros. Faz parte da concessão BC-20 e começou a operar em 2013.

Além disso, a empresa assinou um contrato de manutenção otimizada de cinco anos com a 3R Petroleum para garantir a confiabilidade e o desempenho da instalação. Segundo a empresa, o pedido foi incluído em sua carteira de pedidos em dezembro de 2022.

Além disso, a Wärtsilä destaca que seus acordos de manutenção otimizados fornecem previsibilidade de custos de longo prazo e disponibilidade de ativos com manutenção baseada em dados usada em todas as etapas, desde o planejamento até a execução.

A empresa explica que o suporte é fornecido nos Centros de Especialização da Wärtsilä para otimizar os intervalos de manutenção e evitar paradas não programadas, permitindo que “os clientes se concentrem em seus negócios principais”.

Humberto Romanus, Gerente de Instalações da 3R Petroleum, comentou: “Temos o prazer de ter a Wärtsilä como uma parceira qualificada e experiente na operação e manutenção deste FPSO. Sentimos que eles são claramente a empresa mais qualificada para este projeto e estamos ansiosos para trabalhar com eles.”

O campo Papa Terra era de propriedade da Petrobras antes da 3R Petroleum concluir a aquisição do campo em dezembro de 2022. A Wärtsilä tinha um acordo anterior com a Petrobras e o P-63 FPSO tem três módulos de potência, cada um com dois motores bicombustíveis Wärtsilä 50DF. Sob o novo contrato, a empresa continuará a ter uma tripulação a bordo operando os módulos 24 horas por dia, 7 dias por semana.

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  • INOVAÇÃO: CSB Engenharia inova com Laser Scanner 3D e no setor Offshore;
  • MATÉRIA DE CAPA: Campos maduros: em compasso de espera por Julia Vaz;
  • ARTIGO: Abandono permante: o desafio do descomissionamento de poço, por Flávia Vaz;
  • ENTREVISTA EXCLUSIVA: Com muito ´gás` para empreender – Renata Isfer, sócia-fundadora da Interalli Gás e Energia por Julia Vaz;
  • Fornecedores_Produtos_Serviços_Revista digital Oil & Gas Brasil (página 40);
  • Construção de FPSO com destino ao Brasil começa em estaleiro chinês;
  • Parque Tecnológico da UFRJ faz 20 anos em 2023;
  • Novo CEO liderará o Grupo Weiler Abrasivos ao próximo capítulo de crescimento;
  • ExxonMobil adota tecnologia de captura de carbono da Honeywell;
  • Petrobras inicia contratação de duas plataformas destinadas ao projeto Sergipe Águas Profundas;
  • SBM Offshore obtém financiamento de 13 bancos para o maior FPSO com destino ao Brasil;
  • Halliburton é escolhida pela Petrobras;
  • WEG lança robô móvel autônomo para otimizar operações de manufatura e intralogística na indústria;
  • ABPIP elege novo presidente;
  • Petrobras é reconhecida por engajar fornecedores em práticas sustentáveis;
  • Brasil pode se tornar o quarto maior produtor de petróleo do mundo com novo programa de exploração de hidrocarbonetos;
  • Primeiro teste do Projeto #WellRobot® em escala real!;
  • Petrobras assina contrato para conclusão das obras da Unidade de Processamento de Gás Natural do Gaslub;
  • PRIO conclui junto a TotalEnergies aquisição de 100% da concessão de campo no país;
  • Petrobras dá início à operação do supercomputador Tatu;
  • Petrobras obtém certificação internacional para produção do Diesel R;
  • Mais trabalho para PXGEO com a Petrobras;
  • Indústria 4.0 integra equipamentos “invisíveis” ao sistema de produção;
  • BW Energy se prepara para duas aquisições no Brasil;
  • Karoon informa primeira produção do campo de Patola;

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Capa

Petrobras destaca tecnologias de última geração na Rio 2C, maior evento de criatividade e inovação da América Latina

Programação da empresa em estande e palestras inclui temas como inovação aberta, inteligência artificial, mercado de carbono, sustentabilidade, cultura, atletas e projetos patrocinados pela companhia

O que atletas qualificados para o Pan 2023, músicos da Orquestra Sinfônica Petrobras (OPES), tecnologias industriais inovadoras e experiências imersivas de última geração têm em comum? Essas são algumas das atrações da Petrobras na Rio 2C, maior evento de inovação e tecnologia da América Latina, em cartaz na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, de 11 a 16/04. Parceira desde 2018 do evento, a companhia terá um estande de 100 m2 no local, equipado com experiências imersivas em realidade aumentada, refletindo a visão de futuro da empresa em energias renováveis, robótica e responsabilidade ambiental.

Em um dos espaços da Petrobras no evento, um braço robótico vai registrar a experiência dos visitantes, materializando lembranças do evento com diversão e inovação, e uma série de workshops com cases sobre temas ligados à inovação e indústria criativa. A participação nessas dinâmicas se dará mediante inscrição no próprio estande da Petrobras, que estará localizado no térreo da Cidade das Artes.

Em uma experiência com Realidade Aumentada, o público, ao cruzar portais no estande, “entrará”  no centro de pesquisas da Petrobras, o Cenpes, e conhecerá iniciativas e tecnologias já implantadas ou em desenvolvimento na empresa de uma forma inovadora e imersiva. Dentro desse ambiente virtual, o usuário pode explorar três painéis holográficos que representam os temas Inovação, Responsabilidade Ambiental e Energias Renováveis.

Na programação do evento, representantes da empresa participarão de conferências sobre temas como inovação aberta e sustentabilidade – e atletas patrocinados do “Time Petrobras” falarão sobre suas experiências, assim como protagonistas dos projetos Manual do Mundo e da Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES). Ao todo, serão mais de 1000 palestrantes na Rio2C, sendo que o evento conta com 11 palcos de programação e espaços dedicados para negócios, networking e entretenimento.

A programação da Rio2C está dividida em três eixos: Summits (11/4), Conferências (12 a 14/4) e Festivália (15 e 16/4).

11/4

DIA 11 DE ABRIL – SUMMIT DE CRYPTO & CARBON – 15h às 15h45
A gerente executiva de Clima da Petrobras, Viviana Coelho, participa do painel “O potencial brasileiro na oferta de carbono e o soft power verde”. A Petrobras reúne todas as condições para ser o polo irradiador da transição energética no Brasil. A empresa é líder mundial em captura, uso e armazenamento geológico de CO2 (o chamado Carbon Capture, Utilization and Storage – CCUS) com o recorde obtido no ano passado de 10,6 milhões de toneladas reinjetadas, equivalente a cerca de 25% do total de CO2 injetado pela indústria global no mesmo período. E, de acordo com a Câmara de Comércio Internacional (ICC Brasil), o Brasil tem potencial para ser líder mundial na oferta de créditos de carbono, com capacidade para suprir até 48,7% da demanda global do mercado voluntário e até 28% do mercado regulado nos parâmetros das Nações Unidas.

DIA 11 DE ABRIL – SUMMIT SPORTS INNOVATION

Tuany Barbosa, atleta paralímpica do arremesso de peso, patrocinada pela Petrobras, que estará Jogos Parapan-Americanos 2023, bate um papo com outros atletas e diretores de iniciativas para promover a diversidade no esporte sobre acessibilidade e como a inclusão e representatividade transformam a dinâmica e os valores do esporte e sua prática. Painel Diversidade no esporte: A quebra de padrões no espaço esportivo, 15h às 15h45

Toquinha, outra atleta do Time Petrobras, praticante do breaking, esporte que estreia na próxima olimpíada, conversa com representantes de marcas e outros atletas sobre como os esportes de rua incentivam à atividade física e o desenvolvimento social e pessoal dos jovens. Ela representará o país do Pan Americano deste ano, no Chile. Painel Esportes de Rua e a Cultura Jovem, 17h15 às 18h15.

CONFERÊNCIAS – De 12 a 14 de abril

12/04
Meio Ambiente
Gregório Araújo – Gerente de Reflorestamento e Projetos Ambientais da Petrobras, discutirá como é possível equilibrar a proteção ao meio ambiente, o desenvolvimento econômico e a promoção da justiça social. Em pauta questões como igualdade de gênero, direitos humanos, desenvolvimento comunitário e responsabilidade social corporativa. Palco Palco Biodom – Painel Muito Além do Ambiental – 12 de abril às 10h30.

Inovação Aberta
Vinícius Maia – Gerente de Modelos de Negócio e Tecnologia da Petrobras debate com executivos a evolução, desafios e futuro da inovação aberta para grandes empresas no Brasil. A Petrobras é uma das empresas do setor de petróleo e gás que mais interage com o ecossistema de inovação aberta no Brasil. A companhia tem uma carteira contratada de mais de R$ 3 bilhões, com mais de 150 parceiros tecnológicos, nas diversas modalidades de contratação e acordos de cooperação tecnológica. O investimento previsto no plano estratégico da companhia para a área de tecnologia digital e de Inovação para o período 2023-27 é de US$ 2,1 bilhões. Palco Mercado – Painel Open Innovation – a estratégia para destaque no mercado- 12 de abril às 12h15.

13/4
Comunicação
Paula Almada, coordenadora de Gestão de Comunicação de Crise da Petrobras discute com representantes de outras grandes empresas como se preparar e para gerir e definir estratégias para lidar com o tema Comunicação de Crise. Palco Casa das Marcas – Gestão de crise – Como transformar desafios em oportunidades – 13 de abril, às 17h30

O maestro Isaac Karabtchevsky participa e do painel “autobiográfico: A Jornada de Isaac Karabtchevsky: História e Legado do Maestro Brasileiro. Das 17h30 às 18h30

14/4
Mudança Climática
Fernanda Diniz, gerente de Desempenho em Emissões e Eficiência Energética participa do painel sobre oportunidades e desafios na construção da nova matriz energética para as metas de redução de emissões para 2030. A empresa divulgou, recentemente, o seu Caderno do Clima com indicadores que refletem os avanços nos compromissos relacionados às mudanças climáticas. A Petrobras reduziu em 39% suas emissões absolutas operacionais de gases de efeito estufa (GEE) entre 2015 e 2022, resultado apoiado pela redução de 67% das emissões de metano nesse período, além de ganhos de eficiência nas operações. Palco Newfrontier – 14 de abril, 10h

FESTIVÁLIA – 14 DE ABRIL
Apresentação da Orquestra Petrobras Sinfônica com a peça Bohemia Rapsody – das 18h30 às 19h30

15 DE ABRIL
Felipe Prazeres, spalla (primeiro violino) e maestro da OPES, debate como criadores, produtores e agentes atuam para manter viva a cultura chamada erudita, engajando crianças e jovens e democratizando o acesso e a Orquestra Petrobras Sinfônica encerra o evento em grande estilo. Palco Storyvillage – 15 de abril, às 15h30

16 DE ABRIL
Inteligência Artificial
Ferramentas como chatGPT e Dall-E, baseadas em inteligência artificial, com capacidade de criar textos e imagens personalizados, são a pauta do momento. Iberê Thenório, criador do canal de YouTube Manual do Mundo, fala sobre o uso da inteligência artificial como uma oportunidade para melhorar a produção de vídeos. Palco Storyvillage, às 15h30.

Estatal investe no uso de nuvem para agilizar a implantação de tecnologias

Valor previsto para este ano é de R$ 172 milhões e deve aumentar em 2023

A Petrobras segue uma tendência mundial e investe no uso de computação em nuvem para acelerar a implantação de tecnologias como terminais virtuais, plataformas de dados e recursos de machine learning. O valor previsto para 2023 é de R$240 milhões, superando os R$172 milhões investidos no ano passado. A empresa criou, há um ano, um Centro de Competência de Computação em Nuvem (CCC), que já entregou mais de 80 soluções e viabilizou a atualização do sistema de gestão que interliga milhares de processos da empresa. O centro contribui para habilitar tecnologias para a transformação digital dos negócios e, assim, ampliar a eficiência operacional e a competividade da Petrobras.

Especialistas preveem um crescimento do uso de nuvem. De acordo com a consultoria Gartner, até 2025, pelo menos 95% das novas cargas de trabalho digitais serão implantadas em plataformas nativas de nuvem. Em 2021, esse índice era de 30% e o crescimento deve-se às vantagens oferecidas pela plataforma como flexibilidade, agilidade e economia na implantação de tecnologias. Nessa jornada, a Petrobras tem como parceiros a Microsoft e a Amazon Web Services (AWS).

Para a Petrobras, o uso de nuvem tem diversas vantagens:

– Agilidade: a nuvem oferece acesso fácil a inúmeras tecnologias e recursos conforme a necessidade de serviços como computação, armazenamento e bancos de dados até Internet das Coisas (Internet of Things – IoT), machine learning e análises de dados, entre outras.

– Velocidade: a nuvem permite a rápida implantação de infraestrutura, em escala global. Ou seja, as empresas podem expandir atividades para novas áreas. Ao mesmo tempo, aproximar os aplicativos dos usuários finais diminui o tempo para a troca de dados entre dispositivos (latência), melhorando a experiência de quem utiliza.

– Economia: Nos processos em que o uso de nuvem é viável, há economia de custos porque, ao proporcionar recursos computacionais sob demanda, a empresa paga apenas pela capacidade consumida.

– Elasticidade e economicidade: com a computação em nuvem, não é preciso provisionar capacidade adicional para atender possíveis picos de demandas no futuro. É possível dimensionar a quantidade de recursos realmente necessária, e então aumentar ou diminuir, instantaneamente, a escala dos recursos de acordo com a demanda.

A elasticidade da nuvem também permite a adequação a diferentes projetos: “Quanto mais uma solução depende de tecnologias de ponta, como inteligência artificial e machine learning, mais vantagens ela terá pelo desenvolvimento em nuvem, uma vez que esse é o ambiente onde as novas tecnologias são implementadas primeiro e evoluem com maior agilidade”, explica o gerente executivo de TIC da companhia, Marcelo Carreras.

Nuvem & CPDs

A proporção de uso de nuvem e dos Centros de Processamento de Dados (CPDs) próprios pode variar de acordo com as características de cada negócio e estratégia das empresas. As fortemente baseadas em tecnologia, como bancos digitais, marketplaces de comércio eletrônico, streaming de filmes e músicas, dentre outras, normalmente já nascem na nuvem e têm ali 100% de sua capacidade computacional. Por outro lado, empresas, como a Petrobras, que já possuíam datacenters próprios antes da oferta de nuvens públicas, realizam jornadas de migração, mantendo workloads (cargas de trabalho) específicas, normalmente com aplicações características do seu negócio, para os quais a nuvem não ofereça as melhores soluções, e com custos adequados.

“A Petrobras já começou o uso da nuvem para soluções de TIC corporativas, aplicações contábeis, de RH etc., com o objetivo de manter nos datacenters próprios as aplicações científicas, como é o caso da Computação de Alto Desempenho (High Performance Computing – HPC), que processa dados para as atividades de exploração e produção, revela Carreras.

Para ele, a atualização do novo sistema de gestão SAP, concluída pela Petrobras em 2022, é um exemplo das potencialidades da nuvem. “Depois de dois anos de muito trabalho, com uma pandemia no meio, realizamos a migração do nosso sistema integrado de gestão, o SAP, para uma versão mais moderna, totalmente na nuvem. Esse sistema envolve grande parte das aplicações que fazem parte do nosso dia a dia e foi a maior migração do gênero feita na América Latina e uma das maiores no mundo. O projeto seguiu as previsões de prazo e custo, com ganhos de agilidade e eficiência”, analisa.

Desde sua implantação o SAP S/4HANA vem processando pagamentos nacionais e internacionais da ordem de R$ 5 bilhões/dia, recebeu mais de 72 mil propostas de fornecedores nos seus processos de contratação e tem emitido cerca de 5 mil notas fiscais por dia. A previsão é que essas mudanças de sistema tragam ganhos de produtividade para companhia, com um retorno esperado de mais de US$ 190 milhões até 2025.

Provedores

Para ter acesso à nuvem, a Petrobras, utiliza uma abordagem multi-cloud, ou seja, mais de um provedor: a Microsoft e AWS. Essa é uma prática comum utilizada por empresas que permite complementar funcionalidades atendidas por um provedor específico. Além disso, a disponibilidade de dois fornecedores funciona como uma redundância, uma garantia, caso haja algum problema com um dos provedores. Ou seja, além dos benefícios técnicos, o uso de uma plataforma multi-cloud, é também uma questão estratégica de negócio.

O modelo de uso da nuvem é definido a partir de rigorosos critérios técnicos e avaliações financeiras, assim como a entrega de demandas para os diferentes provedores. Essa política fornece aos times usuários da nuvem um fluxo de decisão que orienta a escolha do ambiente de nuvem para determinado trabalho. A padronização confere à área de TIC maior agilidade na oferta de soluções de nuvem, eliminando a necessidade de avaliação e escolha do provedor a cada nova solicitação.

“A Petrobras adota as melhores práticas do mercado e das tecnologias para inovação e modernização do ambiente na empresa. A nuvem soma, amplia as possibilidades e ajuda a priorizar o melhor retorno. Trata-se de um movimento estruturado, aderente à nossa estratégia de TIC”, afirma Carreras.

Ele lembra que a trajetória da empresa é marcada por investimento constante em tecnologia e inovação. “É assim que a Petrobras supera a barreira do conhecimento, viabiliza novos negócios e contribui positivamente para a sociedade”, conclui.

PhDsoft promove semana da inteligência artificial

Empresa de engenharia e tecnologia, a PhDsoft promoveu, de 3 a 7 de abril, a primeira Semana da Inteligência Artificial PhDsoft. Durante cinco dias os desenvolvedores da empresa se reuniram para trocar informações, compartilhar conhecimento e ideias para alavancar o uso da Inteligência Artificial e de ferramentas como o ChatGPT na programação e modelagem 3D.

Para Duperron Marangon Ribeiro, CEO da PhDsoft, o ChatGPT materializou e deu novo impulso à era da Inteligência Artificial e à necessidade de transformação digital.

“Pioneiros no desenvolvimento de gêmeos digitais, na PhDsoft, estamos a todo vapor nessa jornada. Na verdade, sempre estivemos à frente, adotando tecnologias de ponta”, explica Duperron.

De acordo com o executivo, a PhDsoft vem utilizando tecnologias de ponta como o ChatGPT e a Inteligência Artificial para gerar códigos de programação ainda mais eficientes. “Essa abordagem nos permite acelerar o processo de desenvolvimento e tornar nossos produtos ainda mais inovadores e robustos”, explica, acrescentando que o uso da Inteligência Artificial está transformando a forma como os desenvolvedores da empresa pensam, hoje, as implementações de soluções para gerenciar e manter ativos físicos.

“Entre nós, é ponto pacífico que a Inteligência Artificial irá revolucionar a forma como lidamos com a manutenção e a integridade de estruturas industriais.  Ao compartilhar experiências, podemos aproveitar todo o potencial da Inteligência Artificial para ultrapassar os limites do que é possível em nosso setor. Estamos ansiosos para mostrar o trabalho incrível que nossos desenvolvedores estão fazendo e demonstrar o poder da inteligência artificial na PhDsoft”, afirma Duperron.

SHELL e SENAI CIMATEC fecham parceria em pesquisa para produção de energia renovável a partir do Agave

Acordo marca nova fase do programa BRAVE e será implantado no semiárido do Nordeste

No dia 13 de abril, a Shell Brasil e o SENAI CIMATEC lançam, em Conceição do Coité (BA), a nova fase do programa BRAVE (Brazilian Agave Development – Desenvolvimento da Agave no Brasil). Este programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) com investimento da Shell visa explorar o potencial da Agave como fonte de biomassa para a produção de etanol, biogás e outros produtos.

A nova etapa do BRAVE prevê duas frentes de atuação: os projetos BRAVE-Mec e BRAVE-Ind. O BRAVE-Mec tem como foco o desenvolvimento de soluções de mecanização para o plantio e colheita da Agave, além de desenvolver um campo experimental de testes, visando promover o cultivo e manejo de diferentes Agave, como, por exemplo, a Agave sisalana, hoje utilizada para produção de sisal, e a Agave tequilana, hoje utilizada para produção de tequila. Em paralelo, o projeto BRAVE-Ind vai desenvolver tecnologias de processamento da Agave para a produzir etanol de primeira geração e segunda geração – aquele obtido através das folhas e bagaço da planta, e outros produtos renováveis. Estes dois projetos somam-se ao Brave-Bio, projeto de pesquisa financiado pela Shell em parceria com a Unicamp, iniciado em novembro de 2022.

Evento também terá lançamento do SENAI CIMATEC Sertão 

O Programa Brave é uma das primeiras iniciativas do SENAI CIMATEC Sertão, o novo campus do SENAI CIMATEC, que tem como objetivo o desenvolvimento de tecnologias para impulsionar o avanço social, econômico e ambiental do semiárido nordestino.

Autoridades e executivos previstos:

Jerônimo Rodrigues, governador da Bahia; Rodolfo Saboia, diretor-geral da ANP; Marcelo Passos de Araújo, prefeito de Conceição do Coité; Flavio Ofugi Rodrigues, vice-presidente de Relações Corporativas da Shell Brasil; Olivier Wambersie, gerente-geral de Tecnologia e Inovação da Shell Brasil; Alexandre Breda, gerente de Tecnologia de Baixo Carbono da Shell Brasil; Ricardo Alban, presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB); Antonio José de Almeida Meirelles, reitor da Unicamp e Leone Andrade, diretor de Tecnologia e Inovação do SENAI CIMATEC.

CREDENCIAMENTO

Os jornalistas interessados no credenciamento devem enviar um email para comunicacimatec@fieb.org.br  com dados da equipe até dia 05/04.

Será oferecido transporte para imprensa a partir de Salvador (lugares limitados).

Serviço:

Evento: Lançamento do Programa BRAVE-Mec e BRAVE-Ind

Data: 13 de abril   

Saída: 5h30 (3h45 de viagem)

Local de partida: SENAI CIMATEC – Av. Orlando Gomes, 1845 – Piatã – Salvador

Retorno: 12h30