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Petrobras atinge meta de dívida bruta com mais de um ano de antecedência

Petrobras atinge meta de dívida bruta com mais de um ano de antecedência

EBITDA ajustado recorrente de US$ 12,2 bilhões e forte geração de caixa operacional de US$ 10,5 bilhões também são destaques do resultado financeiro do terceiro trimestre

A Petrobras diminuiu sua dívida bruta, no terceiro trimestre de 2021, para o valor de US$ 59,6 bilhões. Com o resultado, a companhia atinge, com mais de um ano de antecedência, a meta de US$ 60 bilhões, prevista para o final de 2022.

“O cumprimento desta meta, antes mesmo do prazo acordado, mostra o compromisso da companhia com uma gestão técnica e equilibrada. A dívida da Petrobras chegou a mais de US$ 130 bilhões em 2014, valor que era de cerca de US$ 160 bilhões, se levarmos em conta também os afretamentos que passaram a ser considerados como dívida a partir de 2019 com a adoção do IFRS 16.  Para muitos, essa dívida parecia impagável e hoje, finalmente, chega a um patamar mais saudável. Todos que fazem parte desta empresa têm contribuído para isso e são responsáveis por esta redução de mais de US$ 100 bilhões em pouco mais de sete anos”, afirma Rodrigo Araujo, Diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores.

No resultado financeiro do terceiro trimestre de 2021, a Petrobras obteve lucro líquido recorrente de US$ 3,3 bilhões. Entre os destaques, estão a geração de caixa operacional e o fluxo de caixa livre, totalizando US$ 10,5 bilhões e US$ 9 bilhões, respectivamente, e EBITDA ajustado recorrente de US$ 12,2 bilhões.

Outros destaques do resultado são o recebimento de US$ 2,9 bilhões dos parceiros no acordo de coparticipação de Búzios e a entrada em caixa de US$ 2,2 bilhões decorrentes da oferta pública da Petrobras Distribuidora, realizada em julho.

O sólido desempenho financeiro do trimestre foi resultado da boa performance operacional. A produção média de óleo, líquido de gás natural (LGN) e gás natural da Petrobras alcançou 2,83 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) no período, um aumento de 1,2% em relação ao trimestre anterior, mesmo em um cenário ainda de restrições em função da pandemia da COVID-19. O pré-sal atingiu 71% da produção, com destaque para a entrada em operação do FPSO Carioca (campo de Sépia) e para o atingimento do topo de produção do FPSO P-70 (campo de Atapu).

As vendas de derivados no trimestre alcançaram volumes de 1,9 milhão de barris por dia (bpd), 10,7% maiores do que no trimestre anterior, com aumento na comercialização de todos os produtos. A produção de derivados nas refinarias também subiu 11% no mesmo período devido à maior demanda do mercado interno e maior disponibilidade das unidades de refino. Na comparação do segundo e do terceiro trimestre, o fator de utilização das refinarias aumentou de 75% para 85% e, em outubro, chegou a alcançar 90%.

Em 5 de outubro, a Petrobras concluiu com sucesso a parada programada da Rota 1 do pré-sal da Bacia de Santos. Foram adotadas diversas ações para mitigar os impactos associados à redução da oferta de gás, como a ampliação da capacidade do Terminal de Regaseificação da Baía de Guanabara de 20 milhões para 30 milhões de m³/dia e o aumento do volume de GNL regaseificado, que alcançou uma média de 30 milhões de m³/dia no terceiro trimestre, crescimento de 66,7% em relação ao trimestre anterior.

A Petrobras segue empenhando todos os esforços para maximizar a oferta de gás. Como resultado, no terceiro trimestre, a geração de energia elétrica foi de 3.977 MW médios, um aumento de 20,6% em relação ao trimestre anterior.

“Continuaremos atuando com disciplina de capital, investindo em ativos resilientes e com taxas de retorno adequadas, com foco na geração de valor para a sociedade. O resultado desse trabalho é o lucro, mas é bom enfatizar que a Petrobras não persegue o lucro pelo lucro. Nosso objetivo é retornar valor para nossos acionistas e para a sociedade, através de impostos, dividendos, criação de empregos e investimentos, que dentro do contexto da transição energética, devem ser acelerados, principalmente o desenvolvimento no pré-sal”, destaca Joaquim Silva e Luna.

Clique aqui para acessar o relatório completo.

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