A Petrobras assinou um contrato com a Sembcorp Marine Rigs & Floaters, de Cingapura, para a construção do FPSO P-82 para operações no campo de Búzios, na área do pré-sal da Bacia de Santos, offshore no Brasil.
A P-82 será a 29ª unidade a entrar em produção no pré-sal.
Isso ocorre apenas uma semana depois que a Petrobras assinou um contrato com o Estaleiro Keppel para a construção do FPSO P-83, também para o campo de Búzios. O pedido vale cerca de US$ 2,8 bilhões.
Este último pedido da P-82 é para o navio FPSO com capacidade para produzir até 225 mil barris de óleo por dia, processar até 12 milhões de m³ de gás por dia e armazenar mais de 1,6 milhão de barris. O projeto prevê a interligação de 16 poços, sendo 9 produtores e 7 injetores, informou a Petrobras nesta terça-feira.
De acordo com a Petrobras, a unidade vai incorporar a chamada tecnologia de flare fechado, que aumenta o aproveitamento do gás e evita que ele seja queimado na atmosfera. Outras inovações serão o sistema de detecção de gás metano, capaz de atuar para prevenir ou mitigar o risco de vazamentos deste composto e os gêmeos digitais , que consiste em uma reprodução virtual da plataforma para possibilitar simulações e testes remotos, antes de entrar em operação , fator que visa aumentar a segurança e confiabilidade.
Também será equipado com tecnologia CCUS – Captura, Uso e Armazenamento Geológico de CO2.
A embarcação está prevista para entrar em operação em 2026 e será a décima plataforma a ser instalada no campo de Búzios, onde a Petrobras é operadora, com 92,6% de participação no campo, tendo como parceiras CNOOC e CNODC, com 3,7% centavo cada.
A Petrobas não compartilhou detalhes sobre o valor do pedido.




























































